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Relembrando... Purificação de proteínas Esmagamento ou moagem (Rompimento das células) Membrana de celofane solvente solução a ser dialisada Diálise Centrífuga Câmara blindada Amostra sedimentando refrigeração vácuo rotor ângulo fixo Cromatografia em coluna (Faz uso de diferenças em cargas, tamanho, afinidade de ligação e etc...) Fase estacionária (círculos negativos), como ela é negativa ela vai reter as proteínas positivas (negativo atrai positivo) e vai repelir as proteínas negativas, ou seja, estas proteínas com a carga negativa vão ser liberadas e passar com o eluente até serem completamente coletadas. Cromatografia de troca iônica Troca catiônica- Vai atrair proteínas de carga positivas Troca aniônica- Vai atrair proteínas de carga negativas Separação das proteínas baseadas nas suas cargas líquidas em um determinado pH Cromatografia de troca iônica Cromatografia de exclusão (gel filtração) Separa componentes as proteínas com base em seus tamanhos. Proteínas grandes não entram nos poros e são eluídas primeiro. Separa as proteínas por suas especificidadesde ligação Cromatografia de afinidade Eletroforese • É baseada na migração de proteínas carregadas em um campo elétrico. As proteínas podem ser visualizadas e separadas (permitindo estimar o número de proteínas distintas em um mistura ou o grau de pureza de uma preparação proteica particular) e permite a determinação do ponto isoelétrico e peso molecular de uma proteína. Eletroforese de ácidos nucleicos/gel agarose Eletroforese de proteínas/gel poliacrilamida Estrutura das proteínas Professora Karine Padilha E-mail: karine.padilha@bioqmed.ufrj.br O arranjo espacial de átomos em uma proteína é denominado sua conformação. Uma proteína pode possuir diversas conformações. As possíveis conformações de uma mesma proteína incluem qualquer estado estrutural que pode ser alcançado sem a quebra de ligações covalentes. Dentre as numerosas conformações teoricamente possíveis, apenas uma ou poucas predominam em condições biológicas. Múltiplas conformações refletem alterações que podem ou devem ocorrer para que a proteína exerça sua(s) função(ões). Antes de falar sobre estrutura proteica, vamos voltar ao conceito de conformação... Sobre conformação e proteína nativa: Proteínas tendem a se manter em conformações em que seu estado termodinâmico seja mais estável (com menor energia livre de Gibbs). - Por exemplo: com resíduos de aminoácidos hidrofóbicos na parte de dentro da proteína e com aminoácidos de cargas opostas próximos entre sí. Uma proteína que esteja em qualquer uma de suas conformações funcionais e devidamente enovelada (estrutura tri-dimensional) é chamada de proteína nativa. A conformação estável de uma proteína é estabilizada, principalmente, pelas interações fracas (pontes de hidrogênio, interações hidrofóbicas, iônicas e de van der Walls). A mesma molécula em duas conformações diferentes Níveis estruturais das proteínas Forma mais simples Forma mais complexa Níveis estruturais das proteínas Estrutura primária: É a ordem (sequência) dos aminoácidos na cadeia polipeptídica. Consiste em uma sequencia de aminoácidos unidos por ligações peptídicas e inclui algumas ligações dissulfeto. É temporário e transitório. Níveis estruturais das proteínas Estrutura secundária: Polipeptídeo resultante arranjados em forma bastante comum, como α-hélices e folhas-β. Os radicais do aminoácido vão estar interagindo entre eles e vai formar a forma helicoidal. Níveis estruturais das proteínas Estrutura terciária: Descreve todos os aspectos do dobramento tridimensional de um polipeptídeo. Níveis estruturais das proteínas Estrutura quaternária: Organização espacial de duas ou mais cadeias polipeptídicas. Ela é específica a alguns grupos de proteínas, por ex: Hemoglobina. Sequências dos aminoácidos A sequência de aminoácidos em uma proteína pode oferecer informações sobre sua estrutura tridimensional, função, localização celular e evolução. Famílias de proteínas que possuem algumas características estruturais ou funcionais compartilhadas podem ser prontamente identificadas com base nas similaridades nas suas sequências de aminoácidos. Certas sequências de aminoácidos atuam como sinais que determinam sua localização celular, a modificação química e meia-vida de uma proteína. Elas em geral estão localizadas na porção amino terminal (N-terminal). As sequências das proteínas podem elucidar a vida na Terra A evolução conservou aminoácidos importantes para a estrutura e função de proteínas entre espécies. A comparação de sequências de uma determinada proteína nos diferentes organismos revela importantes regiões conservadas e relações evolutivas entre diferentes organismos. Comparação de sequencias de uma mesma proteína entre espécies Resíduos sombreados de amarelos são idênticos entre as espécies Proteínas homólogas: se relacionam evolutivamente/ realizam a mesma função em espécies diferentes). (Ex: asa de diversos animais tem a função de voar) Ortólogas: são sequências homólogas presentes em organismos distintos. (Ex, o gene para o colágeno I em humano e o gene para o colágeno I em um coelho são ortólogos. Parálogas: sequências distintas, num mesmo organismo, oriundas de uma mesma sequência ancestral. (Ex: Genes podem se duplicar e uma das cópias surgidas passe a produzir uma proteína sensivelmente distinta. O gene para a cadeia alfa da hemoglobina e o gene para a cadeia beta da hemoglobina originaram-se de um gene ancestral. Logo, os genes da beta globina e da alfa globina são parálogos. O alinhamento permite que identifiquemos as porções mais importantes (conservadas) da proteína. As sequências das proteínas podem elucidar a vida na Terra Por ex: Existem 48 diferenças de sequência primária entre o citocromo c de cavalo e o de fungos, duas espécies que estão completamente separadas na árvore evolutiva. Entretanto, apenas duas diferenças de sequência primária foram encontradas entre o citocromo c de pato e de galinha, o que é óbvio, pois são espécies bem próximas filogeneticamente. As sequências das proteínas podem elucidar a vida na Terra Quanto mais similares as sequências das proteínas dos organismos, mais próximos eles são evolutivamente. Evolução Molecular Estrutura tridimensional Professora Karine Padilha E-mail: karine.padilha@bioqmed.ufrj.br A conformação espacial das proteínas Cada proteína tem uma estrutura específica que depende de: Sua estrutura primária Interações químicas resultantes entre as cadeias laterais dos aminoácidos Modificações pós-traducionais Condições do meio em que elas estão inseridas As proteínas não são traços rígidos porque suas ligações químicas podem realizar rotação, podendo assumir um número ilimitado de conformações. A maioria das ligações químicas não são planares Temas importantes A conformação tridimensional (3D) depende da sequência de aminoácidos. A função depende da estrutura. Cada proteína existe em um ou em pequeno número de formas estruturalmente estáveis. As principais forças para a estabilização de estruturas são forças não-covalentes. apolipoprotein A-I (PDB code 1AV1) Estrutura formada apenas por alfas-hélices Estrutura de uma treptavidina, proteína modificada a partir da estreptavidina humana que funciona biotecnologicamente para ligar outras moléculas, como a biotina. Formada apenas por folhas beta e loops (2Y3E) Dobramento espacial se dá principalmente por interações fracas – principalmente hidrofóbicas • Ligações deH e iônicas são otimizadas em estruturas termodinamente mais favoráveis Estabilidade estrutural (Tendência a manter a conformação nativa) • Ligações dissulfeto são incomuns, mas estabilizam proteínas de organismos termófilos Camada de solvatação: formada pela água envolvendo uma molécula hidrofóbica – a ordenação aumentada das moléculas de água na camada de solvatação correlaciona-se com uma redução desfavorável na entropia da água (grau de desordem). Proteína dobrada (enovelada) em conformação funcional É a forma que a proteína assume para exercer a sua função Conformação nativa Rigidez das ligações peptídicas Ligações peptídicas têm geometria rígida e planar. Elas não podem girar livremente por conta do seu caráter parcial de ligação dupla. Os carbonos α de dois resíduos de aas adjacentes se associam da seguinte forma: Cα-C-N-Cα. Esse 4 átomos mais o H e o O formam os 6 átomos de um grupo peptídico. Dentro do grupo peptídico, entre o O e o N ocorre a formação de pequeno dipolo elétrico e o compartilhamento parcial de dois pares de elétrons (ressonância). Isso gera um caráter parcial de ligação dupla entre os átomos C e N. Ângulos Phi e Psi Mas no esqueleto principal da proteína as ligações N-Cα e Cα -C têm rotação. Os ângulos de ligação resultantes da rotação em Cα são denominadas: phi (Φ) entre N- Cα e psi (ψ) entre Cα-C. e y = qualquer valor entre -180º e + 180º 180º = Peptídeo em sua conformação totalmente estendida e todos os grupos peptídeos estão no mesmo plano. Os valores possíveis para Φ e ψ podem ser revelados graficamente em um Diagrama de Ramachandran quando ψ é marcado em um gráfico contra Φ. Estrutura secundária das proteínas Professora Karine Padilha E-mail: karine.padilha@bioqmed.ufrj.br α-Hélices O arranjo mais simples que as proteínas podem assumir é um arranjo helicoidal. Eixo central α-Hélices O esqueleto polipeptídico fica enrolado em torno de um eixo imaginário. α-Hélices As cadeias laterais dos aminoácidos (marcado em laranja) ficam para a parte externa da estrutura helicoidal. α-Hélices Grupos R se voltam para fora do eixo (roxo). AAs hidrofóbicos estão em amarelo, positivo em azul e negativo em vermelho. Vista lateral Vista frontal (Vista de cima para baixo) Estabilidade das α-Hélices Essa estrutura se mantém pelas ligações pontes de hidrogênio. Acontecem entre as cadeias laterais adjacentes dos aminoácidos. Cada ligação peptídica participa de ligação de hidrogênio, conferindo estabilidade Em média, 25% dos aminoácidos de qualquer proteína estão em hélices α. Tendência dos aminoácidos em formar a-hélices O grupo lateral interfere na capacidade do aminoácido em formar hélices Se aminoácidos com grupamentos R volumosos, como a asparagina, serina e treonina aparecem lado a lado na sequência primária de uma determinada proteína, dificultam a organização em hélice. Tendência dos aminoácidos em formar α-hélices Podemos dizer que são quatro os fatores que facilitam ou dificultam a formação de uma α-hélice: 1. a repulsão ou a atração eletrônica entre resíduos carregados positiva e/ou negativamente; 2. o tamanho das cadeias laterais de resíduos vizinhos; 3. as interações entre resíduos hidrofóbicos separados entre si três ou quatro aminoácidos de distância na sequência primária (interações hidrofóbicas); 4. a presença de prolinas e glicinas. Tendência dos aminoácidos em formar α-hélices Podemos dizer que são quatro os fatores que facilitam ou dificultam a formação de uma α-hélice: 1. a repulsão ou a atração eletrônica entre resíduos carregados positiva e/ou negativamente; O encontro do ácido aspártico (negativo) com um resíduo de lisina (positivo) fortalece a α-hélice, já que forma um par iônico. 2. o tamanho das cadeias laterais de resíduos vizinhos; Aminoácidos com grupamentos R volumosos. 3. as interações entre resíduos hidrofóbicos separados entre si três ou quatro aminoácidos de distância na sequência primária (interações hidrofóbicas); Aminoácidos aromáticos e apolares, como o triptofano, a tirosina e a fenilalanina. Se eles se encontram separados na sequência por um intervalo de três aminoácidos (ou seja, quatro posições à frente), podem formar contatos chamados de interação hidrofóbica, já que vão tender a ficarem juntos e longe da água. A interação hidrofóbica entre esses aminoácidos fortalece a α-hélice. 4. a presença de prolinas e glicinas. O N da prolina envolvido no anel não dispõe de hidrogênios para formar as pontes de hidrogênio necessárias à formação de uma hélice. A glicina possui grande flexibilidade, o que desestabiliza α-hélices. Folhas-b Esqueleto estendido em forma de zigue-zague. Estrutura em forma de lâminas pregueadas (semelhantes às pregas de uma saia de colegial ou a um leque. As fitas β, assim como a folha β, são estabilizadas por pontes de H (caixa verde) , que proporcionam a esta estrutura bastante estabilidade e um certo grau de rigidez. As pontes de hidrogênio fazem com que duas fitas β formem uma folha β. Os grupamentos R dos aas nas folhas β ficam voltados para cima ou para baixo do plano em que corre a folha β. N C C N Folhas-b Existem dois tipos de fitas β: as paralelas e as antiparalelas. Toda vez que uma proteína se dobrar de forma que a extremidade carboxila esteja orientada no mesmo sentido da extremidade amino, teremos uma fita β paralela (N-->C); quando amino-terminal e carboxi-terminal estiverem em sentidos opostos teremos uma fita β antiparalela (N-->C) (C-- >N). N C N C N C C N As voltas conectam diferentes segmentos das proteínas, podendo mudar a direção da cadeia. Podem estar presentes (1) entre duas α-hélices, (2) conectando uma α-hélice a uma fita β ou vice-versa, ou, ainda, (3) conectando duas fitas β para a formação de uma folha β antiparalela, e assim chamadas de voltas β. As voltas β são formadas por quatro aminoácidos que se mantêm formando uma espécie de estrutura em semicírculo, em que o primeiro resíduo da volta faz uma ponte de hidrogênio com o quarto resíduo da volta. Os dois resíduos centrais não mantêm nenhum contato específico. Voltas-b As voltas β ocorrem com frequência próximas a superfície da proteína, onde os grupamentos peptídicos do resíduos do meio podem fazer ligações de hidrogênio com a água. Voltas-b Voltas do tipo I e II. No tipo II, Glicina é sempre o 3º resíduo. Estrutura terciária e quartenária das proteínas Professora Karine Padilha E-mail: karine.padilha@bioqmed.ufrj.br O arranjo tridimensional das α-hélices, folhas β e voltas no espaço é conhecido como estrutura terciária da proteína. Os elementos de estrutura secundária (hélices, fitas e voltas) vão se dobrando e se organizando no espaço até que a proteína atinge sua conformação final. É então que ela assume sua função, a qual pode ser, por exemplo: – a defesa do organismo, como é o caso dos anticorpos; – a regulação da expressão gênica, ativando ou reprimindo genes de determinadas proteínas; etc... A estrutura terciária das proteínas é mantida por pontes de hidrogênio, interações apolares, interações iônicas, e as forças de van der Walls todas entre as cadeias laterais dos resíduos de aminoácidos. Além de pontes de enxofre que se formam quando duas cisteínasse aproximam no espaço Estrutura terciária (3D) Na estrutura terciária os elementos de estrutura secundária são combinados em arranjos variados e em diferentes proporções... Motivos estruturais: como se fossem peças de lego... Estrutura quaternária A estrutura quaternária descreve o arranjo espacial das sub- unidades de uma proteína multimérica. Ou seja, é a junção de pelo menos dois peptídeos independentes que possuem estrutura terciária. Em um complexo proteico, o tipo e número de subunidades junto com a posição relativa constituem a estrutura quaternária. Interações fracas mantêm as subunidades juntas. Complementaridade favorece estas interações. Interação é alta e específica. Classificação das proteínas na estrutura quaternária 1. Fibrosas: – cadeias polipeptídicas arranjadas em longas fitas ou folhas – consistem principalmente de um único tipo de estrutura secundária – proteínas estruturais (forma e suporte) e proteção externa 2. Globulares – cadeias polipeptídicas enoveladas em forma esférica ou globular – vários tipos de estrutura secundária – proteínas regulatórias e enzimas Proteínas fibrosas Têm a propriedade de dar força e/ou flexibilidade às estruturas a que pertencem. É uma proteína em forma de filamento, mais comprida do que larga. Uma proteína fibrosa se associa a outras unidades idênticas a ela e forma um feixe. Insolúveis em água devido ao alto teor de resíduos hidrofóbicos no interior e na superfície da proteína Exemplos: α-queratina do cabelo, fios de seda e colágeno. α-queratina: Sua estrutura é rica em α-hélices com aminoácidos mais próximos uns dos outros do que nas demais proteínas. Estas α-hélices se entrelaçam com as α-hélices de outro filamento, formando uma super-hélice. É a super-hélice que constitui nossos fios de cabelo, nossas unhas, os chifres de alguns animais, a lã de outros. As α-queratinas podem apresentar uma grande quantidade de cisteínas e, por isso, serem capazes de formar pontes de enxofre ou pontes dissulfeto. super-hélice Colágeno Aproximadamente 25% do total das proteínas do nosso corpo é colágeno. É encontrado em tecidos conjuntivos como os tendões, cartilagem, matriz orgânica dos ossos e na córnea dos olhos. O colágeno é composto de três cadeias super enoveladas. Cada cadeia tem formato de hélice, mas não são a hélices! Elas são chamadas cadeias α. Três cadeias de polipeptídios formam a estrutura quaternária do colágeno. Proteínas Globulares Segmentos diferentes de uma cadeia polipeptídica dobram uma sobre a outra e enovelam- se em uma forma mais compacta. O enovelamento provê diversidade estrutural necessária para as proteínas terem variadas funções biológicas. Exemplos de proteínas globulares: enzimas, proteínas transportadoras, proteínas motoras, proteínas reguladoras, imunoglobulinas, entre outras... Hemoglobina Desnaturação de proteínas Condições diferentes das celulares levam as proteínas à desnaturação. Perda da estrutura leva também à perda da função. Desnaturação proteica: É a alteração da estrutura da proteína sem ruptura das ligações peptídicas. Quebra das ligações de estabilização (aspecto químico), perda da função nativa da proteína (aspecto biológico). Calor, pHs extremos, temperatura, solventes orgânicos, detergentes. Renaturação de proteínas As proteínas desnaturadas, portanto, podem voltar aos estados nativos através de renaturação, quando o estímulo é retirado. Enovelamento proteico Algumas proteínas não são capazes de se enovelar sozinhas e precisam de uma “mãozinha”, como o cadarço que precisa de uma mão para amarrá-lo. Em nossas células, existem algumas proteínas denominadas chaperonas moleculares. A função das chaperonas é interagir com as proteínas que necessitam enovelar-se, auxiliando-as a assumir a conformação nativa. Vaca louca A doença da vaca louca (Creutzfeldt-Jakob), é causada por uma falha no enovelamento de proteínas. Mecanismo não muito entendido, mas parece que as proteínas em forma priônica transformam as outras também em proteínas com esse formato. O príon é um agente patogênico, resultante da transformação anormal de uma proteína que está presente normalmente no cérebro humano (proteína priônica celular). Na maioria dos casos, não sabemos porque essa transformação acontece. Resumo Estrutura da proteína é estabilizada principalmente por interações fracas Estrutura secundária consiste no arranjo espacial de átomos de trechos de proteínas, definidas por ângulos phi e psi específicos A estrutura 3D das proteínas tem dois tipos básicos: proteínas fibrosas e globulares A estrutura quaternária vem da junção de várias subunidades terciárias oriundas de genes A estrutura das proteínas pode ser destruída pela desnaturação, o que mostra que a função depende da estrutura Enovelamento de proteínas envolve múltiplos mecanismos.