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Processos e Parâmetros farmacocinéticos

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X foi removida ou excretada por minuto.
O clearence renal ocorre basicamente pelo processo de filtração glomerular, o sangue chega aos rins, os
glomérulos filtram esse sangue formando a urina. Assim podemos dizer que a depuração plasmática é a
"limpeza" do sangue que leva a formação da urina.
Fatores que alteram o clearence de um fármaco: 05 / 07
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Características do fármaco
Características do indivíduo
Atividade do órgão excretor:
Atividade enzimática
Fluxo sanguíneoTransportadores
Patologias:
Problemas cardiovasculares (alteração de perfusão renal ou hepática, alteração de atividade
renal)
Problemas renais ou hepáticos
Idade:
Crianças – atividade renal e hepática não estão maduras
Idosos – menor atividade renal e hepática
Interações medicamentosas:
Alteração da atividade enzimática
Competição por carreadores
 
Tempo de meia-vida (T 1/2):
Tempo necessário para a eliminação de 50% da concentração plasmática do fármaco, esse tempo sofre
influência direta do volume de distribuição e do clearence.
Quanto maior o volume de distribuição maior será a meia vida do fármaco, já quanto mais se acelera o
clearence a meia vida diminui.
O T 1/2 é útil para:
Determinar a posologia do fármaco
Estimar o tempo de ação e eliminação,
É dependente e calculado a partir de outros, principalmente Vd e CL.
T 1/2 = 0,693 X Vd / Cl
 
ATIVIDADE
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Os processos farmacocinéticos são quantificados pelos parâmetros
farmacocinéticos. Cada processo possui seu próprio parâmetro que
reflete sua situação no organismo. Analise as alternativas abaixo e
assinale a que relaciona corretamente o processo com seu parâmetro.
A. A absorção pode ser quantificada relacionando a dose administrada com a concentração plasmática,
ou seja, pelo tempo de meia vida.
B. A eliminação de um fármaco é quantificada pela quantidade de fármaco que chegou a corrente
sanguínea sistêmica, ou seja, pelo Vd.
C. A biodisponibilidade é o parâmetro que quantifica a metabolização, pois é alterada pela Fase I e Fase
II.
D. O Cmax, Tmax e ASC são parâmetros que quantificam a quantidade e tempo da absorção.
REFERÊNCIA
1. FUCHS, F. D. et al. Farmacologia Clínica - Fundamentos da Terapêutica Racional, 3º ed., Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2006.
2. GRAHAME-SMITH, D. G; ARONSON, J. K. Tratado de farmacologia clínica e farmacoterapia. 3ª ed., Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2004.  
3. CRAIG, C. R.; STITZEL, R. E. Farmacologia moderna: com aplicações clínicas. 6ª ed., Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2005. 
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