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Psicopedagogia

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Processo corretor é o acompanhamento clínico para modificar o estado de um objeto, no caso da psicopedagogia, a aprendizagem. Este processo consiste na ação intencional do profissional com vistas à superação das dificuldades encontradas no processo diagnóstico.
CEREZUELA, Cristina. Instrumentos e Avaliação Psicopedagógicos. Maringá: UniCesumar, 2020. Adaptado.
Com base nos estudos da disciplina, avalie as informações abaixo:

I) Para Visca, os processos corretores devem seguir um mesmo padrão para todos os sujeitos;
II) Se o princípio do processo corretor é a mudança da situação, precisamos entender quais obstáculos impedem o indivíduo de avançar em seu desenvolvimento e executar suas tarefas com êxito.
III) A mudança de situação, a informação, a informação com redundância, o modelo de alternativa múltipla, a informação intrapsíquica, a mostra, o acréscimo ao modelo, o assinalamento, a interpretação, a proposição conflitiva e a explicação de interesses, o desempenho de papéis, fazem parte do processo corretor;
IV) No Processo Corretor, o psicopedagogo não espera as coisas acontecerem, mas provoca-as em função dos traços individuais dos sujeitos;
V) Para Visca os processos corretores podem diferenciar-se em três unidades básicas de análise: a relação, o sujeito e o processo corretor.

É correto o que se afirma em:
I) Para Visca, os processos corretores devem seguir um mesmo padrão para todos os sujeitos;
II) Se o princípio do processo corretor é a mudança da situação, precisamos entender quais obstáculos impedem o indivíduo de avançar em seu desenvolvimento e executar suas tarefas com êxito.
III) A mudança de situação, a informação, a informação com redundância, o modelo de alternativa múltipla, a informação intrapsíquica, a mostra, o acréscimo ao modelo, o assinalamento, a interpretação, a proposição conflitiva e a explicação de interesses, o desempenho de papéis, fazem parte do processo corretor;
IV) No Processo Corretor, o psicopedagogo não espera as coisas acontecerem, mas provoca-as em função dos traços individuais dos sujeitos;
V) Para Visca os processos corretores podem diferenciar-se em três unidades básicas de análise: a relação, o sujeito e o processo corretor.
I e IV, apenas
II e V, apenas
II, III e IV, apenas.
I, II, III e V, apenas.
II, III, IV e V, apenas.
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psicopedagogia360

há 10 horas

Respostas

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há 10 horas

Vamos analisar cada item: I) Para Visca, os processos corretores devem seguir um mesmo padrão para todos os sujeitos; Falso. O processo corretor é individualizado, adaptado às necessidades e características de cada sujeito. II) Se o princípio do processo corretor é a mudança da situação, precisamos entender quais obstáculos impedem o indivíduo de avançar em seu desenvolvimento e executar suas tarefas com êxito. Verdadeiro. Compreender os obstáculos é fundamental para promover a mudança. III) A mudança de situação, a informação, a informação com redundância, o modelo de alternativa múltipla, a informação intrapsíquica, a mostra, o acréscimo ao modelo, o assinalamento, a interpretação, a proposição conflitiva e a explicação de interesses, o desempenho de papéis, fazem parte do processo corretor; Verdadeiro. Esses elementos são componentes do processo corretor segundo Visca. IV) No Processo Corretor, o psicopedagogo não espera as coisas acontecerem, mas provoca-as em função dos traços individuais dos sujeitos; Verdadeiro. O psicopedagogo atua de forma ativa e intencional. V) Para Visca os processos corretores podem diferenciar-se em três unidades básicas de análise: a relação, o sujeito e o processo corretor. Verdadeiro. Essa é uma classificação proposta por Visca. Portanto, os itens verdadeiros são II, III, IV e V. A alternativa correta é: II, III, IV e V, apenas.

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A devolutiva, ou devolução, é uma sessão crucial do processo psicopedagógico onde são comunicados os resultados, análises e hipóteses diagnósticas. Para que seja eficaz, o psicopedagogo deve iniciar retomando a queixa inicial, detalhar os procedimentos realizados e, primeiramente, destacar as potencialidades e atitudes positivas do paciente antes de abordar os obstáculos. É fundamental que a devolutiva vá além de meras conclusões, possibilitando aos pais a percepção clara das responsabilidades envolvidas, de como a criança aprende, das possibilidades de mudança do quadro e, principalmente, de suas potencialidades. Os encaminhamentos também precisam ser fundamentados e a comunicação deve ser clara, direta e objetiva, visando evitar dúvidas.

Fonte: CEREZUELA, C. Instrumentos e avaliação psicopedagógicos. Maringá-PR: Unicesumar, 2020.
Considerando o texto-base sobre a devolutiva do processo de avaliação e diagnóstico psicopedagógico, analise as afirmativas a seguir:

I. Durante a devolutiva, o psicopedagogo deve prioritariamente explicar os parâmetros teóricos que delinearam o diagnóstico, utilizando uma linguagem acadêmica para demonstrar sua propriedade, mesmo que isso dificulte a compreensão da família.
II. A retomada da queixa inicial e a valorização das potencialidades do paciente são etapas estratégicas na condução da devolutiva, pois preparam os responsáveis para a compreensão dos obstáculos e facilitam a aceitação das intervenções propostas.
III. Os encaminhamentos para outros profissionais ou para uma equipe multiprofissional devem ser apresentados de forma direta, sem a necessidade de o psicopedagogo justificar os indicativos que levaram a tal solicitação, a fim de agilizar o processo e evitar questionamentos excessivos.
IV. É imprescindível que a devolutiva se encerre sem que os pais tenham dúvidas sobre como a criança aprende, as possibilidades de mudança do quadro e, especialmente, as potencialidades do sujeito, reforçando a importância da clareza e objetividade.

É correto o que se afirma em:
I. Durante a devolutiva, o psicopedagogo deve prioritariamente explicar os parâmetros teóricos que delinearam o diagnóstico, utilizando uma linguagem acadêmica para demonstrar sua propriedade, mesmo que isso dificulte a compreensão da família.
II. A retomada da queixa inicial e a valorização das potencialidades do paciente são etapas estratégicas na condução da devolutiva, pois preparam os responsáveis para a compreensão dos obstáculos e facilitam a aceitação das intervenções propostas.
III. Os encaminhamentos para outros profissionais ou para uma equipe multiprofissional devem ser apresentados de forma direta, sem a necessidade de o psicopedagogo justificar os indicativos que levaram a tal solicitação, a fim de agilizar o processo e evitar questionamentos excessivos.
IV. É imprescindível que a devolutiva se encerre sem que os pais tenham dúvidas sobre como a criança aprende, as possibilidades de mudança do quadro e, especialmente, as potencialidades do sujeito, reforçando a importância da clareza e objetividade.
I, apenas.
II e IV, apenas.
III e IV, apenas.
I, II e III, apenas.
I, II, III e IV.

A teoria de Visca (1987) postulou que o processo diagnóstico consiste no conjunto de passos em função dos quais vamos obter uma imagem do sujeito, em função do seu aprendizado. Visca (1987) propõe que o processo diagnóstico se inicie desde o primeiro contato, com os pais ou com o próprio sujeito e termine somente com a devolução. A epistemologia convergente é uma proposta diferente da convencional. A diferença consiste em que retira a criança do papel secundário no processo e a colocam como protagonista. Na proposta tradicional a anamnese (entrevista com os pais) é a primeira etapa a ser realizada, e na proposta de Visca a primeira etapa é realizada com a criança pela Entrevista Operativa Centrada na Aprendizagem (EOCA). Outra diferencial se refere à devolutiva do diagnóstico, que, na sequência tradicional, é realizada para os pais, e na epistemologia convergente, é realizada para os pais e para a criança. A alteração da ordem da EOCA se justifica por diversos motivos, entre eles: não formar uma hipótese anterior ao contato com a criança, não ser influenciado pela hipótese levantada pelos pais, deixando assim, desenvolver a investigação por uma realidade imediata e sem interferências. Quando a anamnese antecede o contato com a criança, os pais, de intensidade e intenção variadas, tentam impor suas impressões, impedindo que o psicopedagogo chegue ao paciente livre de informações para descobri-lo tal como ele é. Outro aspecto que esta alteração da ordem contribui refere-se à: “. . . criar um sistema de hipóteses que submeta a sucessivos decantamentos”.

Fonte: CEREZUELA, C. Instrumentos e avaliação psicopedagógicos. Maringá: unicesumar, 2020.
De acordo com o texto, acerca da inversão das etapas no processo diagnóstico psicopedagógico de Jorge Visca, iniciando pela EOCA antes da anamnese, assinale a alternativa correta:
A anamnese tradicional é considerada por Visca como ineficaz e dispensável, sendo integralmente substituída pela interação direta com a criança na EOCA.
A alteração visa exclusivamente a satisfação da criança, concedendo-lhe um papel de protagonismo que, no entanto, não impacta diretamente na formulação das hipóteses diagnósticas.
O objetivo principal é acelerar o processo diagnóstico, pois a EOCA permite uma avaliação mais rápida das dificuldades de aprendizagem da criança, sem a morosidade da anamnese.
A EOCA é um instrumento mais completo, que por si só, oferece todas as informações necessárias para um diagnóstico preciso, tornando a anamnese secundária na sequência tradicional.
A prioridade é garantir que o psicopedagogo desenvolva um sistema de hipóteses iniciais baseado na observação direta e imediata do sujeito, minimizando a influência de impressões pré-concebidas dos pais.

Sobre o realismo nominal, considere o texto a seguir:

O realismo nominal é uma característica do pensamento infantil em função do qual a criança expressa dificuldades em dissociar o signo da coisa significada (Piaget, 1967). É uma característica do pensamento infantil em que a criança tem dificuldade de não conceber como distintos o objeto (significado) e a palavras que o denomina (significante). Os estudos realizados por Emília Ferreiro e Ana Teberosky (1999) possibilitaram uma análise que considera os caminhos percorridos pelas crianças no desenvolvimento da aprendizagem da leitura e da escrita.
De acordo com Rego (1982), o teste do realismo nominal foi desenvolvido para identificar a capacidade do aluno em analisar os sons e a compreensão de que o que se representa da fala. Sua base principal requer que a criança focalize sua atenção na palavra enquanto uma sequência de sons e não no objeto ao qual a palavra se refere.

Fonte: FERREIRO, E.; TEBEROSKY, A. Psicogênese da língua escrita. Porto Alegre: Artmed, 1999.
PIAGET, J. A representação do mundo na criança. Rio de Janeiro: Record, 1967.
REGO, L. L. B. Aprender a ler: uma conquista da criança ou o resultado de treinamento. In: SEMINÁRIO APRENDIZAGEM DA LÍNGUA MATERNA: UMA ABORDAGEM INTERDISCIPLINAR, 1982, Brasília, DF. Anais

. . .

. Brasília, DF: INEP, 1982. p. 63-71.
Com base no exposto, analise as afirmativas a seguir:

I. O realismo nominal é uma característica do pensamento infantil em que a criança tem dificuldade de dissociar o objeto (significado) da palavra que o denomina (significante).
II. O realismo nominal é uma característica do pensamento adulto.
III. O teste do realismo nominal não considera a importância de focalizar na palavra como uma sequência de sons.
IV.  O teste do realismo nominal possibilita uma análise dos caminhos percorridos pelas crianças no desenvolvimento da aprendizagem da leitura e da escrita.
V. O teste do realismo nominal foi desenvolvido para identificar a capacidade do aluno em analisar os sons e compreender o que é representado pela fala, enfatizando a importância de focar na palavra como uma sequência de sons.

É correto o que se afirma em:
I. O realismo nominal é uma característica do pensamento infantil em que a criança tem dificuldade de dissociar o objeto (significado) da palavra que o denomina (significante).
II. O realismo nominal é uma característica do pensamento adulto.
III. O teste do realismo nominal não considera a importância de focalizar na palavra como uma sequência de sons.
IV.  O teste do realismo nominal possibilita uma análise dos caminhos percorridos pelas crianças no desenvolvimento da aprendizagem da leitura e da escrita.
V. O teste do realismo nominal foi desenvolvido para identificar a capacidade do aluno em analisar os sons e compreender o que é representado pela fala, enfatizando a importância de focar na palavra como uma sequência de sons.
V, apenas.
II e V, apenas.
I, II e III, apenas.
I, II e IV, apenas.
I, IV e V, apenas.

Para Piaget (1974), por cognição podemos compreender o pensamento, o conhecimento, a imaginação, a percepção, a memória, o reconhecimento, a abstração e a generalização. Esses conceitos fazem parte do processo que se inclui sob o termo cognição e que se refere a todas as atividades intelectuais da mente.

CEREZUELA, Cristina. Instrumentos e avaliação psicopedagógicos. Maringá-PR: UniCesumar, 2020.

Nas provas do diagnóstico operatório, a criança precisa realizar 4 ações para que consiga realiza-la a contento.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta das ações da criança.
1º conhecer o material corretamente, 2º justificar logicamente o motivo de usar o material da prova; 3º fazer a prova no tempo correto, 4º justificar sua postura diante de cada pergunta.
1º fazer um julgamento correto, 2º justificar logicamente aquele julgamento; 3º resistir com sucesso a uma contra- argumentação verbal feita pelo examinador, 4º realizar a prova no tempo determinado.
1º fazer um julgamento correto, 2º justificar logicamente aquele julgamento; 3º resistir com sucesso a uma contra- argumentação verbal feita pelo examinador, 4º ter um bom desempenho, justificando as contra- argumentações.
1º explicar logicamente a sua escolha; 2º justificar logicamente aquele julgamento; 3º resistir com sucesso a uma contra- argumentação verbal feita pelo examinador, 4º ter um bom desempenho, justificando as contra- argumentações.
1º fazer um julgamento equivocado, 2º resistir com sucesso a uma contra-argumentação verbal feita pelo examinador, 3º justificar logicamente aquele julgamento; 4º ter um bom desempenho, justificando as contra- argumentações.

A epistemologia convergente é um postulado que propõe uma conceituação da aprendizagem e suas dificuldades por meio da integração, assimilação recíproca e contribuição de três áreas da psicologia, a saber: a psicanalítica de Freud; a psicogenética de Piaget; e, a psicologia social de Pichon Rivière. O conhecimento da psicanálise se encarrega de observar o mundo inconsciente do sujeito, sua dinâmica e seus vínculos com a aprendizagem. O conhecimento da psicogenética de Piaget auxilia a estabelecer os processos construtivos do conhecimento da criança e como ela opera cognitivamente diante dos desafios do ensino. A terceira área dessa fusão de saberes, o conhecimento da psicologia social, encarrega-se da análise da constituição do sujeito em relação à família e outros grupos e instituições ligadas à aprendizagem e seu processo de desenvolvimento. Todo modelo teórico se constrói sobre alguns pontos de partida aceitos como verdadeiros denominados axiomas. Os axiomas da epistemologia convergente são três: o interacionismo, o estruturalismo e o construtivismo. O Interacionismo entende que a aprendizagem acontece a partir das interações do sujeito com o meio. O Estruturalismo entende que a aprendizagem não é função isolada, mas decorre do compromisso total da personalidade, acontecendo somente na relação com o meio externo. O Construtivismo entende que aprendizagem é uma construção paulatina configurada na relação com o meio.

Fonte: CEREZUELA, C. Instrumentos e avaliação psicopedagógicos. Maringá: Unicesumar, 2020.
Considerando o texto-base sobre a epistemologia convergente de Jorge Visca e seus axiomas, analise as afirmativas a seguir:

I. O Interacionismo, ao enfatizar as interações do sujeito com o meio, dialoga diretamente com a contribuição da psicologia social de Pichon Rivière na epistemologia convergente.
II. O Estruturalismo, ao postular que a aprendizagem decorre do compromisso total da personalidade, estabelece uma ligação com a abordagem psicanalítica de Freud, que explora o mundo inconsciente e a dinâmica do sujeito.
III. O Construtivismo, por conceber a aprendizagem como uma construção paulatina configurada na relação com o meio, reflete a perspectiva da psicogenética de Piaget, que aborda os processos construtivos do conhecimento.
IV. A Matriz de Pensamento Diagnóstico, ao destinar o princípio estruturalista, sugere que a análise da personalidade total do sujeito é o primeiro passo para compreender os sintomas.

É correto o que se afirma em:
I. O Interacionismo, ao enfatizar as interações do sujeito com o meio, dialoga diretamente com a contribuição da psicologia social de Pichon Rivière na epistemologia convergente.
II. O Estruturalismo, ao postular que a aprendizagem decorre do compromisso total da personalidade, estabelece uma ligação com a abordagem psicanalítica de Freud, que explora o mundo inconsciente e a dinâmica do sujeito.
III. O Construtivismo, por conceber a aprendizagem como uma construção paulatina configurada na relação com o meio, reflete a perspectiva da psicogenética de Piaget, que aborda os processos construtivos do conhecimento.
IV. A Matriz de Pensamento Diagnóstico, ao destinar o princípio estruturalista, sugere que a análise da personalidade total do sujeito é o primeiro passo para compreender os sintomas.
I, apenas.
II e IV, apenas.
III e IV, apenas.
I, II e III, apenas.
I, II, III e IV.

Sobre os graus de afastamento do enquadre, utiliza o instrumento conceitual elaborado por Pichon Rivière, a qual ele denomina como “Cone Invertido”, e que serve para avaliar a conduta do sujeito, assim como a do Psicopedagogo. O cone invertido apresenta seis vetores de análise: os da esquerda: pertença, cooperação e pertinência e os da direita: comunicação, aprendizagem e telê. Para entender os vetores da esquerda: pertença: sentimento de sentir-se parte. Cooperação: consiste nas ações com o outro. Pertinência: eficácia que se realizam as ações. Estes três vetores são cumulativos, ou seja, não terá “pertinência” se não houver a “cooperação”, e esta não existirá se não houver a “pertença”. Eles dizem respeito ao resultado de uma mudança qualitativa que é indicada, durante o tratamento, pela observação dos vetores da direita. Para entender os vetores da direita: comunicação: caracterizada como o processo de troca de informação. Aprendizagem: apreensão instrumental da realidade. Telê: significando a distância afetiva (positiva ou negativa) que o sujeito pode viver. Os vetores da direita são indicadores dos primeiros sendo observáveis através das constantes de enquadramento e apontam as resistências à mudança pelo paciente. Veja, o grau de pertença pode ser negativo ou positivo. E pode ser estimado de acordo com a comunicação, com a aprendizagem e com a telê. Da mesma forma que a cooperação, que pode, também, ser tanto positiva quanto negativa, pode ser analisada em função dos mesmos vetores da direita, bem como a avaliação da pertinência.” O “Cone Invertido” é um instrumento conceitual fundamental na epistemologia convergente de Jorge Visca para a avaliação da conduta do sujeito e do psicopedagogo.

Fonte: CEREZUELA, C. Instrumentos e avaliação psicopedagógicos. Maringá: Unicesumar, 2020.
De acordo com o texto, acerca da relação entre os vetores de análise e a interdependência entre os vetores da esquerda (Pertença, Cooperação, Pertinência) e os da direita (Comunicação, Aprendizagem, Telê), assinale a alternativa correta:
Os vetores da direita são causas diretas da Pertença, Cooperação e Pertinência, sem que haja uma relação de indicação mútua ou cumulatividade entre eles.
A Comunicação e a Telê são independentes da Pertença, Cooperação e Pertinência, não influenciando a avaliação da conduta do sujeito.
Os vetores da esquerda são cumulativos, ou seja, a Pertinência depende da Cooperação, que por sua vez depende da Pertença, e os vetores da direita são indicadores observáveis que apontam as resistências à mudança pelo paciente.
A Telê é o único vetor que pode ser positivo ou negativo, enquanto Comunicação e Aprendizagem são sempre positivas.
A Cooperação pode existir sem a Pertença, e a Pertinência pode existir sem a Cooperação, segundo o modelo do Cone Invertido.

o grau de pertença pode ser negativo ou positivo. E pode ser estimado de acordo com a comunicação, com a aprendizagem e com a telê. Da mesma forma que a cooperação, que pode, também, ser tanto positiva quanto negativa, pode ser analisada em função dos mesmos vetores da direita, bem como a avaliação da pertinência.” O “Cone Invertido” é um instrumento conceitual fundamental na epistemologia convergente de Jorge Visca para a avaliação da conduta do sujeito e do psicopedagogo.

Fonte: CEREZUELA, C. Instrumentos e avaliação psicopedagógicos. Maringá: Unicesumar, 2020.
De acordo com o texto, acerca da relação entre os vetores de análise e a interdependência entre os vetores da esquerda (Pertença, Cooperação, Pertinência) e os da direita (Comunicação, Aprendizagem, Telê), assinale a alternativa correta:
Os vetores da direita são causas diretas da Pertença, Cooperação e Pertinência, sem que haja uma relação de indicação mútua ou cumulatividade entre eles.
A Comunicação e a Telê são independentes da Aprendizagem, pois tratam de aspectos sociais e afetivos, que não se relacionam com a apreensão instrumental da realidade.
A pertinência é a base fundamental do processo, pois a eficácia das ações do sujeito é o que permite, sequencialmente, o desenvolvimento da cooperação e da pertença.
O Cone Invertido avalia exclusivamente a resistência do paciente ao tratamento, sendo os vetores da esquerda responsáveis por identificar os obstáculos, e os da direita, a capacidade de superá-los.
Os vetores da esquerda são cumulativos e representam mudanças qualitativas internas no sujeito, enquanto os vetores da direita, também cumulativos, servem como indicadores observáveis dessas mudanças e das resistências do paciente.

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