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ENDOCRINOLOGIA Msc. Paula Nassar De Marchi Email:paulanassardm@gmail.com @paulanassarvet Principais Endocrinopatias Diabetes Mellitus Hiperadrenocorticismo Hipoadrenocorticismo Hipotireoidismo Hipertireoidismo Hiperparatireoidismo Obesidade Dislipidemia Glândula extraparietal do duodeno Localizada na parte dorsal da cavidade abdominal Constituído por cabeça, corpo e cauda Pâncreas Órgão anfícrino Secreção de enzimas digestivas (função exócrina) Secreção de hormônios hipo e hiperglicemiantes(função endócrina) Composição Células A (26%): glucagon Células B (64%): insulina Células D (8%): somatostatina Células PP (0,3%): Polipeptídeo Pancreático (PP) Pâncreas Glucagon Hormônio catabólico Catabolismo de CHO, lipídeos e proteínas Antagoniza a ação da insulina Hiperglicemiante É secretado pelas células A quando há baixos de [glicose] sg Jejum prolongado Pâncreas Insulina Hormônio anabólico Absorção e aproveitamento da glicose Hipoglicemiante É secretada pelas céls B quando ocorre aumento na [glicose] sg Pâncreas Insulina Glucagon HOMEOSTASE GLICÊMICA Somatostatina Regula a secreção de fatores relacionados a ingestão de alimentos Aumenta a glicose sg Aumento os AA sg Aumenta os ác graxos sg Glucagon estimula SS Muita insulina inibe a SS Pâncreas Somatostatina Efeitos Inibe secreção do GH Inibe secreção de insulina e glucagon Age na manutenção da estabilidade entre insulina e glucagon Inibe a utilização de nutrientes disponíveis no sg Inibe motilidade gástrica, de duodeno e de VB Inibe a secreção e absorção intestinal Prolonga o tempo em que os nutrientes são assimilados no sg impede a rápida exaustão do nutriente (fica disponível + tempo) Pâncreas HORMÔNIOS HIPOGLICEMIANTES Insulina HORMÔNIOS HIPERGLICEMIANTES Glucagon Adrenalina GH Cortisol Pâncreas Diabetes Mellitus Canino Diabetes Mellitus Canino Ação da Insulina Hipoglicemiante Desenvolvimento e crescimento dos tecidos absorção e aproveitamento da glicose Síntese e armazenamento de Energia Diabetes Mellitus Canino Ausência ou Ineficácia da Insulina Lipólise Proteólise Cetogênese Utilização de novas fontes de energia (Gliconeogênese) Diabetes Mellitus Canino Etiologia DM tipo 1 Destruição imunomediada ou idiopática das células B pancreáticas Diminuição da secreção de insulina Semelhante a do cão Dm tipo 2 Resistência à insulina Semelhante a do gato Diabetes Mellitus Canino Etiologia Genética Imunomediada Medicamentosa GC Progesterona Secundária a pancreatite Secundária a sepse Falência total das células B Pancreáticas dependente de insulina Diabetes Mellitus Canino Fatores de Resistência Insulínica Obesidade; Diestro em fêmeas (progestágenos); Anticorpos anti-insulínicos; Hiperadrenocorticismo (glicocorticóides); Pancreatite crônica; Sepse Periodontite Corticóide DM X Obesidade Sem comprovação científica Magros > Sobrepeso > Obesos: Aumento da RI DM X Obesidade Obesos após perda de peso: Melhora da RI Sobrepeso X Obesos: Melhora da RI Anamnese: Cães diabéticos tem histórico de obesidade Diabetes Mellitus Canino Predisposição Fêmeas 7 a 9 anos Sinais Clínicos DM Perda de Peso Polifagia Poliúria Polidipsia Sinais Clínicos DM Catarata Cegueira de evolução rápida Sinais Clínicos DM Diagnóstico Anamnese (4 P’s) Exames Laboratoriais Hiperglicemia em jejum >200mg/dL Glicosúria Limiar de reabsorção tubular renal até 180mg/dL cães Frutosamina Cães: + para controle do tratamento Qual a importância da urinálise? Fita de Urina Keto Diabur Avalia glicosúria e cetonúria Diagnóstico Falsas alterações nas dosagens de glicemias Anemia: “superestima” glicemia no glicosímetro portátil Lipemia: “subestima” glicemia laboratorial Glicemia Laboratorial X Glicosímetro Portátil Soro Floreto de sódio Sangue Total: (-)10mg/dL/h Aspectos Laboratoriais Avaliação geral Detectar afecções Primárias HAC Pancreatite Detectar afecções concomitantes ITU Pancreatite Piometra Peritonite Aspectos Laboratoriais DM Hiper glic Sepse Aspectos Laboratoriais Função Renal Função Hepática ALT, FA, GGT e albumina Triglicérides Colesterol Exame de Urina Exame de Urina Evitar sondagem uretral Cistocentese Tratamento Insulinoterapia NPH Recombinante humana Ação Intermediária Pico de ação: 6 horas Dose: 0,25 UI/kg BID Dose> 3UI/kg/dia RI U-100 Tratamento Insulinoterapia Mistura 70:30 70% NPH 30% regular (ação rápida) age nas primeiras 4h período pós prandial Rações coadjuvantes p/ DM não gera pico glicêmico pós prandial preferir NPH Insulinoterapia Caninsulin Origem suína Ação intermediária Insulina U-40 + diluída 2,5 X + diluída que NPH Utilizar seringa da Caninsulin 1:1 Ou Utilizar seringa humana Multiplicar dose por 2,5 Dose: 0,25 a 0,5UI/kg BID Indicação: cães pequenos Tratamento Tratamento Cuidados na Insulinoterapia Seringa BD 30 ou 5oUI Contra-indicado reutilizar 1 risco = 1 unidade Refrigerado até 30 dias Local da geladeira Homogeneização delicada Constância nos horários Tratamento Dieta Rica em fibra estabilidade glicêmica Carboidrato complexo “liberação” lenta Constância na quantidade Tratamento Atividade Física Melhor controle glicêmico Reduz RI Constância nos horários Tratamento OSH em fêmeas Diestro em cadelas diabéticas “piometra” cadela saudável Estabilizar quadro geral Indicar OSH o quanto antes Após OSH Demora p/ melhora da RI Monitoração do Tratamento Metas no tratamento Glicemias: entre 150 e 250mg/dL Horário de Pico da Insulina: 150mg/dL Horário para mensuração: Momento da aplicação de manhã 6 horas após aplicação Momento da aplicação à noite Curvas glicêmicas Detectar o nadir naquele animal Aumentar dose de 1 em 1 UI Monitoração do Tratamento Frutosamina 500µmol/L controle glicêmico ruim Caso Clínico Murilo, can, cocker sp ingl macho, 11 anos Ano 2009 Histórico de PU/PD pós esplenectomia HP nódulo esplênico: Hiperplasia nodular senil Exames sem alteração Melhora da PU/PD após instituição de Ração Renal Caso Clínico Ano 2010 Sem sinais clínicos Exames sem alterações Animal alerta “Comilão” “Bom” peso corporal Sem PU/PD Caso Clínico 1 ano depois nos exames controle... Ausência de sinais clínicos Glicosúria ++++ Ausência de hiperglicemia Glicemias: 120mg/dL 90mg/dL 135mg/dL Caso Clínico 3 meses depois: Prostração Anorexia, êmese Desidratação Persistência da glicosúria e valores de glicemia Leucocitose Demais exames: normais Ureia e Creatinina: normal Ultrassom Abdominal normal Caso Clínico Exame de Urina: Glicose+++ CC: negativos Ausência de diagnóstico Emagrecimento, mais desidratação, depressão estado mental Dosagem de Beta hidroxibutirato Hemogasometria HAC RI/Pré-DM Pancreatite/CAD Caso Clínico Glicemia em jejum: 400mg/dL Exame de Urina: Diabetes Mellitus Felino Carnívoro restrito Necessidade proteica 2 a 3x MAIOR que o cão + receptores de sabor para AA Secreção de insulina Estimulada principalmente pelos AA DM Felino Particularidades dos Felinos Etiologia Semelhante ao tipo 1 Deficiência absoluta de insulina destruição das células B Semelhante ao tipo 2 80% dos casos em felinos Deficiência relativa de insulina Resistência Insulínica Amiloidose Glicotoxicidade Diabetes Mellitus Felino Amiloidose Agregação e deposição de amilina nas ilhotas de Langherhans Amilina Polipeptídeo produzido e secretado pelas células B, juntamente com a insulina RI Hiperinsulinemia + hipersecreção de amilina AMILOIDOSE Amiloidose Tóxica para células B pancreáticas DM Diabetes Mellitus Felino Glicotoxicidade RI Hiperinsulinemia + Amiloidose Hiperlgicemia ou glicemia no limite superior Glicotoxicidade às células B Pancreáticas “Paralisia” e apoptose células B DM Diabetes Mellitus Felino Etiologia Amiloidose Ilhotas de Langherhans Glicotoxicidade Obesidade Imunomediada Genética HAC Hipertireoidismo Acromegalia Hipertireoidismo Corticoides e Progestágenos Diabetes Mellitus Felino Predisposição Machos castrados Idade média 7 a 9 anos Sem predisposição racial Austrália raças birmanesas Siamês Diabetes Mellitus Felino Fatores de Resistência Insulínica Hipertireoidismo Acromegalia Obesidade Anticorpos anti-insulínicos Hiperadrenocorticismo (glicocorticóides) Pancreatite Sepse Periodontite Diabetes Mellitus Felino Devo indicar a OSH na gata diabética assim como na cadela diabética? Ciclo Repodutivo da Gata Não há diestro não há elevação dos níveis de P4 Diabetes Mellitus Felino PU PD Polifagia Perda de peso Letargia Alterações na pelagem – pêlo baço Fraqueza de MP’s Postura Plantígrada ou Palmígrada Sinais Clínicos DM Felino Sinais Clínicos na DM Neuropatia Periférica Diabética Fonte: Arquivo Pessoal Prof. Dr. Luiz Henrique de Araújo Machado Diagnóstico DM Felino Anamnese (4 P’s) Exames Laboratoriais Hiperglicemia em jejum Glicosúria Limiar de reabsorção tubular renal até 290mg/dL gatos Frutosamina em gatos Gatos: hiperglicemia por estresse (até 300mg/dL) Diagnóstico DM Felino Frutosamina GLICOSE + ALBUMINA Auxilia o diagnóstico em gatos Avalia glicemia das últimas 2 semanas Diagnóstico DM Felino Frutosamina Diagnóstico DM Felino Frutosamina GLICOSE + ALBUMINA Gatos Hipertireoideos Gatos caquéticos Hipoproteinemia Perda de massa magra Avaliação Geral FR FH Triglicérides e colesterol Urinálise e urocultura e antibiograma US abdominal Lipase pancreática específica Eletrólitos K+ Aspectos Laboratoriais DM Felino Insulinoterapia Ação Longa (basal): Levemir (Detemir®) Análogo da insulina recombinante humana Reajustar dose de 0,5 em 0,5UI Dose 1 a 3UI/gato SID ou BID Em cão é contra-indicada potência Tratamento DM Felino Insulinoterapia Ação Longa (basal): Glargina (Lantus®) Análogo da insulina recombinante humana Dose 0,25 a 0,5 UI/kg ou 1 a 3UI/gato SID ou BID Evitar NPH e Caninsulin Tratamento DM Felino Manejo Respeitar horários Aplicar insulina a cada 12 horas após refeições Deixar sobras das refeições à vontade Cuidados com Seringa (30 ou 50UI) Homogeneização da insulina Conservação da Insulina Tratamento DM Felino Hipoglicemiantes: DEVO UTILIZAR ? SULFONILURÉIAS Glipizid - Minidiab® Estimula a produção de insulina Para que funcione: necessidade que haja céls B funcionais Dose: 1,5 a 5mg/gato BID Desvantagem: Efeitos colaterais êmese e hepatotoxicidade Aumento da secreção de amilina Exaustão das céls B pancreáticas Tratamento DM Felino Dieta Ideal: teor reduzido de Carboidrato Rações Secas: W/d Hills Diabetic Royal Canin Farmina Diabetic Tratamento DM Felino Dieta Ideal: úmida Baixo teor de CHO Maior teor proteico e hídrico Tratamento DM Felino Remissão Clínica É a resolução do quadro clínico de DM Ocorre em até 4 meses após diagnóstico Depende dos danos às céls B pancreáticas Danos Irreversíveis: amiloidose Danos Reversíveis: glicotoxicidade Diabetes Mellitus Felino Remissão Clínica Glicemia 150mg/dL aumentar dose Monitoração do Tratamento DM Felino Curva Glicêmica Tempo de duração da insulina Dura de 12 a 14h Insulina BID Dura de 14h a 16h Insulina BID, dose noturna menor Dura + de 16h Insulina SID Definir o nadir da insulina Lantus: geralmente de 8h a 10h Monitoração do Tratamento DM O reajuste da dose de insulina deve ser semanal Mal Controle Glicêmico Pesquisar causas de RI Estresse Subdose de insulina Efeito Somogyi Monitoração do Tratamento DM Efeito Somogyi Cão e Gato Hipoglicemia (Glicemiade Hipoglicemia Super dose de insulina Anorexia/Hiporexia Êmese Erros de administração Erros de homogeneização Hipoglicemia Diabetes Mellitus Manejo da Hipoglicemia Atentar-se à Fraqueza Sonolência “Gliinstam” Mel/Leite condensado Serviço de Emergência Hipoglicemia Diabetes Mellitus Posso indicar a caneta de insulina? Diabetes Mellitus INSULINOTERAPIA Uso da caneta? Checar a indicação de cada marca, quanto a refrigeração da insulina Acoplar a agulha específica, descartar 2UI e aplicar Após aplicação, manter 10 segundos a agulha no paciente Glicosímetros Diabetes Mellitus Glicosímetros Diabetes Mellitus Diabetes Mellitus Glicosímetros Diabetes Mellitus Diabetes Mellitus Diabetes Mellitus Diabetes Mellitus Diabetes Mellitus Prognóstico Depende: Possíveis doenças concorrentes Grau de comprometimento do proprietário Resposta ao tto Sobrevida de mais de 5 anos após o diagnóstico Diabetes Mellitus Cetoacidose Diabética (CAD) CAD CAD Distúrbio metabólico grave Deficiência absoluta ou relativa de insulina (NELSON, 2010) CAD SINAIS CLÍNICOS (NELSON, 2010) PU/PD Perda de peso Desidratação Letargia Anorexia Êmese Fraqueza Taquipnéia CAD Hiperglicemia Persistente Inanição Celular Lipólise Cetogênese CC:fonte de energia (STOJANOVIC e IHLE, 2011; KOENIG, 2013) CAD MÉTODOS DIAGNÓSTICOS Diagnóstico Laboratorial Hiperglicemia Cetonemia Cetonúria Acidose Metabólica (STOJANOVIC e IHLE, 2011) Arquivo Pessoal Prof. Dr. Luiz Henrique de Araújo Machado CAD MÉTODOS DIAGNÓSTICOS Corpos Cetônicos Acetona Acetoacetato βHidroxibutirato CAD MÉTODOS DIAGNÓSTICOS Detecção da Cetonúria “Fita de urina” detecção do acetoacetato Acetona – se a glicina for adicionada à reação (ZEUGSWETTER e PAGITZ, 2009; AROCH et al., 2012) MÉTODOS “FITA DE URINA” NO PLASMA Detecção do acetoacetato no plasma Mais sensível que detecção de cetonúria (100% sensibilidade em felinos) 50% dos pacientes positivos para acetatoacetato plasmático foram negativos para cetonúria (ZEUGSWETTER e PAGITZ, 2009) MÉTODOS “FITA DE URINA” NO PLASMA CAD BETA HIDROXIBUTIRATO β hidroxibutirato Mais sensível e estável Não sofre interferência Aumenta mais e mais rápido Monitoração do tratamento da CAD (WEINGART et al., 2012) CAD BETA HIDROXIBUTIRATO Melhor método para monitoração da eficácia do tratamento! β hidroxibutirato Acetoacetato Tec Periféricos (consumo) Acetoacetato β hidroxibutirato Insulina Fase de Resolução (STOJANOVIC e IHLE, 2011) CAD BETA HIDROXIBUTIRATO Dosagem de ác. β hidroxibutirato: DM CAD Lipidose hepática Balanço energético negativo Marcador sensível Marcador não específico (Aroch et al., 2012) CAD MANEJO TERAPÊUTICO Reposição Volêmica e Eletrolítica Ácido- base Cetogênese Doença de base (KOENIG, 2013; RAND, 2013) CAD MANEJO TERAPÊUTICO 1. Reposição Eletrolítica Concomitante à fluidoterapia Insulinoterapia K, P, Mg CAD MANEJO TERAPÊUTICO Potássio 40 mEq/L KCL (se normocalêmico) Monitoração 3x/dia nas 1as 24 a 48h Causas para Hipocalemia Êmese Diarreia Diurese Osmótica Posteriormente, Insulinoterapia (RAND, 2013; KOENIG, 2013) CAD MANEJO TERAPÊUTICO Mas o Potássio do meu paciente está normal, devo repor mesmo assim? SIM!! ACIDOSE: Translocação do K+ do meio intra p/extracelular FALSA NORMALIZAÇÃO DO K+ Reposição de potássio SEMPRE que for realizado insulinoterapia IV ou infusão de glicose CAD MANEJO TERAPÊUTICO Se há acidose, devo então aplicar Bicarbonato (HCO3)? Bicarbonato Indicado apenas p/ pH 250mg/dL COM INSULINA - 10ml/h NaCl 0,9% 200-250mg/dL COM INSULINA - 7ml/h NaCl 0,9% + Glic 2,5% 150-200mg/dL COM INSULINA - 5ml/h NaCl 0,9% + Glic 2,5% 100-150mg/dL COM INSULINA - 5ml/h NaCl 0,9% + Glic 5% 100 UI 1 mL Agora, 10 UI em 1 mL: 1 mL 10 UI X mL 3 UI X= 0,3mL INSULINOTERAPIA Acabo de receber um paciente em CAD, porém não tenho bomba de infusão...E AGORA!?!?!? CAD INSULINOTERAPIA Técnica IM – Insulina Regular Dose inicial 0,2UI/KG IM Depois 0,1UI/kg/h IM Medir glicemia a cada hora – redução lenta CAD INSULINOTERAPIA Técnica IM – Insulina Regular Após antingir [250mg/dL]: adm regular IM a cd 4-6 horas 0,1 a 0,2UI/kg adm regular SC a cd 6-8h 0,1-0,2UI/kg (se hidratação ok) Manter glicemia entre 150 e 300mg/dL Infusão de glicose2,5% a 5% Intuito: manter aplicação de insulina CAD TERAPIA Objetivos: Reduzir glicemia 36-75mg/dL/h Glicemia: 180-250mg/dL Infusão contínua glicose a 2,5% Manter adm insulina (cessar cc sanguíneos) Glic >250mg/dL nas 1as 4-6h: previne edema cerebral Glicemias a cada 1-2h e dosagem eletrólitos 3x/dia Tempo de correção hiperglicemia X Cetose CAD MONITORAÇÃO DA TERAPIA Avaliação da glicosúria e cetonúria CAD em resolução: cetonúria SUCESSO (CONALLY, 2002; RAND, 2013) Restabelecimento de Apetite e normalização de CC urinários e sanguíneos: Alta médica Manter insulina refrigerada Depois de aberta, descartar em até 30 dias Homogeneizar delicadamente antes do uso Caso esqueça fora da geladeira descartar! Cuidados com o manejo da insulina Soluções de IC de insulina descartar em 24 horas No caso de super-dose: Monitoração intensiva Avaliar suspender insulina (tempo indeterminado) Avaliar manter em infusão contínua glicose Avaliar uso de corticoide Cuidados com o manejo da insulina Controle Glicêmico do diabético internado sem CAD Hiperglicemia Dificulta cicatrização Dificulta controle de quadro séptico Sepse Hiperglicemia Sepse Hiperglicemia CAD Importância da dieta, rotina e exercícios físicos Estresse cortisol Meta: manter glicemia entre 150 e 250mg/dL Dieta Manter constância na dieta do paciente Manter preferencialmente a rotina do paciente Manter horários e quantia de alimentação Anamnese Confirmar dose aplicada e horários Confirmar quantia de alimentos e horários Mesmo com apetite seletivo, evitar alimentos gordurosos e de alto índice glicêmico Controle Glicêmico do diabético internado sem CAD Hipoglicemia Manejo Hospitalar Bolus de 0,5 a 1 ml/kg de glicose a 50% IV – diluída Necrose de SC Manter em infusão contínua de glicose a 2,5 a 5%, dependendo da taxa de infusão e gravidade do quadro Hipoglicemia Manejo Hospitalar Identificação da causa de base Sepse Insulinoma Hipoadrenocorticismo Hepatopatia Super dose de insulina Manejo incorreto do diabético Hipoglicemia Manejo Hospitalar Dependendo do diagnóstico e gravidade Avaliar uso de Corticóide Dexametasona 0,1mg/kg IV ou SC Glucagon 5ng/kg/min Dose maxima: 20ng/kg/min Hipoglicemia Manejo Hospitalar Casos de overdose de insulina Suspender insulina até obter: Hiperglicemia Glicosúria Reajustar dose e tipo de insulina Hipoglicemia Manejo Hospitalar Avaliar dieta na Hipoglicemia Insulinoma utilizar alimentos de baixo índice glicêmico e CHO complexos Evitar altas taxas de glicose estimula o tumor a produzir mais insulina Preferir Glicose a 2,5% em baixas taxas Hipoglicemia Manejo Hospitalar Proteção contra neuroglicopenia manter glicemia entre 70 a 120mg/dL Convulsões após estabilização da glicemia hipóxia cerebral edema cerebral lesão neurológica irreversível Cuidado em animais sedados ou anestesiados! Mascara hipoglicemia OBRIGADA! Email:paulanassardm@gmail.com @paulanassarvet