Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Prévia do material em texto

ALUNO: MARIANA AFONSO COSTA 
AULAS 09 E 10 
Fisiologia Nasal 
FISIOLOGIA RESPIRATÓRIA 
 
NARIZ 
1. Respiração; 
2. Olfação; 
3. Proteção; 
4. Filtração; 
5. Condicionamento. 
RESPIRAÇÃO 
 O ser humano é respirador nasal desde o 
nascimento. 
- Nariz externo: 
1. Forma piramidal; 
2. Harmonia facial; 
3. Lesões; 
4. Limites: nasion, base, 
ponta, dorso, asa, 
columela e raiz. 
 
- Vestíbulo nasal: 
1. Pele; 
2. Vibrissas (pelos); 
3. Válvula nasal; 
4. Ação Muscular (dilatação das narinas). 
- Septo nasal: 
1. Cartilagem 
quadrangular; 
2. Lâmina 
perpendicular do 
etmoide; 
3. Vômer. 
- Parede nasal lateral: 
 (concha ou turbina): inferior, médio 
e superior (três partes) 
 
 (orifícios): 
1. Superior: abertura dos óstios dos seios 
etmoidais posteriores e esfenoidais; 
2. Médio: abertura dos óstios dos seios 
maxilares, frontais e etmoidais anteriores; 
3. Inferior: ducto nasolacrimal. 
 
RELAÇÃO COM TUBA AUDITIVA 
- Óstio faríngeo da tuba 
auditiva; 
- Relação da função nasala 
e OTITES. 
 
 
CLEARENCE MUCOCILIAR 
- Cílios; 
- Direção; 
- Hidratação; 
- Viroses; 
- Frio. 
 
CONDICIONAMENTO NASAL 
- Aquecimento + umidificação; 
- Conchas nasais: Vasodilatação (+ contato com o 
ar = aquecimento)/vasoconstrição; 
- Ciclo nasal: alternância. 
* HIPERSENSIBILIDADE: (pessoa alérgica) 
 frio/ar seco; 
 vasodilatação excessiva --> obstrução nasal 
* RINITE: inflamação na mucosa do nariz 
* SINUSITE: (rinosinusite) 
 inflamação dos seios da face; 
 evolução de uma rinite. 
* CRIANÇA RESPIRADORA PELA BOCA: 
 baixo peso; 
 mama pouco; 
 cansaço; 
 roxo ao mamar; 
 soluço etc. 
* ASMA POR EXERCÍCIO: 
 asmáticos; 
 perda de condicionamento nasal; 
 broncoconstrição. 
* ESPIRRO: 
 ato reflexo; 
 resposta de irritação; 
 mediado pelo nervo craniana (trigêmeo); 
 semelhante a tosse; 
 inspiração inicial; 
 fluxo explosivo. 
 
OLFAÇÃO 
→ Fenômeno subjetivo; 
→ Percepção pela membrana olfatória; 
→ Concha superior/septo nasal; 
→ CÉLULAS RECEPTORAS: 
→ SUSTENTAÇÃO: suporte estrutural aos neurônios; 
fagocitar agentes prejudiciais; manter balanço 
hidroeletrolítico; muitos receptores ACE2 
→ Microvilares e basais. 
A capitação do olfato ocorre pela entrada de 
partículas odoríferas pela fossa nasal no sentido 
ascendente em direção a membrana olfatória 
localizada superiormente ao meato superior onde, 
por meio dos fascículos olfatórios, chegam ao bulbo 
olfativo responsável por gerar o impulso que sai em 
direção ao cérebro, pelo nervo olfativo, para 
identificar o cheiro. 
TERMOS 
* OSMIA: olfato; 
* ANOSMIA: perda completa do olfato; 
* HIPOSMIA: diminuição do olfato; 
* HIPEROSMIA: aumento do olfato; 
 Gravidez – hormônios 
* PAROSMIA: sensação de cheiro ruim; 
 Necrose, processo infeccioso, sinusite etc. 
 Objetiva: o examinador consegue sentir 
(crianças = corpo estranho no nariz). 
 Subjetiva: só o paciente percebe. 
* FANTOSMIA: percepção de cheiro ‘fantasma’ (cheiro 
que não existe). 
ANOSMIA NA COVID 
o Súbita e intensa; 
o Altamente prevalente; 
o Poucos sintomas nasais; 
o Recuperação rápida – diferente de outras 
anosmias pós virais que demoram meses; 
o Se liga a receptor ACE2 – mucosa nasal e 
pulmonar. 
A COVID19, como outros vírus, altera a mucosa 
olfatória provocando um inflamação, geralmente, 
periférica que altera as células de sustentação e por 
possuir afinidade com o receptor ACE2, impede a 
chegada do impulso olfativo provocando a anosmia. 
FISIOPATOLOGIA 
- Lesão direta ao nervo; 
- Lesão neurológica no SNC; 
- Lesão nas células de 
sustentação do nervo 
olfatório; 
- Micro hemorragias; 
- EPITÉLIO OLFATÓRIO: dano 
aos receptores, pode ser direto ou indireto 
(células de sustentação/inflamação); 
- SNC: desconexão dos nervos eferentes entre 
receptores e cérebro ou dano cerebral direto; 
- Inflamação local afetando neurônios; 
- Danos nas células afetando indiretamente; 
- Danos nas células levando a morte de neurônios; 
- Dano vascular. 
FARINGE 
FUNÇÕES 
 Respiração, deglutição, proteção, fonação, 
esfincteriana. 
 
NASOFARINGE 
- Relação com a tuba auditiva (equalização); 
- Relação com tonsila faríngea: 
- Função protetora 
- Pode sofrer hiperplasia 
- Otites 
- Respiração oral 
- Apneia 
 
OROFARÍNGE 
- Relação com tonsila palatina: 
- Função protetora 
- Pode sofrer hiperplasia 
- Amigdalites 
- Disfagia 
- Apneia 
 
Graduação das tonsilas palatinas: % de ocupação do espaço orofaríngeo 
LARINGE 
 
- Cartilagem e músculos; respiração; fonação; 
deglutição (esfíncter). 
CORDAS VOCAIS 
 Respiração: ABDUÇÃO; 
 Fonação: ADUÇÃO; 
 Deglutição (esfíncter). 
FONAÇÃO – PARALISIA FARÍNGEA 
 
UNILATERAL – ABDUÇÃO 
- SINTOMAS: 
 Disfonia 
 Pode causar dispneia e disfagia. 
BILATERAL – ABDUÇÃO 
- SINTOMAS: 
 Disfonia; 
 Disfagia. 
 
UNILATERAL – ADUÇÃO 
- SINTOMAS: 
 Disfonia; 
 Pode causar dispneia. 
 
BILATERAL – ADUÇÃO 
- SINTOMAS: 
 Disfonia; 
 Dispneia. 
 
DEGLUTIÇÃO 
→ Propulsão do alimento da boca para o estômago; 
→ Mecanismo protetor para os tratos respiratórios e 
digestivo; 
→ evitar aspiração de partículas que podem 
porventura entrar em laringe ou vias aéreas 
baixas; 
→ retornar para a faringe por mecanismos 
protetores. 
FASES DA DEGLUTIÇÃO: 
 ORAL: a língua separa parte do bolo alimentar e 
comprime-o contra o palato duro, para cima e 
para trás da boca, forçado o bolo contra a faringe, 
onde estímulos tácteis iniciam o reflexo da 
deglutição. 
 FARÍNGEA: fechamento das cordas vocais, 
epiglote, levantamento da faringe e abertura do 
esfíncter esofágico superior. Logo as após a 
passagem do bolo, abrem-se as cordas vocais, a 
epiglote relaxa e o esfíncter se fecha. 
 ESOFÁGICA: início de uma onda peristáltica logo 
abaixo do esfíncter superior que se desloca até o 
esfíncter inferior, relaxando-o e permitindo a 
entrada do bolo alimentar no estomago. 
(Preparo do alimento em cavidade oral; propulsão pela língua; 
posteriorização de palato mole; propulsão pela faringe; 
horizontalização de epiglote; adução de prega vocal; elevação e 
anteriorização da laringe) 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
ATIVIDADES DE FISIOLOGIA NASAL 
ATIVIDADE 1 – QUESTÃO 5 A2 
A paciente, C.S.S, 37 anos, sexo feminino, do 
lar e com ensino fundamental incompleto procurou 
atendimento em sua unidade básica de saúde (UBS) do 
bairro Retiro em Juiz de Fora/MG. Na anamnese , a 
paciente relatou sintomas referentes à presença de 
tosse e engasgos à alimentação e dificuldade em 
produzir sons da fala. Negou vertigens, tabagismo, 
etilismo e outros vícios. O estudante de medicina que 
estava realizando estágio na UBS interessou-se pelo 
caso da paciente e ao investigar possíveis causas para 
a sintomatologia da paciente levantou a possibilidade 
desses sintomas apresentados estarem relacionados a 
uma possível disfunção das pregas vocais, haja vista 
que são essas estruturas que relacionam a função 
respiratória com a função fonatória e a deglutição. 
Para resolução da questão abaixo utilize a 
imagem obtida através de uma videolaringoscopia. 
 
a) Indicar a imagem que representa, 
respectivamente, a posição da prega vocal durante 
a deglutição e a posição da prega vocal durante a 
respiração, além de destacar em sua resposta a 
importância da alternância dos movimentos da 
prega vocal durante a respiração e a deglutição. 
Deglutição B e respiração A. A abdução das pregas 
vocais durante a respiração permite a passagem do ar 
para a traqueia e a adução durante a deglutição 
impede a passagem de saliva e/ou alimento para a 
traqueia. 
b) Exemplificar um tipo de paralisia laríngea 
compatível com as queixas do caso. 
Paralisia bilateral em abdução.

Mais conteúdos dessa disciplina