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(IESVAP) Um homem, de 55 anos, com histórico de hipertensão arterial sistêmica, dislipidemia e tabagismo há 35 anos, procura a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) com dor precordial intensa em aperto há 50 minutos, irradiando para o braço esquerdo, associada a sudorese fria e náusea. O eletrocardiograma (ECG) realizado na admissão revela supradesnivelamento do segmento ST em DII, DIII e aVF, com infradesnivelamento recíproco em DI e aVL. Com base nesse quadro clínico e no achado eletrocardiográfico, qual é o diagnóstico mais provável e quais são os fatores de risco que são modificáveis?
Pericardite aguda; fatores de risco possíveis de serem modificáveis no paciente: tabagismo e dislipidemia.
Infarto agudo do miocárdio com supradesnivelamento do segmento ST (IAMCSST) de parede inferior; fatores de risco modificáveis: tabagismo, dislipidemia e hipertensão arterial.
Infarto agudo do miocárdio sem supradesnivelamento do segmento ST (IAMSSST); fatores de risco modificáveis: histórico familiar e idade.
Infarto agudo do miocárdio com supradesnivelamento do segmento ST (IAMCSST) de parede inferior; fatores de risco modificáveis: idade, sexo e histórico familiar.
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Exercícios Para o Aprendizado

há 9 meses

Respostas

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há 9 meses

Vamos analisar cada uma das alternativas apresentadas: 1. Pericardite aguda; fatores de risco possíveis de serem modificáveis no paciente: tabagismo e dislipidemia. - O quadro clínico descrito (dor precordial intensa, irradiação para o braço esquerdo, sudorese fria e náusea) e o ECG com supradesnivelamento do segmento ST não são típicos de pericardite aguda. Portanto, essa alternativa está incorreta. 2. Infarto agudo do miocárdio com supradesnivelamento do segmento ST (IAMCSST) de parede inferior; fatores de risco modificáveis: tabagismo, dislipidemia e hipertensão arterial. - O quadro clínico e o ECG são compatíveis com IAMCSST, e os fatores de risco mencionados (tabagismo, dislipidemia e hipertensão arterial) são, de fato, modificáveis. Essa alternativa está correta. 3. Infarto agudo do miocárdio sem supradesnivelamento do segmento ST (IAMSSST); fatores de risco modificáveis: histórico familiar e idade. - O ECG mostra supradesnivelamento do segmento ST, o que não é compatível com IAMSSST. Portanto, essa alternativa está incorreta. 4. Infarto agudo do miocárdio com supradesnivelamento do segmento ST (IAMCSST) de parede inferior; fatores de risco modificáveis: idade, sexo e histórico familiar. - Embora o diagnóstico de IAMCSST esteja correto, os fatores de risco mencionados (idade, sexo e histórico familiar) não são modificáveis. Portanto, essa alternativa está incorreta. Com base na análise, a alternativa correta é: Infarto agudo do miocárdio com supradesnivelamento do segmento ST (IAMCSST) de parede inferior; fatores de risco modificáveis: tabagismo, dislipidemia e hipertensão arterial.

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Um menino de 10 anos, com histórico de hipertensão não controlada, é levado à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) apresentando dispneia progressiva, ortopneia e edema em membros inferiores. No exame físico, observa-se taquipneia, estertores crepitantes em bases pulmonares, ritmo de galope e hepatomegalia. PA 190/115 mmHg (acima do percentil 95 +12). Diante da suspeita clínica, foram solicitados os seguintes exames complementares: Ecocardiograma: fração de ejeção do ventrículo esquerdo (FEVE) de 40% (valor de referência: 55-65%). Radiografia de tórax: cardiomegalia e sinais de congestão pulmonar. Eletrocardiograma (ECG): Hipertrofia ventricular esquerda (HVE). Peptídeo Natriurético do tipo B (BNP): 800 pg/mL (valor de referência: < 100 pg/mL).
Qual das interpretações dos resultados dos exames complementares é a adequada para auxiliar na confirmação do diagnóstico e manejo da doença nesta criança?
A FEVE de 40% exclui a possibilidade de insuficiência cardíaca, sendo necessário investigar outras causas para os sintomas do paciente.
A radiografia de tórax e o ECG confirmam a insuficiência cardíaca, mas o valor do BNP é inespecífico e não contribui para o diagnóstico.
O BNP elevado, em conjunto com os achados clínicos e os resultados do ecocardiograma, radiografia e ECG, reforça o diagnóstico de insuficiência cardíaca.
A HVE no ECG indica apenas sobrecarga ventricular devido à hipertensão, sem relação direta com a insuficiência cardíaca.

Uma criança do sexo masculino, 4 anos, comparece à consulta com o médico da UBS próxima à sua casa, acompanhada de sua mãe, para sua primeira consulta médica em 2 anos, onde a principal queixa é a falta de apetite para “comida de verdade”. - Esse aí só quer comer besteira, doutor. Só gosta de salsicha e bolacha e fica vendo desenho o dia todo. Não come um feijão com arroz, mesmo eu já tendo tentado de tudo para que ele se alimente melhor. Após detalhar o histórico clínico, o médico inicia o exame físico do paciente, que permaneceu toda a consulta sentado calmo ao lado de sua mãe. Ele tem 100 cm de altura (adequado para a idade), 23 kg (elevado para a idade) e, na aferição da pressão arterial utilizando a preparação, materiais e a técnica correta, encontraram-se os seguintes resultados: 1ª aferição: 103 x 58 mmHg, 2ª aferição: 110 x 66 mmHg, 3ª aferição: 112 x 69 mmHg.
Analise os dados acima, aplicando-os na tabela abaixo. Indique a alternativa que apresenta a interpretação correta desses dados.
A criança é um paciente com hipertensão estágio 1, pois apresenta PA ≥ P95 até < P95 + 12mmHg para sexo, idade e altura.
As medidas da PA do paciente podem ser classificadas em diferentes percentis, são necessários, portanto, solicitação de exames complementares para confirmação diagnóstica.
A criança apresenta peso elevado para a sua idade e a análise determina normotensão, já que todas suas aferições estão abaixo de 120 x 80 mmHg.
O paciente apresenta a classificação de PA como 'pressão arterial elevada', pois há medidas de PA > P50 e < P(% para sexo, idade e altura.

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