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No contexto do prognóstico e manejo de pacientes HIV positivos, qual afirmação reflete melhor o conhecimento atual sobre tratamento antirretroviral (TARV) e seus efeitos?
a) A expectativa de vida de pessoas vivendo com HIV em TARV é menor que a da população geral, principalmente devido aos efeitos colaterais a longo prazo dos medicamentos e ao envelhecimento precoce causado pelo virus.
b) A falha terapêutica deve ser considerada após qualquer aumento na carga viral, mesmo que pequeno, pois isso indica desenvolvimento rápido de resistência viral e necessidade imediata de troca do esquema antirretroviral.
c) Com adesão ótima ao tratamento, controle da viremia pode ser completo, permitindo recuperação imunológica e controle do risco de adoecimento, além de reduzir significativamente risco de transmissão do virus.
d) O diagnóstico precoce tem impacto moderado no prognóstico a longo prazo, sendo mais importante a escolha adequada do esquema antirretroviral inicial e o monitoramento periódico da carga viral e da contagem de CD4.
e) Esquemas de resgate têm, geralmente, posologias mais simples e menos efeitos adversos que os esquemas iniciais, devido ao desenvolvimento de novas drogas com melhor perfil de tolerabilidade e eficácia contra cepas resistentes.
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Vamos analisar cada uma das alternativas para identificar a que melhor reflete o conhecimento atual sobre o tratamento antirretroviral (TARV) em pacientes HIV positivos: a) A expectativa de vida de pessoas vivendo com HIV em TARV é menor que a da população geral, principalmente devido aos efeitos colaterais a longo prazo dos medicamentos e ao envelhecimento precoce causado pelo vírus. - Essa afirmação não é correta, pois com o tratamento adequado, a expectativa de vida de pessoas em TARV pode ser semelhante à da população geral. b) A falha terapêutica deve ser considerada após qualquer aumento na carga viral, mesmo que pequeno, pois isso indica desenvolvimento rápido de resistência viral e necessidade imediata de troca do esquema antirretroviral. - Embora aumentos na carga viral sejam preocupantes, a abordagem não é tão imediata e depende de outros fatores, como a adesão ao tratamento. c) Com adesão ótima ao tratamento, controle da viremia pode ser completo, permitindo recuperação imunológica e controle do risco de adoecimento, além de reduzir significativamente o risco de transmissão do vírus. - Esta afirmação é verdadeira e reflete o conhecimento atual sobre a eficácia do TARV quando a adesão é mantida. d) O diagnóstico precoce tem impacto moderado no prognóstico a longo prazo, sendo mais importante a escolha adequada do esquema antirretroviral inicial e o monitoramento periódico da carga viral e da contagem de CD4. - O diagnóstico precoce é, na verdade, muito importante para o prognóstico, então essa afirmação não é precisa. e) Esquemas de resgate têm, geralmente, posologias mais simples e menos efeitos adversos que os esquemas iniciais, devido ao desenvolvimento de novas drogas com melhor perfil de tolerabilidade e eficácia contra cepas resistentes. - Isso não é necessariamente verdade, pois esquemas de resgate podem ser mais complexos e com mais efeitos adversos. Após essa análise, a alternativa que melhor reflete o conhecimento atual sobre o tratamento antirretroviral é: c) Com adesão ótima ao tratamento, controle da viremia pode ser completo, permitindo recuperação imunológica e controle do risco de adoecimento, além de reduzir significativamente o risco de transmissão do vírus.

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Programa Nacional de Imunizações por meio de Nota Técnica Conjunta n° 70/2024 alerta sobre aumento global dos casos de coqueluche. Só no Paraná são 535 casos confirmados e 1 óbito divulgados no boletim da Secretaria de Estado da Saúde de 25/09/2024. A coqueluche é uma doença infecciosa aguda, de alta transmissão respiratória, de distribuição universal, e de notificação compulsória. Com base nesta informação marque a única resposta correta.
a) A vacinação da coqueluche nos últimos anos também entrou no calendário vacinal das gestantes, com a vacina triplice bacteriana acelular do adulto (dTpa, contendo toxoides contra tétano e a difteria e componente pertussis acelular) idealmente entre 27 e 36 semanas e com intervalo de dez anos entre as doses.
b) A vacinação de tétano, difteria e coqueluche (dTpa) apenas é recomendada na gestação a fim de diminuir as taxas de mortalidade neonatal e infantil em situações especiais como casos de surtos ou epidemias.
c) O benefício da vacinação contra coqueluche ocorre na gestação pela passagem de anticorpos para o feto, portanto, antes da alta hospitalar, no puerpério, não é necessário checar a situação vacinal da mãe.
d) A vacina triplice bacteriana acelular é recomendada a partir de 20 semanas, também com objetivo de oferecer imunidade passiva ao lactente contra a coqueluche.
e) Gestantes vacinadas com esquema completo com pelo menos 3 doses de vacina com componente único, não precisam receber uma dose de dTpa a partir de 20 semanas de gestação.

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