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Prótese Total Profº Leandro ASPECTOS ANATÔMICOS RELACIONADOS AO EXAME CLÍNICO EM PRÓTESE TOTAL 1. PRÓTESE TOTAL: Conceito. É o ramo da prótese dental que se propõe a restaurar de maneira total o paciente desprovido de dentes. 2. Objetivos da reabilitação com próteses totais. ● Restaurar a função mastigatória. ● Restaurar as medidas e os contornos da face segundo a estética. ● Corrigir os defeitos da fonética devido a perda dos dentes. - Restaurar não produzindo lesões aos pacientes. ** Restaurar não produzindo lesões ao PCT Zona de neutralidade muscular: usa a ação muscular para favorecer a estabilidade da prótese dentro da cavidade oral ( através de moldagem - determinar a região zona de neutralidade) Performance Mastigatória ----> varia de 12 a 30% (comparada ao dentado) *Devolver os contornos faciais que foram perdidos - pela perda da dimensão vertical e falta de sustentação da musculatura. Após a remoção dos dentes ocorrem modificações em todas as estruturas envolvidas no processo da mastigação, que acentuam-se de acordo com o tempo que levamos para reabilitar o paciente = mastigação, fonética, respiração estética, conforto psicológico, atm, musculatura, tecido ósseo ----->disfunção estomatognática. 3. Modificações que ocorrem após a perda de dentes. 3.1. Reabsorção óssea dos processos alveolares. ● Perda em altura e largura. ● Mais rápida no início, continua por toda a vida. ● Maxila - 2 a 4 mm no primeiro ano e 0,1 mm por ano em média. ( tábua óssea vestibular) ● Mandíbula - 4 a 6 mm no primeiro ano e 0,4 mm por ano em média(ambas as tábuas ósseas) ● Maxila - parede óssea vestibular – Centrípeta. ● Mandíbula – paredes vestibular e lingual Começar a reabilitação pelo arco inferior (pq a crista óssea se mantém mais ou menos na mesma posição enquanto que na maxila perde osso em altura) não posso iniciar pelo arco superior. *Perda do processo alveolar: invaginação dos lábios Perde 4mm de osso por ano em maxila até chegar no osso basal - onde precisa dos implantes zigomáticos, implantes paranasais. 3.1.1. Processo alveolar superior. Crista óssea na maxila reduz em largura de Vestibular para Palatina. Centrípeta - em direção ao centro do palato Planejamento reverso = identificar o local onde será colocado os implantes *Medir a espessura da borda da prótese - para saber a quantidade de enxerto ósseo ( para restabelecer o suporte labial) a prótese antiga que dará a orientação correta. *Reforços devem ser direcionado para os rebordos residuais. 3.1.2. Processo alveolar inferior. Em mandíbula perde tecido ósseo igual tanto de vestibular quanto lingual 3.1.3. Zonas de suporte de esforços. (Prova*) *Arco superior: ● Zona de suporte da maxila - áreas onde posso determinar mais esforço mastigatório ou preservar ● Zona mastigatória de suporte na maxila ● Zona secundária de suporte (abóbada palatina) ● Zona de vedamento periférico ● Zona de alívio ( não devo carregar muito esforço mastigatório) - pode gerar bascula na prótese, essa região deve pressionar menos a fibromucosa e não aumentar o grau de reabsorção. (?a'e palatina e cristas palatinas) Oclusão mutuamente protegida: maior contato dentes posteriores - protegem os anteriores. *Arco inferior: ● Zona de suporte da mandíbula ● Zona principal de suporte : rebordo inferior por vestibular e lingual ● Zona secundária de suporte: toda a crista do rebordo anterior a prótese não pode tocar ● Zona de vedamento periférico ● Zona de alívio: toda a crista do rebordo a prótese não pode tocar 3.2. Modificações da mucosa e submucosa. ● Adelgaçamento da mucosa. ● Diminuição da espessura da submucosa. ● Redução da superfície. ● Diminuição da elasticidade da mucosa. Mucosa - proteção dos dentes e rebordo ósseo. Quando pct edêntulo a mucosa é chamada de fibromucosa que se modifica para receber esforço mastigatório. Rebordo gengival - tecido conjuntivo denso fixo ao osso adjacente Mucosa do vestíbulo - tecido conjuntivo elástico unido a musculatura A- TÚBER MAXILAR B- FÓVEAS PALATINAS C-ZONAS PERIFÉRICAS Fórnix vestibular - tecido conj frouxo passível de mudar de posição Área de contato com a fibromucosa - interposição de saliva que faz a prótese grudar no palato maior área de contato da prótese maior retenção. Moldagem = Extensão maior da área basal - pressionando os tecidos de fundo de sulco Fibromucosa do rebordo - deverá estar firme. 3.3. Modificações musculares. ● Retrações dos ventres dos músculos da mastigação (perde dimensão vertical) ● Encurtamento e atrofia dos músculos cutâneos ● Diminuição do Tônus Ventre e tendão - acabam encurtando que deve ser realizado um manejo da prótese antiga antes de colocar a nova, pois os músculos ficam em uma menor dimensão devido a prótese gasta se adaptam a uma nova dimensão vertical reduzida. 3.4. Modificações do complexo da ATM. O côndilo irá se reposicionar com a perda dos dentes. 3.5. Modificações fisiológicas. Ocorrem com a idade e a perda dos dentes: MASTIGAÇÃO: ● Aumento do tempo de permanência dos alimentos no estômago ( não mastiga adequadamente) ● Manutenção da película não digestiva que prende os alimentos ( película de celulose em vegetais e tecido conjuntivo nas fibras musculares) *Após a nova prótese: 12 semanas para garantir grau satisfatório 12 e 18 meses para igualar o aparelho anterior. SALIVAÇÃO: ● Modificação das reações mucossalivares pela perda de estimulação proprioceptiva ● Sensibilidade proprioceptiva da boca: Rica inverção sensibilidade proprioceptiva Receptores que facilitam captação do nível funcional: ATM-LP-Mucosa oral- Polpa dentária Captam fatores mecânicos Possuem limiar baixo Objetivo determinar sensação específica correspondente Proprioceptores controlam função estomatognática ● Desaparecimento da secreção dos leucócitos do fluido gengival ● Escolha de alimentos moles diminui a secreção salivar pela parótida. ● Com a idade quantidade de mucina aumenta, tornando a saliva mais viscosa diluindo menos os alimentos. ● Sensação de boca seca, causa perda de apetite e tende a instalar carências alimentares. ● Relação com a prótese total. ● Tipos: Serosa - Mucosa A instalação de uma PT provoca uma hipersalivação reflexa que dura de 25 a 21 dias. Isso permite o paciente suportá-la mais facilmente.. Com o tempo essa secreção se auto-regula e volta ao normal. Diminuição do fluxo salivar: (xerostomia): antidepressivos, diuréticos, anti-histamínicos e anticonvulsivantes. (ingerir mais líquido) DIGESTÃO. - ● Aumento do tempo de permanência dos alimentos no estômago. ● Manutenção da película não digestiva que prende os alimentos. ● Película de celulose em vegetais. Tecido conjuntivo nas fibras musculares. DEGLUTIÇÃO - ● Torna-se difícil e delicada pois o bolo alimentar é volumoso. ● Sensação de falsa rota, pela ausência dos dentes posteriores. (dificuldade em mandar o bolo alimentar para deglutição) ● Língua se interpõe entre os arcos para reequilibrar as tensões musculares cérvico-faciais, deixando de “colar” no palato. Isso tudo piora se tiver uma prótese que não está em uma adequada dimensão vertical. Inclinação da cabeça para a frente ao final da deglutição (alteração de DVO) (não cai na prova) ● Elongação dos músculos mastigatórios - ● Hipotensão dos músculos supra-hióideos - ● Contração dos músculos infra-hióideos, e contração reflexa dos supra-hiódeos para equilibrar ● Tensão reflexa dos músculos cervicais, que ocasiona dores articulares na coluna cervical FONAÇÃO: ● Sibilos e ● Projeções salivares. RESPIRAÇÃO ● Maior proporção de respostas brônquicas em pacientes sem restauração protética. PALADAR: ● Os limiares de detecção de doce e salgado e percepção olfativa aumentam com a idade e uso de PTs. ● A hipo ou hiper salivaçãomodificam o gosto dos alimentos. “Para as pessoas idosas, ter em média 20 dentes remanescentes é garantia de melhor saúde geral e maior sobrevida.” 5. Anatomia topográfica da cavidade bucal. 5.1. Importância • Ajuste da moldeira individual. Moldagem em repouso dos rebordos e depois uma moldagem funcional Moldagem anatômica (para construir a moldeira anatomica) - e construir uma moldeira individual que deverá ser ajustada na boca do paciente até que ela não se movimente - se estabilize. Moldagem funcional - paciente realiza movimentos enquanto o molde está na boca. *Modelo anatômico *Modelo funcional - obtido através da moldeira individual onde o paciente realiza movimentos funcionais durante a moldagem. 5.2. Estruturas anatômica. 1- Crista Alveolar 2-Papila Incisiva 3- Rafe palatina 4- Linha de Vibração 5- Fóveas Palatinas 6- Túber da maxila 7- Espaço Coronomaxilar 8- Rugosidade Palatina 9- Fundo de Vestíbulo Labial 10- Fundo de Sulco 11-Bridas 12-Região Palato Duro 1- CRISTA ALVEOLAR INFERIOR 2- FUNDO DE SULCO 3- FUNDO DE SACO INFERIOR 4- FUNDO LINGUAL 5- PÁPILA RETROMOLAR 6- BRIDAS INFERIORES 6. Musculatura e retenção das próteses totais. (Musculatura paraprotética - pode ajudar ou atrapalhar) ● Bucinador e orbicular dos lábios ● Masseter (fora) e pterigóideo medial (dentro). Prótese precisa ter um recorte na região posterior para respeitar as fibras da M. masseter. ● Músculo temporal (origem - porção lat do crânio, inserção: processo coronóide da mandíbula, algumas fibras podem ir para região do trígono retromolar., pode precisar de desgastes na moldeira, quando a mesma é lançada para frente quando tenta adaptá-la. ● Músculo milohiodeo. Bordo curto = trauma = dor = mais curto menos dor ----> perda de estabilidade e pressão na crista do rebordo. borda extensa e borda grossa - funcional ● Músculos da língua= Intrínsecos, genioglosso e geniohioideo ● Músculos da expressão facial - origem e inserção em outro músculo Quelite angular - falta de tônus muscular falta de dimensão vertical - vaza saliva. ● Modíolo: importante na manutenção do selamento anterior das pts. Zona de neutralidade Próteses mais longas possíveis pressionando o fundo de sulco A- M. Elevador do ângulo da Boca B- M. Orbicular da Boca C- M. Zigomático menor D- M. Zigomático Maior E- M. Risório F- M. depressor do ângulo da boca G- M. depressor do lábio inferior. H- M. Temporal I- M Elevador do ângulo da boca J- M. Masseter Diagnóstico. É a diferenciação ou separação de uma moléstia ou situação anormal das demais existentes. Prognóstico - previsão da duração ou evolução de uma situação de um trabalho a ser realizado em condições normais. Exame biológico geral: Saúde geral. Idade. Estado psíquico. Exame clínico: fatores sistêmicos e locais Exames psicológicos e emocionais - tipo emocional gostos antipatias. (Gostos/antipatias. - Esperanças. - Iatrosedação.) Tipo Emocional: Receptivo: Cético Histérico Passivo: Iatrosedação: técnica para eliminar os medos odontológicos ● “Fazer o paciente ficar calmo pelo comportamento do CD” ● Reconhecer e entender o problema ● Explorar e identificar o problema ● Interpretar e explicar o problema ● Oferecer uma solução para o problema EXAME CLÍNICO: Objetivos: ● Detectar, identificar e avaliar estados mórbidos comuns as estruturas orais e ses variações adaptadas às condições de desdentados. ● Avaliar as dificuldades associadas às ciadas variações em relação ao tto e resultado final ● Detectar e avaliar distúrbios funcionais do SE ● Detectar e avaliar moléstias sistêmicas com reflexos bucais. ● Determinar profissão, atividade social e idade do paciente ● Determinar as necessidades de tto prévios (cirúrgicos, médicos ou psiquiátricos) ● Certificar-se da atitude mental e da cooperação do paciente. ● Determinar o raciocínio, experiência e tempo de tto e planejar racionalmente o trabalho ● Alertar o pct sobre as dificuldades do caso. ● Possibilitar o prognóstico ● Registrar no prontuário. Exame extra bucal. ● Harmonia entre o terço superior e inferior da face. ● Exacerbação de sulcos da face. (sulcos nasolabial, geniolabial e mentolabial) ● Quantidade de rugas do terço inferior é compatível com o conjunto. ● Relação entre o músculo orbicular dos lábios e base do nariz (comprimento do perfil) deve ser plano ou ligeiramente convexo em uma linha que une mento e glabela. ● Queilite angular. ● Espessura do vermelhão dos lábios. (projeção dos incisivos que determina o vermelhão do labio ● Exame da capacidade de excursão da mandíbula ( propriocepção - não produz os mesmo movimentos de pcts dentados) ● Deformações faciais. (papila retromolar e linha úmida do lábio) Exame da cavidade bucal. ● Espaço maxilo-mandibular. ○ Favorável ○ Limitado ○ Excessivo. Síndrome da combinação de Kelly (aumento de tecido mole na região da tuberosidade maxilar, em pcts edêntulos superior e dentes anteriores inferiores) Espaço 40 mm na região anterior e pelo menos 16mm na posterior. ● Relação lábio-alveolar. (quanto pct mostra ou esconde dentes) ○ Lábio longo ○ Lábio médio. ○ Lábio curto. ● Relação entre os rebordos ○ Classe I. ○ Classe II. ○ Classe III. (perde osso na maxila e a mandíbula permanece igual) ● • Paralelismo dos rebordos. ○ Inclinados para direita ou esquerda. (retentivo não entra - a prótese não tem eixo de inserção- precisa ser corrigido cirurgicamente) ○ Paralelos. (ideal) ○ Divergentes. (intervir cirurgicamente) ● Tamanho dos arcos. ○ Grande - 50mm ○ Médio. - 45mm ○ Pequeno. - 40mm Maiores = mais favoraveis maior a retenção ● Forma dos arcos (plano horizontal). ○ Quadrado = (maior área - melhor retenção) ○ Triangular.= menor área dentes afastados do rebordo - gera bascula ○ Ovóide.= maior área ● Forma do rebordo alveolar(plano frontal). ○ Em forma de U (arredondado). melhor* fornece bastante retenção ○ Em forma de V (triangular). lâmina de faca - evitar a carga na região para não reabsorver osso. ○ Em forma de C invertido (estrangulado). ● Tamanho do rebordo alveolar(plano frontal). ○ Proeminente. ○ Médio. *ideal favorece melhor distribuição de forças ○ Atrófico ● Formato da abóbada palatina. ○ Em forma de U. * favorável retenção e estabilidade para PT ○ Em forma de V. - possui fulcro - fazendo bascula durante a mastigação- estabilidade. ○ Plana (rasa). rebordos reabsorvidos, retenção pouco favorável ● Profundidade do arco. (dissipação de forças) ○ Profundo. (desfavorável) ○ Médio. favorável ○ Raso. favorável *Fóvea palatina e junção clínica do palato mole e duro = final da PT. ● Inclinação do palato mole. ○ Linha do “AH”. limite da prótese total (pct abre e fala A - para o palato vibrar) vai estar sempre a fóvea palatina e a junção clínica palato mole e duro. ○ Classificação de House: Classe I - palato horizontal Classe II ângulo 135º Classe III- Ângulo de +/-110º Quando mais rasa a abóbada menos inclinado. ● Resiliência da fibromucosa: ○ Muito resiliente. (flácida)- corrigir cirurgicamente ○ Pouco resiliente.(firme) ○ Média. (firme) Estabilidade para prótese ****Síndrome da combinação de Kelly ● Presença de lesões hiperplásicas. (correção cirúrgica) ○ Hiperplasia fibrosa inflamatória. ○ Hiperplasia papilar inflamatória. ○ Epulis fissurado. (hiperplasia de região de lábio) ○ Aumento volumétrico de tuberosidade. *Não se faz PT em cima de mucosa alterada. ● Presença de áreas eritematosas. ○ Estomatite protética. - Trauma. - Fungo (Cândida) - TTO- higienização da prótese e as vezes reembasamento da prótese. (15 dias de tto) creme com antifúngico + corticóide - Candicord - betametasona com …. (creme vaginal)* ● Freios e bridas musculares. ○ Freioanterior superior - precisa realizar um recorte na prótese- oq provoca perda de resistência susceptível a fratura) - ou frenectomia ● Outras patologias. ○ Hemangiomas ● Exame radiográfico. ○ Panorâmico. ○ Periapical ○ Oclusal 17,4% - raízes residuais 12% dentes inclusos 0,78% cistos radiculares Objetivos ● anormalidades quantitativas ● lesões ● forma e qualidade do osso alveolar 8. Indicações das próteses totais. Indicação PT: reabilitação oral de pacientes desdentados. 9. Contraindicações das próteses totais. o Formais (permanentes). o Temporárias. Formas ( permanentes): lesões malignas irreversíveis FATORES FÍSICOS DE RETENÇÃO E ESTABILIDADE EM PRÓTESE TOTAL Técnicas, métodos e materiais são variáveis, porém princípios e conceitos básicos permanecem constantes. Retenção X Estabilidade Retenção: ➔ ato ou efeito de reter-se; ➔ é a resistência oposta pela prótese ao desprendimento de sua base. Estabilidade: ➔ propriedade que tem um corpo, desviado do estado de equilíbrio, de voltar a esse estado; ➔ é a qualidade de voltar à sua posição de equilíbrio quando forças lhe são aplicadas Força Mastigatória. (mastigação cíclica - forças tangenciais DIAGRAMA DE JACOBSON E KROL (*Prova) Retenção e Estética: associado ao conforto psicológico Estabilidade:associado ao conforto fisiológico + Importante estabilidade do que retenção em uma PT. Suporte - longevidade ( maior tempo de duração) Ação da Gravidade Fator físico de Retenção Pressão Atmosférica: (*Prova) - ambiente onde a prótese está exposta HISTÓRICO: ➔ Pressão Atmosférica = 1 kg/cm (nível do mar)- Tamaki ➔ Galileu, Torricelli e Pascal = barômetro ➔ Guericke (1672) = Experiência de Magdeburgo ➔ Pièrre Fouchard (1728) = câmara de vácuo uma escavação na prótese (para aumentar a retenção da prótese), porém criava uma hiperplasia papilar inflamatória. ➔ Snyder - pacientes em câmara de descompressão- remoção do ar menos retenção (quanto menor a diferença entre a Pressão interna e a pressão atmosférica causa menor retenção) com pressão atmosférica menor melhor a retenção. A próteses total 20 cm quadrados - terá uma força de 20kg… Remover ar (Pi) - diminui a pressão atmosférica (ex da bola de metal). Quanto maior a diferença da pressão atmosférica com a pressão interna maior a retenção. CONCLUSÃO: ➔ A pressão atmosférica é vital para a retenção das próteses totais ➔ A força retentiva resultante da pressão atmosférica é diretamente proporcional a área recoberta pela base protética ➔ O vedamento periférico é imprescindível no aproveitamento dessa força Boa moldagem de toda periferia da prótese - melhor vedamento melhor retenção. Quanto melhor moldar o fundo de vestíbulo. FATORES: ➔ ADESÃO ➔ COESÃO ➔ TENSÃO SUPERFICIAL ADESÃO: ➔ Atração física de moléculas diferentes entre si *Saliva tem atração pela molécula do acrílico = força de união = adesão, ajuda a reter uma PT. * quanto maior a Capacidade de molhamento - maior a adesão -maior retenção * quanto maior a Viscosidade da saliva - menor a adaptação da prótese, menor adesão da PT, o ideal é uma saliva mais fluida. *Pacientes xerostomia - diminui a retenção de PT - COESÃO ➔ é a atração física de moléculas iguais de uma mesma substância ➔ retenção por coesão = película de saliva *A força de atração das moléculas de saliva uma entre as outras - aumentando a retenção da PT. LÂMINA INTERFACIAL (película de saliva) • resistência a penetração de ar *Pressão do fluido = Pressão atmosférica *Quando tento remover forma o menisco Curvatura = menisco (o menisco é formado pela tensão superficial interfacial) TENSÃO SUPERFICIAL INTERFACIAL ➔ é a resistência a separação, q ue possui uma película de líquido, entre as duas superfícies bem adaptadas ➔ Shulter (1921): *A moléculas de uma superfície do líquido são mais aderidas uma as outras do que as que estão em baixo. *Menisco côncavo para região externa quando realizada uma força *Retenção da PT é directamente proporcional a área recoberta pela PT. K = retenção da prótese total a = grau de tensão superficial do fluido salivar Y = área recoberta pela prótese total b = espessura da película de saliva *Não existe mais diferença entre a PI e a PA (quando as placas de vidro dentro de um recipiente cheio de água) - ex: paciente com hipersalivação - diminui a retenção. *Pressão Interna menor que a Pressão externa = maior retenção. ATRAÇÃO CAPILAR OU CAPILARIDADE ➔ é uma força (originada pela tensão superficial) que causa a elevação ou depressão do nível de um líquido quando se acha em contato com um sólido ➔ MENISCO SALIVAR *Todo menisco é mais forte na borda do que na parte central - o rompimento do menisco ocorre nas moléculas do meio. BORDA das PRÓTESES TOTAIS *Borda grossa - aumenta a película de saliva - maior retenção Fatores Físicos de Estabilidade ➔ A retenção de uma prótese total não influi tanto na estabilidade quanto a estabilidade influi na retenção*** *Pode ter uma prótese bem retentiva mas se não estiver estabilidade - vai perder toda sua retenção. INFLUÊNCIA DO PLANO INCLINADO ➔ Plano inclinado = desvia forças = e cria Instabilidade ➔ Confecção da PT = forças em ângulo reto para uma maior estabilidade 1. Direção das forças para o fechamento ➔ movimentos simples de abertura e fechamento 2. Ação dos músculos sobre os dentes e superfícies das Próteses Totais ➔ Conformação triangular = dentes posteriores (teria maior estabilidade (conformação triangular, uma conformação mais convexa - 2º imagem - teria menor instabilidade) ➔ Grau de inclinação dos incisivos (dentes muito vestibularizados maior a força dos lábios menos instabilidade. ➔ Superfície palatina da PT superior = côncava ➔ Superfície lingual da PT inferior = aconcavada ➔ Limite da borda em contato com assoalho bucal (quando ultrapassa - empurra a PT para cima gerando instabilidade) 3. Efeitos da terceira Lei de Newton “Em toda a natureza deve haver dois corpos, um que exerce a força e o outro que resiste. Para cada ação de uma força há outra reação igual e de sentido oposto”. 4. Superfície Articular da ATM *Superfície articular sempre em relação cêntrica ( fora criará instabilidade na PT) 5. Ângulo de abertura formado pelas superfícies de oclusão ➔ superfícies oclusais ideais = paralelas a superfície da maxila + estabilidade ➔ superfícies divergentes = deslocamento das próteses - estabilidade 6. Ação de Alavanca *Interferências entre a prótese e a mucosa promovem instabilidade *Ex: hipertrofia ou torus mandibular/maxilar - criará diferença de estabilidade. 7. Ângulos formados pelos planos oclusais ➔ Bloqueio das PTs em antagonismo de função Oclusão ideal de um pct dentado - oclusão de proteção mútua - movimentos de protrusão toque …….., lateralidade ponta de um canino superior com o inferior desocluindo todos os dentes ou desoclusão em grupo. (guia anterior) ➔ Oclusão Balanceada Bilateral em dentes desdentados, movimentos de protrusão toque dos incisivos e pelo menos um toque em cada lado posterior, em movimentos laterais…. (+ estabilidade em PT) 8. Compressibilidade do suporte ➔ Tecidos de suporte passíveis de deformação (não poderá ter excesso de mucosa que causará instabilidade) ➔ Máxima extensão da área basal = apoio ósseo 9. Efeitos dos alívios • não recomendável -------> porém às vezes são necessárias. ➔ Alívios entre a prótese a mucosa. ➔ Todo alívio em PT, promove instabilidade. ➔ Quanto mais alívio menor estabilidade. 10. Pressão sobre as bordas: Bordas excessivamente longas, interferindo em fundo de vestíbulo e/ou soalho bucal promovem instabilidade.11. Altura da Linha de oclusão Quanto menos o transpasse vertical maior estabilidade das próteses Quanto mais o incisivo superior transpassar o inferior - maior estabilidade Overbite: sobremordida overjet: 12. Magnitude das forças mastigatórias ➔ força mastigatória: ○ dentes naturais = 70kg ○ próteses totais = 2,3 kg a 23 kg ➔ Renner ------> eficiência mastig. PTs = 1/6 dentes naturais Pcts com dentes =1 mordida, pacientes sem dentes 6 mastigadas *MAIS IMPORTANTE A ESTABILIDADE DO QUE A RETENÇÃO 22/10 MOLDAGEM EM PRÓTESE TOTAL Prof.Leandro 1. Introdução *modelo anatômico = visão geral dos rebordos *Modelo funcional= mensagem da compressividade da fibromucosa 2. Técnicas de moldagem HALL (1918) - MOLDEIRAS INDIVIDUAIS FOURNET E FULLER - padronizaram a técnica como é utilizado até os dias de hoje ➢ Moldagem anatômica ➢ Moldagem Funcional 2.1 Histórico ➢ Fenício (3000 a.c.) - reconstruções protéticas sem a presença de pacientes ➢ PFAFF (1844) Dentista de Frederico o Grande realizou a primeira moldagem ( cera de abelha) ➢ Charles Stent (1856) materiais resinoso “Godiva” ou “ Modeling Composition” ou Impression Material Compound (Irmãos GREEM, 1900). Composto de impressão GODIVA ➢ Especificação Nº3 da “ADA” ➢ Ceras, resinas termoplásticas, carga e corantes. ➢ temperatura de plastificação => 60º ➢ Temperatura em que é levada a boca => 45ª 2.2 Classificação quanto a pressão exercida = Técnicas de moldagem ➢ Sob pressão máxima: (fibromucosa sob compressão) ➢ Sob pressão mínima: (prótese entra aliviada na boca, sua compressão seria maior durante a mastigação - porém com muita falta de retenção, mal adaptada, o correto é ter uma retenção durante todo o momento) (contato com a fibromucosa não é muito firme) ➢ Sob pressão seletiva (Pressão Funcional de moldagem ): exerce pressão sobre a fibromucosa em algumas áreas, retenção quando exige função, e quando o pc não está falando tem uma boa estabilidade. (preservar as cristas do rebordo, preserva o fundo de sulco consigo um selamento periférico melhor - com o menisco salivar - maior retenção) Moldagem com silicone não foi desenvolvimento para moldar fibromucosa, mas sim para moldar estruturas duras, ex: dente. Lei de LERICHE POLICARDE: “A compressão os tecidos determina uma hiperatividade circulatória, em determinados pontos do osso, com a consequência mobilização do cálcio, acompanha da rarefação óssea” In Aldrobandi, C. (1960). *Maior área de reabsorção - áreas de alívio (maxila- rebordo anterior e mandíbula: ….) O osso basal apresenta um complexo suprimento sanguíneo, originário de duas fontes: ➔ periósteo ➔ sistema interno arterial “ A pressão excessiva da base da dentadura sobre o osso do rebordo residual, acelera a reabsorção. Um dos fatores dessa pressão é o tipo de oclusão criado pelo dentista”. ORTMAN (1977). *Fibromucosa tem uma resiliência de 500 micrometros. (fibromucosa em repouso e tecido ósseo) 2.3 Técnica da mínima pressão equalizada (pressão seletiva) Etapas: Moldagem anatômica. Moldagem funcional. Moldagem Funcional: Técnica da mínima pressão equalizada. Etapas: 1 Delimitação da área basal. 2 Alívios em cera. 3 Confecção da moldeira individual. 4 Correção de borda. 5 Moldagem funcional propriamente dita. 6 Encaixotamento e vazamento do molde. Objetivos: ➢ Mínima deformação dos tecidos de suporte (moldagem anatômica e funcional). ➢ Extensão correta da base da prótese ( + importante é o ajuste da moldeira individual). ( determina a estabilidade e vedamento) ➢ Vedamento periférico funcional (espessura e contorno da base da PT, desviar inserções musculares). (quanto mais espesso mais para vestibular o menisco será lançado aumentando a retenção). Prótese não pode ter bordas finas, sempre bordas mais grossas possíveis, melhor sustentação do tecido. ➢ Contato adequado da base com o rebordo ( perfeita reprodução dos tecidos). (material de moldagem, pasta zinquenólica) 3. Moldagem anatômica. ➢ Moldagem preliminar ➢ Moldagem de Repouso 3.1 Objetivo. Obter todos os detalhes da anatomia topográfica da área basal maxilar e mandibular. Papila retromolar 3.2 Preparo do paciente. (Iatrosedação) ➢ Deve colaborar ➢ Acreditar que o profissional está seguro do que faz ➢ Que ele não será queimado ➢ Que as náuseas serão controladas ➢ Que o material não obstruirá a garganta ➢ Que o sugador de saliva funcionará 3.3 Posição do paciente. ➢ Paciente sentado ➢ Cadeira ligeiramente inclinada Maxila ➢ Paciente sentado; ➢ cadeira ligeiramente inclinada; ➢ operador atrás do paciente em pé. Mandíbula ➢ Paciente sentado ➢ Cadeira ligeiramente inclinado ➢ Operador ao lado e a frente do paciente para a mandíbula 3.4 Materiais utilizados. Moldeiras: • Estoque para desdentados lisas. • Estoque para desdentados perfuradas. Materiais de moldagem • Godiva (composto para impressão) • Pasta zinquenólica. • Alginato (indicação: fibromucosa flácida, fibromucosa hipertrofiada - menor compressibilidade)*** ● Moldagem preliminar em 60% das escolas americanas ● 93% utilizam moldeiras de acrílico na moldagem funcional • Silicones de condensação ou adição 3.5 Passos 1- Moldagem com godiva 2- Recortes e alívios. • Superior: Rebordo anterior, papila incisiva, rugosidades palatinas, rafe mediana. • Inferior: crista do rebordo. 3- Retenções 4- Moldagem com material fluido(Pasta zinquenólica e Alginato) *Para remover pasta zinquenólica - com monômero, no rosto do paciente passar vaselina Características das moldeiras ➔ Abranger todo o arco, com folga de 3 a 4 mm. ➔ Bordas não devem se estender ao fundo de sulco. (deixar espaço para o material de moldagem). ➔ Deve proporcionar espessura uniforme ao material de moldagem. ➔ Não deve interferir com freios e bridas musculares. *Não permitir subextensão de moldagem Sequência de moldagem com godiva. 1. Preparo da “godiva”. 2. Manipulação da godiva. 3. Colocação na moldeira. 4. Conformação na moldeira. 5. Nova plastificação. 6. Inserção na boca. ➔ Centralização. ➔ Pressão uniforme. ➔ Movimentos tração, lado e bochecha. ➔ Endurecimento (não tirar quente da boca, pq ocorre deformação). ➔ Remoção. *Plastificação individual (Plastificadora godiva) *Conformação (afunda o material na região do rebordo - simular a abóbada palatina) Godiva - escoamento limitado. Permite até umas 5 moldagens com o mesmo material. *Pressão e movimentos de lábios e bochecha *Compressão de moldagem ** evitar Defeitos da moldagem de godiva que pode ser corrigido ➔ Falta de material nas regiões do selado periférico e posterior Defeitos que não podem ser corrigidos ➔ Moldagem descentralizada (as bordas deverão estar uniformes) ➔ Moldagem com báscula. ➔ Falta de material no fundo de sulco. ➔ Falta de material na abóbada palatina. ➔ Moldagem com excesso de compressão. ➔ Moldagem com falta de compressão. 2- Recortes e Alívios na molderia ( raspagem/ desgastes na maxila: ● rebordo superior ● rebordo anterior ● papila incisiva ● rafe mediana ● Abóbada palatina Mandíbula: toda crista de rebordo 3- Retenções: jogar álcool e secar com ar. 4- Refinamento de moldagem Objetivos: • Corrigir imperfeições da godiva. • Compensar a alteração dimensional da godiva. • Diminuir a compressão dos tecidos. • Obter riqueza de detalhes. Sequência da moldagem com pasta zinquenólica 1. Isolamento do rosto do paciente. 2. Espatulação e preenchimento da moldeira. (quantidades diferentes mas comprimentos iguais das pastas branca e vermelha,placa de vidro grossa- o material na moldeira é o mínimo para controlar a quantidade de escoamento - camada fina como se estivesse pintando a godiva) 3. Inserção na boca. 4. Centralização. 5. Pressão. 6. Movimentos. o Tração de lábios e bochechas. o Movimentos extremos da língua. 7. Remoção. 3.6 Técnica do alginato adensado. *Moldagem preliminar Indicação: • Fibromucosa flácida • Fibromucosa hipertrofiada Técnica 1. Espatulação do alginato mais “firme”. 2 medidas de pó / 1,5 medida de água 2. Inserção na boca. - centralização - pressão - movimentos - endurecimento - remoção 3. Remoção de retenções. (escavação ) fazer uns cortes para criar retenção 4. Espatulação do alginato mais “fluido”. 5. Inserção na boca. - centralização - pressão - movimentos - endurecimento - remoção Moldagem Funcional. *Técnica da mínima pressão equalizada. (2 moldagens com pasta zinquenólica) Etapas: 1 Delimitação da área basal. 2 Alívios em cera. 3 Confecção da moldeira individual. 4 Correção de borda. 5 Moldagem funcional propriamente dita. 6 Encaixotamento e vazamento do molde. 1- Delimitação de área basal Objetivo: Identificar e riscar no modelo preliminar, os limites da área onde pretendemos instalar a nossa prótese total, levando em consideração o tipo e mobilidade da mucosa e áreas de suporte de esforços. Tipos de mucosa. Quanto a constituição. ● Mastigatória. Função: Recebe o atrito dos alimentos e as pressões da base da PT. Localização: Rebordos alveolares superiores e inferiores e palatoduro. Características: ➢ Unida ao osso basal por tecido conjuntivo fibroso. ➢ Espessura variável: ➢ Reduzida nos rebordos e rafe palatina. ➢ Mais espessa no palato mole e porções laterais do palato duro. *PT fica apoiada em toda mucosa mastigatória e parte na revestimento. ● Revestimento. Função: Não está sujeita à mesma intensidade de atrito e pressão sofrida pela mucosa mastigatória. Localização: Cobre os lábios, bochechas, fundo de sulco (fórnix), palato mole e assoalho de boca. Características: ➢ Epitélio delgado e pouco queratinizado. ➢ Submucosa rica em tecido conjuntivo frouxo. ➢ Cor vermelho vivo devido à vascularização, com exceção do palato mole (mais suave). ● Especializada. Função: Gustativa. Localização: Dorso da língua. importante função gustativa. Quanto a mobilidade: ● Zona Estacionária. Localização: Palato duro e rebordos, até próximo ao fundo de sulco. Características: Não apresenta movimentos, e sua resiliência é variável. ● Zona Móvel. Localização: Mucosa que parte do limite da mucosa estacionária, recobre o fundo de sulco, palato mole e se continua com a mucosa de revestimento da face interna dos lábios, região geniana e assoalho da boca. Características: Apresenta mobilidade durante os movimentos funcionais. Quanto a resistência aos esforços mastigatórios. ★ Zona de suporte primário. (maxila: rebordo posterior) (1:25) ★ Zona de suporte secundário. (abóbada palatina - maxila) ★ Zona do selado periférico. ★ Zona de alívio.( rebordo anterior, rafe palatina, papila incisiva - maxila) 4.1.3 Características dos modelos: Apresentar-se de tal forma, que possamos fazer a leitura de toda a anatomia topográfica, tal qual se apresenta a cavidade bucal. 4.1.4 Limites da área basal. ➔ Não existem regras claras para limites máximo e mínimo. ➔ Critério profissional. ➔ Melhor pecar por excesso (moldeira será reajustada na boca). Limites do modelo superior. ➔ Fundo de sulco, de um ligamento ptérigo-mandibular a outro. ➔ Posterior além do limite do palato mole. *Linha do A - limite da PT *Entre a junção clínica e a fóvea palatina Limites do modelo inferior. ➔ De uma papila retromolar (piriforme) a outra, pelo fundo de sulco. ➔ Contornando por lingual através do assoalho bucal, de um lado a outro. 4.2 Alívios em cera. (*Prova) Conceito: Filme de cera 7 aplicado sobre a superfície do modelo em áreas com características específicas. (Alívio mecânico: Evitar áreas de retenções (às vezes será utilizado, apenas em locais com depressão retentivas). Alívio funcional - evita transmissões de força para o rebordo- ele cria um espaço entre a moldeira e o gesso- sempre terá que ter um alívio) *Delimitação de área basal primeiro risco - segundo risco: moldeira) Localização. ➔ Áreas que não devem suportar esforços. ➔ Áreas de tecidos flácidos. ➔ Áreas de retenções mecânicas: • Vestibular anterior. • Tuberosidades. • Rugosidades palatinas. Cuidado: Excesso de cera provoca afastamento... *Utilizar Resina Acrílica para confecção da Moldeira Individual 4.3 Confecção da moldeira individual. Material utilizado => Resina acrílica Limites ➔ 1 a 2 mm dos limites da área basal. ➔ Porção posterior: ➔ Maxila: até fóveas palatinas. ➔ Mandíbula: envolver a papila retromolar. *Prova: Ajustes da moldeira superior: movimentos de tração dos lábios e bochechas e movimentos extremos da língua não devem deslocar a moldeira, fazer em partes. • Porção anterior (Freio Labial, arco anterior/superior, quando tracionar a moldeira ela não deverá se movimentar) • Borda lateral D/E ( freio lateral, processo zigomático da maxila) • Borda posterior Como marcar o Limite Posterior: 1. Dissolver o lápis tinta em álcool. 2. Molhar a ponta da espátula de inserção 3. Riscar o limite do palato vibrátil. 4. Levar a moldeira na boca. 5. Tampar o nariz do paciente. 6. Com a boca fechada pedir para o paciente soprar o ar pelo nariz. 7. Limpar a marca do lápis. Linha do A- área de compressão forte - área de selamento posterior da PT Características da moldeira inferior. ➔ Evitar sobre-extensão no fundo de sulco. ➔ Tocar levemente o assoalho da boca por lingual. ➔ Cobrir a papila retromolar. *Ajustes da moldeira inferior: *Cabos firmes da moldeira no centro para que a bochecha não desloque a moldeira *Tocar levemente o assoalho bucal Correção de borda: Conceito: Correção nas bordas da moldeira, que é usada para conferir extensão e espessura às vertentes e se obter retenções através do selado periférico. Selado periférico: Conceito: É o contato das bordas da prótese total com os tecidos adjacentes e subjacentes, para evitar a passagem de ar e outras substâncias. Função: Promove o confinamento da película de saliva, gerando a retenção da prótese a mucosa por ação das forças de coesão, adesão e pressão atmosférica. Material => Godiva em bastão, lamparina, maçarico. Técnica 1. Secar a moldeira. 2. Plastificar a godiva. 3. Aplicar a godiva na borda da moldeira. 4. Molhar em água quente. (*homogeneizar a temperatura da godiva) 5. Levar a boca. 6. Realizar movimentos. 7. Esperar esfriar. 8. Remover os excessos na porção interna, exceto a área de selado posterior superior. Movimentos: ➢ Pedir ao paciente para fazer sucção e assoprar mantendo a moldeira firme na posição ➢ Pedir para o paciente movimentar a língua (mandíbula e maxila posterior) ➢ Tração dos lábios e bochechas ( sem exageros para não mascarar a posição do fundo de sulco) Selado posterior Conceito: Corresponde a área de tecido mole ao longo da união do palato duro com o palato mole, sobre a qual pressão fisiológica pode ser aplicada para favorecer a retenção. Finalidades. 1. Colabora e completa o selado periférico, pois sob ação de torque mantém o contato dos tecidos moles com a borda. da PT. Se o contato for com tecidos duros haverá ruptura do selado sob forças de torção. 2. Ajuda a compensar as alterações dimensionais da resina na polimerização. 3. Impede a penetração de alimentos. 4. O contato firme reduz a tendência à náusea. 5. A zona espessada fornece maior resistência. 6. A pressãoaplicada aos tecidos torna a borda distal menos percebida pela língua. Sequência para maxila. ★ Porção posterior (só desgastar as áreas do ligamento ptérigo-mandibular) ★ Bordo lateral direito (godiva aspecto lisa e brilhante e escoando para cima da moldeira em excesso) ★ Bordo anterior (evitar compressão lateral do rebordo - removendo a godiva em de dentro da moldeira) ★ Bordo lateral esquerdo. Sequência para mandíbula. ★ Porção interno e posterior total. ★ Bordo lateral direito. ★ Bordo anterior. ★ Bordo lateral direito. Características finais da correção de borda: ★ Espessura adequada. ★ Contorno arredondado. ★ Superfície lisa e brilhante. ★ Sem dobras ou rugosidades. Problemas causa e soluções. Borda fina Material insuficiente Acrescentar mais material Bordas rugosas Falta de plastificação Plastificação com chama dirigida Aparecimento da moldeira Sobre extensão da moldeira Remover a Godiva e Desgastar **Moldagem funcional propriamente dita. Finalidades: ➢ Obter uma uniformidade do assentamento da base da PT, fazendo com que a fibromucosa receba uma pressão mínima e de mesma intensidade em todos os sentidos. ➢ Copiar com fidelidade todos os detalhes anatômicos. ➢ Comprimir zonas de compressão e aliviar zonas de alívio Material : Pasta zinquenólica Vantagens: ➢ Facilidade de trabalho. ➢ Reproduz bem os detalhes anatômicos. ➢ Bom escoamento. ➢ Tempo de presa rápido. *Melhor estabilidade dimensional após 7 dias. Técnica Dupla impressão com pasta zinquenólica. 1. Secar a moldeira. 2. Isolar o rosto do paciente. 3. Espatulação da pasta. 4. Carregamento da moldeira. 5. Introdução na boca. 6. Compressão (até completar o escoamento). 7. Movimentos. 8. Remoção da boca. Segunda Moldagem: 9. Lavar em água corrente. 10. Secagem. 11. Alívio de áreas de compressão. 12. Aquecer a placa 13. Espatulação da pasta. 14. Carregamento da moldeira. 15. Inserção na boca. 16. Compressão. 17. Movimento. 18. Remoção da boca. Objetivo da segunda impressão. “Corrigir e equalizar a pressão exercida sobre a fibromucosa da área basal, através da utilização de um material mais fluido, que cause o mínimo de deformação dos tecidos”. Materiais ➔ Pasta Zinquenólica aquecida (pq a segunda moldagem precisa ser feita com material mais fluido) ➔ Silicones adição de baixa viscosidade ➔ Poliéteres de baixa viscosidade Exame do molde Bolhas nas bordas Falta de escoamento ou material Refazer a moldagem Moldeira ou selado aparecendo Excesso de compressão Aplicar zinquenólica uma terceira vez ou remodelar Bolhas pequenas Incorporação de ar ou saliva Se pequenas, corrigir com cera de moldagem ou silicone. Falta de retenção Força vertical e lateral na área de pré molares e no cabo devem oferecer resistência ao deslocamento. Refazer a moldagem Falta de estabilidade Aplicada força na apófise alveolar de um lado não deve deslocar o outro Refazer a moldagem. Encaixotamento ➔ Tira de cera utilidade em volta do molde, pouco abaixo da borda. ➔ Lâmina de cera 7 circundando todo o modelo. ➔ Vazar com gesso Pedra. 05/11/2019 Relações intermaxilares Pro.Leandro Relação cêntrica MIH Dimensão vertical EFL (Espaço funcional livre ) Relações maxilomandibulares : Dimensão vertical: estabelece o grau de separação entre a maxila e a mandíbula. Portanto é uma relação de caráter vertical . Relação cêntrica: situa a posição mandibular em relação a maxila em caráter horizontal. Restabelecimento da dimensão vertical; Caso clínico: por onde iniciar o tratamento registro de dimensão vertical alteração de dimensão vertical relação cêntrica determinar o espaço entre os rebordos e dente (quanto que aumento/baseado em quesitos estéticos e funcionais) dimensão vertical/: é o espaço maxilo mandibular importância estética: manutenção do contorno harmonioso da face complexo da atm mantém as estruturas de suporte em posição normal ➔ Permite a flexibilidade dos ligamentos; ➔ Perda de dimensão pode causar dor pré auricular por sobrecarga, ruídos, limitação e assimetria dos movimentos mandibulares (OKESON). ANATÔMICA preserva as estruturas FISIOLÓGICA ➔ dimensão vertical de repouso - DVR(dentes desencostados) *Não há contração muscular - Tônus muscular Posição postural - determinada pela musculatura do paciente. Fatores que influenciam a DVR: Posição do corpo e cabeça - paciente relaxado em posição ortostática. Fatores que influenciam a DVR ● temperatura ● ansiedade e medo ● idade ● propriocepção (perde o posicionamento mandibular) ● posição do corpo e da cabeça ● fadiga e sono ● dor/espasmos musculares ● hipertonicidade muscular ➔ Dimensão vertical de oclusão - DVO(paciente desdentado não tem DVO - devo determinar a partir da DVR) ocorre contração muscular. Oclusão dentária *Posição dentária Varia com: ● perdas dentárias ● desgastes dentais ➔ DVO: DVR - 3 mm Espaço funcional livre: quando o paciente está em repouso DVO = rebordos paralelos Perda ou compensação (erupção passiva - perda do periodonto - que vai em direção ao dente antagonista) (Dentes posteriores que mantém a DVO - e a quantidade de desgastes nos dentes posteriores) *Perda de suporte de 1 mm nos posteriores para 3mm dos dentes anteriores. *Linha mucogengival não se altera com a idade, mas a faixa de gengiva inserida aumenta - pela erupção passiva que acompanha o dente. - seria uma compensação Suporte posterior Anatomia macroscópica: Gengiva inserida (ceratinizada): ➔ Determinada geneticamente ➔ Largura de 1 a 9mm ( varia de dente para dente) ➔ Aumento da faixa com a idade (plano oclusal permanece o mesmo, mas o dente encurta pq se desgastam- e vão erupcionando para manter o plano oclusal - sem perder a dimensão vertical - compensação realizada pelo organismo) ➔ Quantidade luencia pela inserção de freios e bridas *Erupção passiva dos dentes que sofrem desgastes *Perda?? Erupção passiva alterada??? (Fotos) Alterações de DVO devem ser testadas por um período de tempo: (com uma prótese provisória que irá restabelecer DVo) ● 3 a 4 semanas ● 6 a 12 semanas Espaço Funcional Livre: entre a dvr ● Importância fonética evitando que dentes se toquem durante a função ● Mais ou menos 3mm ● Promover relaxamento muscular quando os dentes não estão em função ● DVR-DVO=EFL Espaço que não pode invadir proteticamente (gera sobrecarga, desgaste precoce) Para chegar na DVO - RETIRO o EFL que está em torno de 3mm Como testar o EFL: (testes fonéticos) ● Som “M” (Paciente pronunciar) AUMENTO INDEVIDO DA dvo ● REDUÇÃO DO elf ● SENSAÇÃO DE FADIGA MUSCULAR ● DESCONFORTO E DOR DEVIDO A PRESSÃO NAS ESTRUTURAS DE SUPORTE ● REABSORÇÃO ÓSSEA ● Dificuldades na fonação deglutição e mastigação ● Contato dental na pronúncia de sons sibilantes ● Prejuízo estético - sorriso permanente ● Desgaste precoce dos dentes Diminuição indevida da dvo ➔ alterações estéticas ➔ projeções do mento ➔ rugas e sulcos acentuados ➔ invaginaçã dos labios ➔ excessivo contato dos lábios LESÕES COMISSURAIS CAUSADAS POR UMEDECIMENTO EXCESSIVO das comissuras por saliva. Diminuição indevida da dvo ● Dor nas atms- pela compressão exagerada do côndilo sobre o menisco articular ● Aumento do ELF- Hipotonicidade muscular. Técnicas de obtenção ● Métodos com utilização de registro prévio ★ mensurações diretas ★ radiografias de perfil ★ fotografia de perfil ★ modelos frontais com os dentes em oclusão (máscaras) ★ máscara facial ★ contorno do perfil com fio de chumbo ● Métodos sem utilização de registro prévio ➔ técnica das proporções faciais (+utilizada) ➔ técnicafonética ➔ técnica da máxima potência muscular ➔ técnica de deglutição ➔ método de Little modificado por Tamaki ➔ Técnica das proporções áureas ➔ técnica métrica Proporções Faciais: compasso (os terços faciais deveriam ser compatíveis entre si) Uma medida da base do nariz ao mento = canto externo do olho até a comissura labial 13% de validade (acerto) RUSSI,1965 Técnica FONÉTICA para avaliar a Dimensão vertical = som em F, V( MISSISSIPI) Paciente em repouso - medir e tirar 3mm (DVR - 3MM = DVO) Técnica fonética= comprimentos dos incisivos centrais Som “S” Som “M” (mississipi , fossula, fovea) não pode ter inferencia nos dentes Técnica Métrica ➔ Pontos de referência no nariz e mento ➔ Contar pausadamente de sessenta a setenta por 3 vezes ➔ Medir com paquímetro por 3 x enquanto o paciente conta ➔ Subtrair 3mm do resultado (elf) e teremos a DVO ➔ Fazer a média das medições Proporções Áureas ➔ proporções divinas ➔ “sectia aurea” ➔ baseada em estudos matemáticos da natureza ➔ proporção de 1:1,618 “A única maneira de dividir um segmento em partes desiguais, que ainda assim pareçam harmoniosas entre si” Essa proporcionalidade é expressa pelo número 1,618 (número áureo) …. (Gabi tirou foto) ★ TRICHION (linha do couro cabeludo) —-> ASA DO NARIZ ———> POGONION(mento) Comprimento dos dentes anteriores superiores: ★ canto interno do olho ——> asa do nariz ———> Stomion Determinar a largura do lábio superior e inferior do paciente: ★ Asa do Nariz —-> Stomin ——> Mento ★ Canto interno do olho —-> asa do nariz ——-> mento ★ Método de LITLE, modificado por TAMAKI ● DEIXA-SE O PC completamente á vontade para atingir a posição de repouso muscular ● Com o compasso de Willis, mede-se a distância que vai do mento a base do nariz ● Diminuem-se 3mm (E……... Faz-se a reavaliação da dimensão vertical de oclusão com os planos de cera instalados no pc, levando-se em conta os fatores estéticos e fonéticos ● Confeccionam-se os planos de cera com DVO do compasso de Willis. ● aJUSTAR-SE O PLANO SUPERIOR A PARTIR DO COMPRIMENTO dos INCISIVOS CENTRAIS SUPERIOR, ALINHANDO O PLANO EM RELAÇÃO AO PLANO DE camper E LINHA bipupilar. Molares inferiores ⅔ da linha retromolar Técnica de obtenção da DVO a partir de referências anatômicas: ● reabsorção óssea maxila (centrípeta - osso afina em direção ao palato) e mandíbula (crista óssea perda de altura) ● Papila retromolar = altura molares inferiores ● linha úmida do lábio = borda incisal dos incisivos inferiores ● correta postural labial = localização vestíbulo-lingual dos dentes posteriores inferiores ● Bordo lateral da língua: borda ocluso-lingual dos dentes posteriores inferiores ● Um a dois mm do bordo do lábio superior : borda incisal dos incisivos superiores. ● Plano de camper e a linha bipuliar = paralelismo ……. Obtenção da DVO a partir de referências anatômicas ajusta-se os planos de orientação de acordo com as referências Confirmação com: ● teste fonético ● teste de deglutição ● proporções faciais. *Linha pelo plano oclusal dos incisivos inferiores dará nos ⅔ da papila retromolar: plano oclusal inferior ( na região anterior de pacientes desdentados ele passa na umida do lábio) *Plano oclusal superior deve coincidir com o plano inferior - colocando os dentes 1 a 2 mm abaixo do tubérculo inferior PROVA *Papila retromolar: (⅔ da pápila retromolar) -Inferior ● altura molares inferio Linha úmida do lábio: (Superior) Borda incisal dos incisivos inferiores Porção visível dos dentes Tubérculo do lábio em indivíduos dentados: acima do tubérculo (escondido pelo lábio): 20% no nível 43,3% Abaixo - 36% Mulher jovem - 3mm abaixo do lábio em repouso homem jovem - 2mm abaixo di lábio em repouso Meia idade - 1,5mm abaixo da linha do lábio em repouso Velhice- 0 a 2 mm acima da linha labial em repouso Com a idade a perda de tônus muscular leva a um alongamento do lábio superior e maior cobertura dos dentes. O tônus muscular mais fraco do orbicular dos lábios leva a queda do lábio inferior …. Plano oclusal de camper (*Tragus auditivo —- asa do nariz) e linha bipupilar: paralelismo do plano oclusal superior em relação ao solo Planos de orientação (volume de cera colocado sobre a placa base de acrílico e para fazer ajuste começa pelo plano inferior ) superior desgastar até coincidir com o plano inferior = DVO estabelecida e o paralelismo na linha de Camper e bipupilar *⅔ da papila retromolar —— Linha úmida do lábio. *1 a 2 mm do bordo do lábio superior (linha bipupilar paralelo ao plano de camper), régua de fox Considerações técnicas para confecção dos planos de orientação.: ● Bases de prova, devem ser rígidas estáveis, retentivas e bem adaptadas ao rebordo residual; ● Bases de prova com resina termo ou autopolimerizável; ● Rodetes em cera 7 ou 9(+ consistência/inverno) totalmente fundida em um conformador. Colocação dos rodetes de orientação sobre as bases de prova: ● A colocação dos planos de orientação sobre as bases da prova devem seguir certas regras com o objetivo de diminuir a quantidade de ajustes com o paciente. Plano de orientação inferior ● Rodete de cera aquecido e modelado de acordo com o formato do rebordo (colocar em cima do rebordo) ● Rodete de cera colocado sobre a crista do rebordo. ● Superfície oclusal posterior na altura do terço superior da papila retro molar. ● Superfície superior do rodete paralelo ao rebordo. (Nível correto da cera ) Plano de orientação Superior ● Rodete de cera superior aquecido e remodelado para acompanhar o perímetro do rebordo; ● Angulação anterior de aproximadamente 75 graus em relação a base do plano; ● Rodete de cera posicionado a frente do rebordo residual cera de 12mm da borda posterior da papila incisiva. em relação a base do plano Orientações para o ajuste Plano de orientação mandibular ● Correta postura labial ● Acompanhar ● Linha úmida do lábio (TURANO,1981). ● ⅔ superiores da papila retromolar delimitar e depois dividir em três, plano deve estar na altura posterior Unir os dois pontos e remover o excesso de cera acima da linha. Dentes anteriores inferiores - serão ajustados seu lugar de implantação será a postura labial região posterior - oq irá determinar é a crista do rebordo Modelo com linhas de força: ● Traçar no modelo uma linha póstero- anterior que passe pela crista do rebordo (maior extensão do rebordo) e alcance a região da bossa canina. ● Fazer uma projeção no plano de orientação da linha póstero-anterior que passa pela crista do rebordo e alcance a região da bossa canina, riscada anteriormente. 6mm é a largura de um dente de prótese total ● Traçar linhas a 3mm cada lado e remover a cera que estiver para fora, por lingual e vestibular. ● Com o conformador de plano oclusal determinar a curva na superfície do plano. *Curva de compensação - paciente desdentados - função e orientação diferente Plano de orientação Maxilar orientações para o ajuste ● correta postura labial ● paralelo a linha bipupilar ● paralelo ao plano de camper ● Linha incisal na altura ou até 2mm abaixo do lábio superior o inferior (referência) determina a posição dos posteriores. o superior será ajustado baseado no inferior. Régua de Fox (posição do pc) conferir o paralelismo em relação ao plano de Camper e ao Plano oclusal. Fatores estéticos a considerar durante o ajuste dos planos de orientação LINHA BIPUPILAR E LINHA MÉDIA = “T” DA ESTÉTICA FACIAL Tipos faciais ➔ braquicéfalo (terço inferior menor) ➔ mesocéfalo ➔ dolicocéfalo Avaliar uma discrepância e corrigir. Linha da borda incisal paralela a linha bipupilar linha do plano gengival dos incisivos centrais superiores paralela a linha bipupilar. Linha das comissuras labiais paralela a linha bipupilar. Planooclusal paralelo a linha bipupilar Suporte Labial Fatores a observar: ● Compensação para perda alveolar com o espessamento da borda da prótese ● Contorno adequado do plano de cera para dar suporte a musculatura Falta de suporte labial ● Diminuição do vermelhão do lábio ● Aprofundamento do sulco nasolabial Suporte labial ideal ● Lábios acompanhem o perfil do pc ● Alinhamento em tecido mole de três pontos: glabela, subnásio e mento. Ângulo nasolabial ● Média de 109, 67º ● Clinicamente um pouco maior que 90º Linha de sorriso os dentes naturais formam uma curva suavemente ascendente, que acompanha o borda superior do lábio inferior. Forma-se automaticamente colocando o plano de orientação superior paralelo ao plano de camper e linha interpupilar. Sorriso invertido Desgaste dos dentes Posição da Margem gengival ( importante como ajuste estético) - Zenite gengival (triângulo formado entre canino e incisivo central) Corredor bucal ● Espaço que existe entre a superfície vestibular dos dentes posteriores e a mucosa interna da bochecha ● O corredor bucal quando equilibrado temos a impressão visual de que as coroas dos diminuem de tamanho em direção a região posterior. Linhas de referência para escolha dos dentes ➔ Linha média (Linha média - em 70,4% ocorre uma coincidência entre a linha média determinada pelos incisivos e uma linha imaginária que divide o “Filtrum”) ➔ Linha alto do sorriso (onde a gengiva vai se posicionar quando o pc sorri ) ➔ Comissura labial Define a posição da cervical dos dentes superiores anteriores linha de sorriso média e alta prevalecem no sexo feminino (sorriso mais gengival) e Linha de sorriso média e baixa prevalecem nos homens. Exposição dos dentes durante o sorriso ● Baixa - até 75% dos dentes superiores aparentes ● Média - 75 a 100% ds dentes superiores aparentes e as pontas das papilas aparentes ● ALta - Dentes superiores aparentes com variável quantidade Sexo masculino 48% linha de sorriso media 33% linha de sorriso baixa Sexo Feminino 52,2% linha sorriso média 32,5% linha de sorriso alta Localização dos caninos A projeção das comissuras bucais em repouso determina a posição das faces distais dos caninos superiores em PT. (mais usada) A distÂncia intercuspídea dos caninos em linha reta. Mais usado - projeções das comissuras* Escolha dos dentes artificiais 1 - formato do dente (oval , triangular, retangular) compatível com formato de rosto 2- medidas (altura, largura) Arco edentado X Arco dentado Determinar se será classe I ou II (projetar ou não os lábios) Máxima intercuspidação habitual (MIH) ● Posição dentária ● Variável ● Côndilos for da posição ideal ● Maior número de contatos Montagem por a posição (não precisa de registro) Relação cêntrica: Glossário de termos protodônticos (1994) —> sete definições diferentes ● Posição de conforto ● Posição mais anterior e superior ● Posição mais superior ● Posição mais retraída e superior Estabilidade Ortopédica condilar - equilíbrio da musculatura Assimetria dos côndilos bilateral “Não importa a posição do côndilo e sim o conforto neuro muscular e articular” Importância clínica da relação cêntrica ● É reproduzível num mesmo indivíduo ● Serve de ponto de partida para as grandes reabilitações ● Ponto de partida para restauração e balanceio articular. “O contato dentário em RC é chamado oclusão em Relação cêntrica” “Estudos eletromiográficos sugerem que os músculos mastigatórias funciona harmoniosamente e com menor intensidade quando os côndilos estão em RC do que quando estão em MIH” Fatores oclusais X DCM Algumas alterações oclusais e/ou esqueléticas aumentam o risco do indivíduo vir a apresentar DCM: ● Diferença entre MIH E RC maior que 4mm ● Mordida aberta anterior ● Sobre-passe horizontal maior que 6 a7mm ● Mordida cruzada unilateral ● 5 ou mais dentes posteriores ausentes. Nenhum deles, no entanto, uma vez corrigidos, provocaram a remissão dos sintomas, se não houvesse o controle de outros fatores contribuintes. Oclusão Cêntrica: RC = MIH 10% DA POPULAÇÃO COM DENTIÇÃO NATURAL Métodos de registro da Rc em pt Registro direto = mordidas repetidas com pequeno grau de abertura, até que se observe a posição de oclusão +frequente. REGISTRO PELA DEGLUTIÇÃO = CONSISTE EM FAZER O PACIENTE DEGLUTIR E REGISTRAR O MOMENTO EM QUE AS BASES DE PROVA SE TOCAM Registro pela retrusão guiada da mandíbula= manipular a mandíbula com o polegar e o indicador da mão direita sobre o menor, fazendo o pc realizar movimentos rápidos de abertura e fechamento da boca ….. buscando com isso obter um relaxamento muscular e alterar momentaneamente a memória proprioceptiva. Oclusão Bilateral Balanceada Esquema oclusal no qual há o contato simultâneo de dent maxilares e mandibulares em lado de trabalho e balanceio e contatos posteriores em protrusão Evita o deslocamento de prótese totais removíveis. Guia anterior: toca anterior e posterior Lateralidade: guia canina, toca molares do lado de balanceio e de trabalho além do canino ● Evita o deslocamento de prótese totais removíveis ● concebida para funcionar em boca ● Arranjada e melhor observada no ASA Equilíbrio do arco cruzado Equilíbrio do dente cruzado Curva de compensação: diferente de SPEE/ WILSON E MONSON Importância da curva de compensação: compensar o abaixamento do côndilo Ajuste do plano de orientação, faço curva Curvatura laterolateral para compensar o côndilos Métodos de Obtenção Mecânico: Curva durante a montagem dos dentes Curva nos planos de orientação Fisiológico: individualizada através do desgaste de paterson. Procedimento clínico ● Isolar com vaselina o PO inferior ● Aquecer com espátula levemente a superfícies do plano de cera superior e inferior; ● Pedir ao pc que realize movimentos de protrusão e de lateralidade até conseguir a individualização da curva de compensação