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8/28/2020 HISA - Higiene e Segurança Alimentar, Lda
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Comércio - Pescado
ARQUIVO ATÉ 2006
Noticias InforHisa - Comércio do Pescado - Até 2006
PESCADO
 
MOLUSCOS BIVALVES
Equinodermes, Tunicados, Gastrópodes marinhos vivos
A Portaria 1421/06 de 21-12, estabelece as regras de produção e comercialização de moluscos
bivalves, equinodermes, tunicados e gastrópodes marinhos vivos, complementares ao Regulamento
CE 852/04 de 29-4 (Higiene dos géneros alimentícios) e Regulamento CE 853/04 de 29-4 (Regras
específicas de higiene aplicáveis aos géneros alimentícios de origem animal). O Registo, Aprovação
e Licenciamento da produção primária, dos centros de depuração e expedição, estabelecimento de
transformação ou zona de afinação devem ser efectuados na DGPA (Direcção-Geral das Pescas e
Aquicultura).
Sempre que estes produtos sejam objecto de primeira venda em lota, devem os produtores
proceder à constituição de lotes de acordo com as características do mercado, devendo cada lote
ser acompanhado de documento de registo.
Os moluscos bivalves, equinodermes, tunicados e gastrópodes marinhos vivos destinados ao
consumidor final devem encontrar-se em embalagem fechada por um centro de expedição
aprovado. É proibida a abertura das embalagens até ao consumidor final ou a estabelecimento de
restauração.
 
PESCADO FRESCO
Primeira Venda
A Portaria 197/2006 de 23-2, estabelece as normas que regulam a autorização de primeira venda
de pescado fresco fora das lotas.
Os titulares de licença de apanhador de animais marinhos e de pesca apeada podem ser
autorizados pela Direcção-Geral das Pescas e Aquicultura (DGPA) a efectuar a venda do pescado
capturado, directamente ao consumidor final ou a estabelecimentos comerciais retalhistas que
abasteçam o consumidor final ou a estabelecimentos licenciados para laboração de produtos da
pesca.
A venda de moluscos bivalves, gastrópodes marinhos, equinodermes e tunicados, vivos, a
estabelecimentos comerciais grossistas e retalhistas ou ao consumidor final só pode ser realizada
depois de depurados e ou expedidos por um centro de depuração e ou expedição.
O pedido de autorização deve ser feito por escrito à DGPA, acompanhado de certidões
comprovativas de que o requerente se encontra inscrito na Segurança Social e na Administração
fiscal para o exercício da actividade da pesca. As autorizações dadas pela DGPA têm a validade
correspondente ao ano civil em que são concedidas ou ao período de tempo que falte para o
complementar.
 
PEIXARIAS / SECÇÕES DE PESCADO
Instalações
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As instalações dos estabelecimentos de depósito e venda de pescado devem obedecer aos
seguintes requisitos mínimos: não devem estar em comunicação directa com habitações ou na
contiguidade de instalações ou locais onde se libertem cheiros, poeiras, fumos ou gases
susceptíveis de conspurcar ou alterar o pescado; devem possuir pavimentos de superfície unida,
antideslizante, não absorvente e impermeável à humidade e devem ter um declive para fácil
escoamento; terem paredes revestidas até 1,80 m e em toda a sua extensão, por material
impermeável, liso e lavável; as ligações pavimento – paredes – tecto devem ter os ângulos e as
arestas arredondadas; o pé direito não pode ser inferior a 2,80 m; devem estar dotadas com
dispositivos de ventilação; os peitoris das janelas cortadas em bisel; disporem de água potável
corrente e de instalações sanitárias.
(Art.º 31.º da Portaria 559/76 de 7-9)
 
BACALHAU
Condições de Comercialização
O DL 25/2005 de 28-1, estabelece as condições a que deve obedecer a comercialização do
bacalhau salgado, verde, semi-seco ou seco, e das espécies afins salgadas, verdes, semi-secas ou
secas, destinados à alimentação humana, que se apresentem pré-embalados ou não, e a partir do
momento em que se encontram no estado em que vão ser fornecidos ao consumidor final, bem
como a Restaurantes, Hotéis, Hospitais, Cantinas e outras entidades similares.
As denominações comerciais permitidas são:
Bacalhau: Bacalhau ou Bacalhau do atlântico (Gadus morhua); Bacalhau da Gronelândia (Gadus
ogac); Bacalhau do pacífico (Gadus macrocephalus).
Espécies Afins: Abrótea ou Abrótea do alto (Phycis blennoides); Arinca ou Alecrim
(melanogrammus aeglefinus); Bacalhau do Árctico (Eleginus navaga); Bacalhau polar (Boreogadus
saída); Escamudo (Pollachius virens); Lingue (Molua molua); Paloco ou Juliana (Pollachius
pollachius); Paloco do Pacífico ou Escamudo do Alasca (Theragra chalcogramma); Zarbo ou Bolota
(Brosme brosme).
O Bacalhau (salgado, verde, semi-seco ou seco) e Espécies afins (salgados, verdes, semi-secos ou
secos) podem ser comercializados sob as seguintes formas de apresentação:
Peixe inteiro (peixe sangrado, eviscerado, descabeçado e escalado); Meio peixe (uma das partes
resultantes do corte longitudinal um peixe inteiro, ao longo da coluna vertebral); Posta (porção de
peixe obtida por cortes efectuados a um peixe ou a um meio peixe); Outras formas (desde que
não sejam inteiros, meio peixe ou posta).
O bacalhau (salgado seco) e as Espécies afins (salgadas secas) podem ser comercializados:
Pré-embalados (em qualquer forma de apresentação).
O bacalhau salgado verde ou semi-seco e as Espécies afins salgadas verdes ou semi-secas (em
qualquer forma de apresentação), bem como os subprodutos, designadamente Badanas,
Bochechas, Línguas, Pedaços e Samos, só podem ser comercializados pré-embalados.
Uma embalagem não pode conter uma mistura de espécies de peixes diferentes. As embalagens
utilizadas nos produtos pré-embalados devem permitir a visualização do seu conteúdo.
Não pré-embalados (em peixes inteiros ou em meios peixes que poderão apresentar-se em
postas obtidas por cortes transversais e perpendiculares ao plano da coluna vertebral que, uma vez
juntas, permitem reconstituir o peixe inteiro ou o meio peixe).
As caras de bacalhau salgadas verdes, podem ser comercializadas não pré-embaladas desde que a
sua exposição para venda seja feita de forma a não permitir o manuseamento do produto pelo
consumidor.
O Bacalhau e Espécies afins devem ser mantidos às seguintes temperaturas máximas:
  TEMPERATURAS MÁXIMAS  
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  PRODUTO ARMAZENAGEM EXPOSIÇÃO
VENDA
Bacalhau, Espécies afins e Sub-Produtos
(Salgados verdes e semi-secos) 4ºC 4ºC
Bacalhau, Espécies afins e Sub-Produtos
Salgados secos 
(Inteiro ou Meio-Peixe)
7ºC -
Bacalhau e Espécies afins Salgados secos 
(Em postas) 7ºC 7ºC
 
 
Relativamente à Rotulagem e Venda, o Bacalhau e Espécies afins salgados, verdes, semi-secos ou
secos, estão sujeitos ao disposto na legislação que estabelece as regras a que deve obedecer a
Rotulagem, Apresentação e Publicidade dos Géneros Alimentícios. A denominação de venda do
Bacalhau e das Espécies afins salgados, verdes, semi-secos ou secos, deve incluir: A Denominação
comercial; O Tipo comercial (No caso de produtos Não Pré-embalados e no caso dos produtos Pré-
embalados, desde que as embalagens contenham apenas um peixe inteiro ou um meio peixe, ainda
que cortados em postas).
Nos locais de venda do Bacalhau e Espécies afins salgados secos Não Pré-embalados e dos produtos
Pré-embalados (em que as embalagens contenham apenas um peixe inteiro ou um meio peixe,
ainda que cortados em postas), devem encontrar-se, junto dos mesmos, as seguintes informações:
Os Tipos comerciais do produto que se encontra exposto e de acordo com o peso de cada peixe
inteiro; O Preço por Kg.
Não podem ser expostos para venda, nem vendidos ao consumidor final os produtos que
contenham defeitos como: Deficiências de salga; Queimado (Excesso de calor); Vermelho
(Existência de halobactérias); Empoado (Colónias de fungos halófitos); Cheiro nitidamente
desagradável; Coloração anormal; Ressoado (Defeito de conservação); Presença de corpos
estranhos; Presença de parasitas.
Este diploma estabelece,ainda, a classificação quanto à qualidade comercial; o controlo e
determinação do teor de sal e os métodos a utilizar; o controlo e determinação do teor de
humidade e os métodos a utilizar.
Este diploma estabelece coimas de € 500,00 a € 3.740,00 (Pessoa Singular) e até € 44.891,00
(Pessoas Colectivas) e Sanções acessórias consoante gravidade da contra-ordenação.
É revogada a Portaria 355/87 de 29-4.
 
BACALHAU SECO
Condições de Comercialização
O Conselho de Ministros de 4.11.04, aprovou o Diploma que estabelece condições de
comercialização de bacalhau seco. Este Decreto-Lei estabelece condições de comercialização de
bacalhau salgado, verde, semi-seco ou seco e das espécies afins, destinados à alimentação
humana.
O presente diploma respeita os indispensáveis padrões de qualidade, assegurando a livre
concorrência e a transparência do mercado, garantindo a defesa dos legítimos interesses e direitos
do Consumidor e prevenindo, ao mesmo tempo, práticas comerciais condenáveis, como a fraude e
a especulação. Nesse sentido, são estabelecidos vários princípios e regras de actuação, com
destaque para a definição do método que determina o teor do sal e de humidade e, bem assim, do
respectivo regime de fiscalização e contra-ordenacional. Adicionalmente, o presente diploma torna
obrigatória, para além do cumprimento do disposto na legislação que estabelece as regras a que
deve obedecer a rotulagem, apresentação e publicidade dos géneros alimentícios, a observância de
requisitos específicos quanto à denominação de venda destes produtos. São, ainda, incluídas regras
relativas à forma de apresentação dos produtos para efeitos de comercialização, respectivas
classificações quanto à qualidade a ao tipo comerciais, temperaturas máximas de armazenamento
e exposição para venda, e é alargado o elenco de defeitos possíveis que podem afectar os
produtos. Aguarda-se a publicação em Diário da República.
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PAPEL E MATERIAL DE EMBRULHO
Condições previstas
O papel ou cartão a empregar como envoltório do pescado deve ser limpo, não usado e desprovido
de quaisquer caracteres impressos, salvo os dizeres do vendedor, quando os mesmos sejam
gravados em tinta não tóxica e não distinguível pela acção de líquidos e, mesmo assim, não devem
contactar com o produto.
(Art.º 32.º da Portaria 559/76 de 7-9 - Regulamento do Pescado)
Coima: de 25,00 € a 2.500.00 €
 
PESCADO
(Água de Vidragem)
Com a publicação, em finais de Fevereiro deste ano, do DL 37/2004, e sua plena entrada em vigor
em final de Maio, foi criado o instrumento jurídico indispensável a uma efectiva fiscalização das
condições de comercialização de produtos da pesca e aquicultura congelados e ultracongelados
destinados à alimentação humana, principalmente no que concerne à indicação da percentagem da
“água de vidragem”. Esta água de vidragem é aplicada de modo a formar uma camada de gelo á
superfície do produto congelado e ultracongelado para o proteger, devendo contudo o consumidor
pagar apenas em função do “peso líquido escorrido” ou seja em função da quantidade de pescado
isento da referida “água de vidragem”. Assim, com o objectivo da fiscalização do cumprimento do
referido diploma, a IGAE e a DGFCQA vêm desenvolvendo acções de fiscalização, recolhendo
amostras de pescado congelado que são remetidas para análise no IPIMAR. Estas acções estão a
ser direccionadas, sobretudo, para o cumprimento das obrigações relativas à indicação do teor da
água de vidragem nos produtos da pesca congelados e ultracongelados, tanto em relação a
produtos pré-embalados como no vendido a granel, sem descurar, contudo, outras regras relativas
à conservação e apresentação desses produtos. Das acções empreendidas durante o mês de Julho,
abarcando estabelecimentos ligados ao pescado congelado e ultracongelado, em todo o circuito
comercial, desde a indústria ao retalho, e incidindo sobre os produtores/embaladores,
importadores, armazenistas, grandes, médias e pequenas superfícies comerciais, há a assinalar: 
Foram colhidas amostras e realizadas análises a vários tipos de produtos. Foram instaurados 7
processos crime, por fraude sobre mercadorias (teor de água de vidragem superior ao indicado na
rotulagem). Foram apreendidos 6 toneladas de pescado no valor de 29.538 €, assim descriminado:
1.612 Kg de miolo de amêijoa; 424 Kg de pescada; 36 Kg de argolas de pota; 3 970 Kg de miolo de
camarão.
 
PESCADO
Congelados, Ultracongelados, Descongelados 
O DL 37/2004 de 26-2 (Com as alterações introduzidas pela Declaração de Rectificação 35/2004
de 23-4), estabelece condições de comercialização de produtos da pesca e aquicultura congelados
(Todo o produto que sofreu uma congelação que permite obter uma temperatura no seu centro
térmico de pelo menos -18ºC, após estabilização térmica), Ultracongelados (Todo o produto –
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preembalado- submetido a processo de congelação adequada que permite obter uma temperatura,
em todos os seus pontos e após estabilização térmica, que permaneça sem interrupção a níveis
iguais ou inferiores a –18ºC), Descongelados (Todo o produto inicialmente congelado ou
ultracongelado que foi submetido a um processo adequado de elevação de temperatura acima do
ponto de congelação) destinados à alimentação humana. Este diploma aplica-se a todos os produtos
da pesca e aquicultura congelados (sejam ou não pre-embalados) ultracongelados e descongelados
destinados á alimentação humana, a partir do momento em que se encontram no estado em que
vão ser fornecidos ao consumidor final, bem como a restaurantes, hotéis, hospitais, cantinas e
outras entidades similares. Os produtos congelados, ultracongelados e descongelados podem
apresentar-se crus, prontos a cozinhar ou prontos a consumir. Os produtos congelados NÃO
PREEMBALADOS podem ser comercializados sob as formas de apresentação: Inteiro; eviscerado
(inteiro sem vísceras); descabeçado eviscerado (inteiro sem cabeça e sem vísceras). Os produtos
descongelados (não pre-embalados) apenas podem ser comercializados sob as formas de
apresentação: eviscerado (inteiro sem vísceras); descabeçado eviscerado (inteiro sem cabeça e
sem vísceras). As cabeças de peixe e as caras de bacalhau (congeladas) podem ser comercializadas
NÃO PREEMBALADAS. Os produtos congelados e descongelados (preembalados) e os
ultracongelados podem ser comercializados sob qualquer forma de apresentação.
Os produtos congelados e ultracongelados devem ser mantidos a uma temperatura estável de –
18ºC ou inferior (em todos os seus pontos). No transporte e venda, admitem-se tolerâncias
máximas (quanto á temperatura dos congelados e ultracongelados): 3ºC (Transporte); 6ºC
(Expositores de venda). Os produtos descongelados devem ser mantidos à temperatura do gelo
fundente.
Para além do cumprimento do disposto na legislação em vigor relativamente á rotulagem, devem
ainda ser considerados: Nos produtos descongelados, deve ser incluído na denominação de venda a
menção “Descongelado” e a referência “Não recongelar”. Nos produtos não vidrados, congelados,
preembalados e ultracongelados, contidos em embalagens não transparentes ou que não permitam
visualizar o seu conteúdo, referir a menção “Sem adição de água de vidragem”.
Nos locais de venda dos produtos congelados NÃO PREEMBALADOS deve constar (junto dos
mesmos) uma informação relativa aos seguintes elementos: a) - Peso líquido escorrido por Kg de
peso líquido; b)- Preço por Kg de peso líquido escorrido ou preço por Kg de peso líquido (consoante
a venda ao público do produto seja feita pelo peso liquido escorrido ou pelo peso líquido,
respectivamente).
 Nota: Entende-se por “Peso Líquido” a quantidade de produto contido na embalagem. Entende-
se por “Peso Líquido Escorrido” a quantidade de produto contido na embalagem isento de água
de vidragem.
 
PESCADO
Informação ao Consumidor
O DL 243/2003 de 7-10, produz alteraçõesno DL 134/2002 de 14-5, que estabelece o regime de
rastreabilidade e de controlo das exigências de informação ao consumidor a que está sujeita a
venda a retalho dos produtos da pesca e da aquicultura.
Este regime aplica-se aos produtos da pesca e da aquicultura comercializados no território nacional,
independentemente da sua origem e mesmo que pré-embalados.
 
Não estão sujeitas ás obrigações relativas á informação ao consumidor as pequenas
quantidades (não excedam os 10 Kg ou o valor igual a € 20) de produtos da pesca e da
aquicultura escoadas directamente para o consumidor nos seguintes casos:
√ Peixes produzidos em estabelecimentos de aquicultura, desde que vendidos ao consumidor
final no próprio estabelecimento;
√ Peixes pescados em água doce, vendidos pelo próprio pescador.
Os estabelecimentos de venda a retalho de produtos da pesca e da aquicultura devem poder
provar, no momento da inspecção por parte das entidades fiscalizadoras, através da exibição do
documento comercial que acompanhou o produto, o nome cientifico da espécie, bem como as
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informações prestadas ao consumidor no âmbito da denominação comercial da espécie, do
método de produção e zona de captura. Ou seja, o retalhista deve exigir na factura todas as
informações relativas ao pescado, nomeadamente, nome comercial, nome cientifico, método de
produção e zona de captura.
Exceptua-se a indicação do nome científico, método de produção e zona de captura dos produtos
pré-embalados em que estas menções constem da rotulagem.
 
Exemplo das menções exigidas na factura ou no rotulo da embalagem:
Nome Comercial - Carapau ou Chicharro 
Nome Cientifico - Trachurus trachurus
Método de Produção – Mencionar se foi capturado (mar ou agua doce) ou se provém da
aquicultura
Zona de Captura: Mencionar a zona onde foi capturado ou país de aquicultura
Coima: de € 100 a € 3.700 (Pes. Sing.) ou até € 44.800 (Pes. Col.)
Só podem ser vendidos a retalho ao consumidor final, independentemente do método de
comercialização, se uma marcação ou rotulagem adequada indicar a Denominação Comercial da
espécie, o Método de Produção (captura no mar ou águas interiores ou aquicultura) e a Zona de
Captura. As informações obrigatórias na venda ao consumidor final devem ser indicadas de forma
evidente, facilmente legíveis, não podendo ser dissimuladas ou encobertas.
RASTREABILIDADE
Em todas as fases do circuito comercial devem os operadores poder provar, no momento da
inspecção por parte das entidades fiscalizadoras, pelo menos a proveniência imediatamente
anterior. A comprovação desta exigência assenta na relação entre o produto inspeccionado e o
documento comercial apresentado para o efeito, a qual é estabelecida por uma das seguintes
formas: 
a) Indicação obrigatória, no documento comercial, do lote a que pertence o produto;
b) Indicação obrigatória, no documento comercial, da denominação comercial da espécie,
forma de apresentação do produto, e o estado físico em que se encontra (Nos casos em que a
falta desta indicação seja susceptível de induzir o consumidor em erro), nos produtos constituídos
por uma só espécie;
c) Indicação obrigatória, no documento comercial, da denominação de venda, nos produtos
compostos por mais de uma espécie;
Os produtos que sejam vendidos não pré-embalados ou não embalados (excepto os produtos
vivos, frescos e refrigerados não pré-embalados ou não embalados), devem observar as
seguintes condições:
1. Junto ao produto deve constar uma informação relativa ao número do lote a que o mesmo
pertence e à identificação do operador que o atribuiu, bem como a denominação comercial, forma
de apresentação do produto e respectivo estado físico;
2. Produtos de lotes diferentes não podem ser expostos para venda misturados ou em condições
tais que tornem possível essa mistura, devendo ser assegurada pelos operadores a existência de
barreiras físicas que a impeçam, quer na exposição dos produtos para venda, quer em
manipulações posteriores, mesmo que acidentais ou fortuitas, designadamente quando se trata de
venda não assistida.
Os operadores que procedam à introdução dos produtos no mercado nacional são responsáveis por
assegurar o cumprimento das exigências de informação. Todos os operadores envolvidos no circuito
de comercialização são obrigados a manter um registo actualizado, em suporte documental ou
informático, de entradas e saídas (Exceptua-se nas saídas a venda ao consumidor final) de
produtos da pesca e da aquicultura, de modo a assegurar a veracidade da informação, bem como
da proveniência imediatamente anterior. Os registos devem ser mantidos durante 3 meses
(Produtos vivos, frescos e refrigerados) e 24 meses (restantes). Estes registos devem ser
facultados de imediato aos organismos com competências de fiscalização.
Coima: de € 100 a € 3.700 (Pes. Sing.) ou até € 44.800 (Pes. Col.)
 
NOTA:
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As embalagens não conformes com estas exigências de informação ser comercializadas até
31.12.2003.
Os Registos devem ser efectuados a partir de 1.1.04
 
MOLUSCOS BIVALVES
Inibição do desenvolvimento microbiano
  Decisão da Comissão, de 30 de Outubro de 2003, que aprova certos tratamentos
destinados a inibir o desenvolvimento dos microrganismos patogénicos nos moluscos
bivalves e nos gastrópodes marinhos [notificada com o número C(2003) 3984] . Os
moluscos bivalves e gastrópodes marinhos com concha e não congelados podem ser
tratados por um dos seguintes métodos:
1. Imersão em água a ferver durante o tempo necessário para que a temperatura interna da carne dos moluscos atinja, no mínimo,
90ºC, e manutenção dessa temperatura interna mínima durante um período igual ou superior a 90 segundos.
2. Cozedura durante 3 a 5 minutos num recipiente fechado, em que a temperatura esteja compreendida entre 120 e 160ºC, e a
pressão esteja compreendida entre 2 e 5 Kg/cm2 seguida da retirada das conchas e da congelação da carne até esta atingir uma
temperatura interna de –20ºC.
3. Cozedura a vapor sob pressão em recipiente fechado, em que são respeitados, pelo menos, o tempo de cozedura igual ou superior a
90 segundos e temperatura interna da carne dos moluscos mínima de 90ºC, e a homogeneidade da distribuição de calor dentro do
recipiente fechado é garantida por uma metodologia validada no âmbito do programa de autocontrolo.
 
PESCADO
Conservação / Protecção
 
O pescado ou suas partes não devem estar submetidos à incidência directa dos raios solares,
nem à chuva, e devem estar sempre acondicionados ou expostos por forma a não sofrerem o
contacto de poeiras, gases industriais, fumos, insectos e ratos.
O pescado congelado não deve apresentar pele acentuadamente despigmentada e de tonalidade
baça ou revelar a presença de substâncias estranhas; o cheiro não deve ser anormal; as
temperaturas dentro da câmara de conservação não devem ser superiores a –24ºC e as dos
armários ou mostruários de venda a retalho superiores a –18ºC; não deve haver sinais de avaria
no pescado ou danificação das suas embalagens; não deve haver sinais de desidratação ou
rancificação.
A conservação do peixe fresco ou das suas partes, aguardando a venda a retalho para o dia
seguinte, deve fazer-se com mistura de gelo triturado simples ou associado com sal marinho (de
boa qualidade e não utilizado anteriormente) ou dentro de frigoríficos (cuja temperatura não
exceda 2ºC), embora este tipo de conservação não possa ultrapassar as 48 horas.
Deve ser totalmente reprovado, por impróprio para consumo, o pescado que: esteja em
decomposição ou em início de decomposição (incluindo o “favado” e o “arrendado” do atum);
seja de qualidade deficiente (aspecto, conspurcação, contaminação, deficiente manipulação ou
conservação); quando em conserva, contenha molhos, aditivos, corantes ou conservantes não
consentidos por lei; sendo congelado, se encontra acentuadamente desidratado, rancificado ou
traumatizado;esteja alterado (falsificado, avariado ou corrupto); seja repugnante,
especialmente quando portadores de parasitas ou tumores ou tenham cheiros anormais;
apresentam estado de excessiva magreza; sejam suspeitos de veicular microrganismos
patogénicos ou substâncias tóxicas para o Homem.
(Portaria 559/76 de 7-9 - Comércio de pescado)
Coima: de € 25,00 a € 2.500,00
Sanção Acessória: apreensão do produto
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TRANSPORTE DE PESCADO
O transporte em terra do pescado destinado ao consumo no estado fresco será efectuado em
embalagens fechadas, providas de tampa, com capacidade unitária não superior a 50 Kg (com
excepção aos tunídeos, corvinas, alabotes, etc.), e sempre ao abrigo de causas externas de
alteração ou conspurcação, tais como poeiras, chuva, raios solares directos, gases industriais,
fumos, ratos, insectos, etc.
Os veículos utilizados exclusivamente no transporte em terra do pescado fresco, salgado ou por
qualquer forma preparado ou conservado (excepto conservas), bem como os veículos que se
prestem ocasionalmente a tal fim, serão providos de meios que assegurem a conservação e a
qualidade dos produtos, devendo o acondicionamento destes fazer-se por forma que não sofram
esmagamento, não sejam conspurcados nem estejam sujeitos a poluição. Esses veículos e as caixas
ou recipientes utilizados no transporte devem conter dispositivos que permitam o seu arejamento
adequado e garantam a drenagem permanente e fácil limpeza e desinfecção. A temperatura do
pescado, durante o transporte, não poderá exceder os 2ºC.
(Art.º 27.º da Portaria 559/76 de 7-9 - Regulamento do Pescado)
Coima: de € 25,00 a € 2.500,00
 
PESCADO CONGELADO NÃO EMBALADO
Nos estabelecimentos de venda ao público que comercializem pescado inteiro congelado não
embalado, é obrigatória a afixação (em local bem visível) de um quadro com a indicação "PESCADO
CONGELADO NÃO EMBALADO" e onde constem os nomes vulgares das espécies, as formas de
apresentação (Pescado inteiro; Pescado eviscerado; Pescado descabeçado eviscerado), os tipos
comerciais e os respectivos preços por Kg.
(Art.º 9.º do DL 230/90 de 11-7 - Pescado congelado)
Coima: de € 24,94 a € 2.493,99
PESCADO CONGELADO
NÃO EMBALADO
TIPO COMERCIAL
 
APRESENTAÇÃO ESPÉCIE
 INTEIRO
 EVISCERADO
 DESCABEÇADO/ESVISCERADO
 
__________________________
 
 
Art.º 9.º do DL 230/90 de 11-7
PREÇO/Kg
 
€
__________,____
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PEIXARIAS / SECÇÕES DE PESCADO
Instalações
As instalações dos estabelecimentos de depósito e venda de pescado devem obedecer aos
seguintes requisitos minimos: não devem estar em comunicação directa com habitações ou na
contiguidade de instalações ou locais onde se libertem cheiros, poeiras, fumos ou gases
susceptíveis de conspurcar ou alterar o pescado; devem possuir pavimentos de superfície unida,
antideslizante, não absorvente e impermeável à humidade e devem ter um declive para fácil
escoamento; terem paredes revestidas até 1,80 m e em toda a sua extensão, por material
impermeável, liso e lavável; as ligações pavimento – paredes – tecto devem ter os ângulos e as
arestas arredondadas; o pé direito não pode ser inferior a 2,80 m; devem estar dotadas com
dispositivos de ventilação; os peitoris das janelas cortadas em bisel; disporem de água potável
corrente e de instalações sanitárias.
(Art.º 31.º da Portaria 559/76 de 7-9 - Comércio de Pescado)
 
PESCADO
Informação ao Consumidor
O DL 134/2002 de 14-5, estabelece o regime de rastreabilidade e de controlo das exigências de
informação ao consumidor a que está sujeita a venda a retalho dos produtos da pesca e da
aquicultura.
Este regime aplica-se aos produtos da pesca e da aquicultura comercializados no território nacional,
independentemente da sua origem e mesmo que pré-embalados.
Não estão sujeitas ás obrigações relativas á informação ao consumidor as
pequenas quantidades (não excedam os 10 Kg ou o valor igual a € 20) de
produtos da pesca e da aquicultura escoadas directamente para o consumidor
nos seguintes casos:
Peixes produzidos em estabelecimentos de aquicultura, desde que
vendidos ao consumidor final no próprio estabelecimento;
 Peixes pescados em água doce, vendidos pelo próprio pescador.
Os estabelecimentos de venda a retalho de produtos da pesca e da aquicultura devem poder
provar, no momento da inspecção por parte das entidades fiscalizadoras, designadamente através
da exibição do documento comercial que acompanhou o produto, o nome cientifico da espécie,
bem como as informações prestadas ao consumidor no âmbito da denominação comercial da
espécie, do método de produção e zona de captura. Ou seja, o retalhista deve exigir na factura
todas as informações relativas ao pescado, nomeadamente, nome comercial, nome cientifico,
método de produção e zona de captura.
Estas condições são aplicáveis aos produtos pré-embalados que devem conter aquelas informações
na rotulagem.
Exemplo das menções exigidas na factura ou no rotulo da
embalagem:
http://www.hisa.pt/antigo/InforHisa/comerciopescado.htm#pescado
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Nome Comercial - Carapau ou Chicharro
Nome Cientifico - Trachurus trachurus
Método de Produção – Mencionar se foi capturado (mar ou agua doce) ou
se provém da aquicultura
Zona de Captura: Mencionar a zona onde foi capturado ou país de
aquicultura
Coima: de € 100 a € 3.700 (Pes. Sing.) ou até € 44.800 (Pes. Col.)
As informações obrigatórias na venda ao consumidor final, que figurem na rotulagem, devem ser
indicadas de forma evidente, facilmente legíveis, destacadas dos restantes dísticos ou imagens, não
podendo ser dissimuladas ou encobertas.
Coima: de € 100 a € 3.700 (Pes. Sing.) ou até € 44.800 (Pes. Col.)
Conforme exigência do n.º 1 do Art.º 4.º do Regulamento (CE) 104/2000, do Conselho, de
17.12.1999 e deste diploma, só podem ser vendidos a retalho ao consumidor final,
independentemente do método de comercialização, se uma marcação ou rotulagem adequada
indicar a Denominação Comercial da espécie, o Método de Produção (captura no mar ou águas
interiores ou piscicultura) e a Zona de Captura.
Exemplo do impresso informativo
PESCADO
NOME COMERCIAL
 
MÉTODO DE PRODUÇÃO ZONA DE CAPTURA
 CAPTURADO
 CAPTURADO EM ÁGUA DOCE
 DE AQUICULTURA
 ATLÂNTICO NORDESTE
__________________________
 PORTUGAL
 
Regulamento (CE) 104/2000,
Conselho, de 17.12.1999 e
DL 134/2002 de 14-5
PREÇO/Kg
€
__________,____
Coima: de € 100 a € 3.700 (Pes. Sing.) ou até € 44.800 (Pes. Col.)
 
RASTREABILIDADE
Em todas as fases do circuito comercial devem os operadores poder provar, no momento da
inspecção por parte das entidades fiscalizadoras, pelo menos a proveniência imediatamente
anterior. A comprovação desta exigência deve assentar num inequívoco nexo de relação entre o
produto inspeccionado e o documento comercial apresentado para o efeito, constituindo a indicação
do lote elemento obrigatório.
Os produtos que sejam vendidos não pré-embalados ou não embalados (excepto os produtos vivos,
frescos e refrigerados não pré-embalados ou não embalados), devem observar as seguintes
condições:
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Junto ao produto deve constar uma informação relativa ao número do lote a que o mesmo
pertence;
 O numero do lote pode ser o que foi atribuído pelo produtor, p+elo industrial ou pelo
grossista ou, em alternativa, o numero do lote que foi estabelecido pelo operador,
assegurando-se, neste ultimo caso, um inequívoco nexo de relação com o documento
comercial que acompanhou o produto;
 Produtos de lotes diferentes não podem ser expostos para venda misturados ou em
condições tais que tornem possível essa mistura, devendo ser assegurada pelos operadoresa
existência de barreiras físicas que a impeçam, quer na exposição dos produtos para venda,
quer em manipulações posteriores, mesmo que acidentais ou fortuitas, designadamente
quando se trata de venda não assistida.
Coima: de € 100 a € 3.700 (Pes. Sing.) ou até € 44.800 (Pes. Col.)
 
NOTA:
Estas exigências de informação ao consumidor não se aplicam aos
produtos que, comprovadamente, foram colocados no mercado ou
rotulados antes de 1.1.2002, podendo as embalagens não
conformes com essas exigências de informação ser comercializadas
até 31.12.2002.
PESCADO
Impróprio para consumo
Será totalmente reprovado pelos serviços de inspecção oficial, por impróprio para consumo, o
pescado que: esteja em decomposição ou em início de decomposição (incluindo o "favado" e o
"arrendado" do atum); seja de qualidade deficiente (aspecto, conspurcação, contaminação,
deficiente manipulação ou conservação); quando em conserva, contenha molhos, aditivos,
corantes ou conservantes não consentidos por lei; sendo congelado, se encontra acentuadamente
desidratado, rancificado ou traumatizado; esteja alterado (falsificado, avariado ou corrupto); seja
repugnante, especialmente quando portadores de parasitas ou tumores ou tenham cheiros
anormais; apresentam estado de excessiva magreza; sejam suspeitos de veicular microrganismos
patogénicos ou substâncias tóxicas para o Homem.
(Art.º 11.º da Portaria 559/76 de 7-9 - Comércio de pescado)
PESCADO CONGELADO
Condições de comercialização
O pescado congelado ou ultracongelado destinado ao consumidor final e a restaurantes, hospitais,
cantinas e outros consumidores colectivos só pode ser comercializado desde que devidamente
acondicionado (pelo produtor, industrial ou acondicionador) em embalagens adequadas que o
proteja contra contaminações externas (microbianas ou outras) e contra a desidratação e as
oxidações. Exceptua-se a comercialização do pescado inteiro (tal como é capturado; sem vísceras
ou sem cabeça e sem vísceras) que pode ser vendido não embalado.
(Art.º 6.º do DL 230/90 de 11-7 - Pescado Congelado)
Coima: de 24,94 a 2.493,99 €
 
 
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PESCADO
Tamanhos Mínimos
A Portaria 27/2001 de 15-1, fixa os tamanhos mínimos dos peixes, crustáceos e moluscos e
estabelece que o pescado cujo tamanho seja inferior ao fixado deve ser imediatamente devolvido
ao mar, não podendo ser mantido a bordo, transbordado, exposto, colocado à venda ou vendido.
Estes tamanhos mínimos não se aplicam aos espécimes oriundos de estabelecimentos de cultura
marinhos. Assim:
Atum-Rabilho (6,4 Kg ou 70 cm), Baila (20 cm), Choupa (23 cm), Congro ou Safio (58 cm), Corvina
legitima (60 cm), Enguia (22 cm), Goraz (25 cm), Língua (15 cm), Pregado (30 cm), Rodovalho (30
cm), Salmão (55 cm), Salmonete (15 cm), Sável e Savelha (30 cm), Juliana (30 cm), Pescada
Branca (27 cm), Areeiros (20 cm), Linguados (24 cm), Solha-das-Pedras (22 cm), Solha-Avessa
(22 cm), Tainha (20 cm), Truta-marisca (30 cm), Badejo (27 cm), Dourada (19 cm), Robalo
Legítimo (36 cm), Arenque (20 cm), Carapau (15 cm), Sardinha (11 cm), Sarda/Cavala (20 cm),
Biqueirão (12 cm), Espadarte (25 Kg ou 125 cm), Azevia (18 cm), Besugo (18 cm), Bica (15 cm),
Boga (15 cm), Faneca (17 cm), Ferreira (15 cm), Lampreia-do-mar (35 cm), Pargo Legítimo (20
cm), Salema (18 cm), Sargos (15 cm), Camarão branco legítimo (60 mm), Camarão vermelho ou
carabineiro (94 mm), Lagosta (110 mm), Caranguejo Mouro (50 mm), Sapateira (130 mm),
Santola Europeia (120 mm), Leques (40 mm), Ameijoa Boa (40 mm), Ameijoa mancha (38 mm),
Ameijoa Japonesa (40 mm), Pé-de-Burro (40 mm), Ameijola (60 mm), Longueirões (10 cm),
Ameijoa Branca (25 mm), Cadelinhas ou Conquilhas (25 mm), Búzio (50 mm), Camarão da
Quarteira ou Gamba manchada (30 mm), Camarão-Mouro ou Camarão–Negro (50 mm), Gamba ou
Gamba Branca (94 mm), Caudas de Lagostim (37 mm), Lagostins (70 mm), Lavagante (85 mm),
Ameijoa de Cão ou Ameijoa Bicuda (25 mm), Berbigão (25 mm), Lula (100 mm), Mexilhão (50
mm), Pé-de-Burrinho (25 mm), Vieira (100 mm), Navalheiras (50 mm), Buzo (45 mm), Canilha (65
mm), Chouco (100 mm), Lambujinha (25 mm), Longueirão ou navalha (65 mm), Polvo vulgar (0,75
Kg).
 
 
 
MOLUSCOS BIVALVES
Depuração
 
Segundo informações recolhidas na Inspecção-Geral das Pescas e ao abrigo do DL 293/98 de 18-9,
os Moluscos Bivalves vivos não podem ser comercializados sem passarem por um Centro de
Expedição, donde sairão devidamente embalados e, no caso de se tratar de um produto que
careça de depuração, deverá ser identificado como tal (por processo não adulterável) e passar
também por um Centro de Depuração.
É proibida a reimersão ou o aspergimento com água dos moluscos bivalves vivos após o seu
acondicionamento e saída do Centro de Expedição. Ou seja, não é permitido voltar a colocar os
bivalves em água depois destes passarem pelos Centros de Depuração e/ou de Expedição, tal como
não é permitida a existência de bivalves em água nos postos de venda ou de consumo.
Em relação à classificação das zonas de produção (lista elaborada pelo IPIMAR):
CLASSE A (Coliformes fecais/100g -300) – zona em geral de mar aberto com reduzidas
possibilidades de contaminação. Os bivalves podem ser apanhados, enviados para centros de
expedição e comercializados para consumo humano directo.
CLASSE B (Coliformes fecais/100 g de 300 a 6.000) – zona com teores de contaminação. Os
bivalves podem ser apanhados, devem ser enviados para depuração e depois para os centros de
expedição.
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CLASSE C (Coliformes fecais/100g de 6.000 a 60.000) – zona muito contaminada. Os bivalves
podem ser apanhados, devem passar por zonas de transposição, após o que devem ser depurados
e expedidos.
De registar que está proibida a apanha a Jusante da Ponte Nova do Rio Arade e no Estuário do
Tejo, excepto Trafaria e Cova do Vapor (Mexilhão, Lambujinha, Berbigão).
Data: 01-Mai-2007
Link: http://www.hisa.pt/index.php?noticia=148
desenvolvido por Tiago Caetano
tiago@tiago.us

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