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PREPARATÓRIO 
CONCURSO AFFA - MAPA
Tecnologia e Inspeção de Bovinos, Derivados e Embutidos
MSc Fernanda C. K. Bortolotto
Médica Veterinária
Esp. Higiene e Inspeção de POA
MSc em Ciência e Tecnologia de POA
Doutoranda em Saúde, Tecnologia e Produção Animal Integrada
LEGISLAÇÃO BASELEGISLAÇÃO BASELEGISLAÇÃO BASELEGISLAÇÃO BASE RIISPOARIISPOARIISPOARIISPOA
� Decreto nº 9013, de 29 de março de 2017
� Lei nº 1283 de 18 de dezembro de 1950
�Lei nº 7889, de 23 de novembro de 1989
FLUXOGRAMA DE ABATE E INSPEÇÃO FLUXOGRAMA DE ABATE E INSPEÇÃO FLUXOGRAMA DE ABATE E INSPEÇÃO FLUXOGRAMA DE ABATE E INSPEÇÃO 
SANITÁRIA DE BOVINOSSANITÁRIA DE BOVINOSSANITÁRIA DE BOVINOSSANITÁRIA DE BOVINOS
Inspeção ante-morten
1ª ETAPA 2ª ETAPA
No momento da chegada 
dos animais no 
estabelecimento
Uma hora antes do início 
do abate
EXAME ANTE-MORTEM
OBRIGATÓRIA E DEVE SER 
REALIZADA POR SERVIDOR 
COMPETENTE DO SIF
DEVE-SE OBSERVAR:
• Lote como um todo;
• Movimentação dos animais: avaliação de comportamento;
• Separa-se todos os animais que manifestem problemas de 
ordem sanitária perceptível ao exame visual;
• Os que eventualmente foram separados, são conduzidos para 
currais de sequestro para exame clínico;
• GTA e NF do produtor: devem acompanhar cada lote
GTA:
� Deve constar: procedência dos animais, proprietário,
propriedade, nº de animais, marca, meio de transporte, destino,
finalidade, espécie, raça, sexo, categoria de animais.
ABATE
FLUXOGRAMA DE ABATE
1. CURRAIS:
� De chegada e Seleção: Destinam-se ao recebimento, 
apartação do gado, para formação de lotes, de acordo com 
sexo, idade e categoria.
� De observação: Apenas para receber, para exame mais 
apurado, animais que na inspeção ante-mortem forem 
excluídos da matança normal por suspeita de doença
�De matança: Receber animais aptos ao abate
IMPORTANTE
•ÁGUA POTÁVEL: 
• Deve ser oferecida aos animais à vontade durante todo o 
período de descanso
•CAPACIDADE DOS CURRAIS: 
• Deve ser cerca de 2,5m²/animal, para que não ocorram 
superlotações, evitando assim problemas de estresse, 
brigas ou contusões.
RELATIVO AO BEA
Condições que podem resultar em hematomas:
�Agressões diretas;
�Manejo inadequado em embarque e desembarque;
�Instalações inadequadas; 
�Transporte inadequado;
�Gado muito reativo.
“Qualidade da carne é prejudicada quando 
animal é mal manejado ou mal 
insensibilizado”
FLUXOGRAMA DE ABATE
2. Departamento de necropsia: sala de necropsia + forno 
crematório
3. Banho de aspersão (limpeza e remoção de sujidades)
4. Rampa de acesso à matança
5. Seringa
6. Chuveiro
7. Box de atordoamento ou insensibilização: concussão 
cerebral
Procedimentos para o abate humanitário
IN n°3, de 17/01/2000
Conjunto de normas 
técnicas e científicas que 
garantam o bem-estar dos 
animais, desde a recepção 
até operação de sangria
De acordo com BEA:
�Apenas 5% dos animais podem receber 2 tiros,
�95% devem ser insensibilizados no primeiro tiro.
OBSERVA-SE: AUSÊNCIA DE RESPIRAÇÃO 
RÍTMICA, OLHOS FIXOS E SEM REFLEXOS, OLHOS 
SEM REFLEXOS PALPEBRAL OU CORNEAL
�Pressão da pistola: 165 a 195lbs
�Tempo entre insensibilização e sangria: até 1 
minuto
FACULTATIVO
É facultado o abate de animais de acordo com preceitos
religiosos, desde que seus produtos sejam destinados total ou
parcialmente ao consumo por comunidade religiosa que os
requeira ou ao comércio internacional com países que façam
essa exigência.
# ABATE SEM PRÉVIA INSENSIBILIZAÇÃO #
KOSHER
HALAL
Abate sem insensibilização
Jugulação = degola envolvendo pele, músculos 
do pescoço, traquéia, jugular e carótida
FLUXOGRAMA DE ABATE
8.Área de vômito
9. Chuveiro para remoção de vômito
10. Sala de matança
� Área de Sangria: Secção dos grandes vasos do pescoço,
à altura da entrada do peito, depois de aberta sagitalmente a
barbela. Sangue deve ser recolhido em canaleta própria
“canaleta de sangria”
SANGRIA
� No máximo 1 minuto após a 
insensibilização
�Tempo de sangria: 3 minutos
�Sangue pode ser coletado para fins 
alimentícios
�Troca de facas: cabos de cor 
diferente
�Esterilizador de faca: mínimo de 
82,2°C
ESTIMULAÇÃO ELÉTRICA
�Consiste em aplicar após a morte do bovino, um choque 
elétrico
�Objetivos:
�esgotar rapidamente o ATP (acelerando processo de 
aparecimento de rigor mortis), amaciar a carne devido aumento 
da atividade enzimática nos músculos dos animais estimulados, 
evitar encurtamento pelo frio que é um das maiores causas de 
endurecimento das carnes, acelerar envermelhamento da carne 
devido maior penetração de oxigênio nas carcaças estimuladas
FLUXOGRAMA DE ABATE
10. Sala de Matança:
� Esfola: com bovino pendurado em trilho
� Serra de peito
�Evisceração
�DIF
ESFOLA
Etapa importante deve-se evitar a
contaminação da carcaça por pelos ou resíduos
fecais
OCLUSÕES
Depois da esfola são realizadas as seguintes oclusões:
� oclusão de reto –
� separá-lo de seus ligamentos, envolve-lo em saco plástico, amarrar e recoloca-lo 
novamente dentro da cavidade.
� oclusão de porção anterior do esôfago –
� separá-lo de suas ligações, com a traquéia e concluir com barbante ou grampo metálico. 
Essas operações diminuem a possibilidade de contaminação da carcaça com 
fezes e conteúdo ruminal
INSPEÇÃO POST-MORTEM
�Rotina para animais abatidos
�Exame macroscópico de: 
• conjunto cabeça-língua;
• superfície interna e externa da carcaça;
• Vísceras abdominais;
• Vísceras torácicas,
• Vísceras pélvicas;
• Linfonodos das cadeias linfáticas mais acessíveis
INSPEÇÃO POST-MORTEM
� Para estabelecimentos destinados à exportação 
internacional de carne in natura: obrigatório inspecionar 
superfícies inter-digital e peri-ungeal
�Linhas de Inspeção: locais onde se realizam os 
exames
LINHA A
� EXAME DOS PÉS: para estabelecimentos 
exportadores
� Visualização
�Palpação
�Corte linfonodo retro-mamário
� LINHA A1: Exame de úbere (visualização e palpação)
LINHA B
� EXAME DE CABEÇA E LÍNGUA:
�Incisão de masseteres e pterigoideos
�Incisão de linfonodo parotídeo
�Visualização de mucosas e demais órgãos da cabeça
� Visualização e palpação de língua, somente se 
necessário incisar
LINHA C
�CRONOLOGIA DENTÁRIA: facultativo
LINHA D
� EXAME DO TGI:
�Incisão de linfonodo gástrico + cadeia ganglionar
�Visualização, palpação e incisão se necessário: baço, 
pâncreas, vesícula urinária e útero
LINHA E
�EXAME DO FÍGADO:
� Visualização;
�Palpação, fígado e vesícula biliar;
� Incisão de linfonodos e sistema porta.
LINHA F
� EXAME DOS PULMÕES:
� Visualização;
�Palpação;
�Incisão de linfonodos apical, esofagiano, mediastínico e 
traque-brônquico
LINHA F
� EXAME DO CORAÇÃO:
� Visualização; 
�Palpação;
�Incisão (abertura do coração)
LINHA G
� EXAME DOS RINS:
�Visualização;
�Palpação;
�Incisão se necessário.
LINHA H
�EXAME EXTERNO E INTERNO DA CARCAÇA 
“TRASEIRO”
�Incisão de linfonodos pré-crural, inguinal/retromamário, 
ilíaco, isquiático
LINHA I
�EXAME EXTERNO E INTERNO DA CARCAÇA 
“DIANTEIRO”
�Incisão de linfonodos pré-escapulares
LINHA J
�CARIMBAGEM
Coxão
Ponta de Agulha
Lombo 
Paleta
Ao término do exame post mortem
� Toda a carcaça, parte de carcaça ou órgãos, que 
apresentem lesões ou anormalidades, examinados nas 
linhas de inspeção, que possam ter implicações para a 
carcaça ou demais órgãos devem ser desviados para o 
DIF – Departamento de Inspeção Final, para que sejam 
examinados, julgados e tenham devida destinação.
FLUXOGRAMA DE ABATE
11. Divisão meia carcaça
12. Toalete
13. Lavagem das meias carcaças
14. Resfriamento
15. Expediçãoe transporte
PARTICULARIDADES
�Na inspeção ante mortem, se forem identificados animais 
suspeitos de zoonoses ou enfermidades infectocontagiosas, ou 
animais que apresentem reações inconclusivas ou positivas em 
testes diagnósticos para essas enfermidades, o abate deve ser 
realizado em separado dos demais animais
� Na inspeção ante mortem, se forem constatados casos isolados 
de doenças não contagiosas que permitam aproveitamento 
condicional ou condenação total, este deve ser abatido por último
ANIMAIS REATIVOS POSITIVOS PARA 
BRUCELOSE
• Devem ser abatidos no final da matança, com manipulação 
por profissionais providos de EPIs, sendo carcaças, órgãos 
e vísceras encaminhados obrigatoriamente para o DIF.
• O serviço de inspeção oficial deve ser notificado da 
chegada destes animais com antecedência mínima de 12 
horas.
São obrigações dos estabelecimentos
� Adotar medidas para evitar maus-tratos aos animais e 
aplicar ações que visem à proteção e ao BEA, desde o 
embarque até o momento do abate
MORTE ACIDENTAL
� Lotes de animais onde se verifique qualquer caso de morte 
natural, só deve ser abatido esse lote depois do resultado de 
necropsia
�Morte acidental no estabelecimento de abate: desde que 
imediatamente sangrados, podem ser destinados ao 
aproveitamento condicional, após exame post-mortem a critério 
do AFFA, Médico Veterinário
É PROIBIDO
O abate de animais que não tenham 
permanecido em descanso, jejum e dieta hídrica!
ABATE DE EMERGÊNCIA
� Imediata:
�a qualquer momento, no matadouro sanitário ou junto com matança normal (fraturas)
�Mediata:
�animais suspeitos de doenças infecciosas ou parasitáias (Departamento de 
necrópsia)
“ Animais que chegam ao estabelecimento em condições precárias de saúde, 
impossibilitados ou não de atingirem a dependência de abate por seus próprios meios, e os 
que foram excluídos do abate normal após exame ante mortem, devem ser submetidos ao 
abate de emergência”
MRE
� É obrigatória a remoção, segregação e a inutilização dos
Materiais de Risco Específico – MRE para encefalopatias
espongiformes transmissíveis de todos os ruminantes
destinados ao abate
MRE: Material de Risco Específico (medula, cérebro, tonsilas, 
porção terminal do íleo)
Normativa n°15, de 2003 do MA
FRIO
�Após abate, a temperatura interna das carcaças varia entre 
30 - 39°C
�Câmaras frias devem manter temperaturas entre -4 – 0°C, 
para que temperatura interna das carcaças reduza para 
7°C ou menos
�Processo leva de 24 a 48horas
VELOCIDADE DE REFRIGERAÇÃO DE 
CARCAÇAS
Pode variar de acordo com:
� Calor específico da carcaça;
� Peso;
� Quantidade de gordura externa;
� Condutividade térmica;
� Temperatura da câmara de refrigeração; 
� Velocidade de circulação do ar
Câmara fria com 
temperatura de 0°C, 90-95% 
de umidade relativa, 
ventilação de 2-3m/s
Tempo de resfriamento = 24h
Quebra de peso = 1 a 1,5%
Prazo de vida comercial dos 
quartos = 7 dias
CARNES RESFRIADAS
Câmara fria com temperatura mais baixa (-
3°C), 90-95% de umidade relativa, ventilação 
de 2-3m/s
Tempo de resfriamento nunca inferior a 3 
horas, prazo de vida comercial = 3 a 4 
semanas
CARNES REFRIGERADAS
TRANSFORMAÇÃO DO MÚSCULO EM 
CARNE
RIGOR MORTIS SE INSTALA 
ALGUMAS HORAS APÓS O 
ABATE (Bovinos 6 a 12h)
CARCAÇA RETOMA MACIEZ 
DEPOIS DE 5 – 24 HORAS, 
PELO AUMENTO DA ACIDEZ 
(QUEDA DO pH)
QUEDA DO pH = Ácido 
Lático
pH do músculo vivo = próximo neutralidade
pH abaixo de 6,0 = carne boa para processamento e consumo
pH entre 6,0 e 6,2 = carne para consumo imediato
pH acima de 6,4 = início de decomposição da carne
CARNES CONGELADAS
• Conservação por tempo prolongado
• Ponto de congelamento: próximo a -1°C
• Importante: após descongelamento, devem ser
consumidas rapidamente pois enzimas e Mos não são
destruídos pelas baixas temperaturas
• Ideal: congelamento rápido e descongelamento lento
PADRÕES DE IDENTIDADE E 
QUALIDADE
�Os RTIQs comtemplarão: definição dos produtos
tecnologia de fabricação
ingredientes autorizados
parâmetros microbiológicos
parâmetros físico-químicos
requisitos de rotulagem
CARNES E DERIVADOS
MIÚDOS: são órgãos e partes de animais de abate julgados aptos ao consumo 
humano pela inspeção veterinária oficial
BOVINOS: encéfalo, língua, coração, fígado, rins, rúmen, retículo, omaso, 
rabo e mocotó (Art, 278)
Podem ainda ser aproveitados para consumo direto, de acordo com hábito regionais ou de 
países importadores: pulmões, baço, medula espinhal, glândula mamária, testículos, lábios, 
bochechas, cartilagens, desde que não se constituam em material especificado de risco.
PRODUTOS DE TRIPARIA
� Vísceras abdominais utilizadas como envoltórios naturais
� Intestinos, bexiga, estômagos, peritônio parietal, serosa do esôfago, 
epíplon = após tratamento tecnológico específico
PRODUTOS CÁRNEOS
“ Aqueles obtidos de carnes, miúdos e partes 
comestíveis das diferentes espécies animais, com as 
propriedades originais das matérias-primas, modificadas 
por meio de tratamento físico, químico ou biológico, ou 
ainda pela combinação destes métodos em processos 
que podem envolver a adição de ingredientes, aditivos 
ou coadjuvantes de tecnologia”
CARNE TEMPERADA
Seguida da especificação que couber, é o produto cárneo obtido
dos cortes ou de carnes de diferentes espécies animais,
condimentado, com adição ou não de ingredientes.
especiarias aditivos
Instrução Normativa MAPA nº 51 de 
29/12/2006
Regulamento Técnico de Atribuição de Aditivos, e seus
Limites das seguintes Categorias de Alimentos 8:
Carne e Produtos Cárneos
ATRIBUIÇÕES DE ADITIVOS 
GRUPO 8 - CARNES E PRODUTOS CÁRNEOS 
Aditivo: Aditivo Aditivos:
Número Função/ Nome Concentração máxima
INS g/100g
EMBUTIDOS
Produtos cárneos elaborados com carne ou com órgãos 
comestíveis, curados ou não, condimentados, cozidos ou 
não, defumados e dessecados ou não, tendo como 
envoltório a tripa, a bexiga ou outra membrana animal.
EMBUTIDOS
Permite-se o emprego de envoltórios artificiais, desde 
que previamente aprovados pelo órgão regulador da 
saúde.
PRODUTOS DEFUMADOS
Produtos cárneos, que após processo de cura, são 
submetidos à defumação, para lhes dar cheiro e sabor 
característico, além de um maior prazo de vida comercial 
por desidratação parcial.
QUENTE
FRIO
DEFUMAÇÃO
• Queima de madeiras não resinosas, secas e duras
CARNE COZIDA
Seguida da especificação que couber, é o produto 
cárneo obtido de carne das diferentes espécies de 
animais, desossada ou não, com adição ou não de 
ingredientes, e submetida a processo térmico específico.
ESTERILIZADOS
Produtos cárneos obtidos a partir de carnes ou de 
miúdos das diferentes espécies animais, com adição ou 
não de ingredientes, embalados hermeticamente e 
submetidos à esterilização comercial
ALMÔNDEGA
Produto cárneo obtido a partir da carne moída de uma ou 
mais espécies animais, moldado na forma arredondada, 
com adição ou não de ingredientes, e submetido a 
processo tecnológico específico.
IN 20, 31/07/2000
HAMBÚRGUER
Produto cárneo obtido de carne moída das diferentes 
espécies animais, com adição ou não de ingredientes, 
moldado na forma de disco ou na forma oval, e 
submetido a e processo tecnológico específico.
IN 20, 31/07/2000
QUIBE
Produto cárneo obtido de carne bovina ou ovina moída, 
com adição de trigo integral, moldado e acrescido de 
ingredientes.
Pode ser utilizada carne de outras espécies em sua 
fabricação desde que declarado no rótulo.
IN 20, 31/07/2000
LINGUIÇA
Produto cárneo obtido de carnes cominuídas das 
diferentes espécies de animais, condimentado, com 
adição de ingredientes, embutido em envoltório natural 
ou artificial, e submetidoa processo tecnológico 
específico.
IN 4, 31/03/2000
MORCELA
Produto cárneo embutido, elaborado principalmente a 
partir do sangue, com adição de toucinho moído ou não, 
condimentado e cozido.
MORTADELA
Produto cárneo obtido da emulsão de carnes 
de diferentes espécies animais, com adição ou 
não de toucinho, de pele, de miúdos, e de 
partes animais comestíveis, e de condimentos 
específicos, embutido em envoltório natural ou 
artificial, de diferentes formas, e submetido a 
processo térmico característico.
IN 4, 31/03/2000
SALSICHA
Produto cárneo obtido da emulsão de carne de uma ou 
mais espécies de animais, com adição ou não de 
gordura, de pele, de miúdos, e de partes animais 
comestíveis, com adição de ingredientes e condimentos 
específicos, embutido em envoltório natural ou artificial, 
submetido a processo térmico característico.
IN 4, 31/03/2000
FIAMBRE
Produto cárneo obtido de carne de uma ou mais 
espécies animais, com adição ou não de miúdos, e 
partes animais comestíveis, transformados em massa, 
condimentado, com adição de ingredientes e submetido 
a processo térmico específico.
IN 20, 31/07/2000
PASTA OU PATÊ
Produto cárneo obtido a partir de carnes, de miúdos, das 
diferentes espécies animais, ou de produtos cárneos, 
transformados em pasta, com adição de ingredientes, e 
submetido a processo térmico específico. 
IN 21, 31/07/2000
CALDO DE CARNE
Produto líquido resultante do cozimento de carnes , 
filtrado, esterilizado e envasado.
Este pode ser concentrado e condimentado.
CHARQUE
Produto cárneo obtido de carne bovina, com adição de 
sal e submetido a processo de dessecação.
JERKED BEEF
Carne bovina salgada 
curada dessecada = 
produto cárneo obtido de 
carne bovina, com adição 
de sal e agentes de cura, 
submetido a processo de 
dessecação.
IN 22, 31/07/2000
COTA HILTON
• Produto de melhor qualidade e melhor preço
• Exportação de carne bovina para EU
• Carne fresca ou resfriada, sem osso e com alto padrão de 
qualidade
• Animais: 22-24 meses, no máximo 2 dentes incisivos 
permanentes, alimentados exclusivamente a pasto, peso de 
abate não superior a 460Kg
• Necessidade de “certificado de autenticidade”
• Obrigatoriedade de rastreabilidade
QUESTÕES PARA ESTUDO
Segundo o RIISPOA, é proibido o abate em comum de animais 
que no ato da inspeção ante-mortem sejam suspeitos das 
seguintes zoonoses:
a) babesiose, tétano, pasteurelose;
b) Carbúnculo hemático, mormo, dermatite;
c) Peste suína, raiva, otite;
d) Pasteurelose, doença de New Castle e Salmonelose
Em um matadouro-frigorífico, um animal que tenha morrido no 
Curral de observação (ou em qualquer outro) ou durante 
transporte, chegando morto ao estabelecimento, será 
encaminhado para: 
a) Sala de resfriamento;
b) Sala de sangria;
c) Sala de matança;
d) Forno crematório;
e) Departamento de necrópsia
As conservas de carne depois de enlatadas em recipientes 
hermeticamente fechados são esterilizadas e em seguida 
esfriadas. Assim é correto afirmar: 
a) O esfriamento das latas de conserva é feito com aspersão de 
água gelada
b) Na fabricação de toda conserva enlatada a carne é pré-
cozida em autoclaves. 
c) Na fabricação das conservas enlatadas sempre é feita a 
adição de nitrito à carne 
d) Toda conserva de carne deve ser esterilizada a uma 
temperatura superior a 100 graus centígrados. 
São considerados fatores ante-mortem que influenciam na 
qualidade da carne, exceto:
a) Estimulação elétrica da carcaça;
b) Efeito do estresse;
c) Genética;
d) Alimentação;
e) Idade
O valor final do pH da carne influi na conservação e propriedades 
tecnológicas da carne. Uma acidificação adequada da carne 
corresponde a valores de pH entre:
a) 6,4 a 6,8
b) 5,4 a 5,8
c) 4,4 a 4,8
d) 3,4 a 3,8
Miúdos são órgãos e vísceras comestíveis obtidos durante o abate dos 
animais de açougue. É correto afirmar: 
a) A localização ideal da seção de miúdos é sobre o piso da sala de 
matança. 
b) A rabada não é considerada corte de carne e sim miúdo, podendo 
ser comercializa inteira ou fracionada.
c) Todas as partes do estômago bovino são comestíveis e 
consideradas miúdos, entretanto não são trabalhadas na seção de 
miúdos. 
d) Como regra, após sua obtenção e inspeção, os miúdos sofrem uma 
limpeza seguida de lavagem em água corrente podendo sofrer ou 
não escorrimento e cozimento. Posteriormente são embalados e 
congelados. 
Em relação as afirmações abaixo, assinale a correta:
a) A inspeção ”post-mortem” consiste no exame de todos os órgãos e tecidos, abrangendo a observação 
e apreciação de seus caracteres externos, sua palpação e abertura dos nodos linfáticos correspondentes, 
além de cortes sobre o parênquima dos órgãos, quando necessário. (Art. 147)
b) A inspeção post-mortem, consiste no exame da cabeça, coração, fígado, rins, intestinos, estômagos, língua.
c) A inspeção “post-mortem”, consiste em observar através de cortes do parênquima, quando necessário a 
palpação nas linhas de inspeção. 
d) A inspeção post-mortem, consiste em observar os animais desde os currais de chegada e seleção separando-
os quando for o caso para um exame detalhado que irá complementar o exame dos órgãos, vísceras e carcaças 
aplicando as técnicas de inspeção configuradas nas Normas de Bovinos do MAPA. 
Um caminhão, transportando gado bovino para abate, acidentou-se no trajeto da fazenda para o matadouro-frigorífico. Em 
conseqüência dos problemas ocorridos, chegaram ao estabelecimento de abate, que funciona sob inspeção federal, alguns animais 
mortos e outros apresentando contusões em graus variados. Em face dessa situação, julgue os itens que se seguem à luz da 
legislação pertinente.
1) Os animais mortos devem ser enterrados imediatamente, em vala profunda, na área do próprio matadouro-frigorífico, nas 
proximidades dos currais. 
2) Suponha que entre os animais acidentados o médico veterinário tenha encontrado uma vaca que, além de uma ferida acidental 
no costado direito, mostrou, ao exame, estado adiantado de gestação — último terço do período de gestação. Então, nesse 
caso, a vaca em questão deve ser encaminhada para o abate de emergência, juntamente com os outros animais contundidos. 
3) Os animais apresentando contusões generalizadas e(ou) fraturas devem ser destinados ao abate de emergência. 
4) O médico veterinário, responsável pela inspeção do estabelecimento, deve determinar que as carnes obtidas dos animais 
apresentando pequenas contusões sejam destinadas unicamente à fabricação de charque — carne bovina salgada e 
dessecada. 
5) As carnes obtidas de animais abatidos de emergência jamais poderão ser aproveitadas para o consumo humano, in natura ou 
mesmo sob a forma de produtos industrializados.

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