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O processo de evaporação de nosso suor é um mecanismo importante para a regulação de nossa temperatura e para determinar conforto ou desconforto térmico. A evaporação é um processo endotérmico, isto é, necessita de calor para ocorrer. Este calor é retirado de nosso corpo e transferido para as moléculas de água provocando a sua evaporação. A taxa ou rapidez de evaporação é intensificada pela temperatura elevada, presença de ventos e baixa umidade relativa do ar e também depende da natureza do líquido que está evaporando e da área na qual o processo ocorre. Assim, por exemplo, o éter evapora muito mais rapidamente que a água em idênticas condições atmosféricas.
Com base no texto apresentado, analise as proposições a seguir:

(I) Uma moringa de barro, usada para manter a água fresca, é porosa para que uma pequena parte da água atravesse os poros e possa evaporar-se retirando calor da água remanescente, que fica numa temperatura menor (água fresca).

(II) Quando derramamos éter em nosso corpo, a sua evaporação produz um aquecimento na área onde estava o éter.

(III) Quando uma roupa molhada é estendida e exposta ao vento, ela seca mais rapidamente, pois estamos intensificando a rapidez de evaporação da água.

(IV) Quando saímos de um banho de mar, em uma praia onde a temperatura está elevada, a umidade relativa do ar está baixa e está soprando um forte vento, sentimos um frio repentino pela rápida evaporação da água, que está retirando calor do nosso corpo.

Somente está correto o que se afirma em:
(I) Uma moringa de barro, usada para manter a água fresca, é porosa para que uma pequena parte da água atravesse os poros e possa evaporar-se retirando calor da água remanescente, que fica numa temperatura menor (água fresca).
(II) Quando derramamos éter em nosso corpo, a sua evaporação produz um aquecimento na área onde estava o éter.
(III) Quando uma roupa molhada é estendida e exposta ao vento, ela seca mais rapidamente, pois estamos intensificando a rapidez de evaporação da água.
(IV) Quando saímos de um banho de mar, em uma praia onde a temperatura está elevada, a umidade relativa do ar está baixa e está soprando um forte vento, sentimos um frio repentino pela rápida evaporação da água, que está retirando calor do nosso corpo.
a) I e III
b) I e IV
c) I, III e IV
d) II, III e IV
e) II e IV
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Praticando Para Aprender

há 3 semanas

Respostas

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há 3 semanas

Vamos analisar cada proposição: (I) Correto. A moringa de barro é porosa e permite que uma pequena parte da água evapore, retirando calor da água restante e mantendo-a fresca. (II) Incorreto. A evaporação é um processo endotérmico, ou seja, retira calor do ambiente (ou do corpo), causando resfriamento, não aquecimento. (III) Correto. O vento aumenta a taxa de evaporação da água na roupa molhada, fazendo com que ela seque mais rápido. (IV) Correto. Em condições de temperatura alta, baixa umidade e vento, a evaporação da água do corpo é rápida, retirando calor e causando sensação de frio. Portanto, os itens corretos são I, III e IV. Resposta correta: c) I, III e IV.

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“Quando se aproximam do rei, caem de joelhos e cobrem suas cabeças com pó, que é uma forma de mostrar respeito. Quando seus reis morrem, constroem seu túmulo em forma de cúpula de madeira. Então, levam-nos em uma cama coberta com alguns tapetes e os introduzem dentro da cúpula. Colocam junto seus ornamentos, suas armas e a vasilha que usavam para comer e beber, cheia de comidas e bebidas diversas. Colocam ali também os homens que lhes serviam a comida, fecham a porta da cúpula e a cobrem com esteiras e objetos. Reúnem depois o povo, que joga terra em cima do túmulo até que se forme um monte.” (Relato do geógrafo árabe Al-Bakri, no século XI, sobre o sepultamento dos reis de Gana, In: Regiane Augusto de Matos. História e Cultura afro-brasileira. São Paulo: Contexto, 2009.p.21)
No relato de Al-Bakri sobre o sepultamento dos reis de Gana no século XI, identifica-se
a) a obrigatoriedade de sacrificar os servidores do rei, comum à maioria das populações da África Negra antes da chegada dos europeus.
b) a banalização da morte entre as populações de Gana, pois a crença em uma vida além-túmulo tornava-a um fenômeno aceito com naturalidade.
c) a cultura de um povo não cristão, em estágio de barbárie, e por isso carregado de violência contra os membros de sua própria sociedade.
d) a veneração do rei por seus súditos, o que explica o sacrifício dos servidores de alimentos do rei por ocasião da morte do soberano.
e) a prática religiosa de se oferecerem objetos de uso pessoal aos mortos, independentemente da categoria social a que pertencessem.

O texto abaixo, de John Locke (1632-1704), revela algumas características de uma determinada corrente de pensamento. “Se o homem no estado de natureza é tão livre, conforme dissemos, se é senhor absoluto da sua própria pessoa e posses, igual ao maior e a ninguém sujeito, por que abrirá ele mão dessa liberdade, por que abandonará o seu império e sujeitar-se-á ao domínio e controle de qualquer outro poder? Ao que é óbvio responder que, embora no estado de natureza tenha tal direito, a utilização deste é muito incerta e está constantemente exposto à invasão de terceiros porque, sendo todos senhores tanto quanto ele, todo homem igual a ele e, na maior parte, pouco observadores da equidade e da justiça, o proveito da propriedade que possui nesse estado é muito inseguro e muito arriscado. Estas circunstâncias obrigam-no a abandonar uma condição que, embora livre, está cheia de temores e perigos constantes; e não é sem razão que procura de boa vontade juntar-se em sociedade com outros que estão já unidos, ou pretendem unir-se, para a mútua conservação da vida, da liberdade e dos bens a que chamo de propriedade.” (Os Pensadores. São Paulo: Nova Cultural, 1991)
Do ponto de vista político, podemos considerar o texto como uma tentativa de justificar
a) a existência do governo como um poder oriundo da natureza.
b) a origem do governo como uma propriedade do rei.
c) o absolutismo monárquico como uma imposição da natureza humana.
d) a origem do governo como uma proteção à vida, aos bens e aos direitos.
e) o poder dos governantes, colocando a liberdade individual acima da propriedade.

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