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RESENHA CRÍTICA DO TEXTO: O CORONAVÍRUS E OS CONTRATOS - EXTINÇÃO, REVISÃO E CONSERVAÇÃO - BOA-FÉ, BOM SENSO E SOLIDARIEDADE

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O texto "O coronavirus e os contratos - extinção, revisão e conservação - Boa-fé,
bom senso e solidariedade" postado no site Migalhas Contratuais nesta quarta-f eira (09/03),
escrito por Flávio Tartuce, renomado doutrinador de Direito Civil, trata de iminente na
realidade atual, não só do Brasil como do mundo. Seu documentário discorre acerca das
consequências do coronavirus aos contratos vigentes, prejudicados direta e indiretamente
O texto "O coronavirus e os contratos - extinção, revisão e conservação - Boa-fé,
bom senso e solidariedade" postado no site Migalhas Contratuais nesta quarta-f eira (09/03),
escrito por Flávio Tartuce, renomado doutrinador de Direito Civil, trata de iminente na
realidade atual, não só do Brasil como do mundo. Seu documentário discorre acerca das
consequências do coronavirus aos contratos vigentes, prejudicados direta e indiretamente
O texto "O coronavirus e os contratos - extinção, revisão e conservação - Boa-fé,
bom senso e solidariedade" postado no site Migalhas Contratuais nesta quarta-f eira (09/03),
escrito por Flávio Tartuce, renomado doutrinador de Direito Civil, trata de iminente na
realidade atual, não só do Brasil como do mundo. Seu documentário discorre acerca das
consequências do
coronavirus aos contratos vigentes, prejudicados direta e indiretame
RESENHA CRÍTICA DO TEXTO: “O CORONAVÍRUS E OS CONTRATOS - EXTINÇÃO, REVISÃO E CONSERVAÇÃO - BOA-FÉ, BOM SENSO E SOLIDARIEDADE”
BÁRBARA CRISTINA COSTA – N3114G8
MELINA JORGE LATANZIO – T6267C6
O texto proposto “O CORONAVÍRUS E OS CONTRATOS - EXTINÇÃO, REVISÃO E CONSERVAÇÃO - BOA-FÉ, BOM SENSO E SOLIDARIEDADE”. Escrito por Flávio Tartuce e publicado por diversos sites entre eles, o Migalhas Contratuais em 27/03/2020, trata da dura realidade, que assola não só o Brasil, mas todo o mundo, seu artigo discute os efeitos diretos e indiretos do vírus do corona nos contratos atuais.
O novo corona vírus surgiu de forma inesperada para todos, e como consequência tivemos uma taxa muito alta e recordista de desemprego, com isso a renda de diversos veio a sofrer uma queda, gerando também falência, morte em massa, privação da liberdade de movimento e locomoção, medo, insegurança, entre diversas outras coisas que afetaram as pessoas e o universo contratual.
O autor revela claramente a possibilidade no caso de extinção e preservação de contratos em seu texto, focalizando cada contrato, e perguntando qual a solução mais favorável é “extinção ou preservação?”. Do seu ponto de vista, Tartuce é franco e sempre acertado quando afirma que cada contrato deve ser analisado caso a caso, avaliando impactos específicos para se obter a melhor solução. No entanto, atenção especial deve ser dada ao "princípio da proteção legal do negócio", que está claramente estipulado na cláusula. Recomendação CC / 02 nº 478, quando possível, a revisão judicial dos contratos deve ser conduzida em vez da revisão das soluções contratuais.
Nos meios de revisão ou liquidação de contratos, o autor enfatiza o papel exemplar:
Alegação de caso fortuito ou força maior, nos termos do artigo 393 do Código Civil,
para justificar o inadimplemento sem prejuízo dos danos.
Resolução ou revisão do contrato com base na teoria da imprevisão ou onerosidade
excessiva, no caso da prestação se tornar excessiva por fato novo superveniente.
Utilização do instituto da impossibilidade da prestação que sem culpa da parte retira
o dever de pagar perdas e danos.
Alegação de caso fortuito ou força maior, nos termos do artigo 393 do Código Civil,
para justificar o inadimplemento sem prejuízo dos danos.
Resolução ou revisão do contrato com base na teoria da imprevisão ou onerosidade
excessiva, no caso da prestação se tornar excessiva por fato novo superveniente.
Utilização do instituto da impossibilidade da prestação que sem culpa da parte retira
o dever de pagar perdas e danos.
Alegação de caso fortuito ou força maior, nos termos do artigo 393 do Código Civil, para justificar o inadimplemento sem prejuízo dos danos.
Resolução ou revisão do contrato com base na teoria da imprevisão ou onerosidade excessiva, no caso da prestação se tornar excessiva por fato novo superveniente.
Utilização do instituto da impossibilidade da prestação que sem culpa da parte retira o dever de pagar perdas e danos.
Argumento da exceção do contrato não cumprido, pelo qual uma parte não pode
exigir a prestação da outra se ainda não houver feito a sua. Cabendo também em caso de
eminência de descumprimento, podendo ser exigido o cumprimento antecipado ou garantias
prévias, sob pena de resolução (exceção da inseguridade)
Argumento da exceção do contrato não cumprido, pelo qual uma parte não pode exigir a prestação da outra se ainda não houver feito a sua. Cabendo também em caso de eminência de descumprimento, podendo ser exigido o cumprimento antecipado ou garantias prévias, sob pena de resolução (exceção da inseguridade).
Alegação da frustração do f im da causa do contrato, relacionada a f unção social do
contrato em sua eficácia interna que ocorre quando o contrato perde a razão de ser, será
reportado extinto sem perdas e danos.
Alegação da frustração do fim da causa do contrato, relacionada a função social do contrato em sua eficácia interna que ocorre quando o contrato perde a razão de ser, será reportado extinto sem perdas e danos.
Exposto então, os principais argumentos para a revisão ou resolução dos contratos, tem-se por outra via, à manutenção, senão de acordo com o que foi pactuado inicialmente, em sentido muito próximo:
Boa fé objetiva, que através da autonomia privada, as partes podem realizar o preenchimento das lacunas do negócio jurídico de forma pactuada.
Força obrigatória das convenções e dos contratos (pacto sunt servanda).
Função social dos contratos, desta vez vista pelo ângulo da conservação da autonomia privada, bem como a sua eficácia externa, para que não traga lesões a interesses difusos e coletivos.
Princípio da intervenção mínima do Estado, de forma que este deve se abster ao máximo de realizar interferências nas relações de negócio jurídico privado.
Incidência das regras relativas ao inadimplemento, sem prejuízo das consequências advindas
Ao esclarecer esses argumentos de maneira clara e concisa, podemos concluir que o autor faça essa análise com base em sólidos conhecimentos extraídos do Código Civil, e por meio dele pode contar com fundamentos e princípios para que o leitor tire suas conclusões. Ou seja, pela diversidade de consequências, a situação mudou devido ao vírus, portanto a intenção da transação, ou mesmo a impossibilidade de efetuar o parcelamento, são as partes contratuais. No entanto, o autor nos mostrou inúmeras possibilidades de solução de possíveis emergências contratuais, e isso não pode ser generalizado, mas existem soluções diferentes para cada situação de uma forma específica.
Destarte, em concordância com as palavras do autor, pode-se apontar que neste momento precário, é de grande importância e necessidade a utilização de prudência, razoabilidade, da boa-fé e cooperação de todos. As partes precisam se tratar como iguais e agir em conjunto com o objetivo em comum, de dar fim a pandemia, pois assim, poderemos vencer esse momento com menos perdas possíveis.

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