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PÓS-GRADUAÇÃO EM DOCÊNCIA NO ENSINO SUPERIOR 
UNIDADE 3
DOCÊNCIA E TUTORIA: FORMAS DE MEDIAÇÃO
PROFESSOR
ANAÏS EULÁLIO BRASILEIRO
2019
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PÓS-GRADUAÇÃO EM DOCÊNCIA NO ENSINO SUPERIOR 
UNIDADE 3
DOCÊNCIA E TUTORIA: FORMAS DE MEDIAÇÃO
PROFESSOR
ANAÏS EULÁLIO BRASILEIRO
2019
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Todos os direitos são reservados ao Grupo Prominas, de acordo com a convenção internacional de 
direitos autorais. Nenhuma parte deste material pode ser reproduzida ou utilizada, seja por meios 
eletrônicos ou mecânicos, inclusive fotocópias ou gravações, ou, por sistemas de armazenagem e 
recuperação de dados – sem o consentimento por escrito do Grupo Prominas.
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RESUMO DA UNIDADE
No campo educacional, diferentes conceitos referentes a formas de intervenção não 
acadêmica são utilizados: aconselhamento, aconselhamento, ajuda, orientação, 
acompanhamento, alguns dos quais podem ser associados à tutoria. Conjunto de 
ações educativas que contribuem para o desenvolvimento e fortalecimento das com-
petências básicas dos alunos, orientando-os para o amadurecimento e autonomia e 
auxiliando na tomada de decisões. É uma ação sistemática, específica em um tempo 
e espaço específicos em que o aluno recebe atenção individual e em grupo, consi-
derada como uma ação personalizada. A tutoria tem caráter preventivo e formativo, 
cujo objetivo é acompanhar os alunos em seu desenvolvimento, afetivo e cognitivo; 
tendo como objetivos: Promover o desenvolvimento gradual da identidade; Desen-
volver valores e atitudes sociais ao nível individual e de grupo dos alunos; Melhorar o 
desempenho acadêmico dos alunos; Desenvolver hábitos de pesquisa em todas as 
áreas dentro e fora da escola e Promover a participação dos alunos nas atividades.
Palavras-chave: tutoria; mentoria; avaliação;
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ÍNDICE
APRESENTAÇÃO DO MÓDULO
CAPÍTULO 1 – Formas de tutorias existentes
1.1 Tutoria educativa
1.2 Tipos de tutorias existentes
CAPÍTULO 2 – Mapa conceitual e sala de aula invertida
2.1 Mapas conceituais e seus conceitos e aplicações
2.2 Considerações importantes sobre a sala de aula invertida
CAPÍTULO 3 – O ensino EAD e a tutoria
3.1 O tutor EAD e suas funções
CONSIDERAÇÕES FINAIS
REFERÊNCIAS
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APRESENTAÇÃO DO MÓDULO
A fim de compreender perfeitamente o significado do termo “tutoria” com o 
qual estamos lidando agora, é importante estabelecermos primeiro qual é a origem 
etimológica dele. Assim, neste sentido, deve ser enfatizado que esta palavra vem 
do latim e é composta da soma de três núcleos claramente delimitados: tueri que é 
sinônimo de “proteger” ou “velar”, que pode ser definido como “agente”, e finalmente 
o sufixo -ia que é equivalente a “qualidade”.
A tutoria também pode ser chamada de mentoria que é a autoridade concedi-
da para cuidar de uma pessoa e / ou seus bens nos casos em que, devido a causas 
minoritárias ou outras, eles não têm plena capacidade civil. Também se refere à dire-
ção ou proteção de uma pessoa em relação a outra e à posição de guardião. No 
nível educacional, a função tutorial faz parte da tarefa dos professores. Entende-se 
como um elemento individualizante e personalizado que tende a reconhecer a diver-
sidade de alunos. A tutoria é feita em uma pessoa e não em um grupo. 
Em geral, a tutoria vai além da instrução formal e abrange todas as experiên-
cias que permitem alcançar uma educação abrangente. O tutor não se limita a trans-
mitir o conhecimento incluído em um currículo, mas trabalha para promover atitudes 
e valores positivos na criança.
A tutoria é entendida como um processo de acompanhamento durante o trei-
namento dos alunos, que é realizado através de atendimento personalizado. Alguns 
de seus objetivos são a solução de problemas escolares e a melhoria da convivência 
social.
Precisamente nesse sentido, temos que enfatizar que a tutoria é uma ferra-
menta vital no campo do ensino médio, porque nos institutos é cada vez mais fre-
quente que haja problemas sérios, como o assédio moral. Assim, este encontro entre 
tutor e aluno, em um clima de cordialidade e confiança, permite que o último indivíduo 
se sinta confortável e seja capaz de comunicar que é o objetivo de seus parceiros 
zombarem e humilharem.
Desta forma, o professor-tutor estará ciente do dito bullying e será capaz de 
colocar em prática as ferramentas disponíveis para finalizá-lo e, especialmente, agir 
contra o aluno ou assediar os alunos que sofrerão as consequências de um ato deste 
tipo digitar
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Da mesma forma, a tutoria também é muito útil para fazer com que os alunos 
apresentem os problemas que podem ter em determinados assuntos, não apenas 
por questões pessoais de aprendizado, mas também pelo tipo de aula ministrada por 
um professor em questão.
A tutoria também procura reduzir as taxas de insucesso e reduzir as taxas de 
abandono dos estudos. É usado para fornecer ensino compensatório ou complemen-
tar a alunos com dificuldades de aprendizagem ou que não participem com sucesso 
em programas regulares de educação.
Por fim, é importante ter em mente que um tutor não deve fornecer respostas, 
mas deve apoiar o aluno na resolução de problemas.
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CAPÍTULO 1 
FORMAS DE TUTORIAS EXISTENTES
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FORMAS DE TUTORIAS EXISTENTES
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CAPÍTULO 1 – FORMAS DE TUTORIAS EXISTENTES
1.1 Tutoria educativa
A tutoria possui caráter preventivo e formativo que tem como finalidade acom-
panhar os alunos em seu desenvolvimento, afetivo e cognitivo; tendo como objetivos:
a) Promover o desenvolvimento gradual da identidade.
b) Desenvolver valores e atitudes sociais ao nível individual e de grupo dos alu-
nos.
c) Melhorar o desempenho acadêmico dos alunos.
d) Desenvolver hábitos de pesquisa em todas as áreas dentro e fora da escola.
e) Promover a participação dos alunos nas atividades.
Em relação à função de ensino tutorial, bons professores e professores sempre 
orientaram, além de transmitir conhecimentos. Criar o tutor é uma maneira de institu-
cionalizar uma parte da orientação de ação educativa, se forneceu treinamento espe-
cífico para professores, ou formação psicologia educacional é implementado e exis-
tente.Desde tutoria, professor ou professor pode orientar o aluno ou ao grupo com 
intervenções que realiza, além de sua atividade didática específica. (SILVA, 2012)
O professor-tutor assume então dois papéis:
O professor do assunto dele
O tutor-conselheiro
Em relação aos agentes de ação tutorial, existem:
a) PROMOTORES E DIRETORES: Primeiro para realizar o trabalho de tutoria 
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como líderes organizacionais têm a capacidade de desenvolver no ambiente educa-
cional a empatia essencial para realizar um bom trabalho tutorial.
b) O TUTOR: O professor com empatia, habilidades de escuta, confiabilidade, 
ética, valores e é capaz de servir seus alunos O tutor deve ser um educador com ple-
no conhecimento da psicologia de crianças e adolescentes e com compreensão de 
seus próprios fatores psíquicos e pessoais que poderiam limitar seu trabalho, o tutor 
deve ser um professor com amplo domínio do curso, disciplinas ou áreas desenvol-
vidas na escola.
As as habilidades que um bom professor deve ter passado:
- Conhecer a psicologia infantil de púberes e adolescentes.
- Aplicar as técnicas de escuta, entrevista e interpretação ao espaço educacio-
nal.
- Colaborar ativamente com a equipe de ensino para que o processo de apren-
dizagem, desenvolvimento intelectual,psicológico, ético e social decorra adequada-
mente.
- Ajudar diretamente as crianças e jovens que precisam.
- Discriminar as reações dos estudantes contra situações estruturais da escola.
- Conhecer os vários estágios do desenvolvimento humano.
C) OS PROFESSORES: Eles não são responsáveis devem também fazer uma 
ação tutorial porque seu trabalho não é apenas para ajudar a fornecer a aprendiza-
gem, o oposto também participa o coordenador para ajudar a escola a alcançar re-
sultados positivos em seu desempenho acadêmico.
d) PAIS: Eles são os primeiros a educar o filho, naturalmente falamos de família 
normal, nos referimos àquilo que é constituído por pais e irmãos, a ausência de um 
deles causa trauma nas crianças)
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e) OS ESTUDANTES: Eles são a razão de ser da ação tutorial que deve ser 
levada em conta.
É um trabalho de permanente apoio e orientação ao aluno durante o aprendizado. 
A tutoria é uma parte fundamental da formação educacional, o que permite o 
estabelecimento de uma relação individual com o aluno, portanto, implica um processo 
de educação individualizado.
A tutoria cria um espaço entre o professor e o aluno, para que este é atendido 
ouvida e orientada em relação a diferentes aspectos de sua vida pessoal, prestando 
especial atenção às suas necessidades emocionais.
É um serviço que complementa a ação educativa; apoiar as ações realizadas 
pelas diferentes áreas e disciplinas curriculares na sua tarefa de promover a realização 
e desenvolvimento de competências básicas nos alunos.
O objetivo deste trabalho é o de promover, incentivar e fortalecer o desenvol-
vimento do aluno como pessoa, orientando-os a usar suas habilidades e potenciais 
para a construção de um projeto de vida.
Já em relação às características principais, devemos mencionar que de acordo 
com Silva (2012) elas são:
a. Tem um caráter dinâmico. Tendo em vista que o aluno está constantemen-
te em constante atenção às próprias mudanças do aluno e ao desenho de ações 
voltadas para o desenvolvimento de habilidades, habilidades e potencialidades que 
fortaleçam sua autonomia.
b.Tem natureza preventiva orienta suas ações para trabalhar problemas com 
o jovem a desenvolver fatores de proteção e apropriada para agir de forma saudável 
contra situações problemáticas e risco ou prevenção é o foco principal de habilidades 
de orientação, no entanto, folhas Além disso, a necessidade de ter uma intervenção 
na frente de problemas já dados.
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c) Deve ser explicitamente por parte do PEI (projeto educativo institucional) e 
estabelecer os poderes de sua ação.
Sua avaliação é contínua através da observação das manifestações e mudan-
ças positivas que o aluno demonstra. Desse modo, a tutoria procura que o aluno:
a. Aprender conhecer a si mesmo é necessário para que o aluno parar, pensar 
e refl etir sobre como ele age, sente e reage de se relacionar com os outros eo mun-
do, explicar por que isso é assim, e tentar aceitar a si mesmo. Apenas o reconheci-
mento e aceitação, ou que ele é, irá implementar as mudanças necessárias em sua 
vida pessoal, familiar, escolar e social e para continuar a construir pessoa positiva.
b. Valorar suas qualidades, ou seja, o aluno a alcançar avaliar suas qualida-
des, juntamente com os seus esforços de alterar ou modifi car o que não satisfazê-lo. 
Para fazer isso, o estudante deve ter um senso de adaptação e bem-estar baseado 
na confi ança e auto-confi ança de que para construir e identidade e autonomia.
c. Adquirir uma visão global e seus arredores Isto permite-lhe levar a sua rea-
lidade e agir de acordo com ela. Então você tem que estar ciente de que corresponde 
assumir um papel ativo na condução de sua vida, isto é, estar ciente da necessidade 
de estabelecer metas pessoais para construir o seu projeto de vida.
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d. Aprender para viver em sociedade Os estudantes devem se adaptar e ajus-
tar-se às normas e regras de convivência que é preciso respeitar as regras de convi-
vência democrática.
e. Conseguir uma gestão adequada das suas emoções e reações. Aceitar e 
respeitar as pessoas em suas diferenças e individualidades.
f. Desenvolver a capacidade de diálogo. Expressar o que pensa e sente, e 
ouvir o que o outro pensa e sente, desenvolvendo assim a sua capacidade empática.
g. Aprender a tolerar a frustração. Aprenda a encontrar as alternativas de so-
lução para seus problemas. Consegui enfrentar situações de riscos e pressões.
Tudo isso é um processo gradual de desenvolvimento pessoal não será alcan-
çado em um ano escolar e pode mesmo ocorrer quando o aluno não está mais na 
dC é portanto, o trabalho de orientação vai além do trabalho do tutor como o desen-
volvimento de uma pessoa depende da interação de diferentes variáveis e pessoas.
Em se tratando do sistema de tutoria no centro educativo, tutela dentro do Pro-
jeto Educacional Institucional. A mentoria, como qualquer outro programa ou projeto, 
deve ser derivado do PEI para que todos se sintam comprometidos com suas metas 
e objetivos. O objetivo do PEI é realizar uma prática educativa transformadora, tão 
coerente e eficaz quanto possível, levando em conta sua realidade.
O PEI levanta a ideia central, o propósito geral que guiará o desempenho de to-
dos os membros do centro educacional. Os elementos que contêm o PEI consideram 
muito importante a explicação da visão institucional e missão, bem como o desenvol-
vimento da proposta educacional, porque neles é, para além das características de 
identidade da escola, menciona os perfis do aluno, o professor e os princípios peda-
gógicos que orientarão o desempenho dos professores.
No PDI (projeto de desenvolvimento institucional) deve considerar intenções da 
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escola em relação ao coaching e mentoring, intencionalidade deve ser especificado 
no projeto curricular do centro educativo (PCC).
O projeto curricular do centro educativo (PCC), se adapta e executa em cada 
instituição de ensino o Desenho Curricular Básico (DCB) e, por outro lado, o PDI 
operacionalizado preparado da mesma centro. Em outras palavras, por meio do pro-
jeto curricular estratégias de ensino-aprendizagem são definidas para alcançar os 
melhores resultados possíveis em um determinado contexto e situação. 
Da mesma forma, são elaborados os conteúdos curriculares, a sequência e a es-
tratégia educacional e as formas de avaliação mais adaptadas aos alunos que cada 
escola ou escola possui.
Além disso, como mencionado acima, deve conter tudo relacionado à tutoria. 
No início do ano letivo, toda a comunidade educativa deve ser informada sobre a 
implementação do sistema de tutoria. Será essencial informar em que consiste este 
sistema, quais são suas características e explicar o que isso significará em termos de 
compromisso e responsabilidade para cada um dos membros do centro educacional.
Por outro lado, o diretor do centro educacional deve estar comprometido com a 
implementação do sistema de tutoria, uma vez que dependerá dele para trabalhar e 
ser bem-sucedido. O diretor deve, segundo Silva (2012): 
•	 Criar as condições necessárias para o bom funcionamento do sistema. 
•	 Facilitar o trabalho e as ações dos tutores. 
•	 Garantir a preparação do programa anual de cada tutor. 
•	 Apoiar e supervisionar o desenvolvimento do plano de trabalho de tutoria. 
•	 Fornecer espaços para tutoria pessoal. 
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•	 Facilitar espaços de trabalho para a equipe de tutores. Reforce o uso do tempo 
de tutoria.
Para designar os professores que assumirão o papel de tutor, os seguintes crité-
rios devem ser levados em conta:
•	 Que o professor tenha interesse em assumir o ensino.
•	 Está comprometido com o desenvolvimento e implementação da proposta.
•	 Isso satisfaça as qualidades pessoais necessárias.
•	 Aopinião de alunos, professores e pais.
Cada tutor deve se encarregar de uma única seção, no caso de ser necessário, 
ele poderia se encarregar de duas seções no máximo. A tutoria com uma seção deve 
ser pelo menos dois anos consecutivos para poder dar continuidade ao vínculo e 
ao acompanhamento nos processos de desenvolvimento dos alunos. O tutor deve 
preparar um plano de trabalho anual que considere os tópicos mais adequados às 
necessidades do grupo.
O grupo de tutores deve ser organizado dentro do centro educacional para pre-
parar seus programas, trocar experiências e atender às situações apresentadas. O 
tutor cumprirá o desenvolvimento da hora de aulas semanais. Esta hora só deve ser 
usada para esse fim e não para completar o desenvolvimento de um assunto.
Além das atividades de capacitação que poderiam ser oferecidas aos tutores, 
será necessário que eles tomem a iniciativa de se capacitar em tudo que lhes permita 
desempenhar melhor seu trabalho, devendo considerar: 
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•	 Capacitação em temas relacionados ao estágio do adolescente. 
•	 Treinar em estratégias de intervenção da gripe. 
•	 Desenvolver seu autoconhecimento e trabalhe em seus aspectos pessoais.
Em relação à ética é essencialmente um conhecimento para agir de maneira 
racional, ela também nos ensina a tomar decisões prudentes, sejam corretas ou mo-
ralmente justas.
O ser humano aprende mais pelo que vê do que pelo que eles dizem; na forma-
ção do estudante deve haver coerência entre dizer, sentir e fazer; a mensagem deve 
ser uma e repetida de maneira sistemática e coerente pelos diretores, professores e 
funcionários administrativos com os quais o aluno está relacionado em suas expe-
riências de aprendizado.
O bom em orientação educacional e orientação seria bem-estar no campo da 
educação e aprendizagem, qualidade educacional e esclarecimento das dificuldades 
de aprendizagem e enfrentamento reparador. O professor é uma ferramenta impor-
tante em seu trabalho. Ele cumpre um processo interno de orientação tutorial. O prin-
cipal é o comprometimento pessoal.
Há uma ética do encontro entre as pessoas: empatia ou colocar-se no lugar de 
cada um dos outros pela compreensão, originada no amor. Requer auto-reflexão, 
troca com outros professores, atenção à qualidade dos links.
A função básica do professor de orientação ou tutor é ajudar o outro a acompa-
nhá-lo a lidar e resolver problemas na situação de aprendizagem, evitando o modo 
compulsivo, manipulação ou dominação sobre os outros. Você tem que aprender o 
que, como e quando dizer o que o estudante quer saber A ética busca a excelência 
humana Um comportamento ético é benéfico para a pessoa que age porque o enri-
quece internamente, porque cresce na humanidade. O que a ética busca é melhorar 
a qualidade humana, que cada indivíduo se torne uma pessoa melhor.
Em todos os momentos, é necessária uma reflexão para avaliar os aspectos 
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éticos do nosso trabalho ou das várias situações que abordamos como conselheiros, 
tutores e professores.
 1.2 Tipos de tutorias existentes
Existem vários tipos de tutoria, mas todos se enquadram em duas categorias principais, tu-
toria presencial e tutoria a distância. Para os objetivos de nosso trabalho, nos referiremos breve-
mente às aulas presenciais no final deste tópico, mas o que mais nos interessa é o que é fornecido 
à distância. Antes de continuar, é bom esclarecer algumas outras formas de tutoria que existem. 
Sarmet (2007) os chama de “Abordagens Tutoriais” e são as seguintes:
a. Tutoria escolar e educacional
Caracteriza-se por prestar assistência de natureza multidisciplinar e no âmbito de um serviço 
psicopedagógico e de orientação onde o seu campo de influência e trabalho é delimitado e especi-
ficado. Este é o utilizado nos centros de educação pré-escolar e a distância.
•	 O apoio de tutoria mais personalizado para cursos regulares
•	 Onde o tutor esclarece dúvidas e explica o conteúdo do curso em uma sessão mais curta e com 
uma modalidade mais individualizada.
Explicações como medida de emergência
Preparar os alunos para um exame, por exemplo, cursos pré-universitários ou aquele atribuí-
do a um aluno em risco de perder um ou vários cursos, é o mesmo oferecido nos Departamentos 
de Orientação Psicopedagógica dos estabelecimentos de ensino regular.
Aulas personalizadas para fins formativos religiosos
É usado por algumas instituições educacionais na forma de Preceptoria e Orientação, apoio 
espiritual e formador de atitudes e comportamentos
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Vejamos a partir de agora alguns desses tipos de tutoria:
Tutoria à distância
É bem verdade que, por mais habilidoso que seja o tutor ou professor, ele nunca poderá 
parafrasear Freire: Ele não pode abrir uma conta bancária de conhecimento na mente do aluno e 
literalmente colocar conhecimento nele.
Na educação a distância, a função de orientação está intimamente ligada à função tutorial, 
e embora seja quase normal no ensino à distância, também é geralmente praticada no ensino pre-
sencial, desde que, em ambos os casos, o professor forneça “ apoio e orientação “para o aluno.
Em quase todos os modelos de estudos a distância, a tutoria é reconhecida como um com-
ponente sempre presente, mesmo que o material impresso ou digital continue sendo o material 
básico. A tutoria focada em grandes grupos de alunos à distância, não exclui o contato mas ocasio-
nalmente entre o professor e o aluno, poucas pessoas pensam justamente que o abandono escolar 
dos programas de educação a distância se deve à experiência de isolamento e inadequação de um 
sistema despersonalizada e que destaca a necessidade de tutoria pessoal.
A tutoria, em seguida, fornece uma socialização acadêmica na medida em que envolve uma 
reunião que não é necessariamente pessoal. Em resumo: Através da tutoria, o processo de fee-
dback acadêmico e pedagógico é amplamente realizado, a motivação dos usuários é facilitada e 
mantida e os processos de aprendizagem dos usuários são apoiados. Por meio dela também, o tu-
tor facilita a presença necessária, periodicamente, nos programas a distância e garante a presença 
institucional diante do aluno.
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No Instituto de Educação a Distância, considera-se que a educação a distância é individuali-
zado, principalmente como um modo de aprendizagem onde é ensinado a um aluno de cada vez e 
individualizadas em outro sentido: porque cada estudante faz aprendizagem dessa forma, sozinho. 
Parece contraditório, mas não é, dissemos antes que uma das funções dos tutores de educação 
presencial é detectar e corrigir problemas de aprendizagem, em termos de educação à distância, 
é o aluno que detecta as suas próprias dificuldades antes de estudar e estudar. É nesse momento 
que ele vai à tutoria que junto com o aluno buscam a solução.
Esclarecendo um pouco mais; o aluno aprende individualmente e, se precisar de ajuda, 
ele tem aulas particulares, mas é o aluno que decide quando procurar. Os centros de educação a 
distância devem facilitar a presença de tutores dentro e fora da instituição, em horário de trabalho 
ou não, por todos os meios de comunicação existentes, inclusive a Internet, para que, diante da 
dificuldade, os alunos tenham acesso. Esta ajuda é necessária, mas não implica a obrigação de 
comparecer a uma determinada data e hora, porque quando isso é feito não é mais educação a 
distância, será híbrida.
Tutoria escrita
A tutoria escrita é aquela que é ensinada através do uso do correio normal, se expandirmos 
mais, poderíamos incluir nesta categoria qualquer apoio que o tutor faça ao processo de aprendi-
zagem individual do aluno, usando texto escrito em papel ou por e-mail sem isso supõe que é um 
curso virtual.
Nos primórdios da moderna educação a distância, a partir de aproximadamente 1850, houveapenas tutoria escrita por correio normal, mais tarde, cerca de cem anos depois, essa era a forma 
mais usada.
Hoje, com todos os avanços da tecnologia, ainda ocupa o lugar preferido por seu baixo custo 
e porque é mais fácil enviar pelo correio normal cerca de 20 páginas ou um texto completo do que 
explicá-lo de outra maneira. Vamos dizer que o que mudou não é a tutoria escrita, que permanece 
a mesma, o que mudou é a maneira de enviá-lo.
A tutoria escrita está disponível para todos, não requer tecnologia sofisticada (no caso de 
documentos impressos ou manuscritos) e pode se tornar uma ferramenta eficaz quando usada 
adequadamente.
Entre as formas usuais de enviar aulas por escrito, podemos mencionar algumas delas:
•	 Cartas
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•	 Faxes
•	 E-mails
Manuais (embora estes sejam considerados textos didáticos, no fundo estão escritos como 
tutoria)
 As vantagens da tutoria escrita são, entre outras:
•	 A atenção que é fornecida é individualmente. As pessoas que recebem este tipo de tutoria se 
sentem importantes e reconhecidas.
a) 
•	 A interação didática é registrada, seja pelo tutor ou pelo aluno. Isso facilita que o aluno possa 
ser rastreado e que o aluno possa retornar às instruções enviadas pelo tutor.
•	 Permite acompanhar o aluno e apreciar o desenvolvimento gradual do seu processo de forma-
ção.
•	 Torna possível a comparação entre instruções e resultados, que se tornam critérios permanen-
tes de avaliação, permitindo ao aluno julgar seu próprio progresso.
•	 Embora em muitos casos se diga que a comunicação escrita é “fria”, a forma como o tutor rea-
liza sua ação de ensino (tutoria) pode torná-lo afetivo, caloroso e motivar os alunos a expressar 
suas preocupações e expectativas com espontaneidade e segurança. .
Além das orientações produzidas ou criadas pelo tutor, você pode anexar informações, que 
podem ser palestras, cassetes, vídeos, etc. Quando os alunos se organizam em comunidades vir-
tuais de aprendizagem, as aulas por escrito também podem ser orientadas para o grupo.
Tutoria por telefone
O telefone tornou-se mais do que apenas um meio de comunicação. Hoje em dia, é uma 
ferramenta indispensável para qualquer instituição, mas também um meio importante para projetar 
a imagem de quem realmente somos.
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O telefone e, mais tarde, a Internet contribuíram muito para melhorar as aulas, para torná-lo 
mais imediato, uma simples ligação telefônica pode esclarecer uma dúvida em apenas alguns mi-
nutos, desde que a tutoria por telefone seja fornecida de maneira profissional.
Quando dizemos profissional, nos referimos a duas coisas, a primeira: Aquele que vai forne-
cer tutoria telefônica é competente para ela, ou seja, que ela tem o conhecimento didático necessá-
rio, para fornecer a ajuda que os alunos vão solicitar, não podemos colocar dar aulas por telefone 
a alguém que não tenha um grau acadêmico como professor ou que não tenha conhecimento do 
que a instituição ensina.
Na seção dedicada ao perfil do tutor a instituição já cuidou boa parte disso, então é aí que 
você realmente precisa que a pessoa seja treinada ou pelo menos tenha as habilidades necessá-
rias.
Tutoria na televisão
A televisão é, sem dúvida, uma ótima ferramenta para a educação, pois tem a vantagem de 
cativar os telespectadores, desde que sua programação seja agradável e de interesse para quem 
a vê.
Não há nenhuma instituição, inteiramente dedicada à educação formal na televisão na Gua-
temala, as desvantagens da educação de rádio são quase as mesmas que para a educação na 
televisão. Existem canais educacionais, mas eles são voltados para um público diferente e a Tele 
secundaria, como veremos abaixo, tem outro público-alvo.
Tanto o rádio como a televisão não serão substituídos pela Internet, no Brasil a televisão, 
além das limitações geográficas, é acrescentada outra: você tem que pagar uma taxa mensal para 
ter acesso a ela se for necessário a televisão a cabo.
No campo da educação informal, a televisão tem grandes avanços, existem canais como 
Discovery, Animal Planet, History Channel, etc. Mesmo na programação local existem segmentos 
dedicados a aprender alguma coisa. Esses canais podem ser muito úteis para os professores, des-
de que conheçam sua programação e os alunos tenham acesso. (SARMET, 2007)
Tutoria tele secundária
Os institutos de educação da tele secundária em todo mundo não são considerados dentro 
do campo da educação a distância, pois requer a frequência diária dos alunos e eles trabalham 
através de vídeos e um facilitador para cada série, no entanto eles prestam um ótimo serviço 
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quando se aproximam educação para lugares onde faltam professores especializados ou onde é 
muito caro fundar um instituto governamental.
Nos programas à distância, se você puder aproveitar esses elementos auxiliares, falaremos 
muito mais sobre o aprendizado on-line ou o eLearning. Esses elementos auxiliares nas escolas 
pré-escolares são indispensáveis hoje para programas abertos ou à distância.
Tutoria multimídia
Desde o surgimento do computador, não demorou muito para que pudéssemos ver o que 
chamamos de multimídia, um sistema que utiliza mais de um meio de comunicação ao mesmo tem-
po na apresentação de informações, como texto, imagem, animação, vídeo e som. 
O conceito é tão antigo quanto a comunicação humana, pois quando nos expressamos em 
uma conversa normal falamos (som), escrevemos (texto), observamos nosso interlocutor (vídeo) e 
agimos com gestos e movimentos das mãos (animação), agora, com o surgimento de aplicativos 
multimídia para computadores, essa palavra tornou-se parte da linguagem usual. 
Materiais multimídia são usados principalmente para transmitir cursos completos, especial-
mente computador. Cursos completos são vendidos ou transmitidos via DVD ou CD-ROM, então 
ao invés de serem aulas particulares, eles são realmente meios de oferecer educação a distância 
para um segmento exclusivo.
Tutoria on-line ou tutoria virtual
A tutoria virtual consiste na comunicação assíncrona entre professor e alunos, por e-mail ou 
outro sistema que utiliza a internet e que facilita o monitoramento da atividade do aluno e permite 
oferecer orientações acadêmicas e pessoais, específicas e personalizadas. Pode complementar a 
tutoria face a face.
Geralmente, a comunicação através de e-mail em tutoriais virtuais é dada de forma privada e 
individual, mas também é possível ativar um espaço de tutoria público, no qual os alunos consultam 
mensagens e respostas do professor com outros alunos. 
Tutoria presencial
A tutoria oferecida presencial entre o tutor e o aluno é chamada de tutoria cara-a-cara. As 
formas de fornecer essa tutoria são tão variadas que um único livro desse tema pode ser escrito. 
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Já afi rmamos que a tarefa de detectar problemas de aprendizagem em programas à distância cabe 
ao aluno, não ao professor, e que a tarefa de corrigi-los é mútua. A tutoria presencial é necessária 
nos casos em que não há acesso à Internet, o telefonema não é sufi ciente ou correspondência 
escrita, mentoria não é viável, sala de aula tutoria é promovido na maioria das vezes pelo próprio 
estudante.
Tutoria individual (a entrevista)
Essa modalidade é desenvolvida dentro da instituição ou em sua sede local, quando o tutor 
ou aluno tem tempo para isso e o aluno pode ir para solicitar orientação direta sobre problemas 
acadêmicos específi cos, técnicas de trabalho ou adaptação ao sistema.
Um aspecto importante, que não deve ser esquecido neste tipo de orientação individual, é 
aquele que se refere ao estímulo concreto que muitos estudantes necessitam para continuar seus 
estudos. A motivação se torna um elemento essencial nesse sistema e, na maioria das vezes, o 
motivo de uma tutoria individual.Passos para fazer uma entrevista de tutoria
Antes da entrevista
Como qualquer bom professor, você deve estar preparado para receber entrevistas, se pos-
sível, manter uma agenda e pedir aos alunos que liguem antes, reservar um horário específi co, ter 
o arquivo do aluno em mãos, é essencial saber quem está indo a visitar.
Se a visita for inesperada, recomenda-se que a instituição tenha um banco de dados com as 
principais informações do aluno para consultá-lo, se necessário. Tenha em mãos lençóis, um lugar 
tranquilo para sentar os dois, sem interrupções, e acima de tudo, muito tempo, tempo sufi ciente 
para resolver todas as dúvidas que nosso aluno traz.
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Durante a entrevista
Durante a entrevista, as mesmas maneiras de bom atendimento devem ser observadas, 
afinal é o nosso cliente, pois paga pelos serviços que prestamos, sejam eles pagos por meio de 
pagamentos mensais ou por seus próprios impostos.
Tutoria em grupo
Esta modalidade economiza tempo e esforço por parte do tutor, uma vez que os alunos ge-
ralmente enfrentam dificuldades de natureza semelhante. Através destas sessões, o aluno pode 
certificar-se de que ele não é o único que tem dificuldades, quando comparado com os outros e 
trocar as diferentes soluções para os problemas, testados por cada um.
Surpreendentemente, esses aspectos não costumam ser os mais abordados nos tutoriais. 
Na maioria das vezes, o professor ou tutor utiliza predominantemente o método de aula convencio-
nal, seguido de consultas e pelo método do seminário.
Isto leva a questionar o uso adequado do termo tutor, os alunos tendem a ser ensinados de 
aulas do tipo convencional e os professores, geralmente treinados em instituições presenciais, tam-
bém são propensos a atender essa demanda dos alunos. Aqui certamente está uma das grandes 
deficiências da tutoria em grupo.
 
Tutoria dentro da Instituição
Os tutoriais podem ser ministrados dentro da instituição, é a maneira mais usual de fazer 
isso, tem a vantagem de ter em mãos todo o material e informações que são necessários. A des-
vantagem: os tutores têm outras tarefas que tiram a atenção.
Tutoria fora da instituição
Como o próprio nome indica, é fornecido fora da instituição, pode ser fornecido pela mesma 
instituição em locais apropriados. Se trabalha como escritórios de ligação, impede que os alunos 
viajem para o escritório central. A tomada de decisão lenta é provavelmente o maior problema des-
ses locais.
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Tutoria itinerante
Há momentos em que as pessoas devem ser enviadas da sede e elas se mudam de um 
lugar para outro para dar aulas particulares. Essa aula é excelente para casos de supervisão.
 Deste modo, a tutoria é uma das funções dos professores caracterizada por orientar e apoiar 
o desenvolvimento integral dos alunos, bem como contribuir para diminuir os problemas de fracas-
so, deserção e atraso.
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CAPÍTULO 1 – RECAPITULANDO
QUESTÕES DE CONCURSOS
Questão 1
Ano: 2016 Banca: CPCON Órgão: Prefeitura da Cruz Prova: Auxiliar de apoio ao en-
sino Nível: Superior
Considere as proposições abaixo:
I - O planejamento escolar é uma tarefa que inclui a previsão das atividades didá-
ticas em termos de sua organização e coordenação em
face dos objetivos propostos, quanto à sua revisão e adequação no decorrer do pro-
cesso de ensino.
- Plano de ensino, plano de escola e plano de aulas pressupõem modalidades de 
planejamento desarticuladas entre si.
- Os planos e programas oficiais de instrução se constituem um dos requisitos pré-
vios para o planejamento.
IV - Ao planejarem o processo de ensino, a escola e os professores devem ter clareza 
de como o trabalho docente pode prestar um efetivo serviço à população.
V - O professor é responsável pelo cumprimento dos planos e programas e a tarefa 
de avaliá-los é do coordenador pedagógico.
Conclui-se que são VERDADEIRAS apenas
a) I, III e V
b) I, III e IV 
c) I e V
 d) III e V
e) I, II e IV
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Questão 2
Ano: 2016 Banca: CPCON Órgão: Prefeitura da Cruz Prova: Auxiliar de apoio ao en-
sino Nível: Superior
A educação escolar ao dialogar com a psicologia faz emergir abordagens ligadas à 
aprendizagem e ao desenvolvimento da criança. As
afirmativas a seguir se fundamentam em princípios das diferentes abordagens. Ana-
lise cada alternativa e assinale a INCORRETA.
Interacionista – o desenvolvimento, na perspectiva piagetiana, depende de fatores 
ligados à maturação, da experiência adquirida pela criança em seu contato com o 
ambiente e, principalmente, de um processo de autorregulação (equilibração).
Inatista – afirma que os fatores biológicos são determinantes da inteligência e do 
desenvolvimento.
Comportamentalista – afirma que as experiências são a base do desenvolvimento e 
da aprendizagem.
A abordagem interacionista adiciona as ideias de Piaget e de Vygostky para definir 
que aprendizagem e desenvolvimento são processos simultâneos que se dão pela 
via da mediação.
Sociointeracionista – ou histórico-cultural - as reações naturais entrelaçam-se aos 
processos culturalmente organizados e vão se transformando em modos de ação, de 
relação e de representação caracteristicamente humanos.
Questão 3
Ano: 2016 Banca: CPCON Órgão: Prefeitura da Cruz Prova: Auxiliar de apoio ao en-
sino Nível: Superior
Assinale a alternativa CORRETA para identificar o objetivo geral da política nacional 
de educação especial, na perspectiva inclusiva.
Assegurar a inclusão escolar de alunos com deficiência, transtornos globais de de-
senvolvimento e altas habilidades/superdotação.
Acabar com a dualidade do ensino.
Mascarar a realidade dos alunos com deficiência e sua incapacidade de aprender os 
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conteúdos escolares.
Garantir o acesso à escolarização a todos os alunos em idade escolar.
Acabar com as classes especiais, que oneram o sistema público de ensino.
Questão 4
Ano: 2016 Banca: CPCON Órgão: Prefeitura da Cruz Prova: Auxiliar de apoio ao en-
sino Nível: Superior
Uma das alternativas a seguir NÃO CORRESPONDE às diretrizes da política de edu-
cação inclusiva. Assinale-a.
A educação inclusiva define situações especiais para o ensino de populações do 
campo e indígenas, dentre outras.
A educação inclusiva garante o Atendimento Educacional Especializado ao aluno 
com deficiência.
Nas escolas comuns é garantida ao aluno surdo a educação bilíngue: Lingua Portu-
guesa/LIBRAS.
Para atuar na educação especial, o professor deve ter como base sua formação ini-
cial e continuada e conhecimentos específicos da área.
A educação inclusiva tem sua oferta inicial no Ensino Fundamental.
Questão 5
Ano: 2016 Banca: CPCON Órgão: Prefeitura da Cruz Prova: Auxiliar de apoio ao en-
sino Nível: Superior
O papel da escola em relação ao Ler e escrever alterou-se nos últimos tempos, exi-
gindo do educador a compreensão do contexto do mundo contemporâneo, onde a 
palavra escrita amplia os modos de atingir a população, e exige de todos competên-
cias para agir com autonomia e criticidade. Nesse sentido, é CORRETO afirmar que
ler e escrever relacionam-se à condição de poder pensar, interagir a partir do lido e 
ser capaz de dizer a sua palavra e o seu tempo por
escrito.
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ler e escrever são as tarefas mais antigas da escola, particularmente da competência 
do ensino de língua portuguesa.
a leitura e a escrita não devem ser trabalhadas nos primeiros anos do ensino funda-
mental.
a perspectiva do letramento no período da alfabetização despreza o ensino da escri-
ta.
focar o ensino na leitura e na escrita se torna desnecessário hoje, visto que vivemos 
cercados por imagens, que conseguem expressar o pensamento de forma rápida.
QUESTÃO DISSERTATIVA – DISSERTANDO A UNIDADE
Explique o que seria tutoriamultimídia.
TREINO INÉDITO
Assunto: Educação tutorial
Assinale a alternativa
a. A tutoria possui caráter preventivo e formativo que tem como finalidade acom-
panhar os alunos em seu desenvolvimento, afetivo e cognitivo;
b. A tutoria possui caráter ofensivo e formativo que tem como finalidade acompa-
nhar os alunos em seu desenvolvimento, afetivo e cognitivo;
c. A tutoria possui caráter preventivo e ofensivo que tem como finalidade acompa-
nhar os alunos em seu desenvolvimento, afetivo e cognitivo;
d. A tutoria possui caráter preventivo e estimativo que tem como finalidade acom-
panhar os alunos em seu desenvolvimento, afetivo e cognitivo;
e. NDA
NA MÍDIA
Educação EAD cresce 133% em mais de um ano após atualização de legislação. Polos 
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de educação EAD são 15.394 segundo levantamento do MEC
Há pouco mais de um ano de expedição do Decreto Nº 9.057, de 25 de 
maio de 2017, norma que atualizou a legislação sobre a regulamentação do en-
sino a distância no Brasil, houve crescimento de 133% dos polos EAD no país. 
Antes, eles eram 6.583 e passaram a ser 15.394 de acordo com o Ministério da Educação (MEC). 
Dados mais recentes do Censo da Educação Superior, coletados em 2016 e publicados no 
segundo semestre de 2017, também apontam que mais de 18% das matrículas no ensino superior 
são em cursos a distância, alcançando a marca de 1.494.418 em 2016. Em 2006, o percentual de 
participação da modalidade era de apenas 4,2% do total de matrículas. 
Fonte: Educa mais Brasil
Data: 12/07/2018
Disponível em: 
https://www.em.com.br/app/noticia/especiais/educacao/2018/07/12/internas_educa-
cao,972964/educacao-ead-cresce-133-em-mais-de-um-ano-apos-atualizacao-de-legisla.shtml
NA PRÁTICA
10 diferenças entre a Educação Presencial e a Educação EAD
Está cada vez mais recorrente a oferta por cursos semipresenciais e 100% online. Vários 
segmentos educacionais aproveitam essa modalidade, desde o ensino superior, até cursos de es-
pecialização, incluindo mestrados e doutorados. Também há muita divulgação para cursos livres e 
de curta duração. Muitas vezes complementados por certificados de conclusão, grande atrativo para 
quem busca adicionais ao seu histórico acadêmico e de formação continuada.
Mas não são apenas as ofertas que estão em ascensão. A procura por essa modalidade de 
ensino também tem crescido. Muitas pessoas apostam na educação EAD como seu formato de 
ensino preferido. E com o advindo de plataformas AVA (ambiente virtual de aprendizagem) cada 
vez mais fáceis e intuitivas, torna-se bastante interessante o desenvolvimento da autonomia para o 
processo de ensino e aprendizagem.
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No entanto, não podemos esquecer nossa educação tradicional, pioneira, voltada para a 
modalidade presencial. Ela faz parte da jornada educacional dos indivíduos, visto que boa parte dos 
estudos na educação básica ainda são ofertados obrigatoriamente no formato presencial. Sabemos, 
também, que determinados cursos não possuem a tecnologia adequada para serem ministrados à 
distância. Nestes casos, mantém-se o ensino convencional.
Há constantes discussões sobre essas diferentes educações. Neste artigo abordaremos as 
principais, sendo estas: diferenças entre as educações EAD e presencial, qualidade de ensino nas 
diferentes modalidades, coexistência e importância dessas modalidades.
Disponível em: https://medium.com/mconf/10-diferencas-educacao-presencial-a-distancia-
-850a81b2d60b
PARA SABER MAIS
Filme sobre o assunto: Tarja branca
Peça de teatro: Educação proibida
Acesse os links: https://youtu.be/ogm7DqwviX8
https://youtu.be/-8TIEakik6U
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CAPÍTULO 2 
MAPA CONCEITUAL E SALA DE AULA INVERTIDA
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CAPÍTULO 2 
MAPA CONCEITUAL E SALA DE AULA INVERTIDA
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CAPÍTULO 2 – MAPA CONCEITUAL E SALA DE AULA INVERTIDA
2.1 Mapas conceituais e seus conceitos e aplicações
A Teoria da Aprendizagem Significativa desenvolvida por David Ausubel é apre-
sentada a seguir, bem como uma série de recomendações pedagógicas, basica-
mente através da elaboração e aplicação de mapas conceituais em reuniões edu-
cacionais. Essa teoria está inscrita na corrente psicológica cognitiva, que tem sua 
fundamentação na existência de uma estrutura cognitiva, onde o indivíduo organiza 
o conhecimento. (SARAIVA, 2006)
Esta estrutura cognitiva deve ser levada em conta ao diagnosticar, planejar, exe-
cutar e avaliar a ação educativa, uma vez que o conhecimento prévio é o suporte 
para que o aluno adquira e processe novos conhecimentos através da capacidade 
de relacioná-los com os conceitos. que já tem em sua estrutura cognitiva. Para abor-
dar o estudo da Teoria da Aprendizagem Significativa (a seguir designada por T.A.S) 
desenvolvido por Ausubel, é conveniente determinar de forma sucinta o seu quadro 
teórico, inscrito na corrente psicológica cognitiva. 
Os postulados teóricos que definem essas teorias organísmicas ou cognitivas 
estudam a capacidade da inteligência humana, a percepção e a capacidade de es-
tabelecer relações através da estrutura cognitiva que o homem possui. A posição 
cognitiva também tem limitações de aplicação pedagógica; 
No entanto, é o fundamento teórico que nutre a proposta T.A.S de Ausubel, e 
a ideia básica é desvelar seu arcabouço teórico e concepção da aprendizagem hu-
mana. No nível educacional, é conveniente identificar e resumir o suporte concei-
tual que define essa tendência. Aprender é uma relação dinâmica entre o sujeito, o 
ambiente cultural e atualização do conhecimento pelo aluno, que envolve aquisição 
e / ou transformação de estruturas cognitivas devido à formação de relações de co-
nhecimento inerentes é realizado com base em etapas, tarefas de desenvolvimento 
adequadas à idade do aluno e o uso de procedimentos que respondam à natureza 
de cada disciplina. 
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Teorias cognitivas são dedicadas a estudar o desenvolvimento dos processos de 
pensamento do indivíduo, como decifrar como a informação é recebida, armazenada 
e localizada por ela. A ênfase da aprendizagem reside não tanto no que os alunos fa-
zem, mas no que sabem e como adquirem. A aquisição de conhecimento é entendida 
como uma atividade mental que envolve uma codificação interna e estruturada pelo 
aprendiz em um contexto educacional ativo do processo de aprendizagem.
Como observado acima, Ausubel é um representante da corrente psicológi-
ca cognitiva, portanto esta proposta teórica é baseada na aprendizagem sob uma 
abordagem cognitiva. Embora ele não ignore a experiência afetiva, ele afirma que a 
aprendizagem é o processo de organização e integração da informação na estrutura 
cognitiva do indivíduo. 
“... a maneira como o indivíduo organiza o conhecimento no 
todo ou em parte, no contexto de uma disciplina ou parte dela” pela 
estrutura cognitiva é definida como a forma como o indivíduo está 
satisfeito. Além disso, é o produto da interação física e social pro-
gressiva do sujeito com seu meio ambiente, principalmente como 
simbólica ou comunicativa espontânea e informal ou formal com a 
outra troca regulada por sua vez, pelo contexto sócio cultural. 
(SARAIVA, 2006, p. 22)
Como se pode observar, Ausubel parte dessa estrutura para o desenvolvimento 
da ação educativa, em termos mais diretos. É uma estrutura formada por suas cren-
ças e conceitos que devem ser levados em consideração ao planejar instrução, para 
que eles possam servir para ancorar novos conhecimentos ... ou podem ser modifi-
cados por um processo transição cognitiva. 
Para Ausubel, a variável mais importante é o conhecimento prévio que os alunos 
em sua estrutura cognitiva, de um lado e do outro as novas informações e ideias a ser 
aprendido e retido para ser submetido a um processo de relacionamentos, em outras 
palavras, se relacionamo novo com o anterior; em palavras de Ausubel: Se eu tives-
se que reduzir toda a psicologia educacional a um único princípio, eu diria isso: de 
todos os fatores que influenciam a aprendizagem, o mais importante é o que o aluno 
já sabe. Descubra isso e ensine-se a si mesmo. (SARAIVA, 2006)
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A aprendizagem significativa é o conceito mais importante da teoria ausube-
lianos, onde a essência do processo de aprendizagem significativa é que as ideias 
expressas simbolicamente estão relacionados não arbitrariamente, mas substancial 
(não literalmente) com o que o aluno já sabe, notadamente, algum aspecto essencial 
de sua estrutura de conhecimento (por exemplo, uma imagem, um símbolo já com 
significado, um contexto ou uma proposição.
A Aprendizagem Significativa é um processo pelo qual novas informações estão 
relacionadas a um aspecto relevante da estrutura cognitiva do aprendiz. Pressupõe 
tanto que o aluno expressa uma atitude para com a aprendizagem significativa, ou 
seja, uma disposição de se relacionar, não arbitrária, mas substancialmente, o novo 
material com a sua estrutura cognitiva como o material de aprendizagem é potencial-
mente significativa para ele , especialmente relacionado à sua estrutura de conheci-
mento, intencionalmente e não literalmente. 
A ideia fundamental dessa teoria, é que a aprendizagem é substancialmente 
significativa para o aluno, ou seja, que um grau é provocado de identificação do novo 
conhecimento que possui. Essa situação de relacionar novas informações supõe um 
processo de interação entre o que vai ser aprendido com o que ele tem, através do 
uso de conceitos de vínculo, o que Ausubel chama de conceito integrador. Para ele, o 
cérebro humano tem uma alta capacidade de armazenamento de conhecimento, que 
é um processo impressionante de organizá-los, preservando um nível de hierarquia 
conceitual onde o conhecimento mais específico é ancorado em um conhecimento 
inclusivo mais geral. 
A condição de que um material é potencialmente significativo é basicamente 
que o material de aprendizagem (conteúdo cultural) pode ser colocado em conexão 
com a estrutura cognitiva que um determinado aprendiz tem, de uma maneira não 
arbitrária, substancial e objetiva. Para que esse material seja capaz de dar origem à 
construção de significados, o novo material deve permitir uma relação intencional e 
substancial com o conhecimento e as ideias do aluno. Assume-se que o aluno possui 
em sua estrutura cognitiva ideias com o qual consegue relacionar o novo material, 
mas também necessita de outra condição básica que seja uma atitude favorável para 
aprender de forma significativa, uma intenção de dar sentido ao que ele aprende e 
relacionar o novo. material de aprendizagem com seus conhecimentos adquiridos e 
seu significado. 
Quando os estudantes tentam entender o que entram em contato e através dos 
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quais as representações e os esquemas cognitivos são formados, um processo de 
compreensão é apreciado por este último, a nova informação está ligada aos con-
ceitos relevantes que existem em a estrutura cognitiva do aluno em um processo 
dinâmico: tanto a nova informação quanto o conceito existente na estrutura cognitiva 
são alterados de alguma forma. Ausubel descreve o processo da seguinte maneira:
Em seguida, o processo de assimilação é visto quando um conceito ou proposi-
ção, potencialmente signifi cativo, é assimilado a uma ideia ou conceito mais incluso 
existentes na leitura estudante cognitiva, quer como um exemplo, uma extensão, 
elaboração ou qualifi cação mesmo. Ausubel aponta que a nova informação pode ser 
evocada quase em sua forma original, mas com o passar do tempo ela não será mais 
dissociável do conceito ao qual foi incluída. (SARAIVA, 2006)
O processo de assimilação é desenvolvido através de três formas ou modalida-
des diferentes: Aprendizagem Subordinada, Aprendizagem Superordenada e Apren-
dizagem Combinada. A Aprendizagem Subordinada é o processo no qual a nova in-
formação adquire signifi cado por meio da interação com conceitos integrantes, refl ete 
uma relação com a estrutura cognitiva anterior, isto ocorre quando novas ideias estão 
subordinadamente relacionadas a ideias relevantes (inclusores) de nível superior de 
abstração, generalidade e inclusividade. 
A Aprendizagem Superordenada é evidenciada quando os conceitos relevantes 
(inclusores) existentes na estrutura cognitiva do aprendiz são de menor grau de abs-
tração, generalidade ou inclusividade do que os novos a serem aprendidos; supõe 
uma situação de aprendizagem superordenada. Pode-se dizer que é um processo 
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inverso. 
A Aprendizagem Combinatória é o tipo de aprendizagem de novos conceitos ou 
proposições, pois não são mais gerais do que os existentes na estrutura cognitiva, 
mas estão relacionados em condições de igualdade com aqueles que possuem al-
gum atributo geral.
A Teoria da Aprendizagem Significativa tem sua base teórica na corrente psico-
lógica cognitiva e o pensamento de Joseph Novak, é derivado dessa corrente, mas 
com uma abordagem construtivista. Ausubel e Novak afirmaram, em diferentes publi-
cações e por sua prática teórico-educacional, discordar da corrente comportamental 
que norteou o processo educacional nos últimos anos. 
O construtivismo está emergindo como uma corrente de pensamento psicológi-
co e pedagógico; representantes como Piaget, Bruner, Goodman e ele próprio No-
vak, falei questão o caráter objetivista, tanto behaviorismo, eo próprio Cognitivismo, 
já que em termos de instrução, ambas as tendências conceber que o mundo é real e 
externo ao aluno. O objetivo da instrução é representar a estrutura do mundo dentro 
do aluno. 
Os construtivistas adotam uma abordagem em que o conhecimento é a base de 
como o indivíduo cria significados a partir de suas próprias experiências, eles acre-
ditam que a mente filtra o que vem do mundo para produzir um realidade apropriada 
e única, considere a mente como a fonte de todo significado; não nega a existência 
do mundo real, mas sustenta que o que o indivíduo sabe sobre ele, nasce da própria 
interpretação das experiências humanas. Os humanos criam significados, eles não 
os adquirem. 
Os alunos constroem interpretações pessoais do mundo com base em expe-
riências individuais e interações, as representações internas estão constantemente 
abertas à mudança. O conhecimento é gerado em contextos que são significativos 
para ele. Portanto, entender a aprendizagem que ocorreu em um indivíduo deve ser 
examinado em sua totalidade. 
A parte de base do estudo da técnica de aprendizagem, mapas conceituais, é 
“aprender a aprender”, o problema da educação é baseado em ajudar para os alunos 
“aprenderem a aprender”, os professores deveriam fazer com que os alunos apren-
dessem, quando o aprendizado deve ser causado, é claro, pelo aluno.
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Eles começam a partir da aprendizagem é da responsabilidade do aluno, sem 
descartar a ação mediadora do professor. 
Mapas conceituais são uma técnica desenvolvida por Joseph D. Novak, que a 
apresenta em três dimensões conceituais: como estratégia: “Vamos tentar dar um 
exemplo de estratégias simples, mas poderosas, para ajudar os alunos a aprender 
e ajudar os educadores.
Como método: A construção de mapas conceituais é um método para ajudar 
estudantes e educadores a compreender o significado dos materiais a serem 
aprendidos. E como um recurso, um mapa conceitual é um recurso esquemático 
para representar um conjunto de significados conceituais incluídos em uma estrutura 
de proposições.
No entanto, elas podem ser consideradas como uma estratégia didática pedagó-
gica, uma vez que dinamizam os processos de ensino e aprendizagem. A abordagem 
de Novak e Gowin em torno do problema da aprendizagem humana, concentra-se em 
fornecer as estratégias estudantise condições educacionais que o levam a aprender 
a aprender. Sua proposta é fornecer ajuda ao aluno para apreender o significado dos 
materiais que aprenderá, isto é, aprofundar os estudos sobre a estrutura e o signifi-
cado do conhecimento humano e como ele é produzido. Esses autores indicam que 
o processo educacional tem sido baseado na descoberta de conhecimento e o que 
ele realmente quer é construí-lo. 
Deste modo, através dos conceitos que o homem já possui, a produção do co-
nhecimento começa com a observação de eventos e objetos da realidade. Entende-
-se por eventos tudo o que acontece ou pode ser provocado, que pode ser natural ou 
humano e, por objeto, qualquer coisa que exista ou possa ser observada. Ao cons-
truir conhecimento, eles assumem que o conhecimento não é algo a ser descoberto, 
como o urso ou óleo, mas sim algo que é construído como um carro ou uma pirâmide 
e está em processo onde os conceitos desempenham um papel importante.
O conceito é assumido como uma regularidade em eventos ou objetos, que são 
designados por algum termo. É o ser humano o único que pode inventar e usar uma 
linguagem (ou símbolos) para designar ou comunicar as regularidades que ele perce-
be. Esta capacidade de perceber, designar e comunicar regularidades é consolidada 
através dos processos de informação da sociedade, imersos em uma determinada 
cultura. Aprendizagem e conhecimento são duas categorias do processo educacional 
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que estão presentes na abordagem desses autores. Eles fazem a reserva que eles 
são totalmente diferentes. 
A aprendizagem é pessoal e idiossincrática: conhecimento público e compar-
tilhado. Tendo em conta estas distinções, a construção, uso e aplicação dos ma-
pas conceituais são feitos em conjunto com estes. Na estrutura do conhecimento e 
na construção do significado, os elementos-chave para o seu entendimento são os 
conceitos e proposições que são formados por eles. Nesse sentido, Novak e Gowin 
(1988) se baseiam na fundamentação teórica da Aprendizagem Significativa, ela é a 
melhor entre aqueles que focalizam sua atenção nos conceitos e na aprendizagem 
proposicional como base na qual os indivíduos constroem seus próprios significados 
e idiossincrática. 
Relativa a assumir a aprendizagem significativa em oposição a aprendizagem 
mecânica, como discutido acima, assume-se que a aprendizagem é alcançada quan-
do o indivíduo consegue relacionar os novos conhecimentos com o que ele já tem em 
sua estrutura cognitiva. A este respeito, as melhores estratégias metalearning deve 
ser acompanhada de estratégias para ajudar a aprender sobre a metalearning e me-
taknowledge embora interligadas, são dois corpos diferentes de conhecimento que 
caracterizam o entendimento humano. É evidente que eles marcam a necessidade 
de aprender sobre a natureza e estrutura do conhecimento e como isso contribui para 
que os alunos entendam como aprender. 
Esses autores enfatizam que os princípios do meta-conhecimento e da meta-
-aprendizado estimulam a honestidade intelectual, tanto em professores quanto em 
estudantes, em um novo estilo de responsabilidade. O objetivo dos mapas concei-
tuais é representar relações significativas entre conceitos na forma de proposições. 
Uma proposição é composta de dois ou mais conceitos ligados por palavras para 
formar uma unidade semântica. Um mapa conceitual, em sua forma mais elementar, 
consistiria de dois conceitos ligados por uma palavra de ligação para formar uma 
proposição. 
Em se tratando dos elementos e características fundamentais dos mapas con-
ceituais, podemos destacar:
a) Elementos: 
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1.- Conceito: refere-se a eventos (tudo o que acontece ou pode ser causado, 
por exemplo: chuva, guerra, etc.) e objetos (tudo o que pode ser observado, por 
exemplo: árvore, rocha, etc) No Mapa Conceitual, o mesmo conceito deve aparecer 
uma vez e é recomendado que ele não expresse uma ação, escrita em infinitivos. 
2.- Proposição: é a união de dois ou mais conceitos através de palavras conec-
tivas ou palavras de ligação, para alcançar uma unidade semântica 
3.- Palavras de ligação: são palavras que servem para unir os conceitos e 
indicar o tipo de relação entre ambos Exemplo: a árvore é grande. Recomenda-se 
que não haja mais do que quatro (4) palavras para evitar o recarregamento do mapa. 
4. Linhas de ligação: são as linhas que são desenhadas para estabelecer as 
relações entre os conceitos que formam as proposições no mapa. 
Já as características dos mapas conceituais, podemos destacar:
1. Hierarquia: os conceitos que compõem um Mapa Conceitual devem ser or-
ganizados de acordo com uma ordem de importância ou inclusão. Os conceitos mais 
inclusivos devem ocupar os lugares superiores da estrutura gráfica. Os exemplos 
estão no último lugar. 
2. Seleção: os mapas refletem um resumo do mais importante de um tópico, 
texto, artigo, etc., portanto é necessário selecionar os termos que se referem aos 
conceitos nos quais é conveniente focalizar a atenção. 
3. Impacto visual: um bom mapa conceitual é preciso e mostra as relações 
entre as ideias principais de maneira simples e marcante. Deve apresentar certa be-
leza estética e bom uso do espaço. Recomenda-se destacar os conceitos com letras 
maiúsculas, enquadrando-os em figuras geométricas, como elipses ou retângulos e 
as palavras de letras minúsculas.
4.- Aspectos formais de identificação: o título do mapa deve ser escrito na 
parte superior da estrutura gráfica para orientar o leitor do assunto tratado; Se o con-
teúdo for derivado de uma fonte bibliográfica, jornal, etc., a respetiva referência deve 
ser revista e é necessário identificar o autor do mapa indicando a data de preparação. 
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Novak e Gowin enfatizam que a maioria dos signifi cados conceituais são apren-
didos através da composição de proposições nas quais o conceito a ser adquirido é 
incluído. É evidente que, com a facilitação de “auxílios empíricos concretos”, a apren-
dizagem de conceitos, a regularidade representada pelo termo conceitual adquire 
um signifi cado adicional através de proposições proposicionais. Pode ser visto no 
seguinte exemplo “A ovelha é branca”, “A ovelha é um mamífero”, “A ovelha produz 
lã”, etc. Um aumento e precisão do signifi cado do conceito “ovelhas” é gerado.
No processo de elaboração dos mapas conceituais, pode ser que conceitos mais 
inclusivos possam “subir” para a posição de topo da estrutura do mapa e confi gurar 
uma rede de conceitos signifi cativos, sem perder a proporção proporcionalmente sig-
nifi cativa em relação a outros. Os mapas conceituais são uma técnica que visa repre-
sentar conceitos e proposições.
Nesse sentido, Novak não negligencia uma observação sobre esse processo: 
Até o momento, apenas conjecturas podem ser feitas sobre o grau de sucesso com 
o qual os mapas conceituais representam os conceitos que temos ou a gama de 
relações entre conceitos que conhecemos (e que podemos expressar como propo-
sições). Em outras palavras, as possibilidades e oportunidades de relacionar concei-
tos, proposições de forma são muito dinâmicas, não apenas pelo importante acúmulo 
de conceitos que o indivíduo possui e sua capacidade de relacioná-los a novos para 
adquirir, mas no nível mental operam processos complexos. que geram toda uma 
gama de possibilidades de relacionamentos conceituais, não apenas por causa da 
impressionante capacidade de armazenamento e processamento de informações do 
cérebro humano, mas também por causa da própria condição do cérebro de gerar 
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conexões com eles. 
Aqui a criatividade do ser humano é destacada, especialmente a criação e / 
ou construção de conhecimento. Novak enfatiza a importância do uso de símbolos 
orais e escritos para representar regularidades (conceitos) que são desenvolvidas 
a partir da percepção de eventos eobjetos da realidade. Quando o estudante cons-
cientemente compreende que aprendeu um novo conceito, com mais profundidade, 
produto das relações e proposições que ele pode elaborar, é o que Novak chama de 
“significado percebido”. (NOVAK, 1977)
Nesse sentido, ele diz: É muito difícil para nós pensar em ideias novas, podero-
sas e profundas: precisamos de tempo e de alguma atividade mediadora para nos 
ajudar. É neste momento que pode ser elaborada a conceituação de mapas con-
ceituais, entre professores e alunos e entre os mesmos alunos, a necessidade de 
um pensamento reflexivo de trabalhar com os conceitos, unindo-os e separando-os, 
onde um processo educacional compartilhado pode ser gerado. 
Os mapas conceituais constituem uma representação explícita e manifesta dos 
conceitos e proposições que uma pessoa possui, permitem que professores e alunos 
troquem seus pontos de vista sobre a validade de um determinado vínculo propor-
cional, ou para realizar as conexões que faltam entre os conceitos e que sugerem a 
necessidade de novas aprendizagens. (NOVAK, 1977)
Os mapas conceituais também podem ser concebidos como instrumentos para 
negociar e reconciliar significados cognitivos, por meio do diálogo, da troca e do com-
portamento dos alunos, para desenvolver conclusões compartilhadas. Compartilhar 
significados é uma atividade coletiva em encontros didáticos, onde os alunos contri-
buem com algo de si mesmos, ao contrário do que foi considerado, que estes são 
uma espécie de ficha limpa onde o conhecimento acumulado deve ser depositado. 
(NOVAK, 1977)
Abaixo veremos alguns esquema básicos dos mapas conceituais:
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A ideia não é que os alunos memorizem os mapas conceituais, pois são apre-
sentados em um evento didático, já que o signifi cado da Aprendizagem Signifi cativa 
é, precisamente, estar atento à falta única de um mapa conceitual, mas a multiplici-
dade destes no relacionamento de conceitos signifi cativos. 
Por outro lado, o sucesso do processo de mapeamento conceitual reside na ca-
pacidade do aluno de identifi car as principais conexões na estrutura das proposições, 
através da discriminação e uso de “palavras de ligação” pertinentes. Além disso, des-
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tacamos a respeito das etapas para elaborar um mapa conceitual, segundo Novak 
(1977): 
1. O professor deve explicar resumidamente e com exemplos o significado do 
termo conceito e palavras de ligação. 
2. Selecione um ponto de um assunto no livro de texto com o qual o aluno está 
familiarizado. 
3. Peça aos alunos que leiam atentamente o tópico selecionado. 
4. Faça uma lista dos principais conceitos, os mais importantes do assunto. 
5. Eles devem ordenar os conceitos da lista começando com os mais gerais e 
seguindo para especificá-los. 
6.Situar o mais geral na parte superior do mapa, e a partir daí, à medida que se 
tornam mais específicos, os conceitos restantes, até chegar ao mais específico ou 
mais específico, que será colocado na parte inferior. Os conceitos devem ser unidos 
por linhas com palavras de ligação que estabelecem as relações entre os conceitos. 
7.Finalmente, indique graficamente as ligações cruzadas que relacionam conceitos 
pertencentes a diferentes ramificações hierárquicas do mapa conceitual. 
Como exemplo para o desenvolvimento de um mapa conceitual, apresenta-se 
a seguir uma definição de educação: A educação é uma ação intencional que busca 
a formação integral do indivíduo para incorporá-lo à sociedade. Constitui-se basica-
mente em dois processos, um de ensino, dirigido principalmente pelo professor e o 
aprendizado que é direcionado ao aluno e se desenvolve na escola. A ordem hierár-
quica dos conceitos seria: 
1. Educação. 
2. Ação 
3. Formação integral 
4. Processos 
5. Ensino 
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6. Professor 
7. Aprendizagem 
8. Alumno 
9. Escola
O acima mencionado serve como um ponto positivo no processo de construção 
de teorias de ensino e teorias concebidas para compreender, analisar e aplicar a 
natureza da educação humana de aprendizagem. Isso quer dizer que o uso de Ma-
pas Conceituais no campo da didática pode ser considerado como uma proposta em 
plena construção.
2.2 Considerações importantes sobre a sala de aula invertida
A sala de aula invertida é um termo cunhado por Jonathan Bergmann e Aaron 
Sams, dois professores de química em Woodland Park High School, em Woodland 
Park Colorado que, literalmente, significa “sala de aula invertida”. 
Bergmann e Sams concebeu uma solução para evitar que os alunos perdem 
aulas, por exemplo, devido a doença, por isso registrou os conteúdos a serem ensi-
nados e distribuído entre os estudantes para que visualizar em casa antes da aula, o 
trabalho em sala de aula consistiu realizar projetos para implementar os conhecimen-
tos adquiridos e responder a perguntas, investindo assim as actividades em compa-
ração com o modelo tradicional. Eles descobriram que, com esta nova abordagem 
notas dos alunos melhorou. (PRADO, 2012)
A sala de aula virou não é apenas para gravar um vídeo classe é mais, o vídeo 
é um dos muitos meios que podem ser usados para transmitir informações. Ele tam-
bém pode ser feito através de um podcast ou enviar o estudante para um site onde 
o conteúdo é desenvolvido para transmitir. Em última análise, o vídeo não está mais 
apenas uma ferramenta com a qual os alunos adquirem conhecimento. 
A sala de aula virou a ideia de que o aluno pode aprender em um tempo e lugar 
que não exijam a presença física do professor. É um novo modelo educacional que 
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oferece uma abordagem abrangente para aumentar o comprometimento e envolvi-
mento de estudantes no ensino, tornando-se uma parte de sua criação, permitindo 
que o professor dar um tratamento mais individualizado. 
O modelo de sala de aula virou abrange todas as fases do ciclo de aprendiza-
gem (dimensão cognitiva da taxonomia):
•	 Conhecimento: Ser capaz de lembrar informações aprendidas anteriormente
•	 Compreensão: “Fazendo nosso” o que aprendemos e ser capaz de apresentar 
informações de uma outra maneira
•	 Aplicação: Aplicar habilidades adquiridas a novas situações que surgem em 
nosso caminho
•	 Análise: Divida o todo em suas partes e resolver problemas de conhecimentos 
adquiridos
•	 Resumo: Ser capaz de criar, integrar, combinar idéias, planejar e propor novas 
formas de fazer
•	 Avaliação: fazer julgamentos sobre o valor de um produto de acordo com opi-
niões pessoais de objectivos fixados
As Vantagens da Abordagem da Sala de Aula Invertida são:
•	 Permite aos professores durante a aula outras atividades mais individualizadas 
com os alunos
•	 Ela permite uma distribuição não-linear das mesas na sala de aula, o que me-
lhora o ambiente colaborativo.
•	 Incentiva a colaboração dos alunos e, portanto, reforça sua motivação
•	 O conteúdo pode ser acessado pelos alunos a qualquer momento
•	 Envolve famílias na aprendizagem
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Ninguém pode dizer que este modelo de ensino pode ser aplicado em 100% dos 
casos, é claro que o aluno precisa o mínimo de recursos e conhecimento tecnológico. 
A verdade é que se você fornecer estes meios, a sala de aula invertida é mais eficaz 
do que o modelo tradicional.
A sala de aula invertida, portanto, possui uma nova abordagem baseada no en-
volvimento e estudante de colaboração e instrução mais individualizada. O professor 
explica um tópico para os alunos através do livro tradicional e, ao mesmo tempo, tem 
o apoio de um quadro negro no qual ele escreve diagramas, conceitos e tudo o que 
é relevante. Quando o dia de aula termina, o aluno faz o dever de casa para comple-
mentar o que aprendeu durante a aula.
No modelo tradicional o professor é a figura central na transmissão do conheci-
mento e oaluno adota um papel passivo. Já no modelo convencional descrito acima, 
é bastante comum o professor não conseguir rastrear a trajetória de cada um de seus 
alunos.
Para superar essa limitação, na metodologia de sala de aula invertida é proposto 
um novo formato baseado em 8 seções:
1- O protagonista do treinamento é o aluno, que participa ativamente na cons-
trução do conhecimento.
2- O processo de aprendizagem é mesclado, já que parte do conhecimento é 
adquirido fora da sala de aula.
3- O tempo de aula é utilizado para fortalecer processos cognitivos de maior 
complexidade (revisão de conceitos, exercícios em grupo, correção de erros ...).
4- Seguindo as orientações do professor, o aluno utiliza todos os recursos da 
rede para entender melhor alguns conteúdos. Vale a pena lembrar que todos os tipos 
de conteúdo educacional são abordados nos tutoriais do YouTube ou nos podcasts 
de áudio.
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5- O aluno pode escolher onde e quando ele aprende alguma coisa.
6- O professor é flexível em relação ao tempo de aprendizagem de cada aluno.
7- Os alunos trabalham em colaboração com os colegas e compartilham o que 
aprenderam em suas casas.
8- Ao contrário do que acontece no modelo convencional, na sala de aula inver-
tida a lição de casa é feita em aula e a teoria é aprendida fora dela.
Deste modo, o termo que eles usaram para se referir ao novo sistema foi “sala 
de aula invertida.
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RECAPITULANDO
QUESTÕES DE CONCURSOS
Questão 1
Ano: 2016 Banca: CPCON Órgão: Prefeitura da Cruz Prova: Auxiliar de apoio ao en-
sino Nível: Superior
Um dos marcos regulatórios para o Ensino Fundamental é a Resolução do CNE/CEB 
nº 04 de 13 de outubro de 2010. Quanto ao conteúdo da Resolução mencionada, 
está CORRETA a alternativa
Na educação básica, as dimensões de educar e cuidar são separáveis.
As bases que dão sustentação ao projeto nacional de educação responsabilizam o 
poder público, a família, a sociedade e a escola pela garantia a todos os educandos 
de um ensino ministrado em igualdade de condições para o acesso, inclusão, perma-
nência e sucesso na escola.
A qualidade social da educação resulta da manutenção dos níveis de evasão, reten-
ção e distorção idade/série.
O Ensino Fundamental de 9 anos de duração é de matrícula facultativa a partir dos 
6 anos de idade.
O desenvolvimento da capacidade de aprendizagem, tendo em vista a aquisição de 
conhecimentos, habilidades e a formação de valores,
um dos objetivos da formação básica que se concretiza ao final dos anos iniciais do 
Ensino Fundamental.
Questão 2
Ano: 2016 Banca: CPCON Órgão: Prefeitura da Cruz Prova: Auxiliar de apoio ao en-
sino Nível: Superior
A Lei nº Lei nº 8.069, de 13 de Julho de 1990, assegura a crianças e adolescentes 
direitos relativos à liberdade, ao respeito e à dignidade.
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Assinale a alternativa que NÃO REPRESENTA um direito desse público.
Ir e vir e estar nos logradouros, salvo as restrições legais.
Escolher um horário para trabalhar que se choque com o horário das aulas.
Crença e culto religioso.
Brincar, praticar esportes e divertir-se.
Participar da vida política, na forma da lei.
Questão 3
Ano: 2016 Banca: CPCON Órgão: Prefeitura da Cruz Prova: Auxiliar de apoio ao en-
sino Nível: Superior
Marque a alternativa CORRETA para identificar em que consiste o ato de avaliar, na 
perspectiva emancipatória.
Avaliar é atribuir uma nota ou conceito ao que o aluno aprendeu.
Avaliar consiste em fazer previsões sobre o que o aluno aprenderá.
Avaliar é um esforço para responder às cobranças do sistema de ensino.
Avaliar é fazer um julgamento de valor sobre um determinado conteúdo.
Avaliar consiste em elaborar provas e testes para verificar o que o aluno aprendeu.
Questão 4
Ano: 2016 Banca: CPCON Órgão: Prefeitura da Cruz Prova: Auxiliar de apoio ao en-
sino Nível: Superior
Assinale a alternativa INCORRETA, no que tange ao direito e ao dever de educar 
definidos na LDB 9.394/96.
O aluno tem direito ao respeito à liberdade e o apreço a tolerância.
Pluralismos de ideias e concepções pedagógicas são direitos do aluno.
A valorização da experiência extra-escolar é um direito do aluno.
Em todos os estabelecimentos de ensino, o ensino fundamental deve ser gratuito.
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Garantia de padrão de qualidade é um direito de todo aluno.
Questão 5
Ano: 2016 Banca: CPCON Órgão: Prefeitura da Cruz Prova: Auxiliar de apoio ao en-
sino Nível: Superior
A avaliação da aprendizagem se apresenta como uma necessidade de todo educa-
dor para compreender o desenvolvimento escolar dos estudantes. No que tange à 
avaliação qualitativa, é INCORRETO afirmar:
A avaliação se constitui como um processo contínuo de diagnóstico.
A prática de avaliar envolve os professores, os estudantes e os demais profissionais 
da escola.
A avaliação dos estudantes deve ser realizada ao final de cada bimestre, tendo em 
vista a verificação dos que estão aptos a serem promovidos de um ano para outro.
Resultados de avaliação representam elementos a serem considerados no processo 
de planejamento.
A LDB 9394/96 define que avaliação deve considerar aspectos quantitativos e quali-
tativos, com prevalência dos qualitativos.
QUESTÃO DISSERTATIVA – DISSERTANDO A UNIDADE
Explique o que seria aprendizagem significativa.
TREINO INÉDITO
Assunto: Aprendizagem significativa 
Assinale a alternativa correta.
A aprendizagem significativa é o conceito menos importante da teoria ausubelianos
A aprendizagem significativa é o conceito mais importante da teoria ausubelianos
A aprendizagem significativa é um conceito relativo da teoria ausubelianos
A aprendizagem significativa é o conceito optativo da teoria ausubelianos
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NDA
NA MÌDIA
APRENDIZAGEM SIGNIFICATIVA
Por teorias de aprendizagem podemos observar três modalidades gerais: cognitiva, 
afetiva e psicomotora.
A primeira, cognitiva, pode ser entendida como aquela resultante do armazenamento 
organizado na mente do ser que aprende. A segunda, afetiva, resulta de experiên-
cias e sinais internos, tais como, prazer, satisfação, dor e ansiedade. Já a terceira, 
psicomotora, envolve respostas musculares adquiridas por meio de treino e prática. 
A teoria de David Ausubel foca a aprendizagem cognitiva e, como tal, propõe uma 
explicação teórica do processo de aprendizagem. Ausubel baseia-se na premissa de 
que existe uma estrutura na qual organização e integração de aprendizagem se pro-
cessam. Para ele, o fator que mais influencia a aprendizagem é aquilo que o aluno já 
sabe ou o que pode funcionar como ponto de ancoragem para as novas ideias.
Fonte: Eliane da Costa Bruini
Leia na íntegra em: https://educador.brasilescola.uol.com.br/trabalho-docente/aprendizagem-signi-
ficativa.htm
NA PRÁTICA
Mapa Conceitual: O que é, para quê serve e onde é utilizado
Mapa Conceitual (MC) é uma metodologia desenvolvida por J. D. NOVAK. Define-se 
como uma estrutura gráfica para representar o conhecimento, um diagrama formado 
por representações intelectuais de uma pessoa, ou seja, essa pessoa externaliza seu 
conhecimento, seja computacionalmente por um software ou em uma folha de papel. 
A metodologia é para facilitar que um indivíduo consiga representar seus conheci-
mentos sobre um determinado tema, de uma forma que ele consiga entender e que 
faça sentido no tema abordado. O intuito é juntar conhecimentos já intrínsecos do 
ser com novos conteúdos que estão sendo buscados, integrando-os numa estrutura 
propicia para retenção do aprendizado. Não só representação de conhecimento mas, 
também, absorção do mesmo, visto que os mapas conceituais são compartilhados 
no intuito expressar esse conhecimento para outras pessoas que buscam por isso. 
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Esse fator de absorção advindo de um MC está diretamenteligado com o fator de 
aprendizagem, pois o MC serve como uma espécie de molde ou suporte para ajudar 
a organizar e estruturar o conhecimento (NOVAK, CANÃS, 2008).
Fonte: Luis Fernando Panicachi Cocovilo Filho
DISPONÍVEL: HTTPS://WWW.ELDORADO.ORG.BR/BLOG/2018/06/28/O-QUE-E-
-MAPA-CONCEITUAL-PARA-QUE-SERVE-E-ONDE-E-UTILIZADO/ 
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CAPÍTULO 3 
O ENSINO EAD E A TUTORIA
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CAPÍTULO 3 
O ENSINO EAD E A TUTORIA
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CAPÍTULO 3 – O ENSINO EAD E A TUTORIA
3.1 O tutor EAD e suas funções
O treinamento on-line requer o estabelecimento de modelos pedagógicos des-
tinados a promover um processo de aprendizagem que combine flexibilidade, com 
programação e um planejamento muito bem estruturado. Tudo isso, juntamente com 
o estabelecimento de caminhos abertos de comunicação e intercâmbio na sala de 
aula virtual, o que facilitará a criação de ambientes que promovam a construção de 
conhecimentos adaptados às necessidades particulares de cada participante, sendo 
essencial a capacidade de comunicação do professor para garantir o sucesso de um 
curso virtual. (PRADO, 2012)
Essa qualidade, juntamente com a sua capacidade de gerenciar e organizar to-
dos os recursos que são colocados à sua disposição para organizar um programa de 
treinamento virtual, garantirá o bom desempenho dos alunos e, consequentemente, 
o sucesso do programa de treinamento. A função tutorial é um dos pilares sobre os 
quais o treinamento on-line está consolidado. É a relação de orientação de um ou 
mais professores para cada aluno, a fim de entender o conteúdo, a interpretação das 
palavras de ordem operacional, o momento e forma adequados à realização dos tra-
balhos, exercícios ou auto-avaliações, e, em geral, para o esclarecimento oportuno 
e personalizado de qualquer tipo de dúvida, a ideia-guia é a que aparece com mais 
constância na definição da tarefa do tutor. 
O papel do tutor on-line é realizado através de acompanhamento, informação 
e aconselhamento. É um papel que elabora estratégias adaptadas às necessida-
des particulares dos destinatários. Exercer o papel de tutor on-line se concentra na 
aprendizagem ao invés de ensino, de modo que o montante não pode ser interpreta-
do como conteúdo especializado transmissor, mas sim como um animador e vehicu-
lizador de aprendizagem autônoma que os alunos. 
Sendo assim, os tipos de diálogo pedagógico em educação a distância pode 
assumir as seguintes formas: 
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• Dependendo intermediar o diálogo pode ser cara, ou seja, face a face, síncrona 
e real.
• Dependendo da dimensão do diálogo será síncrono, ou a produção simultânea 
da mensagem (telefone, chat, videoconferência); ou assíncronos, ou seja, o tempo 
de atraso (correio, e-mail, listas de discussão, fóruns). 
• Dependendo do diálogo canal pode ser real ou simulado (virtual ou real) em 
que o diálogo é estabelecido entre o estudante e autor do material através dela, seja 
impresso, audiovisual ou informático.
O objetivo é fazer com que os alunos a alcançar o seu nível de aprendizagem 
adequadas às suas capacidades através de monitoramento e orientação de profes-
sores e aprendizagem compartilhada com os colegas. Neste contexto é onde a infor-
mação e tecnologia de comunicações (TIC) desempenham um papel essencial col-
matar a lacuna de espaço e tempo.O serviço de tutoria através da rede pode ser feita 
pelas várias ferramentas de comunicação síncrona e assíncrona que plataformas de 
e-learning normalmente incorporam. 
Uma vez que estas ferramentas permitem novas formas de efetuar a comunica-
ção, é necessário que o tutor online em profundidade conhecer suas características 
e possibilidades e treinar seus alunos a fazer uso adequado e eficaz deles. Isso não 
pode ser usado com as mesmas estratégias que regem o face-síncrono-comunica-
ção real. 
É bem verdade que as condições que têm de ter uma comunicação para trabalhar 
em conjunto de forma eficaz: 
• comunicação deve ser frequente, rápido, para incentivar e dinamizar a opera-
ção e o grupo de tarefas. 
• exposição de ideias deve ser clara, para que eles possam compartilhar e ava-
liar o modo de ajuste. 
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• eles devem justificar as declarações feitas, de modo que possam ser criticado 
construtivamente para o resto do grupo 
• deve estabelecer um sistema para ser acumulando, organizar e analisar a in-
formação que tem sido gradualmente trazendo um grupo 
• a troca de informações tem que ser exploratória .: todas as idéias contribuíram 
pelo grupo devem ser tratados de forma crítica, mas construtiva; raciocínio se tornará 
mais 
• a soma dos argumentos não é buscada, mas sim que eles fazem o trabalho 
conjunto evoluir 
• no início do trabalho, eles devem especificar quais canais de comunicação 
serão usados (e-mail, bate-papo, reuniões virtuais, documentos compartilhados ...) 
• cada membro do grupo deve compartilhar todas as informações, bem como 
levar em conta as sugestões dos outros 
• capacidade de chegar a um consenso. Não aceite que todos concordem ou 
discordem, mas esforce-se para argumentar as razões que sustentam nossa opinião.
Estes autores também estudam as atitudes que os participantes devem ter para 
obter o clima necessário para esse trabalho cooperativo: 
• Iniciativa própria: cada membro deve envolver-se pessoalmente, fornecendo 
novos elementos de reflexão e análise. Os membros do grupo devem comunicar, 
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negociar e compartilhar em todos os momentos 
• Responsabilidade individual: cada membro deve refl etir e valorizar seu envolvi-
mento na dinâmica de trabalho do grupo 
• Envolver-se no trabalho dos outros e dar suporte desenvolvendo uma expe-
riência em grupo e uma tarefa de propósito compartilhado, consistentemente assu-
mindo que o sucesso do resultado do trabalho depende da participação de todos os 
membros da equipe. 
• O grupo deve assumir a responsabilidade pelas decisões, e não apenas um 
membro individualmente. Incentivar as habilidades de trabalho em grupo: aprender a 
negociar, esperar por sua vez, saber falar em grupo, compartilhar materiais. 
• Avaliar o processo de trabalho em grupo: o grupo deve refl etir sobre seu próprio 
processo e compartilhá-lo com o grupo. resto de alunos e professores 
• Considerar cada parte de uma engrenagem comum, e quando o ritmo de tra-
balho pela violação dos acordos é alterada.
Os tutores on-line vêem possibilidades muito positivas oferecidas pelo meio as-
síncrono. Eles reconhecem o apoio que podem oferecer aos alunos e o que podem 
obter de outros colegas. Em resumo, estas são as ideias destacadas pelos tutores 
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on-line, segundo Prado (2012): 
• uma mensagem pode ser lida por muitos alunos 
• ambiguidades e problemas dos alunos podem ser resolvidos via on-line 
• os alunos podem enviar suas próprias produções 
• o meio é independente do tempo (não intimamente ligada aos horários). 
• o meio permite apoio mútuo e problemas de ação. 
• estudantes podem se comunicar no tempo que eles têm um problema. 
• tutores têm tempo para refletir antes envie suas respostas.
Formar um senso de comunidade parece ser um primeiro passo necessário para 
a aprendizagem colaborativa. Sem esse sentido, as pessoas estão mais ansiosas, 
defensivas, relutantes em assumir riscos que envolvem o processo de aprendiza-
gem. Pesquisas no campo da aprendizagem colaborativa sugerem que o estilo de 
comunicação mais apropriado é aquele relacionado ao modelo de racionalidade co-
municativa de Habermas. Esse estilo é democrático, respeitoso, aberto a desafios, 
preparado para fornecer idéias informadas e buscar consenso com base em críticas. 
A comunidade de aprendizagem é o veículo através do qual a aprendizagem on-
-line ocorre. Os membrosdependem uns dos outros para alcançar os resultados de 
aprendizagem do curso. Sem o apoio e participação de uma comunidade de apren-
dizagem, não há curso online. Mas, obviamente, uma comunidade de aprendizagem 
não pode ser criada por apenas uma pessoa. 
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Embora o professor seja responsável por facilitar o processo, os participantes 
têm responsabilidade na criação da comunidade. A capacidade de colaborar e criar 
conhecimento e significado comuns é um indicador claro de que uma comunidade de 
aprendizagem virtual foi criada com sucesso. Alguns dos resultados desejáveis que 
indicam que uma comunidade on-line foi formada são os seguintes:
• Interação ativa envolvendo tanto o conteúdo do curso e comunicação pessoal 
• A aprendizagem colaborativa evidenciado por comentários dirigidos principal-
mente entre os estudantes, em vez de entre aluno e professor 
• O significado construído socialmente evidenciado por acordo ou questiona-
mento, em uma tentativa de chegar a um acordo sobre questões de significados 
• Compartilhamento de recursos entre os alunos 
• Expressões de apoio e motivação trocadas entre os alunos, bem como conhe-
cimento para avaliar criticamente o trabalho dos outros.
Existe um amplo consenso em considerar os seguintes papéis do tutor on-line: 
1. Papel como facilitador O instrutor atua como um guia e orientação, forne-
cendo aos participantes todas as ferramentas necessárias para progredir satisfato-
riamente em seu processo de aprendizado. Ao mesmo tempo, você deve observar 
como o ritmo de aprendizado do grupo está evoluindo e, ao mesmo tempo, o ritmo 
que estava previsto para realizar o processo de treinamento.
2. Papel como administrador do curso. A administração de um curso será 
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mais aspectos fundamentais para assegurar um acompanhamento adequado de um 
curso on-line. O treinador deve controlar e gerenciar próprio tempo e envolvimento 
dos participantes, oferecendo respostas rápidas a perguntas que possam surgir nas 
respostas do grupo. Será importante que o treinador tem a capacidade de gerenciar, 
monitorar e organizar a participação em diversas ferramentas interativas, tais como 
conferências, fóruns, lista, etc. 
Quando falamos de gestão de um curso on-line, nós também referir-se a capa-
cidade do professor para manter todos os recursos tecnológicos do curso, os partici-
pantes informações, materiais, atividades, etc. A capacidade de gerenciar, organizar 
e coordenar as atividades do grupo de participantes em um curso virtual e dominar as 
ferramentas disponíveis para alcançar este objectivo, é outra das características-cha-
ve que terão de fornecer o professor, uma vez que depende do nível de participação 
e o grau de cooperação que podem ficar com todos os participantes do curso. Prado 
(2012) identificou uma série de fatores associados com experiências bem sucedidas 
em treinamento on-line no ensino superior que têm a ver com o papel de tutor online. 
São os seguintes:
• Tamanho do grupo:. Quanto menor, melhor 
• Conhecimento de outros participantes É melhor se os participantes conhecem 
uns aos outros 
• Estudante experiente é melhor se os alunos são experientes comunicadores 
nas condições da tarefa 
• Clareza sobre a tarefa é melhor se os alunos a compreender como lidar com a 
tarefa, especialmente se o entendimento é compartilhado 
• Tarefa propriedade: é melhor se os alunos têm a oportunidade de negociar o 
que a tarefa envolve 
• Necessidade do sistema: é melhor se existe um papel claro para o treinamento 
on-line que não pode ser cumprida por outros meios de modo mais fácil 
• Tipo de tecnologia e experiência prévia em treinamento on-line: é melhor se a 
tecnologia requer pouca preparação prévia e se o O aluno já teve experiências ante-
riores em formação através de redes telemáticas.
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• Papel como um conhecedor de recursos da Internet e serviços básicos. Essa 
competência deve permitir que ele conheça os sistemas existentes de busca de in-
formações, recursos disponíveis e possíveis usos e aplicações voltados ao processo 
de treinamento que está sendo realizado a cada momento.
4. Papel como organizador e planejador. Deve ter a capacidade de organi-
zar e definir claramente os objetivos do curso, bem como estruturar o conteúdo, 
atribuindo trabalho prático e atividades interativas mais adequadas. Ao falar sobre 
planejamento, você deve ter a capacidade de atribuir e calcular os tempos para as 
diferentes tarefas que são definidas, tanto as suas quanto as dos alunos, o que é um 
dos aspectos mais críticos e diferenciadores entre o treinamento presencial e on-line. 
5. Papel como ‘paratécnico’. Não no sentido estrito da palavra, mas esperando 
que o treinador tenha a capacidade de resolver aspectos gerais e básicos e proble-
mas de natureza técnica ou o uso de recursos on-line que possam ter sido atribuídos 
ao participante do curso. Os problemas técnicos reais devem ser resolvidos por um 
técnico de informática que possa oferecer apoio e suporte ao treinador durante todo 
o processo de treinamento.
Quando um treinador projeta um curso virtual a partir de uma perspectiva peda-
gógica de treinamento ativo, você deve ter em mente que você pode ter que reduzir 
a quantidade de conteúdo de aprendizagem em favor de um espaço maior para parti-
cipação e troca de idéias. Uma aula orientadora e focada na transmissão de informa-
ções pelo formador requer menos tempo do que uma aula na qual os alunos devem 
assimilar os conteúdos, trabalhar em grupo, colocá-los em prática e compartilhar 
suas experiências e idéias. 
Isso não é incompatível com a possibilidade de oferecer informações comple-
mentares para os alunos que, no decorrer do curso ou no futuro, desejam aprofun-
dar ou ampliar os assuntos estudados. Esses autores apontam diferentes tipos de 
atividades a serem desenvolvidas pelo instrutor on-line como moderador de qualquer 
debate ou discussão em grupo: 
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1. Apresentar o tópico do debate: relacionando-o com as leituras ou outros 
materiais do curso e indicando claramente quais aspectos ou questões aos quais os 
alunos devem responder. 
2. Incentivar, como se fosse uma entrevista não estruturada, que os alunos ex-
pandissem e desenvolvessem seus próprios argumentos e os de seus pares.
3. Fornecer informações: como um especialista no campo, o treinador pode 
oferecer informações sobre estudos, recursos ou fatos que ajudam a desenvolver os 
tópicos de discussão, complementando os materiais já disponíveis. 
4. Integrar e liderar as intervenções, sintetizando, reconstruindo e desenvol-
vendo as questões que surgem e relacionando-as à literatura e ao tema. 
5. Globalizar o aprendizado para que o tema de um debate seja relacionado a 
tópicos já vistos, para facilitar aos alunos uma estruturação mais complexa e pouco 
compartimentada do conhecimento gerado. 
6. Lançar perguntas que possam ajudar os alunos a descobrir possíveis contra-
dições ou inconsistências em suas contribuições.
7. Resumir, a título de conclusão, as contribuições para o debate, enfatizando 
as ideias-chave, antes de passar para outro tópico. 
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8. Ajudar os alunos em suas habilidades de comunicação, apontando, em par-
ticular, suas possíveis melhorias para um melhor entendimento com o grupo.
A aprendizagem envolve, em essência, dois tipos de interação, interação com 
conteúdo de um assunto ou curso e interação pessoal. Essa intercomunicação pes-
soal não precisa, em muitos momentos (em outros, sim) de uma verdadeira sincronia 
no tempo, de modo que a interação professor / tutor-aluno possa ser independente 
do lugar e do tempo.
Uma tarefa essencial e uma responsabilidade básica da ação tutorial é a criação, 
cuidado e animação dos diferentes grupos, fóruns, listas de discussão,etc. O tutor 
tem a responsabilidade de visitar regularmente os diferentes canais de comunicação 
estabelecidos para atender as consultas, comentários, etc. 
Os autores defendem a adoção de uma “abordagem comunicativa” que tem as 
seguintes características:
• mantém uma posição aberta sobre o valor de os diferentes tipos de conheci-
mento (evita o dogmatismo) 
• assume uma postura crítica em relação ao conhecimento teórico 
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• é reflexiva. Ele une seu conhecimento com suas experiências e descreve suas 
experiências, para uma melhor compreensão das mensagens que ele emite. 
O ambiente assíncrono favorece a emissão de mensagens mais reflexivas que 
facilitam a compreensão da aprendizagem. Isso envolve o desenvolvimento de uma 
aprendizagem de nível profundo e pensamento crítico:
• Adotar um tom cauteloso, cauteloso. 
• Procurar activamente discussão com outros membros do grupo. 
• Digitar suas informações pessoais através da mensagem. 
• Relaciona circunstâncias particulares que refletem estados físicos ou mentais 
que enriquecem a compreensão da mensagem 
• Estrutura livre para a contribuição para o fórum.Em uma situação de tutoria 
através de meios telemáticos podemos estabelecer vários tipos de papéis aos quais 
uma série inteira de designações é atribuída. recomendações em cada uma das 
áreas correspondentes.
Agora, em se tratando das recomendações pedagógicas, algumas considera-
ções devem ser levadas em conta. De acordo com Costa (2013), são elas:
✗ Mantenha os objetivos claros. Os alunos devem acreditar que a comunicação 
com o tutor merece punição em todos os momentos. 
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✗ Mantenha a máxima flexibilidade possível. Devido à individualidade e diversi-
dade dos alunos e à própria essência desta modalidade de ensino, os cursos devem 
ser flexíveis até o limite que estabelecemos razoavelmente. Mais do que apresentar 
conteúdos totalmente fechados em uma sessão tutorial, por exemplo, vamos abrir a 
lista de conteúdos para que os alunos possam incluir tópicos ou aspectos que, em-
bora devessem ter sido abordados em sessões anteriores, ou que sejam de natureza 
diferente daquela em princípio que devemos tentar, pode esclarecer dúvidas, facilitar 
a aprendizagem, etc. 
✗ Estimule a participação. O uso de várias opções ou estilos de aprendizagem 
pode estimular a participação e interação dos alunos nos colóquios e debates pre-
senciais ou em fóruns online ou qualquer outro tipo de atividade participativa.
✗ Evite um estilo autoritário. Intimamente relacionado com as características do 
tutor. Isso é sempre importante, mas particularmente importante no contexto em que 
a ação tutorial será desenvolvida: estudantes adultos em um contexto universitário. 
✗ Seja objetivos. Antes de generalizar, considere todas as circunstâncias que 
cercam qualquer decisão que tenhamos que tomar. 
✗ Evite expectativas elevadas. O tutor a distância deve se sentir satisfeito se, 
após uma sessão tutorial, por exemplo, os três ou quatro pontos mais importantes 
tiverem sido alcançados e esclarecidos. 
✗ Confie principalmente nos materiais que conhece. Isto é particularmente im-
portante neste contexto. A Internet está cheia de materiais, a grande maioria dos 
quais não conhecemos. Possivelmente eles são muito bons e são muito úteis para 
nossos estudantes. Mas possivelmente tudo o que eles conseguem é distraí-los e 
perder tempo para eles. 
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✗ Promova a intercomunicação entre os próprios alunos. Pense e projete oca-
siões e momentos em que dois ou mais alunos que acreditamos compartilham os 
mesmos estilos, interesses, etc. pode ser colocado em comunicação direta
✗ Encontre pontos de encontro. O tutor deve sempre tentar encontrar diferentes 
tópicos que levem a um ponto a partir do qual eles possam avançar em comum. 
✗ Use tarefas simples. Tarefas de grupo podem ser apropriadas para esse meio 
que estamos usando, mas um projeto de atividades excessivamente amplo e compli-
cado pode ser negativo. 
✗ Faça os materiais atraentes. Quanto mais relacionadas as atividades que pro-
jetamos ao ambiente ou às experiências dos alunos, mais atraentes elas serão para 
elas. 
✗ Convide especialistas. Procure a possibilidade de incorporar algum especia-
lista (do Departamento, de outra Universidade, etc.) ao nosso ensino, seja nas ses-
sões de tutoriais em grupo, ou usando a videoconferência. 
✗ Evite a aula principal. Embora pareça diferente, nosso ensino a distância tam-
bém pode se tornar uma soma de pequenas classes mestras. Sempre tente envolver 
os alunos: questionários, perguntas específicas, comentários.
✗ Peça comentários. Peça aos alunos que comentem alguns dos pontos que 
aparecem nos tópicos. Que eles “exponham” (no Fórum, na tutoria presencial, etc.) 
embora seja necessário dar-lhes algum tempo para a elaboração.
Já as recomendações comunicativas, são elas:
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✗Aceite os “olhares”. Algumas pessoas aprendem ouvindo os outros e não po-
demos negar que a aprendizagem está ocorrendo. 
✗ Atenção ao “medo de fazer papel de bobo”. É um sentimento que alguns de 
nossos alunos terão ao participar de uma discussão sobre um tópico, ao dar suas opi-
niões. Principalmente em sessões de tutoria em grupo. Vamos remover esse medo 
do ridículo, dando-lhes confi ança. 
✗ Cuidado com o humor. Mais do que com humor, com sarcasmo. Vamos co-
nhecer bem nossos alunos antes de usar qualquer estilo sarcástico ou irônico em 
nossos comentários. 
✗ Não esqueça as apresentações. Em nossa primeira oportunidade, os alunos 
se apresentam, falam de si mesmos, criam um clima de grupo. 
✗ Facilitar a intercomunicação.
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Além disso, vale mencionar sobre as recomendações organizacionais, que são 
elas:
✗Informalidade. Dependendo dos objectivos do curso, pode ser que o professor 
/ tutor pretenda dar-lhe um certo grau de informalidade tanto na intercomunicação 
como noutros aspectos (comentários que são enviados, etc.). Este é um aspecto com 
o qual o tutor deve ser extremamente cuidadoso 
✗Lista de estudantes. O tutor pode considerar conveniente distribuir uma lista 
de alunos com seus endereços eletrônicos para incentivar a intercomunicação entre 
eles. E, pelo contrário, você pode considerar promover a troca de endereços entre os 
próprios alunos através dos chats ou fóruns. 
✗ Sempre dê respostas. E dê respostas rápidas às perguntas que você pode 
nos fazer pelo correio ou por qualquer outro meio. Dê pronta resposta aos exercícios 
ou trabalhos que você nos envia. É muito importante, na aprendizagem a distância, 
que o aluno se sinta apoiado, que ele tenha seu tutor por perto. 
✗ Preocupe-se com questões administrativas. Informe os alunos sobre questões 
relacionadas à inscrição, inscrições, certificados etc. Preocupação de que o aluno 
receba materiais ou comunicações a tempo, etc.
✗ Seja paciente. Embora nos obrigue a dar respostas rápidas a qualquer per-
gunta feita por nossos alunos, não exigimos o mesmo deles. Entendemos que as cir-
cunstâncias de alguns (ou seu próprio modo de ser) podem impedi-los de nos enviar 
seus comentários, respostas, etc. no termo que gostaríamos. Isso não significa que 
somos flexíveis demais com relação ao prazo de envio das obras estabelecidas em 
um calendário fixo. 
✗ Peça comentários. Peça opiniões e comentários aos nossos alunos sobre o 
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curso geral sobre um determinado tópico ou atividade, como eles se sentem sobre 
uma determinada tarefa, etc.
✗ Sincronize e harmonize. A aprendizagem autônoma e independente, marcada 
pelo próprio aluno, é uma das características essenciais do Ensino à Distância. Mas 
esse “princípio fundamental” não é contrária à que como tutores tentar sincronizar e 
harmonizar a passagem dos nossos alunos em seu estudo que, quando temos ati-
vidades comuns (uma sessão de tutoria em sala de aula, por exemplo) não existemgrandes diferenças no estudo ( que a grande maioria está estudando a mesma uni-
dade ou módulo). E tente “ressincronizar” de vez em quando. 
✗ Equilibrar participação. Em sessões presenciais, ou em quaisquer outras ativi-
dades em grupo, é conveniente que tentemos manter um equilíbrio entre a participa-
ção do tutor e a dos próprios alunos. Parece uma regra geralmente estabelecida que 
nossa participação não deve exceder metade do tempo total.
✗Liderar os procedimentos. O tutor remoto deve ser sempre o iniciador em qual-
quer tipo de processo, modificando o que não funcionou, estimulando a discussão, 
mas também fechando-a e redirecionando-a quando esta entrar no prazo. 
✗ Prestar especial atenção ao email. Como forma de incentivar os alunos a rea-
lizar qualquer tipo de atividade, pedir sua opinião, etc. Seja claro. Seja muito claro 
ao apresentar o assunto, os requisitos, atividades, etc. E seja muito claro quando se 
trata de expor os objetivos e demandas aos alunos. Não crie falsas expectativas em 
alunos que, além disso, podem influenciar outros assuntos.
✗ Seja equilibrado com o assunto. Distribuir o peso do material nas diferentes 
unidades em que achamos oportuno dividi-lo, bem como distribuir com um equilíbrio 
adequado as atividades tanto em relação ao tempo quanto ao conteúdo em si ou exi-
gir que elas sejam apresentadas. 
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✗ Seja equilibrado com os alunos. O tutor on-line: funções, papéis e tarefas pre-
senciais, em que devemos atentar para que todos tenham as mesmas possibilidades 
de participação e exposição de dúvidas, etc. Teremos que “parar” aqueles que são 
extremamente participativos e encorajar aqueles que parecem mais reticentes e com 
medo de participar. O mesmo terá que ser levado em conta nos chats e fóruns. 
Os papéis, funções e tarefas do tutor on-line nos novos ambientes virtuais de 
ensino-aprendizagem são diferentes daqueles assumidos para tutoria no ensino pre-
sencial, uma vez que são necessárias novas competências comunicativas, organiza-
cionais e pedagógicas. A qualidade da tutoria, o apoio constante e o aconselhamento 
aos alunos é um dos principais fatores de envolvimento no processo de aprendiza-
gem e permanência nas atividades de formação em e-learning. 
Portanto, a formação inicial e continuada de professores deve contribuir para o 
desenvolvimento dessas competências de tutoria, se uma educação de qualidade 
adaptada às características individuais do aluno for desejada. 
Por fim, vale destacar sobre os proncipais indicadores de qualidade de ação tu-
torial que recolhem os princípios básicos da boa prática educativa on-line: 
• Incentivar a participação activa dos alunos através de diferentes ferramentas 
comunicativas disponíveis na sala de aula virtual e atividades de aprendizagem de 
design que exigem interação e colaboração entre os alunos 
• Gerar um intercâmbio fluido e constante de comunicação através da criação 
de comunidades de aprendizagem orientadas para a construção compartilhada de 
conhecimento. realizar atividades tutoriais individualizadas que levem em conta dife-
rentes estilos de aprendizagem 
• Tomar cuidado especial com o tom e as formas de intervenções comunicativas, 
a fim de criar um ambiente que estimule a participação ção e gerar confiança no tutor 
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e do grupo. 
• Gerenciar a interação adequadamente comunicativa através da criação de di-
ferentes fóruns específicos (temáticos, organizacionais, dificuldades de aprendiza-
gem, etc.) 
• Criar ambientes de aprendizagem que promovam a autonomia do aluno e de-
senvolver a sua competências para «aprender a aprender» Os professores que usam 
ambientes virtuais percebem que a apresentação de conteúdo educacional é apenas 
uma pequena parte do processo de aprendizagem. 
Logo, na sala de aula invertida, portanto, o tutor deve ser capaz de projetar, in-
tervir e avaliar este diálogo didático para o benefício de seus alunos.
INDICAÇÕES BIBLIOGRÁFICAS
BELLONI, Maria Luisa. Educação a distância. 4. ed. Campinas: Autores Asso-
ciados, 2006.
CRUZ, Dulce Márcia. Aprendizagem por videoconferência. In: LITTO, Frederic 
Michael; FORMIGA, Marcos (Org.). Educação a distância: o estado da arte. v. 1. São 
Paulo: Pearson, 2009. p. 87-93.
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CAPÍTULO 3 – RECAPITULANDO
QUESTÕES DE CONCURSOS
Questão 1
Ano: 2016 Banca: CPCON Órgão: Prefeitura da Cruz Prova: Auxiliar de apoio ao en-
sino Nível: Superior
O art. 14 da LDB 9394/96 trata da elaboração do Projeto Político Pedagógico (PPP) 
da escola. No tocante ao PPP, é CORRETO afirmar que
o PPP expressa exclusivamente a filosofia da escola.
a responsabilidade pela elaboração do PPP é da coordenação pedagógica.
o PPP se constitui como o instrumento regulador do conjunto de práticas educativas 
a ser seguido pelos profissionais da escola.
o PPP não deve ser alterado em hipótese alguma.
a elaboração do PPP deve se dar no início de cada ano letivo.
Questão 2
Ano: 2016 Banca: CPCON Órgão: Prefeitura da Cruz Prova: Auxiliar de apoio ao en-
sino Nível: Superior
Assinale a alternativa que NÃO CORRESPONDE aos elementos do PPP.
Marco operacional
Marco situacional
Diagnóstico
Marco doutrinal
Marco regimental
Questão 3
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Ano: 2018 Banca: AMEOSC Órgão: Prefeitura da Tunápolis Prova: Auxiliar de ensi-
no Nível: Superior. Assinale a alternativa incorreta tendo em vista o pensamento de 
Paulo Freire:
A - A disposição das carteiras em sala de aula é circular, pois a “roda” favorecia o 
diálogo, a interação entre todos.
B - A linguagem e o diálogo eram os pontos de partida para pesquisa, organização e 
levantamento investigativo do universo vocabular e dos eixos temáticos significativos 
da vida dos alunos.
C - A partir de eixos se definia o material a ser utilizado na aprendizagem da leitura 
e da escrita.
D - Sua proposta didática pode ser entendida em sentido metodológico estrito, por 
ser um processo estático.
Questão 4
Ano: 2018 Banca: AMEOSC Órgão: Prefeitura da Tunápolis Prova: Auxiliar de ensino 
Nível: Superior. Analise o trecho a seguir e assinale a alternativa que completa res-
pectivamente as lacunas:
“A União organizará o sistema federal de ensino e o dos Territórios, _____________ 
as instituições de ensino públicas federais e exercerá, em matéria educacional, fun-
ção _____________ e ___________, de forma a garantir equalização de oportuni-
dades educacionais e padrão mínimo de qualidade do ensino mediante assistência 
técnica e financeira aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios.”
Financiará – Redistributiva – Supletiva.
Aviltará – Distributiva – Perene.
Subsidiará – Redistributiva – Volátil.
Subsidiará – Distributiva – Supletiva.
Questão 5
Ano: 2018 Banca: AMEOSC Órgão: Prefeitura da Tunápolis Prova: Auxiliar de ensino 
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Nível: Superior Segundo a Constituição Federal:
(__) - Os Municípios atuarão exclusivamente no ensino fundamental e na educação 
infantil;
(__) - Os Estados e o Distrito Federal atuarão facultativamente no ensino fundamen-
tal e médio;
(__) - Na organização de seus sistemas de ensino, a União, os Estados, o Distrito 
Federal e os Municípios definirão formas de colaboração, de modo a assegurar a 
universalização do ensino obrigatório; (__) - A educação básica pública atenderá 
prioritariamente ao ensino regular.
Levando-se em consideração que (V) significa verdadeiro e (F) significa falso, a se-
quência correta das proposições acima é:
F-F-V-V.
V-V-F-F.
F-V-F-V.
V-F-V-F.
QUESTÃO DISSERTATIVA – DISSERTANDO A UNIDADE
Explique o que é comunidade de aprendizagem.
TREINO INÉDITO
Assunto: Construtivismo
Assinale a alternativa correta.
Os construtivistas adotam uma abordagem em que o conhecimento é a base de 
como o indivíduo cria significados a partir de suas próprias experiências
Os construtivistas adotam uma abordagem em que o conhecimento é a base de 
como o indivíduo recriasignificados a partir de suas próprias experiências
Os construtivistas adotam uma abordagem em que o conhecimento é a base de 
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como o indivíduo oblitera significados a partir de suas próprias experiências
Os construtivistas adotam uma abordagem em que o conhecimento é a base de 
como o indivíduo suprime significados a partir de suas próprias experiências
NDA
NA MÌDIA
Professor do ensino superior identidade, docência e formação
Este artigo propõe uma análise das práticas de interação nos ambientes virtuais de aprendizagens 
que ocorrem na educação a distância. Fará também uma análise da Teoria Construtivista presente 
nesta modalidade de educação e como os alunos conseguem obter êxito ao utilizar as plataformas 
para estudar, interagir e conectar-se com os colegas. O estudo também pretende mostrar que com 
o avanço da tecnologia, consequentemente mais pessoas estão conectadas à internet em qualquer 
lugar, principalmente através de equipamentos móveis, como tábletes e celulares, fato este que 
facilita não somente o acesso a informação, mas também o estreitamento das relações que ora na 
EAD parecia distante. Através de pesquisas bibliográficas, constatou-se que apesar de ainda hoje 
haver certa evasão dos cursos em EAD, pode-se afirmar que a maioria dos estudantes conseguem 
concluir seus cursos e que o fator desmotivante não é a questão da interação ou participação e 
acompanhamento das atividades nas plataformas e sim de cunho pessoal. 
Fonte: Deise Bento de Oliveira Guimarães
Disponível: CONTRIBUIÇÕES DO CONSTRUTIVISMO NAS PRÁTICAS DE INTERAÇÃO VIRTU-
AL Fonte: Deise Bento de Oliveira Guimarães 
NA PRÁTICA
Metodologia Construtivista Usando um Ambiente de Software Baseado na WEB
O ambiente sócio-cultural de um indivíduo, neste início de século, está fundamentado 
em novas maneiras de pensar e de conviver a partir das tecnologias interativas, 
surgidas com o avanço das telecomunicações e da informática. E isto está gerando 
novas formas de ensinar e aprender, tendo o computador como principal recurso, 
que representa a possibilidade de dinamização das práticas pedagógicas, através 
de ambientes de ensino-aprendizagem poderosos, onde a cooperação virtual vem 
apoiar o processo de desenvolvimento cognitivo e social dos educandos, com vistas 
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à construção coletiva de conhecimentos pelo tratamento de informações que são 
compartilhadas, processadas e distribuídas em tempo real ou não.
Data: 23/11/2005
Fonte: Maria Cristina Pfeiffer Fernandes
José Rodrigues Fernandes
Disponível: http://www.abed.org.br/site/pt/midiateca/textos_ead/675/2005/11/meto-
dologia_construtivista_usando_um_ambiente_de_software_baseado_na_web_
CONSIDERAÇÕES FINAIS
É muito importante que a tutoria seja realizada com nossos alunos, pois através dela podemos 
detectar os problemas que eles têm e ao mesmo tempo canalizá-los ou orientá-los apropriadamente. 
É essencial que o aluno tenha confiança suficiente com o seu tutor para que ele possa falar sobre 
os problemas que ele tem e que ele possa fornecer a ajuda apropriada.
O tutor é um confidente, que deve: saber ouvir, prestar atenção ao que o aluno está dizendo, deve 
ser muito discreto, guardar segredos e poder ajudar o aluno a enfrentar situações que surgem em 
sua vida acadêmica e social.
 Realizar a tutoria como deveria, traz benefícios para ambas as partes, pois é importante ter 
o apoio necessário para obter melhores resultados que se refletirão no desempenho dos alunos e 
no desempenho escolar.
Como vimos, a tutoria é fundamental para o bom desenvolvimento dos alunos no processo de en-
sino - aprendizagem; já que através disso podemos conhecer os problemas que eles apresentam, 
tanto na escola, família ou social.
Por fim, para o aluno, o apoio ou orientação que ele pode receber através dos tutoriais é fundamen-
tal; Permite-lhe crescer, amadurecer e analisar a sua situação e, em alguns casos, tomar decisões 
importantes na sua vida diária.
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FECHANDO A UNIDADE
GABARITOS
CAPÍTULO 01
Questões de concursos
01 02 03 04 05
C A B D B
QUESTÃO DISSERTATIVA – DISSERTANDO A UNIDADE – PADRÃO DE RESPOSTA
Desde o surgimento do computador, não demorou muito para que pudéssemos ver o que 
chamamos de multimídia, um sistema que utiliza mais de um meio de comunicação ao mesmo 
tempo na apresentação de informações, como texto, imagem, animação, vídeo e som. o conceito é 
tão antigo quanto a comunicação humana, pois quando nos expressamos em uma conversa normal 
falamos (som), escrevemos (texto), observamos nosso interlocutor (vídeo) e agimos com gestos e 
movimentos das mãos (animação), agora, Com o surgimento de aplicativos multimídia para com-
putadores, essa palavra tornou-se parte da linguagem usual. 
Materiais multimídia são usados principalmente para transmitir cursos completos, especial-
mente computador. Cursos completos são vendidos ou transmitidos via DVD ou CD-ROM, então 
ao invés de serem aulas particulares, eles são realmente meios de oferecer educação a distância 
para um segmento exclusivo.
TREINO INÉDITO
GABARITO A
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Justificativa
a. Correta. A tutoria possui caráter preventivo e formativo que tem como finalidade 
acompanhar os alunos em seu desenvolvimento, afetivo e cognitivo;
b. Incorreta. A tutoria possui caráter preventivo e formativo que tem como finalida-
de acompanhar os alunos em seu desenvolvimento, afetivo e cognitivo;
c. Incorreta. A tutoria possui caráter preventivo e formativo que tem como finalida-
de acompanhar os alunos em seu desenvolvimento, afetivo e cognitivo;
d. Incorreta. A tutoria possui caráter preventivo e formativo que tem como finalida-
de acompanhar os alunos em seu desenvolvimento, afetivo e cognitivo;
e. Incorreta. A tutoria possui caráter preventivo e formativo que tem como finalida-
de acompanhar os alunos em seu desenvolvimento, afetivo e cognitivo;
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CAPÍTULO 02
Questões de concursos
01 02 03 04 05
D C A E B
QUESTÃO DISSERTATIVA – DISSERTANDO A UNIDADE – PADRÃO DE RESPOSTA
A Aprendizagem Significativa é um processo pelo qual novas informações estão 
relacionadas a um aspecto relevante da estrutura cognitiva do aprendiz. “pressupõe 
tanto que o aluno expressa uma atitude para com a aprendizagem significativa, ou 
seja, uma disposição de se relacionar, não arbitrária, mas substancialmente, o novo 
material com a sua estrutura cognitiva como o material de aprendizagem é potencial-
mente significativa para ele , especialmente relacionado à sua estrutura de conheci-
mento, intencionalmente e não literalmente. 
TREINO INÉDITO
GABARITO: B
JUSTIFICATIVA
a. Incorreta. A aprendizagem significativa é o conceito mais importante da teoria ausubelianos
b. Correta. A aprendizagem significativa é o conceito mais importante da teoria ausubelianos
c. Incorreta. A aprendizagem significativa é o conceito mais importante da teoria ausubelianos
d. Incorreta. A aprendizagem significativa é o conceito mais importante da teoria ausubelianos
e. Incorreta. A aprendizagem significativa é o conceito mais importante da teoria ausubelianos
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CAPÍTULO 03
Questões de concursos
01 02 03 04 05
D E D A A
QUESTÃO DISSERTATIVA – DISSERTANDO A UNIDADE – PADRÃO DE RESPOSTA
A comunidade de aprendizagem é o veículo através do qual a aprendizagem on-
-line ocorre. Os membros dependem uns dos outros para alcançar os resultados de 
aprendizagem do curso. Sem o apoio e participação de uma comunidade de apren-
dizagem, não há curso online. Mas, obviamente, uma comunidade de aprendizagem 
não pode ser criada por apenas uma pessoa. 
Embora o professor seja responsável por facilitar o processo, os participantes 
têm responsabilidade na criação da comunidade. A capacidade de colaborar e criar 
conhecimento e significado comuns é um indicador claro de queuma comunidade de 
aprendizagem virtual foi criada com sucesso.
TREINO INÉDITO
GABARITO: A
JUSTIFICATIVA
a. Correta. Os construtivistas adotam uma abordagem em que o conhecimento é a 
base de como o indivíduo cria significados a partir de suas próprias experiências 
b. Incorreta. Os construtivistas adotam uma abordagem em que o conhecimento é a 
base de como o indivíduo cria significados a partir de suas próprias experiências
c. Incorreta. Os construtivistas adotam uma abordagem em que o conhecimento é a 
base de como o indivíduo cria significados a partir de suas próprias experiências
d. Incorreta. Os construtivistas adotam uma abordagem em que o conhecimento é a 
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base de como o indivíduo cria significados a partir de suas próprias experiências
e. Incorreta. Os construtivistas adotam uma abordagem em que o conhecimento é a 
base de como o indivíduo cria significados a partir de suas próprias experiências
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REFERÊNCIAS
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