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AV PEDAGOGIA NAS ORG E EDUCAÇÃO PROFISSIONAL

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"Num intervalo de pouco mais de 30 anos, o ensino superior brasileiro passou por expressivas mudanças em sua morfologia. No início dos anos 1960, contávamos com aproximadamente uma centena de instituições, a maioria delas de pequeno porte voltadas basicamente para atividades de transmissão de conhecimento, com um corpo docente fracamente profissionalizado. (...) Tal quadro contrasta fortemente com a complexa rede de estabelecimentos construída ao longo desses anos, que resultou na existência de quase um milhão de instituições, portadoras de formatos organizacionais e tamanhos variados." (Martins, Carlos Benedito. In: Revista USP, São Paulo, n.39, p. 58-82, set./nov. 1998)
A ampliação da oferta do ensino superior no Brasil entre os anos 1970 e 1980 terminou por promover
a queda da qualidade geral do ensino superior, porque qualquer democratização resulta em diminuição de qualidade.
a efetiva inclusão de uma considerável parcela da população, porque passou a oferecer cursos noturnos, o que a maioria das universidades públicas relutava em fazer.
a transformação do nível de desenvolvimento do país porque essas instituições baseavam-se em princípios cristãos como a prática da caridade.
a estagnação da economia porque direcionava a mão de obra que já ocupava lugares no mercado de trabalho para as salas de aula.
a derrocada das universidades públicas porque havia menos alunos candidatos ao ensino superior do que vagas disponíveis, levando à desinvestimentos do Estado.

Após a LDBEN, em 1997, surge o Decreto nº 2.208/97 que modificou o ensino técnico profissionalizante no Brasil.
Durante o governo de qual presidente esse decreto foi sancionado:
Fernando Henrique Cardoso.
Luiz Inácio Lula da Silva.
Tancredo Neves.
Dilma Rousseff.
João Figueiredo.

Na 1ª Lei de Diretrizes e Bases nº 4024/61, o ensino técnico:
Não fazia parte da LDB.
Tinha currículos desenvolvidos segundo os itinerários informativos.
Era direcionado à elite intelectual.
Só era ministrado pelo Senai/Senac.
Possuía os cursos nas áreas agrícola, industrial e comercial.

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Questões resolvidas

"Num intervalo de pouco mais de 30 anos, o ensino superior brasileiro passou por expressivas mudanças em sua morfologia. No início dos anos 1960, contávamos com aproximadamente uma centena de instituições, a maioria delas de pequeno porte voltadas basicamente para atividades de transmissão de conhecimento, com um corpo docente fracamente profissionalizado. (...) Tal quadro contrasta fortemente com a complexa rede de estabelecimentos construída ao longo desses anos, que resultou na existência de quase um milhão de instituições, portadoras de formatos organizacionais e tamanhos variados." (Martins, Carlos Benedito. In: Revista USP, São Paulo, n.39, p. 58-82, set./nov. 1998)
A ampliação da oferta do ensino superior no Brasil entre os anos 1970 e 1980 terminou por promover
a queda da qualidade geral do ensino superior, porque qualquer democratização resulta em diminuição de qualidade.
a efetiva inclusão de uma considerável parcela da população, porque passou a oferecer cursos noturnos, o que a maioria das universidades públicas relutava em fazer.
a transformação do nível de desenvolvimento do país porque essas instituições baseavam-se em princípios cristãos como a prática da caridade.
a estagnação da economia porque direcionava a mão de obra que já ocupava lugares no mercado de trabalho para as salas de aula.
a derrocada das universidades públicas porque havia menos alunos candidatos ao ensino superior do que vagas disponíveis, levando à desinvestimentos do Estado.

Após a LDBEN, em 1997, surge o Decreto nº 2.208/97 que modificou o ensino técnico profissionalizante no Brasil.
Durante o governo de qual presidente esse decreto foi sancionado:
Fernando Henrique Cardoso.
Luiz Inácio Lula da Silva.
Tancredo Neves.
Dilma Rousseff.
João Figueiredo.

Na 1ª Lei de Diretrizes e Bases nº 4024/61, o ensino técnico:
Não fazia parte da LDB.
Tinha currículos desenvolvidos segundo os itinerários informativos.
Era direcionado à elite intelectual.
Só era ministrado pelo Senai/Senac.
Possuía os cursos nas áreas agrícola, industrial e comercial.

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A
B
C
1 Marcar para revisão
Durante o período colonial, os
colégios jesuíticos foram as
primeiras instituições de ensino
formal no Brasil. Sua
organização curricular refletia a
estrutura social da época,
destinando diferentes níveis e
conteúdos de ensino para
indígenas, filhos de colonos e
membros da elite.
Com base no material
estudado, é correto afirmar que
o modelo educacional dos
colégios jesuíticos:
Promovia a autonomia
intelectual de todos os
estudantes, inclusive
dos povos originários.
Possuía um currículo
técnico-científico
universalista voltado
ao desenvolvimento
nacional.
Reproduzia uma
hierarquia
educacional baseada
na origem social,
consolidando uma
ordem vigente.
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Questão 1 de 10
Em branco (10)
Finalizar prova
1 2 3 4 5
6 7 8 9 10
Prova AV Pedagogia Nas Organizações e…
D
E
Valorizava o
multiculturalismo e a
emancipação dos
diferentes povos
formadores da
colônia.
Preparava
trabalhadores
qualificados para o
setor industrial
incipiente no Brasil
colonial.
2 Marcar para revisão
"Num intervalo de pouco mais
de 30 anos, o ensino superior
brasileiro passou por
expressivas mudanças em sua
morfologia. No início dos anos
1960, contávamos com
aproximadamente uma centena
de instituições, a maioria delas
de pequeno porte voltadas
basicamente para atividades de
transmissão de conhecimento,
com um corpo docente
fracamente profissionalizado.
(...) Tal quadro contrasta
fortemente com a complexa
rede de estabelecimentos
construída ao longo desses
anos, que resultou na
existência de quase um milhão
de instituições, portadoras de
formatos organizacionais e
tamanhos variados." (Martins,
Carlos Benedito. In: Revista
A
B
C
USP, São Paulo, n.39, p. 58-82,
set./nov. 1998)
A ampliação da oferta do
ensino superior no Brasil entre
os anos 1970 e 1980 terminou
por promover
a queda da qualidade
geral do ensino
superior, porque
qualquer
democratização
resulta em diminuição
de qualidade.
a efetiva inclusão de
uma considerável
parcela da população,
porque passou a
oferecer cursos
noturnos, o que a
maioria das
universidades
públicas relutava em
fazer.
a transformação do
nível de
desenvolvimento do
país porque essas
instituições
baseavam-se em
princípios cristãos
como a prática da
caridade.
D
E
a estagnação da
economia porque
direcionava a mão de
obra que já ocupava
lugares no mercado
de trabalho para as
salas de aula.
a derrocada das
universidades
públicas porque havia
menos alunos
candidatos ao ensino
superior do que vagas
disponíveis, levando à
desinvestimentos do
Estado.
3 Marcar para revisão
Estudo do meio é um método
de ensino que tem como base
a interdisciplinaridade que
proporciona aos sujeitos da
educação o contato direto com
a realidade do ambiente ou
local em que será estudado. As
ações precisam ser muito bem
planejadas, pois todas as
condições do local escolhido
interferem no processo de
aprendizagem. O estudo do
meio é pensado como um tipo
de trabalho de campo em que:
A
B
C
D
E
se pretende que o
educando possa ser
afetado pelo entorno,
num ambiente novo,
diferente do
encerramento
cotidiano em sala de
aula.
os estudantes devem
estar atentos ao seu
contexto familiar para
compreender os
comportamentos
herdados que
reproduz.
jamais se extrapola o
ambiente seguro da
escola, pois
ambientes que
oferecem riscos não
são locais para
estudo.
não há qualquer
planejamento para
que a vivência seja
sentida como uma
aventura.
o educando deve
desligar-se
completamente dos
conteúdos.
A
B
C
D
E
4 Marcar para revisão
Após a LDBEN, em 1997, surge
o Decreto nº 2.208/97, que
modificou o ensino técnico
profissionalizante no Brasil.
Durante o governo de qual
presidente esse decreto foi
sancionado?
Luiz Inácio Lula da
Silva.
Tancredo Neves.
Dilma Rousseff.
João Figueiredo.
Fernando Henrique
Cardoso.
5 Marcar para revisão
A Constituição Federal de 1937,
no Art. 129 já citava de forma
explicita a importância da
formação profissional, inclusive
na definição de que as
indústrias e os sindicatos
deveriam criar escolas de
aprendizes de acordo com as
suas demandas.  Foi a partir
deste foco que na década de
A
B
C
D
E
40, com o propósito de
oferecer programas de
aprendizagem para a
qualificação profissional, foram
criados:
I. O SENAI: Serviço Nacional da
Aprendizagem Industrial
II. O SENAC: Serviço Nacional
da Aprendizagem Comercial
III. A BNCC: Base Nacional
Comum Curricular
IV. Os PCNs: Parâmetros
Curriculares Nacionais
É correto o que se afirma em:
I e III.
I e IV.
I e II.
II e III.
II e IV.
6 Marcar para revisão
Com relação aos cursos
superiores de Tecnologia, leia
as informações abaixo e
marque a alternativa que
contém todas as corretas.
I. O curso superior de
Tecnologia possui uma
A
B
C
D
E
matriz curricular voltada à
prática profissional.
II. Esses cursos não precisam
de autorização do MEC.
III. Podem dar seguimento
aos cursos de pós-
graduação.
I, II, apenas.
I, III, apenas.
II, III, apenas.
I, apenas.
II, apenas.
7 Marcar para revisão
Os métodos de ensino de
projeto são realmente
direcionados para a formação
profissional. Assinale a
alternativa que melhor
descreve em que a
metodologia de projetos se
baseia:
A
B
C
D
E
No trabalho do
professor e nas
atividades da escola.
Na participação da
família na escola.
Na formação
específica do
professor.
Nas necessidades e
curiosidades dos
alunos.
Nas regras da
instituição de ensino.
8 Marcar para revisão
De uma forma mais ampla, um
currículo aborda a cultura
nacional por meio das
atividades educacionais que
organizam e estruturam a
forma de ver "A realidade".
Portanto, o currículo é uma
questão de identidade, poder e
saber. Dito isso, aponte quais
são as três grandes teorias do
currículo:
A
B
C
D
E
Teoria crítica, teoria
do poder, teoria do
conhecimento.
Teoria da literatura,
teoria das hipóteses,
teoria clássica.
Teoria da seleção,
teoria do
conhecimento, teoria
do poder.
Teoria tradicional,
teoria crítica, teoria
pós-crítica.
Teoria do poder,
teoria crítica, teoria
clássica.
9 Marcar para revisão
A história do sistema de
produção é pautada por muitos
acontecimentos e desafios. Os
modelos sociais, conduzidos
pelas diversas ideologias,
imprimiram formas de ação que
influenciaram diretamente o
modelo da ação dos
trabalhadores em seus ofícios.
Leia as afirmativas abaixo. 
I - O modelo fordista dividiu o
trabalho em tarefas e, com
A
B
C
D
E
isso, imprimiu maior celeridade
ao processo produtivo.
II - O modelo toyotista se
iniciou a partir da difusão dos
princípios da qualidade total e
na ideia de menor custo.
III - No modelo fordista, o
profissional bastava ter
conhecimentos técnicos e
limitados.
IV - O tipo de liderança, tanto
no modelo fordista como no
modelo toyotista, era o mesmo.
Assinale a alternativa que
contenha a sequência correta.
I - IV, apenas.
II - IV, apenas.
I - II - IV, apenas.
I - II - III, apenas.
II - III, apenas.
10 Marcar para revisão
Na 1ª Lei de Diretrizes e Bases
nº 4024/61, o ensino técnico:
A
B
C
D
E
Possuía os cursos nas
áreas agrícola,
industrial e comercial.
Não fazia parte da
LDB.
Só era ministrado pelo
Senai/Senac.
Tinha currículos
desenvolvidos
segundo os itinerários
informativos.
Era direcionado à elite
intelectual.

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