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Tara- Envergadura, ou pequena fratura Galho verde- ocorre apenas em um lado: um lado quebradinho e outro envergado Fratura completa cominutiva: fratura composta por múltiplos fragmentos ósseo Transversa- quando o traço da fratura atravessa o osso numa linha mais ou menos reta Obliqua- quando lesa o osso diagonalmente Espiral- quando o traço da fratura encontra-se ao redor e através do osso. São decorrentes de lesão que ocorre uma torção Impactada- quando as partes quebradas do osso permanecem comprimidas entre si: interpenetrando-se Longitudinal- fratura que segue a linha longitudinal do osso Fraturas que ocorrem na placa epifisária: é a parte de crescimento do osso, causando problemas de crescimento ósseo A- completa- simples; fechada; espiral; o fragmento distal está medial em relação ao fragmento proximal; diafisária; afastamento B- completa, simples; transversal; diafisária; distal- medial em relação ao proximal; cavalgamento Primária: quando não existe espaço entre as fraturas, há um bom suprimento sanguíneo, fraturas reduzidas, o osso cresce diretamente através das extremidades em contato e o processo de consolidação depende da reabsorção osteoclastica e formação osteoblastica. Secundária: há espaço entre elas pois não estão anatomicamente alinhadas, ocorre mineralização e substituição de uma matriz cartilaginosa por osso. Quando maior a mobilidade do local, maior a formação de calo 3 fases: 1- inflamação: 1-2 semanas, tem hematomas (coagulação), que terá várias células inflamatórias e osteoclastos para eliminar o tecido necrosado. 2- reparativa: até 3 meses: hematoma substituído por condroblastos e fibroblastos que vão formar o calo mole: cartilagem e tec fibroso Osteoblastos: substituição para calo duro, aumentando a estabilidade Formando um osso reticulado 3- modelagem: anos e meses Atividade osteoplástica e osteoclastica Substituição do osso reticulado, desorganizado e imaturo, em osso lamelar, organizado e maduro Canal medular sendo reformulado Correção da angulação Pseudoartrose: não ocorre consolidação e sim uma falsa cavidade articular com uma capsula sinovial e liq. Sinovial Hipertrófica: há formação de calo ósseo que alarga as extremidades dos fragmentos sem estabelecer união Atrófica: não há formação de calo, as extremidades ficam afinadas, ocorrendo um aumento do espaço da fratura que fica preenchido por tec. Fibroso Não há capacidade osteogênica pelo mal suprimento Fase aguda: complicações vasculonervosas, hemorragias, síndrome do compartimento= aumento da pressão na fratura fechada. Fase intermediária: infecções, falência ou escape de material de síntese Fase tardia: não consolidação, consolidação viciosa e refratura Periósteo mais fraco, consolidação mais lenta e mais comum serem associadas a luxações e ruptura ligamentar Queda sobre a mão que pode quebrar a clavícula na parte 1/3 Consolidação viciosa e retardo na consolidação Força direta: paciente cai sobre o ombro Associada a lesão ligamentar ou fratura da clavícula Força indireta para cima: queda com a mão estendida, sobrecarga dos ligamentos acrômio claviculares Força indireta: força aplicada na articulação por tração Queda sobre o ombro e queda de mão aberta (pseudoatrose e consolidação viciosa) Lesão do nervo periférico, lesão vasculares, consolidação viciosa e pseudoartrose Monteggie: fratura da diáfise da ulna + luxação da cabeça do rádio (radioulnar proximal) Galeazzi: fratura do terço distal do rádio + luxação da articulação radioulnar distal Fratura da extremidade distal do rádio Mecanismo: paciente cai com a mao aberta no chão e antebraço pronado Mão tende a desviar radialmente Complicações: contraturas, consolidação viciosa com deformidades e subluxação residual Trauma com a mão espalmada, com hiperextensão de punho e desvio radial Queda de grandes alturas e traumas violentos Estáveis: fratura isolada que não agridem o anel pélvico e não interferem com a estabilidade da pelve em relação a carga Instáveis: fraturas que agridem o anel pélvico e interferem na estabilidade da pelve em relação a carga Necrose isquêmica por conta da ruptura do periósteo -traumas diretos sobre o tec. Trabecular - forças transmitidas ao longo do eixo do fêmur - movimento de rotação externa e abdução I- fratura com desvio mínimo II- fratura metafisária dividida em extra-articular de traço simples de complexo III- atinge todo o condilo femoral, sendo um deles desviado e o outro preso ou ambos desviado e separado IV- atinge a superfície articular na zona de apoio do condilo femoral Direta: impacto local causando fraqueza por esmagamento Redução fechada: fratura em espiral estáveis, traversal e obliquas Redução aberta: fratura instáveis ou com desvio Transversais: supra espinhal; infra espinhal; redondo menor; subescapular e cabeça longa do bíceps braquial Longitudinal: deltoide, tríceps (cabeça longa), peitoral maior, bíceps braquial, coracobraquial Trapézio, romboides, levantador da escapula, serratil anterior, peitoral menor e subclávio -A abdução de 0 a 60, unicamente pode se realizar na articulação glenoumeral, com os músculos deltoide e supra espinhal. -abdução de 60 a 120 necessita da participação da articulação gleno umeral + escapulo-toracica com trapézio e serrátil anterior - de 120 a 180 utiliza além das articulações gleno umeral e escapulo-toracica e inclinação do lado oposto do tronco. Paravertebrais Tendinite do manguito rotador, natureza de microtraumas e degenerativo. Área crítica: inserção do supra espinhal, provavelmente devido a escassa vascularização Multifatorial: intrínseco: idade, anatomia do espaço subacromial, desequilibro postural e muscular Extrínseco: trauma, overuse: movimentos repetitivos relacionado principalmente a movimentos a cima da cabeça A medida que o braço é elevado há uma compressão ou diminuição do espaço dos tendões do manguito ou da Bursa - há um impedimento no espaço subacromial - pode lesar também a cabeça longa do m. bíceps braqui al e a Bursa subacromial - região de vascularização inadequada na área de inserção do supra espinhal -deficit é agravado quando o tendão fica em tensão Déficit dos músculos do manguito rotador, instabilidade funcional, redução do espaço subacromial e impacto subacromial Estagio 1: tendinite: reposta inflamatória do tendão - edema e hemorragia - comuns nos jovens com certo desconforto no ombro -condição reversível - tratamento conservador - dor aguda após esforço prolongado ou exacerbação pode pregredir durante atividade - perturbação do sono -arco doloroso positivo - restrição do movimento ativo, mas pode não perder a ADM passiva - dor a palpação do tendão afetado ESTAGIO 2: proc inflamatório crônico: espassamento e fibrose do tendão e da Bursa -30-40 anos - pode ou não ter resposta ao tratamento conservador - dor em queimação que piora anoite -disturbio do sono e dificuldade nas AVDS - crepitação de tec. Moles -limitação de adm passiva e ativa -sensação de pinçamento por volta dos 10º quando o braço desce a partir da elevação ESTAGIO 3: Ruptura completa de um ou mais tendões e alterações osseas (formação de osteofito) 45-50 - crônico e geralmente grave com os prognósticos RUINS - não corresponde bem ao tratamento conservador - tratamento cirúrgico depende de idade/ atividade - dor constante -maior limitação da adm - fraqueza e atrofia de m. envolvidos -reação óssea na área de inserção do supra espinhal -formação de osteofitos neer: mão esquerda estabiliza a escapula enquanto a direita ergue rapidamente o braço em rotação interna -Hawins-kennedy: ombro 90º e roda medialmente - teste de queda de braço: passivamente abduz até 90º e é orientado a abaixa-lo lentamente - teste de yocum: paciente coloca a mão ombro oposto e leva o cotovelo a testa - jobe: joinha para baixo 120 º eé aplicado uma força contra a elavação -speed: ombro 90º supinado e faz força no punho para abaixa-lo -yergason: cotovelo 90º juntoao tronco e antebraço pronado, terapeuta faz resistência contra o movimento ativo para supinação e rotação lateral deposito de sais de cálcio nos tendões do manguito, principalmente supra espinhal 30-50 anos Dor intensa e pulsátil na parte antero superior do ombro que não melhora em repouso - dor a palpação e durante mov. Rotatórios - há aumento na sensibilidade antero posterior -manter o braço junto ao corpo diminui a dor - n há ruptura tendinosa, porém pode predispor o ombro congelado condição com início espontâneo de dor no ombro, seguida por restrição severa gradativa de todos os mov. Ocorre na capsula articular que encontra-se espessada, inelástica, com fibrose e infiltração perivascular aumentada. Primária: desconhecida e espontânea Secundária: qualquer processo leva a restrição gradual da adm poderá causar a contratura dos tec. Moles e rigidez Trauma: torção ou queda sobre o ombro, luxações e fraturas Sinais: surgimento insidioso de desconforto dolorido;-- localização incerta; - restrição da ADM;- pode irradiar pelo braço e cotovelo;-paciente pode perder a capacidade de flexionar o ombro e realizar rotação interna, externa e abdução;-dor relatada em um ponto final solido;- espessamento e atrofia muscular, perda funcional e ma postura. Fase1: duração de 3-4 meses, com dor interna, constante e independente de postura, com aumento dos movimentos Fase2: a dor passa a ser noturna, dor a mobilização forçada ou aos movs. Reflexos, persistindo a rigidez articular normalmente 7-10meses nesta fase pode ser confundida com síndrome do impacto Fase3: descongelamento ocorre progressivamente na recuperação com pouca dor e vai dos 12-24 meses a partir do incio, podendo chegar ao 3 anos A DIFERENÇA ENTRE CAPSULITE E SINDROME DO IMPACTO, É QUE NA CAPSULITE NA MOBILIDADE PASSIVA DA GLENOUMERAL HÁ RESTRIÇÃO EM TODAS AMPLITUDES. Lateral: lesão dos tendões dos músculos que se inserem no epicôndilo lateral Há envolvimento dos extensores de punho Ocorre por esforço repetitivo e - jogo de tênis, digitação Fatores de risco: intrínsecos: mal alinhamento, desequilíbrio muscular (encurtamento/alongamento), instabilidade Extrínseco: gestual esportivo, aspectos ergonômicos, atividade laboral MICRORRUPTURAS proc. Degenerativo fibrose dor ao estiramento e a contração muscular contra resistência prejuízo da função -Dor na região lateral do cotovelo, podendo irradiar para direção descendente ou ascendente - fraqueza dos músculos do antebraço, podendo dificultar a execução do movimento dos punhos -dor no epicôndilo lateral na extensão do punho + supinação contra resistência - teste de mil e de cozen COTOVELO DE GOLFISTA – epicondilite medial Flexão + pronação Abdutor longo e extensor curto do polegar acometimento dos tendões que causa um espessamento da bainha Movimentos repetitivos do polegar e punho como desvio radial forçado e repetitivo acompanhado de abdução e extensão do polegar - dor aos movimentos do punho e polegar -massa visível e endurecida no processo estiloide do radio - dor contra resistência Inflamação e subsequente contratura da aponeurose palmar Fase1- proliferativa: formação de nódulos na superfície palmar e regiões fibrosas Fase 2- involutiva: achatamento e contração dos nódulos com retração da pele e flexão dos dedos Fase 3- residual: involução completa e desaperecimento dos nódulos, permanecendo as cordas fibrosas reacionais, involução incompleta (contratura em flexão) Rede nervosa que supre O MMSS, começa na região do pescoço e estende para todo o membro superior. - passa através do espaço entre os músculos escalenos anterior e médio, junto com a artéria subclávia Tronco superior: proveniente da união das raízes de C5 E C6 Tronco médio: continuação da raiz de c7 Tronco inferior: proveniente da união de C8 e T1 Ramos supraclaviculares: NERVO DORSAL DA ESCAPULA: origina-se em C5 perfura o musculo escaleno médio e supre o elevador da escapula e os romboides NERVO TORACICO LONGO: origina-se C5, C6, C7 passa através do ápice axila, posterior aos outros componentes do plexo braquial. Inerva o serratil anterior, perfura escaleno médio e os ramos de C7 passam anteriormente NERVO SUPRAESCAPULAR: origina-se na face posterior do tronco do plexo braquial (c4,c5 e c6) Supre os músculos supraespinhal e infraespinhal e a articulação do ombro Ramos infra claviculares: FASCÍCULO LATERAL (c5-c7)- nervos peitoral lateral, musculocutaneo e raiz lateral do mediano FASCICULO MEDIAL (c8-t1) nervos peitoral medial, cutâneo medial do braço, cutâneo medial do antebraço, ulnar e raiz lateral do mediano FASCICULO POSTERIOR (c5-t1) nervo subescapular, toracodorsal, subescapular inferior, axilar e radial Compressão de feixe neurovascular ou qualquer um de seus componentes (do plexo braquial) Etiologia: ANORMALIDADE OSSEA: Costela cervical; deformidade da clavícula; fraturas ANORMALIDADE DE TEC. MOLES: aumento de tônus; encurtamento ou hipertrofia dos m. escalenos, peitral menor e subclávia NIVEIS DE COMPRESSÃO - acima da clavica: costela cervical; entre os mm. Escalenos anterior e médio (síndrome do escaleno anterior) - ao nível da clavícula: entre a clavícula e a primeira costela (síndrome costoclavicular) - abaixo da clavícula: debaixo do musc. Peitoral menor (síndrome de hiperabdução) QUADRO CLINICO: dor irradiada (quando há compressão do nervo) e dor relacionada, principalmente com movimentos com os braços elevados. - parestesia ou hiposestesia - alteração do tônus, fraqueza e atrofia muscular em MMSS - distribuição dos sintomas: depende do tronco do plexo braquial que estão envolvidos - exacerbação dos sintomas quando os ombros estão direcionados para tras e para baixo - alterações neurovegetativas: temperatura, sudorese e cor da pele - sintomas associados ao envolvimento vascular - sensação de peso na extremidade superior Alta: pode ser causada por trauma, por trabalho ou por sono com o braço abduzido Médio: ligamento de struthers Entre as duas cabeças do musculo pronador redondo Baixa: síndrome do túnel do carpo Neuropatia compartimental do punho decorrente da compressão do nervo mediano dentro do canal formado entre os ossos do carpo e o retinaculo flexor Quadro clinico: formigamento e/ou queimação do 1,2,3 dedo Sensação de dor no punho Sintomas de formigamentos noturno Fraqueza e alteração do tônus de flexores dos dedos Perda de sensibilidade palmar dos dedos e fraqueza e atrofia dos músculos da região tenar Edema ou lesões de tecidos vizinhos Deformações osseas resultante de fraturas Espessamento do retinaculo dos flexores Dort ou artrite reumatoide Síndrome regional caracterizada por dor na região do trocanter maior, nadegas e lateral da coxa - mecanismo: degeneração, alterações intersticial nos tendões dos abdutores do quadril - alterações mais comum: disfunção do glúteo médio; tendinopatias do glúteo médio e mínimo; tendinopatia do piriforme; síndrome do ressalto do trato iliotibial; bursite trocantérica -sinais: dor intermitente, porém persistente na região lateral do quadril; dor piora quando o paciente deita do lado afetado, cruza as pernas, faz descarga de peso unilateral; redução da tolerância ao exercício físico; dor a palpação do trocante maior; Diagnostico clinico: dor ao final da adm de abdução e adução ou rotação medial e lateral Teste de Patrick faber positivo Dor ao movimento resistido de abdução do quadril Irritação/compressão do nervo isquiático quando ele passa abaixo ou entre as fibras do musculo piriforme -sindrome do desfiladeiro pélvico ou síndrome glútea profunda Trauma na região glútea; variações anatômicas predisponentes; síndrome miofascial (trigger points); hipertrofia e espasmos do m. piriforme. COMUMENTE ASSOCIADO A DISFUNÇÃO SACROILIACA Quadro clinico: dor localizada profundamente na superfície posterior do quadril; dormência, formigamento e dor irradiada em direção a perna, lombalgia: indicando o comprometimento ciático, dorna rotação externa resistida e á manobra de alongamento máximo do piriforme (kendall), Testes: freiberg, beatty, magee Formada pelo cruzamento de 2 linha imaginarias: Eias até o ponto médio patelar Tuberosidade anterior da tíbia até o ponto médio patelar Homens: 13 Mulheres: 18 Aumento de volume na tuberosidade anterior da tíbia, na inserção patelar - etiologia: estresse excessivo no tendão patelar, crescimento ósseo exagerado com pouco crescimento do tendão patelar, alinhamento anormal das pernas, ângulo Q aumentado, maior tensão na placa de crescimento ósseo da tuberosidade da tíbia e patela alta. Sinais: dor a palpação, dor durante atividade física, dor crônica associada a atividades do dia a dia, tubérculo tibial: dor a palpação, fraqueza muscular e atrofia dos m. da coxa, contratura dos isquiotibiais Tendinite por tração patelar, há inflamação da região inferior da patela no ponto mais baixo, ou seja, na origem do tendão Contrações vigorosas do quadríceps ou atividade repetitiva Sensibilidade no polo inferior da patela inchaço e limitação do movimento Desequilíbrio das estruturas ao redor da articulação, levando a alterações na distribuição de pressão da patela em relação ao fêmur Patela localizada fora do seu local funcional Pouco desenvolvimento do vmo Subluxação patelar Graduação da instabilidade patelar Grau 1: tração lateral da patela - não há deslocamento da patela, porém, esta caminha lateralmente quando há extensão de joelho Grau 2: subluxação patelar subluxação de somente uma parte das superfície articular em contato Grau 3: luxação da patela condição grave, com danos progressivos á cartilagem articular. Pode ser traumática, causada por queda ou pancada com pessoas com aumento da ang Q . Sintomas: dor na região anterior do joelho Dor acentuada na caminhada, ao subir e descer escadas, especialmente na descida Dor ao levantar da posição sentada para a posição em pé Dor piora no agachamento Crepitação e rangido durante a flexão e extensão Sensação de falseio Travamento Edema - teste de apreensão patelar Alteração congênitas na inserção do musculo vasto lateral, determinando um maior tracionamento lateral da patela Patela alta que permite que a patela saia do sulco intercondilar e desloque-se lateralmente quando o joelho é fletido Desequilíbrio muscular Frouxidão ligamentar, levando a hipermobilidade articular Pós-trauma e luxações traumáticas não tratadas ou mal tratadas Fatores congênitos (ósseo) Sintomar: dor articular por período indeterminado Dor aumentada com a realização de esporte e atividades intensas Pode ocorrer sinotive prévia Sensação de falta de força e bloqueio articular Sensação de falseio Há amolecimento da cartilagem articular da articulação patelo femoral secundária a lesão Classificação: Amolecimento e inchaço Fragmentação e fissura em pequena área Fragmentação e fissura em grande área Erosão da cartilagem até chegar no osso Idiopática Resultante da síndrome de compressão patelar lateral Resultante de trauma ou reconstrução de lca Imobilização prolongada Afecções sinoviais que afetam a cartilagem artc Patela alta Sinais: dor associada ao aumento de estresse patelar: flexão do joelho Crepitação na face anterior do joelho Desequilíbrio entre os flexores e extensores do joelho Quando há distensão da bolsa do semimembranaceo na parte posterior do joelho como uma tumefação dolorosa Pode ser bilateral quase sempre secundária á aterações patogênicas do joelho como artrose patelofemoral, lacerações do meniscos e sinovites Sinais: dor na região posterior do joelho Pode se tornar grande o suficiente para haver rompimento do cisto e o liquido sinovial é espalhado na articulação Podem desaparecer espontaneamente ou tratamento cirúrgico Inflamação da fascia plantar devido a microtraumas repetitivos Causas: forças de tração durante o apoio: inflamação resultante em fibrose e degeneração Sinais: dor insidiosa, principalmente no primeiro apoio matinal localizada na face plantar do pé do calcanhar e na face medial do pé Em atletas: sintomas iniciam com alteração do treino Deambulação antálgica sobre a região lateral do pé Dor aumentada com flexão passiva do halux Presença de nódulos doloroso nos músculos que fazem flexão plantar Considerada parte de extensão da fascia profunda da perna e apresenta-se em forma de leque Há compressão do n. tibial e de suas ramificações Tendão dos músculos tibial posterior, flexor longo dos dedos, flexor longo do halux Feixe vascular Causas: qualquer alteração na estrutura do túnel do tarso pode comprimir o feixe nervoso: Fraturas, alterações do relevo ósseo, cisto em bainhas tendineas, tumores, varizes, deformidade em valgo exagerado Sinais: dor localizada e irradiada, hiperestesia local, proc. Inflamatório, sinal de tinel positivo