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Avaliações On-line - DIREITO TUTELAR DO TRABALHO 2019

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Avaliações On-line / Estácio
Disc.: DIREITO TUTELAR DO TRABALHO
		NPG - DIREITO TUTELAR DO TRABALHO
	 
	 
	 1.
	Ref.: 2824487
	Aula 2: Salário e remuneração
Respondido em 19/09/2019 16:42:26
	Pontos: 0,60  / 0,60 
	
	João ingressou com reclamação trabalhista contra a Empresa B pleiteando equiparação salarial com o paradigma Antonio, alegando que este ganha salário 10% a maior. De acordo com a CLT, alterada pela Lei n° 13.467/2017, 
		
	
	sendo idêntica a função, a todo trabalho de igual valor, prestado ao mesmo empregador, no mesmo estabelecimento empresarial, corresponderá igual salário, sem distinção de sexo, etnia, nacionalidade ou idade, entre pessoas, entre outros requisitos, cuja diferença do tempo de serviço para o mesmo empregador não seja superior a dois anos e a diferença de tempo na função não seja superior a quatro anos. 
	
	a equiparação salarial prevalecerá mesmo quando o empregador tiver pessoal organizado em quadro de carreira ou adotar, por meio de norma interna da empresa ou de negociação coletiva, plano de cargos e salários dispensada qualquer forma de homologação ou registro em órgão público.
	
	sendo idêntica a função, a todo trabalho de igual valor, prestado ao mesmo empregador, no mesmo estabelecimento empresarial, corresponderá igual salário, sem distinção de sexo, etnia, nacionalidade ou idade, entre pessoas, entre outros requisitos, cuja diferença do tempo de serviço para o mesmo empregador não seja superior a quatro anos e a diferença de tempo na função não seja superior a dois anos. 
	
	trabalho de igual valor, para fins de equiparação salarial, será o que for feito com, pelo menos, 80% da produtividade e com a mesma perfeição técnica, entre pessoas cuja diferença de tempo de serviço para o mesmo empregador não seja superior a quatro anos e a diferença de tempo na função não seja superior a dois anos. 
	
	no caso de comprovada discriminação por motivo de sexo ou etnia, o juízo determinará, além do pagamento das diferenças salariais devidas, multa, em favor do empregado discriminado, no valor de 20% do limite máximo dos benefícios do regime geral da previdência social. 
	Respondido em 19/09/2019 16:42:26
		
	
	 2.
	Ref.: 2824505
	Aula 4: Duração do trabalho
Respondido em 19/09/2019 16:47:13
	Pontos: 0,60  / 0,60 
	
	Tendo cumprido sua jornada de trabalho de oito horas diárias, o empregado somente poderá iniciar a próxima jornada de trabalho após o intervalo mínimo de
		
	
	n.d.a
	
	nove horas.
	
	dez horas.
	
	oito horas.
	
	onze horas.
	Respondido em 19/09/2019 16:47:13
		
	
	 3.
	Ref.: 2824522
	Aula 6: Prescrição
Respondido em 19/09/2019 16:47:41
	Pontos: 0,60  / 0,60 
	
	Hera está trabalhando como secretária na Clínica Odontológica Sorriso desde 10/04/2009. Ocorre que a empresa não pagou as
horas extraordinárias devidas em relação ao período de um mês do contrato. Nessa situação, para não haver incidência da
prescrição, Hera deve ajuizar ação trabalhista para reclamar seus créditos devidos até
		
	
	5 anos após a rescisão contratual, independentemente de quando ocorreu a lesão ao direito.
	
	2 anos após a rescisão contratual, atingindo lesão ao direito anterior a cinco anos, contados da data do ajuizamento da reclamação.
Responder  
	
	5 anos da lesão ao direito, independentemente da data da rescisão contratual.
	
	2 anos após a rescisão contratual, independentemente de quando ocorreu a lesão ao direito.
	
	2 anos após a rescisão contratual, atingindo lesão ao direito anterior ao quinquênio da data da extinção do contrato.
 
	Respondido em 19/09/2019 16:47:41
		
	
	 4.
	Ref.: 1027562
	Aula 3: JORNADA DE TRABALHO
Respondido em 19/09/2019 16:49:39
	Pontos: 0,60  / 0,60 
	
	Considerando a jurisprudência pacificada do TST, assinale a opção correta.
		
	
	Por se tratar de um instituto próprio e com regras específicas, as horas in itinere são computáveis na jornada de trabalho, sendo o tempo que extrapola a jornada legal pago com adicional de 25% mensal estabelecido, e não com o adicional de horas extras previsto na CF.
	
	Não devem ser descontadas nem computadas como jornada extraordinária as variações de horário do registro de ponto não excedentes de cinco minutos, observado o limite máximo de dez minutos diários; ultrapassado esse limite, será considerada como extra a totalidade do tempo que exceder a jornada normal.
	
	A compensação de jornada de trabalho se dá por meio do chamado banco de horas e deve ser ajustada por acordo individual escrito, acordo coletivo ou convenção coletiva, sob pena de nulidade.
	
	No caso de cumprimento integral da jornada noturna, com prorrogação até o período diurno, o adicional noturno não será devido quanto às horas prorrogadas. 
	
	O repouso semanal remunerado concedido após o sétimo dia consecutivo de trabalho deve ser pago com o adicional de 50% constitucional.
	Respondido em 19/09/2019 16:49:39
		
	
	 5.
	Ref.: 1027609
	Aula 2: remuneração e salário
Respondido em 19/09/2019 16:53:42
	Pontos: 0,60  / 0,60 
	
	Uma empresa do setor hoteleiro está estabelecendo regras para se adequar à legislação trabalhista, tendo em vista que, na última fiscalização que sofreu, foi multada por não cumprir o que estabelece a legislação em relação ao prazo para pagamento de seus empregados. A legislação trabalhista estabelece que o prazo para o pagamento de salários, estipulados por mês, é o
		
	
	último dia do mês corrente
	
	terceiro dia útil do mês corrente
	
	primeiro dia de cada mês
	
	primeiro dia útil do mês subsequente ao mês trabalhado
	
	quinto dia útil do mês seguinte ao da referência
	Respondido em 19/09/2019 16:53:42
		
	
	 6.
	Ref.: 2824510
	Aula 3: Duração do trabalho
Respondido em 19/09/2019 17:01:15
	Pontos: 0,60  / 0,60 
	
	Silvana celebrou acordo individual de banco de horas com sua empregadora Atitude Supermercado Ltda. com duração de seis meses, sendo que prestava duas horas extras por dia, sem remuneração, para compensá-las posteriormente. Após cinco meses de trabalho, quando existiam ainda horas excedentes prestadas, sem a devida compensação, Silvana pediu demissão, comprovando novo emprego. Neste caso, de acordo com a CLT alterada pela Lei n°13.467/2017, 
		
	
	por ter pedido demissão, comprovando novo emprego, Silvana terá direito ao pagamento de, somente, metade das horas extras não compensadas, calculadas sobre o valor da remuneração na data da rescisão.  
	
	Silvana terá direito ao pagamento de todas as horas extras prestadas, uma vez que o banco de horas só pode ser celebrado por meio de convenção ou acordo coletivo de trabalho e não por acordo individual, não produzindo efeitos jurídicos. 
	
	Silvana terá direito ao pagamento de todas as horas extras prestadas, uma vez que o banco de horas só pode ser celebrado com prazo de um ano de duração, não produzindo efeitos jurídicos da forma como foi feito. 
	
	Silvana não terá direito ao pagamento das horas extras não compensadas, tendo em vista que pediu demissão e o pagamento só dá direito no caso de rescisão do contrato de trabalho por dispensa sem justa causa.  
	
	Silvana terá direito ao pagamento das horas extras não compensadas, calculadas sobre o valor da remuneração na data da rescisão, uma vez que ocorreu a ruptura do contrato de trabalho com menos de seis meses da celebração do banco de horas. 
	Respondido em 19/09/2019 17:01:15
		
	
	 7.
	Ref.: 1080842
	Aula 7: DIREITO TUTELAR
Respondido em 19/09/2019 17:28:52
	Pontos: 0,60  / 0,60 
	
	De acordo com os direitos sociais descritos no título II, capítulo II, artigo 7° da Constituição Federal de 1988, são direitos dos trabalhadores urbanos e rurais, além de outros que visem à melhoria de sua condição