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UNIVERSIDADE COMUNITÁRIA DA REGIÃO DE CHAPECÓ UNOCHAPECÓ Acadêmico (a) : Natani Cristine Honaiser Professor (a): Liziane Cássia Carlesso Componente curricular: Estágio II (Nutrição em Unidades de Alimentação e Nutrição) RELATÓRIO FINAL DO ESTÁGIO EM UNIDADES DE ALIMENTAÇÃO E NUTRIÇÃO Chapecó (SC), Setembro de 2019. INTRODUÇÃO As UAN são unidades que pertencem ao setor de alimentação coletiva, onde a finalidade é administrar a produção de refeições nutricionalmente equilibradas com bom padrão higiênico-sanitário para consumo fora do lar, que possam contribuir para manter ou recuperar a saúde de coletividades, e ainda, auxiliar no desenvolvimento de hábitos alimentares (COLARES, FREITAS, 2007). A responsabilidade técnica de uma Unidade de Alimentação e Nutrição compete ao profissional Nutricionista, no qual as principais funções estão especificadas pela Resolução CFN N°380/200. Compete ao Nutricionista, no funcionamento de suas atribuições em Unidades de Alimentação e Nutrição, planejar, organizar, dirigir, supervisionar e avaliar os serviços de alimentação e nutrição. Exercer assistência e educação nutricional a coletividade ou indivíduos sadios ou enfermos em instituições públicas e privadas. A UAN receptora do estágio é do tipo autogestão para os pacientes e terceirizada quando se trata de almoço para os funcionários. Possui uma responsável técnica que é nutricionista. A alimentação é porcionada, onde as cozinheiras servem as refeições em bandejas com descartáveis antes de ir para os quartos. A finalidade deste estágio foi acompanhar a rotina de uma UAN hospitalar da mesma maneira analisar a função da profissional nutricionista dentro desta, auxiliando e observando situações de trabalho, desenvolvendo técnicas, habilidades e competências para o progresso na atuação profissional, além de contribuir com a UAN receptora do estágio. DESENVOLVIMENTO PLANO DE AÇÃO: Qualidade higiênico sanitárias - Check-list (RDC 275/2002) - Anexo 01 ● Identificação Lixeiras: Conforme traz a resolução RDC 216 (BRASIL, 2004) o estabelecimento deve dispor de recipientes identificados e íntegros, de fácil higienização e transporte, em número e capacidade suficientes para conter os resíduos. Os coletores utilizados para coleta dos resíduos das áreas de preparação e armazenamento de alimentos devem ser dotados de tampas acionadas sem contato manual. A partir disso foi observado que dentro da unidade possui duas lixeiras, uma para recicláveis e uma para orgânicos, porém as duas sem identificação, onde deu para analisar a mistura de alguns resíduos muitas vezes. Uma das orientações foi estar realizando uma conversação sobre a importância da correta separação dos lixos. Dessa forma foi sugerido para a UAN a identificação nas tampas das lixeiras, com placas de lixo orgânico e lixo reciclável. Para que mesmo em horários de movimento não sobre dúvidas entre os manipuladores para fazer a mistura dos lixos. Assim os mesmos contribuem com o desenvolvimento sustentável da UAN. E para finalizar analisar se estas, após a conversação vem fazendo a correta separação e se não, estar incluindo um treinamento deste fim a cada semestre. ● Implantação Fichas técnicas de preparação: Conforme traz Souza e Marci (2015) as fichas técnicas de preparação são recursos utilizados para garantir que uma mesma preparação seja fornecida com a mesma qualidade e características sensoriais, independente de quem a tenha preparado. As FTPs podem ajudar o nutricionista na aquisição dos itens de compras para que não falte nenhum ingrediente necessário para a preparação do prato, auxiliam no dimensionamento do volume de compras, no cálculo do custo da preparação/refeição e no controle de gastos, objetivando manter o mesmo padrão de custos. Um ponto observado foi que as preparações não seguem um padrão, cada turno tem o seu modo de cozinhar, fazendo com que as preparações saem diferentes, e quantidades que muitas vezes acaba sobrando em excesso. Sendo assim foi sugerido a implantação das fichas técnicas de preparo, já que as mesmas foram produzidas durante o período de estágio ( apêndice 01). A primeira orientação é conduzir junto com as cozinheiras o ajuste do per capita de cada preparação. Seguindo com ajustes nas fichas técnicas conforme a demanda for surgindo. E após a implantação destas na área de preparo ficando expostas para o uso das cozinheiras no dia a dia. A inserção das FTPs facilita a integração e treinamento de novos funcionários na execução das preparações e padroniza o sistema de produção garantindo que o produto final tenha sempre composição, valor nutritivo e apresentação semelhantes. Sendo de suma importância em qualquer Unidade de alimentação e nutrição (SOUZA, MARSI, 2015). ● Mudança de Jalecos para distribuição de alimentos Para prevenir as ocorrências de DTA, destaca-se a adoção de medidas eficazes e efetivas para garantir a qualidade e segurança dos alimentos, tais como a qualidade da matéria prima, higiene dos utensílios, manipuladores, monitoramento das etapas de tempo, preparo e distribuição dos alimentos (TEIXEIRA, 2017). Foi observado no local que as cozinheiras utilizam o mesmo uniforme para o preparo da comida, e a distribuição das refeições nos quartos, correndo risco de trazer alguma contaminação para dentro da cozinha. A primeira orientação é para a compra de jalecos descartáveis, para estes serem colocados antes de subir para a distribuição e após serem descartados para não haver perigo de contaminação. Como instrução a médio prazo, a troca de jaleco completo antes da distribuição e após. E a orientação a longo prazo, a contratação de mais uma pessoa, para a função de copeira, esta não entrando na cozinha e fazendo o serviço direcionado especificamente a este cargo. Ainda segundo Teixeira (2017) a edificação e estrutura física – recomenda-se que estas sejam planejadas de forma ordenada para facilitar o fluxo das etapas de preparação de alimentos, distribuição destes, cujo objetivo é evitar cruzamentos que possam causar contaminação aos alimentos. O acesso ao serviço de alimentação deve ser controlado e independente a outros usos, sendo que o dimensionamento dos seus setores deve ser compatível com a demanda das atividades a que se destina e sua separação constituir-se por barreiras físicas ou outros meios eficazes que evite a contaminação cruzada. CARDÁPIO ● Ficha Técnica de um prato quente e elaborado - apêndice 02 ● Cardápio de um mês - anexo 02 Segundo Veiros e Proença (2003) o cardápio elaborado pelo nutricionista que atua em UAN é uma ferramenta a ser utilizada no sentido de transformar o seu conhecimento sobre os alimentos em ato de nutrir, de maneira mais saudável, as pessoas queestão sob sua responsabilidade. ● Cálculo Nutricional Cardápio A Unidade de Alimentação e Nutrição receptora possui como tipo de serviço a refeição porcionada. Desta forma, o cálculo foi baseado nas preparações realizadas durante 5 dias, utilizando a porção padrão de 100g para os cálculos. Dia 1 Alimento Quantidade Porção Kcal VET Ptn (g) Cho (g) Gordura total (g) Gordura Saturad a (g) Sódio (mg) Fibras (g) NdPcal (g) Sopa de Legumes 100g 35,16 0,8 5,47 1,12 0,17 419,3 0,84 0,4 Lentilha 100g 349,3 23,7 60,7 1,3 0 0 3,2 14,22 Arroz branco 100g 121,78 2,32 25,47 1,18 0,2 275,8 0,49 1,16 Batata Inglesa cozida 100g 88,82 1,88 20,1 0,1 0,0 4 1,8 0,94 Carne de Frango Molho 100g 197,57 17,6 6 1,38 13,49 3,44 222,1 0,28 12,36 Alface 100g 18,6 1,3 2,9 0,2 0 0 0,7 0,65 Tomate 100g 24,3 0,8 4,6 0,3 0 0 0,6 0,4 Salada de Fruta 100g 64,8 1,2 15 0 0 35 1,7 0,6 Total - 900,33 49,6 6 135,6 2 17,69 3,81 956,2 7,91 30,73 Dia 2 Alimento Quantidade Porção Kcal VET Ptn (g) Cho (g) Gordura total (g) Gordura Saturad a (g) Sódio (mg) Fibras (g) NdPcal (g) Sopa de Legumes 100g 35,16 0,8 5,47 1,12 0,17 419,3 0,84 0,4 Feijão 100g 60,96 3,34 8,3 1,6 0 191,4 4,2 2,0 Arroz branco 100g 121,78 2,32 25,47 1,18 0,2 275,8 0,49 1,16 Macarrão 100g 138,35 4,78 28,3 0,67 0,1 1 1,5 2,39 Carne moída em molho 100g 204,9 4,78 28,3 10,9 4,8 52 0 3,34 Cenoura 100g 45 1,1 9,7 0,2 0 0 1 0,55 Beterraba 100g 45,7 1,7 9,5 0,1 0 0 1 0,85 Torta de Bolacha 100g 389,14 5,83 40,83 22,5 10,83 10,66 0 4,0 Total - 1040,99 24,65 155,87 38,27 16,1 950,16 9,03 14,69 Dia 3 Alimento Quantidade Porção Kcal VET Ptn (g) Cho (g) Gordura total (g) Gordura Saturad a (g) Sódio (mg) Fibras (g) NdPcal (g) Sopa de Legumes 100g 35,16 0,8 5,47 1,12 0,17 419,3 0,84 0,4 Feijão 100g 60,96 3,34 8,3 1,6 0 191,4 4,2 2,0 Arroz branco 100g 121,78 2,32 25,47 1,18 0,2 275,8 0,49 1,16 Mandioca 100g 119,8 0,6 28,9 0,2 0 0 0,8 0,3 Carne em cubos 100g 207,3 27,3 10,9 5,5 0 56 0 19,11 Cenoura 100g 45 1,1 9,7 0,2 0 0 1 0,55 Tomate 100g 24,3 0,8 4,6 0,3 0 0 0,6 0,4 Gelatina 100g 389,6 9,4 88 0 0 0 0 4,7 Total - 1003,9 45,66 181,34 10,1 0,37 942,5 7,93 28,62 Dia 4 Alimento Quantidade Porção Kcal VET Ptn (g) Cho (g) Gordura total (g) Gordura Saturad a (g) Sódio (mg) Fibras (g) NdPcal (g) Sopa de Legumes 100g 35,16 0,8 5,47 1,12 0,17 419,3 0,84 0,4 Polenta 100g 64,39 1,02 11,32 1,67 0,24 222,0 3 1,97 0,51 Arroz branco 100g 121,78 2,32 25,47 1,18 0,2 275,8 0,49 1,16 Carne de Frango Molho 100g 197,57 17,6 6 1,38 13,49 3,44 222,1 0,28 12,36 Alface 100g 18,6 1,3 2,9 0,2 0 0 0,7 0,65 Repolho 100g 33 1,7 6,1 0,2 0 0 1 0,85 Sagu 100g 118 0,1 29,4 0 0 0 0,1 0,05 Total - 588,5 24,9 82,04 17,86 4,05 1139,2 3 5,38 15,98 Dia 5 Alimento Quantidade Porção Kcal VET Ptn (g) Cho (g) Gordur a total (g) Gordura Saturad a (g) Sódio (mg) Fibras (g) NdPcal (g) Sopa de Legumes 100g 35,16 0,8 5,47 1,12 0,17 419,3 0,84 0,4 Feijão 100g 60,96 3,34 8,3 1,6 0 191,4 4,2 2,0 Arroz branco 100g 121,78 2,32 25,47 1,18 0,2 275,8 0,49 1,16 Lasanha de Frango 100g 181,84 12,91 12,3 9 3,56 401,52 0,74 9,0 Repolho 100g 33 1,7 6,1 0,2 0 0 1 0,85 Beterraba 100g 45,7 1,7 9,5 0,1 0 0 1 0,85 Pudim Chocolate 100g 117,07 3,33 19,93 2,67 0 0 0 2,33 Total - 595,51 26,1 87,07 15,87 3,93 1288,02 8,27 16,59 Refeição Calorias VET CHO PTN Gordura total Gordura saturada Sódio Fibra Ndpcal Dia 1 900,3 135,62 49,66 17,69 3,81 956,2 7,91 30,73 Dia 2 1.040,99 155,87 24,65 38,27 16,1 950,16 9,03 14,69 Dia 3 1.003,9 181,34 45,66 10,1 0,37 942,5 7,93 28,62 Dia 4 588,5 82,04 24,9 17,86 4,05 1139,23 5,38 15,98 Dia 5 595,51 87,07 26,1 15,87 3,93 1288,02 8,27 16,59 Média Semanal 825,84 128,38 34,19 19,95 5,65 1055,22 7,70 21,32 % VET 100% 62,1 % 17,0 % 21,74 % 6,15 % - - 10,32 % % Adequação 103,2 % Dentro do recomenda do 103,5% 113,3 % 87 % 61,5 % 109,9% Acima do recomenda do Dentro do recomenda do 103,2 % Segundo as recomendações do Programa de Alimentação do Trabalhador (PAT), a média semanal de calorias do local está um pouco acima do recomendado, mas ainda ficando dentro dos parâmetros permitidos, não chegando a 5 % a mais na adequação, já que a orientação é de 600 a 800 kcal para as principais refeições, sendo o almoço. Segundo a Portaria N° 66 de 2006, o carboidrato está dentro do adequado de 60% do VET, proteína está acima do recomendado, ficando acima de 10% na adequação. Sódio está acima da recomendação de 720 a 960 mg, este pode ser justificado pela utilização de sobremesas que é empregado produtos industrializados, os quais possuem alto nível de sódio para aumentar o seu tempo de prateleira. As fibras estão dentro da recomendação de 7 a 10g. Em relação do NDPcal (proteína líquida) está dentro do recomendado pela portaria que traz a recomendação de 6 a 10%. GESTÃO DE PESSOAS E CAPACITAÇÃO Segundo Silva et al. (2015), para que se tenha êxito nos programas de capacitação, o entendimento sobre a percepção do risco é imprescindível. Os manipuladores têm conhecimento dos procedimentos que devem realizar, contudo identificam obstáculos que os impedem de colocá-los em prática, tais como falta de tempo, de pessoal e de recursos. Os alimentos contaminados são uma importante via de infecção hospitalar, cujas principais causas de contaminação são as condições higiênico-sanitárias inapropriadas e a falta de utilização de ferramentas de garantia e controle da qualidade (SILVA et al., 2015). Ao longo dos dias foi observado que seria necessário estar retomando as boas práticas na manipulação com as funcionárias para a garantia de boa qualidade na hora do manejo das refeições. Sabe-se que a falta de boas práticas na hora da preparação é a principal causa das doenças transmitidas pelos alimentos. Treinamentos periódicos dos manipuladores de alimentos, são importantes em todas as fases do processamento, para a manutenção da qualidade higiênico-sanitária dos alimentos, já que a maioria das toxinfecções alimentares está relacionada com a contaminação do alimento pelo manipulador (SOUZA,et al., 2009). Apêndice 3 ● Dimensionamento de Pessoas A administração das UAN apresenta algumas dificuldades, pois possuem estrutura organizacional simples, linear, caracterizada por unidade de comando, representada por um nutricionista responsável técnico e um número pequeno de níveis hierárquicos; há, no entanto, complicações em seu funcionamento, dependente de fatores como o porte (quantidade e tipo de refeições produzidas) contratações, orçamentos, e a forma de inserção no mercado (tipo de gerenciamento)(OZELA, 2011). A Unidade de Alimentação e Nutrição do estágio serve café, almoço e janta, em média são 45 refeições ao dia. Segundo o método de Granda et al. (1983) para o dimensionamento de pessoas aplica-se no cálculo, o número de refeições multiplicado pelo tempo de preparação das refeições, dividindo pelo resultado da jornada de trabalho vezes 1 hora (60 min), assim identificando o número de pessoal para um dia na produção e distribuição. Após feito o cálculo foi identificado que a UAN necessita de 3 pessoas para o preparo e distribuição das refeições. Na prática encontra-se 2 cozinheiras, que além de cozinhar, fazem o trabalho de copeiras, e 1 nutricionista a qual é a responsável técnica. ● Atividades Extras - (apêndice 04) Levando em consideração o período de estágio para aprendizagem, durante estes dias foram realizadas atividades complementares com o intuito de gerar mais conhecimento e auxiliar a nutricionista da UAN. Uma das atividades foi a produção de fichas técnicas de preparo, das preparações de um mês. Além da avaliação de resto ingesta a qual foi realizada durante uma semana. Foi feito os cálculos de gastos da cozinha dos últimos 3 meses. A continuação do livro de receitas para as cozinheiras, e a lista de opções de lanches práticos e diferentes para os médicos. Também foi elaborado dicas de temperos e combinações para as preparações com carnes. Elaboração de uma planilha para a padronização do porcionamento das refeições. Auxílio na contagem de dados da pesquisa de satisfação das refeições dos funcionários. E realizado treinamento de Boas práticas, além de uma oficina sobre reaproveitamento dos alimentos. CONCLUSÃO A prática do estágio curricular dentro da Unidade de Alimentação e Nutrição foi de extrema importância, uma vez que consegui seguir a rotina da unidade, desenvolvendo alguma habilidades dentro da prática profissional. Foi alcançado os propósitos iniciais, como acompanhamento da rotina, observação dos fluxos da unidade, junto com a produção e distribuição dos alimentos, além do aprendizado junto com os funcionários. A realidade prática me ensinou como devo conduzir uma UAN, como analisar, trabalhar junto com a equipe é significativo. Com toda certeza saio desse estágio, com uma visão expandida, preparada profissionalmente para atuar nessa área. Referências BRASIL. Resolução CFN N°380/2005. Conselho Federal de Nutricionistas. Brasília, 2005. BRASIL. Os Ministros de Estado do Trabalho e Emprego, da Fazenda, da Saúde, da Previdência Social e do Desenvolvimento Social e Combate à Fome. Portaria Interministerial nº 66, de 25 de agosto de 2006. – Altera os parâmetros nutricionais do Programa de Alimentação do Trabalhador - PAT. COLARES, Luciléia Granhen Tavares; FREITAS, Carlos Machado de. Processo de trabalho e saúde de trabalhadores de uma unidade de alimentação e nutrição: entre a prescrição e o real do trabalho. Cadernos de Saúde Pública, v. 23, p. 3011-3020, 2007. DA SILVA, Ana Alice et al. Manipulação de alimentos em uma cozinha hospitalar: Ênfase na segurança dos Alimentos. Revista Caderno Pedagógico, v. 12, n. 1, 2015. DE SOUZA, Lucimar Vieira; DE OLIVEIRA MARSI, Teresa Cristina. Importância da ficha técnica em UANs: produção e custos de preparações/refeições. 2015. GANDRA, Y.R. et al. Avaliação de Serviços de Nutrição e Alimentação. São Paulo: Savier, 1983. OZELA, Ciléa Maria dos Santos et al. Absenteísmo no setor de nutrição em um hospital público de Belém-Pará, ano-2009. 2011. Dissertação de Mestrado. SOUSA, CL et al. Diagnóstico de condições microbiológicas e higiênico-sanitárias na indústria de alimentos congelados leves em Belém / PA. Alimentos e Nutrição , v. 20, n. 3, p. 375-381, 2009. TEIXEIRA, Elizângela França. Avaliação do plano estratégico de implementação de boas práticas de fabricação de alimentos em uma unidade produtora de refeições. 2017. Tese de Doutorado. VEIROS, Marcela B.; PROENÇA, Rossana PC. Avaliação qualitativa das preparações do cardápio em uma unidade de alimentação e nutrição: método AQPC. Nutr Pauta, v. 11, n. 62, p. 36-42, 2003. ANEXO 1 CHECK LIST - RESOLUÇÃO RDC Nº 216 DE 15 DE SETEMBRO DE 2004 DA ANVISA A - IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA 1-RAZÃO SOCIAL:Associação Hospitalar Beneficente de Pinhalzinho 2-NÚMERO DE TURNOS: 2 B - AVALIAÇÃO SIM NÃO NA(*) 1. EDIFICAÇÃO E INSTALAÇÕES 1.1 AREA EXTERNA: 1.1.1 Área externa do estabelecimento, livre de objetos em desuso ou estranhos ao ambiente. x 1.2 ACESSO: 1.2.1 Controlado, independente, não comum a outros usos (habitação, etc.). x 1.3 AREA INTERNA: 1.3.1 Área interna do estabelecimento, livre de objetos em desuso ou estranhos ao ambiente, sem a presença de animais. x 1.4 PISO: 1.4.1 Revestimento liso, impermeável e lavável. x 1.4.2 Em adequado estado de conservação (livre de trincas, rachaduras, infiltrações e outros). x 1.5 TETOS: 1.5.1 Revestimento liso, impermeável e lavável. X 1.5.2 Em adequado estado de conservação (livre de trincas, rachaduras, infiltração, goteiras, vazamentos, bolores, descascamentos e outros). X 1.6 PAREDES E DIVISÓRIAS: 1.6.1 Revestimento liso, impermeável e lavável. X 1.6.2 Em adequado estado de conservação (livre de trincas, rachaduras, infiltrações, bolores, descascamentos e outros). X 1.7 PORTAS: 1.7.1 Ajustadas aos batentes. X 1.7.2 Portas da área de preparação e armazenamento de alimentos, dotadas de fechamento automático. X 1.7.3 Portas externas das áreas de armazenamento e preparação de alimentos, providas de telas milimetradas para impedir o acesso de vetores e pragas urbanas. X 1.7.4 Telas removíveis e limpas. X 1.8 JANELAS E OUTRAS ABERTURAS: 1.8.1 Ajustadas aos batentes. X 1.8.2 Janelas e outras aberturas das áreas de armazenamento e preparação de alimentos, inclusive o sistema de exaustão, providas de telas milimetradas para impedir o acesso de vetores e pragas urbanas. X 1.8.3 Telas são removíveis e estão limpas. X 1.9 INSTALAÇÕES SANITÁRIAS E VESTIÁRIOS: 1.9.1 Instalações sanitárias e vestiários sem comunicação direta com a área de preparação e armazenamento de alimentos ou refeitórios. X 1.9.2 Mantidos organizados e em adequado estado de conservação. X 1.9.3 Portas externas dotadas de fechamento automático. X 1.9.4 Instalações sanitárias com lavatórios e supridas de produtos destinados à higiene pessoal tais como papel higiênico, sabonete líquido inodoro anti-séptico ou sabonete líquido inodoro e produto anti-séptico e toalhas de papel não reciclado ou outro sistema higiênico e seguro para secagem das mãos. X 1.9.5 Coletores dos resíduos dotados de tampa e acionados sem contato manual. X B – AVALIAÇÃO SIM NÃO NA(*) 1.10 LAVATÓRIOS NA ÁREA DE MANIPULAÇÃO: 1.10.1 Existência de lavatórios exclusivos para a higiene das mãos na área de manipulação, em posições estratégicas em relação ao fluxo de preparo dos alimentos e em número suficiente de modo a atender toda a área de preparação. X 1.10.2 Lavatórios em condições de higiene, dotados de sabonete líquido inodoro anti-séptico ou sabonete líquido inodoro e produto anti-séptico, toalhas de papel não recicladoou outro sistema higiênico e seguro de secagem das mãos e coletor de papel, acionados sem contato manual. X 1.11 ILUMINAÇÃO E INSTALAÇÃO ELÉTRICA: 1.11.1 Iluminação da área de preparação proporcionando a visualização de forma que as atividades sejam realizadas sem comprometer a higiene e as características sensoriais dos alimentos. x 1.11.2 Luminárias localizadas sobre a área de preparação dos alimentos apropriadas e protegidas contra explosão e quedas acidentais. X 1.11.3 Instalações elétricas embutidas ou protegidas em tubulações externas e íntegras de tal forma a permitir a higienização dos ambientes. X 1.12 VENTILAÇÃO E CLIMATIZAÇÃO: 1.12.1 Ventilação garantindo a renovação do ar e a manutenção do ambiente, livre de fungos, gases, fumaça, pós, partículas em suspensão, condensação de vapores dentre outros que possam comprometer a qualidade higiênico-sanitária do alimento. X 1.12.2 Não incidência do fluxo de ar diretamente sobre os alimentos. X 1.12.3 Equipamentos e filtros para climatização conservados. X 1.12.4 Limpeza dos componentes do sistema de climatização, troca de filtros, manutenção programada e periódica destes, registradas e realizadas conforme legislação específica. X 1.13 HIGIENIZAÇÃO DAS INSTALAÇÕES: 1.13.1 Operação de higienização realizadas por funcionários comprovadamente capacitados. X 1.13.2 Higienização das instalações adequada e com freqüência. X 1.13.3 Instalações mantidas em condições higiênico-sanitárias apropriadas. X 1.13.4 Operações de limpeza e, se for o caso, desinfecção das instalações realizadas rotineiramente. X 1.13.5 Registro das operações de limpeza realizadas não rotineiramente. X 1.13.6 Produtos saneantes utilizados, regularizados no Ministério da Saúde. X 1.13.7 Diluição, o tempo de contato e modo de uso/aplicação dos produtos saneantes obedecem às instruções recomendadas pelo fabricante. X 1.13.8 Produtos de higienização identificados e guardados em local reservado para essa finalidade. X 1.13.9 Utensílios e equipamentos utilizados na higienização, próprios para a atividade, conservados, limpos, disponíveis em número suficiente e guardados em local reservado para essa finalidade. X 1.13.10 Utensílios utilizados na higienização de instalações, distintos daqueles usados para higienização das partes dos equipamentos e utensílios que entrem em contato com o alimento. X 1.13.11 Funcionários responsáveis pela atividade de higienização das instalações sanitárias utilizam uniformes apropriados e diferenciados daqueles utilizados na manipulação de alimentos. x B – AVALIAÇÃO SIM NÃO NA(*) 1.14 CONTROLE INTEGRADO DE VETORES E PRAGAS URBANAS: 1.14.1 Ausência de vetores e pragas urbanas ou qualquer evidência de sua presença como fezes, ninhos e outros. X 1.14.2 Existe um conjunto de ações eficazes e contínuas de controle de vetores e pragas urbanas, com o objetivo de impedir a atração, o abrigo, o acesso e ou proliferação dos mesmos. X 1.14.3 Em caso de adoção de controle químico, existência de comprovante de execução do serviço expedido por empresa especializada, conforme legislação específica, com produtos desinfestantes regularizados pelo Ministério da Saúde. X 1.14.4 Quando aplicado o controle químico, os equipamentos e os X utensílios, antes de serem reutilizados, são higienizados para a remoção dos resíduos de produtos desinfestantes. 1.15 ABASTECIMENTO DE ÁGUA: 1.15.1 Instalações abastecidas com água corrente. X 1.15.2 Utiliza solução alternativa de abastecimento de água com potabilidade atestada sementralmente mediante laudos laboratoriais. X 1.15.3 Gelo é mantido em condição higiênico-sanitária que evite sua contaminação. X 1.15.4 Reservatório de água edificado e ou revestido de materiais que não comprometam a qualidade da água, livre de rachaduras, vazamentos, infiltrações, descascamentos entre outros defeitos e em adequado estado de conservação e higiene e devidamente tampados. X 1.16 MANEJO DOS RESÍDUOS: 1.16.1 Dispõem de recipientes para coleta de resíduos de fácil higienização e transporte devidamente identificados e íntegros, em número e capacidade suficiente para conter os resíduos. X 1.16.2 Resíduos frequentemente coletados e estocados em local fechado e isolado das áreas de preparação e armazenamento de alimentos. X 1.17 ESGOTAMENTO SANITÁRIO: 1.17.1 Dispõe de conexões com rede de esgoto ou fossa séptica. X 1.17.2 Ralos sifonados e grelhas com dispositivo que permitam seu fechamento. X 1.17.3 Caixas de gordura e de esgoto com dimensões compatíveis ao volume de resíduos. X 1.17.4 Caixas de gordura e esgoto localizadas fora da área de preparação, armazenamento de alimentos em adequado estado de conservação e funcionamento. X 1.17.5 Caixas de gordura periodicamente limpas. Descarte dos resíduos atendendo ao disposto em legislação específica. x 1.18 LEIAUTE: 1.18.1 Edificação e instalações projetadas de forma a possibilitar um fluxo ordenado e sem cruzamentos em todas as etapas da preparação de alimentos facilitando as operações de manutenção, limpeza e, quando for o caso, desinfecção. x 1.18.2 Dimensionamento da edificação e das instalações compatível com todas as operações. X 1.18.3 Separação entre as diferentes atividades por meios físicos ou por outros meios eficazes de forma a evitar a contaminação cruzada. X OBSERVAÇÕES:________________________________________________________________ ______________________________________________________________________________ ______________________________________________________________________________ _______ B – AVALIAÇÃO SIM NÃO NA(*) 2. EQUIPAMENTOS, MÓVEIS E UTENSÍLIOS. 2.1 EQUIPAMENTOS: 2.1.1 Os que entram em contato com alimentos são de materiais que não transmitam substâncias tóxicas, odores, nem sabores, conforme estabelecido em legislação específica. X 2.1.2 Em adequado estado de conservação, resistentes à corrosão e a repetidas operações de limpeza e desinfecção. X 2.1.3 Realiza manutenção programada e periódica dos equipamentos e calibração dos instrumentos ou equipamentos de medição. Mantem registro da realização dessas operações. X 2.1.4 Possue superfícies lisas, impermeáveis, laváveis e isentas de rugosidades, frestas e outras imperfeições que possam comprometer a higienização , nem serem fontes de contaminação dos alimentos. X 2.2 MOVEIS E UTENSÍLIOS: 2.2.1 Os que entram em contato com alimentos são de materiais que não transmitem substâncias tóxicas, odores, nem sabores, conforme estabelecido em legislação específica. X 2.2.2 Adequado estado de conservação e resistentes à corrosão e a repetidas operações de limpeza e desinfecção. X 2.2.3 Possuem superfícies lisas, impermeáveis, laváveis e isentas de rugosidades, frestas e outras imperfeições que possam comprometer a higienização e serem fontes de contaminação dos alimentos. X 2.2.4 Realiza manutenção programada e periódica dos utensílios. Mantem registro dessa operação. X 2.3 HIGIENIZAÇÃO DOS EQUIPAMENTOS, MÓVEIS E UTENSÍLIOS: 2.3.1 Operação de higienização realizadas por funcionários comprovadamente capacitados. X 2.3.2 Freqüência de higienização adequada. X 2.3.3 Produtos saneantes utilizados, regularizados no Ministério da Saúde. X 2.3.4 Diluição, tempo de contato e modo de uso/aplicação dos produtos saneantes obedecem às instruções recomendadas pelo fabricante. X 2.3.5 Produtos de higienização identificados e guardados em localreservado para essa finalidade. X 2.3.6 Utensílios e equipamentos utilizados na higienização próprios para a atividade, conservados, limpos, disponíveis, em número suficiente e X guardados em local reservado para essa finalidade. 2.3.7 Utiliza utensílios de uso exclusivo para higienização. X OBSERVAÇÕES:________________________________________________________________ ______________________________________________________________________________ ______________________________________________________________________________ __________________________ B – AVALIAÇÃO SIM NÃO NA(*) 3 MANIPULADORES 3.1 VESTUÁRIO: 3.1.1 Utilização de uniforme compatível com a atividade, conservados e limpos. Trocados no mínimo diariamente. X 3.1.2 Usados exclusivamente nas dependências internas. As roupas e objetos pessoais guardados, em local específico, e reservado para este fim. X 3.1.3 Asseio pessoal: mãos limpas, unhas curtas, sem esmalte ou base, sem adornos (anéis, pulseiras, brincos, etc.). Maquiagem; cabelos presos e protegidos por redes, tocas ou outro acessório apropriado para esse fim, não sendo permitido o uso de barba. X 3.2 HÁBITOS HIGIÊNICOS: 3.2.1 Lavagem cuidadosa das mãos ao chegar ao trabalho, antes e após a manipulação de alimentos, principalmente após qualquer interrupção, tocar materiais contaminados, depois do uso de sanitários e sempre que se fizer necessário. X 3.2.2 Manipuladores fumam, falam desnecessariamente, cantam, assobiam, espirram, cospem, tossem, comem, manipulam dinheiro ou praticam outros atos que possam contaminar o alimento, durante o desempenho das atividades. X 3.2.3 Cartazes de orientação aos manipuladores sobre a correta lavagem e anti-sepsia das mãos e demais hábitos de higiene, afixados em locais de fácil visualização, inclusive nas instalações sanitárias e lavatórios. X 3.3 CONTROLE DE SAÚDE: 3.3.1 Existência de registro do controle da saúde dos manipuladores, realizado de acordo com a legislação especifica. x 3.3.2 Manipuladores que apresentam lesões e ou sintomas de enfermidades que possam comprometer a qualidade higiênico-sanitária dos alimentos afastados da atividade de preparação de alimentos. X 3.4 PROGRAMA DE CAPACITAÇÃO DOS MANIPULADORES E SUPERVISÃO: 3.4.1 Existência de supervisão e capacitação periódica em higiene pessoal, manipulação higiênica de alimentos e em doenças transmitidas por alimentos. X 3.4.2 Possuem registros dessas capacitações. X 3.5 VISITANTES: 3.5.1 Visitantes cumprem os mesmos requisitos de higiene e de saúde estabelecidos para os manipuladores. X OBSERVAÇÕES:________________________________________________________________ ______________________________________________________________________________ ______________________________________________________________________________ __________________________ 4 MATÉRIAS-PRIMAS, INGREDIENTES E EMBALAGENS 4.1 SELEÇÃO E TRANSPORTE: 4.1.1 Especificação dos critérios para avaliação e seleção dos fornecedores de matérias-primas, ingredientes e embalagens. X 4.1.2 Transporte desses insumos realizado em condições adequadas de higiene e conservação. X B – AVALIAÇÃO SIM NÃO NA(*) 4.2 RECEPÇÃO: 4.2.1 Realizada em área protegida e limpa. X 4.2.2 Inspecionados e aprovados na recepção. X 4.2.3 Embalagens primárias das matérias-primas e dos ingredientes integros. X 5.2.4 Adoção de medidas para evitar que esses insumos contaminem o alimento preparado. X 4.2.5 Temperatura das matérias-primas e dos ingredientes dos produtos que necessitem de condições especiais de conservação verificada nas etapas de recepção e armazenamento. X 4.2.6 Lotes reprovados ou com prazo de validade vencida imediatamente devolvidos ao fornecedor ou devidamente identificados e armazenados separadamente, sendo determinada a destinação final. X 4.3 ARMAZENAMENTO: 4.3.1 Armazenados em local limpo e organizado, de forma a garantir proteção contra contaminantes. X 4.3.2 Adequadamente acondicionados e identificados e sua utilização respeita o prazo de validade. X 4.3.3 Armazenados sobre paletes, estrados e ou prateleiras de material liso, resistente, impermeável e lavável, respeitando-se o espaçamento mínimo necessário para garantir adequada ventilação, limpeza e, quando for o caso, desinfecção do local. X OBSERVAÇÕES:________________________________________________________________ ______________________________________________________________________________ ______________________________________________________________________________ ______________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________ ___________________________________________________ 5 PREPARAÇÃO DO ALIMENTO 5.1 QUANTITATIVO DE FUNCIONÁRIOS: 5.1.1 Quantitativo de funcionários, equipamentos, móveis e ou utensílios disponíveis compatíveis com volume, diversidade e complexidade das preparações alimentícias. X 5.2 RECIPIENTES PARA COLETA DE RESÍDUOS: 5.2.1 Dotados de tampas e acionados sem contato manual. X 5.3 CUIDADOS NA PREPARAÇÃO DO ALIMENTO: 5.3.1 Utilizadas matérias-primas, ingredientes e embalagens em condições higiênico-sanitárias adequadas e em conformidade com a legislação específica. X 5.3.2 Durante a preparação dos alimentos adotada medidas a fim de minimizar o risco de contaminação cruzada. X 5.3.3 Evita-se o contato direto ou indireto entre alimentos crus, semi-preparados e prontos para o consumo. X 5.3.4 Funcionários que manipulam alimentos crus realizam a lavagem e a anti-sepsia das mãos antes de manusear alimentos preparados. X 5.3.5 Produtos perecíveis expostos à temperatura ambiente somente pelo tempo mínimo necessário para a preparação do alimento. X B – AVALIAÇÃO SIM NÃO NA(*) 5.4 FRACIONAMENTO DO ALIMENTO: 5.4.1 Após a abertura ou retirada da embalagem original as matérias-primas e os ingredientes que não forem utilizados em sua totalidade, são adequadamente acondicionados e identificados com, no mínimo, as seguintes informações: designação do produto, data de fracionamento e prazo de validade. X 5.4.2 Antes de iniciar a preparação dos alimentos, é realizada adequada limpeza das embalagens primárias das matérias-primas e dos ingredientes, quando aplicável, minimizando o risco de contaminação. x 5.5 TRATAMENTO TÉRMICO: 5.5.1 Tratamento térmico garante que todas as partes do alimento atinjam a temperatura de, no mínimo, 70ºC (setenta graus Celsius). Temperaturas inferiores podem ser utilizadas no tratamento térmico desde que as combinações de tempo e temperatura sejam suficientes para assegurar a qualidade higiênico-sanitária dos alimentos. X 5.5.2 Eficácia do tratamento térmico, avaliada pela verificação da temperatura e do tempo utilizados e, quando aplicável, pelas mudanças na X textura e cor na parte central do alimento. 5.6 ÓLEOS E GORDURAS: 5.6.1 Existem medidas que garantam que o óleo e a gordura utilizados na fritura não constituem uma fonte de contaminação química do alimento preparado. X 5.6.2 Aquecidos a temperaturas não superiores a 180ºC (cento e oitenta graus Celsius). X 5.6.3 Substituídos imediatamente sempre que há alteração evidente das características físico-químicas ou sensoriais, tais como aroma, sabor e formação intensa de espuma e fumaça. X 5.7 DESCONGELAMENTO DOS ALIMENTOS: 5.7.1 Realizado o descongelamento dos alimentos congelados, antes do tratamento térmico,(excetuando os casos em que o fabricante do alimento recomenda que o mesmo seja submetido ao tratamento térmico ainda congelado). X 5.7.2 Descongelamento realizado de forma a evitar à multiplicação microbiana. O descongelamento efetuado em condições de refrigeração à temperatura inferior a 5ºC (cinco graus Celsius) ou em forno de microondas quando o alimento for submetido imediatamente à cocção. X 5.7.3 Alimentos submetidos ao descongelamento, mantidos sob refrigeração se não forem imediatamente utilizados, e não são recongelados. X 5.8 ARMAZENAMENTO A QUENTE: 5.8.1 Após serem submetidos à cocção, os alimentos preparados são mantidos em condições de tempo e de temperatura que não favoreçam a multiplicação microbiana. Para conservação a quente, os alimentos devem ser submetidos à temperatura superior a 60ºC (sessenta graus Celsius) por, no máximo, 6 (seis) horas. X B – AVALIAÇÃO: SIM NÃO NA(*) 5.9 RESFRIAMENTO DO ALIMENTO: 5.9.1 No processo de resfriamento a temperatura do alimento preparado é reduzida de 60ºC (sessenta graus Celsius) a 10ºC (dez graus Celsius) em até duas horas. X 5.9.2 Para conservação sob refrigeração ou congelamento, os alimentos preparados são previamente submetidos ao processo de resfriamento. X 5.10 CONSERVAÇÃO A FRIO: 5.10.1 Os alimentos são conservados sob refrigeração a temperaturas inferiores a 5ºC (cinco graus Celsius), ou congelado à temperatura igual ou inferior a -18ºC (dezoito graus Celsius negativos). X 5.10.2 Obedece a prazo máximo de 5 (cinco) dias, para consumo do alimento preparado e conservado sob refrigeração a temperatura de 4ºC (quatro graus Celsius), ou inferior.. X 5.10.3 Caso utilizem temperaturas superiores a 4ºC (quatro graus Celsius) e inferiores a 5ºC (cinco graus Celsius), o prazo máximo de consumo é reduzido, de forma a garantir as condições higiênico-sanitárias do alimento preparado. X 5.10.4 Alimentos preparados armazenados sob refrigeração ou congelamento, possuem invólucro contendo no mínimo as seguintes informações: designação, data de preparo e prazo de validade. X 5.10.5 Temperatura de armazenamento regularmente monitorada e registrada. X 5.11 HIGIENIZAÇÃO DOS ALIMENTOS: 5.11.1 Alimentos consumidos crus submetidos a processo de higienização a fim de reduzir a contaminação superficial, quando aplicável. X 5.11.2 Produtos utilizados na higienização dos alimentos, regularizados no órgão competente do Ministério da Saúde e aplicados de forma a evitar a presença de resíduos no alimento preparado. X 5.12 CONTROLE E GARANTIA DA QUALIDADE: 5.12.1 Estabelecimento implementou e mantem documentado o controle e garantia da qualidade dos alimentos preparados. X 5.13 RESPONSABILIDADE: 5.13.1 Existe um responsável pelas atividades de manipulação dos alimentos, devendo ser o proprietário ou funcionário designado, devidamente capacitado, sem prejuízo dos casos onde há previsão legal para responsabilidade técnica. X 5.13.2 O responsável pelas atividades de manipulação dos alimentos possui comprovadamente curso de capacitação, abordando, no mínimo, os x seguintes temas: a) Contaminantes alimentares; b) Doenças transmitidas por alimentos; c) Manipulação higiênica dos alimentos; d) Boas Práticas. OBSERVAÇÕES:________________________________________________________________ ______________________________________________________________________________ ______________________________________________________________________________ _________________________ B – AVALIAÇÃO: SIM NÃO NA(*) 6 ARMAZENAMENTO E TRANSPORTE DO ALIMENTO PREPARADO 6.1 CUIDADOS NECESSÁRIOS: 6.1.1 Alimentos preparados mantidos na área de armazenamento ou aguardando o transporte, identificados e protegidos contra contaminantes. Na identificação deve constar no mínimo: designação do produto, data de preparo e prazo de validade. X 6.1.2 Armazenamento e o transporte do alimento preparado, da distribuição até a entrega ao consumo, ocorrem em condições de tempo e temperatura que não comprometam sua qualidade higiênico-sanitária. x 6.1.3 A temperatura do alimento preparado é monitorada durante essas etapas. X 6.2 RECIPIENTES PARA COLETA DE RESÍDUOS: 6.2.1 Dotados de tampas e acionadas sem contato manual. X 6.3 TRANSPORTE: 6.3.1 Meios de transporte do alimento preparado higienizados, sendo adotadas medidas, a fim de garantir a ausência de vetores e pragas urbanas. X 6.3.2 Veículos dotados de cobertura para proteção da carga, não transportando outras cargas que comprometam a qualidade higiênico-sanitária do alimento preparado. X OBSERVAÇÕES:________________________________________________________________ ______________________________________________________________________________ ______________________________________________________________________________ _________________________ 7 EXPOSIÇÃO AO CONSUMO DO ALIMENTO PREPARADO 7.1 ÁREA DE EXPOSIÇÃO: 7.1.1 Áreas de exposição do alimento preparado e de consumação ou refeitório mantidas organizadas e em adequadas condições higiênico-sanitárias. X 7.1.2 Equipamentos, móveis e utensílios disponíveis nessas áreas compatíveis com as atividades, em número suficiente e em adequado estado de conservação. X 7.1.3 Manipuladores adotam procedimentos que minimizem o risco de contaminação dos alimentos preparados por meio da anti-sepsia das mãos e pelo uso de utensílios ou luvas descartáveis. X 7.2 EQUIPAMENTOS DE EXPOSIÇÃO/DISTRIBUIÇÃO: 7.2.1 Equipamentos necessários à exposição ou distribuição de alimentos preparados sob temperaturas controladas, devidamente dimensionados, e em adequado estado de higiene, conservação e funcionamento. X 7.2.2 Temperatura desses equipamentos regularmente monitorada. X 7.2.3 Equipamento de exposição do alimento preparado, na área para consumo, dispõe de barreiras de proteção que previnam a contaminação, em decorrência da proximidade ou da ação do consumidor e de outras fontes. X 7.3 UTENSÍLIOS: 7.3.1 Utensílios utilizados na área de consumo do alimento, tais como pratos, copos, talheres, descartáveis, quando feitos de material não-descartável, devidamente higienizados e armazenados em local protegido. X 7.4 ORNAMENTOS E PLANTAS: 7.4.1 Se localizados na área de consumo, ou refeitório não constituem fonte de contaminação para os alimentos preparados. X 8 DOCUMENTAÇÃO E REGISTRO SIM NÂO NA(*) 8.1 MANUAL DE BPF E POP: 8.1.1 Serviço de alimentação dispõe de Manual de Boas Práticas e de x Procedimentos Operacionais Padronizados. 8.1.2 Esses documentos estão acessíveis aos funcionários envolvidos e disponíveis à Autoridade Sanitária, quando requerido. X 8.1.3 Os POP contêm as instruções seqüenciais das operações e a freqüência de execução, especificando o nome, o cargo e ou a função dos responsáveis pelas atividades. Estão aprovados, datados e assinados pelo responsável do estabelecimento. X 8.2 REGISTROS: 8.2.1 Registros mantidos por período mínimo de 30 (trinta) dias contados a partir da data de preparação dos alimentos. X 8.3 PROCEDIMENTOS OPERACIONAIS PADRONIZADOS - POP 8.3.1 Higienização das instalações, equipamentos e móveis: 8.3.1.1 Existência de POP estabelecido X 8.3.1.2 POP descrito, sendo cumprido. X 8.3.2 Controle integrado de vetores e pragas urbanas: 8.3.2.1 Existência de POP estabelecido para este item. X 8.3.2.2 POP descrito, sendo cumprido. X 8.3.3 Higienização do reservatório: 8.3.3.1 Existência de POPestabelecido para este item. X 8.3.3.2 POP descrito, sendo cumprido. X 8.3.4 Higiene e saúde dos manipuladores: 8.3.4.1 Existência de POP estabelecido para este item. X 8.3.4.2 POP descrito, sendo cumprido. X OBSERVAÇÕES:________________________________________________________________ ______________________________________________________________________________ ________________ CARDÁPIO AGOSTO – 1° SEMANA PARTICULAR SUS PASTOSA (SOPA LIQUIDIFICADA) DIABETES Segunda - Sopa de legumes com macarrão - Arroz - Lentilha - Batatinha cozida - Carne de frango ao molho - Salada: Alface e tomate - Sobremesa: Salada de frutas - Sopa de legumes com macarrão - Arroz - Feijão - Batatinha cozida - Carne de frango ao molho - Sopa liquidificada - Arroz papa - Caldo de feijão - Purê de batatinha - Carne de frango ao molho - Sopa de legumes com macarrão - Macarrão integral - Feijão - Carne de frango ao molho Terça - Sopa de legumes - Arroz simples - Feijão - Macarrão - Carne moída - Salada: Cenoura e Beterraba - Sobremesa: Torta de bolacha - Sopa de legumes - Arroz simples - Feijão - Macarrão - Carne moída - Sopa liquidificada - Arroz papa - Macarrão bem cozido - Carne moída - Sopa de legumes - Macarrão integral - Feijão - Carne moída Quarta - Sopa de legumes com arroz - Arroz - Feijão - Mandioca - Carne em cubos ao molho - Salada: Tomate e cenoura - Sobremesa: Gelatina - Sopa de legumes com arroz - Arroz - Feijão - Mandioca - Carne em cubos ao molho - Sopa liquidificada - Arroz papa - Caldo de feijão - Purê de mandioca - Carne moída ao molho - Sopa de legumes com arroz - Arroz integral - Feijão - Carne em cubos ao molho Quinta - Sopa de legumes com macarrão - Arroz simples - Polenta - Frango ao molho - Salada: Alface com repolho - Sobremesa: Sagu - Sopa de legumes com macarrão - Arroz simples - Polenta - Frango ao molho - Sopa liquidificada - Arroz papa - Polenta mole - Frango desfiado ao molho - Sopa de legumes com macarrão - Arroz integral - Feijão - Frango ao molho Sexta - Sopa de legumes - Arroz simples - Feijão - Lasanha de Frango - Salada: Beterraba e repolho - Sobremesa: Creme de pudim - Sopa de legumes - Arroz simples - Feijão - Lasanha de frango - Sopa de legumes liquidificada - Arroz papa - Caldo de Feijão - Frango desfiado ao molho - Sopa de legumes - Macarrão integral - Feijão - Frango desfiado ao molho OBS: O CARDÁPIO DEVERÁ SER SEGUIDO CORRETAMENTE. Alterações somente nutricionista. Nutricionista: Carla Parizotto Cardápio interno funcionários Domingo - Galinhada - Maionese - Saladas Sábado - Sopa - Feijão - Arroz - Panqueca de couve com carne moída - Salada: Alface com cenoura cozida - Sobremesa: Gelatina com creme branco - Sopa - Feijão - Arroz - Panqueca de couve com carne moída - Carne moída em molho - Sopa - Caldo de feijão - Arroz papa - Purê de mandioca - Carne moída em molho - Sopa - Feijão - Macarrão integral - Carne moída em molho Doming o - Sopa de legumes com arroz - Arroz - Macarrão - Bife - Salada: Repolho com tomate - Sobremesa: Pudim - Sopa de legumes com arroz - Arroz - Macarrão - Bife - Sopa liquidificada - Arroz papa - Carne moída ao molho de tomate - Sopa de legumes com arroz - Bife de gado - Macarrão integral CARDÁPIO AGOSTO – 2° SEMANA PARTICULAR SUS PASTOSA (SOPA LIQUIDIFICADA) DIABETES Segunda - Sopa de legumes - Arroz - Feijão preto - Carne moída com batatinha em molho - Salada do dia - Sobremesa: Torta de bolacha - Sopa de legumes - Arroz - Feijão preto - Carne moída com batatinha em molho - Sopa liquidificada - Arroz papa - Caldo de feijão - Purê de batatinha - Carne moída com molho - Sopa de legumes - Feijão - Arroz - Carne moída Terça - Sopa de arroz - Feijão branco - Arroz - Lasanha de gado - Salada do dia - Sobremesa: Sagu - Sopa de arroz - Feijão branco - Arroz - Lasanha de gado - Sopa de arroz liquidificada - Caldo de feijão - Arroz papa - Lasanha de gado - Sopa de arroz - Feijão - Arroz integral - Carne de gado Quarta - Sopa de legumes com arroz - Arroz simples - Feijão preto - Batatinha - Frango em molho - Salada do dia - Sobremesa: Creme - Sopa de legumes com arroz - Arroz simples - Feijão preto - Batatinha - Frango em molho - Sopa liquidificada - Arroz papa - Caldo de feijão - Purê de batatinha - Frango desfiado - Sopa de legumes com arroz - Feijão - Macarrão integral com frango Quinta - Sopa de legumes com macarrão - Arroz - Carne gado em cubos ao molho - Polenta - Salada do dia - Sobremesa: Salada de frutas - Sopa de legumes com macarrão - Arroz - Carne gado em cubos ao molho - Polenta - Sopa de legumes com macarrão liquidificada - Arroz papa - Carne moída em molho - Polenta mole - Sopa de legumes com macarrão - Arroz integral - Frango em molho Sexta - Sopa de legumes com arroz - Lentilha - Arroz - Panqueca de cenoura com frango - Salada do dia - Sobremesa: Gelatina - Sopa de legumes com arroz - Lentilha - Arroz - Frango ao molho - Panqueca de cenoura com frango - Sopa liquidificada - Caldo de lentilha - Arroz papa - Frango desfiado ao molho - Purê de batata doce - Sopa de legumes com arroz - Lentilha - Macarrão integral ao molho - Cubos ao molho Sábado - Sopa - Arroz simples - Feijão - Mandioca - Carne cubos ao molho - Salada: Tomate e alface - Sobremesa: Sagu com creme branco - Sopa - Arroz simples - Feijão - Mandioca - Carne cubos ao molho - Sopa liquidificada - Arroz papa - Feijão - Purê de mandioca - Carne moída ao molho - Sopa - Feijão - Arroz integral - Carne em cubos ao molho Doming o - Sopa de legumes com arroz - Arroz - Macarrão - Bife - Salada: Repolho com cenoura - Sobremesa: Chico balanceado - Sopa de legumes com arroz - Arroz - Macarrão - Bife - Sopa liquidificada - Arroz papa - Macarrão bem cozido - Carne moída ao molho - Sopa de legumes com arroz - Macarrão integral - Bife bovino OBS: O CARDÁPIO DEVERÁ SER SEGUIDO CORRETAMENTE. Alterações somente nutricionista.Nutricionista: Carla Parizotto Cardápio interno funcionários Domingo - Galinhada - Maionese - Saladas CARDÁPIO AGOSTO – 3° SEMANA PARTICULAR SUS PASTOSA (SOPA LIQUIDIFICADA) DIABETES Segunda - Sopa de legumes com arroz - Arroz - Feijão - Mandioca - Carne moída - Salada: Cenoura e beterraba cozidas - Sobremesa: Salada de frutas - Sopa de legumes com arroz - Arroz - Feijão - Mandioca - Carne moída - Sopa liquidificada - Arroz papa - Caldo de feijão - Purê de mandioca - Carne moída ao molho - Sopa de legumes com arroz - Feijão - Mandioca - Carne moída Terça - Sopa de legumes - Arroz - Feijão - Batata doce - Frango em molho - Salada: Alface e tomate - Sobremesa: Torta de bolacha - Sopa de legumes - Arroz - Feijão - Batata doce - Frango em molho - Sopa liquidificada - Arroz papa - Caldo de feijão - Frango desfiado - Purê de batata doce - Sopa de legumes - Feijão - Arroz - Frango em molho Quarta - Sopa de legumes com macarrão - Arroz - Feijão - Macarrão - Cubos ao molho - Salada: Repolho e cenoura - Sobremesa: Creme - Sopa de legumes com macarrão - Arroz - Feijão - Macarrão - Cubos ao molho - Sopa liquidificada - Arroz papa - Caldo de feijão - Carne moída ao molho - Sopa de legumes com macarrão - Feijão - Macarrão integral - Carne em cubos Quinta - Sopa de arroz - Arroz colorido - Feijão - Frango ao molho - Polenta - Salada: Beterraba e cenoura ralada - Sobremesa: Gelatina - Sopa de arroz - Arroz colorido - Feijão - Frango ao molho - Polenta - Sopa de arroz liquidificada - Arroz papa - Caldo de feijão - Frango ao molho - Polenta mole - Sopa de legumes com arroz - Arroz integral - Feijão - Frango Sexta - Sopa de legumes com macarrão - Arroz simples - Feijão - Batata assada - Carne moída -Salada: Repolho e tomate -Sobremesa: Sagu - Sopa de legumes com macarrão -Arroz simples - Feijão - Batata assada - Carne moída - Sopa liquidificada - Arroz papa - Caldo de feijão - Purê de batata - Carne moída ao molho - Sopa de legumes com macarrão - Arroz integral - Feijão - Carne moída Sábado - Sopa - Lasanha de brócolis -Carne de gado em cubos - Arroz - Salada: Alface e tomate - Sobremesa: Gelatina com creme branco - Sopa - Arroz - Lasanha de brócolis -Carne de gado em cubos - Sopa liquidificada - Carne moída - Arroz papa - Legumes bem cozidos - Sopa - Arroz - Legumes cozidos - Carne moída Doming o - Sopa de legumes - Escondidinho de batata - Arroz - Legumes refogados - Salada: Repolho e cenoura ralada - Sobremesa: Sagu - Sopa de legumes - Escondidinho de batata - Arroz - Legumes refogados - Sopa de legumes liquidificada - Escondidinho de batata com molho - Arroz papa - Legumes refogados - Sopa de legumes - Escondidinho de batata - Legumes refogados OBS: O CARDÁPIO DEVERÁ SER SEGUIDO CORRETAMENTE. Alterações somente nutricionista. Nutricionista: Carla Parizotto Cardápio interno funcionários Domingo - Escondidinho de batata - Arroz - Salada CARDÁPIO AGOSTO – 4° SEMANA PARTICULAR SUS PASTOSA (SOPA LIQUIDIFICADA) DIABETES Segunda - Sopa de legumes - Arroz simples - Feijão - Macarrão - Carne moída - Salada: Cenoura e beterraba ralada - Sobremesa: Gelatina - Sopa de legumes - Arroz simples - Feijão - Macarrão - Carne moída - Sopa liquidificada - Arroz papa - Caldo de feijão - Carne moída ao molho - Sopa de legumes com arroz - Macarrão integral - Feijão - Carne moída Terça - Sopa de legumes - Arroz - Feijão - Abóbora refogada com milho - Frango em molho - Salada: Alface e tomate - Sobremesa: Sagu - Sopa com nhoque - Arroz colorido - Feijão - Abóbora refogada com milho - Frango ao molho - Sopa com nhoque liquidificada - Arroz papa - Caldo de feijão - Purê de abóbora - Peito de frango ao molho - Sopa de nhoque - Feijão - Arroz integral - Frango ao molho Quarta - Sopa - Arroz - Feijão - Mandioca - Carne cubos ao molho - Salada: Repolho e cenoura - Sobremesa: Creme - Sopa de feijão - Arroz simples - Feijão - Mandioca - Carne cubos ao molho - Sopa de feijão - Arroz papa - Caldo de feijão - Carne moída em molho - Purê de mandioca - Sopa de feijão - Mandioca - Feijão - Carne moída ao molho Quinta - Sopa de legumes com arroz - Arroz com cenoura - Feijão - Polenta - Frango ao molho - Salada: Beterraba e cenoura - Sobremesa: Salada de frutas - - Sopa de legumes com arroz - Arroz com cenoura - Feijão - Polenta - Frango ao molho - Sopa de legumes com liquidificada - Arroz papa - Caldo de feijão - Polenta mole - Frango ao molho desfiado - Sopa de legumes com arroz - Arroz integral - Feijão - Frango ao molho Sexta - Sopa -Arroz simples -Feijão - Batata doce caramelizada - Cubos ao molho -Salada: Repolho e tomate -Sobremesa: Sagu - Sopa -Arroz simples -Feijão - Batata doce caramelizada - Cubos ao molho - Sopa liquidificada - Arroz papa - Caldo de Feijão - Purê de batata doce - Carne moída ao molho - Sopa - Arroz integral - Feijão - Cubos ao molho Sábado - Sopa de legumes com arroz - Feijão - Arroz - Batatinha com carne moída ao molho - Salada: Alface e tomate - Sobremesa: Gelatina com creme branco - Sopa de legumes com arroz - Feijão - Arroz - Batatinha com carne moída ao molho - Sopa liquidificada - Caldo de feijão - Arroz papa - Batatinha amassada com molho de carne moída - Sopa de legumes com arroz - Arroz integral - Feijão - Carne moída ao molho Doming o - Sopa de legumes com macarrão - Escondidinho de batata - Arroz - Legumes refogados -Salada: Repolho e cenoura ralada - Sobremesa: Sagu - Sopa de legumes com macarrão - Escondidinho de batata - Arroz - Legumes refogados - Sopa liquidificada - Escondidinho de batata - Arroz papa - Legumes bem cozidos amassados - Sopa de legumes com macarrão - Escondidinho de batata - Legumes refogados OBS: O CARDÁPIO DEVERÁ SER SEGUIDO CORRETAMENTE. Alterações somente nutricionista. Nutricionista: Carla ParizottoCardápio interno funcionários Domingo - Escondidinho de batata - Arroz - Salada FICHA TÉCNICA DE PREPARAÇÃO Nome da Preparação : Lasanha de Frango Nº de porções (n): 15 Ingredientes Unitário Quantidade líquida total (PL x n) Nutrientes* PL FC PB CHO (g) PTN (g) LIP (g) Fibras (g) Sódio (mg) Frango desfiado 60 1 60 900 0 18,55 2,71 0 46,2 Alho 5 - 5 50 1,65 0,32 0,03 0,11 0,85 Sal 2 - 2 20 0 0 0 0 468,64 Tomate 20 - 20 300 0,78 0,18 0,04 0,24 1 Cebola 10 - 10 150 1,02 0,14 0,02 0,14 0,3 Óleo 2 - 2 20 0 0 1,9904 0 0 Massa de Lasanha 65 - 65 975 21,13 3,77 0,78 1,04 134,42 Queijo 5 - 5 75 0,12 1,08 1,23 0 20,75 TOTAL 99 99 1440 3,45 19,18 4,78 0,485 516,99 MODO DE PREPARO 1.Pesar os ingredientes 2. Temperar com o sal e alho 3. Esquentar o óleo em uma panela 4. Acrescentar o frango e refogar por 10 minutos 5.Bater a cebola e o tomate no liquidificador juntar com o frango 6. Acrescentar 150ml de água e deixar cozinhar por 5 min 7. Reserve. 8. Intercalar as camadas de massa com queijo e molho de frango 9. Colocar no forno por 15min 8. Reservar e servir. COMPOSIÇÃO NUTRICIONAL (porção) Temperatura: ºC g kcal % Tempo de pré-preparo: 10 min. CHO: 3,45 13,81 10,34 Tempo de preparo: 30 min. PTN: 19,18 76,70 57,44 LIP: 4,78 43,02 32,22 VET: (Kcal) 133,54 Fibras (g) 0,48 Sódio (mg) 516,99 Apêndice 4 LISTA DE LANCHES PARA OS MÉDICOS TORTA SALGADA Ingredientes da massa: 2 ½ xícaras de leite 1 xícara de óleo 3 xícaras de farinha de trigo 3 ovos, 50g de queijo ralado 1 colher de fermento em pó 1 colher de chá de sal Modo de preparo da massa: bater tudo no liquidificador, depois misturar com o recheio. Recheio: Tempero verde, ervilha, milho verde, cebola, tomate e presunto. Tudo bem picado. PÃO DE QUEIJO Ingredientes: 4 ovos 1 xícara e meia de queijo ralado 1 xícara de agua 3 xícaras de leite 1 xícara e meia de azeite Tudo na xícara marrom 1 colher de sopa de rasa de sal Polvilho – 3 colheres do doce O restante de azedo Modo de preparo: Bater no liquidificador até dar o ponto, depois colocar no forno por no máximo 45 em 250º. Ficar monitorando. SANDUÍCHE DE FRANGO Ingredientes: 200 g de frango desfiado pré-cozido 1/2 cebola pequena picada 1 tomate picado 1 cenoura pequena ralada 1/2 lata de milho verde salsinha e cebolinha a gosto sal a gosto maionese light pão de forma Modo de preparo: Refogue o frango desfiado com azeite, alho e cebola em uma panela. Misture a cebola e o tomate picados, a cenoura ralada, o milho, a salsa, a cebolinha e o sal. Adicione maionese até a obter a consistência desejada do recheio. Cremosa ou mais consistente, como você preferir. Coloque o recheio entre 2 fatias de pão de forma. SANDUÍCHE ESPECIAL DE FRANGO Ingredientes: 1 xícara de peito de frango cozido e desfiado; 1 cenoura pequena ralada; 2 colheres (sopa) de salsinha picada; 1 colher (chá) de tempero completo; 1 colher (sopa) de mostarda; 3 colheres (sopa) cheias de maionese; Folhas de rúcula ou alface; Pão de forma (integral, light, o que você quiser). Modo de preparo: Misture todos os ingredientes até formar um patê, separando apenas a rúcula ou alface. Passe no pão e sirva. PATÊ DE LEGUMES Ingredientes: 1 cenouras media descascada e cortada em cubos ½ pimentão verde cortado em cubos 3 colheres de sopa de maionese light 1 pitada de pimenta o reino 1 cebola pequena picada 1/2 xicara de chá de salsinha sal a gosto 1 colher de sopa de azeite Modo de preparo: Em um liquidificador colocar o azeite a maionese, a cebola, bater e ir colocando aos poucos o pimentão e a cenoura para não travar o liquidificador, no final acresentar a salsinha, a pimenta do reino e o sal a seu gosto, bater tudo. Servir como sanduiche no pão de forma com alface e o patê. PATÊ DE CENOURA Ingredientes: 3 cenouras cruas raladas 2 dentes de alho amassados 1 cebola ralada 1 colher (sopa) de salsa picada 1/2 xícara (chá) de azeitonas picadas ou pepino 500g maionese Sal e pimenta-do-reino a gosto Modo de preparo Em uma tigela, misture bem todos os ingredientes. Espalhe nos pães fazendo um sanduíche. PATÊ DE FRANGO Ingredientes: 1 peito de frango cozido e desfiado 100 ml de creme de leite 1 cenoura pequena cozida 4 Pepinos Sal e cebolinha a gosto Modo de preparo: misture todos os ingredientes e sirva com pão. BOLO DE CHOCOLATE DE LIQUIDIFICADOR Ingredientes: 3 ovos 2 xícaras de açúcar 2 xícaras de leite morno 2 xícaras de farinha de trigo 1 xícara de chocolate em pó 4 colheres de sopa de margarina derretida 2 colheres de sopa de fermento royal Modo de preparo Bater tudo no liquidificador, assar em forno pré-aquecido a 180ºC por +/- 30min. CUCA DE ROYAL Ingredientes: 1 xícara de manteiga 1 xícara de leite 2 xícaras de açúcar 3 ovos 4 colherinhas de royal Modo de preparo: Bata as claras em neve e reserve. Junte os demais ingredientes e bata até a massa ficar homogênea. Acrescente as claras em neve e misture. Coloque em uma forma retangular, asse por aproximadamente 40 minutos a 180ºC. BOLO DE MILHO Ingredientes: 3 ovos 2 xícaras (chá) de açúcar 1 xícara (chá) de leite ½ xícara (chá) de óleo 2 xícaras (chá) de farinha de milho 2 xícaras (chá) de farinha de trigo 3 colherinhas (chá) de fermento em pó Royal Modo de fazer: Bater na batedeira os ovos, o óleo e o açúcar, acrescentar o leite e a farinha até dar o ponto, por último o fermento em pó. Colocar para assar. BOLO DE CENOURA Ingredientes: 3 cenouras médias raspadas e picadas 3 ovos 1 xícara de óleo 2 xícaras de açúcar 2 xícaras de farinha de trigo 1 colher (sopa) de fermento em pó 1 pitada de sal Modo de Preparo: bater no liquidificador todos os ingredientes, acrescentando a farinha aos poucos. Depois unte e enfarinhe uma forma e despeje a massa nela. Asse em forno médio por cerca de 40 minutos. Tire do forno, espere amornar e desenforme. CUCA LINDA Ingredientes: 6 ovos 3 colheres de sopa de adoçante 9 colheres de sopa de açúcar 3 colheres de sopa de fermento 3 xícaras de leite 3 colheres de sopa de baunilha 9 colheres de sopa de margarina ou manteiga Farinha conforme precisar Modo de preparo: Bata os ovos com o açúcar e misture os outros ingredientes até formar uma massa homogênea. Unte uma forma com margarina, coloque a massa. Leve ao forno preaquecido para assar por aproximadamente 40 minutos. ESPUMADEIRA 1 MEDIDA CHEIA PARA SERVIR O ARROZ - Média de 80g 1 MEDIDA PARA A PANQUECA - Média de 100g - 1 Unidade CONCHA PRETA 1 MEDIDA CHEIA PARA CARNE MOÍDA - Média de 100g 1 MEDIDA QUASE CHEIA PARA FEIJÃO / LENTILHA - Média de 80g 1/2 MEDIDA PARA SOPA - Média de 50g 1 MEDIDA QUASE CHEIA PARA POLENTA - Média de 50g 1 MEDIDA CHEIA PARA CARNE EM CUBOS E SASSAMI - Média de 100g COLHER GRANDE 1 MEDIDA PARA LASANHA - Média de 100g 1 MEDIDA CHEIA PARA ESCONDIDINHO - Média de 120g COLHER GRANDE 1/2 MEDIDA PARA BATATA DOCE - Média de 50g OU 5 cubinhos 1/2 MEDIDA PARA MANDIOCA - Média de 50g OU 1 Raíz pequena OU 1/2 raíz grande 1/2 MEDIDA PARA BATATA - Média de 50g OU 1 Und. pequena PEGADOR PEQUENO 1 MEDIDA PARA MACARRÃO - Média de 100g Como você avalia o sabor da refeição? Bom Rasoável Ruim Péssimo 3 18 3 6 Como você avalia a qualidade higienico-sanitaria da refeição? Bom Rasoável Ruim Péssimo 4 15 5 6 A quantidade de comida vinda é suficiente para sua jornada de trabalho?Sim Não Depende o dia 2 14 14 Comentários sobre a comida: 'Carne horrível, porco com bastante gordura e gosto forte.'' 'Carne de porco tem gordura e gosto ruim, é carne de cachaço. '' 'Carne é dura ou mal feita.'' 'Melhoraria se não fosse tão seca.'' 'Diminuiu bastante a quantidade.'' 'Sem sabor, precisa variar mais.'' 'Tem comidas com gosto estranho, carne seca e dura.'' 'Se quiserem que demos o melhor de nós, deem o melhor de comida.'' 2 14 14 3 18 3 6 Bom Rasoável Ruim Péssimo Como você avalia o sabor da comida? 14 Sim Não Depende o dia A Quantidade de comida vinda é suficiente para sua jornada de trabalho? Rasoável Péssimo 4 15 5 6 Bom Rasoável Ruim Péssimo Como você avalia a qualidade higiênico-sanitária Dicas de Temperos para Carnes Estagiaria de Nutrição: Natani C. Honaiser Para preparar carnes assadas tempere com: alho granulado, cebola, cebolinha, chimichurri, cominho, cravo-da-índia, gengibre fresco ralado, salsa, mostarda em pó e tomilho O chimichurri é um molho à base de salsinha, alho, cebola, tomilho, orégano, pimenta vermelha moída, pimentão, louro, pimenta do reino negra, mostarda em pó, salsão, vinagre e azeite de oliva para preparar churrasco ou acompanhar outras comidas. Para carnes grelhadas use: alecrim, chimichurri, coentro e pimenta calabresa. Carnes cozidas ou ensopadas combinam com: cominho, louro, mostarda, noz-moscada, orégano, páprica doce ou picante, salsão, salsinha, curry, gengibre fresco ralado e tomilho. temperar carnes de aves: alho, cebola, cebolinha, chimichurri, cominho, salsa e colorau. Carnes de porco combinam com: alecrim, limão, chimichurri, coentro, pimenta calabresa, erva- doce, hortelã, manjericão e manjerona. No caso dos peixes: Manjericão, alecrim, sálvia, manjerona, louro, e tomilho conferem sabor diferenciado à carne de peixe.. Em carnes fritas acrescente noz-moscada e salsa. Nos molhos para carnes use cominho, curry, molho shoyu, noz-moscada, páprica picante ou doce, pimenta calabresa. Picadinhos de carne combinam com colorau, hortelã, pimenta calabresa e salsa. A carne moída fica mais gostosa se temperada com hortelã, manjericão, manjerona, menta. Para fazer guisado de carne use cominho ralado, páprica doce ou picante. Outras Dicas: Marinar é o processo de amaciar e acentuar o sabor da carne por meio da sua imersão em um líquido ácido (como vinagre, suco de limão, vinho, etc.) com temperos e ervas. Alguns dos temperos podem ser: alho, coentro, dill, louro, salsa e tomilho. Sempre que utilizar um líquido ácido para marinar carnes, prefira recipientes não- metálicos, como vidro ou cerâmica. Recipientes de alumínio reagem com o ácido e podem deixar um sabor metálico na carne, porém o aço inoxidável é adequado, pois esse metal não é reagente. Nutricionista Carla Parizzoto Estagiária Natani C. Honaiser - Unochapecó Resto Ingesta O controle de resto-ingesta visa avaliar a adequação das quantidades preparadas em relação às necessidades de consumo (sobra), o porcionamento na distribuição e a aceitação do cardápio. Quanto maior o índice de resto-ingesta, menor a satisfação dos comensais. O resto ingestão é a relação entre a quantidade de alimentos fornecida e o resto devolvido nas bandejas pelo paciente, o valor é convertido e expresso em percentual. A medida ajuda a indicar a qualidade da refeição servida, além de controlar os desperdícios e custos, e é também importante fator quando se pensa em qualidade da terapia nutricional (MACHADO et al., 2018) Durante 5 dias foi realizado a pesagem das bandejas após o almoço, sendo feita a pesagem. Tendo como resultado os seguintes valores: DIA NÚMERO DE REFEIÇÕES QUANTIDADE TOTAL BASE DE 620G POR BANDEJA SOBRA (Kg) SOBRA (%) 19/08/19 10 6.200 Kg 630g 10% 20/08/19 07 4.340 Kg 1.200Kg 27% 21/08/19 07 4.340 Kg 565g 13% 22/08/19 08 4.960 Kg 760g 15% 23/08/19 04 2.480 Kg 100g 4% TOTAL COMIDA 5 DIAS TOTAL SOBRAS (%) SOBRA 22.320 Kg 3.255 Kg 15% Os resultados obtidos na presente avaliação, a qual gerou 15% de sobra suja, estão de acordo com os parâmetros exigidos pela literatura, considerando que a margem de sobras sujas para a população enferma é de 20% (SANTOS, CAMARGO, 2007). O paciente necessita estar bem alimentado, uma vez que a alimentação adequada reduz tempo de internação e de leito, onde já pensado em diferentes maneiras de melhorar a forma de alimentação no ambiente hospitalar. Diante dos fatos apresentados, é visto que há um planejamento adequado da alimentação que é servida para os pacientes. Referências MACHADO, Carla Carolina Batista; CHAVES, Vinicius Sousa; DE SOUZA ABREU, Valéria. Avaliação do índice de resto ingestão, antes e após campanha de educação alimentar e nutricional, do almoço dos colaboradores de um hospital público de Goiânia-GO. Revista EVS-Revista de Ciências Ambientais e Saúde, v. 45, n. 1, 2018. SANTOS, Jucimara Martins dos Santos; CAMARGO, Maria de Lourdes Marques. A responsabilidade social no controle do desperdício de alimentos em um hospital. Simpósio de Excelência em Gestão e Tecnologia, p. 12, 2007.