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�PAGE � �PAGE �16� RELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO DE DOCÊNCIA III Regiane Charlany da Silva Holanda TERESINA-PI, DEZEMBRO/ 2012. RELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO DE DOCÊNCIA III Regiane Charlany da Silva Holanda TERESINA-PI, DEZEMBRO/ 2012. � SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO 4 2. PROJETO DE ESTÁGIO 4 3. CARACTERIZAÇÃO DA ESCOLA CAMPO DE ESTÁGIO 8 4. DESCRIÇÃO DAS ETAPAS 10 5.2CONTRIBUIÇÕES DO ESTÁGIO PARA A FORMAÇÃO PROFISSIONAL DO PROFESSOR 13 5.3 SUGESTÕES AO PROCESSO FORMATIVO 13 REFERÊNCIAS 16 ANEXOS 17 �� 1. INTRODUÇÃO Este relatório tem como finalidade apresentar experiências e conclusões relativas à prática docente no ensino de Matemática, vivenciadas no período da prática na Escola Municipal Manoel Paulo Nunes, integrando dessa forma a análise da escola em questão, bem como de seus aspectos: administrativos, organizacionais, estruturais, o perfil de seu alunato, tendo por base diversos critérios pré-estabelecidos. 2. PROJETO DE ESTÁGIO Apresentação O presente trabalho tem como finalidade apresentar experiências e conclusões relativas à prática docente no ensino de matemática, vivenciadas no período da prática na escola Municipal Manoel Paulo Nunes, ocorrido entre os dias 01 de Outubro a 01 de Dezembro do corrente ano. Justificativa Dentro do processo de formação docente, pode-se dizer que a prática profissional representa uma metodologia de ensino por meio da qual é possível contextualizar o conhecimento teórico trabalhado nas disciplinas pedagógicas, o que possibilita a aprendizagem por meio da ação e da prática. A proximidade entre a escola observada e o docente em formação, permite o contato direto deste com o universo escolar. Dessa forma, o licenciando terá a oportunidade de observar e colocar em prática, analisar e apreender os contextos reais onde atuará. Apartir do momento em que interage com profissionais experientes da área da educação, o educando tem a chance de observar os mais diversos aspectos inerentes à profissão, que vão desde a postura em sala de aula, relacionamento professor-aluno, até as diversas estratégias, metodologias e possibilidades de ensino. O estágio curricular na formação profissional está definido na legislação federal LDB nº93949/96 e encontra-se discutida no Parecer CNE/CP, 27/2001, que estabelece o estágio supervisionado a ser feito na educação básica: “(...) Deve ser vivenciado durante o curso de formação e com tempo suficiente para abordar as diferentes dimensões da atuação profissional.” Ou seja, a prática profissional docente por meio do estágio, proporciona ao futuro professor a obtenção de noções importantes de seu universo profissional, ciente de seus diferentes contextos e dimensões. Durante o processo da prática docente em sala de aula, tem-se a oportunidade de avaliar, apartir das ações do professor, as diversas estratégias e maneiras de se lidar com as necessidades de cada nível de ensino, bem como as particularidades das turmas (idade dos alunos, seus conhecimentos prévios, potencialidades, etc). Ainda nesse aspecto é importante ressaltar que esta prática contribui para uma percepção mais ampla, (sem generalização, mas pelo menos obtendo um parâmetro) de como se dá o ensino na rede pública, as suas deficiências, limitações, assim como o que esta oferece para uma prática educativa de qualidade, e de que forma trabalha para potencializar o desenvolvimento da aprendizagem e da formação do aprendiz como ser humano. Objetivos: Geral - Oferecer ao docente em formação a participação efetiva no contexto da escola, de modo que este possa associar os conhecimentos adquiridos em sua formação acadêmica com as situações inerentes a tal contexto. Específicos Etapa I - Analisar os diversos aspectos que norteiam uma instituição escolar - Averiguar as relações estabelecidas entre a escola, as famílias dos alunos e a comunidade, avaliando de que forma tais relações importam. . Etapa II - Investigar a respeito do perfil do alunato atendido pela Instituição de ensino, visando determinar suas características sócio-econômicas, comportamentais, de relacionamento, bem como de aprendizagem. Etapa III - Colocar em prática através das aulas ministradas os conhecimentos que foram lhe ensinados durante o processo de formação professor bem como analisar a prática docente tendo por base a observação em sala de aula durante os estágios I e II das aulas de matemática. - Refletir sobre as aulas observadas e da postura profissional do professor de maneira que essa postura possa configurar em aspectos pertinentes à formação docente. 2.4 Metodologia da prática: Para realização desta etapa, de início foi estabelecido que o licenciando cumprisse uma carga horária de 60 horas aulas na escola, onde essa carga horária seria para ministrar aula. No entanto foi possível elaborar um planejamento bimestral e executá-lo durante esse tempo junto à escola. As aulas foram ministradas no 7° ano no turno tarde na escola campo. Durante todo esse tempo foi possível verificar como os alunos se comportam diante da disciplina que por muitos é bastante temida e de como a profissão professor é bastante laboriosa, Além disso, houve ainda momentos de plantão escolar, planejamento junto com as pedagogas e diretoras das escolas.momentos esses bastante importante para melhor fundamentar os resultados e possibilitar conclusões mais completas. Esta etapa enfatizando a análise da prática docente no ensino de matemática. Os encontros pedagógicos da escola são de extrema importância para avaliar não só seu trabalho, mas, para identificar os reais problemas da escola diante da formação de cidadãos e auxiliar para que não apenas possamos como professor mediar conhecimentos e que o aluno possa aprende e sim colaborar por uma vida digna para os discentes 3 CARACTERIZAÇÃO DA ESCOLA CAMPO DE ESTÁGIO A Unidade Escolar Joel Mendes, localizada na Rua Simplício Mendes 991 centro/norte (área urbana), oferece em nível de educação básica a modalidade de ensino fundamental de 1ª a 8ª série regular, (2º ao 9º ano) educação especial e Educação para jovens e adultos (EJA), nos turnos manhã e tarde, atendendo uma clientela 321(trezentos e vinte e um) alunos regularmente matriculados. 3.1 Importância da escola para a comunidade A escola, por estar localizada no centro, onde existem poucas residências, (contando mais com estabelecimentos comerciais, bares, lanchonetes, praças, ginásios poliesportivos, centro de formação profissional (SENAC)), não conta com uma participação efetivamente significativa da comunidade em atividades promovidas na escola. Condições físicas e materiais da escola Quanto a sua estrutura física, pode ser considerada razoável, porém com instalações hidráulicas e elétricas antigas. Conta com 20 dependências, sendo oito salas de aula, uma diretoria, uma sala de professores/secretaria, um laboratório de informática, uma sala de leitura /sala de vídeo, uma cozinha, cantina, três banheiros (dois para alunos, um para funcionários), um depósito, um pátio e uma área que se utiliza para prática esportiva. Para um bom andamento pedagógico, a escola dispõe de uma sala de leitura, com um regular acervo de material didático (livros paradidáticos, globos, atlas, esqueletos, etc.), como também equipamento áudio visual dotado de televisão 21´ com aparelho de DVD e caixa de som; microfone; um retroprojetor, um laboratório de informática com 10 computadores e duas impressoras, todos em funcionamento, além armários em bom estado de funcionamento em várias dependências da escola e uma máquina de cópias. 4. CARACTERIZAÇÃO DOS GRUPOS DE ALUNOS 4.1 Perfil geral do aluno A população escolar em sua maioria é provenientede comunidades carentes, sem muitos recursos financeiros, do bairro vizinho (matinha) e a cidade vizinha (Timon-MA). Os pais ou responsáveis geralmente trabalham em profissões de baixa remuneração, como trabalhadores do comércio, autônomos, sub-empregados, quando não desempregados. No turno vespertino a maior parte do alunato é constituída por jovens do sexo feminino que moram em casas de família. É também significativo o número de crianças e adolescentes em família de pais separados ou criados por avós. As famílias, em alguns casos, não têm acesso aos serviços de saúde e assistência social e condições de habitação inadequadas para a quantidade de pessoas que ocupam o mesmo espaço. Etapa I De início a observação dos alunos foi realizada de uma forma mais generalizada, durante momentos de maior interação, como no recreio e intervalos entre as aulas. Embora bastante agitados durante esses momentos de intervalo, observou-se um bom relacionamento entre os alunos, e entre estes e os demais funcionários da escola. Etapa II Um dos aspectos abordados no roteiro de entrevista aplicado durante esta etapa foi o relacionamento entre os alunos, sua interação durante as aulas, assim como o relacionamento professor aluno. Por meio da entrevista constatou-se que estas relações ocorrem de maneira cordial, respeitando os limites da sala de aula. A interação entre os alunos durante as aulas, segundo relatos da professora, são satisfatórias, tornando as aulas dinâmicas e participativas. Etapa III Neste momento a observação dos alunos com relação à seu perfil didático tornou-se mais acessível, pois através do período em sala de aula a análise pôde ser realizada com maior rigor. Na 5ª série (6° ano), percebeu-se que os alunos, talvez pela faixa etária, são mais agitados, porém significativamente participativos. Na 6ª série, (7º ano), notou-se pouca interação entre os alunos, que se distraem facilmente da aula. Enquanto a 7ª série (8° ano) mostrou melhores resultados com relação à participação e questionamentos. Observando a turma de 8ª série (9º ano) concluiu-se que os alunos já são bem mais centrados na exposição dos conteúdos, as aulas transcorrem sem interrupções motivadas por indisciplina. 5. PROGRAMA DE CIÊNCIAS DA ESCOLA Durante a análise do projeto político pedagógico da escola constatou-se que a escola planeja suas atividades de acordo com as programações do calendário anual. A professora realiza seu planejamento mensalmente, considerando neste: objetivos específicos, os conteúdos a serem trabalhados, as atividades, os recursos necessários e seus métodos avaliativos. 6. DESCRIÇÃO DAS ETAPAS DE REALIZAÇÃO DO ESTÁGIO 6.1 Etapa 1 Os aspectos mais gerais da escola observada foram analisados durante esta etapa inicial. Foi o momento de conhecer o espaço escolar, a estrutura física, a parte administrativa, pedagógica, enfim, a escola como um todo. Buscou-se saber a respeito das relações estabelecidas entre os sujeitos em questão, incluindo professores, alunos e os demais funcionários da escola. Ao chegar à escola, obteve-se acesso aos documentos da escola, tais como regimento, projeto político pedagógico, com base nos quais foi possível acessar as informações mais importantes para agregar conhecimentos pertinentes ao que foi exigido pela disciplina. 6.2 Etapa 2 Durante o processo de observação ao longo dessa etapa, foram analisados aspectos relacionados à prática docente, ou seja, ao professor. Procurou-se fazer uma análise geral e crítica em relação a este profissional dentro do espaço escolar no qual se deu a pesquisa, frisando sua postura diante dos compromissos com a escola e com os alunos no processo de ensino/aprendizagem. A atividade foi realizada junto à coordenação pedagógica da escola e a professora da disciplina de Ciências Naturais do 6º ao 9º ano do ensino fundamental. Ao se fazer esta observação, buscou-se efetivar uma análise do perfil do professor diante de seu compromisso com a escola em relação à assiduidade, pontualidade e responsabilidade, verificando a relação entre os professores, professor/aluno e professor/equipe multidisciplinar que compõe a escola. Outro ponto analisado foi com relação à postura do professor em sala de aula em relação à maneira como trabalha os conteúdos e as metodologias de ensino que utiliza no processo de ensino/aprendizagem. Observou-se ainda o planejamento do professor, analisando os objetivos propostos, a seleção de conteúdos, as metodologias de ensino, recursos didáticos e avaliação explicitados. A professora de ciências trabalha com as turmas de 6°, 7°, 8° e 9° anos do ensino fundamental. É licenciada em ciências biológicas Licenciatura em Ciências Biológicas pela Universidade Federal do Piauí. A professora quanto a sua assiduidade e pontualidade mostrou-se comprometido no cumprimento de suas responsabilidades profissionais o que pôde ser confirmado por meio da entrevista realizada com a supervisora pedagógica. Embora no período de realização da etapa não tenha havido atividades na escola como planejamentos ou outros eventos, segundo a supervisora pedagógica a professora participa ativamente das atividades realizadas na instituição. A observação nos permitiu perceber que a professora em questão mantém um bom relacionamento com os demais professores, gestores e funcionários como também com seus alunos, agindo de forma cordial e atenciosa. A professora mostrou interesse pelo desenvolvimento das atividades do grupo, atendendo de forma prestativa, disponibilizando-se a esclarecer dúvidas e questionamentos referentes à sua prática docente. Durante as aulas constatou-se que a professora possui domínio dos conteúdos ministrados em todas as séries, sendo que em sua metodologia procura abordar os conceitos utilizando-se de técnicas como a de perguntas e respostas conseguindo com isso maior participação e interação por parte dos alunos. Além desta metodologia, procura utilizar recursos como vídeos, retroprojetor visando melhor aproveitamento da aprendizagem dos alunos. Costuma ainda trabalhar com práticas em grupo proporcionando também um momento de socialização. Com relação ao planejamento das aulas, a professora cedeu seu plano de aula, apartir do qual foi possível identificar as principais metodologias por ela empregadas nas aulas. Em seus objetivos específicos, procura trabalhar metodologias por meio das quais os alunos desenvolvam a compreensão de conceitos específicos da disciplina de ciência de acordo com cada série. As aulas são conduzidas por meio de exposição dos conteúdos utilizando-se exemplos do cotidiano dos alunos. Também são trabalhados vídeos relacionados aos conteúdos, além de estudos dirigidos, trabalhos em grupo e pesquisas extraclasses sobre temas transversais aos conteúdos. 6.3 Etapa 3 Esta etapa, desenvolvida em sala de aula caracterizou-se pela análise da prática docente da professora de ciências, quando foram observados diferentes aspectos. A atividade de observação de uma docente graduada e na área de ciências, com sua vasta experiência, permitiu refletir a respeito do papel do professor, que é de subsidiar seus alunos na construção efetiva do saber. Como mediador do conhecimento, o professor utiliza sua posição docente para despertar em seus alunos a curiosidade, ensinando-os a pensar, a serem persistentes e terem o espírito científico. Nessa fase da observação, tornou-se evidente a concepção de que o professor hoje desempenha vários papéis, todos de grande importância para o desenvolvimento das futuras gerações, devendo encarar com seriedade sua profissão e levando seus alunos a terem esclarecimentos e refletirem sobre a realidade em que vivem. Nas salas de aula em que foram realizadas as observações, foi possível presenciar uma docente comprometida com o ensino, engajada em suas atividades, procurando sempre desenvolver atividades condizentes com a realidade dos mesmos. Durante os diasde observação das aulas, foram realizadas exposições de conteúdos e algumas atividades avaliativas, além da utilização de recursos como vídeos. De maneira geral, essa experiência trouxe a oportunidade de refletir a respeito da prática educativa, onde foi possível conhecer na prática métodos de ensino, tornando evidente também algumas falhas. 6.3. SUGESTÕES AO PROCESSO FORMATIVO Um dos pontos essenciais da docência, assim como da educação como um todo, é sem dúvida o “saber fazer”. Por meio de práticas como a do estágio supervisionado tem-se a possibilidade de vivenciar o processo educativo, construam a identidade de educador. O processo formativo sem dúvida seria bem mais proveitoso e enriquecedor se houvessem mais disciplinas cuja aprendizagem se baseasse em atividades como pesquisas de campo, fóruns, visitas à instituições de ensino o mais diversificadas possíveis. 6.2 CONTRIBUIÇÕES DO ESTÁGIO PARA A FORMAÇÃO PROFISSIONAL DO PROFESSOR, DESTACAR AS LEITURAS REALIZADAS. Ciente da realidade e das dificuldades com que irá se deparar nos contextos da escola pública, (bem como qualquer ambiente de relacionamentos humanos), torna-se mais clara para o futuro docente a consciência do quão difícil é ser professor. Ilma Passos, ao falar da profissão docente em seu texto: Ensinar: uma atividade complexa e laboriosa, afirma que o ato de ensinar é ajudar a desenvolver as potencialidades de uma pessoa para que se forme um sujeito que interaja no mundo de forma política e social. Dessa forma, fica claro que a escola de hoje, não visa somente a formação acadêmica do aluno, seu desenvolvimento cognitivo, mas também o estímulo de outras competências imprescindíveis para uma formação integral e que lhe possibilite a plena atuação profissional, cidadã e social de maneira geral. Outro ponto a se frisar com relação à prática do estágio é que este possibilita importantes reflexões a respeito das mais diversas características e situações do processo de ensinar. Vivenciando a realidade de uma sala de aula, analisando a prática docente, e tendo a oportunidade de perceber estratégias, posturas, e metodologias, esta prática se torna uma rica experiência, que não seria possível apenas por meio de disciplinas convencionais. Evandro Ghedin, em seu artigo Professor-reflexivo: da alienação da técnica à autonomia da crítica, enfatiza a importância da prática na formação do educador, quando diz: “(...) No que diz respeito à formação de professores há de se operar uma mudança da epistemologia da prática para a epistemologia da práxis, pois a práxis é um movimento operacionalizado simultaneamente pela ação e reflexão, isto é, a práxis é uma ação final que traz, no seu interior, a inseparabilidade entre teoria e prática.” Para Silva (2005) no cotidiano acadêmico é perceptível que os graduandos se envolvam com muita disposição e ânimo quando a universidade lhes proporciona a participação em que consiga colocar conhecimentos teóricos em prática, acompanhados de um profissional supervisor ou quando possui uma instituição conveniada que estão em permanente contato com a universidade. É necessário que o estagiário aprenda a observar e identificar os problemas, estar sempre aprendendo e buscando informações, questionar o que encontrou além de buscar trocar informações com professores mais experientes (OLIVEIRA, s.d). Segundo Kolb (1984), a aprendizagem é a transformação do comportamento como resultado mudança da experiência, valorizando a interação da vivência, experiências, sensações e repertório, e o meio ambiente (conceitos, experiências dos outros). Este estímulo é o repertório interagem e direcionam a especialização do conhecimento. As informações são adaptadas conforme as necessidades, para finalmente ocorrer a formulação ou a reformulação da experiência. Cada pessoa, por meio da interpretação da sua experiência, estrutura seu processo de construção do conhecimento. No estágio de prática docente, as experiências vivenciados são transformadas em conhecimentos, os quais podem vir a ser muito úteis para o futuro profissional. REFERÊNCIAS VEIGA, Ilma Passos A. (Org). Ensinar: uma atividade complexa e laboriosa. In:____ Lições de didática. São Paulo: Papirus, 2006. P.:13-33. GHEDIN, Evandro Luiz. Professor-reflexivo: da alienação da técnica à autonomia da crítica. Kolb, D. A., The experiential learning: Experience as the source of learning and development. 1984, In. IGARI, Camila: Aprendizagem experiencial: os canais utilizados pelos Docentes para transformar as Experiências em aprendizagem docente PUC/SP- GT: Formação de Professores / n. 08 SILVA, Sheila Aparecida Pereira dos Santos. Estágios Curriculares na formação de Professores: o Ideal, o Real e o Possível. Revista Digital. Buenos Aires, v.10, n.82 p. 3-5, Março, 2005. OLIVEIRA, Raquel Gomes de. Formar-se professor de matemática: Uma experiência de aprendizagem cooperativa, s.d. Disponível em internet. http://www.page.fe.usp.br/estrutura/eventos/ebrapem/completos/12.doc. LDB - Leis de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. LEI No. 9.394, de 20 de dezembro de 1996. D.O. U. de 23 de dezembro de 1996 Ministério da Educação, Conselho Nacional de Educação. PARECER N.º: CNE/CP 27/2001. Aprovado em: 02/10/2001 ANEXOS � AVALIAÇÃO DO RELATÓRIO DE ESTÁGIO O relatório de estágio é um instrumento que visa acompanhar e avaliar o desempenho dos licenciando em atividade docente. É critério parcial para cumprimento dos créditos acadêmicos no currículo da formação de professores. O relatório será solicitado e avaliado pela professora de Estágio Supervisionado. Serão considerados os seguintes critérios na avaliação. CRITÉRIOS NOTA DE 0 A 100 Estrutura do relatório Nível de textualidade Nível de correção lingüística Seqüência lógica dos fatos Estética Linguagem técnico-pedagógica Capacidade de problematizar, pertinência das observações e críticas Conteúdo e desenvolvimento das análises Conteúdo adequado nos planos e projetos Nível de desenvolvimento e aprendizado profissional TOTAL Teresina, ____/_____/______ ________________________ Professora de Estágio Assinatura UNIVERSIDADE ESTADUAL DO PIAUÍ COORDENAÇÃO ENSINO SUPERIOR CURSO DE LICENCIATURA PLENA EM MATEMATICA UNIVERSIDADE ESTADUAL DO PIAUÍ CORDENAÇÃO DE ENSINO SUPERIOR CURSO DE LICENCIATURA PLENA EM MATEMÁTICA Relatório de estágio apresentado ao curso de Licenciatura Plena em Matemática como requisito parcial para cumprimento das exigências do Estágio Supervisionado Obrigatório de Docência III.