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Baixo ganho de peso 
 
 
Entre os percentuais 3 e 97 
DP - 2,5 à +2,5 
Canais de vigilância 
Baixa estatura entre p10 e p3/ DP -2,5 à 
-3,5 
Alta estatura entre p90 e p97 / DP +2,5 à + 
3,5 
Anormal 
Baixa estatura - menor de p3 / DP menor 
que -3,5 
Alta estatura - maior que p97 /DP maior 
que + 3,5 
Doença do refluxo X refluxo fisiológico 
O fisiológico é assintomático, sem 
doenças associadas e com duração 
máxima de 3 minutos; já a DRGE possui 
manifestações clínicas e complicações. 
 
É um distúrbio funcional devido a uma 
imaturidade, que ocorre em 60% dos 
lactentes. A piorasse ocorre de 2-4 meses 
e não interfere no ganho de peso. 
Critérios - Roma IV 
- Idade: 3 semanas à 12 meses 
- Dois ou mais episódios de regurgitação 
por pelo menos 3 semanas 
- Ausência de: hematêmese, náuseas, 
aspiração, apneia, postura anormal, 
perda de peso, dificuldade no ganho de 
peso, dificuldade para alimentação. 
Não há necessidade de exames para 
investigação e os sinais de alerta são: 
regurgitações desde o período neonatal, 
vômitos, conteúdo bilioso, persistência 
após o primeiro ano de vida; pode ser 
associada com cólicas e leve desconforto. 
Orientações: 
- evitar exposição ao fumo, já que piora 
os episódios. 
- Posição vertical 20 à 30 minutos após 
mamada: facilita a eructação 
- Sono: posição supina e elevação 30 à 
40 graus. Lateral e prova - maior risco 
de morte súbita. 
- Amamentação: rever técnica, livre 
demanda, orientação postural durante e 
pós mamada, evitar sucção prolongada 
não nutritiva. 
- Misto ou artificial: uso de espessantes, 
e fracionamento da dieta 
- Fórmulas A-R: espessadas com amidos 
diversos. 
Caracterizado por vômitos, perda de peso 
ou baixo ganho, choro, irritabilidade, 
Monitoração do ganho de peso 
Estatura
Doença do refluxo gastroesofágico 
Refluxo fisiológico 
DRGE
dificuldade para mamar, opistótono, 
anemia. 
Diagnóstico diferencial: alergia à proteína 
do leite da vaca. 
 
Exames 
- EED- Rx de exame contrastado de 
esôfago, estômago e duodeno: 
alterações anatômicas e esvaziamento 
gástrico 
- pHmetria - avalia número e duração de 
refluxos ácidos 
- Cintilografia de esvaziamento gástrico e 
aspiração pulmonar 
- Endoscopia: avalia presença de 
esofagite. 
Tratamento 
- Medidas posturais 
- Retirada do leite de vaca e derivados da 
dieta do lacten e/ou da mãe por 2 a 4 
semanas - diferencial com ALPV 
- Fórmula com espessante 
- Medicamentosos: antiácidos, 
procinéticos 
Em crianças mais velhas e adolescentes: 
- Perda de peso 
- Evitar refeições noturnas 
- Elevar decúbitos ao dormir 
- Evitar chocolates, refrigerantes, 
apimentados, frituras, alimentos 
gordurosos e ácidos, cafeína 
- Medicamentos 
 
É a resposta imune anômala 
desencadeada após contato com o 
alimento. 
Pele: dermatite atópica, prurido, edema, 
rush cutâneo morbiliforme 
TGI: cólica, diarreia ou constipação, 
hematoquezia, vômitos, baixo ganho de 
peso, má absorção, gastrite e esofagite 
eosinofílicas. 
Respiratórios: sibilância, coriza, osbtrução 
nasal 
Gerais: urticárias, anafilaxia, irritabilidade, 
choro, recusa alimentar 
Imediatas (IgE): 
Urticária, angioedema, prurido, rinorreia, 
congestão nasal, dispneia, sibilância, 
diarreia, vômitos, edema lingual, sangue 
nas fezes, dor abdominal, cólicas, 
anafilaxia. 
 
Manifestações tardias (não IgE): 
Doença do refluxo, gastrite e esofagite 
eosinofílica, enterocolite, enteropatia 
perdedora de. proteína, colite, constipação 
náuseas, diarreia, vômitos, dor. abdominal, 
perda de peso e síndrome de má 
absorção. 
 
- História clínica 
- IgE específica 
- Testes cutâneos 
- Exclusão da dieta- teste terapêutico, 
mínimo de 2 semanas 
- Teste de enfrentamento 
- Tratamento: dieta de exclusão 
- Evolução: 80% não terão mais alergia 
aos 5 anos 
Alergia à proteína do leite da vaca - APLV
Diagnóstico 
Prevenção: 
Introdução alimentar: alimentos 
potencialmente alergênicos por volta de 6 
meses. Transição alimentar entre. 4-6 
meses. 
Maior risco: pais ou irmãos com doenças 
alérgicas - asma, rinite, dermatite, alergia 
alimentar 
Uso de fórmula com proteína hidrolisada 
se não estiver em aleitamento materno 
exclusivo. 
 
Multiplicação de bactéria única em 
qualquer segmentado trato urinário 
urocultura por método confiável. 
É mais frequente em meninas, exceto dos. 
0 aos 6 meses - meninos; pode evoluir 
para uma sepse sequelas renais. É 
comum na via ascendente e no RN e 
lactente pode ser hematogênica. 
Sintomas: 
- Febre > 39 
- Urina com odor forte 
- Sintomas de. Toxemia em lactentes 
- Episódios prévios 
- Associadas à malformações, 
especialmente em meninos: 
mielomeningocele, deformidades de 
membros, apêndices auriculares. 
- Doenças neuromusculares: bexiga 
neurogênica 
 
Específico: urina I (EAS) e urocultura 
colhida e forma adequada 
Geral: provas inflamatórias, hemograma, 
outros voltados para pesquisa de 
diagnósticos diferenciais 
Em lactentes, especialmente meninos: 
investigar malformações do trato urinário - 
ultrassom do trato urinário, 
uretrocistografia 
Se recorrentes: cintilografia renal para 
pesquisar sequelas + avaliação da função 
renal 
Tratamento: cobertura dos agentes mais 
frequentes, ajustar conforme 
antiobiograma. 
Infecções do trato urinário 
Diagnóstico

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