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Curso
	COMUNICACAO, LIDERANCA E NEGOCIACAO
	Teste
	QUESTIONÁRIO UNIDADE II
	Iniciado
	22/03/26 21:55
	Status
	Completada
	Resultado da tentativa
	2,5 em 2,5 pontos  
	Resultados exibidos
	Todas as respostas, Respostas enviadas, Respostas corretas, Comentários, Perguntas respondidas incorretamente
· Pergunta 1
0,25 em 0,25 pontos
	
	
	
	Uma empresa de tecnologia seleciona uma coordenadora para uma equipe multidisciplinar sob pressão constante. No processo, aplica um inventário Big Five (NEO-PI-R) e obtém: alta extroversão, alta conscienciosidade, baixo neuroticismo, abertura elevada e agradabilidade intermediária. A diretoria considera usar apenas esse resultado para decidir a contratação, alegando que meta-análises mostram relação entre traços e liderança. Qual alternativa expressa o uso correto desse diagnóstico e sua limitação conceitual? 
	
	
	
	
		Resposta Selecionada:
	a. 
O Big Five fornece evidência adicional sobre propensão à emergência e eficácia (especialmente extroversão e conscienciosidade), mas não substitui avaliações comportamentais e de desempenho em contexto real; traços ajudam a entender predisposições, não a prescrever como agir em situações específicas.  
	Respostas:
	a. 
O Big Five fornece evidência adicional sobre propensão à emergência e eficácia (especialmente extroversão e conscienciosidade), mas não substitui avaliações comportamentais e de desempenho em contexto real; traços ajudam a entender predisposições, não a prescrever como agir em situações específicas.  
	
	b. 
O Big Five é irrelevante para liderança; processos seletivos devem ignorar traços e focar apenas em tempo de casa e reputação informal. 
	
	c. 
O Big Five determina, com boa precisão, quem será líder eficaz; basta contratar a candidata, pois traços são diretrizes operacionais suficientes para situações concretas.
	
	d. 
O Big Five é útil apenas se houver um “perfil ideal” fixo de liderança; sem isso, os resultados devem ser descartados por falta de validade. 
	
	e. 
O Big Five é suficiente desde que combinado com a Grade Gerencial 9,9, pois ambos descrevem a mesma coisa (personalidade), dispensando entrevistas e avaliação de projetos. 
	Comentário da resposta:
	Resposta: A 
Comentário: A literatura reconhece associações empíricas entre traços e liderança (com destaque para extroversão e conscienciosidade) e mostra o uso do inventário como insumo mensurável para reduzir decisões baseadas apenas em impressão. Porém, enfatiza que abordagens de traços “pecam” quando ignoram contexto e experiência e quando se espera delas orientação prática de conduta. A aplicação robusta, portanto, combina instrumentos psicométricos com evidências comportamentais e desempenho em situações que revelem repertório de ação, evitando transformar predisposição em garantia de eficácia. 
	
	
	
· Pergunta 2
0,25 em 0,25 pontos
	
	
	
	Uma indústria enfrenta atrasos e conflitos entre setores. Três candidatos internos são avaliados pela Grade Gerencial de Blake e Mouton: Paulo (9,1), Juliana (5,5) e Renata (9,9). A diretoria deseja escolher “o melhor estilo” para qualquer cenário futuro e adotar o modelo como manual de ação. Qual alternativa articula corretamente a utilidade do instrumento e sua limitação principal?
	
	
	
	
		Resposta Selecionada:
	c. 
O modelo é útil para tornar estilos observáveis e treináveis (metas, monitoramento, feedback, suporte), favorecendo diagnóstico e reflexão; porém não fornece critérios precisos para decidir, em cada contexto específico, a prioridade entre produção e pessoas, exigindo complementação por abordagens sensíveis ao contexto. 
	Respostas:
	a. 
O modelo prescreve com precisão quando priorizar tarefa ou relacionamento; por isso pode ser aplicado mecanicamente como manual universal. 
	
	b. 
O modelo é inútil porque descreve apenas rótulos; não serve nem para diagnóstico nem para desenvolvimento. 
	
	c. 
O modelo é útil para tornar estilos observáveis e treináveis (metas, monitoramento, feedback, suporte), favorecendo diagnóstico e reflexão; porém não fornece critérios precisos para decidir, em cada contexto específico, a prioridade entre produção e pessoas, exigindo complementação por abordagens sensíveis ao contexto. 
	
	d. 
O modelo é válido somente se todos os líderes forem 9,9; quaisquer outros perfis devem ser excluídos do quadro, pois não há utilidade prática para desenvolvimento. 
	
	e. 
O modelo resolve o problema de conflitos porque substitui a necessidade de negociação; basta posicionar cada gestor na grade e seguir o quadrante correspondente. 
	Comentário da resposta:
	Resposta: C 
Comentário: A Grade Gerencial marca a transição para o foco em comportamentos (o que líderes fazem) e facilita programas de desenvolvimento ao explicitar repertórios treináveis. A limitação destacada no texto é justamente a ausência de critérios finos para escolher a ênfase (tarefa vs. relacionamento) em situações particulares, o que pode levar a uso rígido. Assim, o instrumento funciona bem como lente diagnóstica e linguagem de discussão, mas não como regra automática de decisão. 
	
	
	
· Pergunta 3
0,25 em 0,25 pontos
	
	
	
	Em um projeto crítico de software para um grande cliente financeiro, a situação é altamente favorável, segundo Fiedler: relações líder-membro boas, tarefa estruturada e alto poder de posição. Dois candidatos: Carlos (LPC baixo, orientado à tarefa) e Helena (LPC alto, orientada ao relacionamento). Paralelamente, a mesma empresa enfrenta um hotfix de segurança com janela curtíssima, e depois inicia a arquitetura de um novo sistema antifraude (problema complexo, pouco estruturado e dependente de comprometimento). Considerando Fiedler e Vroom-Yetton-Jago, qual alternativa combina corretamente: 
(i) a escolha do líder no projeto favorável e  
(ii) o processo decisório nos dois episódios (hotfix vs. arquitetura)? 
	
	
	
	
		Resposta Selecionada:
	b. 
(i) Carlos; (ii) decisão autônoma no hotfix e facilitação/decisão conjunta no desenho da arquitetura antifraude.
	Respostas:
	a. 
(i) Helena; (ii) decisão em grupo nos dois episódios, pois qualidade sempre aumenta com participação máxima.
	
	b. 
(i) Carlos; (ii) decisão autônoma no hotfix e facilitação/decisão conjunta no desenho da arquitetura antifraude.
	
	c. 
(i) Carlos; (ii) decisão autônoma no hotfix e também na arquitetura antifraude, pois ambos são problemas técnicos.
	
	d. 
(i) Helena; (ii) consulta individual no hotfix e delegação ampla na arquitetura, para reduzir burocracia.
	
	e. 
(i) independe do estilo, pois em situação favorável qualquer líder terá o mesmo desempenho; (ii) o modelo normativo recomenda sempre delegar para aumentar buy-in. 
	Comentário da resposta:
	Resposta: B 
Comentário: Pelo modelo de contingência, em situações muito favoráveis (como a descrita), líderes orientados à tarefa tendem a performar melhor, porque o ambiente já oferece controle e estrutura, e o foco na execução maximiza resultados. No modelo normativo, o hotfix combina urgência alta e tarefa estruturada com solução conhecida, o que favorece decisão centralizada para ganhar tempo. Já a arquitetura antifraude exige exploração de alternativas e comprometimento prolongado; nesse caso, processos participativos elevam qualidade e aceitação, e a liderança atua facilitando a deliberação técnica em grupo. 
	
	
	
· Pergunta 4
0,25 em 0,25 pontos
	
	
	
	Em um incidente crítico de rede, um líder técnico percebe sinais claros de que está prestes a decidir de modo impulsivo. Ele interrompe por alguns segundos, explicita o status para o time e redistribui tarefas de forma objetiva para reduzir sobrecarga. Qual interpretação descreve com maior precisão o conjunto de competências mobilizadas nesse microepisódio, distinguindo-as de ações meramente “procedimentais”? 
	
	
	
	
		Resposta Selecionada:
	b. 
Predominam autoconsciência e regulação (no sentido de manejar o próprio estado para preservar qualidade decisória), com desdobramento operacional na coordenação do time; a pausa funciona como mecanismo deliberado de controlede impulso e redução de carga cognitiva. 
	Respostas:
	a. 
Predominam habilidades sociais, pois redistribuir tarefas é, por definição, influência interpessoal; não há relação relevante com autoconsciência. 
	
	b. 
Predominam autoconsciência e regulação (no sentido de manejar o próprio estado para preservar qualidade decisória), com desdobramento operacional na coordenação do time; a pausa funciona como mecanismo deliberado de controle de impulso e redução de carga cognitiva. 
	
	c. 
Predomina empatia, pois comunicar status é essencialmente uma resposta ao estado emocional alheio, e não ao próprio. 
	
	d. 
Predomina automotivação, pois persistir em incidentes críticos é sempre um caso de motivação intrínseca; redistribuir tarefas é consequência automática.
	
	e. 
Predomina percepção emocional do outro, pois a decisão de pausar depende principalmente de ler sinais de tensão na equipe, não em si. 
	Comentário da resposta:
	Resposta: B 
Comentário: O gatilho central é a leitura do próprio estado interno sob pressão e o uso intencional de uma pausa para impedir que esse estado dirija escolhas técnicas precipitadas. A redistribuição de tarefas não é só “gestão de fila”: atua como estratégia para reduzir sobrecarga, preservar atenção e manter a comunicação inteligível em situação de risco. O elemento diferenciador é o controle do impulso ancorado em autoconsciência e manejo consciente do estado emocional como variável do processo decisório. 
	
	
	
· Pergunta 5
0,25 em 0,25 pontos
	
	
	
	Um gerente lidera um time distribuído entre Índia, Alemanha e Brasil. Em reuniões síncronas, percebe que parte do time evita confrontos diretos e responde de modo muito contido. Ele cria canais assíncronos (documentos compartilhados e fóruns internos) para coletar objeções e sugestões sem exposição pública, e usa esse material para consolidar decisões. Qual alternativa descreve de forma mais rigorosa o que está sendo “ajustado” nesse arranjo e por que isso não se reduz a “ser gentil”?
	
	
	
	
		Resposta Selecionada:
	b. 
Trata-se de empatia aplicada a diferenças culturais e de habilidades sociais orientadas a coordenação; ao mudar o formato de contribuição, ele reduz ruídos de interpretação, amplia participação informacional e preserva a substância técnica das decisões. 
	Respostas:
	a. 
Trata-se apenas de agradabilidade: o gerente evita conflitos para manter harmonia, sacrificando qualidade técnica. 
	
	b. 
Trata-se de empatia aplicada a diferenças culturais e de habilidades sociais orientadas a coordenação; ao mudar o formato de contribuição, ele reduz ruídos de interpretação, amplia participação informacional e preserva a substância técnica das decisões. 
	
	c. 
Trata-se de autocontrole: ele controla a vontade de discutir ao vivo; a mudança de canal é irrelevante para a colaboração.
	
	d. 
Trata-se de automotivação: ele cria fóruns porque tem entusiasmo intrínseco; o efeito é sobretudo individual, não coletivo. 
	
	e. 
Trata-se de percepção emocional no sentido restrito (detectar emoções), sem impacto sobre processos decisórios, já que decisões técnicas independem de como as pessoas se expressam. 
	Comentário da resposta:
	Resposta: B 
Comentário: O ajuste não é cosmético. Ele redesenha o mecanismo de obtenção de informação e de discordância em contexto multicultural, onde sinais e normas de fala podem produzir concordância apenas aparente. Ao criar vias de feedback com menor custo social, o líder aumenta a probabilidade de que riscos e alternativas técnicas entrem no debate antes da decisão. Isso combina empatia (entender o padrão comunicativo do outro) com gestão de relacionamentos e processos (habilidades sociais), visando precisão e cooperação, não apenas cordialidade. 
	
	
	
· Pergunta 6
0,25 em 0,25 pontos
	
	
	
	Uma equipe passou por treinamento em competências emocionais. Em uma semana com acúmulo de tickets críticos, a supervisora identifica irritação e cansaço, alterna tarefas menos intensas, envia reconhecimentos, cria uma pausa coletiva breve e adia entregas não urgentes. Em paralelo, em uma investigação de ransomware, o responsável percebe ansiedade crescente e institui checkpoints curtos focados em progresso e clareza, sem culpabilização. Qual alternativa formula corretamente o princípio comum que conecta essas duas intervenções e sua dependência funcional? 
	
	
	
	
		Resposta Selecionada:
	d. 
Ambas são exemplos de regulação emocional orientada a objetivos coletivos; para funcionar, requerem percepção acurada do estado do grupo e compreensão dos fatores que alimentam a tensão, para então escolher ações que preservem foco e cooperação.
	Respostas:
	a. 
Ambas dependem apenas de carisma; sem carisma, qualquer tentativa de reduzir tensão gera cinismo e piora o clima.
	
	b. 
Ambas são exemplos de facilitação emocional, pois usam emoções como fonte de criatividade; tickets e ransomware são contextos cujo objetivo principal é inovar. 
	
	c. 
 Ambas são exemplos de autocontrole individual; a supervisora apenas controla suas próprias emoções, e o time se ajusta sozinho. 
	
	d. 
Ambas são exemplos de regulação emocional orientada a objetivos coletivos; para funcionar, requerem percepção acurada do estado do grupo e compreensão dos fatores que alimentam a tensão, para então escolher ações que preservem foco e cooperação.
	
	e. 
Ambas são exemplos de empatia isolada; reconhecer cansaço ou ansiedade é suficiente para melhorar métricas de uptime, independentemente de mudanças em rotinas e prioridades. 
	Comentário da resposta:
	Resposta: D 
Comentário: O núcleo é o manejo consciente do clima emocional para sustentar desempenho técnico sob estresse: reduzir escalada, tornar próximos passos previsíveis, distribuir carga e evitar que o grupo derive para culpa e desorganização. Isso exige etapas anteriores: notar sinais do grupo (percepção) e interpretar causas prováveis e consequências (compreensão) antes de intervir. As ações escolhidas (checkpoints, revezamento, pausa, adiamento seletivo) operam como controles de processo que preservam atenção, coordenação e continuidade do trabalho. 
	
	
	
· Pergunta 7
0,25 em 0,25 pontos
	
	
	
	Um especialista técnico sem cargo formal lidera, na prática, as decisões críticas de um time: pessoas o procuram espontaneamente, aceitam sua orientação e ajustam o trabalho com base no que ele recomenda. Em paralelo, o gerente formal do setor é obedecido apenas quando ameaça sanções administrativas. Qual diagnóstico é o mais consistente para explicar por que um exerce influência legítima enquanto o outro permanece dependente do organograma? 
	
	
	
	
		Resposta Selecionada:
	c. 
O especialista opera como liderança reconhecida “de baixo para cima”, pela confiança e competência percebidas; o gerente dispõe de poder formal, mas não converte esse poder em seguimento voluntário, permanecendo na esfera da autoridade nominal. 
	Respostas:
	a. 
O especialista exerce autoridade racional-legal, pois decisões técnicas são, por natureza, reguladas por normas; o gerente exerce liderança carismática por usar pressão.
	
	b. 
O especialista ocupa um tipo de autoridade tradicional, ancorada em costumes técnicos; o gerente não tem qualquer forma de autoridade, apenas um título. 
	
	c. 
O especialista opera como liderança reconhecida “de baixo para cima”, pela confiança e competência percebidas; o gerente dispõe de poder formal, mas não converte esse poder em seguimento voluntário, permanecendo na esfera da autoridade nominal. 
	
	d. 
Ambos exercem liderança, pois qualquer capacidade de induzir comportamento, mesmo por punição, equivale a liderança plena e eticamente neutra. 
	
	e. 
A diferença decorre apenas de traços de personalidade: influência legítima depende de extroversão, não de legitimidade ou confiança. 
	Comentário da resposta:
	Resposta: C 
Comentário: A distinção central não está no cargo, mas no mecanismo de legitimação. Quando a adesão ocorre por confiança e reconhecimento, a influência se sustenta mesmo na ausência de meios formais de coerção;quando depende de ameaça, a “adesão” é frágil, instrumental e tende a desaparecer assim que o controle formal enfraquece. O contraste revela que título pode produzir obediência mínima, mas não produz, por si, seguimento voluntário. 
	
	
	
· Pergunta 8
0,25 em 0,25 pontos
	
	
	
	Um diretor decide ocultar um vazamento de dados por 72 horas para evitar pânico e queda imediata no valor das ações, enquanto corre para corrigir a falha. Ele afirma que agiu “pelo bem maior”. Qual avaliação é conceitualmente mais precisa para julgar a estrutura moral do argumento, sem confundir eficácia com bondade? 
	
	
	
	
		Resposta Selecionada:
	b. 
Trata-se de ética de resultados (responsabilidade) levada ao limite, pois sacrifica um princípio de honestidade/transparência com base em consequências desejadas; a defesa só pode ser julgada avaliando danos evitados e danos gerados pela omissão, inclusive para usuários afetados. 
	Respostas:
	a. 
Trata-se de ética de princípios: a prioridade foi seguir um dever universal de proteger a organização contra danos reputacionais.
	
	b. 
Trata-se de ética de resultados (responsabilidade) levada ao limite, pois sacrifica um princípio de honestidade/transparência com base em consequências desejadas; a defesa só pode ser julgada avaliando danos evitados e danos gerados pela omissão, inclusive para usuários afetados. 
	
	c. 
Trata-se de liderança transformacional moral, pois visa elevar o nível ético dos liderados por meio de exemplo de pragmatismo. 
	
	d. 
Trata-se de liderança ética por definição, já que a correção técnica rápida torna moralmente irrelevante o modo como a comunicação foi conduzida. 
	
	e. 
Trata-se de ética de convicção, pois o diretor seguiu sua consciência e, portanto, não pode ser responsabilizado por impactos negativos.
	Comentário da resposta:
	Resposta: B 
Comentário: O raciocínio se apoia em consequências e trade-offs, não em deveres incondicionais. A escolha tenta legitimar um meio discutível (omissão temporária) por um fim supostamente protetivo. Isso exige escrutínio do que foi prevenido e do que foi criado: perda de agência dos afetados, aumento de exposição por atraso em alertas, erosão de confiança quando a verdade vier à tona e possíveis violações de obrigações regulatórias. A questão não é “funcionou?”, mas “que custos morais e sociais foram impostos para obter o resultado?”. 
	
	
	
· Pergunta 9
0,25 em 0,25 pontos
	
	
	
	Após descobrir que um fornecedor ofereceu “vantagens” para vencer uma licitação, um gestor decide instaurar um processo transparente de apuração, se afasta formalmente da decisão final porque tem vínculo anterior com o fornecedor e determina que o time registre critérios objetivos para seleção. Qual alternativa descreve, com maior rigor, o conjunto de princípios éticos e mecanismos organizacionais mobilizados nessa resposta? 
	
	
	
	
		Resposta Selecionada:
	c. 
Justiça/equidade e honestidade/transparência, articuladas com accountability: o gestor reduz risco de parcialidade real e percebida, torna auditável o processo e cria condições para responsabilização sem caça a bodes expiatórios. 
	Respostas:
	a. 
Respeito e construção de comunidade, pois o foco é preservar relações; justiça é secundária, já que a decisão será de um comitê. 
	
	b. 
Serviço e empatia, pois o gestor protege o fornecedor de exposição; honestidade é dispensável quando há risco reputacional. 
	
	c. 
Justiça/equidade e honestidade/transparência, articuladas com accountability: o gestor reduz risco de parcialidade real e percebida, torna auditável o processo e cria condições para responsabilização sem caça a bodes expiatórios. 
	
	d. 
Liderança carismática, pois o afastamento voluntário reforça a aura do líder e substitui a necessidade de governança. 
	
	e. 
Ética de convicção pura, pois qualquer consideração de consequências (reputação, prazos, custos) tornaria a decisão “impura”. 
	Comentário da resposta:
	Resposta: C 
Comentário: Há três movimentos integrados: (i) controlar o conflito de interesse para preservar imparcialidade e confiança pública interna; (ii) explicitar critérios e registrar decisões para permitir verificação e aprendizado institucional; (iii) aceitar escrutínio e responsabilidade pelo desenho do processo, em vez de decidir “a portas fechadas”. O efeito principal é impedir que a decisão dependa de confiança pessoal no gestor e transferi-la para um procedimento justificável, reduzindo espaço para favoritismo e para suspeitas corrosivas de injustiça. 
 
	
	
	
· Pergunta 10
0,25 em 0,25 pontos
	
	
	
	Em uma organização com equipes distribuídas, o líder percebe que as oportunidades de visibilidade e os feedbacks mais detalhados tendem a se concentrar nos membros que compartilham fuso e idioma com ele. O efeito colateral é queda de engajamento em quem opera “longe” e aumento de percepção de favoritismo. Qual desenho de práticas reduz esse viés sem depender de boa vontade ocasional? 
	
	
	
	
		Resposta Selecionada:
	c. 
Estabelecer 1:1 regulares com pauta técnica e de desenvolvimento para todos, reconhecer entregas pouco visíveis (documentação, mentoria, cobertura de plantão) e rotacionar deliberadamente responsabilidades críticas, com critérios explícitos de alocação. 
	Respostas:
	a. 
Manter interações espontâneas e aceitar assimetrias como inevitáveis, pois a proximidade temporal sempre será um fator dominante. 
	
	b. 
Concentrar decisões e responsabilidades críticas no núcleo próximo ao líder para minimizar risco de coordenação remota. 
	
	c. 
Estabelecer 1:1 regulares com pauta técnica e de desenvolvimento para todos, reconhecer entregas pouco visíveis (documentação, mentoria, cobertura de plantão) e rotacionar deliberadamente responsabilidades críticas, com critérios explícitos de alocação. 
	
	d. 
Usar métricas apenas de resultado final (entrega e uptime) e eliminar avaliações qualitativas, pois a objetividade elimina vieses relacionais.
	
	e. 
Aumentar o volume de reuniões gerais para compensar a distância, garantindo que todos “apareçam” com a mesma frequência. 
	Comentário da resposta:
	Resposta: C 
Comentário: O problema é estrutural: a distância cria desigualdade de exposição e de capital social. A correção eficaz exige rotinas que distribuam atenção, oportunidade e reconhecimento de forma verificável. Conversas individuais regulares evitam que o vínculo dependa de encontros casuais; reconhecimento do trabalho “invisível” impede que tarefas essenciais à continuidade sejam desvalorizadas; rotação planejada reduz concentração de poder informal e diminui a leitura de favoritismo, preservando justiça relacional e qualidade da 
	
	
	
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