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Uma criança do sexo masculino, 4 anos, comparece à consulta com o médico da UBS próxima à sua casa, acompanhada de sua mãe, para sua primeira consulta médica em 2 anos, onde a principal queixa é a falta de apetite para “comida de verdade”. - Esse aí só quer comer besteira, doutor. Só gosta de salsicha e bolacha e fica vendo desenho o dia todo. Não come um feijão com arroz, mesmo eu já tendo tentado de tudo para que ele se alimente melhor. Após detalhar o histórico clínico, o médico inicia o exame físico do paciente, que permaneceu toda a consulta sentado calmo ao lado de sua mãe. Ele tem 100 cm de altura (adequado para a idade), 23 kg (elevado para a idade) e, na aferição da pressão arterial utilizando a preparação, materiais e a técnica correta, encontraram-se os seguintes resultados: 1ª aferição: 103 x 58 mmHg, 2ª aferição: 110 x 66 mmHg, 3ª aferição: 112 x 69 mmHg.
Analise os dados acima, aplicando-os na tabela abaixo. Indique a alternativa que apresenta a interpretação correta desses dados.
A criança é um paciente com hipertensão estágio 1, pois apresenta PA ≥ P95 até < P95 + 12mmHg para sexo, idade e altura.
As medidas da PA do paciente podem ser classificadas em diferentes percentis, são necessários, portanto, solicitação de exames complementares para confirmação diagnóstica.
A criança apresenta peso elevado para a sua idade e a análise determina normotensão, já que todas suas aferições estão abaixo de 120 x 80 mmHg.
O paciente apresenta a classificação de PA como 'pressão arterial elevada', pois há medidas de PA > P50 e < P(% para sexo, idade e altura.
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Exercícios Para o Aprendizado

há 9 meses

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há 9 meses

Para analisar os dados apresentados, vamos considerar as aferições de pressão arterial (PA) da criança e compará-las com os percentis adequados para a idade, sexo e altura. 1. Aferições de PA: - 1ª aferição: 103 x 58 mmHg - 2ª aferição: 110 x 66 mmHg - 3ª aferição: 112 x 69 mmHg 2. Classificação da PA: - A pressão arterial normal para crianças varia conforme a idade, sexo e altura. Geralmente, considera-se normotensão quando a PA está abaixo de 90º percentil para a idade e sexo. 3. Análise das opções: - Hipertensão estágio 1: Para ser classificada como hipertensão estágio 1, a PA deve estar entre o 95º percentil e o 95º percentil + 12 mmHg. As aferições apresentadas não indicam que a criança esteja nesse intervalo. - Exames complementares: Não é necessário solicitar exames complementares apenas com base nas aferições, pois elas podem ser interpretadas com base nas tabelas de percentis. - Normotensão: A PA da criança está abaixo de 120 x 80 mmHg, o que indica normotensão. - Pressão arterial elevada: Para ser classificada como pressão arterial elevada, a PA deve estar acima do 50º percentil, mas não necessariamente indica hipertensão. Conclusão: A alternativa correta é que a criança apresenta peso elevado para a sua idade e a análise determina normotensão, já que todas suas aferições estão abaixo de 120 x 80 mmHg.

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Um menino de 10 anos, com histórico de hipertensão não controlada, é levado à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) apresentando dispneia progressiva, ortopneia e edema em membros inferiores. No exame físico, observa-se taquipneia, estertores crepitantes em bases pulmonares, ritmo de galope e hepatomegalia. PA 190/115 mmHg (acima do percentil 95 +12). Diante da suspeita clínica, foram solicitados os seguintes exames complementares: Ecocardiograma: fração de ejeção do ventrículo esquerdo (FEVE) de 40% (valor de referência: 55-65%). Radiografia de tórax: cardiomegalia e sinais de congestão pulmonar. Eletrocardiograma (ECG): Hipertrofia ventricular esquerda (HVE). Peptídeo Natriurético do tipo B (BNP): 800 pg/mL (valor de referência: < 100 pg/mL).
Qual das interpretações dos resultados dos exames complementares é a adequada para auxiliar na confirmação do diagnóstico e manejo da doença nesta criança?
A FEVE de 40% exclui a possibilidade de insuficiência cardíaca, sendo necessário investigar outras causas para os sintomas do paciente.
A radiografia de tórax e o ECG confirmam a insuficiência cardíaca, mas o valor do BNP é inespecífico e não contribui para o diagnóstico.
O BNP elevado, em conjunto com os achados clínicos e os resultados do ecocardiograma, radiografia e ECG, reforça o diagnóstico de insuficiência cardíaca.
A HVE no ECG indica apenas sobrecarga ventricular devido à hipertensão, sem relação direta com a insuficiência cardíaca.

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