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Relatório de Prática - Laboratório Virtual Física Nome da Atividade Prática: Espelhos Esféricos Nome do Aluno: Thaysa dos Santos Araujo Curso: Engenharia da Computação Data de Execução: 01/12/2025 INTRODUÇÃO Na prática, o que vimos confirmou direitinho as bases da óptica geométrica. Deu para notar que a luz é refletida e refratada quando passa de um lugar para outro, e o ângulo de refração muda de acordo com a Lei de Snell-Descartes, batendo com os valores que a gente esperava, usando os índices de refração. Olhando nos gráficos, ficou claro que, quando o ângulo de incidência aumenta, o ângulo de refração também cresce, mas não de forma constante, seguindo a relação trigonométrica da lei. Também vimos surgir o ângulo limite e a reflexão interna total, que só rolou quando a luz foi de um meio mais refringente para um menos, exatamente como o conceito de ângulo crítico já dizia. OBJETIVO(S) Analisar como a luz se comporta ao passar por diversos materiais é crucial, notando como ela reflete e refrata. Usar a Lei de Snell-Descartes ajuda a entender como os ângulos de luz mudam ao entrar em diferentes substâncias. Verificar como a densidade de um material afeta o caminho, a força e a maneira como a luz se espalha é fundamental. Estudar como espelhos e lentes criam imagens mostra como seu formato e distância focal alteram o resultado visual. A simulação do PhET Colorado oferece uma forma de ver esses efeitos na prática, como em câmeras e outras ferramentas. MATERIAIS E MÉTODOS Materiais Utilizados: Apoio retangular, disco óptico, folha A4 com eixos, fonte de luz, placas com fendas, prendedor de papel, lápis. Procedimento Experimental: 1. Reflexão e Refração No ambiente virtual, duas substâncias foram escolhidas – ar e vidro. O ajuste do ângulo do raio de luz foi feito, e os raios que chegavam, os que voltavam e os que mudavam de direção foram analisados. Mudou-se a substância de baixo (como água, por exemplo), e a mudança de direção e a força da luz foram comparadas. 2. Ângulo Limite e Reflexão Total O ângulo de chegada da luz foi aumentado pouco a pouco. O ponto crítico e, em seguida, a total reflexão interna foram reconhecidos. 3. Lentes (Convexa e Côncava) O tipo de lente foi selecionado, e a forma curva e o quanto a luz se dobravam foram alterados. A localização do foco foi vista, assim como a forma com que a imagem chegava perto, ia para longe, crescia ou encolhia. 4. Espelhos Esféricos A posição do objeto foi arrumada em frente aos espelhos que curvam para dentro e para fora. A criação da imagem (se era de verdade ou ilusão, se era maior ou menor) foi confirmada. Resultados e Discussões Durante a execução da tarefa prática, os achados foram exibidos através de tabelas, ilustrações e representações dos simuladores, sempre que dava, com o intuito de melhorar a compreensão dos acontecimentos ópticos notados. Cada recurso visual foi complementado com um título e uma explicação, detalhando o objeto de estudo. Nos cenários onde não havia informação quantitativa, os resultados foram documentados de maneira narrativa, com base na análise visual do percurso dos raios de luz. Nessas ocorrências, a avaliação foi realizada conectando diretamente os eventos presenciados — como a variação do ângulo de refração, reflexão completa, movimentação do foco ou transformação da imagem — com a base teórica apresentada no começo, englobando a Lei de Snell, ideias de índice de refração, criação de imagens e atributos de lentes e espelhos. Análise Crítica: De que maneira a luz sofre desvio ao passar de um material para outro e qual a explicação teórica para tal fenômeno. Como o ângulo crítico se manifesta na prática experimental e sua conexão com os respectivos índices de refração. De que modo lentes com formatos distintos modificam o ponto focal e o processo de criação das imagens De que forma espelhos curvos, sejam côncavos ou convexos, geram imagens variadas dependendo da localização do objeto. Tais análises possibilitaram confrontar o que foi observado na experiência com as projeções teóricas, atestando a harmonia entre os modelos da óptica geométrica e os achados na simulação. CONCLUSÃO Na prática, o que vimos confirmou direitinho as bases da óptica geométrica. Deu para notar que a luz é refletida e refratada quando passa de um lugar para outro, e o ângulo muda de acordo com a Lei de Snell-Descartes, batendo com os valores que a gente esperava, usando os índices de refração. Olhando nos gráficos, ficou claro que quando o ângulo de incidência aumenta, o ângulo de refração também cresce, mas não de forma constante, seguindo a relação trigonométrica da lei. Também vimos surgir o ângulo limite e a reflexão interna total, que só rolou quando a luz foi de um meio mais refringente para um menos, exatamente como o conceito do ângulo crítico já dizia. Quando estudamos lentes e espelhos, notamos que as imagens mudavam dependendo da curvatura, do índice de refração e da posição do objeto, confirmando o que a teoria já mostrava sobre o comportamento de lentes convergentes/divergentes e espelhos côncavos/convexos. A distância do foco e o tamanho da imagem variam como a óptica geométrica previa. Com tudo isso, ficou ainda mais claro que os modelos teóricos que estudamos estão certos. Os fenômenos que vimos nas simulações estçai de acordo com as regras que controlam como a luz se move em diferentes meios e surperficies ópticas. REFERÊNCIA REFERÊNCIA BILIOGRÁFICA Halliday, Resnick & Walker. Fundamentos de Física – Volume 4: Óptica e Física Moderna. Editora LTC. Sears & Zemansky — Física, Volume 2: Eletromagnetismo e Óptica Douglas C. Giancoli — Física Para Cientistas e Engenheiros, Volume 2