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Aluna: Paula Michelle Barbosa Lins
Matricula: 1282023413 
Curso: Farmácia 9° Período Matutino
Matéria: Gestão de Serviços Farmacêuticos
Professora: Gabriella Mendes Duarte
DIABETES
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DIABETES MELLITUS
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DIABETES MELLITUS
É uma síndrome caracterizada por
hiperglicemia devido à falta absoluta ou
relativa de insulina e/ou resistência à insulina.
SECREÇÃO
AÇÃO INSULINA
GLICEMIA
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Alta taxa de morbidade e mortalidade,
importantes custos sociais e econômicos
associados;
Um aumento rápido e contínuo no número
de pessoas afetadas por esta doença;
Envelhecimento da população com
excesso de peso;
Estilo de vida sedentário; 
Mudanças nos hábitos alimentares.
DIABETES MELLITUS
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Epidemiologia 
No mundo:
-Atualmente → 415 milhões de diabéticos
-Em 2040 → 642 milhões de diabéticos
No Brasil:
-Atualmente → 14 milhões de diabéticos, dos
quais metade desconhece o diagnóstico
-500 novos casos são reportados a cada dia
Em 2040 → 23 milhões de diabéticos 
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A alteração no metabolismo de todos os nutrientes tem como
efeito principal impedir a adequada absorção 
e uso da glicose pela maioria das células corporais.
DIABETES MELLITUS
Etiologia
Síndrome que afeta o
metabolismo de carboidratos,
lipídios e proteínas devido a
mudanças na ação da insulina.
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URINA FREQUENTE PERDA DE PESO FALTA DE ENERGIA SEDE EM EXCESSO
AUMENTO DO APETITE INFECÇÕES CANÇASO E SONO EXCESSIVO VISÃO EMBASSADA
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DIABETES
TIPO 1 E 2
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Começa na infância, 
mas pode acontecer em
qualquer etapa da vida;
Elevação da glicemia;
Aumento na utilização de
gorduras e falta de proteínas.
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Pico durante a infância ou adolescência (antes dos
20 anos);
10% das situações de diabetes;
Normalmente, os pacientes têm um IMC normal;
A manifestação da DM1 é bastante rápida (acontece 
quando 80-90% das células β foram destruídas);
Insuficiência na produção de insulina 
→ maior propensão à ocorrência de cetoacidose, que
geralmente é o primeiro sinal da doença.
TIPO 1
Forma autoimune (tipo 1A) 
-Destruição das células beta do pâncreas por processo autoimune;
-Mais comum;
-Presença de autoanticorpos circulantes (antidescarboxilase do ácido
glutâmico, anticélulas das ilhotas, anti-insulina, antitirosina
fosfatase, antitransportador de zinco);
-Presença de insulite (inflamação das ilhotas do pâncreas).
Forma idiopática (tipo 1B)
-Destruição das células beta do pâncreas de causa desconhecida;
-Menos comum;
-Ausência de autoanticorpos circulantes;
-Ausência de insulite.
Tipo 1
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LADA → classificação do DM1
O processo de destruição das células β é mais lento
Indivíduo > 35 anos
Não apresentam resistência à insulina
Baixos níveis de peptídeo C → deficiência na secreção de
insulina
Presença de autoanticorpos
O paciente geralmente é tratado com hipoglicemiantes
orais
A necessidade de insulina só ocorre entre 5 e 10 anos após
o diagnóstico 12
Diabetes Latente 
Autoimune no Adulto
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Tratamento: hipoglicemiante oral e /ou insulinoterapia
Diminuição da sensibilidade dos tecidos visados;
80 a 90% das situações acontece depois dos 40 anos de
idade;
O desenvolvimento ocorre de forma progressiva
(obesidade, resistência à insulina e síndrome metabólica);
Resistência periférica à insulina, associada a uma
disfunção relativa das células β pancreáticas;
Elevação ou normalidade na concentração de insulina e
peptídeo C;
Sem tendência à cetoacidose;
Maior ligação genética, porém multifatorial
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Tipo 2
Principais fatores de risco:
-Obesidade;
-Sedentarismo;
-História familiar de diabetes;
-Idade acima de 45 anos;
-Etnia: hispânica, asiática, africana ou americano nativo;
-História de diabetes gestacional;
-Hipertensão arterial;
-Dislipidemia .
Tipo 2
15
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Complicações Crônica
Resultam de um estado hiperglicêmico crônico e se
caracterizam por alterações vasculares e neuropáticas 
Alterações vasculares: 
Macroangiopatia diabética
Microangiopatia diabética 
Glicação não enzimática irreversível
das proteínas
Formação dos produtos finais de
glicosilação avançada (AGEs-advanced
glycation end products)
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COMPLICAÇÕES DO DIABETES
MELLITUS
Hiperglicemia
Cetoacidose e coma hiperosmolar
Síndrome vascular e neuropática
Distúrbio metabólico
Úlcera
nas pernas
Infarto do
miocárdio
Impotência
Nefropatia
Derrame
cerebral
Amputação de membros
Cegueira
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Avaliação Laboratorial do Diabetes Mellitus
19
Avaliação
Laboratorial
do Diabetes
Mellitus
Diagnóstico
Classificação
Prognóstico
Monitoração
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Critérios Diagnósticos para o
Diabetes Mellitus
Critérios para diagnóstico
Glicemia de jejum ≥ 126 mg/dL
Glicemia 2 horas após carga oral de 75g de glicose ≥ 200
mg/dL durante teste oral de tolerância à glicose
Níveis de hemoglobina glicada (HbA1c) ≥ 6,5%
Glicemia casual ou aleatória ≥ 200 mg/dL, na presença de
sinais e sintomas do DM (poliúria, polidipsia, polifagia e
perda de peso inexplicado)
Na ausência de hiperglicemia inequívoca, o resultado
deve ser confirmado em outra ocasião. 
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Teste de triagem recomendado: rápido,
execução fácil, mais conveniente e
aceitável para os pacientes e de menor
custo;
Critérios da ADA (American Diabetes
Association):
Sinais e sintomas de DM e glicose
plasmática casual ≥ 200 mg//dL;
Glicose plasmática em jejum ≥ 126 mg//dL.
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Glicose Plasmática em Jejum
Glicemia Pós-Prandial
Determinação da glicemia em jejum e 2
horas após a refeição;
Monitoramento do controle do diabetes;
Acompanhamento do diabetes
gestacional;
Avaliação do risco de doença
cardiovascular.
Controle do diabetes mellitus – ADA
Glicemia pós-prandial
-Adultos insulina (níveis
plasmáticos 5 vezes maiores) 
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Pesquisa de Autoanticorpos 
Pesquisa de autoimunidade em pacientes com diagnóstico
estabelecido de diabetes mellitus → diagnóstico do DM1A
-Anti-GAD (antidescarboxilasedo ácido glutâmico)
-Anti-IAA (anti-insulina) → devem ser dosados antes do início
da terapia com insulina
-Anti-ICA (anticélula das ilhotas)
-Anti-IA2 (antitirosina fosfatase)
-Anti-Znt8 (antitransportador de zinco)
Determinação laboratorial - ELISA
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Pesquisa de Autoanticorpos 
Frequência dos autoanticorpos do DM1A no
momento do diagnóstico 
32
Pesquisa de Autoanticorpos 
Estágios do DM1A
Os autoanticorpos
geralmente precedem
a hiperglicemia por
meses a anos, durante
estágio pré-diabético
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Glicosúria
É a presença de glicose na urina. Em geral, o organismo excreta glicose
na urina apenas quando ela existe em excesso no sangue. A glicosúria
decorre mais comunente do DM. 
Outras condições que podem determinar glicosúria: dietas ricas em
glicose antes da coleta, uso de glicose parenteral,glicosúria renal, DM
insipidus nefrogênico, pancreatite aguda, hipertireoidismo e síndrome
de Cushing.
A glicose só é detectada na urina quando os níveis de glicemia atingem
180 a 200 mg/dL ou mais.
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Corpos Cetônicos
Amostra
-Soro e urina
Dosagem laboratorial
-Acetoacetato ou acetona + nitroprussiato → complexo
LILÁS
-Testes 10 vezes mais sensíveis ao acetoacetato do que à
acetona e não reagem com o β-hidroxibutirato
Valores de referência 
-Positivo para >5 mg/dL na urina ou > 10 mg/dL no
sangue
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Albuminúria 
Diabetes mellitus → uma das principais causas de doença renal crônica
Albumunúria 
-Marcador precoce de lesão do parênquima renal
 
Importante fator de risco
-Progressão da doença renal
-Doença renal crônica terminal
-Doença cardiovascular
Realização da dosagem anualmente nos pacientes com DM juntamente com
avaliação da TFG
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Albuminúria 
A albuminúria é um estado no qual a albumina,
uma proteína presente no sangue, é detectada na
urina em níveis superiores ao normal. Trata-se de
um forte sinal de problemas renais, já que sugere
que os rins não estão realizando a filtragem
adequada do sangue. 
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Albuminúria 
Albuminúria moderadamente
aumentada
Estágio de lesão renal
potencialmente reversível
Tratamento pode evitar a progressão da doença renal e
reduzir o risco de desenvolvimento de doença
cardiovascular 
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Albuminúria 
Albuminúria aumentada deve ser confirmada em duas de três amostras
coletadas em um intervalo de 3 a 6 meses, devido a variabilidade diária
da excreção urinária de albumina
Condições que alteram a excreção urinária de albumina
-Menstruação
-Febre
-Exercício físico rigoroso 24 horas antes da coleta
-Mau controle glicêmico
-Hipertensão não controlada
-Insuficiência cardíaca descompensada
-Presença de infecção do trato urinário
-Gestação
-Após cirurgia
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Albuminúria 
Determinação laboratorial 
Semiquantitativo
-Tira reagente de urina
Quantitativo
-Imunoturbidimetria
-Imunonefelometria
-Radioimunoensaio
-Imunofluorimetria
-Ensaio imunoenzimático (ELISA)
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Materiais complementares
https://www.diabetes.org.br/publico/ultimas/655-
criterios-para-o-diagnostico-do-diabetes-e-do-pre-
diabetes
https://www.bd.com/pt-br/our-products/diabetes-
care/diabetes-learning-center/diabetes-
education/diagnosis
https://www.scielo.br/pdf/abem/v46n1/a04v46n1.p
df
http://rmmg.org/artigo/detalhes/1490
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https://www.diabetes.org.br/publico/ultimas/655-criterios-para-o-diagnostico-do-diabetes-e-do-pre-diabetes
https://www.diabetes.org.br/publico/ultimas/655-criterios-para-o-diagnostico-do-diabetes-e-do-pre-diabetes
https://www.diabetes.org.br/publico/ultimas/655-criterios-para-o-diagnostico-do-diabetes-e-do-pre-diabetes
https://www.bd.com/pt-br/our-products/diabetes-care/diabetes-learning-center/diabetes-education/diagnosis
https://www.bd.com/pt-br/our-products/diabetes-care/diabetes-learning-center/diabetes-education/diagnosis
https://www.bd.com/pt-br/our-products/diabetes-care/diabetes-learning-center/diabetes-education/diagnosis
https://www.scielo.br/pdf/abem/v46n1/a04v46n1.pdf
https://www.scielo.br/pdf/abem/v46n1/a04v46n1.pdf
http://rmmg.org/artigo/detalhes/1490

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