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TRABALHO PESQUISA E PRATICA - PRÉ PROJETO OK

Projeto de TCC sobre educação inclusiva e autismo, com introdução, questões norteadoras, objetivos, justificativa, procedimentos metodológicos e referências; aborda definições e classificações do autismo e desafios da inclusão escolar e da atuação docente.

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UNIVERSIDADE ESTÁCIO DE SÁ 
CURSO DE PEDAGOGIA 
 
 
 
 
 
APARECIDA PEREIRA MARQUES CAVALCANTE 
 
 
 
 
 
EDUCAÇÃO INCLUSIVA 
 
 
 
 
 
GOIÂNIA 
2018 
 
 
 
APARECIDA PEREIRA MARQUES CAVALCANTE 
 
 
 
 
 
 
EDUCAÇÃO INCLUSIVA 
 
 
 
 
 
 
Projeto de TCC, apresentado ao Curso de 
Pedagogia da Universidade Estácio de Sá, 
como requisito parcial para aprovação da 
disciplina Pesquisa e Prática em Educação-
Projeto 
Orientador: RAQUEL VASERSTEIN 
GORAYEB 
 
 
 
 
 
SUMÁRIO 
 
 
1 INTRODUÇÃO .............................................................................3 
1.1. APRESENTAÇÃO DO TEMA............................................3 
1.2 QUESTÕES NORTEADORAS ......................................... 4 
1.3 OBJETIVOS...............................................................................5 
1.3.1 Objetivo Geral ........................................... ....................5 
1.3.2 Objetivos Específicos ....................................................5 
1.4 JUSTIFICATIVA ................................ ..............................5 
1.5 PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS .............................6 
1.6 REFERÊNCIAS .......................................... .....................7 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 1 
INTRODUÇ ÃO 
 
A Educação Especial tem ocupado cada vez mais os espaços de 
discussão na atualidade, compreendendo-se sua complexidade a partir de 
diferentes visões e variadas vertentes. Verifica-se que nesse contexto, o 
autismo tem grande importância, dada sua incidência entre os alunos no 
Brasil. 
 
1.1. APRESENTAÇÃO DO TEMA 
 
No contexto da Educação Especial é possível identificarem se alguns 
aspectos que, contraditoriamente, afastam os conceitos utilizados da 
realidade dos alunos. Desde a elaboração do currículo ocorre uma 
propositura de metodologias que sugerem um padrão a ser adotado junto 
a todos os discentes. A sujeição dos alunos tratados como diferentes aos 
demais, e mesmo aos próprios educadores passa a ser um elemento 
marcante e de importante análise nesse contexto. As diferenças existentes 
na escola são conduzidas pelos responsáveis da mesma até a exclusão do 
sujeito, que passa a ser observado como alguém que se subtraiu 
autonomamente do meio. As verdades trazidas pela cultura constroem os 
perfis sociais e estes são os responsáveis pela elaboração dos modelos de 
aceitação e adequação ao que deve ser aceito, ou não, como padrões 
normais, devendo-se considerar que tais modelos-padrão se opõem à 
diversidade intrínseca ao ser humano. Algumas dificuldades podem surgir 
no processo de inclusão, como a constatação de um possível prejuízo 
aos alunos sem deficiência devido à presença de alunos com deficiência, 
que requerem maior atenção dos docentes. Esta cessão, por parte daqueles 
que não são acometidos pela deficiência, faz parte de uma das práticas 
de essencial compreensão, que é inerente à aceitação das diferenças. 
Entretanto, a atuação decisiva no processo de inclusão, onde se destaca a 
necessária atividade dos professores. 
 
 
 2 
Apriori, faz-se importante a definição do autismo, enquanto um 
conjunto de sintomas e não mais como síndrome única. As doenças com 
espectro autista podem ser classificadas de três maneiras. O autismo 
clássico tem por características principais o fato de o portador voltar-se para 
si mesmo, não estabelecer contato visual com outras pessoas e não 
usarem a fala como instrumento de comunicação, mesmo sabendo falar. No 
autismo de alto desempenho, outrora denominado síndrome de Asperge, os 
portadores são muitas vezes confundidos com gênios, mas possuem as 
dificuldades semelhantes às dos demais autistas e em níveis bem 
reduzidos. Os portadores do distúrbio global de desenvolvimento sem 
especificação têm as mesmas dificuldades de interação social e de 
comunicação dos demais autistas, mas existe a insuficiência de sintomas 
para que sejam incluídos nas outras categorias. Os aspectos relacionados à 
inclusão na educação têm buscado a proximidade com o ideário de uma 
pedagogia pautada pelos aspectos democráticos previstos em diferentes 
pontos da legislação brasileira e em atenção aos clamores democráticos. 
Nessas condições, verifica-se que todas as disciplinas, notadamente no 
ensino básico, passam a ter a obrigação compartilhada de promover a 
inclusão em todos os aspectos e mais, que isso, buscar o desenvolvimento 
de metodologias que contemplem aos anseios de todos. A pesar da grandeza 
dos números da inclusão na educação nacional a mesma nem sempre 
ocorre de maneira efetiva, pois não basta a capacitação do docente se não 
ocorrerem as adaptações metodológicas e estruturais para que se possa 
mudar o modelo de exclusão em favor de uma escola democrática e 
inclusiva. 
 Desse modo, o trabalho de pesquisa buscará resposta à questão: Qual o 
papel dos professores no momento às políticas de inclusão voltadas ao aluno 
autista? 
 
 
 
 
 
 
 
 3
 1.2 QUESTÕES NORTEADORAS 
 
  O autismo em suas diferentes expressões é um tema conhecido e 
explorado na formação dos professores? 
 Os docentes em sua maioria estão preparados para o trabalho com o 
discente autista? 
 Quais são as formas mais utilizadas para o diagnóstico do autismo? 
 A inclusão do aluno autista nas turmas regulares tem sido realizada a 
contento na maioria das escolas brasileiras? 
 
1.3 OBJETIVOS 
 
 Observando a necessidade de atenção especial ao aluno autista , pode-se 
considerar que o assunto, apesar de bastante explorado no contexto 
pedagógico, ainda carece de uma melhor compreensão por parte dos 
educadores e da busca de melhorias quanto às metodologias, compreendendo 
o elevado percentual de alunos portadores. 
 
1.3.1 Objetivo Geral 
 
Compreender o autismo e sua influência no processo de ensino e 
aprendizagem. 
 
1.3.2 Objetivos Específicos 
 
 Analisar a eficiência do ensino voltado ao aluno portador de transtorno de 
espectro autista; 
 Demonstrar as formas predominantes de diagnóstico do autismo ; 
 Indicar a maneira como atualmente é realizado o processo de inclusão. 
 
 
 
 
 4 
4. JUSTIFICATIVA 
 
Os avanços ocorridos formalmente na Educação Especial têm como base a 
Declaração de Salamanca, de 1994, que conforme Andreozzi (2006) , 
representa uma correlação direta com a inclusão social. Dez anos depois da 
elaboração da referida declaração, foi elaborado outro importantedocumento, 
que é o relatório Delors para a Educação no Século XXI. Este apresenta 
uma autonomia que a educação não possui no tocante à promoção da 
igualdade social e confirma os ideais da Revolução Francesa a respeito da 
universalidade do direito à educação. O capitalismo enquanto produtor de 
desigualdades deve encontrar na educação um elemento que possa não o 
combater, mas minimizar seus efeitos que soarem destrutivos no tocante à 
realidade social. Nesse contexto, a inclusão passa, conforme Dias (2006), a 
ser um novo paradigma das ciências sociais. A afirmação de que a escola 
possui o caráter de exclusão foi feita por Sawaia (2002 ), que explica esta 
segregação como um processo de dimensões subjetivas, relacionais, políticas 
e materiais. Estatísticas apontam que no Brasil existem aproximadamente 
6,2 % da população apresenta algum tipo de deficiência, sendo que a mais 
representativa é a deficiência visual, com 3,6 % da população ( IBGE, 2015). 
Com base nesses números, é possível identificar a dimensão da demanda 
pela Educação Especial. Dados indicam que, em 2014, mais de 698 mil 
estudantes especiais estavam matriculados em classes comuns, com 97.459 
professores especializados em educação especial em atividade ( IBGE, 2015). 
Para Sassaki (2010), no Brasil, o termo portador de deficiência tornou-se 
bastante popular, principalmente entre os anos de 1986 e 1996. Assim, as 
correntes de pensamento atuais indicam que nenhuma pessoa porta uma 
deficiência como se estivesse portando um objeto e sim, que estas 
possuem algum tipo de deficiência que faz parte de suas características 
pessoais. A deficiência tem como consequência ao seu portador, além das 
limitações por ela impostas, o preconceito de alguns com relação ao mesmo. 
O estudo justifica sua relevância devido às atuais propostas de caráter 
inclusivo, que longe de serem unanimidade quanto à sua eficiência, carecem 
de adaptação à heterogeneidade do público-alvo que se relaciona às 
políticas inclusivas . 5 
1.5 METODOLÓGIA 
 
Para atenção aos objetivos, o presente estudo buscará a análise do 
referencial contido nos livros que analisam o tema e material 
disponibilizado em meio eletrônico, observando, essencialmente, a 
convergência da análise à proposta aqui apresentada. Esta revisão 
bibliográfica pode ser definida conforme Gil (1999 ), como a pesquisa 
realizada em material previamente publicado a respeito do tema. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 6 
1.6 REFERÊNCIAS 
 
 ANDREOZZI, M. L. Educação inclusiva: fracasso escolar da educação na 
modernidade. 
 
 DIAS, S. Educação e inclusão: projeto moral ou ético. Educação e 
Subjetividade. Faculdade de Educação da PUC SP, Ano 1, n.02, p. 17 - 42, 2006 
Disponível em: https://online.unisc.br/seer/index.php reflex/article/dowload/918/665. 
Acesso em 03 nov. 2018. 
 
GIL, A. C. Métodos e técnicas de pesquisa social. 5. ed. São Paulo: Atlas, 
1999. 
 
 IBGE, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. 2015. Disponível em: 
<www.ibge.gov.br>. Acesso em 03 nov. 2018. 
 
 SASSAKI, Romeu Kazumi. Inclusão: construindo uma sociedade para 
todos. 8 ª ed. Rio de Janeiro: WVA, 2010. 
 
SAWAIA, B. As artimanhas da exclusão. 5 ed. Petrópolis: Vozes, 2004. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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