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PROJETO DE ENSINO ED FISICA

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não importa o tamanho do potencial que cada aluno tem. Não importa quem dos alunos tem mais ou menos potencial para isso ou aquilo. O que verdadeiramente significa em toda essa atitude inclusiva é o respeito à diversidade humana e a luta por igualdade de direitos.     Não é necessário um conteúdo diferente para trabalhar a inclusão em sala de aula, o professor pode desenvolver atividades que são usadas no dia-a-dia. Mas é necessária que essas atividades sejam adaptadas à realidade de todos os alunos, sejam eles com necessidades educativas especiais ou não. 
A inclusão de um aluno com deficiência nas aulas de educação física não trás benefícios somente para o portador, trás benefícios para os professores, a escola e acima de tudo aos colegas, pois a convivência com os portadores de deficiência os tornam crianças mais solidaria, pacientes e as fazem perceber que todos são iguais. 
6.REFERÊNCIAS:
A inclusão de alunos com Síndrome de Down no ensino fundamental –Disponível em:
 < http://www.movimentodown.org.br/educacao/inclusao-de-alunos-com-sindrome-de-down-no-ensino-fundamental> acesso em 03 de março de 2018.
A inclusão escolar do aluno com Síndrome de down. Disponível em: < https://pedagogiaaopedaletra.com/inclusao-escolar-de-criancas-com-sindrome-de-down/> acesso em: 03 de março de 2018
BRASIL,Constituição de 1988,- texto constitucional de 5 de outubro de 1988 com as alterações adotadas pelas Emendas Constitucionais de n. 1, de 1992 a 52, de 2006, e pelas Emendas Constitucionais da revisão de n.1 a 6, de 1994-26 ed.-Brasília: Camâra dos Deputados- coordenação de publicações, 2006.
DECLARAÇÃO DE SALAMANCA. 1994. Disponível em: <http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/salamanca.pdf>. Acesso em: 05 de março de 2018.
DESENVOLVIMENTO MOTOR EM CRIANÇAS PORTADORAS DE SÍNDROME DE DOWN. Disponível em: <http://www.efdeportes.com/efd124/desenvolvimento-motor-em-criancas-portadoras-de-sindrome-de-down.htm-> acesso em: 17 de março de 2018.
DIRETRIZES DE ATENÇÃO A PESSOA COM SÍNDROME DE DOWN: disponível em: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/diretrizesatencaopessoasindromedown.pdf- acesso dia 18 de março. 
Lei 9696, de 1 de setembro de 1998. Dispõe sobre a regulamentação da Profissão de Educação Física e cria os respectivos Conselho Federal e Conselhos Regionais de Educação Física. Disponível em: 
 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9696.htm Acesso em: 07 de março de 2018.
 Lei nº93946, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional.1996. Disponível em: 
< http://www.planalto.gov.br/Ccivil_03/leis/L9394.htm> acesso em: 07 de março de 2018.
MARTINS, Lúcia de Araújo Ramos. A inclusão escolar do portador da síndrome de Down: o que pensam os educadores?Natal, RN: EDUFRN, 2002.
Metodologia de Pesquisa Educacional/ Ivani Fazenda(org) – 12.ed.- São Paulo: Cortez, 2010. 
PUESCHEL, Sigfried. Síndrome de Down, Guia para Pais e Educadores. Disponível em https://books.google.com.br/books?isbn=8530802209
 SANTOS, Tatiana dos. Educação Inclusiva/ Tatiana dos Santos, Regiane da Silva Barbosa- Londrina: Editora e Distribuidora Educacional S.A., 2016.240 p.
 
SASSAKI,R,K. Inclusão: o paradigma do século 21. Inclusão: Revista da Educação Especial, Secretaria de Educação Especial/MEC, Brasilia,n.01,p.19-23, outubro2005 disponivel em <http:// http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/revistainclusao1.pdf> acesso em:03 de abril de 2018.
SEVERINO, Antonio Joaquim, 1941- Metodologia do trabalho científico/ Antonio Joaquim Severino.- 23 ed.rev.e atual.- São Paulo: Cortez, 2007.
 SOUZA, Gleice. Educação física adaptada e primeiros socorros/ Gleice Souza,Renata Andrade Teixeira.- Londrina: Editora e Distribuidora educacional S.A., 2015. 188p.

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