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RESENHA IBF
Nome: SILVIA DE ALMEIDA MESQUITA GANZERT - COD 316170
Curso: TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA (TEA) E TRANSTORNOS GLOBAIS DO DESENVOLVIMENTO (TGD).
Disciplina: DIVERSIDADE NA APRENDIZAGEM DE PESSOAS COM NECESSIDADES ESPECIAIS.
TÍTULO: DIVERSIDADE NA APRENDIZAGEM DE PESSOAS COM NECESSIDADES ESPECIAIS
 
INTRODUÇÃO: 
Esta resenha tem como objetivo mostrar que muitas vezes o medo pode ser a base do preconceito na escola. Por vezes alguns profissionais sofrem com medo do novo e do desconhecido acabando assim por bloquear algumas ações. Em alguns casos o professor toma si o fracasso do aluno, sendo que o fracasso escolar é um fenômeno multicausal.
Existem inúmeras razões para isso, mas é indispensável traze – lá à consciência para que possamos vencer qualquer medo ou preconceito.
Na inclusão, sabemos que todos os níveis da educação brasileira devem atender os preconceitos da educação inclusiva, todos os estudantes devem receber a mesma educação proposta essa que segue a carta do direitos humanos e das políticas sociais, porém ainda que tenhamos uma legislação nacional sobre o assunto muitos educadores sentem que as escolas não tem estrutura necessária para melhor educação dos alunos especiais.
A educação inclusiva no Brasil passou por várias fases, a primeira na segunda metade da década de 1950 onde iniciativas governamentais e particulares isoladas ajudavam a cobrir diferentes tipos de deficiência. O segundo período, no final da década de 1950 começou a se fortalecer e criar raízes até a década de 1990 onde há um avanço nas iniciativas governamentais. No terceiro período constituiu a fase o de integração onde o portador de deficiência passa a ter acesso a classe regular.
Hoje temos uma legislação melhor, no âmbito da educação inclusiva, do que a anos atrás, mais precisamos entender que as leis para a educação inclusivas não são imutáveis e estão sujeito a mudanças de avanços e retrocessos ao passar dos anos assim como há mudanças de mentalidade do Estado e sociedade.
É um direito constitucional ao aluno portador de necessidades especiais e de todos os cidadãos e educação.
Na construção de laços afetivos no âmbito escolar, a escola deve proporcionar atividades criativas, motivadoras com propostas pedagógicas e parceria de alunos e professores em consonância do projeto político pedagógico (PPP), deve também incluir uma organização de rotina cotidiana escolar, incluindo um programa de atendimento familiar dos educando, visando a restauração do laço familiares.
Na escola inclusiva todos os alunos devem participar das atividades, indiscriminadamente, onde o aprender em um conjunto é um desenvolvimento global. A inclusão consiste em adequar os sistemas sociais gerais da sociedade de tal modo, que sejam eliminados os fatores que excluíam certas pessoas do seu seio e mantinham afastadas aquelas que foram excluídas. É preciso preparar a escola para incluir nela o aluno especial. Sem esquecer da acessibilidade e qualidade de ensino para os alunos com necessidades especiais. Antes era a pessoa com deficiência que estava obrigada a se integrar na comunidade. Na inclusão, pelo contrário, é a instituição que se torna flexível a qualquer aluno que busque a escolarização. É ideal que ambas andem juntas na transformação de uma sociedade mais igualitária. 
A inclusão escolar de alunos com necessidades educacionais especiais ocorria através de um sistema paralelo de ensino, através da Educação Especial, com métodos ainda de forte ênfase clínica e currículos próprios.
Atualmente a Educação Especial vem redimensionando o seu papel para atuarem prioritariamente como suporte á escola regular no recebimento destes alunos. A inclusão escolar passa a criar oportunidades continuas pra todos os alunos aprenderem por meio do uso de estratégias diversificadas de ensino ao mesmo tempo em que cria base firmes para a melhoria da escola e para capacitação continua dos professores. O professor assume um papel importante, pois deve enfrentar desafios aprendendo com as dificuldades e não se deixar paralisado por ela. Além da motivação pessoal, deve haver determinação.
O professor deve ter discernimento para identificar suas potencialidades e habilidades, além de mostrar aspectos que podem ser melhorados na sua postura profissional diante das dificuldade.
As estratégias diversificadas de ensino devem ser elaboradas não levando em conta as limitações, o déficit, as incapacidades destes alunos, mas sim, basear – se no novo modelo da Organização Mundial de Saúde (OMS), que procura enfatizar a funcionalidade, a capacidade de viver a vida em sua total potencialidade, tornando membros ativos, em todos os sentidos, das diversas atividades em sua sociedade. Ser um corpo deficiente, pelo novo paradigma da Organização Mundial da Saúde (OMS), é ser vista, admirado e aplaudido pelas suas possibilidades, este é o novo modelo pedagógico da educação, onde a valorização da individualidade é fundamental, valorizando o convívio entre os corpos diferentes.
A educação física adaptada na escola deve proporcionar, aos alunos, o pleno desenvolvimento, de forma que estes consigam adaptar – se em função de suas limitações. Deve também propiciar aos alunos a melhora na independência e autonomia das atividades do cotidiano, respeitando as limitações de cada um proporcionando o desenvolvimento motor, intelectual, social e afetivo.
Segundo Rosadas (1989), a Educação Física Adaptada deve ensinar os alunos a fazer mudanças dentro de si, respeitando a individualidade de cada um, suas limitações, trabalhando suas potencialidades, nunca subestima – lós, vibrar com suas conquistas e motiva – lós.
O professor de Educação Física Adaptada deve estar preparado e motivado para desenvolver conteúdos estimulantes e criativos, adaptando – se aos diferentes níveis de aprendizagem e limitações de seus alunos. 
Dessa forma garantindo a oportunidade de educação a todos estes alunos com necessidades especiais. Dessa forma o professor contribuirá para o pleno desenvolvimento de seus alunos.
A inclusão é um direito de todos, e como profissionais da educação, é dever estar conscientes das possibilidades desta inclusão nas aulas de Educação Física.
 
CONCLUSÃO: 
A resenha tratou-se que a escola deve se adaptar as necessidades dos alunos, de modo que ofereça diferentes estratégias de aprendizagem e avaliação, garantindo que nenhum aluno será excluído das atividades desenvolvidas, os cuidados com a acessibilidade devem ser seguidos desde a construção e reformas da escola, através de uma planificação criteriosa e das limitações de pessoas com deficiência e seus alunos.
A escola tem que ser o reflexo da vida do lado de fora. O grande ganho, para todos, é viver a experiência da diferença. Se os estudantes não passam por isso na infância, mais tarde terão muita dificuldade de vencer os preconceitos. A inclusão possibilita aos que são discriminados pela deficiência, pela classe social ou pela cor que, por direito, ocupem o seu espaço na sociedade. Se isso não ocorrer, essas pessoas serão sempre dependentes e terão uma vida cidadã pela metade.

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