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08/05/2025 EFEITOS DA RESPONSABILIDADE CRIMINAL NA ESFERA CÍVEL Sentença penal condenatória Art. 91, I, CP; Art. 63 e 387, IV, CPP Torna certa a obrigação de indenizar no cível e é titulo executivo judicial. “Mínimo reparatório” (Art. 515, VI, CPC; Art.64 CPP) · Não pode a pessoa receber duas indenizações, no cível e penal. · Sempre há uma possibilidade de ser realizado outro depoimento, dependendo de como é pedido e de como as partes traze, e principalmente dependendo do ponto de vista do juiz. Legitimidade ativa no cível (MP, Art.68 CPP). Sentença penal absolutória (i) Fundada em prova da inexistência material do fato ou da autoria – Art. 66 CPP. · Uma hipótese apenas. Não quer dizer que se teve uma absolvição na esfera penal, não impede que na cível será também. Ainda que a pessoa tenha uma excludente da ilicitude na esfera penal, pode haver ainda sim a indenização na esfera cível. EX. A pessoa ao se defender arremessa a pedra em uma pessoa, mas acerta outra. · Penal trabalha com sanções mais restritivas de liberdade, essa estrutura que serve a uma função punitiva. · Civil já preocupa com reparar danos mais voltados a esfera particular do sujeito, não há tanto rigor, não há o principio da legalidade necessariamente, pois não se fala de crime nem conduta típica e sim condutas no geral. Mais amplo que no penal. AÇÃO EX DELICTO Aquelas ações que ensejam em reparação de dano devido a pratica de um crime. Art. 975, CPC O direito à rescisão quando há nova prova que pode ter chance de alterar a realidade de um processo que já foi julgado. Reparação do dano impacta na relação penal? · Em alguns casos sim, há uma repercussão positiva na esfera penal: · Causa de diminuição de pena · Atenuante · Influencia na suspensão condicional da pena... Das excludentes de ilicitude Art. 929 Se a pessoa lesada, ou o dano da coisa, no caso do inciso II do art. 188, não forem culpados do perigo, assistir-lhes-á direito à indenização do prejuízo que sofrem. · Ex. O cara praticamente se joga em cima do carro, o motorista tenta desviar e acaba atingindo seu cachorro. Encaixa · No civil se tem a pratica do dano mesmo diante a excludente de ilicitude, · Conceito de ilicitude é mais restrito Responsabilidade penal e civil dos inimputáveis No civil, não afasta a responsabilidade, o ato ilícito realizado por inimputáveis, os pais do menor que respondem, mesmo não tendo praticado, devem reparar. Caso em segundo plano, os responsáveis não possam reparar, o menor que terá que reparar. INIMPUTABILIDADE NÃO AFASTA A RESPONSABILIDADE CIVIL. · Os pais respondem objetivamente. Caso não tenha patrimônio, não há bens penhoráveis, mas meu filho pode ter no nome dele Condenado a pagar por conta de ter patrimônio passível para ressarcir o dano. · Deve reparar o dano para a vítima, não se trata da punição e sim da reparação do dano. No penal, não responsabiliza os pais, nem ao menor. Pode haver antijuridicidade sem dano: Mãe empresta a chave do carro para o filho que não tem carteira e é menor, mas não acontece nada ele sai e volta tranquilamente. Foi antijurídico, mas não houve dano. A partir do momento que causa dano a alguém que deve haver a reparação. · Art. 116, ECA- Ato infracional. Pratica de uma conduta tipificada como crime ou contravenção praticado por um inimputável. Não há prisão e sim uma medida socioeducativa na vara da infância e da juventude e reparação do dano. Cai no 116 conjugado com o Art. OCORRE O ATO INFRACIONAL: · Responsabilidade primaria: responsável; responsabilidade secundaria: no inimputável. (Menor de 12 anos) Responsabilidade penal da pessoal jurídica Antijuridicidade - Ilicitude DISSOCIAÇÃO entre a antijuridicidade – ilicitude – culpa – imputabilidade – responsabilidade 15/05/2025 EVOLUÇÃO DA RESPONSABILIDADE CIVIL · Vingança coletiva acaba sendo substituído pela vingança privada (Lei de Talião) Senso de justiça de proporcionalidade. Composição que possibilita a troca: No lugar de usar essa lei de Talião, haver uma negociação, uma troca ou a escolha da pena (caso seja grave a conduta e não haja negociação). Direito Romano Lei XII Tábuas, trazendo composições legais, intervenção do Estado em casos específicos. Século II a.C. LEX AQILIA: Que vem com uma noção de culpa, reparação pecuniária dano. Uma ideia de justiça, que se reinventa. · Culpa subjetiva, mais psicológica, suas condições de evitar o dano um julgamento mais moral, mais perigoso. · Ideia de reparação pecuniária do dano: substituir uma ação, uma prisão, uma morte... Por um valor em pecúnia. Um avanço muito melhor, mas hoje já acaba não sendo exclusivamente a única opção. Idade Média Traz noções de dolo e de culpa STRICTO SENSU. · “direito canônico” · Vem com a distinção entre responsabilidade civil e penal. Direito Moderno Ideia de passado (Inicio do sec. 19) · Domat e Pothier Código de Napoleão (1804): que traz uma segurança jurídica, com ideia de proteção a propriedade, família e os contratos. Para que não houvesse interferências abusivas do estado mais. Ideia de culpa denominador comum (pessoa vai responder pela culpa somente). Responsabilidade subjetiva influencia sobre as grandes codificações. Sec. 19 Formulação da responsabilidade civil objetiva (fim do sec. XIX e sec. XX) Começa a ter uma percepção das consequências do avançar da revolução industrial, novas tecnologias... · Maquinismo, revolução industrial, progresso cientifico e explosão demográfica “prova diabólica” da culpa. · Não tinha como provar a culpa de alguém devido a esses acidentes (=(culpa do destino, culpavam até Deus) e por isso começa a repensar o novo modelo de responsabilidade. Revoluções sociais e solidarismo Buscam por direitos (principalmente do trabalho) · Visão do acidente não mais como fato do destino. Acidente começa a ser tratado como algo que merece uma solução jurídica Culpa leve, culpa negativa, abuso do direito, presunções de culpa (invertendo o ônus da culpa) juris tantum e jure et de jure (presunção absoluta, que não admite prova em contrario “resp. objetiva” que na época não se falava) responsabilidade independente da culpa. Artifícios para dar uma aliviada, encaixar em algum lugar de culpa, para substituir nas vezes onde o empreendedor, por exemplo, não tinha tanta culpa assim (acidentes nas empresas). TEORIA DO RISCO: Formulada por diversos juristas, mas Saleilles e Josserand que tiveram uma maior contribuição e destaque. Lei francesa de acidentes do trabalho (1898) passa a ter uma norma responsabilizando mesmo não havendo culpa, só de expor terceiros a culpa. (no caso, patrão e funcionário) acidentes do trabalho. POSSIBILIDADE DE SE TER RESPONSABILIDADE OBJETIVA. Teoria do risco criado Expõe terceiro a risco Criticas dos irmãos Mazeaud a teoria do risco. – Responsabilidade Civil (Caio Mario) · Uma critica a responsabilidade objetiva · Mas essas criticas foram sendo esvaziadas pouco a pouco. Teorias do risco situações excepcionais · Teoria do risco profissional · Teoria do risco excepcional · Teoria do risco proveito, · Teoria do risco criado (se você cria, você responde), · Teoria do risco integral (potencial lesivo grande: acidente nuclear e ambiental, a professora não colocaria dentro desse pacote) · Teoria do risco administrativo FUNÇÕES DA RESPONSABILIDADE CIVIL Função precípua da resp. civil é a reparação do dano As despesas preventivas e a “autotutela” na responsabilidade civil Prevenção do dano que ainda não aconteceu: forma de prevenir mesmo um dano em si: · Função preventiva da responsabilidade civil: pensar em prevenção como um refletir o dano, com intuito de prevenir. Dentro do direito e não da responsabilidade civil DESPESAS PREVENTIVAS: empregadas para evitar um dano maior, uma mitigação da reparação de um dano maior e prevenção desse dano maior. (caso das despesas do muro, agro) · Atotutela legitima dentro da resp. civil FUNÇÃO PROMOCIONAL: Utiliza a reparação como uma excludente, arbitramento do dano moral (ex. caso em que o causador do dano se preocupa em reparar e custear todos os gastos, e mesmo assima vitima pede os danos morais depois Texto do antonio... revista de direito civil (olhar) ibec, ibd civil, civilistica, pensar, migalhas. PROBLEMAS EM TORNO DA FUNÇÃO PUNITIVA: Casos em que vai além do valor que seria o suficiente para ressarcir a vitima, “enriquecimento sem causa”. LIMITES DA RESP. CIVIL · Itinerário processual e dificuldade de execução · Novas tecnologias · A securitização como alternativa (ler o artigo da prof.) 22/05/2025 INADIMPLEMENTO E RESPONSABILIDADE CIVIL NEGOCIAL PRESTAÇÃO DEVIDA: Prestação principal com uma serie de deveres primários (nucleares do tipo contratual que esta tratando. EX: “dar” na compra e venda) Deveres secundários: importantes para quase atinja aquele devido ressaltado. Dever de exigir: importante para se alcançar o resultado útil que se pretende. · Possibilidade de um descumprimento que não tinge o resultado para inadimplemento (absoluto ou relativo), pode não gerar muita significância. Deve se entender a finalidade de cada contrato, para chegar a essa conclusão. ESPECIE DE INADIMPEMENTO: · Absoluto: Aquele em que já não há mais possibilidade, interesse para resolver a prestação. · Relativo (mora): Ainda há a preservação da possibilidade e interesse na prestação. Há diferença com: · Total/Parcial: Violação positiva de contrato? Mesmo cumprindo a obrigação principal o contrato é violado. Descumprimento culposo não é mais o conceito de inadimplemento · INADIMPLEMENTO: É a inexecução imputável (objetiva/subjetiva) ao contratante da prestação devida. Intensidade da culpa: Não tem muita relevância nesse sentido da reparação civil, não afeta a mensuração das perdas e danos, mas torna-se relevante na determinação dos efeitos dos contratos benéficos e onerosos ART.392 CC/2002. Aspectos que terão que ser sempre analisados para identificar qual o inadimplemento: · Ênfase na possibilidade e utilidade de prestação. 29/05/2025 CLÁUSULA PENAL Uma obrigação acessória porque depende do descumprimento da principal. Há 2 tipos hipótese de inadimplemento absoluto CLAUSULA COMPENSATORIA: Não precisa provar os danos reais, compensatória nas perdas e danos. Não é cumulativa com a própria prestação. CLAUSULA PUNITIVA: __________Inadimplemento relativo/absoluto CLAUSULA MORATORIA: Inadimplemento relativo a mora. Incide apenas na prestação que não foi paga, somente 1 vez sob essa parcela. Multifuncionalidade da clausula penal: Função garantista da divida: Um papel de garantir, buscar o cumprimento da ação de um modo mais coercitivo. Redução da cláusula penal uma possibilidade de correção em caso de clausula abusiva. ART.413 CC Indenização suplementar *importante* · Manejo de risco contratual. ART.416 Se não for prevista expressamente, a cláusula penal passa a ser o teto, não o piso, depende da maneira que estará expressa no contrato. JUROS 05/06/2025 E A RESPOSNABILIDADE CIVIL DAS PESSOAS COM DEFICIENCIA? 10/07/2025 DANO · O efeito da lesão a um interesse juridicamente tutelado, patrimonialmente ou existente (dano material ou moral). · Porque o dano é um efeito de um fato antijurídico, que não necessariamente sempre vai decorrer desse fato antijurídico, até pq há fato antijurídico sem dano. Quando esse fato antijurídico repercute em uma externalidade e gera um dano, ai que falamos em responsabilidade civil. · NESSE CASO: Há antijuridicidade, mas não há dano e não se fala ainda em responsabilidade civil. DISTINÇÃO ENTRE Mero prejuízo e Dano · DANO: Algo passível de reparação, um prejuízo com o componente principal de sua configuração: A antijuridicidade. · Mero prejuízo: Um prejuízo menor, não passível de reparação por dano moral. Uma situação que não causa um impacto significativo na esfera intima da pessoa, mas sim um desconforto passageiro. Deve ser um evento certo (não é algo hipotético ou que simplesmente poderia acontecer; certo em decorrente de uma lesão consumada: que deve ocorrer), atual ou futuro Efeitos danosos de uma lesão certa, prejuízo de um ecossistema ou agricultura, comprometimento da saúde das pessoas por anos efeitos danosos daquele acidente nuclear. Repercurção atual e futura a vida dessas pessoas: · Hoje, nessa ação de indenização que ela ainda vai sofre devido o dano, já pode se determinar um pagamento de uma indenização “pensiona mento” pensão indenizatória, ao longo da vida dela. Dano futuro será pago no futuro, mas já poderia ser certo no presente para ser passível de indenização de paga-lo no futuro. ESPÉCIES DO DANO Sistemas típicos ou fechados · Sistema (Italiano, Alemão): uma categorização mais rigorosa. EX: Um direito italiano tem 5 categorias de dano material, moral(um dano extrapatrimonial, decorrente da pratica de um crime) · Dano moral, biológico à saúde, existencial. Sistemas atípicos ou abertos · Sistema (Francês) Cláusulas gerais PERDA DA CHANCE 17/07/2025 LIQUIDAÇÃO EM CASO DE MORTE Tratamento da vítima + luto e funeral + prestação de alimentos aos dependentes da vítima durante o período provável de sua sobrevida + outras reparações (ART. 948) Idade de sobrevida: Uma média do brasileiro vai de 65 70 anos. · Cônjuge, companheiro e filhos menores da vítima (até os 25 anos) presunção e dependência econômica. *Aqui é o pressuposto dependência econômica não pensão alimentícia = o valor da pensão vai ser o que a pessoa recebia em vida, havendo desconto de 1/3 da remuneração da vitima. Não é um desconto automático Nesse caso, essa pensão indenizatória e por uma morte causada indenização. Morte por algum motivo, na responsabilidade civil, uma pensão por indenização. Não tem haver com indenização previdenciária. EX: Pensão previdenciária (que cessa aos 18), já seria uma garantia social. A pensão por indenização viria pelo fato de alguém ter causado a morte. Nesse caso, receberia os dois, um não afastaria o outro. MORTE DE FILHO MENOR: · Súmula 491 do STF – discussões STJ diz que a constituição traz um limite etário para contribuição no trabalho – o plano ideal era não autoriza para não “autorizar” esse trabalho do menor. Não é o argumento preponderante. Mas em certos casos eles consideram a realidade da família. EX: Família de baixa renda em que o filho ajuda os pais. Argumento majoritário no STJ. · Não é automático, deve trazer aos autos essa prova. Pensão começando aos 14 ou 16 (data em que completaria) pensão começando desde a data do óbito se for provado que ele realmente já contribuía. · Há divergências dos tribunais, uma matéria que não esta totalmente pacificada. Deve se analisar cada caso. DANO MORAL · Trata de uma figura com mais alta relevância no âmbito jurídico Reparação do dano moral é o que e pode oferecer diante de um dano a pessoa, consumado. CONCEITO: No geral não há uma unidade de entendimento. Cada um conceitua de um jeito e usando nomenclaturas diferentes. “Dor, sofrimento, humilhação, tristeza, angustias" Ela não gosta muito dessa definição. São possíveis efeitos emocionais sim, mas não são necessários para se qualificar em dano moral. Não considera uma corrente. Dano passível de uma reparação jurídica VIOLAÇÃO DE DIREITOS DA PERSONALIDADE Não é errada, mas é insuficiente: Na verdade, há varias situações que não se encaixam nessa estrutura de direitos da personalidade, há uma dificuldade de elencar para além dos que são previstos em lei. Há uma limitação categórica, não é capaz de comportar uma tutela ampla de todos os direitos. Pode deixar de fora alguns direitos legítimos. “VIOLAÇÃO DA DIGNIDADE HUMANA” Consolida tutelas de direitos fundamentais da pessoa: traz uma serie de direitos fundamentais dentro. IDEIA de obra de responsabilidade civil, dano moral: Maria Celina Bodin de Moraes “Artigo da obra: Danos a pessoa humana” Diz que dano moral é mais que isso: · “Constitui dano moral a lesão a qualquer dos aspectos componentes da dignidade humana, dignidade esta que se encontra fundada em quatro substratos e, portanto, corporificada no conjunto dos princípios da igualdade, da integridade psicofísica, da liberdade e da solidariedade (dimensão num patamar de compreensão doser humano dentro de sue contexto social)”. “dano moral coletivo” uma figura absolutamente pacificada (dimensão coletiva). Fases de evolução “pretium doloris” antigamente tinha a ideia de que não se é capaz de mensurar a dor do dano moral com o tempo começou com uma ideia de compensação, não deixar passar em branco (ideia que toma folego para se ter o dano moral como uma forma de indenizar) ideia de cumulação... · CF, ART’s 5°, V e X: CDC. ART. 6° VI e VII: Súmula 37 do STJ; CC). Prova in re ipsa, mas as condições peculiares da vítima devem ser provadas. A pessoa jurídica e o dano moral dano institucional · Posicionamento de que uma pessoa jurídica também pode sofrer danos morais Ela diz que o dano moral n tem p pessoa jurídica, mas pode ter um dano extra patrimonial “INSTITUCIONAL” para Maria Celina (conceito que não foi adotado pela doutrina) · DANO EXTRA PATRIMONIAL separado ENUNCIADO 286 DO CJF, IV JORNADA Entendido como uma doutrina. “Os direitos da personalidade são direitos inerentes...”. Uma grande responsabilidade de fundamentação. Deve haver muita cautela diante essas ações de danos morais. Uma figura jurídica: foge de fundamentações acerca de sofrimento, dor... · DANO MORAL COLETIVO: 2009 - Passaram a admitir o dano moral coletivo (benefício do passe livre em favor de idosos) Caráter punitivo: um discurso muito por influencia, inclusive dos EUA “punitive damages” e a “indústria” do dano moral: · Algo excepcional, não é a regra · Sabe até onde se compensa e a partir de quando se pune segurança jurídica de que determinados patamares deverão analisar valores de patamares anteriores. “compensatore damages” · Julgamento por júri popular dentro da ação de natureza cível, dizendo que se deve haver a aplicação de punitive dameges. Logica de dar um basta: há diversos casos parecidos, mas em um deles eles resolvem aplicar esse punitive damages; funciona como uma “roleta premiada” kk. Eles punem para evitar que aconteçam casos desse tipo novamente. Caso da dona... da queimadura de 3° grau de um café do mec Não considera compatível a função punitiva no dano moral (professora é contraria a esse posicionamento) Deve separar direitinho o que é punitivo e o que é compensatório. Saber localizar a função punitiva, saber onde ela está. Falta de uma estrutura normativa que assegure essa função. · Há diversas discussões, mas a função punitiva ainda não é adotada. Mas pode ser permitida dependendo do caso ou da situação ocorrida. EX: Porte econômico e grau de culpa como se fosse uma função punitiva. LUCRO DA INTERVENSÃO INDEVIDA Corrigir pelo instituto do enriquecimento sem causa e não nesse discurso punitivo. EX. Uso indevido de sua intimidade alheia que gere lucro a outra pessoa, que usa disso sem sua autorização.