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Atividade de Extensão: Integração de Competências Para Transformar o Eu, o Outro e 
a Sociedade 
 
Erradicação da pobreza 
"Empoderamento e Inclusão Social: Caminhos para a Erradicação da Pobreza" 
 
 
Descrevam a comunidade 
 
A comunidade enfrenta desigualdades sociais significativas, com uma grande parte da 
população vivendo abaixo da linha da pobreza. O acesso a serviços básicos como 
saúde, educação e infraestrutura ainda é limitado em algumas áreas, principalmente 
em bairros periféricos. Taxas elevadas de desemprego e falta de oportunidades de 
qualificação profissional são fatores que perpetuam a pobreza. 
 
 
Questões que Faltam Responder: 
1. Como a comunidade pode ser engajada de forma contínua em iniciativas 
culturais e educacionais? 
2. Quais são as principais barreiras sociais que dificultam a participação ativa dos 
moradores nas iniciativas de erradicação da pobreza? 
3. Qual é a receptividade da população local em relação a programas de 
capacitação profissional e educação para o trabalho? 
4. Como medir o impacto direto das atividades culturais na redução das 
desigualdades sociais e na melhoria da qualidade de vida? 
5. Qual seria o modelo mais eficiente de apoio ao microempreendedorismo local, 
considerando as limitações econômicas da comunidade? 
6. Qual é a real percepção da comunidade sobre a relação entre acesso à cultura e 
redução da pobreza? 
7. Como envolver efetivamente os líderes comunitários e os parceiros locais (como 
escolas e unidades de saúde) nas ações de inclusão social e capacitação 
profissional? 
 
 
 
 
Fontes de Informação para Investigar: 
 
IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística): Dados censitários e 
socioeconômicos atualizados sobre a população de Passos, MG, como renda, educação e 
condições de vida, para compreender o perfil da comunidade e suas necessidades. 
 
Pesquisa de Campo (Entrevistas e Questionários): Realização de entrevistas com 
moradores, líderes comunitários, e profissionais de saúde e educação para entender 
melhor as necessidades e demandas da população local. 
 
Relatórios e Estudos Locais: Relatórios de ONGs, instituições de pesquisa e 
universidades que já atuam na cidade de Passos ou em regiões semelhantes, fornecendo 
dados sobre pobreza, inclusão social e programas culturais. 
 
Secretarias Municipais (Educação, Saúde, Assistência Social): Informações sobre 
programas já existentes na cidade, como programas de capacitação, saúde pública e 
educação que possam ser complementados ou aprimorados pelo projeto. 
 
Organizações e Instituições Parceiras: Consultar empresas de logística, ONGs de 
desenvolvimento social e centros culturais locais, que podem fornecer informações 
práticas sobre as necessidades da comunidade e as possíveis soluções para erradicação 
da pobreza. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
DESCOBERTA DE PESQUISAS 
 
 
Recursos: 
• No local de intervenção, existem várias parcerias com organizações locais, como 
farmácias e unidades de saúde, que poderão ser utilizadas para o programa de 
coleta de medicamentos vencidos. 
• A comunidade possui acesso a canais de comunicação, como escolas e centros 
comunitários, que podem ser explorados para campanhas educativas. 
• Além disso, há o apoio de empresas de logística reversa, que poderão garantir o 
descarte correto dos resíduos farmacêuticos. 
Barreiras: 
• A falta de conscientização sobre o descarte adequado de medicamentos entre os 
moradores é uma das principais barreiras. 
• A resistência em mudar hábitos arraigados de descarte inadequado, como jogar 
medicamentos no lixo comum ou descartá-los na natureza. 
• Limitações financeiras podem afetar a execução de algumas etapas, como a 
criação de pontos de coleta e a ampliação das campanhas educativas. 
Alternativas de solução: 
• Criar uma rede de pontos de coleta em locais estratégicos, como farmácias, 
unidades de saúde e escolas. 
• Realizar campanhas educativas contínuas para aumentar a conscientização sobre 
os danos do descarte inadequado de medicamentos. 
• Buscar parcerias com empresas locais e ONGs para viabilizar recursos para a 
implementação e monitoramento das ações. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 OBJETIVOS 
 
Observar o comportamento das pessoas na comunidade durante a realização das 
campanhas educativas, focando no impacto do conhecimento sobre o descarte 
responsável de medicamentos. Também é importante registrar o processo de 
instalação de pontos de coleta e a participação da população. 
 
Colaboradores: 
 
Membros da comunidade local, como líderes comunitários, profissionais de saúde e 
representantes de farmácias, que estarão envolvidos nas campanhas e monitoramento 
das ações. 
 
Voluntários das escolas e unidades de saúde para ajudar a registrar as interações 
durante as campanhas. 
 
Locais: 
 
Farmácias e unidades de saúde onde serão implementados os pontos de coleta de 
medicamentos. 
 
Escolas e centros comunitários, que servirão de espaços para as campanhas educativas. 
 
Áreas de grande circulação, como praças e mercados locais, para observar a adesão e 
conscientização do público. 
 
 
 
OBJETIVOS 
 
Compreender o nível de conscientização da comunidade sobre os riscos e impactos do 
descarte inadequado de medicamentos, identificando o conhecimento atual sobre a 
questão. 
 
Identificar os hábitos de descarte de medicamentos dos moradores da comunidade, 
focando em como e onde eles descartam medicamentos vencidos ou não utilizados. 
 
Avaliar a receptividade da população à criação de pontos de coleta e à realização de 
campanhas educativas sobre o descarte responsável de medicamentos. 
 
Obter sugestões sobre como melhorar as campanhas educativas e os pontos de coleta 
para garantir maior adesão e impacto na comunidade. 
 
Mapear as principais preocupações e barreiras que a comunidade vê em relação ao 
descarte correto de medicamentos, como falta de informações ou dificuldades 
logísticas. 
 
Segmentos da População: 
1. Moradores da comunidade: Foco em adultos e idosos, que são os principais 
responsáveis pelo descarte de medicamentos em suas residências. Esse segmento 
é crucial para entender os hábitos de descarte e o nível de conscientização sobre 
o tema. 
2. Profissionais de saúde: Farmacêuticos, médicos e enfermeiros que atuam nas 
unidades de saúde locais. Eles têm um papel fundamental na orientação dos 
pacientes sobre o descarte correto de medicamentos e podem fornecer insights 
valiosos sobre a eficácia das campanhas. 
3. Proprietários de farmácias e drogarias: Este segmento é importante para 
entender como os pontos de coleta podem ser implementados e como os 
estabelecimentos comerciais podem colaborar com a iniciativa. 
Aplicação do Questionário: 
Os questionários serão aplicados de forma presencial, nas seguintes situações: 
• Nos bairros locais: Durante campanhas educativas em praças e centros 
comunitários, com um time de voluntários abordando os moradores em horários 
de maior circulação, como nos fins de semana e durante eventos comunitários. 
• Nas unidades de saúde e farmácias: Profissionais de saúde serão abordados 
durante o expediente, e os moradores serão convidados a responder ao 
questionário enquanto aguardam atendimento. Será estabelecido um período 
específico para a coleta de dados, por exemplo, durante uma semana de 
campanhas educativas. 
 
Aspectos que confirmaram o que você já sabia: 
• A maioria da comunidade acredita na importância da inclusão social para a 
erradicação da pobreza, como esperado. 
• Programas de capacitação profissional e acesso à educação foram identificados 
como as ações mais eficazes para reduzir a pobreza. 
• A alta adesão à ideia de empoderamento feminino como essencial para 
combater a pobreza. 
Aspectos surpreendentes ou contraditórios: 
• Foi surpreendente o alto número de pessoas que já participaram de programas 
sociais e a importância positiva atribuídaa esses programas, apesar da 
percepção de desafios econômicos e sociais ainda presentes. 
• Uma contradição interessante surgiu na resposta sobre os maiores desafios 
para a inclusão social, onde as respostas apontaram a "falta de acesso a 
programas sociais" como uma das principais barreiras, mas muitos 
participantes já demonstraram estar envolvidos em tais programas. 
 
 
Conclusões 
 
A pesquisa revelou que a maioria da comunidade reconhece a inclusão social como 
essencial para a erradicação da pobreza e acredita no empoderamento das mulheres 
como um fator-chave para combater essa questão. No entanto, mesmo com a adesão a 
programas sociais, a falta de acesso e a desigualdade econômica continuam a ser 
barreiras significativas para a superação da pobreza. As respostas também destacaram 
que, embora os programas de capacitação profissional e acesso à educação sejam 
vistos como eficazes, ainda há uma grande demanda por mais oportunidades e 
recursos para a implementação dessas soluções. 
 
Essas descobertas indicam que, embora a conscientização sobre os problemas e 
soluções esteja presente, a implementação de soluções de forma abrangente e 
acessível ainda é um desafio. 
Impacto da solução nas pessoas: 
A solução terá um impacto significativo na vida das pessoas, principalmente no que se 
refere à autossuficiência e melhoria das condições de vida. Ao fornecer capacitação 
profissional e educação comunitária, as pessoas terão acesso a ferramentas e 
habilidades essenciais para melhorar sua empregabilidade e gerar renda. As redes de 
apoio social facilitarão o acesso a serviços de saúde, educação e emprego, criando um 
ambiente de apoio contínuo e reduzindo a exclusão social. Além disso, ao incentivar o 
empreendedorismo local, as pessoas poderão iniciar pequenos negócios, o que 
resultará na geração de empregos e fortalecerá a economia da comunidade. Esse 
conjunto de ações pode quebrar o ciclo da pobreza e proporcionar um futuro mais 
sustentável para os indivíduos e suas famílias. 
 
Consequências indesejadas: 
Uma consequência indesejada pode ser a dificuldade de adaptação de algumas 
pessoas aos programas de capacitação. Algumas pessoas podem ter dificuldades de 
acesso à tecnologia ou enfrentam barreiras culturais ou psicológicas que dificultam 
sua participação plena. Além disso, a saturação de recursos locais pode ser um desafio, 
especialmente se o número de participantes for maior do que o esperado, o que pode 
afetar a qualidade dos serviços oferecidos. Também há o risco de que, se a rede de 
apoio social não for bem estruturada, algumas pessoas possam ficar à margem dos 
benefícios, o que poderia gerar frustração e aumentar a desigualdade social. 
 
 
 
O que aprendi ao falar com as pessoas: 
 
Durante as conversas com a comunidade, ficou claro que muitos moradores têm 
dúvidas sobre a aplicabilidade das soluções propostas, especialmente em relação ao 
acesso aos programas de capacitação e microcrédito. Alguns mencionaram que, 
embora o interesse seja alto, a falta de clareza sobre como participar e quais os 
requisitos necessários os impede de se engajar ativamente. Além disso, a necessidade 
de mais opções presenciais foi destacada, já que muitos não têm fácil acesso a 
plataformas digitais para participar das atividades online. 
 
Ajustes necessários na solução: 
 
Comunicação mais clara sobre como se inscrever e quais os requisitos para os 
programas de capacitação e microcrédito. Criar material explicativo simples e fácil de 
entender, talvez com vídeos e tutoriais, e divulgar amplamente nos pontos de encontro 
comunitários. 
 
Incluir mais opções presenciais, além de online, para que a capacitação e os cursos de 
finanças pessoais sejam acessíveis a todos, especialmente para aqueles sem acesso 
constante à internet. 
 
Fortalecer o apoio pós-capacitação, oferecendo mentoria contínua para os 
participantes que querem empreender, com uma rede de mentores locais para 
orientação prática. 
 
Esses ajustes podem aumentar a adesão ao projeto, melhorar a eficiência da 
comunicação e garantir que a solução seja mais acessível e eficiente para todos os 
membros da comunidade.

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