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História do Município de Japeri

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03/09/2023
Prof.: Pris Brandão S2 1
História do Município de 
Japeri
Professora: Priscila Brandão
Japeri é um município da Baixada Fluminense,[4][5] na Região Metropolitana do Rio 
de Janeiro, estado do Rio de Janeiro, Brasil.[6]
Localiza-se a 22º38'35" de latitude sul e 43º39'12" de longitude oeste, a 
30 metros de altitude. 
A população estimada em 2021 pelo IBGE foi de 106 296 habitantes[7].
Ocupa uma área de 82,954 km², limitada 
pelos municípios de Paracambi, Seropédica, Queimados, Miguel Pereira e Nova 
Iguaçu.
Banhado pelos rios Guandu, Santana, Rio dos Poços, Rio d'Ouro, Santo Antônio, 
Ribeirão das Lages e São Pedro, é cortado pelo Ramal de Japeri e pelo Ramal de 
Paracambi da Supervia, pela Linha do Centro e pela Linha Auxiliar da Estrada de 
Ferro Central do Brasil, pela RJ-125 ou Rodovia Ary Schiavo (denominada a partir 
de 9 de fevereiro de 1993, segundo a Lei 2.069) e também pelo Arco 
Metropolitano. [8].
Emancipou-se de Nova Iguaçu em 1991.
História de Japeri
De Belém a Japeri, uma peregrinação geográfica
Quem procurar no Instituto Histórico e Geográfico do Brasil, uma explicação para o 
nome Japeri, ficará sabendo que esta denominação substituiu, a partir de janeiro de 
1947 o nome de Belém, dado a localidade pelos bandeirantes paulistas, responsáveis 
por sua fundação e que permaneceram em seu território por quase dois séculos. 
Segundo registro no livro Toponímico Carioca, a palavra Japeri é de origem indígena e 
denominava uma planta semelhante ao junco, que flutuava nos pântanos da região, a 
qual os índios chamavam Yaperi (Yapó-Yui) que em tupi-guarani significa aquilo que 
flutua. Contudo, não existiam tribos indígenas assentadas em Belém, quando se deu a 
sua fundação. Os Silvícolas que por aqui passavam eram de tribos Itaguais, que 
habitavam as terras ‘as margens do rio Guandu, onde se acha hoje o município de 
Itaguaí.
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Mas a história de Japeri tem início, verdadeiramente, no dia 13 de agosto de 1743, 
quando de sua fundação, por Inácio Dias da Câmara Leme, denominado Morgado de 
Belém. As terras, que até então pertenciam à Freguesia de Paty do Alferes, passou à 
Freguesia de Sacra Família de Tinguá, a partir de 1750. Inácio leme, o primeiro 
Morgado, foi mais tarde sucedido por seu pai, Fernando Paes Leme, o Marquês de 
São João Marcos, que deu à localidade grande desenvolvimento. Além de incentivar a 
lavoura, montou vários engenhos de açúcar, construiu inúmeras casas, erigiu a Igreja 
do Menino de Deus de Belém, inaugurou a primeira escola (em 1872) e até criou um 
teatro. Ainda por influência do marquês, foi construída a Estrada de Ferro de Dom 
Pedro II, cuja estação foi inaugurada em 8 de dezembro de 1858.
Com a morte de Fernando Paes Leme, seus herdeiros venderam, em 
1890, todo o acervo da fazenda de Belém à Companhia Industrial de seda 
e Ramie, que dissolvida em 1904, distribuiu suas terras entre seus 
acionistas, sendo a maior parte, vendida à Empresa de Obras Públicas do 
Brasil, sendo repassada, dois anos depois, para Raimundo Otoni de 
Castro Maia. A partir desta época, as terras de Belém passam a viver algo 
que se pode chamar de peregrinação geográfica, sendo anexadas a 
outras localidades, de tempos em tempos. Em 1906, a localidade, então 
distrito de Vassouras cede uma parte de seu território para Nova Iguaçu, 
anexando-o ao 2º distrito daquele município. No ano seguinte, o distrito de 
Tairetá volta a ser 7º distrito de Vassouras, e só em 1947 Belém passa a 
chamar-se Japeri.
No ano de 1951, a antiga Belém passa a constituir, juntamente com 
Engenheiro Pedreira, o distrito de Japeri, 6º distrito de Nova Iguaçu. Em 
seguida, as administrações foram consideradas regionais, por haver em 
um só distrito, duas localidades distintas. Por isso foram criadas as 
Administrações Regionais de Engenheiro Pedreira e Japeri. Embora não 
tendo havido medidas complementares, a nova organização serviu para 
melhorar as relações entre a comunidade e a chefia do Executivo 
Municipal. Assim, durante mais de duas décadas, vários nomes passaram 
pela administração regional de Japeri.
A partir de 1989, o município de Nova Iguaçu passou a ter 13 Sub-
Prefeituras, e no 6º distrito foram criadas duas delas: Japeri e Engenheiro 
Pedreira. Por esta razão e por estarem politicamente constituídas em um 
único distrito, surgiu o primeiro movimento de emancipação, visando a 
beneficiar a localidade.
Uma terceira tentativa com o mesmo objetivo foi contida por uma liminar 
do Tribunal Superior Eleitoral, que vetava a criação de novos municípios. 
Contudo, um plebiscito em 30 de junho de 1991, com a finalidade de 
obter a emancipação política-administrativa de distrito, resultou na 
criação do Município de Japeri, constituído pelas localidades de Japeri, 
Engenheiro Pedreira, Jaceruba e Rio D’Ouro.
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A devastação impiedosa de suas matas trouxe como resultado funesto a obstrução 
dos rios e o seu conseqüente extravasamento motivou a formação de pântanos, 
onde os miasmas e os mosquitos tornavam a região praticamente inabitável. As 
terras foram abandonadas e cobriram-se de vegetação inútil, própria de pantanais.
O primeiro nome conhecido da região hoje ocupada pela cidade foi "Engenho de 
Pedro Dias". Em seguida, mudou seu nome para "Belém",[11] sendo pertencente à 
Freguesia da Sacra Família do Caminho Novo do Tinguá. O primeiro núcleo de 
povoamento da região se formou ao redor da Capela de Nossa Senhora de Belém e 
do Menino Deus[12].
É conhecido, principalmente, por estar localizado e ser a última estação do maior 
ramal da Estrada de Ferro Central do Brasil, cujo edifício histórico, além de inspirar 
uma das imagens do brasão municipal, já foi estampa de selos no Brasil. A 
construção data de 1858 e foi incorporada à Estrada de Ferro Central do Brasil em 
1903. Foi a primeira parada das composições para São Paulo (entre elas, o Trem de 
Prata). Um raio destruiu parte do prédio histórico, nos meados dos anos 1980.
A Lei 1 472, de 28 de abril de 1952, elevou a região à condição de distrito do 
município de Nova Iguaçu, já com o seu atual nome: Japeri. A Lei 1 902, de 2 de 
dezembro de 1991, conferiu-lhe a condição de município independente[
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No ano de 1951, a antiga Belém passa a constituir, juntamente com Engenheiro
Pedreira, o 6º distrito de Nova Iguaçu: Japeri. Por haver, em um só distrito, duas
localidades distintas, foram criadas as Administrações Regionais de Engenheiro
Pedreira e de Japeri. Por estarem politicamente constituídas em um único distrito,
surgiram os primeiros movimentos emancipatórios. Um plebiscito em 30 de junho de
1991, com a finalidade de obter a emancipação político-administrativa, resultou na
criação do Município de Japeri, constituído pelas localidades de Japeri, Engenheiro
Pedreira, Jaceruba e Rio D’Ouro, efetivado com a edição da lei Estadual n.º 1.902, de
02 de dezembro de 1991, e instalado em 1º de janeiro de 1993.
Fonte: 1 – Fontes: Enciclopédia dos Municípios Brasileiros – Volume XXII – IBGE,
1959; Abreu, A. “Municípios e Topônimos Fluminenses – Histórico e Memória”. Rio de
Janeiro: Imprensa Oficial, 1994; e sítios www.turisrio.rj.gov.br/minisite/destino.asp e
www.japeri.rj.gov.br.
Política
Do 6º distrito de Nova Iguaçu, Japeri emancipou-se daquela cidade em 2 de 
dezembro de 1991,[13] através de plebiscito estabelecido anteriormente 
pela Constituição Estadual de 1988. Desde então, a localidade tem experimentado os 
desafios da autonomia política. Os prefeitos e as legislaturas que governaram o 
município não conseguiram barrar o crescimento desordenado, prevalecendo ainda 
problemas com trânsito, transporte, água e esgoto, habitação, 
e educação.[14][15][16] Moradores apontam como causa principal dos problemas locais a 
inércia para o interesse público e a corrupção muito forte. A crise político-econômica 
que sucedeu a Copa do Mundo de 2014, acentuou drasticamente problemas de 
segurança, trazendopara a até então pacata cidade do limiar da Baixada Fluminense, 
os flagelos de outras grandes cidades como noticiário de ônibus queimados, roubos e 
assaltos
Atualmente Japeri possui 11 (onze) vereadores distribuídos em 7 partidos, e a 
atual prefeita é Fernanda Ontiveros.
Economia
Hoje, o município dispõe de crescente número de lojas comerciais e 
serviços importantes, como comércio e bancos, não obstante todas as 
agências estarem localizadas no bairro de Engenheiro Pedreira, a 10 km 
do Centro e sede da cidade. Apresenta certa aptidão para o lazer, em 
virtude de sua localização às portas da Serra do Mar, a caminho de 
cidades importantes do Centro-Sul, como Miguel Pereira, Paty do Alferes e 
microrregião de Vassouras, do Pico da Coragem, com rampas utilizadas 
para prática de voo livre, e de sua destacada bacia hidrográfica, já que em 
seu território passa a maior parte das águas que abastece a região 
metropolitana do Estado do Rio de Janeiro, incluindo o Rio Guandu que 
ganha seu nome a partir da divisa com Paracambi. Há diversas opções de 
lazer ecológico, como trilhas e cachoeiras
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Paradoxalmente, diversos bairros da cidade, incluindo o Centro, sofrem com falhas 
duradouras do serviço de distribuição de água por parte da CEDAE, companhia 
estadual responsável, obrigando moradores a recorrer a carros-pipa com frequência, 
especialmente aquele atendidos pelo antigo Sistema do Rio São Pedro, cuja 
construção remonta ao Imperador Dom Pedro II nas obras empreendidas pelo 
Engenheiro Francisco de Paula Bicalho, em 1877, a fim de ampliar o sistema de 
abastecimento na capital. Nas proximidades de Engenheiro Pedreira, encontra-se o 
primeiro campo de golfe público do país, abonado pela Federação de Golfe do Estado 
do Rio de Janeiro, cujas dimensões foram reduzidas após as obras de construção do 
Arco Metropolitano, que divide o território da cidade ao meio. A atividade industrial tem 
aparecido no município, nos últimos anos, graças às políticas públicas de incentivo, 
que levaram em conta a permissão de desgaste social e ambiental, a renúncia fiscal e 
a participação estatal. Em Japeri, situa-se uma planta da Casa Granado, tradicional 
empresa de cosméticos e produtos farmacêuticos.
Educação
Há escolas de ensino fundamental e médio, públicas e particulares, porém nenhum 
campus universitário. No setor educacional, os resultados do IDEB têm sido 
apontados como ruins, o que é compartilhado por vizinhos da região metropolitana. 
Em 2016, a rede de ensino fundamental não atingiu as metas estipuladas no Índice 
de Desenvolvimento. O Estado, como um todo, apresentou resultados que revelam 
estagnação das notas obtidas anteriormente. O índice de desenvolvimento humano, 
índice da Organização das Nações Unidas que mensura o desenvolvimento social, 
baseado em avaliações de renda, educação e longevidade, posiciona o município 
entre as 10 piores colocações no Rio de Janeiro, o qual possui 92 municípios.[17]
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Transporte
Cortam o município as rodovias RJ-125 (Ary Schiavo), que liga a BR-493 (Arco 
Metropolitano) e BR-116 (Dutra) à microrregião de Vassouras, a RJ-093, que liga a 
Dutra à cidade vizinha de Paracambi, com mais acessos a BR-493 que atravessa a 
cidade, na altura do Bairro Santa Inês, onde está a Prefeitura Municipal, o Fórum e a 
63ª Delegacia Policial.
Há linhas de ônibus regulares ligando Japeri a cidades da região Centro-Sul, como 
Miguel Pereira e Paty do Alferes (Arcozelo), serviço provido pela empresa Linave. 
Existem também linhas rodoviárias para Nova Iguaçu, Queimados e Paracambi, 
operados ainda pelas empresas Expresso São Francisco, Fazeni e Transportes Blanco 
(com linhas para Nova Iguaçu, Paracambi e ao Centro do Rio de Janeiro), para onde 
há concorrência com o serviço de trens urbanos, existente na cidade há mais de um 
século e hoje administrado pela Supervia. Servem ao município duas estações: O 
Terminal Japeri, com ramais para a Central do Brasil e Paracambi, e a estação 
Engenheiro Pedreira, bairro que concentra a maior parte dos serviços e todas as 
agências bancárias da cidade. Ambas as estações possuem bicicletários.
Cultura
Os feriados municipais ocorrem em 30 de junho (aniversário da 
cidade) e 8 de dezembro (dia de Nossa Senhora da Conceição, 
padroeira da cidade).
•Bairros
•Centro
•Alecrim
•Chacrinha
•Cosme e Damião
•Engenheiro Pedreira
•Mucajá
•Jardim Marajoara
•Guandu
•Caramujos
•Beira-Rio
•Virgem de Fátima
•Nova Belém
•Granja Iguaçu
•Aljezur
•Laranjal
•Santo Antônio
•Rio do Ouro
•Esperança
•Eucaliptos
•São Jorge
•São Pedro
•Santa Amélia
•Santa Inês
•Teófilo Cunha
•São Pedro
•Lagoa do Sapo
•Belo Horizonte
•Pedra Lisa
•Fazenda Americana
•Delamare
•Proletário
•Cajuri
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Aspectos culturais 
O Mapa de Cultura do Estado do Rio de Janeiro é um projeto realizado pela Secretaria de 
Estado de Cultura para mapear e divulgar as principais manifestações culturais dos municípios. 
Trata-se de um portal bilíngue na internet contendo informações sobre espaços culturais, 
festas tradicionais e festivais de cultura, patrimônios materiais e imateriais, além de artistas, 
personagens e grupos locais. Alguns dos destaques em Japeri são os seguintes: 
Patrimônio material Estação de Trem – A estação de Japeri faz parte da primeira linha 
construída pela estrada de ferro D. Pedro II, que em 1889 foi rebatizada para Central do Brasil. 
O primeiro trecho foi entregue em 1858, saindo da Central até Japeri, antiga Belém. O prédio 
mais antigo da estação foi construído com material importado da Inglaterra. Em Nova Belém. 
Praça Olavo Bilac – É onde se concentram algumas atividades culturais em Engenheiro 
Pedreira, como exibição de filmes, peças, entre outras atrações. São, no entanto, eventos 
esporádicos, não há uma programação fixa. No projeto paisagístico, espécies nativas da Mata 
Atlântica integram o jardim.
Agenda 
Baixada Encena – A Mostra de Artes Cênicas promovida pelo Ceta – Centro Experimental de 
Teatro e Artes – incorpora diversas linguagens artísticas e procura fortalecer a cooperação 
entre entidades, artistas e agentes culturais da região. O evento tem a participação de 
representantes de oito cidades da Baixada: além de Japeri, São João de Meriti, Nilópolis, 
Queimados, Nova Iguaçu, Duque de Caxias, Mesquita e Itaguaí. Em novembro. 
Espaços culturais 
Centro Cultural Deputado Luiz Eduardo Maron de Magalhães – Aberto em 2000, está 
sempre inventando novidades para agitar a vida artística da região, com a realização de 
aulas de violão, artesanato, dança de salão, coral e jazz. O centro cultural é responsável pela 
Sala Popular de Cinema Anselmo Duarte, no bairro de Engenheiro Pedreira, e pela biblioteca 
municipal Carlos de Souza. Há ainda uma biblioteca no próprio centro cultural, com 5 mil 
livros. Av. Pres. Tancredo Neves.
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Sala Popular de Cinema Anselmo Duarte – Com 80 lugares e 72 títulos, serve de palco para as 
reuniões do Cineclube Guandu. Na Av. São João Evangelista, Engenheiro Pedreira. Biblioteca 
Pública Municipal Carlos de Souza – Tem cerca de 3 mil livros no acervo. Avenida Leny 
Ferreira. 
Destaques 
Grupo Código – A companhia teatral de Japeri foi resultado de uma oficina organizada pelo 
grupo Nós do Morro, em 2004, para fomentar as artes cênicas em diferentes municípios 
fluminenses. Desde então, esses jovens talentosos – são 12 no total – vêm agitando os palcos 
da Baixada Fluminense. O Espaço Cultural Código é ponto de leitura e abriga uma biblioteca 
com mais de mil títulos, incluindo livros e DVDs. Os cinéfilos também têm vez: toda sexta-
feira, há a exibição de um filme gratuito no Cine Belém. Na Rua Davi, Nova Belém. 
Corporação Musical Professor Amaury – A banda da escola municipal Ary Schiavo, batizada de 
Corporação Musical Professor Amaury (Comupa), foi fundadaem 2002. Com 80 integrantes, é 
formada por instrumentos de percussão (caixa, prato, bumbo, entre outros) e melódicos 
(como xilofone e metalofone). Toca de música clássica a MPB. Praça Manoel Marques.
INDICADORES SOCIAIS
O IDHM varia de zero a um e classifica os resultados em cinco faixas 
de desenvolvimento: muito baixo (de 0,000 a 0,499), baixo (de 0,500 
a 0,599), médio (de 0,600 a 0,699), alto (de 0,700 a 0,799) e muito 
alto (de 0,800 a 1,000). Portanto, quanto mais próximo de um, maior 
é o desenvolvimento humano apurado. 
O IDHM de Japeri era de 0,659 em 2010. O município está situado na 
faixa de desenvolvimento humano médio. Entre 2000 e 2010, a 
dimensão que mais cresceu em termos absolutos foi educação 
(aumento de 0,198), seguida por longevidade e por renda.
Hino de Japeri
Avante cidadão japeriense
A vitória conquistou
Com a luta e o suor da nossa gente.
Mostraremos seu amor.
Para defender o patrimônio nacional
Em nossa terra trabalhamos com fervor
E garantindo a liberdade com harmonia.
Construindo com a alegria do seu povo sonhador.
Avante cidadão japeriense
Já mostrou que és capaz
Agora seu futuro é ir em frente
E crescer bem mais bem mais.
És uma célula do Rio de Janeiro
Seu coração bate pelo Brasil inteiro.
Avante cidadão japeriense
Vai mostrar a nossa gente o seu valor.

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