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cartilha - carne de qualidade
Cultura
Faculdade Integrada Brasil Amazonia - FIBRA (FIBRA)
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CARNE DE QUALIDADE
PROGRAMA
VISA
VIGILÂNCIA SANITÁRIA
BRAGANÇA - PA
100%
QUALIDADE
Adriano Edgar Júnior da Silva Morais
 Benedito Júnior Sousa Amorim 
CARNE DE QUALIDADE
PROGRAMA
100%
QUALIDADE
Adriano Edgar Júnior da Silva Morais
 Benedito Júnior Sousa Amorim 
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PROGRAMA
CARNE DE QUALIDADE
Adriano Edgar Júnior da Silva Morais
 Benedito Júnior Sousa Amorim 
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PROGRAMA
CARNE DE QUALIDADE
ESTADO DO PARÁ
PREFEITURA MUNICIPAL DE BRAGANÇA
SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE 
DEPARTAMENTO DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE
DIVISÃO DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA
EDSON LUIZ DE OLIVEIRA
PREFEITO MUNICIPAL DE BRAGANÇA
JOSÉ AMÉRICO ALVES SARMENTO
VICE-PREFEITO 
GILBERTO NASCIMENTO OLIVEIRA
SECRETÁRIO MUNICIPAL DE SAÚDE
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Copyright 2012 Divisão de Vigilância Sanitária. Secretaria Municipal de Saúde. 
Prefeitura Municipal de Bragança.
Todos os direitos reservados. É permitida a reprodução total ou parcial desta obra,
desde que seja citada a fonte e não seja para venda ou qualquer fim comercial. 
As opiniões expressas no documento por autores denominados são de sua inteira responsabilidade.
1ª edição
Elaboração, distribuição e informações
Rua 13 de maio S/N - Riozinho
CEP: 68.600-000 - Bragança - PA
Fone/FAX: (91) 3425-2900
E-mail: semusb@bragança.pa.gov.br
Edição:
Divisão de Vigilância Sanitária do Município de Bragança - PA
Autor:
Benedito Júnior Sousa Amorim - Coordenador de Vigilância Sanitária
Adriano Edgar Júnior da Silva Morais - Assistente Administrativo
 
Equipe VISA:
Carla Cristina Lucas Souza da Silva - Coordenadora da Vigilância em Saúde 
Benedito Júnior Sousa Amorim - Coordenador de Vigilância Sanitária
Camilo de Oliveira Soares - Técnico em VISA
José Ribamar Gama Mendes - Técnico em VISA
Nilson F. Pereira de Oliveira - Técnico em VISA
José Claudionor de Lima Luz Júnior - Técnico Administrativo
Apoio:
Ministério da Saúde
Agência Nacional de Vigilância Sanitária - ANVISA
Governo do Estado do Pará
Prefeitura Municipal de Bragança
Secretaria Municipal de Saúde - SEMUSB
Departamento de Vigilância em Saúde
Capa, Projeto Gráfico e Diagramação
Adriano Edgar Júnior da Silva Morais
 
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SUMÁRIO 
I - CARNE..................................................................................................9
1. INTRODUÇÃO..................................................................................................9
2.A CARNE COMO ALIMENTO...........................................................................10
2.1. DEFINIÇÕES DE CARNE............................................................................10
2.2. CARACTERÍSTICAS ORGANOLÉPTICAS DA CARNE...............................11
2.2.1.COR...........................................................................................................11
2.2.1.1.PROBLEMAS NA COLORAÇÃO DA CARNE..........................................11
2.2.2. ODOR SABOR.........................................................................................12
2.2.3. SUCULÊNCIA...........................................................................................12
2.2.4. MACIEZ.....................................................................................................13
II - ASPECTOS NUTRICIONAIS DA CARNE...........................................15
III - AÇOUGUE........................................................................................18
1.ORIGEM..........................................................................................................18
2.O QUE É SER UM AÇOUGUEIRO...................................................................19
3.QUAIS AS CARACTERÍSTICAS NECESSÁRIAS PARA SER UM 
AÇOUGUEIRO...................................................................................................19
4.QUAL A FORMAÇÃO NECESSÁRIA PARA SER UM AÇOUGUEIRO..............20
5.PRINCIPAIS ATIVIDADES DE UM AÇOUGUEIRO..........................................20
6.ÁREAS DE ATUAÇÃO E ESPECIALIDADES...................................................20
7.MERCADO DE TRABALHO.............................................................................21
8.ESTRUTURA FÍSICA......................................................................................21
IV - MANIPULADOR DE ALIMENTOS?...................................................22
1.QUEM É O MANIPULADOR DE ALIMENTOS?................................................22
2.OS PRINCÍPIOS BÁSICOS DO MANIPULADOR DE ALIMENTOS..................23
3.LAVAR BEM AS MÃOS COM ÁGUA E SABÃO.................................................24
V - CONTAMINAÇÃO DA CARNE...........................................................25
1. O QUE É CONTAMINAÇÃO?..........................................................................25
2. O QUE SÃO OS MICRÓBIOS?.......................................................................25
3. CONTAMINAÇÃO POR MICRÓBIOS.............................................................25
VI - CONSERVAÇÃO DA CARNE BOVINA.............................................26
A. RESFRIAR.....................................................................................................27
B. CONGELAR...................................................................................................27
C. DESCONGELAR...........................................................................................30
34
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VII - DOCUMENTAÇÃO ANEXADAS AS PAREDES EXIGIDAS NA 
FISCALIZAÇÃO......................................................................................31
VIII - CONCLUSÃO.................................................................................32
IX - NOTAS EXPLICATIVAS....................................................................33
X - REFERÊNCIAS.................................................................................34
XI - LEGISLAÇÃO CONSULTADA..........................................................36
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“Qualidade significa fazer certo quando ninguém está olhando”
 Henry Ford
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https://www.docsity.com/?utm_source=docsity&utm_medium=document&utm_campaign=watermark- DIA 19 DE OUTUBRO -
DIA DO AÇOUGUEIRO
REQUESITOS PARA LICENCIAMENTO DE AÇOUGUE
1. LEI FEDERAL:
2. LEI ESTADUAL:
?Requerimento padronizado;
?Alvará da Prefeitura;
?Alvará do Bombeiro;
?Licença da VISA/SEMUSB (se for renovação)
?Cópia do CPF e Cópia do RG;
?Cópia do CNPJ;
?Inscrição Estadual;
?Cópia do comprovante de residência atualizado;
?Relatório descritivo das condições físicas e higiênicas do 
estabelecimento, dando parecer favorável;
OBS: (IMPORTANTÍSSIMO).
“O funcionamento de estabelecimento sem a Licença da Vigilância 
Sanitária (Autorização de Funcionamento) competente estará sujeito, o 
infrator, as penalidades cabíveis das normas sanitárias vigentes”. 
a) Lei Federal Nº 6.437, de 20/08/77 - Que configura as infrações à legislação 
sanitária federal, estabelece as sanções respectivas e dá outras providencias.
b) Lei Federal Nº 8.078, de 11/09/90 - Código de defesa do Consumidor.
c) Lei Federal Nº 8.080, de 19/09/90 - Lei orgânica de Saúde.
a) Lei Estadual Nº 5.199, de 10/12/84 - Código Sanitário de Saúde do Estado 
do Pará
 
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I - CARNE
1. INTRODUÇÃO
Um produto de qualidade é aquele que 
atende perfeitamente, de forma confiável, 
acessível, segura, e no tempo certo, às 
necessidades do cliente. Quando o produto 
é um alimento, como a carne bovina, e o 
cliente é um consumidor moderno, e 
consequentemente, exigente e muito 
seletivo, poder-se-ia adaptar essa 
definição de modo a incluir os conceitos de 
valor nutritivo, sanidade e características 
organolépticas¹.
 
Para os criadores o conceito de qualidade se resume a "um nível 
ótimo de produção de acordo com os recursos disponíveis"; para os 
engordadores se restringe ao "máximo rendimento de carcaça"; para 
os frigoríficos seria "um alto rendimento em cortes"; para o açougue 
pode-se afirmar que é "boa aparência e longa vida de prateleira"; e 
para o consumidor, em especial para o brasileiro, qualidade é "preço", 
muito embora alguma parte busque sanidade e aspectos organolépticos 
como cor, maciez e sabor.
OS ATRIBUTOS DE QUALIDADE DA CARNE PODEM
SER CLASSIFICADOS EM:
a) QUALIDADE VISUAL
b) QUALIDADE GUSTATIVA
 - Aspectos que atraem ou repelem o 
consumidor que vai às compras;
 - Atributos que fazem com que o 
consumidor volte ou não a adquirir o produto; 
9
Google
Google
Google
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c) QUALIDADE NUTRICIONAL - Nutrientes que 
fazem com que o consumidor crie uma imagem 
favorável ou desfavorável da carne, como alimento 
compatível com suas exigências para uma vida 
saudável, e 
d) SEGURANÇA - Aspectos higiênico-sanitários e a 
presença ou não de contaminantes químicos, como 
resíduos de pesticidas.
2. A CARNE COMO ALIMENTO
Carne, leite e ovos são as fontes básicas de proteína para o homem em 
função do alto valor biológico das mesmas.
O consumo de proteínas de origem animal é utilizado como indicativo 
do desenvolvimento de um país ou região, ou seja, quanto maior o 
desenvolvimento do país maior será o consumo de proteínas de origem 
animal em relação ao de proteínas de origem vegetal
2.1. DEFINIÇÕES DE CARNE
 O conceito de carne depende do ponto de vista:
 = músculo
 = todos os tecidos comestíveis dos animais de açougue, 
englobando músculos, com ou sem base óssea, gorduras e vísceras, 
podendo os mesmos ser natural ou processados.
 = boi, búfalo, ovelhas, cabritos, porcos e 
coelhos.
 = galinhas e peixes.
 = são as massas musculares 
maturadas e demais tecidos que as acompanham, incluindo ou não a base 
óssea correspondente, procedentes de animais abatidos sob inspeção 
veterinária.
? CARNE
? CARNES
? CARNES VERMELHAS
? CARNES BRANCAS
? CARNE DE AÇOUGUE (RIISPOA)
10
Google
Google
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2.2.1. COR
A cor da carne é considerada como o principal aspecto no momento da 
2comercialização (apelo visual). A mioglobina é a principal substância na 
3 determinação da cor da carne. O teor de hemoglobina só influenciará a cor 
da carne se o processo de for mal executado.
Aspectos como idade, sexo, músculo e atividade física afetam a cor da 
carne. A cor natural e ideal da carne é um vermelho brilhante.
4sangria
2.2. CARACTERISTICAS ORGANOLÉPTICAS DA CARNE
2COR DA CARNE À VÁCUO: A embalagem à vácuo 
garante padrões excepcionais de conservação pois 
mantém o produto sem contato com o oxigênio, gás 
necessário para o crescimento microbiano. No 
entanto, dentro da embalagem à vácuo a carne fica 
com uma cor um pouco mais escura, o que é natural e 
se deve a falta de contato com o oxigênio. Sua 
coloração voltará ao vermelho-cereja natural de 
carnes frescas alguns minutos após a abertura da embalagem. Preste atenção: nas 
carnes embaladas à vácuo, veja se o plástico está bem aderido à peça, caso não 
esteja isso indica que a embalagem não está bem vedada.
2.2.1.1. PROBLEMAS NA COLORAÇÃO DA CARNE
CARNES PSE
 
CARNES DFD
 (Pálida, Flácida e Exsudativa) - Problemas 
de estresse no momento do abate levam a uma redução 
do que, juntamente com a temperatura alta do 
músculo, provocam um estado em que a carne libera 
água, torna-se flácida e com coloração amena.
 (Escura, Firme e Seca) - Problemas de 
estresse prolongado antes do abate podem esgotar as 
reservas de , impedindo que o pH decline; dessa 
forma, o músculo passa a reter mais água (seco), ficando 
estruturado (firme) e de coloração escura tanto pela menor 
refração de luz quanto pela maior ação enzimática, com 
gasto periférico do oxigênio.
5pH ,
glicogênio
Google
Google
Google
Google
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2.2.2. ODOR E SABOR
O aroma da carne é uma sensação complexa que envolve a 
combinação de odor, sabor e pH. Por serem aspectos complementares, o 
odor e o sabor podem ser agrupados em um complexo denominado de 
“saboroma” (odor + sabor), sendo que ao eliminar-se o odor, o sabor de um 
alimento fica alterado.
O saboroma da carne é aumentado com a idade do animal, sendo que 
em algumas espécies, a carne de machos inteiros apresenta sabor 
diferente.
O sabor da carne seria semelhante entre as espécies de açougue, 
entretanto, o que as torna diferentes é o teor e a qualidade da gordura 
presente em cada espécie animal.
A gordura na carne bovina pode conter uma composição de 
 que torna a carne peculiar quanto ao sabor.
A temperatura e a duração do processo de cozimento é passível de 
influenciar a intensidade do saboroma da carne. Quanto maior o tempo de 
cozimento maior a degradação protéica e perda de substâncias voláteis. A 
carne tem mais sabor quando assada até 82°C internamente, com um 
forno a 288°C por 30 minutos, do que outra a 177°C por 2 horas.
 A das gorduras é o principal problema de sabor na carne.
ácidos 
graxos
ransificação
2.2.3. SUCULÊNCIA
A suculência depende da sensação de umidade nos primeiros 
movimentos mastigatórios, ou seja, da liberação de líquidos pela carne. 
Uma sensação de suculência é mantida pelo teor de gordura na carne que 
estimula a salivação e lubrifica o .
A carne de animais jovens costuma ser suculenta no início, mas, pela 
falta de gordura, torna-se seca ao final do processo de mastigação.
Os processos de resfriamento/congelamento em si não afetam a 
suculência da carne, entretanto, o tempo de congelamento prejudica a 
suculência.
O processo de cozimento é fator determinante da capacidade de 
retenção de água da carne (suculência). Carne que atinge uma dadatemperatura interna mais rapidamente apresenta-se mais suculenta, 
sendo que esse fato é melhor observado até 70°C, pois a partir dessa 
temperatura as alterações protéicas são tão intensas que o tempo de 
cozimento torna-se indiferente.
Quando a carne é assada forma-se uma superfície (capa) de proteína 
coagulada que impede a perda de suco; quanto mais rápido o processo de 
aquecimento mais rápida será a formação dessa capa.
bolo mastigatório
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c) - nutrientes que fazem com 
que o consumidor crie uma imagem favorável ou 
desfavorável da carne, como alimento compatível com suas 
exigências para uma vidasaudável, e 
QUALIDADE NUTRICIONAL
2. A CARNE COMO ALIMENTO
2.1. DEFINIÇÕES DE CARNE
2.2.4. MACIEZ 
É o principal quesito de avaliação ou apreciação por parte do 
consumidor, inclusive, podendo suplantar aspectos como uma cor ou um 
soboroma não muito agradáveis (atrativos).
ORGANOLEPTICAMENTE, A MACIEZ DE UMA CARNE SERIA SENTIDA 
COMO UM CONJUNTO DE IMPRESSÕES:
1. CONSISTÊNCIA DA CARNE - Conforme o contato com a língua e 
bochechas pode-se sentir se a carne é mole ou firme. 
2. RESISTÊNCIA A PRESSÃO DENTAL - Força necessária para a penetração 
dos dentes na carne.
3. FACILIDADE DE FRAGMENTAÇÃO - Capacidade dos dentes para cortar ou 
desagregar as fibras musculares. 
OBS: PODEM ACONTECER DOIS EXTREMOS:
a) - A carne ser tão fragmentável que partículas aderem-se à língua e bochechas 
dando a sensação de secura;
b) - A carne apresentar fibras muito unidas, quase sempre em virtude de excesso de 
tecido conjuntivo.
4. RESÍDUO OU RESTOS DE MASTIGAÇÃO - Restos de carne que permanecem 
após o processo mastigatório, geralmente tecido conjuntivo originário de perimísio 
ou epimísio. Muitos fatores interferem na maciez da carne, podendo ser divididos em 
inerentes (antes da morte) ou não inerentes (após a morte) ao animal. Entre os 
inerentes tem-se: a genética, a fisiologia, a alimentação e o manejo do animal.
5. A IDADE DO ANIMAL - Há a formação de ligações cruzadas entre as moléculas de 
6colágeno que as tornam indissolúveis e endurece a carne. A deposição de 
maior ou menor teor de colágeno sob a forma de perimísio (grão da carne) 
promove diferenças raciais quanto à maciez da carne. 
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c) - nutrientes que fazem com 
que o consumidor crie uma imagem favorável ou 
desfavorável da carne, como alimento compatível com suas 
exigências para uma vidasaudável, e 
QUALIDADE NUTRICIONAL
2. A CARNE COMO ALIMENTO
2.1. DEFINIÇÕES DE CARNE
c) - nutrientes que fazem com 
que o consumidor crie uma imagem favorável ou 
desfavorável da carne, como alimento compatível com suas 
exigências para uma vidasaudável, e 
QUALIDADE NUTRICIONAL
2. A CARNE COMO ALIMENTO
2.1. DEFINIÇÕES DE CARNE
6. O MARMOREIO (gordura intramuscular) - Ajuda na maciez por lubrificar a 
mastigação e diluir o teor de tecido conjuntivo da carne. Como fatores externos ao 
animal têm-se aspectos como uso ou não de processos visando ao amaciamento da 
carne e distúrbios de refrigeração.
7. ENCURTAMENTO PELO FRIO - Quando um músculo é resfriado imediatamente 
após o abate, apresenta energia para contrair-se fortemente sob ação do 
resfriamento, que, em geral, ocorre quando um músculo atinge 10°C em 10 horas 
após a morte.
8. RIGOR PELO DESCONGELAMENTO - Quando um músculo congela antes de 
atingir o rigor mortis, posteriormente, quando do descongelamento ocorre o 
encurtamento pelo frio e uma excessiva perda de suco.
9. POSIÇÃO DE RESFRIAMENTO - Evita o encurtamento e o respectivo 
endurecimento, por ação física.
10. ELETROESTIMULAÇÃO - Uma corrente elétrica que, provocando contrações, 
faz com que os músculos consumam energia e no momento do resfriamento não 
possam contrair-se demasiadamente.
11. MATURAÇÃO - Mantendo-se os cortes cárneos em embalagem a vácuo e em 
temperatura de 1ºC a 2ºC por cerca de 14 dias, ocorre desnaturação protéica 
desagregando as fibras musculares e ocasionando maciez. Além da ação sobre a 
maciez, com a maturação ocorre desenvolvimento de sabor.
12. COCÇÃO - A maciez é dependente da temperatura e da velocidade de 
cozimento. Nas carnes bem cozidas ocorre uma maior rigidez por um fenômeno 
denominado "endurecimento protéico", que é devido à modificação das proteínas, 
favorecendo a maciez da carne. Entre 57ºC e 60ºC ocorre o amaciamento do tecido 
conjuntivo sem que haja ação sobre as proteínas miofibrilares, ou seja, sem 
endurecer a carne. Com base nisso é que se recomenda o cozimento prolongado à 
temperaturas baixas para a carne rica em tecido conjuntivo e o contrário para aquelas 
pobres em colágeno.
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c) - nutrientes que 
fazem com que o consumidor crie uma imagem 
favorável ou desfavorável da carne, como alimento 
compatível com suas exigências para uma 
QUALIDADE NUTRICIONAL
2. A CARNE COMO ALIMENTO
2.1. DEFINIÇÕES DE CARNE
c) - nutrientes que 
fazem com que o consumidor crie uma imagem 
favorável ou desfavorável da carne, como alimento 
compatível com suas exigências para uma 
QUALIDADE NUTRICIONAL
2. A CARNE COMO ALIMENTO
2.1. DEFINIÇÕES DE CARNE
c) - nutrientes que 
fazem com que o consumidor crie uma imagem 
favorável ou desfavorável da carne, como alimento 
compatível com suas exigências para uma 
QUALIDADE NUTRICIONAL
2. A CARNE COMO ALIMENTO
2.1. DEFINIÇÕES DE CARNE
13. SUBSTÂNCIAS AMACIANTES DA 
CARNE - Pode-se fazer o amaciamento 
artificial da carne por uma série de 
ingredientes, como vinagre, suco de limão, 
sal e enzimas vegetais. As proteínas 
provenientes do mamão, do abacaxi e as do 
figo possuem efetiva ação amaciante, sendo que o efeito não é apenas 
sobre as proteínas miofibrilares mas também sobre o tecido conjuntivo, 
principalmente sobre a fração de colágeno solubilizada pelo calor.
II - ASPECTOS NUTRICIONAIS DA CARNE
A carne bovina é uma excelente fonte de proteína
Uma porção de 100 gramas de contrafilé grelhado de animais 
zebuínos, sem a gordura de cobertura, contém 30 gramas de 
proteína. o teor calórico é baixo (190 quilocalorias), como também 
são as concentrações de colesterol (67 miligramas/100 gramas e 
gordura (3,9 gramas/100 gramas).
Além de conter elevados teores de proteína de alta qualidade, a carne 
bovina é rica em , em vitaminas do complexo B: 
B1 (tiamina), B2 (riboflavina), niacina (vitamina da inteligência), 
ácidos fólico e pantotênico, e vitaminas B6 e B12; em minerais (K, P, 
Mg, Fe e Zn) e em . Possui ainda altas 
concentrações de ácido linoléico conjugado (CLA), composto associado à 
prevenção e combate de determinados tipos de câncer. Por causa da 
multiplicidade de nutrientes que a compõe e à alta biodisponibilidade dos 
mesmos, a carne bovina tem sido considerada como um
.
Todos os nutrientes contidos na carne são importantes para a saúde 
humana, destacando-se os minerais, ferro e zinco. o ferro é essencial 
diversas funções do organismo. Além de dar suporte ao sistema 
imunológico, forma parte da hemoglobina dos , 
responsável pelo transporte de oxigênio e dióxido de carbono. Esse 
oxigênio é utilizado para liberar energia do alimento, a qual é utilizada para 
crescimento, respiração, locomoção e demais funções do organismo.
7ácidos graxos essenciais
8aminoácidos essenciais
 alimento de alto 
valor nutricional
glóbulos vermelhos
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c) -nutrientes que fazem com 
que o consumidor crie uma imagem favorável ou 
desfavorável da carne, como alimento compatível com suas 
exigências para uma vidasaudável, e 
QUALIDADE NUTRICIONAL
2. A CARNE COMO ALIMENTO
2.1. DEFINIÇÕES DE CARNE
c) - nutrientes que fazem com 
que o consumidor crie uma imagem favorável ou 
desfavorável da carne, como alimento compatível com suas 
exigências para uma vidasaudável, e 
QUALIDADE NUTRICIONAL
2. A CARNE COMO ALIMENTO
2.1. DEFINIÇÕES DE CARNE
c) - nutrientes que fazem com 
que o consumidor crie uma imagem favorável ou 
desfavorável da carne, como alimento compatível com suas 
exigências para uma vidasaudável, e 
QUALIDADE NUTRICIONAL
2. A CARNE COMO ALIMENTO
2.1. DEFINIÇÕES DE CARNE
c) - nutrientes que fazem com 
que o consumidor crie uma imagem favorável ou 
desfavorável da carne, como alimento compatível com suas 
exigências para uma vidasaudável, e 
QUALIDADE NUTRICIONAL
2. A CARNE COMO ALIMENTO
2.1. DEFINIÇÕES DE CARNE
A inclusão da carne na dieta aumenta a biodisponibilidade do ferro 
"não-heme" encontrado nos vegetais. O sintoma clássico de deficiência 
de ferro é a anemia. Dietas deficientes em ferro retardam o crescimento de 
crianças, além de prejudicar a habilidade de aprendizado.
 
Os produtos de origem animal apresentam todas as vitaminas 
lipossolúveis (A, D, E e K) e as hidrossolúveis do complexo B. O mérito da 
carne bovina, como fonte de vitaminas, é a alta concentração e 
disponibilidade de vitaminas do complexo B, em especial a B12. A 
deficiência dessa vitamina na dieta apresenta como primeiros sintomas 
mudanças no sistema nervoso (dificuldade de locomoção e expressão) 
que, se não socorridas a tempo, podem resultar em deterioração mental e 
paralisia. O teor de vitamina B12 na carne bovina é o mais elevado de 
todas as carnes, ao redor de 2,8 microgramas/100 gramas. São 
necessárias 8,4 porções (100 gramas) de carne branca de aves ou 5,1 
porções (100 gramas) de lombo suíno para proporcionar a mesma 
quantidade de vitamina B12 disponível em uma porção (100 gramas) de 
carne bovina. 
De todas as carnes, a bovina é a que apresenta os maiores teores 
de ferro (3,4 gramas/100 gramas), enquanto que a de aves e a de 
suínos apresentam menores concentrações (1 grama/100 gramas e 
1,47 grama/100 gramas, respectivamente). São necessários 3,4 
porções (100 gramas) de peito de frango sem pele ou 2,3 porções de 
lombo suíno para proporcionar a mesma quantidade de ferro 
disponível em 100 gramas de carne bovina. 
Quanto ao zinco, é um mineral 
importante para o crescimento e para 
o desenvolvimento de diversas 
funções imunologicas. A sua 
deficiência pode afetar a função de 
mais de 60 enzimas, e como 
consequência, a maioria dos 
processos metabólicos do corpo 
humano. A carne bovina, comparada 
às demais carnes e a outros produtos 
de origem animal ou vegetal, com 
exceção das ostras, tem as maiores 
concentrações deste mineral (6,5 
gramas/100 gramas). são necessários 6,5 porções (100 gramas) de peito 
de frango sem pele ou 2,5 porçoes (100 gramas) de lombo suíno, para 
proporcionar a mesma quantidade de zinco encontrada em uma porção 
(100 gramas) de carne bovina. os cereais também contêm zinco na sua 
composição, porém com menor biodisponibilidade que a forma 
encontrada na carne.
 
16
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c ) 
 - 
nutrientes que fazem 
c o m q u e o 
Q U A L I D A D E 
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2. A CARNE COMO ALIMENTO
2.1. DEFINIÇÕES DE CARNE
c ) 
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2.1. DEFINIÇÕES DE CARNE
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2.1. DEFINIÇÕES DE CARNE
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2. A CARNE COMO ALIMENTO
2.1. DEFINIÇÕES DE CARNE
 Em resumo, quando consumida em quantidades moderadas, os teores 
de gordura da carne bovina magra estão muito abaixo dos limites 
estabelecidos pela OMS. Outros produtos de origem animal ou vegetal, 
importantes para uma dieta saudável, também apresentam na sua 
composição este componente. No entanto, pela variedade de outros 
componentes nutricionais (proteína, vitaminas, minerais, aminoácidos e 
ácidos graxos essenciais) e pelos elevados teores com que os mesmos 
são encontrados na carne bovina, pode-se dizer que ela é um alimento 
nobre, de extrema importância à nossa saúde. Ressalta-se que nenhum 
alimento contém todos os nutrientes necessários à saúde humana; é 
importante que a dieta seja variada, incluindo carne e derivados, frutas, 
vegetais, cereais, leite e subprodutos. Outros aspectos relevantes, como 
fumo, estresse, álcool e sedentarismo, não devem ser menosprezados. 
Hábitos e costumes inadequados, como abstenção ou consumo 
excessivo de determinados alimentos, são altamente prejudiciais à saúde 
e devem receber atenção adequada. 
 
Inúmeras pesquisas apontam que o consumo de carne pode ser 
danoso para a saúde humana. Mesmo o consumo das chamadas "carnes 
brancas" já é apontado como algo perigoso. Pois, consumo excessivo de 
gordura (principalmente a saturada), de origem animal ou vegetal, é um 
fator importante no desenvolvimento de doenças cardiovasculares. Para 
prevenir riscos de desenvolvimento dessas doenças, a Organização 
Mundial da Saúde (OMS) recomenda que a ingestão diária de gordura, 
total e saturada, seja limitada a um determinado percentual da dieta. Para 
a gordura total, esse limite é de 30% da energia de mantença, e para a 
gordura saturada, de 10%. Exemplificando, a energia de mantença para 
homens com idade superior a 50 anos é de 2.300 quilocalorias/dia. 
Portanto, os limites diários de ingestão de gordura, total e saturada, seriam 
de 690 quilocalorias/dia e 230 quilocalorias/dia, respectivamente. 
ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DE SAÚDE
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c) - nutrientes que fazem com 
que o consumidor crie uma imagem favorável ou 
desfavorável da carne, como alimento compatível com suas 
exigências para uma vidasaudável, e 
QUALIDADE NUTRICIONAL
2. A CARNE COMO ALIMENTO
2.1. DEFINIÇÕES DE CARNE
c) - nutrientes que fazem com 
que o consumidor crie uma imagem favorável ou 
desfavorável da carne, como alimento compatível com suas 
exigências para uma vidasaudável, e 
QUALIDADE NUTRICIONAL
2. A CARNE COMO ALIMENTO
2.1. DEFINIÇÕES DE CARNE
c) - nutrientes que fazem com 
que o consumidor crie uma imagem favorável ou 
desfavorável da carne, como alimento compatível com suas 
exigências para uma vidasaudável, e 
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2.1. DEFINIÇÕES DE CARNE
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desfavorável da carne, como alimento compatível com suas 
exigências para uma vidasaudável, e 
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2.1. DEFINIÇÕES DE CARNE
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que o consumidor crie uma imagem favorável ou 
desfavorável da carne, como alimento compatível com suas 
exigências para uma vidasaudável, e 
QUALIDADE NUTRICIONAL
2. A CARNE COMO ALIMENTO
2.1. DEFINIÇÕES DE CARNE
2. A CARNE COMO ALIMENTO
2.1. DEFINIÇÕES DE CARNE
 
A palavra açougue vem do árabe 
“as-soq", que significa mercado ou feira e 
foi usada para designar as casas de venda 
de carne. 
O primeiro registro do uso dessa palavra 
na língua portuguesa data de 1254, na 
forma "azougue". Pouco depois o vocábulo 
evoluiu para "aaçougue",para então 
finalmente passar para o atual açougue. 
O s a ç o u g u e s m e d i e v a i s e r a m 
localizados em casas familiares e o trabalho 
era quase artesanal. A higiene, nesse 
período não era muito prezada, e a 
procedência das carnes não poderia ser 
avaliada. Atualmente, existem normas a serem seguidas pelos 
açougueiros, além de órgãos de fiscalização sanitária que impõe selos de 
qualidade, para que o consumidor saiba da procedência da carne.
 
O Brasil é o país que possui o maior rebanho comercial do mundo. Em 
quantidade de animais, só perde para a Índia, porém lá, a vaca é um 
animal sagrado, portanto o rebanho indiano não é comercializado. 
Calcula-se que no Brasil existem cerca de 01 boi por habitante, ou seja, 
são quase 190 milhões de cabeças de gado. O gado brasileiro é bem visto 
no exterior por ser do tipo chamado , que se alimenta de capim e 
se exercita constantemente. 
"boi verde"
III - AÇOUGUE
1. ORIGEM
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desfavorável da carne, como alimento compatível com suas 
exigências para uma vidasaudável, e 
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2.1. DEFINIÇÕES DE CARNE
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desfavorável da carne, como alimento compatível com suas 
exigências para uma vidasaudável, e 
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desfavorável da carne, como alimento compatível com suas 
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2.1. DEFINIÇÕES DE CARNE
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2.1. DEFINIÇÕES DE CARNE
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2.1. DEFINIÇÕES DE CARNE
O açougueiro é o profissional responsável por limpar e cortar a carne 
que é vendida no açougue. O papel desse profissional é atender aos 
pedidos dos clientes e separar a carne que for solicitada, cortando do jeito 
que o cliente preferir. Também é de responsabilidade do açougueiro prezar 
pela higiene e manter a limpeza do local de trabalho, ações 
imprescindíveis para promover o bem-estar dos clientes e manter uma 
clientela fixa. 
Os açougueiros, geralmente trabalham em conjunto, em açougues ou 
casas especializadas em carnes.
 
2. O QUE É SER UM AÇOUGUEIRO ?
3. QUAIS AS CARACTERÍSTICAS NECESSÁRIAS PARA SER 
UM AÇOUGUEIRO?
Para ser um açougueiro é necessário que o profissional entenda da 
anatomia bovina e suína e das carnes, suas características principais e a 
melhor forma de prepará-las, para poder orientar e ajudar o cliente a 
escolher a carne e a forma de corte. 
 
OUTRAS CARACTERISTICAS INTERESSANTES SÃO:
� Boa visão;
� Firmeza nas mãos; 
� Habilidade com objetos cortantes como facas;
� Paciência; 
� Capacidade de concentração;
� Capacidade de entendimento das solicitações dos clientes.
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G
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que o consumidor crie uma imagem favorável ou 
desfavorável da carne, como alimento compatível com suas 
exigências para uma vidasaudável, e 
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que o consumidor crie uma imagem favorável ou 
desfavorável da carne, como alimento compatível com suas 
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2.1. DEFINIÇÕES DE CARNE
2. A CARNE COMO ALIMENTO
2.1. DEFINIÇÕES DE CARNE2.1. DEFINIÇÕES DE CARNE
 
Não existe uma formação necessária para ser um açougueiro, pois o 
aprendizado das técnicas e métodos de um açougueiro vem com a prática. 
Existem alguns cursos de curta duração profissionalizantes, de 
aperfeiçoamento e especialização. Geralmente esses cursos são 
compostos por uma parte teórica, que envolve conceitos técnicos de corte 
e características das carnes, higiene, armazenamento e refrigeração, etc. 
e uma parte prática, que na maioria das vezes é realizada em parceria com 
frigoríficos. O mais importante é que o curso seja de qualidade e 
reconhecido por instituições competentes.
o Separar a carne por categorias;
o Limpar o balcão ou local de trabalho, caso não haja funcionário 
responsável por isso;
o Manter sempre o uniforme limpo; 
o Limpar a gordura da carne;
o Atender ao pedido do cliente;
o Cortar a carne em pedaços de acordo com o gosto do cliente;
o Embalar adequadamente o pedido do cliente; e
o Armazenar a carne em locais de refrigeração adequados.
5. PRINCIPAIS ATIVIDADES DE UM AÇOUGUEIRO? 
4. QUAL A FORMAÇÃO NECESSÁRIA PARA SER UM 
AÇOUGUEIRO?
6. ÁREAS DE ATUAÇÃO E ESPECIALIDADES
 
O açougueiro trabalha sempre com a carne, porém os 
estabelecimentos onde pode trabalhar variam, como por exemplo: 
 Pode trabalhar em açougues ou casas 
especializadas em carnes, pode, inclusive, ser dono do seu próprio 
açougue;
a) AÇOUGUES -
b) SUPERMERCADOS - Pode trabalhar na seção de carnes de um 
supermercado. Nesse local, geralmente, o açougueiro não trabalha 
diretamente com o cliente, ele corta a carne em um padrão de peso e 
tamanho e embala. Porém pode também atender a um cliente que faça um 
pedido de corte diferente;
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que o consumidor crie uma imagem favorável ou 
desfavorável da carne, como alimento compatível com suas 
exigências para uma vidasaudável, e 
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que o consumidor crie uma imagem favorável ou 
desfavorável da carne, como alimento compatível com suas 
exigências para uma vidasaudável, e 
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que o consumidor crie uma imagem favorável ou 
desfavorável da carne, como alimento compatível com suas 
exigências para uma vidasaudável, e 
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2. A CARNE COMO ALIMENTO2.1. DEFINIÇÕES DE CARNE
c) - nutrientes que fazem com 
que o consumidor crie uma imagem favorável ou 
desfavorável da carne, como alimento compatível com suas 
exigências para uma vidasaudável, e 
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que o consumidor crie uma imagem favorável ou 
desfavorável da carne, como alimento compatível com suas 
exigências para uma vidasaudável, e 
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2. A CARNE COMO ALIMENTO
2.1. DEFINIÇÕES DE CARNE
2. A CARNE COMO ALIMENTO
2.1. DEFINIÇÕES DE CARNE
 c) FRIGORÍFICO - pode trabalhar em frigoríficos. Nesse caso, o 
profissional tem o primeiro contato com a carne fresca. Ele deve separar 
os diferentes tipos de carne e realizar a primeira limpeza e inspeção de 
qualidade. A partir daí a carne segue para os locais onde o consumidor 
pode comprá-la. 
 
 7. MERCADO DE TRABALHO
 O mercado de trabalho para o profissional que trabalha com os alimentos 
sempre é amplo. O profissional pode procurar emprego em açougues, 
casas especializadas em carnes, frigoríficos, mercados e supermercados, 
restaurantes especializados no preparo de carnes, churrascarias e etc.
 
Nessa área, o interessante é que o profissional se especialize por meio 
de cursos e treinamentos para se destacar no mercado de trabalho. 
 
 
8. ESTRUTURA FÍSICA
a) Projeto arquitetônico aprovado pela vigilância sanitária de 
Bragança;
b) Área compatível com as atividades desenvolvidas;
c) Pia/lavatório para higienização das mãos no local de manipulação 
dos produtos, com sabão líquido e antisséptico;
d) Tanque ou pia para lavagem dos utensílios e equipamentos, de 
material liso, lavável e impermeável em número suficiente para a 
atividade, com água quente e fria;
e) Piso contínuo, lavável, impermeável, resistente, antiderrapante, 
com declividade e ralos para o escoamento das águas de limpeza;
f) Paredes lisas, revestidas até a altura mínima de 2 m (dois metros) 
com material resistente, liso, lavável, impermeável e em cores claras;
g) Forro contínuo, em bom estado de conservação, de cor clara, 
revestido com material impermeabilizante e de fácil limpeza; 
 
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2. A CARNE COMO ALIMENTO
2.1. DEFINIÇÕES DE CARNE
2. A CARNE COMO ALIMENTO
2.1. DEFINIÇÕES DE CARNE
h) Portas revestidas de material liso, lavável, integras, com 
fechamento automático, a extrema com tela;
i) Janelas com vidros íntegros, de fácil acionamento, com aberturas 
teladas;
j) Raios solares não devem incidir diretamente sobre os produtos;
k) Instalações sanitárias sem comunicação direta com a área de 
produção, dotadas de vaso sanitário, lavatório, porta-toalhas de 
papel descartável, sabão líquido e lixeira provida de tampa e saco 
plástico;
l) Vestiário com armários para guarda de objetos pessoais;
m) Ventilação com fluxo de ar direcionado da área limpa para a área 
suja;
n) Instalações elétricas isoladas e protegidas de forma a não 
ocasionar choques e/ou curto-circuito;
o) Luminárias com proteção contra estilhaçamento e iluminação sem 
áreas de sombra ou contraste; 
 
8. ESTRUTURA FÍSICA
IV - MANIPULADOR DE ALIMENTOS
1. QUEM É O MANIPULADOR DE ALIMENTO?
Todas as pessoas que trabalham com alimentação são consideradas 
“Manipuladores de Alimentos”, ou seja, quem produz, vende, transporta, 
recebe, prepara e serve o alimento.
Esse profissional, como todo ser humano, é portador de 
microorganismos na parte externa do seu corpo , 
na parte interna e nas suas secreções 
.
Dizemos que o alimento está contaminado quando o homem lhe 
transfere microorganismos, tanto no contato direto, como favorecendo 
condições inadequadas para que isso ocorra 
.
Para evitar a contaminação dos alimentos, através da manipulação, um 
treinamento inicial do manipulador é indispensável.
 
 
(mãos, pele e cabelos)
(boca, garganta e nariz) (fezes, 
urina, saliva e suor)
(temperatura, instalações, 
utensílios e equipamentos malcuidados)
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2. A CARNE COMO ALIMENTO
2.1. DEFINIÇÕES DE CARNE
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exigências para uma vidasaudável, e 
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c) - nutrientes que fazem com 
que o consumidor crie uma imagem favorável ou 
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exigências para uma vidasaudável, e 
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exigências para uma vidasaudável, e 
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2.1. DEFINIÇÕES DE CARNE
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exigências para uma vidasaudável, e 
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exigências para uma vidasaudável, e 
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2.1. DEFINIÇÕESDE CARNE
2. A CARNE COMO ALIMENTO
2.1. DEFINIÇÕES DE CARNE
 
 
Existem algumas regras básicas que o manipulador de alimentos deve 
seguir. Regras que devem ser colocadas em prática não só durante o 
período de trabalho, mas durante a rotina diária quando trabalhamos em 
casa, pois nela também preparamos a nossa alimentação e de toda a 
família.
 7. MERCADO DE TRABALHO
8. ESTRUTURA FÍSICA
2. OS PRINCÍPIOS BÁSICOS DE HIGIENE DO MANIPULADOR
 DE ALIMENTOS
 
k) Usar uniforme completo e higienizado;
“Todo manipulador, consciente da responsabilidade que é preparar e 
oferecer um alimento com qualidade, deve observar, diariamente, antes e 
durante seu trabalho, algumas regras importantes e fundamentais, para 
que o resultado seja sempre excelente.” Que são:
a) Tirar barba ou bigode;
b) Usar os cabelos presos ou cobertos por redes ou toucas;
c) Evitar conversar, cantar, tossir ou espirrar sobre os alimentos, 
para que não caia saliva sobre os mesmos;
d) Fumar apenas em locais permitidos;
e) Manter roupas e aventais sempre limpos, trocando-os diariamente 
e sempre que necessário;
f) Não manipular alimentos quando estiver doente (ex: resfriado) ou 
apresentar algum tipo de lesão nas mãos e unhas;
g) Manter as unhas sempre curtas e limpas, sem esmalte e anéis;
h) Não usar adornos (brincos, pulseiras, anéis, aliança, piercing, 
etc.);
i) Portar carteira de saúde e sempre atualizada;
j ) A f a s t a r - s e d e s u a s a t i v i d a d e s q u a n d o t i v e r : 
febre; Doenças de pele; Corrimento nasal e Diarréia e vômitos;
 
 
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c) - nutrientes que fazem com 
que o consumidor crie uma imagem favorável ou 
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exigências para uma vidasaudável, e 
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que o consumidor crie uma imagem favorável ou 
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exigências para uma vidasaudável, e 
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que o consumidor crie uma imagem favorável ou 
desfavorável da carne, como alimento compatível com suas 
exigências para uma vidasaudável, e 
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que o consumidor crie uma imagem favorável ou 
desfavorável da carne, como alimento compatível com suas 
exigências para uma vidasaudável, e 
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2. A CARNE COMO ALIMENTO
2.1. DEFINIÇÕES DE CARNE
2. A CARNE COMO ALIMENTO
2.1. DEFINIÇÕES DE CARNE
7. MERCADO DE TRABALHO
8. ESTRUTURA FÍSICA
l) Manter o mais rigoroso asseio corporal;
m)Mãos limpas sem adornos e unhas aparadas, limpas e sem 
esmalte;
n) Não fumar, não mascar gomas, não cuspir ou escarrar;
o) Usar utensílios adequados para tocar em alimentos;
p) Receber treinamento periódico com conhecimentos básicos 
sobre transmissão de enfermidades através dos alimentos;
q) Manter limpos e higienizados, todos os utensílios, 
equipamentos e instalações;
r) Nunca colocar utensílios ou alimentos no chão;
s) Manter tablados para descansar os vasilhames com matéria 
prima alimentos e sempre protegidos com tampas ou papel filme.
 
 
3. LAVAR BEM AS MÃOS COM ÁGUA E SABÃO
1. Ao sair do banheiro ou vestiário;
 
2. Ao tocar o nariz, cabelo, sapatos, 
dinheiro e cigarro;
3. Após tocar alimentos podres e 
estragados;
4. Após carregar o lixo;
5. Sempre e antes de tocar em 
qualquer utensílio e equipamento, ou seja, tudo que for entrar em contato 
com o alimento.
A principal causa de ocorrência de infecções e toxiinfecções 
alimentar é a manipulação de alimentos por pessoas despreparadas 
ou irresponsável.
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c) - 
nutrientes que fazem com que o 
consumidor crie uma imagem favorável 
ou desfavorável da carne, como 
QUALIDADE NUTRICIONAL
2. A CARNE COMO ALIMENTO
2.1. DEFINIÇÕES DE CARNE
c) - 
nutrientes que fazem com que o 
consumidor crie uma imagem favorável 
ou desfavorável da carne, como 
QUALIDADE NUTRICIONAL
2. A CARNE COMO ALIMENTO
2.1. DEFINIÇÕES DE CARNE
c) - 
nutrientes que fazem com que o 
consumidor crie uma imagem favorável 
ou desfavorável da carne, como 
QUALIDADE NUTRICIONAL
2. A CARNE COMO ALIMENTO
2.1. DEFINIÇÕES DE CARNE
c) - 
nutrientes que fazem com que o 
consumidor crie uma imagem favorável 
ou desfavorável da carne, como 
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2.1. DEFINIÇÕES DE CARNE
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consumidor crie uma imagem favorável 
ou desfavorável da carne, como 
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2. A CARNE COMO ALIMENTO
2.1. DEFINIÇÕES DE CARNE
 
2. A CARNE COMO ALIMENTO
2.1. DEFINIÇÕES DE CARNE
2. A CARNE COMO ALIMENTO
2.1. DEFINIÇÕES DE CARNE
7. MERCADO DE TRABALHO
8. ESTRUTURA FÍSICA
V - CONTAMINAÇÃO DA CARNE
1. O QUE É CONTAMINAÇÃO?
2. O QUE SÃO OS MICRÓBIOS?
3. CONTAMINAÇÃO POR MICRÓBIOS
Normalmente, os parasitas, as 
substâncias tóxicas e os micróbios 
prejudiciais à saúde entram em 
contato com o alimento durante a 
manipulação e preparo. Esse 
processo é conhecido como 
contaminação.
O s m i c r ó b i o s s ã o 
organismos vivos tão pequenos 
que só podem ser vistos por 
meio de um equipamento com 
potentes lentes de aumento 
chamado microscópio. Eles 
também são conhecidos como 
microorganismos. 
Se não forem tomados alguns cuidados, os micróbios que contaminam 
o alimento podem se multiplicar rapidamente e causar doenças.
É sempre bom lembrar que medidas simples, como lavar as mãos, 
conservar os alimentos em temperaturas adequadas e o cozimento 
correto evitam ou controlam a contaminação dos alimentos. Essas 
medidas simples fazem parte das BOAS PRÁTICAS.
A maioria das DTAs (doenças transmitidas por alimentos) está 
associada à contaminaçãode alimentos por micróbios prejudiciais à 
saúde.
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que o consumidor crie uma imagem favorável ou 
desfavorável da carne, como alimento compatível com suas 
exigências para uma vidasaudável, e 
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2. A CARNE COMO ALIMENTO
2.1. DEFINIÇÕES DE CARNE
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que o consumidor crie uma imagem favorável ou 
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2.1. DEFINIÇÕES DE CARNE
 
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2.1. DEFINIÇÕES DE CARNE
2. A CARNE COMO ALIMENTO
2.1. DEFINIÇÕES DE CARNE
7. MERCADO DE TRABALHO
8. ESTRUTURA FÍSICA
SAIBA MAIS...
CONTAMINAÇÃO POR PARASITAS
Os parasitas como: ameba, giárdia e vermes podem estar presentes no solo, água e 
no intestino dos homens e dos animais, podendo então contaminar os alimentos e 
causar doenças.
 
 
VI - CONSERVAÇÃO DA CARNE BOVINA
Para uma boa conservação da carne em casa são necessários 
cuidados rigorosos para evitar alterações e contaminações. Assim, 
devemos sempre obedecer a limites de tempo e temperatura, que são 
utilizados nos vários métodos de conservação.
Quando falamos de carnes frescas, os meios de conservação são os 
que usam o frio, como a refrigeração e o congelamento.
A refrigeração deve ser o método adotado para carne que será 
preparada e consumida em até 72h após a compra, no caso de período 
maior deve-se optar pelo congelamento.
 
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2.1. DEFINIÇÕES DE CARNE
2. A CARNE COMO ALIMENTO
2.1. DEFINIÇÕES DE CARNE
Se congelada, a carne obviamente deverá passar por um processo de 
descongelamento para seu preparo. Este processo também requer 
técnicas e cuidados essenciais para se manter a qualidade e a integridade 
do alimento.
A refrigeração é um meio de conservação utilizado para carnes que 
serão consumidas num prazo de aproximadamente um a três dias, ou 
seja, em até 72h após a compra. Quando você comprar carne resfriada, ao 
chegar em casa, coloque-a imediatamente no refrigerador.
Para uma boa conservação da carne, é necessário observar algumas 
regras de higiene:
1. Mantenha o refrigerador limpo e lave as suas superfícies internas com 
frequência;
2. Refrigere a carne em porções suficientes para o consumo previsto, 
evitando empilhá-las ou compactá-las;
3. Não coloque outros alimentos em cima ou embaixo do recipiente com 
carne, principalmente alimentos já cozidos;
4. Lembre-se de que carnes tendem a gotejar e, assim, podem vir a sujar 
ou contaminar outros alimentos ou mesmo o refrigerador. Portanto 
coloque a carne em recipientes fundos ou então um prato sob a carne;
5. Armazene carnes no refrigerador somente depois de limpas, sem 
aparas epreferencialmente sem gordura, que pode rancificar.
O congelamento da carne é um processo muito simples e prático, além 
de ser um dos melhores métodos de conservar o produto, reduzindo as 
alterações de cor, de sabor e de valor nutricional.
Todos os tipos de carne podem ser congelados, com exceção dos 
miúdos e das vísceras, que não devem passar por esse processo, pois 
deterioram-se com mais facilidade. Caso as vísceras não sejam 
consumidas de imediato, elas devem ser fervidas e mantidas em 
refrigeração (em geladeira) por um período de, no máximo, 2 (dois) dias.
 
A. RESFRIAR
 
B. CONGELAR
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2.1. DEFINIÇÕES DE CARNE
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2. A CARNE COMO ALIMENTO
2.1. DEFINIÇÕES DE CARNE
2. A CARNE COMO ALIMENTO
2.1. DEFINIÇÕES DE CARNE
Hoje é possível comprar carnes já congeladas, cujo tempo de 
conservação será bem maior se forem mantidas congeladas em casa. 
Nada impede, no entanto, que se comprem carnes frescas e se faça o 
congelamento em casa.
Para fazer um congelamento caseiro, é preciso estar atento a normas 
de higiene e a alguns fatores que interferem na qualidade, na segurança e 
na boa conservação da carne, como:
 - a carne deve ser sempre 
adquirida em estabelecimentos idoneos, que zelem por sua boa 
procedência. è importante ter um fornecedor de sua inteira confiança.
 - as carnes magras conservam-se melhor do 
que as carnes com capa de gordura. No caso de cortes como picanha e 
contrafilé, prefira, para congelar, as carnes embaladas a vácuo.
 - hoje se encontram no 
mercado várias peças de carne já embaladas. Ao serem congeladas, as 
carnes sempre devem estar acondicionadas em embalagens plásticas 
limpas, de onde se deve retirar todo o ar. Uma ótima opção é congelar 
produtos adquiridos em embalagens fechadas a vácuo.
 - o congelamento de carne deve ser 
rápido, pois assim provoca poucas alterações nas características do 
produto. O congelamento rápido não ocasiona grandes danos ao tecido 
muscular e garante a preservação da maciez e da qualidade nutricional do 
produto. Este procedimento evita a formação de grandes cristais de gelo 
no interior das fibras, mantendo, assim, a integridade do produto.
 - 
evite congelar grandes pedaços de carne. 
o mais aconselhável é dividir a peça em 
porções, ou seja, cortar os pedaços em 
tamanhos que lhe sejam convenientes 
para o uso no dia-a-dia, pois pedaços 
grandes demoram muito tempo para 
congelar-se, o que favorece a formação 
de grandes cristais de gelo no interior dos 
tecidos. Esses cristais alteram as qualidades culinárias da carne, 
sobretudo a suculência. Além disso, tal procedimento evita o desperdício, 
pois a carne, uma vez descongelada, não deve ser novamente congelada.
 
1. CONDIÇÃO INICIAL DO PRODUTO
2. TEOR DE GORDURA
3. EMBALAGEM PARA CONGELAMENTO
4. TIPO DE CONGELAMENTO
5. GRANDES PORÇÕES DE CARNE
 
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2.1. DEFINIÇÕES DE CARNE
2. A CARNE COMO ALIMENTO
2.1. DEFINIÇÕES DE CARNE
6. CARNE DESCONGELADA
7. CARNES COM OSSOS
8. CARNES TEMPERADAS
9. CARNE MOÍDA
10. ETIQUETAS
Seguindo esses cuidados, a carne congelada terá validade de até:
 - só poderá voltar ao freezer como prato 
pronto, nunca crua. Não é aconselhável lavar as carnes com água antes 
de congelá-las.
 - se você congelar carnes com ossos, tome 
cuidado para que eles não furem a embalagem.
 - evite congelar carnes já temperadas. 
Temperos como cebola e alho têm alteração de sabor quando congelados 
por um certo tempo.
 - caso queira congelar carne moída, compre-a 
sempre em estabelecimentos de sua confiança e peça carnes mais 
magras para moer. A carne moída deteriora-se mais rápido, pois passa por 
um processo em que há quebra das fibras em partículas muito pequenas.
 - outra dica muito útil é o uso de etiquetas nas 
embalagens, nas quais se deve colocar o nome da peça de carne 
(picanha, maminha, alcatra), a data de validade ou de congelamento e a 
quantidade contida na embalagem (por exemplo, seis bifes, 300g, para 
quatro pessoas). Lembre-se de que as carnes, quando congeladas, são 
todas parecidas e, com o uso de etiquetas, você evitará possíveis enganos 
de cortes ou de porções. 
 08 (oito) meses para 
carnes em pedaços
 06 (seis) meses para bifes 
ou carnes assadas; e
 03 (três) meses para 
carne moída. 
�
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2.1. DEFINIÇÕES DE CARNE
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2.1. DEFINIÇÕES DE CARNE
Se a carne permanecer congelada 
por muito tempo, ela começará a 
ressecar-se. O efeito de ressecamento 
é maior em pedaços pequenos do que 
em pedaços grandes, daí a variação no 
tempo de validade.
O segredo de um bom descongelamento é ser gradativo, ou 
seja, o descongelamento deve ser feito o mais lentamente 
possível, de maneira natural e sempre no interior do 
refrigerador, a uma temperatura entre 2 e 10ºC.
Durante todo esse processo, a carne deve ser mantida na 
mesma embalagem em que foi congelada. Este é um processo 
que requer paciência, pois a carne deverá permanecer em 
geladeira descongelando por no mínimo 12 horas, ou de um dia 
para outro.
Caso se tenha pressa em descongelar, faça isto em forno microondas, 
evitando ao máximo descongelar carnes em temperatura ambiente ou por 
imersão em água, pois isto pode contribuir para o crescimento bacteriano, 
aumentando a quantidade de exsudato (suco de carne), bem como sua 
rancificação ou perda de nutrientes
A regra básica para se ter uma carne bem conservada com manutenção 
do sabor e da suculência é: congelamento rápido e descongelamento 
lento.
Após o descongelamento, a carne deve preferencialmente ser 
preparada e consumida imediatamente, pois uma vez descongelada 
estará sujeita à deterioração. Carne descongelada poderá ser mantida em 
refrigeração, porém deverá ser consumida em até 24 horas.
Deve-se tomar bastante cuidado com o líquido qu escorre durante o 
descongelamento da carne, pois este líquido poder servir de foco de 
contaminação. por isto, sempre coloque a carne para descongelar num 
recipiente fundo e descarte o suco. 
C. DESCONGELAR
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que o consumidor crie uma imagem favorável ou 
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2. A CARNE COMO ALIMENTO
2.1. DEFINIÇÕES DE CARNE
2. A CARNE COMO ALIMENTO
2.1. DEFINIÇÕES DE CARNE
Após o uso, lave bem o vasilhame onde a carne foi descongelada. Não 
é recomendável recongelar a carne crua, porém se a carne for cozida é 
possível o recongelamento, mas lembre-se que pode haver alterações no 
produto.
Bifes e hambúrgueres congelados individualmente podem ser 
descongelados diretamente no fogo, numa frigideira. Cozinhe sempre 
hambúrguer e carne moída bem, até que não haja mais suco escorrendo 
ou partes de carne ainda não cozidas.
 
 
DICAS FINAIS - PARA RELEMBRAR
 
Preferir adquirir carnes em estabelecimentos de sua confiança. 
Obsereve a higiene do local, pois isso se refletirá na higiene da carne 
fornecida.
Opte por açougues com paredes azulejadas e pisos de cerâmica, que 
sejam higiênicos, com balções e instalações limpas, e onde não haja 
carnes dependuradas em ganchos. As carnes devem permanecer 
refrigeradas, e não expostas ao mabiente. Devem também ficar livres do 
contato com insetos e poeira.
No local de compra, verifique se o balcão frigorífico é mantido em 
temperatura constante. Um meio de avaliar o funcionamento do balcão é 
observar se as carnes bovinas expostas mantêm a coloração vermelho-
cereja brilhante.
A iluminação do balcão de carnes também é importante: evite comprar 
carne onde os comerciantes utilizam lâmpadas avermelhadas, pois isso 
mascara a cor real do produto.
O excesso de produtos expostos nos balções refrigerados prejudica a 
circulação do ar frio, comprometendo a conservaçã dos alimentos. Cada 
produto deve ter o seu liugar. Portanto cortes de diferentes espécies, como 
bovinos, suínos e de aves, não devem estar misturados nos balções 
frigoríficos. 
a) Alvará Expedido pela Prefeitura Municipal De Bragança;
b) Autorização ou Licença da Vigilância Sanitária de Bragança atualizada
c) Licença do Corpo de Bombeiro
 
 
 
VII - DOCUMENTAÇÃO ANEXADAS AS PAREDES 
EXIGIDAS NA FISCALIZAÇÃO
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c) - nutrientes que fazem com 
que o consumidor crie uma imagem favorável ou 
desfavorável da carne, como alimento compatível com suas 
exigências para uma vidasaudável, e 
QUALIDADE NUTRICIONAL
2. A CARNE COMO ALIMENTO
2.1. DEFINIÇÕES DE CARNE
c) - nutrientes que fazem com 
que o consumidor crie uma imagem favorável ou 
desfavorável da carne, como alimento compatível com suas 
exigências para uma vidasaudável, e 
QUALIDADE NUTRICIONAL
2. A CARNE COMO ALIMENTO
2.1. DEFINIÇÕES DE CARNE
c) - nutrientes que fazem com 
que o consumidor crie uma imagem favorável ou 
desfavorável da carne, como alimento compatível com suas 
exigências para uma vidasaudável, e 
QUALIDADE NUTRICIONAL
2. A CARNE COMO ALIMENTO
2.1. DEFINIÇÕES DE CARNE
c) - nutrientes que fazem com 
que o consumidor crie uma imagem favorável ou 
desfavorável da carne, como alimento compatível com suas 
exigências para uma vidasaudável, e 
QUALIDADE NUTRICIONAL
2. A CARNE COMO ALIMENTO
2.1. DEFINIÇÕES DE CARNE
c) - nutrientes que fazemcom 
que o consumidor crie uma imagem favorável ou 
desfavorável da carne, como alimento compatível com suas 
exigências para uma vidasaudável, e 
QUALIDADE NUTRICIONAL
2. A CARNE COMO ALIMENTO
2.1. DEFINIÇÕES DE CARNE
c) - nutrientes que fazem com 
que o consumidor crie uma imagem favorável ou 
desfavorável da carne, como alimento compatível com suas 
exigências para uma vidasaudável, e 
QUALIDADE NUTRICIONAL
2. A CARNE COMO ALIMENTO
2.1. DEFINIÇÕES DE CARNE
c) - nutrientes que fazem com 
que o consumidor crie uma imagem favorável ou 
desfavorável da carne, como alimento compatível com suas 
exigências para uma vidasaudável, e 
QUALIDADE NUTRICIONAL
2. A CARNE COMO ALIMENTO
2.1. DEFINIÇÕES DE CARNE
c) - nutrientes que fazem com 
que o consumidor crie uma imagem favorável ou 
desfavorável da carne, como alimento compatível com suas 
exigências para uma vidasaudável, e 
QUALIDADE NUTRICIONAL
2. A CARNE COMO ALIMENTO
2.1. DEFINIÇÕES DE CARNE
2. A CARNE COMO ALIMENTO
2.1. DEFINIÇÕES DE CARNE
 
Definir “qualidade da carne” é bastante complicado, pois como 
qualidade pode-se entender o conjunto de atributos que satisfaz as 
necessidades do consumidor, chegando a ultrapassaras suas 
expectativas iniciais. O produto cuja qualidade apenas satisfaz as 
necessidades encontra sempre competidores que oferecem “algo mais”.
Não basta, portanto, conhecer bem o produto, é preciso conhecer as 
expectativas do consumidor. Nesse caso, o conceito de qualidade é 
variável e dependente do mercado, envolvendo aspectos culturais e 
econômicos.
 
Para ter qualidade, uma carne deve atender aos aspectos; visual (influir 
na decisão de compra pelo consumidor), organoléptico (satisfação em 
comer a carne), nutricional (oferecer o que o corpo humano precisa ou 
deseja) e de segurança (ter sido higiênica e sanitariamente obtida, ou seja, 
não causar doenças).
Em síntese, a carne de “ótima qualidade” é aquela que atrai o 
consumidor (apresenta cor atraente, pouca gordura, frescor e pouco suco 
na embalagem), que é macia, suculenta e saborosa quando consumida, 
que tem alto valor protético e uma baixa densidade calórica e que seja livre 
de microorganismos patogênicos e resíduos químicos e que apresente 
baixa contagem de microorganismos deterioradores.
O fato de o consumidor encontrar, no mercado, carne em quantidade, 
qualidade e a preço acessível não garante sua satisfação final. Tudo pode 
ser perdido caso o método de cocção não seja apropriado.
A carne só terá qualidade no momento de consumo se todos os elos da 
cadeia produtiva forem conscientizados de que a qualidade forma-se em 
todos os ambientes: o produtor deve abater animais jovens e bem 
acabados; o frigorífico deve abater e processar de forma adequada; o 
ponto de venda deve embalar conservar e expor apropriadamente, e, por 
último, porém não menos importante, o consumidor deve preparar cada 
corte da maneira adequada.
 
VIII - CONCLUSÃO 
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IX - NOTAS EXPLICATIVAS
1 - Organoléptico - 
2 - Mioglobina - Proteína responsável pela reserva de oxigênio nos 
muscúlos dos mamíferos. fonte: Wikipédia
3 - Hemoglobina - 
4 - Sangria - 
5 - pH - O pH é um índice que indica a acidez, neutralidade ou alcalinidade 
de um meio qualquer. A escala do pH pode variar de 0 até 14, sendo que 
quanto menor o índice do pH de uma substância, mais ácida esta 
substância será. fonte: 
6 - Colágeno - O
www.beefpoint.com.br.
7 - Ácido graxos essesncias - 
8 - Aminoácidos essenciais - 
onte: 
Wikipédia
 
Capaz de impressionar nossos sentidos: as 
q u a l i d a d e s o r g a n o l é p t i c a s d e u m a c a r n e . f o n t e : 
www.dicionariodoaurelio.com.
Pigmento dos glóbulos vermelhos do sangue, que 
assegura o transporte do oxigênio e do gás carbônico entre o aparelho 
r e s p i r a t ó r i o e a s c é l u l a s d o o r g a n i s m o . f o n t e : 
www.dicionariodoaurelio.com.
Abertura de uma veia para a retirada de sangue; flebotomia. 
fonte: www.dicionariodoaurelio.com.
www.alunosonline.com.br (com adaptações).
 colágeno é a proteína mais abundante do corpo (constitui 
20-30% da proteína total do corpo). Apresenta funções e quantidades 
diversas (dependendo da sua localização no corpo animal), como auxiliar 
na estrutura dos músculos e órgãos, protetora da pele, sustentação no 
osso, amortecedora na cartilagem hialina transmissora de forças de 
tendões e etc. fonte: 
Os ácidos graxos essenciais são as 
“gorduras boas” que são essenciais para todas as células do nosso corpo, 
pois exercem funções essenciais para o organismo – incluindo a produção 
de energia, o aumento de metabolismo, o aumento do crescimento 
muscular, o transporte do oxigênio, o crescimento normal celular, além de 
proporcionar funções nervosas adequadas e participar da regulação 
hormonal. fonte: www.corpoperfeito.com.br.
Os aminoácidos essenciais são aqueles 
que não podem ser produzidos pelo corpo humano. Dessa forma, são 
somente adquiridos pela ingestão de alimentos, vegetais ou animais. f
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X - REFERÊNCIAS
Arruda GA. Manual de boas práticas. São Paulo: Ponto Crítico, 1998. v.2. 
2ª ed. Boules M &Bunho RM. Guia de leis e normas para profissionais e 
empresas e da áreas de alimentos. São Paulo: Varela, 1999.
BRASIL PROFISSÔES. O que é ser um açougueiro
 
?. Fonte: Disponível 
e m :
<http://www.brasilprofissoes.com.br/profissoes/a%C3%A7ougueiro>Aces
so em: 21 de junho de 2011.
Campinas. Anais. São Paulo: Colégio Brasileiro de Nutrição Animal 
( C B N A ) , 1 9 9 8 , p . 9 2 - 9 9 . D i s p o n í v e l e m : 
<http://www.fea.unicamp.br/deptos/dta/carnes/files/cbna.pdf>Acesso em: 
20 de junho de 2011.
CNI/SENAI/SEBRAE - Guia das boas práticas de Fabricação. Projeto 
APPCC.
CNI/SENAI/SEBRAE - Guia para elaboração do plano APPCC. 
Disponível 
em:<http://www.cnpgc.embrapa.br/publicacoes/divulga/GCD41.html>Ace
sso em: 20 de junho de 2011.
DIVISÃO DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA. Cartilha do Manipulador de 
Alimentos. Bragança-PA. 2010.
DIVISÃO DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA. Cartilha para Manipuladores de 
Alimentos. Florianópolis. 1998.
Equipe de Qualidade de Carne/FZEA-USP. Carne de Qualidade. 2003. 
D i s p o n í v e l e m : 
<http://www.criareplantar.com.br/pecuaria/qualidadecarne/qualidadecarn
e.php?tipoConteudo=texto&idConteudo=167>Acesso em: 20 de agosto 
de 2007.
FEIJÓ, G. L. D. Noções de ciência da carne. Campo Grande. Disponível 
em: <http://www.cnpgc.embrapa.br/publicacoes/doc/doc77/index. 
html>Acesso em 15 de agosto de 2007.
 
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https://www.docsity.com/?utm_source=docsity&amp;utm_medium=document&amp;utm_campaign=watermark
FELÍCIO, P. E. de. In: Simpósio sobre Produção Intensiva de Gado de 
Corte, 1998.
FERRAZ, E; MACHADO, M. F. A importância da qualidade da carne e do 
leite, seus principais benefícios e riscos para o consumidor. Revista Balde 
B r a n c o . S ã o P a u l o , 2 0 0 1 . D i s p o n í v e l 
em:<http://www.planetaorganico.com.br/carne&leite1.htm>Acesso em: 18 
de agosto de 2007.
FIGUEIREDO, L. G. B. Higiene e Sanitização. Curso Sequencial em 
Higiene e Conservação de Alimentos - UNISUL. Florianópolis, 2001.
HAZELWOOD D & McLEAN, A. C. Manual de higiene para manipuladores 
de alimentos. São Paulo. Ed. Varela, 1994.
Manual de higiene para manipulador de alimentos. Rio de Janeiro: 
Imprensa da Cidade. s/d. Segurança e Medicina do Trabalho. São Paulo, 
Atlas, 2000.
PRATA, L. F. Manual de Enfermidades Transmitida por Alimentos. Unesp. 
1992. FDA.
PROFÍQUA. Boas Práticas de Fabricação para Empresas Processadoras 
de Alimentos. Manual - Série Qualidade.RIEDEL, G. Controle sanitário dos alimentos. Ed. Atheneu, 2a ed. São 
Paulo, 1992.
S. Saionara GFS. Treinando manipuladores de alimentos. São Paulo: 
Varela, 1999.
SENAI. Ensino à distância. Higiene e conservação Alimentar. Fascículos. 
2001.
SILVA Jr., E. A. Manual de Controle Higiênico Sanitário em Alimentos. Ed. 
Varela. São Paulo. 1995.
Trigo VC. Manual prático de higiene e sanidade nas unidades de 
alimentação e nutrição. São Paulo: Varela, 1999.
 
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UNISUL. Apostila de Higienização na Industria de Alimentos. Curso 
Sequencial em higiene e Conservação de Alimentos - Florianópolis. 2001.
VALLE, E. R. Carne bovina: alimento nobre indispensável. Campo Grande, 
2000.
XI - LEGISLAÇÃO CONSULTADA
CODEX ALIMENTARIUS. 1997. Diretrizes Codex para Aplicação do 
Sistema APPCC.
CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA VETERINARIA - CFMV, Lei 5.517 
de 23/10/68 - Regulamentação da profissão de médico veterinário Decreto 
64.704 de 17/06/69, Decreto 70.206 de 25/02/72, Resolução 22 de 
10/10/69. Home Page: http://www.cfmv.org.br.
DECRETO - LEI Nº 986, de 21 de outubro de 1969 (Alterada pela Lei nº 
9.782/26.01.1999, MP Nº 2.190 - 34/23.08.2000)
LEI 6.437 de 20/08/1977 (Alterada pela Lei número 7.967, de 22/12/1989.)
LEI Nº 8.078, de 11 de setembro de 1990 (Código de defesa do 
Consumidor)
LEI Nº 8.080, de 19 de setembro de 1990 (SUS)
LEI Nº 9.782, de 26 de janeiro de 1999. (SNVS e ANVISA)
MAARA - Portaria 304 de 22/04/96
MINISTÉRIO DA AGRICULTURA. Coletânea de Regulamentos Técnicos 
de Identidade e Qualidade de Produtos de Origem Animal. Home Page: 
<http://www.agricultura.gov.br/das/dipoa/Cons_Anexos_Inst_Nor.
MINISTÉRIO DA AGRICULTURA. Manual de Procedimentos para 
Implantação do Sistema APPCC nas Indústrias de Produtos de Origem 
Animal. Home Page: http://www.agricultura.gov.br.
 
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MINISTÉRIO DA INDÚSTRIA DO COMÉRCIO E DO TURISMO. 
INMETRO. Portaria 019 de 07/03/97 - Dispõe sobre a quantidade líquida 
expressa em rotulagem de produtos cárneos ou não e Portaria 25 de 
02/02/86 - Dispões sobre produtos que não possam ter estabelecido peso 
padrão em rotulagem os dizeres: “Deve ser pesado em presença do 
consumidor”.
MINISTÉRIO DA SAÚDE. Portaria 15 de 23/08/88 - Produtos Saneantes 
Domissanitários.
MINISTÉRIO DA SAÚDE. Portaria GM 36 - 19/01/1990 - Padrões 
Legislativos de Portabilidade da Água.
PRADO, F. F; VALENTE, de Oliveira, C. A. d’A. de. Descrição de 
Temperaturas de Produtos Cárneos, em Açougues do Município de 
Ribeirão Preto, SP., Revista Higiene Alimentar, v 23, nº 174/175, 
julho/agosto 2009, p. 32-35.
RESOLUÇÂO - RDC 259, 20 de setembro de 2002 - ANVISA.
RESOLUÇÂO - RDC nº 216, 15 de setembro de 2004 - ANVISA.
SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE DE SANTA CATARINA- SUS. Lei 
6.320 de 20/12/83 e Dcreto 31.455 de 20/02/87. 
 
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DIVISÃO DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA
Rua 13 de maio S/N - Riozinho
CEP: 68600-000 - Bragança - PA
Fone/FAX: (91) 3425-2900/81621654/81623238
e-mail: semusb@bragança.pa.gov.br
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