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Com a decisão da ADPF 779, foi proibida a alegação, por qualquer das partes do processo, da tese da “legítima defesa da honra” no Tribunal do Júri, em casos de feminicídio. Contudo, tal alegação foi invocada pela defesa técnica em determinado júri e o acusado foi absolvido. Interposto recurso de apelação, o Tribunal de Justiça não anulou a decisão, que transitou em julgado. Inconformado, o Ministério Público impetrou reclamação perante o Supremo Tribunal Federal, alegando violação da autoridade de sua decisão. Neste caso, o STF deverá: Grupo de escolhas da pergunta não-conhecer da reclamação, em razão do trânsito em julgado, nada mais havendo o que ser feito; conhecer da reclamação enquanto ação de revisão criminal, encaminhando-a ao Tribunal de Justiça para julgamento. Nenhuma das anteriores está correta. não-conhecer da reclamação, em razão do trânsito em julgado, restando ao Ministério Público apenas o instituto da revisão criminal; conhecer da reclamação e julgá-la procedente, por ausência de proibição legal;
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Eduardo Santos Nascimento

ano passado

Respostas

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ano passado

No caso apresentado, o Supremo Tribunal Federal (STF) deverá não conhecer da reclamação, em razão do trânsito em julgado, restando ao Ministério Público apenas o instituto da revisão criminal. Isso porque, uma vez que a decisão já transitou em julgado, não é possível reverter a situação por meio de reclamação, sendo necessário utilizar a revisão criminal para questionar a decisão.

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