A maior rede de estudos do Brasil

Grátis
9 pág.
PINESC - EIXO 1

Pré-visualização | Página 2 de 3

social de crianças com deficiências do desenvolvimento. 
- Pais = depressão e saúde precária, baixa escolaridade, altos níveis de estresse. 
- Família = oportunidades insatisfatórias de aprendizagem no lar, ambiente doméstico superlotado ou caótico, uso 
indevido de álcool e substâncias pelo cuidados, limitações econômicas, pobreza, exposição á violência. 
- Condição da criança = cuidados insensíveis ou não responsivos, maus-tratos, orfanidade e situação de refugiado. 
Intervenções efetivas para a promoção de desenvolvimento na primeira infância: 
Oferecer programas de educação voltados para os pais; desenvolver ações voltadas á alimentação e nutrição de 
crianças na primeira infância; oferecer acesso á creche, pré-escola e atividade de leitura/contação de histórias; 
realizar visitas domiciliares visando ao desenvolvimento infantil; estruturas ações voltadas á promoção do 
desenvolvimento infantil na atenção básica. 
 
06. Descrever as atividades preventivas e educativas no cuidado à criança nas diferentes fases 
de crescimento e desenvolvimento, realizando as ações; 
 
07. Acompanhar a equipe da ESF na consulta de crescimento e desenvolvimento da criança, 
interpretando os registros; 
 
08. Aplicar, com supervisão, às vacinas do calendário nacional; 
 
Ao nascer 
– BCG (dose única) 
– Hepatite B 
2 meses 
– Pentavalente 1ª dose (Tetravalente + Hepatite B 2ª dose) 
– Poliomielite 1ª dose (VIP) 
– Pneumocócica conjugada 1ª dose 
– Rotavírus 1ª dose 
3 meses – Meningocócica C conjugada** 1ª dose 
4 meses 
– Pentavalente 2ª dose (Tetravalente + Hepatite B 2ª dose) 
– Poliomielite 2ª dose (VIP) 
– Pneumocócica conjugada 2ª dose 
– Rotavírus 2ª dose 
5 meses – Meningocócica C conjugada 2ª dose 
Arlinda Marques Moitinho Dourado – Medicina 2021 7 
 
6 meses 
– Pentavalente 3ª dose (Tetravalente + Hepatite B 3ª dose) 
– Poliomielite 3ª dose (VIP) 
– Influenza (1 ou 2 doses anuais; de 6 meses a menores de 
6 anos) 
9 meses – Febre Amarela**** 1ª dose 
12 meses 
– Pneumocócica conjugada reforço 
– Meningocócica C conjugada reforço 
– Tríplice Viral 1ª dose 
15 meses 
– DTP 1º reforço (incluída na pentavalente) 
– Poliomielite 1º reforço (VOP) 
– Hepatite A (1 dose de 15 meses até 5 anos) 
– Tetra viral (Tríplice Viral 2ª dose + Varicela) 
– Influenza (1 ou 2 doses anuais; de 6 meses a menores de 
6 anos) 
4 anos 
– DTP 2º reforço (incluída na pentavalente) 
– Poliomielite 2º reforço (VOP) 
– Varicela atenuada (1 dose) 
– Febre amarela reforço 
5 anos – Pneumocócica 23: 1 dose para população indígena 
9-14 anos 
– HPV 2 doses* 
– Meningocócica C (reforço ou dose única)** 
Adolescentes, Adultos e Idosos 
– Hepatite B (3 doses a depender da situação vacinal) 
– Febre Amarela (1 dose a depender da situação vacinal) 
– Tríplice Viral (2 doses até os 29 anos ou 1 dose em > 30 
anos. Idade máxima: 49 anos) 
– DT (Reforço a cada 10 anos) 
– dTpa (para gestantes a partir da 20ª semana, que 
perderam a oportunidade de serem vacinadas)*** 
– Pneumocócica 23: 1 dose a depender da situação vacinal 
anterior (indicada para população indígena e grupos-alvo 
específicos)***** 
 
 
09. Identificar a rede de referência (média e alta complexidade) de atenção à saúde da criança; 
 
10. Utilizar os pressupostos da alimentação saudável, de acordo com a faixa etária da criança; 
 
11. Descrever as atribuições comuns e específicas de cada membro da equipe de saúde em 
relação ao acompanhamento do crescimento e desenvolvimento infantil, 
 
12. Identificar os critérios e objetivos da visita domiciliar no atendimento ao recém-nato; 
Com a aproximação da equipe de saúde do contexto de vida das famílias, a visita domiciliar torna-se um instrumento 
importante para a troca de informações vinculadas às necessidades particulares de cada indivíduo, favorecendo, 
desta forma, atividades educativas e mais humanizadas. Visitas domiciliares são recomendadas às famílias de 
gestantes e de crianças na primeira semana pós-parto e, posteriormente a esse período, a periodicidade deve ser 
pactuada com a família a partir das necessidades evidenciadas e considerando-se os fatores de risco e de proteção. 
Cabe lembrar que a visita domiciliar não é apenas uma atribuição do agente comunitário, pois toda a equipe faz uso 
dessa prática, podendo a primeira consulta do RN e da puérpera ocorrer em domicílio, conduzida pelo(a) médico(a) 
e/ou enfermeiro(a). 
Os principais objetivos da primeira visita domiciliar ao recém-nascido e à sua família são os seguintes: 
• Observar as relações familiares; 
• Facilitar o acesso ao serviço de saúde; 
• Possibilitar ou fortalecer o vínculo das famílias com as equipes de saúde; 
https://pebmed.com.br/veja-novas-recomendacoes-para-vacinacao-contra-influenza-em-criancas/
https://pebmed.com.br/veja-novas-recomendacoes-para-vacinacao-contra-influenza-em-criancas/
https://pebmed.com.br/sarampo-saiba-mais-sobre-prevencao-diagnostico-e-tratamento-dessa-doenca/
Arlinda Marques Moitinho Dourado – Medicina 2021 8 
 
• Escutar e oferecer suporte emocional nessa etapa de crise vital da família (nascimento de um filho); 
• Estimular o desenvolvimento da parentalidade; 
• Orientar a família sobre os cuidados com o bebê; 
• Identificar sinais de depressão puerperal; 
• Promover o aleitamento materno exclusivo até o 6º mês de vida; 
• Prevenir lesões não intencionais; e 
• Identificar sinais de perigo à saúde da criança. 
 
13. Realizar busca ativa dos recém-natos, para cadastrar, iniciar esquema vacinal, verificar a 
higiene e processo de mumificação do coto umbilical, realizar a pega no aleitamento 
materno e crescimento e desenvolvimento; 
Ao nascer, o bebê precisa tomar duas vacinas, extremamente importantes para a saúde e desenvolvimento. Falamos 
aqui da vacina BCG e da vacina da Hepatite B. 
Vacina BCG 
A BCG é uma vacina com dose única, que protege o recém-nascido do Bacilo Calmette-Guerin que causa a 
tuberculose, uma doença altamente infecciosa e transmissível. Essa vacina normalmente é aplicada na via 
intradérmica, ainda na maternidade, deixando aquela conhecida cicatriz no braço direito, que pode formar-se até os 
6 meses. Contra indicada para bebês prematuros ou com menos de 2kg, a BCG pode apresentar alguns efeitos 
colaterais como, por exemplo, úlcera no local da aplicação com diâmetro maior que 1cm, abscesso subcutâneo frio e 
linfadenite regional supurada. 
Vacina da Hepatite B 
 Esta possui diversas doses e a primeira deve ser aplicada no músculo da coxa do bebê, nas primeiras 12 horas após 
o nascimento da criança. Ela evita a infecção causada por um vírus que afeta o fígado, muito conhecida por causar o 
amarelamento da pele. “A administração precoce, ou seja, nas primeiras 12 horas de vida, evita a transmissão 
vertical da infecção”. Os eventos adversos são muito raros com a vacina da Hepatite B, contudo, ainda pode causar 
algumas reações locais e febre baixa. A sua segunda dose da vacina da Hepatite B deve ser tomada com um intervalo 
de 1 mês da primeira dose e a terceira, aos seis meses. 
 
COTO UMBILICAL: 
Inicialmente gelatinoso, ele seca progressivamente, mumificando-se perto do 3º ou 4º dia de vida, e costuma 
desprender-se do corpo em torno do 6º ao 15º dia. Habitualmente o cordão umbilical apresenta duas artérias e uma 
veia. A presença de artéria umbilical única pode estar associada a anomalias renais ou a problemas genéticos, 
principalmente trissomia do 18. É importante pesquisar a presença de secreções na base do coto umbilical ou de 
eritema da pele ao redor da implantação umbilical. 
Todos os dias, depois do banho e após trocar a fralda, o cuidador deve limpar o coto umbilical do bebê. Para isso, se 
usa álcool 70% e um algodão, fralda de pano ou cotonete. 
01. Lave bem as suas mãos, higienizando das unhas aos punhos. Dê preferência a sabão neutro; 
02. Molhe o algodão ou a toalha com o álcool 70%; 
03. Passe por toda a região em volta do umbigo; 
04. Você pode levantar o coto para limpar por todas as partes; 
05. Seque o umbigo muito bem; 
06.