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PRINCÍPIOS DO TREINAMENTO Derick Renan derickue PRINCÍPIOS DO TREINAMENTO Conceitos base durante o processo de planejamento e estruturação do treinamento. E S P E C I F I C I D A D EC O N T I N U I D A D E PRINCÍPIOS DO TREINAMENTO S O B R E C A R G AI N D I V . B I O L Ó G I C A INDIVIDUALIDADE BIOLÓGICA Tubino (1984) D E F I N E - S E I N D I V I D U A L I D A D E B I O L Ó G I C A O F E N Ô M E N O Q U E E X P L I C A A V A R I A B I L I D A D E E N T R E E L E M E N T O S D A M E S M A E S P É C I E , O Q U E F A Z C O M Q U E N Ã O E X I S T A M P E S S O A S I G U A I S . INDIVIDUALIDADE BIOLÓGICA G E N Ó T I P O F E N Ó T I P OI N D I V Monteiro; Lopes(2015) GENÓTIPO ESTATURA MORFOLOGIATIPOS DE FIBRAS Monteiro; Lopes(2015) FENÓTIPO SOCIAL DESCANSO NUTRIÇÃO EXP. ANTERIORES PSICOLÓGICO NUTRIÇÃO PSICOLÓGICO Monteiro; Lopes(2015) SOBRECARGA Com a prática de exercícios, os sistemas biológicos podem se adaptar a cargas maiores do que aquelas da demanda diária comum. Dessa forma, a carga de treinamento deve ser elevada gradualmente de modo que permita a adaptação com menor chance de ocorrência de lesões. Raso; Greve; Polito (2012) SOBRECARGA "QUANTO MAIS TREINADO, MENOS TREINÁVEL" Após a realização de uma carga de treinamento, o organismo passa por um processo de recuperação, com o qual busca restabelecer o equilíbrio. Uma relação ideal entre a carga aplicada e o tempo de recuperação é fundamental para garantir o pronto restabelecimento desse equilíbrio e proporcionar adaptações biológicas importantes para o desempenho, processo conhecido como supercompensação. Efeitos da carga SOBRECARGA E X C E S S I V AÓ T I M AM A N U T E N Ç Ã OI N S I G N I F I C A N T E Dantas (1995) HOMEOSTASE DEPLETADO RETORNO SUPERCOMPENSAÇÃO HOMEOSTASE CONTINUIDADE/REVERSIBILIDADE O exercício regular é necessário para que a adaptação ocorrida em um programa de treinamento seja mantida. Sem a manutenção das repetidas sessões de exercício, as adaptações decorrentes são perdidas progressivamente, de forma que a capacidade física retorna aos níveis pré-treinamento. Raso; Greve; Polito (2012) CONTINUIDADE/REVERSIBILIDADE "O QUE NÃO SE USA, PERDE-SE" It 1 It 2 It 3 It 4 It 5 100 75 50 25 0 As vias energéticas, os sistemas enzimáticos, os tipos de fibras musculares e as respostas neuromusculares se adaptam especificamen- te ao modelo de treinamento ao qual eles estão submetidos. Ou seja, se um indivíduo é submetido especificamente a um treinamento de força ele terá um pequeno efeito na resistência cardiorrespiratória. Inversamente, o treinamento específico para a resistência cardiorrespiratória exerce pouco efeito na força. ESPECIFICIDADE Raso; Greve; Polito (2012) ESPECIFICIDADE O B J E T I V O S E S T R A T É G I A S C O N T E Ú D O S M É T O D O S ESPECIFICIDADE V I A S E N E R G É T I C A S B I O M E C Â N I C A E S T I L O D E J O G O G R U P O S M U S C U L A R E S T E M P O P O S I Ç Ã O E X E R C I D A REFERÊNCIAS RASO, Vagner; GREVE, Julia Maria D; POLITO, Marcos Doederlein. Pollock: Fisiologia clínica do exercício. 1. ed. [S. l.]: Manole, 2012. 648 p. ISBN 978- 8520433447. DANTAS, Estélio H. M. A prática da preparação física. 3.ed. Rio de Janeiro: Shape, 1995. MONTEIRO, Artur; LOPES, Charles. Periodização Esportiva: Estruturação do treinamento. 2. ed. São Paulo: AG, 2015. 260 p. ISBN 9 788590 704416. Treinamento esportivo. – Brasília: Fundação Vale, UNESCO, 2013. 58 p. – (Cadernos de referência de esporte; 4). ISBN: 978-85-7652-158-7 OBRIGADO! Derick Renan derickue