A maior rede de estudos do Brasil

Grátis
14 pág.
Apanhadão MAMC

Pré-visualização | Página 1 de 10

Metodologia de Arte e Movimento: Corporeidade: 
1- O impressionismo foi um dos movimentos inaugura is da a rte mo de rna .S urgi u na Fra nça na se gunda m e ta de do sé cul o X IX , te ndo como prota go ni sta s os pi ntore s Mone t, M a ne t , Re n oi r , De ga s, S i sl e y e Pi ssa ro. 
Di stinta m e nte da a rte dos pe ríodo s a nte ri or e s , o Im p re ssi onsi m o busca va : 
A) Captaras impressões visuais o que o olho do pintor vê-mais do que copiar fielmente os objetos da realidade. 
2- Ga l l a rdo,Ol i ve i ra e Ara ve n a (1998) de fe nde m que a m otricida de de ve se r um a a çã o e duca tiva ,que de ve ocorre r a pa rtir dos m ovi m e n tos e spontâ ne os e da s a ti tude s corpora i s da cria nça .P orta n to, a s a u la s de Educa çã o Fí si ca de ve m a conte ce r: 
I -Num a m bi e nte que pe rm i ta a e stim ul a çã o e a m oti va çã o da cri a nça pa ra a a pre ndi z a ge m . 
II- Com a ti vida de s l údi ca s , com o jo gos e bri nca d e i ra s, que p ossi bi l i te m a construçã o da a utonom i a da cri a nça 
III- Num proce sso progre ssi vo de a m pl i a çã o da s ha b il i da de s fí si co -m otora s , a fe tiva s e socia is. 
A) As alt ernativas I,II, e III es tão c orret as 
3- A cri a nça se e x pre ssa na tura l m e nte , com m ui ta e mo çã o, ta nto no a spe cto ve rba l co m o no s a spe ctos pl á sti cos e corpora is. P a ra i ni cia r o proce sso de forma çã o do conhe ci m e n to da a rte à cria nça , de ve m os : 
E) Ent ender a im port ânc ia das l inguagens ex erc it adas c om os parc eiros de c lass e. P ara c riar o c lim a art ís t i c o , elas devem s er fant asios as e emotivas. 
4- O conce i to de corpo que , de ce rto m o do, foi tom a do como obj e to de e studo ta nto pe l a Educa çã o Fí si ca com o pe la Me dici na e S a úde P úbl i ca se rviu como pa no de fundo ne ssa di scussã o. Re consti tui ndo a hi stória da S a úde públ i ca no Bra si l, no fin a l do sé culo X I X a té nossos dia s, si tua mos os conce i tos de sa ú de e doe nça A de fini çã o de a tivi da de físi ca , por sua ve z , foi d e m a rca da d e ntro do uni ve rso da Educa çã o F ísi ca bra si l e i ra n um a visã o a bra nge nte do di scurso he ge m ôn ico a tre l a do à conce p çã o de um a é po ca , a qua l ve ri fica m os por m e i o de a lgun s m a rcos hi stóricos. Qua i s sã o e l e s? 
A) Olimpíada ,Ditadura e Copa do mundo 
5- No te x to Educa çã o I nfa nti l: m o vim e ntos cria tivos , com pre e nde m os a im portâ ncia da s a tivi da de s l i ga da s à cul tura corpora l pa ra fa vore ce r o de se nvolvi m e nto da cri a nça , de sde a m a i s te n ra i da d e . P a ra ta nto,torna -se ne ce ssá ri o si ste m a tiz a r ficha s de a va l i a çã o pa ra a compa nha r a s e voluçõe s de ca da a l uno, ca be ndo a o pr ofe ssor: 
B)Cons iderar o ponto de partida de c ada c rianç a , no iníc io do bimes t re,c onsi deran do seus avanços , s uas difi c uldades e lim it ações ao longo do s emes tre let ivo 
6- A no va LDB e m se u a rtigo 26, consi de ra a Educa çã o Fí si ca com o um a d iscipl i na in te gra da à proposta pe da góg ica da e scol a e com o um com pone nte curricula r da Educa çã o Bá si ca Esta é consti tuí da de trê s e ta pa s: 
Educa çã o I nfa nti l ,En si no Fun da m e nta l , e Ensi no Me di o Logo, a Educa çã o Fí si ca e scol a r , pe ra nte a no va LDB , pa ssa por tre s proce ssos. Leia as afirm a ti va s a seg uir: 
I- Proces s o de ins erç ão -acontec e na E duc ação Infant il, em c reches e pré -esc olas , mas que não s e garante efetivament e na práti c a. 
II- P roc es s o de exc l usão c urric ular-obrigatório no E ns ino Medio e no Ens ino S uperior 
III- P rocesso de permanência -esc olha de frequentar ou não as aulas de educ acao fisi c a 
IV - P roc ess o de ex c lus ão -divide-s e em t res: exc l usao im inente,ex c lus ao mantida e e x c lusão s umária 
V - proc ess o de permanenc ia -é aquele já garanti do na antiga LDB *(lei 5692/71) , na qual a E duc aç ão F ís i c a es c olar é previ s t a para primeiro e s egundo graus . 
E) As alt ernativas I, III, IV , V es t ao c orret as 
7- A ob ra de Bote ro i l ustra da a se gui r é re pre se n ta tiva do M ode rni sm o que foi um m o vim e nto a rtísti co e l i te rá ri o que se de se nvol ve u e ntre os sé culos XI X e X X Como o a utor nom e ou e ssa pi ntura ? 
* *há um a pintura (im a ge m) 
B) P ri m a Donna 
8: O I m pre ssi oni sm o foi um m ovim e nto a rtí stico q ue re voluci onou prof unda m e nte a pi ntura e de u i ní cio à s gra nde s te ndê ncia s da a rte do sé cul o XX . Ha via a l gum a s con si de ra çõe s ge ra i s, m ui to m a i s prá tica s d o que te óri ca s, que os a rtista s se gui a m e m se u s proce dim e ntos té cni c o s pa ra obte r os re sul ta do s que ca ra cte riz a ra m a pi ntura i m pre ssi oni sta . S obre e sse m ovim e nto, a na li se a s se gui nte s ca ra cte rísti ca s d a s pi ntura s: 
I - De vi am re gis t rar as t on alida des q ue os objet os ad quir em a o r efl etir a l uz s olar num det e rmin ad o mom ent o, p ois as c ores da naturez a s e modific am c onst antemente, dependendo da inc idênc ia da l uz do s ol. 
II - Deviam ter c ontornos nít idos, pois as l inhas s ão c l aras e definem o s er humano para representar imagens . 
II I - A s s omb ras d e vi am s er lumi n os as e c ol ori das , tal c omo é a i mpr es s ão vis ual qu e n os c aus am, e nã o es c u ras ou pret as, c omo os pintores c os t umavam representá -las no pas s ado. 
E)As alt ernativas I e III est ão c orretas . 
9: S e gundo Be tti , Gonça lve s e Ol i ve i ra , o obje to de e studo da Educa çã o Fí sica é : 
E)Todas as alt ernativas anteriores es t ão c orretas . 
10: O(s) pri ncípi o(s) d o Fa u vism o é (e ra m): 
E)Uso e x clusivo da s core s pura s, como sa e m da s bi sna ga s e m a ncha s l a rga s, form a ndo gra nde s pl a nos. 
11: A cria nça , qua ndo l ê os qua dri nhos, re vive o uni ve rso sonoro, rí tmi co e visua l : 
A)Co m plem enta nd o com a imagi naç ã o as s it uações s uge ridas p elas v in hetas , pois a r elaç ã o entr e a crianç a e os qua dri nhos é ati va. Sab emos que a aç ão ness e tipo de texto po de c omeç a r pela prim eir a vinh et a e concluir -se na s egunda, pulando todas as pass agens int ermediárias . 
12: E ste ba n Le vin, psicom otrici sta a rge ntino, suge re q ue os movi m e ntos c orpora i s se j a m i ncl uí do s na s a tivi da de s de toda s a s di scipl i na s. Ao col oca r o corpo e os g e sto s no ce ntro do de se n volvim e nto in fa ntil , os e stu do s sob re psi c om otricid a de e stã o a juda ndo a pe da gogi a a re nova r -se e a re de fi ni r n ovo s prin cípi o s pa ra o e nsi no. Sua s pri m e i ra s li nha s come ça ra m a se r tra ça da s pe l o psi cól ogo e fi ló so fo fra ncê s He nry W a l l on (18 79 -1962) e m me a do s dos a nos 1920, qua ndo e l e introduz i u a i de i a de que : 
C)O m o vim ento d o corp o tem c ará te r ped agógico, t anto p el o ge sto em si qu ant o pelo qu e a aç ão r epre sen t a . 
13: Na e scola de Tia g o ex i ste um a prá ti ca da Educa çã o Fí si ca que se a pre se nta di sta n te da reali da de concre ta , de svin cul a da da s si tua çõe s d a vida e alhe ia à possi bi l id a de de cria r a pre ndi za ge ns si gni fi ca ti va s e pra z e rosa s. Ne sse ti po de prá tica pe da g ógi ca : 
I - O profess or age c omo um mediador das relações s oc iais no espaço de aprendiz agem. 
II - O aluno é o rec ept or do proc es s o de ensino, t endo c omo parâmet ro a hierarquia do s aber e do faz er. 
III - A relaç ão ens ino-aprendiz agem bas eia-se na trans mis s ão e na as s imi lação. 
IV - O ambiente de aprendiz agem é l údic o e des afiador. 
Em re l a çã o à s ca ra cte rí stica s a pre se nta da s, a ssi na l e a (s) a l te rna ti va (s) corre ta (s): 
B)As alternat ivas II e I I I es t ão c orretas . 
Que stã o 2: Consi de re o conce i to de Ed uca çã o Fí si ca e a ssi na le V *ve rda de i ro e F * Fa l so 
( )A E