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Apanhadão MAMC

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ducaç ão fís i c a é um t ermo us ado para des ignar um c onjunto de at ividades fís ic as não c ompeti ti vas 
( )A E ducaç ão Fís i c a é um t ermo us ado para designar esport es c om fi ns rec reativos 
( )A E ducaç ão Fís i c a é a c iênci a que fundament a a c orreta práti c a das at ivi dades c it adas 
( )A E ducaç ão Fís i c a diz res peit o a uma disc iplina es c olar e a um c ampo acadêmic o 
( )O es porte refere-s e às divers as modalidades olím picas 
Assi na l e a a l te rna tiva que a pre se nta a se que ncia corre ta : 
B) V-F-V-V-V 
14 Le i a a s a fi rm a çõe s a se gui r : 
I- Ex pe riê ncia c om o c o rp o: aqui o s ujeit o pass a a int era gir c om o mu ndo po r m eio de s e u c or po , re ela bo ran do c o nceit os que es t e formulará a partir de s ua ex periênc ia individual e partic ular 
II - E x periê nc ia do c orp o: voltad a par a o int erio r do indi ví duo , qu e graç as ao mo vime nto , c onhec e, s ente, relaci ona as s uas c ondiç ões ,que antes eram nat urais *c ont rair ,respirar etc t ornando -as c onsc i entes
II I - E x perie ncia d o corp o no esp elh o do o utro : ac ontec e qua nd o s oment e um c orpo ent ra em di álo go c om o out ro , t ambem c o rp o , s em as inter ac oes a pe nas s oc iais P or em ness e m ome nto ,na o s ao pro voc ad as as inter pret ac o es , as c omparacoes , as avaliacoes e as reflex oes s obre o s eu próprio c orpo e o c orpo do s outros. 
Assi na l e a Alte rna ti va corre ta : 
C) A a lte rna tiva II I é incorre ta 
15- O e nsi no de Arte s a pós a consol i da çã o da LDB/ 96 ,som a d o à s p roposta s dos P a rã m e tros Curricul a re s Na ci ona is e m 1997, pa ssa a te r e le m e ntos constitutivos pa ra um a n ova prá tica e duca tiva . E ntre e sse s e l e me ntos, pode m os consi de ra r: 
I- A c ult ura pas s a a s er um fator determinante nas esc olas , bem c omo a variação de formas de ass i milaç ão do c onhec imento (fatos , c onc eitos , princípios , proc ediment os , valo res e atit udes ) artic uladas entre s i nas s i t uaç ões de aprendizagem 
III- A art e pass a a s er c ons iderada dis c iplina obri gatória ,c abendo não s ó aos profes s ores ,m as t ambém às equipes esc olares a realiz aç ão de um t rabalho c om qualidade e volt ado para a elaboração de projetos interdisc iplinares 
V - profes s or é c omparado a um regent e da orquest ra , c abendo-lhe c onduzir os ins t rumentalis t as na produç ão c oletiva,res peit ando-s e a i dentidade de c ada part ic ipante do proc ess o. 
Assi na l e a a l te rna tiva corre ta : 
C) As a l te rna tiva s I , III e V e sta o corre ta s 
16: O(s) pri ncípi o(s) do Fa uvism o é (e ra m ): 
E)Uso e x clusivo da s core s pura s, como sa e m da s bi sna ga s e m a ncha s l a rga s, form a ndo gra nde s pl a nos. 
17- O pl a ne ja me nto e x plica os pri n cípi o s , a s di re triz e s , o s p roce di m e nto s do tra b a l ho doce nt e . S ua e la bora çã o te m com o funçã o pre pa ra r a s a ula s e fa ze r a se l e çã o do ma te ri al, i sso fa cil i ta , e o rie nta o profe sso r e m sa l a de a ul a .O re la torio da Orga ni z a çã o M undia l de Sa ude (OMS ) a po nta os p robl e ma s de sa úde m e nta l , e a doe nça e stá e ntre e ntre a s pri ncip a i s ca u sa de i nca pa cida de . AS doe nç a s m a is ci ta da s no m und o sã o: de pre ssã o, a l cool i sm o e e squi z ofre ni a . Ne sse docume nto ta m bé m e stá e x pl i ca do que nã o e xiste j ustifi ca tiva pa ra ex clui r e sse doe nte d o convívi o socia l. Além di sso , foi consta ta do que nã o é ofe re ci do um cuida do a de qua do a e ssa s pe ssoa s e que o nume ro de tra nstorno s m e nta i s é m a i or do que a s pe squi sa s m o stra m , poi s um a e m ca da qua tro fa m í li a s te m um m e m bro doe nte Pe n sa ndo a ssi m , outra pre ocupa çã o e m re la ça o à sa úde tra ta da pe los PCN e pe los RCN EI é e m re la çã o a o uso de droga s .O m ovime nto na e du ca çã o I nfa ntil é premi ssa bá si ca pa ra um de se nvol vim e nto i nte gra l e sa udá ve l . Pa ra i sso a conte ce r: 
E) A e x pe rie ncia de i nte ra çã o socia l ex pl ora a tivida de s e m que a cria nça busca e nte nde r e compa ra r sua açã o ,a fim de sa be r rela ciona r -se com o s outro s e m si tua çõe s de m ovim e nto be m pl a ne j a dos re spe ita n do se u de se nvol vim e nto físi co e m o tor. 
18- Com ba se nos pa râ m e tros curricula re s na ci ona is (pcn), na e duca çã o física , o 'm ovi m e nta r" é vi slum b ra do como um a a çã o construí da pe l o i ndi viduo n o di a a di a . e m re la çã o a o proce sso de e n si no -a pre ndiz a ge m , o "movi m e nta r" de se nvolve -se e fe ti va m e nte qua ndo: 
D)pa rte da a çã o i nte nciona l dura nte a pa rticipa na s ma ni fe sta çõe s, na s e x pre ssõe s, nos funda me ntos e no s cri té ri os da cultura de movi m e nto. 
19.(Que stõe s e stra i da s do ENADE) Nunc a s e falhou t anto de um c orpo c omo nes t e t empo o pro fana, Nas fábric as, o c orpo do operári o atrela s e ao ritmo da máquina,c omo Chanplin crít ic a em TE MP OS MODERNOS. P orque os agric ult ores , que faz em t antos t rabalhos fís ic os, não pos s uem c orpos atléti c os? S eus c orpos , em geral, s ão duros , rígidos, c ontraíd os ,por qu e us ados c omo ferramentas e não c omo ex pres s ão do s er que s omos nes s a i ndivi s ível unidade c orpo es pírito (Frei B et to, Jornal do B ras il, 14 j un. 2001. 
O c ult o ao c orpo é uma ex pres s ão que denota algo acompanhando o homem na s ua t rajetória hist órica. Ent re outros espaços de aula , o ambient e das ac ademias de ginás t ic a est á entre aqueles em que es te fenômeno s e m anifes t a c om mais intensi dade.Nes t e,o profes s or de Educaç ão fís i c a deve inc ent ivar o t reinamento físic o e os c uidadeos es t étic os . Não 
pode,entret anto, des prez ar pos s íveis ex ageros imc ompativeis c om o bem es t ar fís ic o e emoci onal de s eus alunos. Com bas e no t ext o, pode s e afirmar que, para c umprir s eus papéis na s oc iedade,o profis s ional de Educaç ão Fís ic a deve: 
A) Orientar o aluno quanto ás int er relaç ões dos proble m as s oc iais c om prátic a de ex erc ic ios fís ic os , pois , nes t e c as o, o c orpo deix a de s er c ompreendido c omo mús c ulos, os s os e orgãos . 
20 Em 1816,de se m ba rca no Ri o de Ja n e i ro, e ntã oi ca pita l do re i no de P ortuga l , Bra si l e Al ga rve s, a Mi ssã o Artí stica Fra n ce sa , l ib e ra da por Le bre ton. Esta e ra com posta por De bre t, Ruge nda s, Eckout,Ta una y e Gra nd j e a m de Montign y,e ntre ou tros, te ndo como pri nci pa l obj e ti vo: 
E) Insti tui r o e nsi no de Be l a s a rte s, pi nta r o Bra si l e e l e va r o gosto na e x colôn ia . 
21. Observe a reproduç ão a s eguir: 
FIGURA DE “O GRITO” - E DVA RD MUNC 
Após analis ar a x i logravura, é c orreto afirmar que: 
b) e x pre ssa a s e m oçõe s hum a na s e i nte rpre ta a s a ng ústia s. 
22. Os a rte sã os que tra ba l ha va m na s i gre j a s e de m a is m onum e ntos re li gi osos n a Col ôni a e nqua dra va m -se na s a tivi da de s d e no m in a da s ofí cios m e câ ni cos, orga niz a da s e m corpora çõe s que o s ha bi l i ta va m a o e x e rcí cio da profissã o e à a b e rtura de sua ofici na . Nã o ha via , porta nto, profi ssiona i s l i be ra i s form a d os e ha bi l i ta dos por di pl om a s conce d id os pe l a s a ca de m i a s de e nsi no. Arti sta s consa gra d os com o Me stre V a le ntim e Antoni o Fra n cisco Li sb oa - o Al e ij a di nho - pa de cia m de ssa condi çã o de a rtífice s. Re ssa lta -se que ha via m u ita s re striçõe s profissio na i s pe l o fa to d e a mb os se re m m ul a tos, o que l i m i ta va sua s a ti vida de s e re mu ne ra çã o. Com ba se no te x to a pre se nta do, a ssina l e a a l te rna tiva i ncorre ta 
e ) Os a rtista s tra ba lha va m pa ra ve nde r se us produtos e m sua ofi cina s e pre cisa va m da s i gre ja s ou do p ode r. 
23. Alguns hi storia dore s de te rm i na m um nom e pa ra os pi ntore

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