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Pedro Lucas Cariri Moura – 2º Período 
FMIT – Faculdade de Medicina de Itajubá, 2020/1. 
Semana 15 – 04/06/2020 
Sistemas Orgânicos Integrados II – SOI II, APG. 
 
Problema 29 – A queda da bacia 
 Estudar a anatomia óssea do quadril e diferenciar a pelve masculina e feminina. 
 
A pelve é a parte mais inferior do tronco. Composta 
pela cintura pélvica e pelo períneo, ela sustenta os 
órgãos dos sistemas urinário e reprodutivo. 
 
Imagem 1. Pelve. 
Os órgãos pélvicos estão relacionados com o ato 
sexual e com a reprodução. 
Pelve 
O arcabouço ósseo da pelve é chamado de cin-
tura pélvica. É composto pelos dois ossos do quadril 
(anca) e pelo sacro. 
Os ossos pélvicos são mantidos juntos pelas duas 
articulações principais da pelve: a sínfise púbica e 
a articulação sacrilíaca, que são reforçadas pelos 
músculos pélvicos. 
A cavidade pélvica se abre superiormente e é con-
tínua com a cavidade abdominal através da aber-
tura superior pélvica. 
Enquanto a abertura inferior pélvica é fechada 
pelo assoalho pélvico, composto pelo diafragma 
pélvico. 
Existem duas partes da pelve; pelve maior (falsa) e 
pelve menor (verdadeira). 
A pelve maior é encontrada superiormente à aber-
tura superior pélvica e contém as partes inferiores 
dos órgãos abdominais. 
A pelve menor está localizada entre a abertura su-
perior pélvica e a abertura inferior pélvica, e inclui 
os órgãos urinários distais, os órgãos reprodutores 
internos e o períneo. Aprenda mais sobre a pelve 
com a unidade de estudo abaixo. 
 
Pelve 
Definição: Região do tronco entre o abdome e o membro inferior. 
Partes: pelve maior, pelve menor, períneo. 
Períneo 
Definição: Parte da pelve menor que contém a genitália externa. 
Partes: trígono urogenital, trígono anal. 
Vísceras 
Partes distais do sistema urinário: ureter, bexiga urinária, uretra. 
Partes do trato alimentar: íleo terminal, cólon sigmoide, reto, ânus. 
Órgão reprodutivos: genitália interna, genitália externa. 
Vasos sanguíneos 
Artéria ilíaca interna, artérias gonadais, artéria sacral mediana, artéria retal 
superior. 
Nervos Plexo lombar, plexo sacral, plexo coccígeo, nervos esplâncnicos. 
 
 
Assoalho pélvico 
O assoalho pélvico é formado pelo diafragma pélvico, que possui um formato de funil. O diafragma pélvico é 
composto por um par de músculos e suas fáscias; o músculo levantador do ânus e o músculo coccígeo. A 
função do diafragma pélvico é sustentar os órgãos pélvicos e prevenir o seu prolapso. 
 
Imagem 2. Assoalho pélvico. 
 
 O músculo levantador consiste em três partes: puborretal, pubococcígeo e iliococcígeo. 
A parte puborretal faz uma curva em “U” em torno da junção anorretal (alça puborretal), formando o hiato 
urogenital. Além do reto e da uretra em ambos os sexos, nas mulheres esse hiato também permite a passagem 
da vagina. 
Levantador do ânus 
Origem: face posterior dos corpos dos ossos púbicos (puborretal e pubococcígeo); 
arco tendíneo da fáscia obturadora interna, espinha isquiática (iliococcígeo). 
Inserção: alça puborretal (puborretal); ligamento anococcígeo, cóccix (pubococ-
cígeo, iliococcígeo). 
Inervação: nervo para o levantador do ânus (S2-S4). 
Função: sustenta vísceras pélvicas, aumenta a pressão intra-abdominal, auxilia nas 
continências urinária e fecal. 
Coccígeo 
Origem: espinha isquiática. 
Inserção: extremidade inferior do sacro, cóccix. 
Inervação: ramos anteriores dos nervos espinhais S4-S5. 
Função: sustenta vísceras pélvicas, flexiona o cóccix. 
Períneo 
O períneo é a parte da pelve que contém a geni-
tália externa e o ânus. É inferior ao diafragma pél-
vico. Em relação à anatomia de superfície, a área 
perineal é a região entre as coxas, estendendo-se 
desde a sínfise púbica anterior até os sulcos inter-
glúteos posteriormente. 
Uma linha imaginária conectando as tuberosidades 
isquiáticas divide o períneo em um trígono urogeni-
tal (TUG) anteriormente, e um trígono anal posteri-
ormente. 
 O trígono anal inclui o reto e as duas fossas 
isquioanais. Essas fossas são preenchidas por 
tecido adiposo, que sustenta os movimentos do 
diafragma pélvico. Elas se comunicam com o 
TUG através de seus recessos anteriores. 
 O trígono urogenital contém a membrana peri-
neal e a fáscia superficial de Colles. Elas ligam 
dois espaços anatômicos dentro do TUG; a 
bolsa perineal superficial e a bolsa perineal 
profunda. Entre os sexos, há diferenças anatô-
micas apenas no conteúdo do trígono urogeni-
tal, uma vez que ele contém a genitália externa. 
Uma massa de tecidos conjuntivo, esquelético e 
muscular liso, chamada de corpo perineal, é encon-
trada entre os trígonos. É a massa central do perí-
neo que ancora a maior parte dos músculos perine-
ais. 
Pelve Feminina 
A pelve feminina é mais ampla e mais larga do que 
a pelve masculina para proporcionar um ambiente 
confortável para o desenvolvimento do feto. 
A pelve maior faz parte da seção de estudo do 
abdômen, então não vamos gastar muito tempo 
com ela aqui. 
 O íleo terminal e o cólon sigmoide são encon-
trados dentro da pelve maior em ambos os se-
xos. 
Pelve feminina menor 
 Partes distais dos sistemas urinário e digestório: 
ureter, bexiga urinária, uretra e reto; 
 Genitália interna: ovários, tubas uterinas, útero e 
vagina; 
 Genitália externa, contida pelo períneo. 
 
 
Imagem 3. Anatomia da pelve feminina. 
 
Na vista medial, de anterior para posterior, vemos o 
reto imediatamente anterior ao cóccix, a bexiga uri-
nária posterior à sínfise púbica e o útero entre os 
dois. 
O peritônio recobre as superfícies superiores desses 
órgãos, criando duas bolsas peritoneais: a bolsa 
reto-uterina de Douglas, entre o reto e o útero, e a 
bolsa vesico-uterina, entre o útero e a bexiga. 
Esses três órgãos se comunicam com o exterior do 
corpo, estendendo-se através do períneo: 
 A uretra se estende da superfície inferior da be-
xiga e se abre no orifício externo da uretra; 
 A vagina se estende do colo do útero e se abre 
no óstio vaginal; 
 O reto continua como canal anal que se abre 
no ânus. 
As tubas uterinas e os ovários estão na cavidade 
peritoneal, suspensos dentro de suas respectivas 
pregas peritoneais, mesovário e mesossalpinge. As 
tubas uterinas se estendem de cada lado do corpo 
do útero e se abrem perto dos ovários. 
Períneo feminino 
O trígono urogenital nas mulheres inclui a genitália 
interna e os músculos perineais. 
 
 
Bolsa perineal profunda 
Uretra proximal 
Músculo perineal transverso profundo 
Parte inferior do esfíncter uretral externo 
Esfíncter uretro-vaginal e músculo compressor da uretra 
Nervos e vasos dorsais do clitóris 
Bolsa perineal superficial 
Raízes dos tecidos eréteis (corpo cavernoso, bulbo do vestíbulo) 
Isquiocavernoso, bulboesponjoso, músculos superficiais transversos do períneo. 
Anatomia de superfície 
Monte pubiano 
Lábios maiores 
Lábios menores 
Glande do clitóris 
Orifício vaginal 
 
 
Pelve masculina 
Em comparação com a pelve feminina, a pelve masculina é mais estreita. 
Pelve menor 
 Partes distais dos sistemas urinário e digestório: ureter, bexiga urinária, uretra e reto; 
 Genitália interna: testículos, epidídimo, ducto deferente, vesícula seminal, ductos ejaculatórios, próstata, 
glândulas bulbouretrais; 
 Genitália externa dentro do períneo.
 
Imagem 4. Anatomia pélvica masculina. 
 
O reto é encontrado anteriormente ao cóccix. An-
teriormente está a bexiga urinária. Entre o reto e a 
bexiga estão as vesículas seminais superiormente e 
a próstata inferiormente. O reto continua como ca-
nal anal e depois se abre pelo ânus. 
A uretra masculina se estende da parede inferior da 
bexiga, penetra na próstata e então entra no perí-
neo. Passa através do pênis e se abre no orifício 
uretral externo. 
Cada vesícula seminal tem também o seu próprio 
canal, chamado de ducto ejaculatório. Esses duc-
tos também penetram na próstata, e desembocam 
no ureter.Dessa maneira, conectam-se o sistema reprodutor e 
urinário masculino. 
Os testículos e os epidídimos são encontrados no 
escroto. Eles são considerados órgãos genitais in-
ternos devido ao seu desenvolvimento na cavidade 
abdominopélvica. 
O ducto deferente é a continuação do epidídimo, 
que une os ductos da vesícula seminal na formação 
do ducto ejaculatório. 
As glândulas bulbouretrais são pequenas glândulas 
imediatamente inferiores à próstata, que se abrem 
na uretra peniana. 
Períneo masculino 
O trígono urogenital no homem contém os músculos 
perineais e a genitália externa. 
 
Bolsa perineal profunda 
Parte perineal da uretra 
Músculo perineal transverso profundo 
Parte inferior do esfíncter uretral externo 
Glândulas bulbouretrais 
Nervos e vasos dorsais do pênis 
Bolsa perineal superficial 
Raiz do pênis (corpo cavernoso, corpo esponjoso) 
Ísquiocavernoso, bulboesponjoso, músculos superficiais transversos do períneo. 
Anatomia de superfície Pênis (corpo e glande) e escroto 
Vasos Sanguíneos 
Existem quatro artérias principais da pelve: 
 Um par de artérias ilíacas internas, que suprem as vísceras pélvicas; 
 Um par de artérias gonadais (testicular e ovariana), que suprem a genitália interna fora da cavidade 
pélvica (testículos, epidídimos, ovários, tubas uterinas); 
 Uma única artéria sacral mediana que irriga o sacro e o cóccix. 
 Uma única artéria retal superior que irriga o reto. 
 
Imagem 5. Vasos sanguíneos da pelve e do períneo masculinos. 
 
Imagem 6. Vasos sanguíneos da pelve e períneo femininos. 
 
O vaso sanguíneo mais significativo é a artéria ilí-
aca interna. Seus ramos são agrupados nas divisões 
anterior e posterior. As vísceras da pelve verdadeira 
são irrigadas pelos muitos ramos da divisão anterior. 
O ramo pudendo interno é a principal artéria do 
períneo. 
O restante inclui as artérias umbilical, obturadora, 
vesical inferior (masculino), uterina (feminino), retal 
média e glútea inferior. A divisão posterior da arté-
ria ilíaca interna supre os músculos pélvico e glúteo. 
O sangue venoso da pelve é drenado pelos plexos 
venosos que circundam os órgãos pélvicos. Incluem 
os plexos venosos retal, vesical, prostático, uterino e 
vaginal. 
A maioria deles se esvazia na veia ilíaca interna, 
que é uma afluente da veia cava inferior. Além da 
veia cava, parte do sangue venoso flui para a veia 
mesentérica inferior e depois para o sistema porta 
hepático. 
Inervação 
Existem quatro estruturas nervosas principais encon-
tradas na pelve: 
 Tronco lombossacral 
 Plexo sacral 
 Plexo coccígeo 
 Nervos pélvicos autonômicos 
Esses nervos suprem as vísceras pélvicas, os músculos 
do assoalho pélvico e do períneo, a região glútea 
e o membro inferior. 
O tronco lombossacral é um feixe nervoso formado 
pelos ramos anteriores dos nervos lombares L4-L5. É 
uma raiz que contribui para o plexo sacral. 
Enquanto isso os ramos anteriores de S4, S5 e Co 
(nervo coccígeo) se unem para formar o plexo coc-
cígeo. Em relação aos nervos pélvicos autonômicos, 
existem estímulos simpáticos e parassimpáticos. 
Ambos são fornecidos pelos nervos esplâncnicos 
lombar, sacral e pélvico. Os nervos esplâncnicos 
lombar e sacral suprem a pelve com inervação sim-
pática, enquanto o suprimento parassimpático é 
dado pelos nervos esplâncnicos pélvicos. 
Os nervos esplâncnicos contribuem para a forma-
ção de plexos pélvicos adicionais, como o plexo 
hipogástrico inferior. 
Esse plexo é a fonte de todos os plexos subsequen-
tes que inervam as vísceras pélvicas: plexo prostá-
tico (masculino), plexo uterovaginal (feminino) e 
plexo retal médio. 
Plexo lombar e sacral 
O plexo lombar (L1-L4) é formado pelos ramos an-
teriores de L1-L4 e uma contribuição do ramo an-
terior de T12. O plexo se espalha sobre a superfície 
anterior do músculo psoas maior. Formando seis ra-
mos principais, fornece inervação para os músculos 
da parede abdominal posterior e da coxa, bem 
como para a pele do escroto, lábios, região ingui-
nal e coxa. 
O plexo sacral é formado pelo tronco lombossacral 
(L4, L5), pelos ramos anteriores de S1-S4 e por uma 
parte do ramo anterior de S5. O plexo é encon-
trado inferiormente ao plexo lombar, na superfície 
anterior do músculo piriforme. 
A maioria dos seus ramos inerva os músculos glúteos 
e os músculos dos membros inferiores. O períneo é 
suprido pelo nervo pudendo. 
 
Imagem 7. Plexo lombar. 
 
Plexo lombar 
Nervos ílio-hipogástrico, ilioinguinal, genitofemoral, cutâneo femoral lateral, femoral, obturador, 
ramos musculares curtos e nervos obturadores acessórios. 
Plexo sacral 
Nervo para os músculos quadrado femoral e gêmeo inferior, nervo para os músculos obturador 
interno e gêmeo superior, nervo para o piriforme, nervos glúteo superior, glúteo inferior, cutâneo 
femoral posterior, ciático, cutâneo perfurante, pudendo, nervos para o levantador do ânus e 
para o esfíncter anal externo. 
Ossos da Pelve 
Os ossos da pelve se unem anterior­mente na sínfise 
púbica e posteriormente com o sacro. 
O osso da pelve é do tipo plano e suas funções 
incluem as de movimento (participa das articula-
ções com o sacro e o fêmur), de defesa (protege os 
órgãos pélvicos), e de sustentação (transmite aos 
membros inferiores o peso de todos os segmentos 
do corpo situados acima dele). 
Em razão destas múltiplas funções o osso do quadril 
tem uma estrutura complexa e sua formação en-
volve três ossos isolados: o ílio, o ísquio e o púbis. 
Até a puberdade as três peças ósseas que consti-
tuem o osso da pelve permanecem unidas umas às 
outras por cartilagem. 
Após a ossificação da cartilagem e o osso do qua-
dril passa a ser único, embora se conserve as de-
nominações das peças ósseas que o constituem ori-
ginalmente. 
 
Imagem 8. Ossos do quadril e suas divisões. Vista anterior. 
 
Imagem 9. Ossos do quadril e suas divisões. Vista lateral. 
 
Acidentes ósseos 
 
Íleo 
 Asa ilíaca – Superfície glútea e Fossa ilíaca; 
 Face glútea da asa do ílio; 
 Linhas glúteas posterior, anterior e inferior; 
 Crista ilíaca; 
 Espinhas ilíacas ântero-superior e anteroinferior; 
 Espinhas ilíacas póstero-superior e póstero-infe-
rior; 
 Tuberosidade ilíaca; 
 Corpo do ílio; 
 Linha arqueada; 
 Face auricular. 
Ísquio 
 Incisura isquiática maior e menor. 
 Corpo do ísquio; 
 Espinha isquiática; 
 Tuberosidade isquiática; 
 Ramo do ísquio. 
Púbis 
 Ramo superior e inferior do púbis; 
 Linha pectínea; 
 Tubérculo púbico; 
 Sínfise púbica (articulação). 
Articulações da Pelve 
Articulados entre si, através da sínfise púbica ante-
riormente, e do sa­cro posteriormente, os ossos do 
quadril constituem a pelve óssea. 
O estreito superior da pelve, no nível das linhas ar-
queadas, divide a pelve numa porção superior, a 
pelve maior (ou falsa) e outra inferior, a pelve menor 
(ou verdadeira). 
A pelve maior abriga órgãos abdominais, enquanto 
que a pelve menor abriga órgãos do sistema geni-
tal e par­tes terminais do sistema digestivo. 
A pelve masculina tende a apresentar ossos mais 
pesados, com relevos mais salientes e cavidade pél-
vica (pelve menor) mais profunda. 
O estreito superior apresenta-se com a forma de 
“copas” de baralho e o ângulo subpúbico é mais 
agudo, sendo menor que 90°. 
Na pelve feminina, os ossos são mais leves e delica-
dos, com relevos menos salientes e cavidade pél-
vica mais rasa. 
As distâncias entre as espinhas isquiáticas e entre 
as tuberosidades isquiáticas são maiores que no 
sexo masculino. 
Além disso, na mu­lher, o estreito superior é redondo 
ou oval e o ângulo subpúbico é maior que 90°. 
Tipos de pelve 
 Ginecóide: Arredondada, mais favorável ao 
parto. É a mais comum entre as mulheres. 
 Andróide: Forma de coração. É a mais comum 
entre os homens. 
 Antropóide: Alongada. 
 Platipelóide: Achatada; 
Para acomodar o feto durante toda gestação, a 
pelve feminina é maislarga do que nos homens; a 
pelve tem fundamental importância na proteção 
dos órgãos localizados na cavidade pélvica, tam-
bém atua como ponto de fixação para os músculos 
do períneo e dos membros inferiores. 
Servindo para sustentar o tronco e promover uma 
área para inserção das extremidades inferiores, 
atuando na transferência de peso para os membros 
inferiores; a diferença de tamanho entre pelve mas-
culina e feminina, também é uma característica útil 
na determinação do sexo em ossadas e fósseis hu-
manos. 
 
 
Imagem 10. Tipos de pelve. 
Referências 
1. NETTER: Frank H. Netter Atlas De Anatomia Humana. 5 ed. Rio de Janeiro, Elsevier, 2011. 
2. MOORE: Keith L. Anatomia orientada para a clínica. 7 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. 
3.SOBOTTA: Sobotta J. Atlas de Anatomia Humana. 21 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000.

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