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FISIOTERAPIAFISIOTERAPIA
NEUROFUNCIONALNEUROFUNCIONAL
Mapas Mentais
PARA CONCURSOS E RESIDÊNCIAS
POR: @fisioaprovada
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Sinal de BabinskiSinal de Babinski
NEGATIVO POSITIVO
Sinal de Babinski positivo
é característico de lesão
de neurônio motor
superior que pode ser
decorrente de lesão
encefálica ou medular
LEMBRETE
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MarchasMarchas 
 PatológicasPatológicas
ESPÁSTICA 
Extensão do membro inferior
parético, flexão do membro superior
parético. Ex: lesão de n. motor sup. 
TESOURA
Hipertonia em MMII com
semiflexão de joelhos; há um
cruzamento dos membros
durante a marcha. 
ESCARVANTE
Ausencia de contração de
dorsiflexores e por isso o
paciente "arrasta" o pé. Ex: lesão
de n. motor inferior.
CEREBELAR
Oscilante com base alargada,
presença de dismetria. Ex:
lesões cerebelaras. 
PARKISONIANA
Passos curtos e redução da fase de
balanço. Pode haver festinação e
congelamento. 
ANSERINA
Fraqueza dos músculos do
quadril com instabilidade
pélvica. Ex: distrofia muscular
TABÉTICA
Base alargada, toque pesado
dos pés no solo, tendem a
olhar para o solo ao andar.
Ex: alterações sensoriais 
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Hipotonia
Hiporreflexia
Inicio da Neuroplasticidade
AVEAVE
O acidente vascular encefálico é
um acometimetimento abrupto,
agudo, que apresenta como
consequência a morte neuronal.
AVE ISQUÊMICO: Quando há
obstrução de um vaso e interrupção
do fluxo sanguíneo.
AVE HEMORRÁGICO: Quando há
extravasamento sanguíneo por
ruptura de vasos encefálicos.
SINTOMAS
Cefaléia
Náuseas
Dificuldade de movimentar
partes do corpo (face)
Dificuldades na fala 
Problemas de visão
FASE AGUDA FASE CRÔNICA
Hipertonia
Hiperreflexia
Mantém neuroplasticidade
PRINCIPAIS COMPLICAÇÕES
Subluxação do ombro:
Ombro doloroso:
Sindrome ombro-mão
Hipotonia do manguito na fase aguda / Fraqueza de rombóide e serrátil anterior / Sinal de
dragona.
Pinçamento de estruturas articulares / Perda do ritmo escápulo-umeral / Manuseio incorreto.
Extrema flexão ou extensão de punho com carga / Alteração perceptual do membro acometido /
bloqueio do retorno venoso / edema em dorso da mão / limitação de ADM / deformidade em
mão na fase final.
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LESÃO MEDULARLESÃO MEDULAR
CERVICAL TORÁCICA LOMBAR SACRAL
Quando memorizamos os dermátomos, conseguimos
correlacionar com o músculo inervado por uma
determinada raiz nervosa, uma vez que há a associação
anatômica entre inervação cutânea e muscular.
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PARALISIA FACIALPARALISIA FACIAL
PARALISIA FACIAL PERIFÉRICA
Lesão encefálica na origem do nervo facial
Acomete toda a hemiface ipsilateral à lesão
Fraqueza da metade superior e inferior da face
PARALISIA FACIAL CENTRAL
Lesão na continuação axonal da raiz nervosa
Caracterizada pela paralisia do quadrante
INFERIOR da face do lado contralateral à lesão
 CENTRAL PERIFÉRICA
Observe que na paralisia
central os músculos da
região superior da face são
preservados
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SÍNDROME DESÍNDROME DE
GUILLAIN-BARRÉGUILLAIN-BARRÉ
Polirradiculopatia
desmielinizante
inflamatória aguda.
Afecção causada pela perda da bainha
de mielina no SNP, sendo precedida por
uma infecção viral.
Afecção desmielinizante (raízes motoras e sensitivas)
Instalação aguda
Apresentação dos sintosmas de forma ascendente e
simétrica
Progressiva
Autoimune (erro genético + processo infeccioso há
dias) 
CARACTERÍSTICAS:
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LESÕES DE NERVOSLESÕES DE NERVOS
PERIFÉRICOSPERIFÉRICOS 
NEUROPRAXIA
GRAU 1
Preservação da estrutura
macroscópica no nervo, sem
degeneração Walleriana 
AXONOTMESE
GRAU 2
Perda parcial da continuidade axonal,
com presença de degeneração
Walleriana e perda de células de Schann,
porém com preservação das três
camadas de tecido conjuntivo
AXONOTMESE 
GRAU 3
Lesão do endoneuro, mas
ainda com epineuro
preservado
AXONOTMESE 
GRAU 4
Lesão do perineuro, mas ainda
com epineuro preservado
NEUROTMESE
Secção completa do nervo ,
incluindo epineuro NEUROTMESE
AXONOTMESE
NEUROPRAXIA
CLASSIFICAÇÃO DE SEDDON@FISIOAPROVADA
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DOENÇA DE PARKINSONDOENÇA DE PARKINSON
acúmulo da proteína chamada
alfa-sinucleína e inclusões
intraneurais de corpos de Lewy 
Que geram perdas seletivas de
neurônios dopaminérgicos na via
nigro-estriada
Doença neurodegenerativa do SNC
caracterizada pela perda seletiva de
neurônios dopaminérgicos da zona
compacta da substância negra
FISIOPATOLOGIA
- Tremores
- Lentidão dos movimentos
- Rigidez muscular
- Postura encurvada 
- Diminuição do equilíbrio.
- Diminuição do olfato
- Distúrbios do sono
- Doenças gastrointestinais
Presentes tanto no início quanto
na evolução da doença.
CONCEITO
SINTOMAS MOTORES:
Passos curtos e redução da
fase de balanço. Pode haver
festinação e congelamento. 
SINTOMAS NÃO MOTORES: MARCHA PARKISONIANA
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ELAELA
Esclerose Lateral Amiotrófica
É uma doença que afeta o sistema 
 nervoso de forma degenerativa e
progressiva que incapacita
gradativamente as funções motoras 
SINAIS E SINTOMAS DE NMS
Perda de agilidade
Perda de força muscular
Espasticidade
Hiperreflexia
Espasmos flexores
Sinal pseudobulbar
SINAIS E SINTOMAS DE NMI
Perda de força muscular
Atrofia muscular
Hiporreflexia
Fasciculações
Cãibras musculares 
FASE I: INICIAL
Redução de força muscular
Cãibras e espasmos
musculares 
Hipotrofia muscular 
Sintomas restritos a uma
região ou sintomas leves e
mais de uma região
FASE II: INTERMEDIÁRIA
Sintomas difundidos
Maior acometimento
muscular com paralisia
FASE III: AVANÇADO
Paralisia na maioria dos
musculos
Acometimento dos
músculos respiratórios 
FASE IV: TERMINAL
Insuficiência
respiratória 
Disfagia
Cuidados paliativos
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PNFPNF
FILOSOFIA
Abordagem positiva
Mobilização reserva
Pessoa como um todo 
Controle e aprendizado motor
Abordagem funcional
PRINCÍPIOS
1- RESISTÊNCIA
Auxilia contração muscular e
controle motor e aumenta a
força 
2- IRRADIAÇÃO E REFORÇO
Utiliza deflagração da
resposta ao estímulo 
3- ESTÍMULO TÁTIL
(CONTATO MANUAL)
Aumenta a força e guia o
movimento com o toque e pressão
4- MECÂNICA CORPORAL
Guia e controla o movimento por
meio do alinhamento do corpo,
braços e mãos do terapeuta.
5- ESTÍMULO AUDITIVO
(COMANDO VERBAL)
Utiliza palavras e tom de voz
apropriados para direcionar o
paciente
6- ESTÍMULO DA VISÃO
Usa a visão para guiar o movimento e
aumentar o desempenho
7- TRAÇÃO E APROXIMAÇÃO 
Alongamento ou compressão dos
membros e do tronco facilitam o
movimento e a estabilidade
8- ESTIRAMENTO
O uso do alongamento muscular e do
reflexo de estiramento facilita a
contração e diminui a fadiga
9- SINCRONISMO DO
MOVIMENTO
Promove o sincronismo e aumenta a
força da contração muscular por
meio da "sincronização para ênfase"
10- PADRÕES DE FACILITAÇÃO
Movimentos sinérgicos em massa
são componentes do movimento
funcional normal
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BOBATHBOBATH
É uma abordagem interdisciplinar
para avaliação e tratamento
individualizado de pessoas com
alterações funcionais, distúrbio
de movimento e controle postural.
1- INCLUSÃO E INDIVIDUALIDADEConceito Bobath aplicável a todos,
visa otimizar atividade e
participação (CIF). Relação entre
condição de saúde, fatores pessoais,
ambientais e contexto pessoal.
2- ANÁLISE DO MOVIMENTO
FUNCIONAL
Controle seletivo de
movimento para realização
de movimento coordenado
3- FACILITAÇÃO 
Adaptação da tarefa
para que o paciente
consiga realizá-la
4- PISTAS CRÍTICAS
Avaliação criteriosa para
obtenção de aspectos
significativos para o
tratamento
5- DIAGNÓSTICO DO MOVIMENTO
Avaliação dos parâmetros
motores, perceptuais e cognitivos
6- IDENTIFICAÇÃO DO POTENCIAL
Prognóstico funcional; identificação
das potencialidades e não apenas da
incapacidades
7- HIPÓTESE DE TRABALHO
Controle postural, desempenho
da tarefa, movimento seletivo e
sequencias de movimento
8- TRATAMENTO
Informações sensoriais para
otimizar o controle postural e
controle motor 
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ESPASTICIDADEESPASTICIDADE
É definida pelo aumento
do tônus associado ao
aumento dos reflexos
miotáticos.
COMBO
Hipertonia
Hiperreflexia 
Clônus
Presença de espasticidade
não significa que o
movimento voluntário está
voltando!
É caracterizada por uma lesão no 1º
neurônio motor e este neurônio serve
para inibir a atividade reflexa.
Sendo assim, se este neurônio está
lesionado os reflexos não serão
inibidos.
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