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O Processo Judicial Eletrônico - PJe foi implementado pelo Conselho Nacional de Justiça, por meio da Resolução n. 185/2013, com o compromisso de seguir as diretrizes contidas na Lei n. 11.419, de 19 de dezembro de 2006, a qual dispõe sobre a informatização do processo judicial. Com isso, o PJe passa a ser o sistema informatizado de processo judicial oficial do Poder Judiciário brasileiro. Considerando que a legislação acima indicada que, juntamente com CPC/2015, estabelecem parâmetros para o funcionamento do PJe, não é correto afirmar que: Grupo de escolhas da pergunta Em função dos avanços tecnológicos, sobretudo quanto à inteligência artificial, a prática eletrônica de atos processuais também pode ser realizada por sistemas hábeis a executar certas funções que originalmente demandariam desempenho e raciocínio humano. Tanto que o CPC/2015 autoriza o proferimento de decisões pela inteligência artificial no lugar do juiz a partir de critérios de transparência e fiscalidade pelas partes. A celeridade do procedimento, seja ele eletrônico ou não, não significa a sua aceleração pelo juiz, mas a adoção de um procedimento processualizado regido pelo contraditório, isonomia e ampla defesa, dentro do qual se exige o cumprimento dos prazos legais não apenas pelas partes, mas também pelos juízes e demais auxiliares da justiça. O PJe deve ter comprometimento com a eficiência sistêmica, que resulta da busca pela eficiência do serviço público jurisdicional, cujos atos e providências de ordem técnica devem ser balizados pelo devido processo legal. A ausência desta conexão lógica de objetivos com garantias decerto não culminará na obtenção de avanços, em níveis teórico-democráticos, no serviço público jurisdicional. A celeridade é o critério técnico da garantia constitucional da razoável duração do processo e, como tal, será objeto de continuada observância pelo judiciário na prestação da atividade jurisdicional pela via do PJe. Logo, os sistemas voltados para a prática eletrônica de atos processuais devem ter, verdadeiram
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Larissa Vedovi

há 3 meses

Respostas

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há 3 meses

A afirmativa incorreta é: "Tanto que o CPC/2015 autoriza o proferimento de decisões pela inteligência artificial no lugar do juiz a partir de critérios de transparência e fiscalidade pelas partes." Explicação: O Código de Processo Civil de 2015 (CPC/2015) não autoriza que decisões judiciais sejam proferidas por inteligência artificial no lugar do juiz. A decisão judicial é ato privativo do magistrado, que deve exercer seu julgamento com base na análise humana dos fatos e do direito, garantindo o contraditório, a ampla defesa e a imparcialidade. A inteligência artificial pode auxiliar na automação de tarefas e análise de dados, mas não substitui o papel do juiz na prolação de decisões.

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