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Hipospadia: Tipos, Complicações e Tratamento

Resumo sobre hipospadia: abertura uretral ventral, capuz prepucial e possível chordee; afeta ≈1/250 RN masculinos; classificação glandar→perineal (≈60% distais, 25% subcoronais/mediopenianas, 15% proximais); 10% com criptorquidia; tratamento cirúrgico aos 6–12 meses.

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Hipospadia 
Introdução
Abertura uretral na superfície ventral do corpo do pênis 
Afeta 1 em 250 RN do sexo masculino
Há desenvolvimento incompleto do prepúcio, chamado capuz dorsal, no qual o prepúcio existe dos lados e na face ventral e está ausente ventralmente 
Alguns meninos com hipospadia, particularmente aqueles com hipospadia ventral, têm chordee, no qual há curvatura peniana ventral durante a ereção
Especulado que a incidência estaria aumentada, possivelmente devido a exposição intrauterina a substâncias estrogênicas ou antiandrogênicas 
Tipos
Glandar: o meato está na glande próximo ao local normal e há excesso de prepúcio
Coronal
Subcoronal
Peniana média: meato no terço médio, com excesso de prepúcio
Penoescrotal: meato na junção do pênis ao escroto, com excesso de prepúcio dorsal
Escrotal: meato totalmente no escroto
Perineal: meato localizado no períneo
Aproximadamente 60% são distais, 25% subcoronais ou mediopenianas, 15% proximais
É uma anomalia isolada, mas pode ter junto a outras anomalias congênitas. Ex: 10% dos pacientes com hipospadia, também possuem criptorquidia 
Complicações da hipospadia não tratada: 
Deformidade do fluxo urinário 
Disfunção sexual secundária a curvatura peniana 
Infertilidade se o meato uretral for proximal 
Estenose meatal (congênita) é rara
Tratamento 
Cirúrgico, realizado preferencialmente entre 6-12 meses, período em que não há maiores riscos de anestesia geral
Crescimento peniano é lento na criança, e ela não se lembrará do procedimento 
Com exceção da hipospadia proximal, todos os casos são geralmente reparáveis em uma única cirurgia

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