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LILIANE MAGALHÃES GOMES IESC VI 2020.1 pac Pneumonia adquirida na comunidade TRATAMENTO DIAGNÓSTICO DEFINIÇÃO DECISÃO DO LOCAL DE TRATAMENTO MEDIDAS DE SUPORTE Empírica e iniciar o quanto antes Duração: se leve a moderada -> 5 a 7 dias Ao identificar o microrganismo: específico Macrolídeos ou betalactâmicos: paciente previamente hígido Associar fluoroquinolona: se doença associada ou uso anterior de antimicrobianos Monoterapia com fluoroq ou betalactâmico inibidor de de betalactamase: se idoso institucionalizado, pneumopatas crônicos ou alcoolistas * a resposta em idosos, diabéticos e imunossupimidos pode ser mais lenta Cessação do fumo Repouso Hidratação Para a dor pleurítica: paracetamol ou AINE CLÍNICO LABORATORIAL Infecções agudas do parênquima pulmonar acometem indivíduos fora do ambiente hospitalar ou nas primeiras 48h após a admissão hospitalar ESCORES DE AVALIAÇÃO DA GRAVIDADE: PSI: pontuação das variáveis e estratifica em 5 classes com base no risco de morte CURB-65 ou simplificado CRB-65 CURB-65 0 ou 1 -> ambulatório CURB-65 ≥ 2 -> internação C Confusão mental, minimental <8 U Ureia ≥ 50 R FR≥ 30 B Baixa PA (PAS < 90 ou PAD ≤60) 65 ≥ 65 anos Outros fatores a serem avaliados: fatores socioeconômicos, cognitivos, aceitabilidade da medicação oral e fazer julgamento crítico ESCOLHA DOS ANTIMICROBIANOS RADIOLÓGICO É relevante, porém não é determinante; Avaliar a extensão e complicações do processo; Sinais indicativos de gravidade: comprometimento de mais de um lobo, lesões bilaterais ou rapidamente progressivas, derrame pleural e necrose do parênquima; Presença de consolidações A imagem radiológica pode permanecer alterada ainda por 3 meses Hemograma: -Leucócitos >15.000: infecção bacteriana >20.000 ou <4.000: doença grave Exame bacteriológico de escarro, dosagem de PCR, glicemia QUADRO CLÁSSICO: início agudo, febre alta (>39ºC) com episódio de calafrio intenso, tosse, dor ventilatório- dependente e sinais de consolidação AO EXAME FÍSICO: expansibilidade, estertores crepitantes e FTV Lembrar que ao tratamento, a tosse será o último sintoma a desaparecer EPIDEMIOLOGIA Causa frequente de hospitalização entre as doenças respiratórias no BR Mortalidade maior em crianças <4A e adultos>60A Influência sazonal chance da doença: idosos >60A, imunodepressão e comprometimento do SNC ETIOLOGIA PREVENÇÃO Se risco aumentado: vacina contra pneumococo e vírus influenza Cessação do fumo Agente frequente: S. pneumoniae Outros: H. influenzae, Mycoplasma*, Chlamydia*, Legionella sp*, vírus *atípicos