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CITOPATOLOGIA Prof. Natália Helena Mendes DOENÇAS INFECCIOSAS – TRATO GENITAL FEMININO http://www.google.com.br/url?sa=i&rct=j&q=&esrc=s&source=images&cd=&cad=rja&uact=8&ved=0ahUKEwjW5suBlsvKAhWHIpAKHWN6De4QjRwIBw&url=http%3A%2F%2Fwww.cursogratisonline.com.br%2Ffaculdade-unip-universidade-paulista%2F&psig=AFQjCNF-LS0HkyOquas2EHgd0rmXaIynxQ&ust=1454024621241705 DOENÇAS INFECCIOSAS – TRATO GENITAL FEMININO Etiologia: Bacteriana, fúngica, parasitária ou viral; Assintomáticas, discretas e sintomáticas; Desequilíbrio hormonal: alteração pH vaginal (3,8-4,2); Microbiota vaginal: G. vaginalis, leveduras, E. coli, lactobacilos, difteróides, estreptococos, S. coagulase negativa, ocasionalmente positiva, Neisseria spp. (não patogênica), anaeróbicos, Enterococcus spp. MICROBIOTA VAGINAL Lactobacillus vaginalis (bacilos de Döderlein) - É um bacilo que representa a flora bacteriana normal, fisiológica. As enzimas do micro-organismo induzem à destruição proteolítica (citólise) das células epiteliais escamosas intermediárias ricas em glicogênio. Este é metabolizado com a produção de ácido lático, responsável pelo pH ácido da vagina. Ocorre predomínio de lactobacilos na fase lútea do ciclo menstrual, na gravidez e no início da menopausa. Frequentes na menarca, raros antes e após a menopausa. LACTOBACILLUS VAGINALIS (BACILOS DE DÖDERLEIN) Vaginose citolítica: Inflamação sem infiltração leucocitária; Lactobacillus spp. Swab vaginal LACTOBACILLUS VAGINALIS (BACILOS DE DÖDERLEIN) https://www.google.com.br/url?sa=i&rct=j&q=&esrc=s&source=images&cd=&cad=rja&uact=8&ved=0ahUKEwjEyeHEnK3LAhVJlJAKHbIxBk4QjRwIBw&url=https%3A%2F%2Fen.wikipedia.org%2Fwiki%2FVaginal_flora&psig=AFQjCNFeO6o_kjj01y8pJypiEUH1QVVh9w&ust=1457393627445856 http://www.google.com.br/url?sa=i&rct=j&q=&esrc=s&source=images&cd=&cad=rja&uact=8&ved=0ahUKEwjimJLknK3LAhVBIJAKHebyA4QQjRwIBw&url=http%3A%2F%2Ftextbookofbacteriology.net%2Fnormalflora_2.html&psig=AFQjCNFeO6o_kjj01y8pJypiEUH1QVVh9w&ust=1457393627445856 http://www.google.com.br/url?sa=i&rct=j&q=&esrc=s&source=images&cd=&cad=rja&uact=8&ved=0ahUKEwjilNiwna3LAhUDHZAKHZ4aDJIQjRwIBw&url=http%3A%2F%2Fslideplayer.es%2Fslide%2F4664703%2F&psig=AFQjCNEj9QbNOqrPjAer-vc-vv3pHRckig&ust=1457393859799901 Cocos - Em 30% dos casos correspondem a estreptococos. Essas bactérias se desenvolvem em pH alcalino Streptococcus beta-hemolítico – principal causa de sepse e meningite bacteriana; Saprófita; 10-40% mulheres gestantes; Swab vaginal / anal / perianal S. aureus – Correlacionado em choque séptico em usuárias de absorventes internos. COCOS GRAM-POSITIVOS DIAGNÓSTICO - CULTURA https://www.google.com.br/url?sa=i&rct=j&q=&esrc=s&source=images&cd=&cad=rja&uact=8&ved=0ahUKEwiDr4fenq3LAhXFEZAKHeHuDMEQjRwIBw&url=https%3A%2F%2Fpt.wikipedia.org%2Fwiki%2FInfec%25C3%25A7%25C3%25B5es_perinatais_por_estreptococos_do_grupo_B&psig=AFQjCNFM0QT37s9WMr5QtiEsiLDEoeSjGA&ust=1457394229848519 http://www.google.com.br/url?sa=i&rct=j&q=&esrc=s&source=images&cd=&ved=0ahUKEwiImpK9oK3LAhVFx5AKHW60DXYQjRwIBQ&url=http%3A%2F%2Fwww.ufjf.br%2Fmicrobiologia%2Ffiles%2F2013%2F05%2FAula-03-Cocos-Gram-positivos-Modo-de-Compatibilidade.pdf&psig=AFQjCNFnJwQZHS6G5_hnyLyYQy69_QUWzg&ust=1457394682042420 Vaginite: Inflamação da mucosa vaginal 1- Secreção espessa – com aparência de leite coagulado e prurido: pH 4,3 Swab vaginal 1 - Candida albicans 2 - Trichomonas vaginalis DOENÇAS INFECCIOSAS – TRATO GENITAL FEMININO INFECÇÃO FÚNGICA CANDIDÍASE http://www.google.com.br/url?sa=i&rct=j&q=&esrc=s&frm=1&source=images&cd=&cad=rja&uact=8&ved=0ahUKEwjojqz88erKAhXBgZAKHRDVC7cQjRwIBw&url=http%3A%2F%2Fwww.candidaalbicans.net%2F&psig=AFQjCNHP4OkqBxQjGM5nh9fbXu2rrJlNzA&ust=1455114457580381 CANDIDA SP Fungo mais comum nas infecções do trato genital inferior é a Candida sp. Este micro-organismo pode se associar ou não a sintomas como prurido e corrimento vaginal esbranquiçado, espesso e “em pedaços”. A Candida aparece nos esfregaços sob a forma de pseudo-hifas e esporos redondos ou ovais. As pseudo-hifas muitas vezes se dispõem abaixo de conjuntos de células epiteliais. Conveniente examinar as margens do esfregaço; A infecção por Candida sp. é associada geralmente a altas concentrações de neutrófilos; Habitualmente há alterações celulares degenerativas (pseudoeosinofilia, halos perinucleares e retração da borda nuclear) e reativas (tumefação nuclear). CANDIDA SP CANDIDÍASE Mais comumente causada pelo fungo Candida albicans; Patógeno Oportunista; Não é considerada DST; Diagnóstico clínico; Normal da flora gastrointestinal e vaginal. FATORES PRÉ DISPONENTES Antibióticos; Gravidez; Diabetes; Outras infecções (vírus HIV); Deficiência imunológica; Medicamentos como anticoncepcionais e corticoides; Relação sexual desprotegida; Vestuário inadequado Duchas vaginais em excesso. SINTOMAS Corrimento esbranquiçado e espesso; Coceira; Escoriações na região vulvar; Coloração vermelha na vagina; Em casos extremos, a candidíase pode causar úlceras; Ardência ou dor ao urinar; Dor durante as relações sexuais Microscopia direta: exame direto à fresco; Coloração de Gram Cultura: Ágar Sabouraud; Ágar sangue; Ágar cromogênico Papanicolaou DIAGNÓSTICO LABORATORIAL DIAGNÓSTICO LABORATORIAL https://en.wikipedia.org/wiki/Candida_albicans DIAGNÓSTICO LABORATORIAL http://www.google.com.br/url?sa=i&rct=j&q=&esrc=s&frm=1&source=images&cd=&cad=rja&uact=8&ved=0ahUKEwjizc-I8urKAhVBGZAKHYXTBDUQjRwIBw&url=http%3A%2F%2Fmundoeducacao.bol.uol.com.br%2Fdoencas%2Fcandidaou-candidiase.htm&psig=AFQjCNHP4OkqBxQjGM5nh9fbXu2rrJlNzA&ust=1455114457580381 http://www.google.com.br/url?sa=i&rct=j&q=&esrc=s&frm=1&source=images&cd=&cad=rja&uact=8&ved=0ahUKEwivp6OC8-rKAhVIHpAKHbT7CXYQjRwIBw&url=http%3A%2F%2Fmagicnumbers-parussolo.blogspot.com%2F2011_06_01_archive.html&bvm=bv.113943665,d.Y2I&psig=AFQjCNGnXqi7bgi91747jSR8kKfZCJyccQ&ust=1455114737853139 CANDIDA CORADA PELO MÉTODO PAPANICOLAOU Nistatina; Miconazol; Cetoconazol; Itraconazol; Caspofungina; Anfotericina B; Voriconazol; 5-fluocitosina TRATAMENTO TRICOMONÍASE TRICHOMONAS VAGINALIS Protozoário que aparece nos esfregaços como estruturas redondas ou ovais; O citoplasma geralmente cora cinza-azulado e pode conter grânulos vermelho-amarronzados. O núcleo é excêntrico, semitransparente, levemente basofílico, mal definido; É importante visualizar o núcleo do parasita para diferenciá-lo principalmente de restos de citoplasma, muco e neutrófilos degenerados. TRICHOMONAS VAGINALIS Exsudato purulento, acúmulos de neutrófilos se sobrepondo às células epiteliais degeneradas conhecidos como “balas de canhão”. As alterações celulares degenerativas consistem em pseudoeosinofilia, halos perinucleares e tumefação nuclear. Pode ocorrer necrose celular representada por cariorrexe e cariólise. TRICHOMONAS VAGINALIS TRICHOMONAS VAGINALIS http://www.google.com.br/url?sa=i&rct=j&q=&esrc=s&source=images&cd=&cad=rja&uact=8&ved=0ahUKEwiClKn9ya_LAhXKDJAKHS--DHwQjRwIBQ&url=http%3A%2F%2Fbvsms.saude.gov.br%2Fbvs%2Fpublicacoes%2Fatlas_citopatologia_ginecologica.pdf&psig=AFQjCNFxh-XRDMuId__JEcYm0aHKAoYvXw&ust=1457474432856229 TRICHOMONAS VAGINALIS Parasita eucariota, flagelado, anaeróbio facultativo; Tem quatro flagelos desiguais e uma membrana ondulante - mobilidade; Existe em apenas uma única forma (trofozoíto), que é simultaneamente infecciosa e ativa. Contudo formas arredondadas com flagelos internalizados muito semelhantes a cistos, porém sem apresentarparede cística são comumente encontradas. Estas formas são conhecidas como pseudocistos. TRICHOMONAS VAGINALIS http://www.google.com.br/url?sa=i&rct=j&q=&esrc=s&source=images&cd=&cad=rja&uact=8&ved=0ahUKEwiQ0M6syq_LAhVIh5AKHbgpDb4QjRwIBw&url=http%3A%2F%2Fwww.phsource.us%2FPH%2FHELM%2FPH_Parasites%2FTrichomoniasis.htm&psig=AFQjCNGjT1aDoWpRYOJtHrLuMa86RTLUDw&ust=1457474652437954 DST Mulheres – Assintomáticas / poucos sintomas; Corrimento abundante, coceira vaginal, disúria. A maioria dos homens não apresentam sintomas; quando existe consiste em uma irritação peniana ou uretral. TRICOMONAS VAGINALIS Tratamento Metronidazol / tinidazol TRICOMONAS VAGINALIS Diagnóstico Laboratorial Exame direto à fresco: secreção vaginal / urina PCR – caro Papanicolaou – baixa sensibilidade TRICOMONAS VAGINALIS http://3.bp.blogspot.com/-oAcoG3nQxpc/TZzuti3l2FI/AAAAAAAARvE/uEnynWq0U0Y/s1600/Tricomoniase.jpg https://www.google.com.br/url?sa=i&rct=j&q=&esrc=s&source=images&cd=&cad=rja&uact=8&ved=0ahUKEwi9m_3i7-vKAhWGDJAKHVVJDxoQjRwIBw&url=https%3A%2F%2Fwww.youtube.com%2Fwatch%3Fv%3DUJ3yjJmBhY8&psig=AFQjCNHErpEtDxxJoTGQUQupIZRBjI-CSg&ust=1455147167531305 http://www.google.com.br/url?sa=i&rct=j&q=&esrc=s&source=images&cd=&cad=rja&uact=8&ved=0ahUKEwjTrZ-98-vKAhVGTJAKHVo8Cn0QjRwIBw&url=http%3A%2F%2Fwww.youtube.com%2Fwatch%3Fv%3DUJ3yjJmBhY8&psig=AFQjCNHErpEtDxxJoTGQUQupIZRBjI-CSg&ust=1455147167531305 http://www.google.com.br/url?sa=i&rct=j&q=&esrc=s&source=images&cd=&cad=rja&uact=8&ved=0ahUKEwj908upzq_LAhUDWpAKHc-OArkQjRwIBw&url=http%3A%2F%2Fwww.pathologyoutlines.com%2Ftopic%2Fcervixcytologytrichomonasvaginalis.html&psig=AFQjCNEVE8SyU0daO5yf4hyc5Nl5u3JE2w&ust=1457475722218954 Vaginose bacteriana; Inflamação e irritação perivaginal com corrimento pH > 4,5 Secreção fina e homogênia/branco-acinzentada, aderente Swab vaginal DOENÇAS INFECCIOSAS – TRATO GENITAL FEMININO G. vaginalis, Mycoplasma hominis, micro- organismos facultativos e anaeróbicos (ex: Mobiluncus spp.) GARDNERELLA VAGINALIS Cocobacilo que tem a propriedade de aderir ao citoplasma das células superficiais e intermediárias (células-guia). Frequentemente associada a outras bactérias, constituindo o quadro conhecido como vaginose bacteriana. O esfregaço não contém bacilos de Döderlein e há escassez de neutrófilos. GARDNERELLA VAGINALIS Cocobacilo gram-lábel Clue cells http://www.google.com.br/url?sa=i&rct=j&q=&esrc=s&source=images&cd=&cad=rja&uact=8&ved=0ahUKEwiF6az91uvKAhXEH5AKHRifDp8QjRwIBw&url=http%3A%2F%2Fwww.uaz.edu.mx%2Fhisto%2Fpathology%2Fed%2Fch_9b%2Fc9b_clue.htm&psig=AFQjCNFfHjtNsmGlOpeGK3emL6zzfhoW2A&ust=1455141583663793 DOENÇAS INFECCIOSAS – TRATO GENITAL FEMININO Cervicite: Neisseria gonorrhoeae Chlamydia trachomatis Swab endocervical Doença inflamatória Pélvica (DIP); Sintomas: variados depende do estágio e do agente etiológico; N. gonorrhoeae, C. trachomatis, anaeróbicos, BGN, estreptococos e micoplasmas; Material de drenagem cirúrgica - DIU ou secreção DOENÇAS INFECCIOSAS – TRATO GENITAL FEMININO CHLAMYDIA Família – Chlamydiaceae: 4 espécie: C. trachomatis, C. psittaci, C. pneumoniae e C. pecorum Patógenos mais frequente no ser humano; Tracoma, uretrite, pneumonia, linfoma venéreo, psitacose; Intracelulares obrigatório Imóveis e Gram-negativas CHLAMYDIA TRACHOMATIS Patógeno exclusivamente humano; Mais comum agente bacteriano transmitido sexualmente. No homem é responsável por 50% dos casos de uretrite não gonocócica; Pode causar também proctite em homosexuais, conjuntivite, em geral associada a infecção genital através do contato genital-manual-ocular, linfogranuloma venéreo e infecção assintomática. A clamídia é uma das causas da infertilidade masculina e feminina; Período de incubação é de aproximadamente 15 dias, fase em que é possível o contágio. Processo infeccioso pode ser responsável pela obstrução das trompas e impedir o encontro do óvulo com o espermatozoide, ou então dar origem à gravidez tubária (ectópica), se o ovo fecundado não conseguir alcançar o útero. CHLAMYDIA TRACHOMATIS Na mulher pode causar cervicite, uretrite, endometrite, salpingite, proctite, conjuntivite e linfogranuloma venéreo e infecção assintomática. No colo uterino a JEC e o epitélio endocervical são os mais acometidos. Ardência ao urinar e aumento do número de micções. O corrimento amarelado - se assemelha a pus. A infecção endocervical leva a contaminação de 60% dos recém-nascidos por parto vaginal, ocasionando conjuntivite de inclusão em 18 a 50% e pneumonia em 3 a 15% dos lactentes. CHLAMYDIA TRACHOMATIS CERVICITE FOLICULAR Condição inflamatória caracterizada pela proliferação de folículos linfóides com centros germinativos no estroma do colo uterino. Pode ocorrer em qualquer idade, porém é mais comum em mulheres pós-menopausadas. Aproximadamente metade dos casos é associada com infecção por Chlamydia trachomatis. A cervicite folicular é diagnosticada em cerca de 0,5% dos esfregaços cervicais. Amostras citológicas: linfócitos em diferentes estágios de maturação predominantemente inativados e podem apresentar mitoses. Identificam-se ainda macrófagos de corpos tingíveis (contendo linfócitos degenerados intracitoplasmáticos) e às vezes capilares. CERVICITE FOLICULAR COLETA MATERIAL CLÍNICO CHLAMYDIA TRACHOMATIS Não realizar em período menstrual; Não usar pomadas vaginais em 48 hs; Não ter relações sexuais em 24 hs; Não realizar exame ultrassonográfico transvaginal em 24 hs Colher pela manhã; Banho Teste rápido Swab ponta algodão; Alginato de cálcio; Dacron Cultura: coleta em meio específico (dulbecco) Coleta com ou sem espéculo COLETA MATERIAL CLÍNICO CHLAMYDIA TRACHOMATIS COLETA - CHLAMYDIA TRACHOMATIS É recomendado o teste seja realizado logo após a coleta. Se não for possível, colocar o swab em tubo de transporte seco - armazenado de 4 a 6 hs em temperatura ambiente ou 24 a 72 horas em geladeira; A urina - armazenada por 24 horas em geladeira (2 a 8ºC), não congelar. Toda amostra deverá estar em temperatura ambiente antes do teste. COLETA - CHLAMYDIA TRACHOMATIS https://www.google.com.br/url?sa=i&rct=j&q=&esrc=s&source=images&cd=&cad=rja&uact=8&ved=0ahUKEwiguo63z6_LAhVDF5AKHfBmCrwQjRwIBw&url=https%3A%2F%2Fwww.lookfordiagnosis.com%2Fmesh_info.php%3Fterm%3Dchlamydia%2Btrachomatis%26lang%3D3&psig=AFQjCNFwxtC6sr5gt6xJCp4YstL_aK-2vw&ust=1457475978532866 DIAGNÓSTICO LABORATORIAL Pesquisa de antígeno: Técnica imunoenzimática http://www.google.com.br/url?sa=i&rct=j&q=&esrc=s&frm=1&source=images&cd=&cad=rja&uact=8&ved=0ahUKEwiA0anKw-rKAhVIvJAKHVfcBagQjRwIBw&url=http%3A%2F%2Fwww.interlabdist.com.br%2Fprodutos%2Fmostra_produto%2F484%2Ckit-para-detecaao-do-antageno-de-clamadia&psig=AFQjCNEH692mU85I7AhrwUrdH47Xq0f1zQ&ust=1455102017195163 Cultura de células; Sorologia; Técnicas moleculares – PCR (Pesquisa de DNA) DIAGNÓSTICO LABORATORIAL NEISSERIA GONORRHOEAE http://www.google.com.br/url?sa=i&rct=j&q=&esrc=s&frm=1&source=images&cd=&cad=rja&uact=8&ved=0ahUKEwi43uuG7OrKAhUHgZAKHZ2dC_4QjRwIBw&url=http%3A%2F%2Fwww.sciencepicture.co%2Fimages%2F1523%2FNeisseria-gonorrhoeae-Bacteria.html&bvm=bv.113943665,d.Y2I&psig=AFQjCNGap6cU_qrNp2b2oZtjWvLmIKMSpA&ust=1455112868106098 1879 – Albert Neisser; Diplococo gram-negativo; Sem cápsula; Sensível a condições ambientais; DST; Único hospedeiro: homem; Não fermentador NEISSERIA GONORRHOEAE / GONOCOCO Múltiplos parceiros; Jovens: 15-24 anos; Rn: aplicação profilática: nitrato de prata / eritromicina NEISSERIA GONORRHOEAE / GONOCOCOhttp://www.google.com.br/url?sa=i&rct=j&q=&esrc=s&frm=1&source=images&cd=&cad=rja&uact=8&ved=0ahUKEwiYveDp6-rKAhULI5AKHRxRCeIQjRwIBw&url=http%3A%2F%2Fwww.cdc.gov%2Famd%2Fproject-summaries%2Ftreating-gonorrhea-threat.html&bvm=bv.113943665,d.Y2I&psig=AFQjCNEL7HXGEZoILQW7CHYFk2ogdnN0Vw&ust=1455110716901990 INFECÇÕES GONOCÓCICAS Mulheres – cervicite (10 – 20% evolui para DIP), corrimento urinário, disúria (50% assintomáticas); Homens – uretrite: corrimento purulento, disúria e algúria; A infecção pode se estender para próstata, vesícula seminal e epidídimo; RN: conjuntiva – oftamia neonatal Proctite, faringite: assintomáticas ou infecções brandas Bacterioscópico - coloração de Gram Secreções: uretral, cervical, orofaríngea,retal ou conjuntival; Homem: urina 1°jato DGN: início da doença: fagocitados Mulheres - material clínico presença de DGN. DIAGNÓSTICO LABORATORIAL NEISSERIA GONORRHOEAE / GONOCOCO http://www.google.com.br/url?sa=i&rct=j&q=&esrc=s&frm=1&source=images&cd=&cad=rja&uact=8&ved=0ahUKEwiAprbU4urKAhVJQ5AKHewUAlMQjRwIBw&url=http%3A%2F%2Fmicrobeonline.com%2Fneisseria-gonorrhoeae-properties-disease-pathogenesis-and-laboratory-diagnosis%2F&psig=AFQjCNFtwxePp5MjkpEgLn2TpD0C0J0clw&ust=1455110348735553 http://www.google.com.br/url?sa=i&rct=j&q=&esrc=s&frm=1&source=images&cd=&cad=rja&uact=8&ved=0ahUKEwjvooLr4urKAhXHIJAKHfNZD-gQjRwIBw&url=http%3A%2F%2Fwww.medscape.com%2Fviewarticle%2F804612&psig=AFQjCNFtwxePp5MjkpEgLn2TpD0C0J0clw&ust=1455110348735553 NEISSERIA GONORRHOEAE / GONOCOCO http://www.google.com.br/url?sa=i&rct=j&q=&esrc=s&frm=1&source=images&cd=&cad=rja&uact=8&ved=0ahUKEwjm-tuO5OrKAhWDfZAKHSv_CgYQjRwIBw&url=http%3A%2F%2Fhit-micrscopewb.hc.msu.edu%2FMicrobiology%2FLab%2FS2-Geni_Image_21.html&bvm=bv.113943665,d.Y2I&psig=AFQjCNEL7HXGEZoILQW7CHYFk2ogdnN0Vw&ust=1455110716901990 Meio seletivo em Thayer-Martin (vancomicina, colistina e trimetropim / nistatina); 35 – 37°C; 5% CO2; Colônias suspeitas 0,5 – 1 mm: Coloração de Gram, tiras de oxidase, catalase DIAGNÓSTICO LABORATORIAL NEISSERIA GONORRHOEAE / GONOCOCO http://www.google.com.br/url?sa=i&rct=j&q=&esrc=s&frm=1&source=images&cd=&cad=rja&uact=8&ved=0ahUKEwi3pPKA4-rKAhUDg5AKHbx8BhMQjRwIBw&url=http%3A%2F%2Ffundacionio.org%2Fimg%2Fbacteriology%2Fcont%2FNeisseria_gonorrhoeae.html&bvm=bv.113943665,d.Y2I&psig=AFQjCNHlZrNGbAYXbLAl795kjrKuGnV_BA&ust=1455110450728862 http://www.google.com.br/url?sa=i&rct=j&q=&esrc=s&frm=1&source=images&cd=&cad=rja&uact=8&ved=0ahUKEwi3pPKA4-rKAhUDg5AKHbx8BhMQjRwIBw&url=http%3A%2F%2Fwww.biomerieux-culturemedia.com%2Fproduct%2F50-chocolate-agar-polyvitex-vcat3&bvm=bv.113943665,d.Y2I&psig=AFQjCNHlZrNGbAYXbLAl795kjrKuGnV_BA&ust=1455110450728862 TRATAMENTO Cefalosporinas amplo espectro; Esquema duplo: fluoriquinolonas e eritromicina; Ampicilina e tetraciclina: não são mais recomendadas VÍRUS HERPES GENITALIS DST Contato sexual (inclusive sexo oral), contato direto c/ lesões ou c/ objetos contaminados; Vírus DNA Agente etiológico: Herpes vírus tipo 2 (85%) 15% Herpes vírus tipo 1 Quadro infeccioso primário: assintomático, febre, mialgia e cefaléia; http://www.google.com.br/url?sa=i&rct=j&q=&esrc=s&frm=1&source=images&cd=&cad=rja&uact=8&ved=0ahUKEwjxgZuy7q7LAhWFxpAKHVgBDRkQjRwIBw&url=http%3A%2F%2Fbatalhapelavida.blogspot.com%2F2012%2F09%2Fuma-pesquisa-relevante-sobre-encefalite.html&bvm=bv.116274245,d.Y2I&psig=AFQjCNGgjf4Jnasx6rVc-jUAt8Bi6UoAqQ&ust=1457449953605005 VÍRUS HERPES GENITALIS Exame clínico : Fase aguda: Vulva: Lesões cutâneas e mucosas sob a forma de pápulas ou vesículas que se rompem na sua evolução, com consequente desenvolvimento de erosões. Colo do útero as lesões são menos evidentes. ALTERAÇÕES CELULARES Esfregaço: alterações nas células escamosas parabasais, metaplásicas imaturas e endocervicais; Citomegalia (aumento da célula como um todo) e cariomegalia (aumento nuclear); Núcleo: aspecto fosco, devido a alterações da estrutura cromatina e membrana nuclear espessa. VÍRUS HERPES GENITALIS Multinucleação com amoldamento nuclear e às vezes inclusões intranucleares. O citoplasma é denso, opaco, devido a alterações do citoesqueleto e à necrose por coagulação. VÍRUS HERPES GENITALIS ALTERAÇÕES CELULARES VÍRUS HERPES GENITALIS http://www.google.com.br/url?sa=i&rct=j&q=&esrc=s&frm=1&source=images&cd=&ved=0ahUKEwjesqWd8a7LAhUGI5AKHQsYCHAQjRwIBw&url=http%3A%2F%2Fwww.ebah.com.br%2Fcontent%2FABAAAAGZYAE%2Fpequeno-atlas-citopatologia&psig=AFQjCNFiQ3TWPu6aInlxdbIGDS_FowogBg&ust=1457450733042854 http://www.google.com.br/url?sa=i&rct=j&q=&esrc=s&frm=1&source=images&cd=&cad=rja&uact=8&ved=0ahUKEwjNlbS08a7LAhVJh5AKHaGXA9QQjRwIBw&url=http%3A%2F%2Fwww.ebah.com.br%2Fcontent%2FABAAAAGZYAE%2Fpequeno-atlas-citopatologia&psig=AFQjCNFiQ3TWPu6aInlxdbIGDS_FowogBg&ust=1457450733042854 VÍRUS HERPES GENITALIS http://www.google.com.br/url?sa=i&rct=j&q=&esrc=s&frm=1&source=images&cd=&cad=rja&uact=8&ved=0ahUKEwjtlf397a7LAhXIi5AKHZ93ABMQjRwIBw&url=http%3A%2F%2Fcomoquitarelherpes.com%2Fcomo-prevenir-los-herpes-genitales-y-labiales%2F&psig=AFQjCNFwOCDi2Qef8IXtB0GilnVqilumwA&ust=1457449850531752 http://www.google.com.br/url?sa=i&rct=j&q=&esrc=s&frm=1&source=images&cd=&cad=rja&uact=8&ved=0ahUKEwjakrnx7q7LAhUFmJAKHSZqAAEQjRwIBw&url=http%3A%2F%2Fpediatravirtual.net%2Fherpes-genital-na-gestacao-riscos%2F&bvm=bv.116274245,d.Y2I&psig=AFQjCNGgjf4Jnasx6rVc-jUAt8Bi6UoAqQ&ust=1457449953605005 CASO CLÍNICO - 1 1 – Uma mulher 19 anos, procurou o ginecologista devido à ocorrência de dor na parte inferior do abdome de 2 dias de duração e corrimento vaginal amarelado e purulento há 4 dias, por ocasião do último dia do período menstrual. Teve relação sexual com 2 parceiros no mês anterior, e um novo parceiro 10 dias antes de comparecer a consulta. Estado febril: 37,5°C, hipersensibilidade no exame pélvico lado E e D, dor ao urinar. O médico solicitou exame de cultura para bactérias de secreção vaginal que após 7 dias obteve-se resultado Negativo. Cultura para Neisseria gonorrhoeae – NEGATIVA Qual micro-organismo poderíamos suspteitar? CASO CLÍNICO - 1 RESPOSTA CASO 1 Cultura de células: Chlamydia trachomatis – POSITIVA Diagnóstico: DIP – Salpingite – inflamação do útero, trompas uterinas e tecidos em anexos. CASO CLÍNICO 2 – Mulher 28 anos, corrimento vaginal abundante, coloração cinza-esbranquiçado, fina e homogênia, odor fétido há 6 dias. Paciente sexualmente ativa, único parceiro. Exame pélvico normal. pH Vaginal: 5,5 (elevado) CASO CLÍNICO O médico solicitou alguns exames laboratoriais e obteve os seguintes resultado: Bacterioscópico: células epiteliaIs com a presença de clue cells Ausência de polimorfonuclear Ausência de flora bacteriana CASO CLÍNICO - 2 Resposta: Vaginose bacteriana Gardnerella vaginalis CASO CLÍNICO - 2 Paciente com 29 anos procurou seu ginecologista com sintomas: corrimento esbranquiçado, espesso, prurido intenso, irritação vulvovaginal e disúria. Relata usar calça apertada e anticoncepcional com frequência. O médico solicitou cultura, bacterioscópico e exame direto á fresco. Qual micro-organismo está associado com esses sintomas? O que se espera encontrar nesses exames pedido pelo médico? CASO CLÍNICO - 3