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Gestão Estratégica de Pessoas – estudo dirigido Material de disciplina KNAPIK, Janete. Gestão de Pessoas e Talentos. Curitiba: InterSaberes, 2012. Videoaulas 1 a 6 Rotas de Aprendizagem 1 a 6 Neste breve resumo, destacamos a importância para seus estudos de alguns temas diretamente relacionados ao contexto trabalhado nesta disciplina. Os temas sugeridos abrangem o conteúdo programático da sua disciplina nesta fase e lhe proporcionarão maior fixação de tais assuntos, consequentemente, melhor preparo para o sistema avaliativo adotado pelo Grupo Uninter. Esse é apenas um material complementar, que juntamente com a Rota de Aprendizagem completa (livro-base, videoaulas e material vinculado) das aulas compõem o referencial teórico que irá embasar o seu aprendizado. Utilize-os da melhor maneira possıv́el. Bons estudos! 2 Atenção! Esse material é para uso exclusivo dos estudantes da Uninter, e não deve ser publicado ou compartilhado em redes sociais, repositórios de textos acadêmicos ou grupos de mensagens. O seu compartilhamento infringe as polı́ticas do Centro Universitário UNINTER e poderá implicar em sanções disciplinares, com possibilidade de desligamento do quadro de alunos do Centro Universitário, bem como responder ações judiciais no âmbito cıv́el e criminal. 3 Sumário Tema: O comportamento do homem ............................................................................................................................... 4 Tema: A visão holı́stica, talentos e conflitos .................................................................................................................... 6 Tema: O papel e deveres do lı́der ..................................................................................................................................... 7 Tema: O desenvolvimento gerencial, feedback e competências .................................................................................... 9 Tema: Os métodos de avaliação, processos de higiene e segurança do trabalho, ergonomia e estresse emocional 11 Tema: O estresse ocupacional e programas de treinamento (T&D) ............................................................................ 12 Tema: Missão, visão, papel dos gestores e a liderança.... .....................................................................................................................14 4 Tema: O comportamento do homem Devemos observar que o comportamento do homem nas organizações depende de duas dimensões de análise: a dimensão das variáveis pessoais e as das variáveis da empresa. As pessoas se adaptam aos ambientes, exercem influências sobre eles ou os modificam, são os alicerces da organização e por isso têm um papel importante no clima e na cultura organizacional. Fonte: KNAPIK, Janete. Gestão de pessoas e talentos. Curitiba: InterSaberes, 2012. Esse comportamento do homem segue variáveis pessoais que estão relacionadas à personalidade de cada indivı́duo, a sua motivação interna e a sua percepção e valores em que acredita. Baseado em seus conceitos e em suas experiências, assim como em suas capacidades e conhecimentos será o seu desempenho na organização. As variáveis da empresa estão relacionadas ao ambiente de trabalho, as regras, as polı́ticas internas, métodos de trabalho, as recompensas e punições e o grau de confiança que a instituição deposita em suas equipes. O ambiente interfere diretamente nos processos organizacionais, em especial com as mudanças no aspecto social, polı́tico e econômico, uma vez que é o ambiente que as organizações conseguem os recursos para seu funcionamento e é para ele que elas produzem. Fonte: KNAPICK, Janete. Gestão de pessoas e talentos. Curitiba: InterSaberes, 2012, p. 17. --- O clima organizacional pode ser entendido como o ambiente psicológico que existe em um departamento ou empresa, é aquela condição interna percebida pelas pessoas e que influencia os comportamentos delas. E justamente em função do Clima Organizacional que algumas organizações atraem mais e outras menos candidatos a um posto de trabalho. Há aquelas que chamam atenção pela sua receptividade, outras pela formalidade, outras, ainda, pelo calor humano ou mesmo pela apatia. Fonte: KNAPIK, Janete. Gestão de pessoas e talentos. Curitiba: InterSaberes, 2012. Por outro lado, o ambiente psicológico que existe dentro de um departamento ou da organização, é aquela condição interna percebida pelas pessoas e que influencia seus comportamentos. Está ligado à motivação da equipe, aos aspectos internos da organização que conduzem a diferentes nıv́eis ou tipos de motivação e dão origem a comportamentos que podem ser favoráveis e benéficos ou desfavoráveis e prejudiciais ao trabalho. Ainda, podemos perceber que o clima organizacional é considerado um fator importante de retenção e captação de talentos. O clima organizacional influencia o desempenho das pessoas e a satisfação com o trabalho. Fonte: KNAPIK, Janete. Gestão de pessoas e talentos. Curitiba. InterSaberes, 2012, p. 21-22. --- O clima e a cultura de uma organização têm forte impacto no contexto ambiental, principalmente na imagem que a instituição possui no meio em que está inserida. O clima organizacional tem como missão principal a compreensão das necessidades, preocupações e percepções dos colaboradores de determinada empresa. Já a cultura organizacional também se refere ao sistema de significados compartilhados por todos os membros e que distingue uma organização das demais. Fonte: KNAPIK, Janete. Gestão de pessoas e talentos. Curitiba: InterSaberes, 2012. Neste aspecto, a cultura organizacional é composta por regras formais e informais que direcional a forma de agir, pensar, perceber e compartilhar das pessoas que fazem parte de uma organização, direcionando os esforços de todos para alcançar os objetivos da empresa. Fonte: KNAPIK, Janete. Gestão de pessoas e talentos. Curitiba: Intersaberes, 2012, p. 23. --- 5 A empresa deve criar suas estratégias de ações, planejar seus passos, analisar o mercado e desenvolver seus processos de modo que sejam eficientes e eficazes para assegurar os resultados previstos. Fonte: KNAPIK, Janete. Gestão de pessoas e talentos. Curitiba: InterSaberes, 2012. As carcaterísticas da eficiência consistem em preocupar-se com os meios; em fazer corretamente o trabalho, além de buscar-se a melhor maneira de fazer um trabalho sendo que o foco está no método de trabalho. Fonte: KNAPIK, Janete. Gestão de pessoas e talentos. Curitiba: InterSaberes, 2012, p. 26. --- A visão é a descrição do futuro desejado para a empresa. Ela reflete o alvo a ser procurado pelos esforços individuais, da equipe e pela alocação de recursos. A visão deve conter tanto a aspiração, como a inspiração. A aspiração de tornar-se "algo", e a inspiração porque esse "algo" deve merecer e valer a pena ser concretizado. Deve ser uma frase prática, realista e visível, pois não passará de uma mera alucinação, se ela sugerir ou propor resultados inatingíveis. Uma simples frase pode sintetizar essa ideia sendo, ao mesmo tempo, ambiciosa e inspiradora. Fonte: DAL’BO, Reginaldo André. Missão, Visão e Valores. Disponível em: <http://www.administradores.com.br/>. Acesso em: 16 dez. 2016. (Adaptado). Nesse prisma, podemos verificar que a visão organizacional está diretamente relacionada aos projetos estratégicos e objetivos organizacionais. Fonte: KNAPIK, Janete. Gestão de pessoas e talentos. Curitiba: InterSaberes, 2012, p. 29. --- Os valores organizacionais definem as regras básicas que norteiam os comportamentos e atitudes dos colaboradores. São regras para que, executando a missão, se alcance a visão. Os valores dão o suporte, é o foco da moral e ética da empresa. Com relação aos Valores Organizacionais,Maximiano tem um conceito que os coloca no íntimo da cultura organizacional. Fonte: DAL’BO, Reginaldo André. Missão, Visão e Valores. Disponível em: <http://www.administradores.com.br/>. Acesso em: 16 dez. 2016. (Adaptado). Esses valores representam crenças, preconceitos, ideologia e todos os tipos de atitudes e julgamentos compartilhados pelos integrantes da organização, a respeito de qualquer elemento interno ou externo. Fonte: KNAPIK, Janete. Gestão de pessoas e talentos. Curitiba: InterSaberes, 2012, p. 29. --- Aprendemos que conhecer os referenciais e os desafios das organizações é fundamental para o sucesso no mundo dos negócios. Estamos passando por uma era de constantes mudanças e a flexibilidade para aceitá-las e nos adequarmos a elas torna-se uma ferramenta poderosa nas organizações. Mesmo sabendo que precisam mudar, às vezes pessoas ou organizações relutam em aceitar os novos paradigmas, porque têm medo do novo ou receio de abandonar o velho, uma vez que permanecer em uma zona conhecida é mais confortável e mais fácil, não exige muito esforço, o que pode, entretanto, trazer estagnação. Fonte: KNAPIK, Janete. Gestão de pessoas e talentos. Curitiba: InterSaberes, 2012. Pode-se entender que paradigma consiste em referenciais, modelos utilizados para justificar ações e expressar crenças, medos, valores que orientam e explicam escolhas. Fonte: KNAPIK, Janete. Gestão de pessoas e talentos. Curitiba: InterSaberes, 2012, p. 37-38. 6 Tema: A visão holística, talentos e conflitos A visão Holística está crescendo e ganhando força, representa novos paradigmas e está conquistando espaços e seguidores. Essa proposta defende a organização englobando a equipe que deve conhecer as estratégias e metas da empresa. Fonte: KNAPIK, Janete. Gestão de pessoas e talentos. Curitiba: InterSaberes, 2012. Aprendemos que as características da visão holística são as seguintes: a cooperação é a chave para o sucesso da empresa; transparência nas estratégias, todo o pessoal-chave participa das decisões; células de trabalho; o foco está no cliente; flexibilidade em primeiro lugar; a empresa é um sistema dinâmico e vivo; a abertura e a transparência são ferramentas de sucesso; delegar representa ganhar poder; organização baseada em pessoas; poucos níveis hierárquicos; todos são responsáveis pela qualidade; o grupo vencerá; lucro e meio ambiente podem ser compatíveis e, por fim, o Profissionalismo. Fonte: KNAPIK, Janete. Gestão de pessoas e talentos. Curitiba: InterSaberes, 2012, p. 40. --- Demo faz um estudo empı́rico que investiga a percepção dos colaboradores sobre as polı́ticas de gestão de pessoas, considerando que o fator humano nas organizações é um notável diferencial competitivo. Fonte: KNAPIK, Janete. Gestão de pessoas e talentos. Curitiba: InterSaberes, 2012. Por outro lado, aprendemos que as polı́ticas de gestão de pessoas desenham as regras com as quais a empresa pretende administrar seus colaboradores para atingir os seus objetivos individuais e os da organização e têm a finalidade de orientar e criar uma linha de atuação. Essas polı́ticas dependem de variáveis organizacionais e são desenvolvidas de acordo com a cultura e o momento da empresa, delineando um código de ética e conduta que permeia todas as relações organizacionais – funcionários, clientes, fornecedores, meio ambiente, etc. Com base nas polıt́icas de gestão de pessoas são elaborados os procedimentos que servem de guia para orientar as pessoas no seu trabalho. Fonte: KNAPIK, Janete. Gestão de pessoas e talentos. Curitiba: InterSaberes, 2012, p. 57. --- Em nossos estudos, aprendemos que as empresas precisam sociabilizar seus novos talentos e integrá-los em sua força de trabalho. Nas organizações, a socialização dos novos colaboradores tem o objetivo de proporcionar a eles um ambiente imediato de trabalho favorável e receptivo no início de suas atividades profissionais. Fonte: KNAPIK, Janete. Gestão de pessoas e talentos. Curitiba: InterSaberes, 2012. Aprendemos que dentre as finalidades dos programas de integração podemos citar: transmitir informações sobre o histórico, a missão, os valores e a visão da empresa; familiarizar o novo colaborador com os produtos e serviços da empresa; apresentar a estrutura física, organizacional e o organograma da empresa, apresentar o novo colaborador aos colegas de trabalho. Fonte: KNAPIK, Janete. Gestão de pessoas e talentos. Curitiba. InterSaberes, 2012, p. 219. --- A disciplina nos relata que a empresa é formada de pessoas, por mais incrı́vel que pareça, o relacionamento interpessoal e social é penetrado pela diversidade dos seres humanos com sua caracterı́stica diferente, sentimentos, desejos e receios. Dessa maneira, podem existir conflitos e os conflitos acontecem quando existem divergências ou insatisfações no grupo. E um processo em que ocorrem choques de interesse e uso do poder no confronto e que afetam de formas diferentes as relações entre os integrantes, podendo desfazer ou fortalecer um grupo. Fonte: KNAPIK, Janete. Gestão de pessoas e talentos. Curitiba: InterSaberes, 2012. Aprendemos que o papel dos gestores na administração de conflitos consiste em 7 transformá-lo em aprendizagem organizacional e de mobilização para novos métodos de trabalho, bem como minimizar a probabilidade de eclosão de novos conflitos. Fonte: KNAPIK, Janete. Gestão de pessoas e talentos. Curitiba: InterSaberes, 2012, p. 82. --- A gestão de conflitos requer a conservação de um nıv́el ótimo de conflitos em equipe. Os conflitos prejudicam o empenho da equipe. Dessa forma, o papel do gestor é equilibrar essas forças utilizando técnicas de resolução e estı́mulo de conflitos. A gestão de conflitos foi considerada mais importante do que a tomada de decisão, liderança ou habilidade de comunicação. Assim, pode-se afirmar que um dos diferenciais para o sucesso gerencial, está na capacidade de se gerenciar os conflitos. Fonte: Fonte: ALBUQUERQUE, Rosa Almeida Freitas. Gestão de conflito. Disponı́vel em: <http://www.rhportal.com.br/>. Acesso em: 16 dez. 2016. (Adaptado). Aprendemos que existem motivos geradores de conflitos que devemos saber, pois se referem a: a) dificuldades de relacionamento oriundas da relação entre colegas de trabalho, de liderança ou gerenciamento ineficaz; dificuldades por falta de recursos que dão suporte, como ambiente fı́sico, falta de equipamento, etc.; fatores ambientais (mercadológicos, legais, etc.) e sociais (divergências de religião, etc.); excesso de trabalho, já que o ideal é que as pessoas procurem equilı́brio, conciliando trabalho, lazer e afetos. Fonte: KNAPIK, Janete. Gestão de pessoas e talentos. Curitiba: InterSaberes, 2012, p. 82. Tema: O papel e deveres do líder O lı́der tem o dever de gerir sua equipe de trabalho como multiplicadora das diretrizes organizacionais, respeitando as regras normativas e outros itens relativos ao próprio negócio da organização. Assim sendo, liderar uma equipe é uma atividade que envolve relacionamento de parceria complexa entre lı́der e liderados, onde regras de conduta de ambas as partes devem ser bem definidas, claras e sustentadas na ética, no respeito mútuo, no comprometimento e no profissionalismo. Fonte: BATISTA, João. Liderança como agente mediador de conflitos pessoais. Disponı́vel em: <http://www.rhportal.com.br/>. Acesso em: 16 dez. 2016. (Adaptado). Foi objeto de nossos estudos que existem 3 tipos de liderança que consistem em liderança autocrática, democrática e liberal. Fonte: KNAPIK, Janete. Gestão de pessoas e talentos. Curitiba: InterSaberes, 2012, p. 84. --- A liderança situacional ou contingencial consiste na habilidade e na competência em saber utilizar os três estilos de liderança (autocrática, democrática e liberal). Isso significa que, na prática, os gerentes podem utilizar os três tipos. A questão é saber identificar qual estilo utilizar, comquem e dentro de quais circunstâncias, uma vez que a escolha do estilo de liderança depende de uma série de fatores. Fonte: KNAPIK, Janete. Gestão de pessoas e talentos. Curitiba: InterSaberes, 2012. Pudemos aprender ainda que o estilo de liderança compreende diversos fatores ligados a maturidade da equipe ou do indivíduo, conhecimento da equipe ou do indivíduo, a experiência da equipe ou do indivíduo, as necessidades e insatisfações humanas, o clima psicológico da equipe ou do indivíduo, além das pressões externas, como tempo, prazo e controles. Fonte: KNAPIK, Janete. Gestão de pessoas e talentos. Curitiba: InterSaberes, 2012, p. 86. --- 8 O lı́der moderno possui distintos e relevantes papéis dentro do cenário organizacional, e para prosperar na cadeia de comando não pode deixar de buscar nova tecnologia, disponibilizar permanente apoio através de orientação e assistência, treinamento para atualização de novas práticas, propostas de expansão, proteção, desenvolvimento e, sobretudo, parceria nos negócios com uma conotação holı́stica nos processos de trabalho. A Liderança Situacional é uma habilidade e uma competência na liderança. Fonte: KNAPIK, Janete. Gestão de pessoas e talentos. Curitiba: InterSaberes, 2012. Vimos também que, na liderança situacional ou contingencial, os gerentes podem utilizar os três tipos de liderança (autocrática, democrática e liberal). Por fim, estudamos que na liderança contingencial, os tipos de liderança são escolhidos de acordo com a necessidade de cada situação. Fonte: KNAPIK, Janete. Gestão de pessoas e talentos. Curitiba. InterSaberes, 2012, p. 86. --- Na liderança democrática a chefia procura ouvir as ideias, aceita sugestões e discussões com a equipe de trabalho, estimula e encoraja a participação de todos. Os grupos de trabalho tendem a apresentar maior qualidade no seu trabalho e um clima de satisfação, comprometimento e maior integração. A ênfase recai simultaneamente no lı́der e nos subordinados. Fonte: KNAPIK, Janete. Gestão de pessoas e talentos. Curitiba: InterSaberes, 2012. Fez parte de nosso aprendizado que este estilo de liderança deve ser utilizado com funcionários treinados e que conhecem bem o trabalho. Outras possibilidades de utilização desse Com pessoas participativas, que gostam de colaborar; com funcionários treinados e que conhecem bem o trabalho; com pessoas responsáveis; com pessoas adaptadas ao grupo e comprometidas com os resultados; com situações que não exijam intervenção e decisão imediata. Fonte: KNAPIK, Janete. Gestão de pessoas e talentos. Curitiba. InterSaberes, 2012, p. 86-87. --- A nossa disciplina nos ensinou que a liderança supõe relação interpessoal, o poder está relacionado ao processo de influência social. O poder consiste em conseguir que uma pessoa ou grupo aja de forma desejada ou em manipular e modificar o comportamento dos outros, influenciando seus pontos de vista e suas ações. Na liderança liberal a chefia tem uma conotação de agente de informações, ou seja, estimula a iniciativa e a criatividade do grupo e exerce um mínimo de controle das atividades. A ênfase recai nos subordinados. Fonte: KNAPIK, Janete. Gestão de pessoas e talentos. Curitiba: InterSaberes, 2012. Aprendemos que esse estilo de liderança é utilizado com pessoas que gostam de trabalhar individualmente e que fazem bem o seu trabalho. Outras hipóteses relacionadas a essa liderança são utilizadas com funcionários bem capacitados, competentes e que não precisam de muitas orientações, como cientistas, engenheiros, especialistas, etc., bem como com pessoas que realizam trabalhos que exigem iniciativa e criatividade, e, por fim, com pessoas que gostam de trabalhar individualmente e que fazem bem o seu trabalho. Fonte: KNAPIK, Janete. Gestão de pessoas e talentos. Curitiba: InterSaberes, 2012, p. 87. --- A liderança é necessária em todas as atividades de um grupo organizado, mas não deve ser confundida com gerência. Um dos principais papéis do líder é o desenvolvimento de seus liderados. Fiorelli defende que o líder deve instigar no liderado a percepção de um relacionamento interpessoal significativo, positivo e proativo, estimulando a ação, impulsionada pelo envolvimento emocional. Fonte: KNAPIK, Janete. Gestão de pessoas e talentos. Curitiba: InterSaberes, 2012. Aprendemos em nossos estudos que os bons dirigentes têm um perfil de liderança bem desenvolvido e positivo perante o grupo, porém nem todos os gestores conseguem cativar e influenciar suas equipes ou exercer algum tipo de liderança. Gerenciar tem uma conotação mais administrativa, dependem de técnicas 9 gerenciais, conhecimentos teóricos e organizacionais, enquanto liderar tem uma conotação mais interpessoal, valendo-se de sentimentos, motivações e valores pessoais. O desempenho eficaz dos gestores de uma organização depende da interação entre estilos de liderança e as técnicas gerenciais. Fonte: KNAPIK, Janete. Gestão de pessoas e talentos. Curitiba: InterSaberes, 2012, p. 95. --- As empresas e as lideranças devem desenvolver práticas que sejam condizentes com a realidade da organização, o que torna as ações implementadas mais efetivas e os resultados tangíveis. Para liderar pessoas se exige, além de preparação, sensibilidade e conhecimento sobre o comportamento humano nas organizações. E para reduzir os problemas e criar condições favoráveis ao desenvolvimento dos stakeholders, é preciso mapear os conflitos, entender os desejos e as ambições dos colaboradores, identificar os fatores de motivação e os impedimentos para o alcance dos objetivos e metas. Fonte: MARQUES, José Roberto. A importância do treinamento gerencial. Disponível em: <http://www.rh.com.br/>. Acesso em: 16 dez. 2016. (Adaptado). Aprendemos que podemos considerar o desenvolvimento gerencial como um processo de adquirir ou reformular conhecimentos, habilidades e atitudes para aprimorar o desempenho atual e preparar-se para responsabilidades futuras. É compreendido pela interação homem, o trabalho e os ambientes, interno e externo da organização. Fonte: KNAPIK, Janete. Gestão de pessoas e talentos. Curitiba: InterSaberes, 2012, p. 95. Tema: O desenvolvimento gerencial, feedback e competências O desenvolvimento gerencial pode ser considerado como um processo de adquirir ou reformular conhecimentos, habilidades e atitudes para aprimorar o desempenho atual e preparar-se para responsabilidades futuras. Fonte: KNAPIK, Janete. Gestão de pessoas e talentos. Curitiba: InterSaberes, 2012. Nossos estudos possibilitam entender que um comportamento gerencial eficaz integra competências técnicas e interpessoais e essa integração desenvolve os conhecimentos, as habilidades e as atitudes gerenciais. Ainda, vimos que esse comportamento leva em consideração a interação entre o homem, o trabalho e os ambientes internos e externos da organização. Fonte: KNAPIK, Janete. Gestão de pessoas e talentos. Curitiba: InterSaberes, 2012, p. 95-96. --- Com base no estudo da disciplina compreendemos que Feedback é uma informação que nos permite saber se estamos ou não no rumo adequado, se necessitamos mudar o nosso comportamento. É muito importante no dia a dia dar e receber feedback, pois permite adotar ações corretivas. Fonte: KNAPIK, Janete. Gestão de pessoas e talentos. Curitiba: InterSaberes, 2012. De acordo com nossos estudos, aprendemos que a gestão de pessoas deve conhecer e trabalhar as barreiras de comunicação nas equipes, sendo que uma infinidade de fatores organizacionais, ambientais, individuais e interpessoais podem dificultar as comunicações nas equipes de trabalho. O processo de comunicação pode sofrer interferências dos ruídos, provocando barreiras que impedem que a mensagem seja passada na íntegra ao seu destino, ou seja, fazendo com que a mensagem enviada se torne diferente, modificada durante o processo de comunicação. Ainda, devemos entender que os ruídos na comunicação prejudicama obtenção de um bom feedback, seja pela forma como é passado, seja pela forma como é compreendido. Assim, a gestão de pessoas deve primar, entre outros elementos, pela clareza e pelo modo de se dar feedback. Fonte: KNAPIK, Janete. Gestão de pessoas e talentos. Curitiba: InterSaberes, 2012, p. 109-110. 10 --- O processo de comunicação pode sofrer interferências, provocando barreiras que impedem a mensagem seja passada na íntegra ao seu destino, ou seja, fazendo com que a mensagem enviada se torne diferente, modificada durante o processo de comunicar. Fonte: KNAPIK, Janete. Gestão de pessoas e talentos. Curitiba: InterSaberes, 2012. Aprendemos ao longo da disciplina que podem ocorrer algumas interferências no processo de comunicação, por exemplo: a) pessoais: são barreiras ocasionadas por fatores emocionais e valores pessoais (Exemplos desse tipo de interferência: o desinteresse em ouvir; as emoções; as motivações; as preocupações; interesses pessoais); b) físicas: são barreiras que ocorrem no ambiente em que acontece a comunicação (exemplos: uma porta que se abre repentinamente; a distância físicas entre as pessoas; paredes que separam; barulhos como de telefone, trens, sirenes, etc); c) semânticas: são distorções decorrentes dos símbolos por meio dos quais a comunicação é realizada (exemplos: o sentido das palavras; o significado de gestos e símbolos; a tradução da linguagem; as lembranças). Fonte: KNAPIK, Janete. Gestão de pessoas e talentos. Curitiba: InterSaberes, 2012, p. 110. --- Para evitar as desagradáveis interferências das barreiras de comunicação (ruídos) nos grupos de trabalho, alguns aspectos que devem receber atenção especial e ser trabalhados para facilitar o entendimento da mensagem e estabelecer uma comunicação eficaz. Fonte: KNAPIK, Janete. Gestão de pessoas e talentos. Curitiba: InterSaberes, 2012. Aprendemos que existem aspectos para que ocorra uma comunicação eficaz: a) utilizar uma linguagem adequada ao receptor, sem jargões e terminologias técnicas; ouvir o outro e dar-lhe atenção sem pressa ou impaciência; escolher o local e o momento adequado para transmitir uma informação importante; evitar julgamentos antecipados e preconceitos; evitar a suposição de que o receptor já tenha domínio do assunto em questão; evitar passar uma quantidade excessiva de informações ao mesmo tempo, mas, se necessário, utilizar meios de comunicação que possam ser revistos, como gravações, textos escritos, etc.; evitar interrupções enquanto são passadas as informações. Fonte: KNAPIK, Janete. Gestão de pessoas e talentos. Curitiba: InterSaberes, 2012, p. 211. --- "A palavra feedback é amplamente conhecida dentro da maioria das organizações. Deve ser utilizada sempre, a qualquer momento, tanto para propor melhorias como para ressaltar o que sendo bem feito. Alguns acreditam que o feedback deva ser unilateral: de gestor para subordinado. É uma ferramenta que também deve ser usada por todo funcionário para descrever as áreas onde a empresa falhou em prover o apoio necessário, o quanto ele se sente satisfeito, enfim, comentar o que é bom e o que deve ser melhorado". Fonte: PANIGHEL, Ignez. O que é o feedback no ambiente organizacional? Disponível em: <http://www.rh.com.br/>. Acesso em: 16 dez. 2016. (Adaptado). Aprendemos que Feedback é uma palavra inglesa que significa “retroalimentar”, conceito fundamental no processo de comunicação. Trata-se de realimentar um sistema. É uma informação que nos permite saber se estamos, ou não, no rumo adequado, se necessitamos mudar o nosso comportamento. Fonte: KNAPIK, Janete. Gestão de pessoas e talentos. Curitiba: InterSaberes, 2012, p. 211. --- O feedback trata-se da realimentação de um sistema. E uma informação que nos permite saber se estamos na direção certa ou se precisamos mudar nosso comportamento. O desenvolvimento da prática do feedback é a disposição para dar e receber crı́ticas e sugestões. Fonte: KNAPIK, Janete. Gestão de pessoas e talentos. Curitiba: InterSaberes, 2012. Em nossos estudos vimos 11 que o feedback é útil em diversas situações a seguir: Aumentar as competências e reforçar o comportamento desejado; Alinhar expectativas e definir prioridades; Preencher lacunas com novas informações; Identificar e promover ações corretivas; Aliviar o medo do desconhecido. Referência: KNAPIK, Janete. Gestão de pessoas e talentos. Curitiba. InterSaberes, 2012, p. 112. --- Nossa disciplina revelou que todos precisam saber se suas ações são ou não eficazes, só assim é possível reforçar as ações desejadas ou corrigir as indesejadas. Por isso, a importância do feedback que permite saber se estamos, ou não, no rumo adequado, se necessitamos mudar nosso comportamento. Fonte: KNAPIK, Janete. Gestão de pessoas e talentos. Curitiba: InterSaberes, 2012. Foi possível aprendermos que a janela de Johari consiste numa representação das dinâmicas das relações interpessoais e de processos de aprendizagem em grupo. Fonte: KNAPIK, Janete. Gestão de pessoas e talentos. Curitiba: InterSaberes, 2012, p. 113-114. --- O conceito de competências individuais começou a ser discutida em 1973 nos Estados Unidos por psicólogos e administradores. Para McClelland, a competência consiste em uma característica subjacente à pessoa e que está relacionada a um desempenho superior em uma tarefa ou em uma determinada situação. Fonte: KNAPIK, Janete. Gestão de pessoas e talentos. Curitiba: InterSaberes, 2012. Observamos que as competências de acordo com a sigla CHA significam: C: Conhecimentos- Saber (o que sabemos, mas não necessariamente colocamos em prática); H: Habilidades – Saber fazer (o que praticamos, aquilo em que temos experiência e que dominamos); A: Atitudes – Querer fazer (as características pessoais que nos levam a praticar, ou não, o que conhecemos e sabemos). Fonte: KNAPIK, Janete. Gestão de pessoas e talentos. Curitiba: InterSaberes, 2012, p. 172. Tema: Os métodos de avaliação, processos de higiene e segurança do trabalho, ergonomia e estresse emocional "É considerada como um método de avaliação de desempenho muito utilizado pelas empresas, que tem por objetivo principal contribuir para o desenvolvimento de competências essenciais dos colaboradores. É uma importante ferramenta da gestão estratégica de pessoas. Neste tipo de avaliação é considerada também a avaliação que o próprio funcionário faz de si mesmo." Fonte: PERIARD, Gustavo. Avaliação 360º: O que é e como funciona. Disponível em: <http://www.sobreadministracao.com/>. Acesso em 16 dez. 2016. (Adaptado). Compreendemos que a avaliação 360 graus é conhecida como feedback 360 graus e é uma prática que está ganhando espaço nas organizações. Trata-se de um método que envolve toda a rede de relacionamentos e tem como foco principal o desenvolvimento de competências a partir do feedback que se recebe na avaliação dos pares de trabalho, chefias, subordinados, clientes e fornecedores internos e externos. Fonte: KNAPIK, Janete. Gestão de pessoas e talentos. Curitiba: InterSaberes, 2012, p. 245. Os processos de higiene e segurança no trabalho devem fazer parte da cultura da organização, do cotidiano, desenvolvendo hábitos saudáveis e responsáveis em cada indivı́duo. Já a gestão de segurança é uma atividade que deve ser coletiva para que alcance o sucesso esperado. A capacitação e conscientização dos indivı́duos propiciam as condições mı́nimas para que eles colaborem efetivamente para uma gestão saudável no ambiente em que trabalham. Fonte: KNAPIK, Janete. Gestão de pessoas e talentos. Curitiba: InterSaberes, 2012. Aprendemos em 12 nossa disciplina que um programa de higiene e segurança do trabalho deve ocupar-se com questões relativas ao espaço fı́sico da empresa como controle de iluminação, ergonomia, garantia de ventilação, controle de temperatura e proteção contra ruı́do. Vimos que outra preocupação é o fator psicológico relacionado à qualidade do ambientede trabalho, Ao mesmo tempo, devem ser incentivados relacionamentos saudáveis e devem ser proporcionadas atividades motivadoras e lideranças participativas. Fonte: KNAPIK, Janete. Gestão de pessoas e talentos. Curitiba: InterSaberes, 2012, p. 274. --- Podemos definir ergonomia como um estudo multidisciplinar que avalia o indivı́duo nas especificidades inerentes a cada tarefa que realiza na condição de trabalhador. Para Barbosa Filho (2001, p. 37) “ergonomia é a ciência do conforto humano, a busca do bem-estar, a promoção da satisfação no trabalho, a maximização da capacidade produtiva, a segurança plena, etc.". Fonte: KNAPIK, Janete. Gestão de pessoas e talentos. Curitiba: InterSaberes, 2012. Vimos que a ergonomia deve proporcionar um ambiente de trabalho favorável, além de produtivo, saudável e seguro, minimizando o desgaste fı́sico e emocional que resulta em doenças ocupacionais e estresse. Fonte: KNAPIK, Janete. Gestão de pessoas e talentos. Curitiba: InterSaberes, 2012, p. 274. --- Podemos dizer que o estresse nada mais é que o desequilı́brio da relação entre trabalhador e ocupação. Dessa maneira, entende-se, o estresse ocupacional como o quadro de respostas pouco adequadas à estimulação fı́sica e emocional decorrente das exigências do ambiente de trabalho, das capacidades exigidas para realizá-lo e das condições do trabalhador. Fonte: FERRARI, Juliana Spinelli. Estresse Ocupacional. Disponıv́el em: <http://brasilescola.uol.com.br/psicologia/>. Acesso em: 16 dez. 2016. (Adaptado). Em nossa disciplina, pudemos observar que existem fatores que podem favorecer o estresse no trabalho, porém, não é o excesso de dedicação ao trabalho que favorece o agravamento dos sintomas do estresse, mas sim o modelo de gestão, a qualidade de vida, é preciso lembrar que quem faz qualidade são as pessoas e pessoas sem qualidade de vida não podem garantir a qualidade dos produtos e serviços das empresas. Referência: KNAPIK, Janete. Gestão de pessoas e talentos. Curitiba. InterSaberes, 2012, p. 280. Tema: O estresse ocupacional e programas de treinamento (T&D) Compreende-se por estresse um conjunto de perturbações ou instabilidade psı́quica e orgânica provocadas por diversos estı́mulos que vão desde a condição climática até as emoções e condições de trabalho. Porém, o que realmente estressa no ambiente de trabalho não é a dedicação e o empenho, mas as condições de trabalho e a relação com ele. As pressões no trabalho podem ser motivadas por vários fatores. Fonte: KNAPIK, Janete. Gestão de pessoas e talentos. Curitiba: InterSaberes, 2012. Vimos que a pressão no trabalho advém dos seguintes fatores: autoritarismo do Chefe; do excesso de horas trabalhadas e de responsabilidades; das dificuldades de relacionamentos; da falta de perspectivas de desenvolvimento profissional; do ruı́do nas comunicações, pressão do tempo, etc. Referência: KNAPIK, Janete. Gestão de pessoas e talentos. Curitiba. InterSaberes, 2012, p. 281. O estresse ocupacional tem aumentado nos últimos anos, provocando oscilações no humor, 13 absenteísmo, baixa produtividade de qualidade no trabalho, ansiedade e depressão. Entretanto, o estresse é uma condição normal e saudável do organismo por ser uma resistência a uma pressão e uma defesa contra a pressão, que pode ser física ou emocional. Fonte: KNAPIK, Janete. Gestão de pessoas e talentos. Curitiba: InterSaberes, 2012. Aprendemos que o lado saudável do estresse consiste numa pequena dose de estresse que mobiliza a criatividade e impulsiona o homem na busca de seus objetivos ou de defender- se. Referência: KNAPIK, Janete. Gestão de pessoas e talentos. Curitiba. InterSaberes, 2012, p. 281. O estresse tem sido apontado como uma das doenças mais frequentes nos dias atuais. O estresse pode ser causado tanto por fatores organizacionais quanto pessoais, ou ambos. Há pessoas que expostas a situações estressantes podem desenvolver os sintomas. Fonte: KNAPIK, Janete. Gestão de pessoas e talentos. Curitiba: InterSaberes, 2012. Aprendemos que os sintomas comuns do estresse no organismo humano podem ser descritos como sendo: ansiedade, depressão, angústia, dores de cabeça, palpitações, aumento do uso de álcool e outras drogas, distúrbios gástricos e cardiovasculares. Fonte: KNAPIK, Janete. Gestão de pessoas e talentos. Curitiba. InterSaberes, 2012, p. 281-282. Não há possibilidade de nos desenvolvermos economicamente e, consequentemente, elevarmos o nosso nível social, sem aumentarmos as nossas habilidades, sejam elas intelectuais ou técnicas. Logo, aumentar a capacitação e as habilidades das pessoas é função primordial do treinamento. Hoje, o mercado de trabalho exige mais a cada dia do colaborador em sua organização, porém ao mesmo tempo tem que entender que é preciso treinar e desenvolver pessoas. Treinar nada mais é que: Educar, aprender novos conhecimentos, enriquecer a cultura e habilidades. O treinamento seja em qual nível você aplique ele, deve incentivar esse funcionário a se autodesenvolver. Fonte: ALVES, Pedro. Treinamento e Desenvolvimento. Disponível em: <http://www.rhportal.com.br/artigos-rh>. Acesso em: 16 dez. 2016. (Adaptado). Aprendemos que existe uma diferença entre treinamento e desenvolvimento, na medida em que o treinamento está relacionado ao foco no presente, nas necessidades atuais do cargo. Por outro lado, o desenvolvimento é o foco no futuro, no desenvolvimento da competências para assumir outros cargos, riscos e responsabilidades. Fonte: KNAPIK, Janete. Gestão de pessoas e talentos. Curitiba. InterSaberes, 2012, p. 301. Os programas de T&D (treinamento e desenvolvimento) com foco em competências estão diretamente alinhados com as estratégias da empresa e com as competências mapeadas da organização e das funções. Por meio de mapeamento, os gestores sabem do que a empresa precisa como diferencial competitivo para a organização, comparando os indicadores de desempenho dos empregados e objetivamente descrevem o que deve ser desenvolvido nas pessoas para que adquiram as competências necessárias para a função. Fonte: KNAPIK, Janete. Gestão de pessoas e talentos. Curitiba: InterSaberes, 2012. Em nossa disciplina, vimos que a implementação de um programa de desenvolvimento requer da gestão de pessoas a criação de um ambiente de aprendizagem na organização. As mudanças acontecem muito rapidamente, o que implica um processo contínuo de desenvolvimento de habilidades e conhecimentos. Para entender a essa demanda, é fundamental que os processos de desenvolvimento de pessoas sejam bem planejados e estruturados e tenham uma abordagem diagnóstica e sistemática. Fonte: KNAPIK, Janete. Gestão de pessoas e talentos. Curitiba: InterSaberes, 2012, p. 312. 14 Para preenchimento de vagas, a empresa pode se valer de recrutamento interno ou externo. No recrutamento interno, o procedimento é realizado com profissionais que já estão atuando na empresa e que almejam uma transferência para outros setores. Referência: KNAPIK, Janete. Gestão de pessoas e talentos. Curitiba. InterSaberes, 2012, p. 197. Aprendemos que existem vantagens e desvantagens do recrutamento interno. As vantagens são: Vantagens: Motiva o desenvolvimento e qualificação dos funcionários. Proporciona retenção dos funcionários (diminui o turnover). E maior a chance de acerto no processo seletivo. O custo é menor em relação ao recrutamento externo. As desvantagens são: Não abre espaço para novas ideias e experiências. Incentiva a rotina; conserva a mesma cultura na empresa; Funciona como um sistema fechado, ensimesmado. Referência: KNAPIK, Janete. Gestão de pessoas e talentos. Curitiba. InterSaberes, 2012, p. 197. Para preenchimento de vagas, a empresa pode se valer de recrutamento interno ou externo. No recrutamento externo, o procedimento é realizado por meio de fontes que visam a atrair pessoas qualificadas e aptas no mercado de trabalho.Aprendemos que o recrutamente externo apresenta vantagens e desvantagens. As vantagens são: proporciona ingresso de novas ideias, experiências e atitudes (“areja” o corpo de funcionários), além de que enriquece o capital intelectual, trazendo novas habilidades e conhecimentos; promove alteração da cultura organizacional. Já as desvantagens estão ligadas aos seguintes aspectos: Desmotiva funcionários que esperam transferências e promoções, pode aumentar o turnover da empresa, pois os funcionários vão atrás de oportunidades fora. Além disso, o processo de recrutamento é mais caro e as possibilidades de erro são maiores. Referência: KNAPIK, Janete. Gestão de pessoas e talentos. Curitiba. InterSaberes, 2012, p. 197. Tema: Missão, visão, papel dos gestores e a liderança Toda organização é criada para atender à necessidade do ambiente externo, com o qual interage por meio de um processo contínuo de adaptação, aprendizagem e mudanças. A missão organizacional envolve os objetivos principais da organização e estabelece claramente o que se espera e pode cobrar dos seus colaboradores. Fonte: KNAPIK, Janete. Gestão de pessoas e talentos. Curitiba: InterSaberes, 2012. Aprendemos que a missão significa a razão de ser da empresa, a finalidade da organização em relação à Sociedade. Referência: KNAPIK, Janete. Gestão de pessoas e talentos. Curitiba: InterSaberes, 2012, p. 28. A visão é a descrição do futuro desejado para a empresa. Ela reflete o alvo a ser procurado pelos esforços individuais, da equipe e pela alocação de recursos. A visão deve conter tanto a aspiração, como a inspiração. A aspiração de tornar-se "algo", e a inspiração porque esse "algo" deve merecer e valer a pena ser concretizado. Deve ser uma frase prática, realista e visível, pois não passará de uma mera alucinação, se ela sugerir ou propor resultados inatingíveis. Uma simples frase pode sintetizar essa ideia sendo, ao mesmo tempo, ambiciosa e inspiradora. Fonte: DAL’BO, Reginaldo André. Missão, Visão e Valores. Disponível em: <http://www.administradores.com.br/>. Acesso em: 16 dez. 2016. (Adaptado). Aprendemos que a visão está diretamente relacionada aos projetos estratégicos e objetivos organizacionais. Referência: KNAPIK, Janete. Gestão de pessoas e talentos. Curitiba: InterSaberes, 2012, p. 29. 15 Conhecer os referenciais e os desafios das organizações é fundamental para o sucesso no mundo dos negócios. Estamos passando por uma era de constantes mudanças e a flexibilidade para aceitá-las e nos adequarmos a elas torna-se uma ferramenta poderosa nas organizações. Mesmo sabendo que precisam mudar, às vezes pessoas ou organizações relutam em aceitar os novos paradigmas, porque têm medo do novo ou receio de abandonar o velho, uma vez que permanecer em uma zona conhecida é mais confortável e mais fácil, não exige muito esforço, o que pode, entretanto, trazer estagnação. Fonte: KNAPIK, Janete. Gestão de pessoas e talentos. Curitiba: InterSaberes, 2012. Em nossa disciplina, pudemos aprender que a definição de paradigma são referenciais, modelos utilizados para justificar ações e expressar crenças, medos, valores que orientam e explicam escolhas. Referências: KNAPIK, Janete. Gestão de pessoas e talentos. Curitiba: InterSaberes, 2012, p. 37-38. A empresa é formada de pessoas, por mais incrível que pareça o relacionamento interpessoal e social é penetrado pela diversidade dos seres humanos com sua característica diferente, sentimentos, desejos e receios. Dessa maneira, podem existe conflitos e os conflitos acontecem quando existem divergências ou insatisfações no grupo. É um processo em que ocorrem choques de interesse e uso do poder no confronto e que afeta de formas diferentes as relações entre os integrantes, podendo desfazer ou fortalecer um grupo. Fonte: KNAPIK, Janete. Gestão de pessoas e talentos. Curitiba: InterSaberes, 2012. Aprendemos que o papel dos gestores na administração de conflitos consiste em transformá-lo em aprendizagem organizacional e de mobilização para novos métodos de trabalho, bem como minimizar a probabilidade de eclosão de novos conflitos. Referências: KNAPIK, Janete. Gestão de pessoas e talentos. Curitiba: InterSaberes, 2012, p. 82. A liderança situacional ou contingencial consiste na habilidade e na competência em saber utilizar os três estilos de liderança (autocrática, democrática e liberal). Isso significa que na prática, os gerentes podem utilizar os três tipos. A questão é saber identificar qual estilo utilizar, com quem e dentro de quais circunstâncias, uma vez que a escolha do estilo de liderança depende de uma série de fatores. Fonte: KNAPIK, Janete. Gestão de pessoas e talentos. Curitiba: InterSaberes, 2012. Verificamos em nossos estudos que a escolha do estilo de liderança depende de alguns fatores: a maturidade da equipe ou do indivíduo; o conhecimento da equipe e do indivíduo; a experiência da equipe ou do indivíduo; as necessidades e insatisfações humanas; o clima psicológico ou do indivíduo; as pressões externas como tempo, prazo e controles. Referências: KNAPIK, Janete. Gestão de pessoas e talentos. Curitiba: InterSaberes, 2012, p. 86. O líder moderno possui distintos e relevantes papéis dentro do cenário organizacional e para prosperar na cadeia de comando não pode deixar de buscar nova tecnologia, disponibilizar permanente apoio através de orientação e assistência, treinamento para atualização de novas práticas, propostas de expansão, proteção, desenvolvimento e, sobretudo, parceria nos negócios com uma conotação holística nos processos de trabalho. A Liderança Situacional é uma habilidade e uma competência na liderança. Fonte: KNAPIK, Janete. Gestão de pessoas e talentos. Curitiba: InterSaberes, 2012. Vimos que na liderança situacional ou contingencial, os gerentes podem utilizar os três tipos de liderança, quais sejam: a autocrática, democrática e liberal. Ainda, na liderança contingencial, os tipos de liderança são escolhidos de acordo com a necessidade de cada situação. Referência: KNAPIK, Janete. Gestão de pessoas e talentos. Curitiba: InterSaberes, 2012, p. 86. 16 Não há possibilidade de nos desenvolvermos economicamente e, consequentemente, elevarmos o nosso nível social, sem aumentarmos as nossas habilidades, sejam elas intelectuais ou técnicas. Logo, aumentar a capacitação e as habilidades das pessoas é função primordial do treinamento. Hoje o mercado de trabalho exige mais a cada dia do colaborador em sua organização, porém ao mesmo tempo tem que entender que é preciso treinar e desenvolver pessoas. Treinar nada mais é que: Educar, aprender novos conhecimentos, enriquecer a cultura e habilidades. O treinamento seja em qual nível você aplique ele, deve incentivar esse funcionário a se autodesenvolver. Fonte: ALVES, Pedro. Treinamento e Desenvolvimento. Disponível em: <http://www.rhportal.com.br/artigos-rh>. Acesso em: 16 dez. 2016. (Adaptado). Aprendemos que existe uma diferença entre treinamento e desenvolvimento, na medida em que o treinamento está relacionado ao foco no presente, nas necessidades atuais do cargo. Por outro lado, o desenvolvimento é o foco no futuro, no desenvolvimento da competências para assumir outros cargos, riscos e responsabilidades. Fonte: KNAPIK, Janete. Gestão de pessoas e talentos. Curitiba. InterSaberes, 2012, p. 301.