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É papel do médico lidar com recursos escassos e saber priorizar pacientes de acordo com riscos; seja no cenário de emergência, seja ambulatorialmente. Quando falamos de nódulo pulmonar solitário, devemos investigar na história e no exame de imagem fatores que levariam a pensar em quadros neoplásicos. Sendo assim, assinale a alternativa que contempla o fator que, isoladamente, mais está associado a risco de malignidade.

A. Idade maior ou igual a 70 anos
B. Presença de hemoptise
C. Lesão de 2 cm
D. Tabagismo
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há 2 anos

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há 2 anos

Para determinar qual fator está mais associado ao risco de malignidade em um nódulo pulmonar solitário, vamos analisar cada uma das alternativas: A. Idade maior ou igual a 70 anos - A idade avançada é um fator de risco importante para malignidade, mas não é o único. B. Presença de hemoptise - A hemoptise pode ser um sinal de malignidade, mas não é um fator isolado tão forte quanto outros. C. Lesão de 2 cm - O tamanho do nódulo é um fator relevante, pois nódulos maiores têm maior probabilidade de serem malignos. D. Tabagismo - O tabagismo é um dos fatores de risco mais significativos para o desenvolvimento de câncer de pulmão e está fortemente associado à malignidade de nódulos pulmonares. Analisando as opções, o tabagismo (D) é o fator que, isoladamente, mais está associado ao risco de malignidade em nódulos pulmonares. Portanto, a alternativa correta é: D. Tabagismo.

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Mulher, 61 anos, é hipertensa, diabética e portadora de insuficiência cardíaca de etiologia isquêmica, em uso de enalapril 40 mg/dia, espironolactona 25 mg/dia, carvedilol 25 mg/dia, furosemida 80 mg/dia, atorvastatina 40 mg/dia, ácido acetilsalicílico 100 mg/dia, metformina 1,5 g/dia e insulina NPH 12 UI à noite. Estava assintomática até há 1 mês, quando passou a apresentar cansaço inicialmente aos moderados esforços, progredindo para aos mínimos esforços, além de cansaço ao se deitar. Acorda algumas vezes à noite com falta de ar, necessitando se levantar para melhorar do quadro. Manteve o uso regular das medicações com bom controle da pressão e da glicemia capilar. Nega episódios recentes de infecções. Vem à consulta ambulatorial para avaliação do quadro. Ao exame, apresenta-se em bom estado geral, eupneica em ar ambiente, afebril. Sinais vitais: FC 60 bpm, PA 120 x 80 mmHg, SatO2 98% AA, FR 19 irpm, Temperatura axilar 36,8ºC. Ausculta cardíaca com ritmo regular, presença de B3 audível, sem sopros. Ausculta pulmonar com crepitações finas em ambas as bases. Edema simétrico de membros inferiores 2+/4+, cacifo positivo. Exames laboratoriais mostram Cr 0,8 mg/dL, K 4,7 mEq/L, LDL 65 mg/dL e hemoglobina glicada de 6,8%. Eletrocardiograma evidencia ritmo regular e sinusal, intervalo QRS estreito, área inativa em região em parede anterior e sinais de sobrecarga do ventrículo esquerdo. Ecocardiograma transtorácico apresenta fração de ejeção do ventrículo esquerdo de 32%. Em relação ao manejo terapêutico da paciente, a conduta mais apropriada neste momento é:

A. Aumentar a dose de furosemida, suspender espironolactona e iniciar digoxina.
B. Associar hidroclorotiazida, suspender o enalapril e iniciar dinitrato de isossorbida e hidralazina.
C. Aumentar a dose de furosemida, suspender enalapril e iniciar sacubitril/valsartana após 36 horas.
D. Manter terapia medicamentosa atual e indicar terapia de ressincronização cardíaca.

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