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Certas crianças nascem com uma malformação do septo interventricular, o qual apresenta um orifício que permite a comunicação entre os ventrículos do coração. Tais crianças são submetidas a uma cirurgia corretiva que tem por finalidade interromper essa comunicação.
Esse procedimento é necessário, pois
a) a criança terá apenas sangue venoso circulando em seus vasos sanguíneos.
b) as artérias da criança passarão a carregar apenas sangue arterial e as veias apenas sangue venoso.
c) a criança terá problemas na obtenção de taxas de oxigênio necessárias à manutenção de suas atividades normais.
d) a artéria aorta transportará sangue venoso e a artéria pulmonar, sangue arterial.
e) a criança terá problemas na obtenção de taxas de glicose necessárias à manutenção de suas atividades normais.
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Aprendendo com Desafios

há 3 meses

Respostas

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há 3 meses

Vamos analisar o problema: - O septo interventricular separa os ventrículos direito e esquerdo do coração. - Um orifício nesse septo permite a comunicação entre os ventrículos, o que causa mistura de sangue venoso (pobre em oxigênio) com sangue arterial (rico em oxigênio). - Isso prejudica a oxigenação do sangue que circula pelo corpo. Agora, analisando as alternativas: a) Incorreta. A criança não terá apenas sangue venoso, mas haverá mistura de sangue venoso e arterial. b) Incorreta. A malformação causa mistura, não que as artérias e veias carreguem apenas um tipo de sangue. c) Correta. A mistura de sangue prejudica a oxigenação, causando problemas na obtenção de oxigênio necessário. d) Incorreta. A artéria aorta normalmente transporta sangue arterial, mas com a comunicação, pode haver mistura, não exatamente o que a alternativa diz. e) Incorreta. O problema não está relacionado à glicose, mas à oxigenação do sangue. Portanto, a alternativa correta é: c) a criança terá problemas na obtenção de taxas de oxigênio necessárias à manutenção de suas atividades normais.

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“Quando se aproximam do rei, caem de joelhos e cobrem suas cabeças com pó, que é uma forma de mostrar respeito. Quando seus reis morrem, constroem seu túmulo em forma de cúpula de madeira. Então, levam-nos em uma cama coberta com alguns tapetes e os introduzem dentro da cúpula. Colocam junto seus ornamentos, suas armas e a vasilha que usavam para comer e beber, cheia de comidas e bebidas diversas. Colocam ali também os homens que lhes serviam a comida, fecham a porta da cúpula e a cobrem com esteiras e objetos. Reúnem depois o povo, que joga terra em cima do túmulo até que se forme um monte.” (Relato do geógrafo árabe Al-Bakri, no século XI, sobre o sepultamento dos reis de Gana, In: Regiane Augusto de Matos. História e Cultura afro-brasileira. São Paulo: Contexto, 2009.p.21)
No relato de Al-Bakri sobre o sepultamento dos reis de Gana no século XI, identifica-se
a) a obrigatoriedade de sacrificar os servidores do rei, comum à maioria das populações da África Negra antes da chegada dos europeus.
b) a banalização da morte entre as populações de Gana, pois a crença em uma vida além-túmulo tornava-a um fenômeno aceito com naturalidade.
c) a cultura de um povo não cristão, em estágio de barbárie, e por isso carregado de violência contra os membros de sua própria sociedade.
d) a veneração do rei por seus súditos, o que explica o sacrifício dos servidores de alimentos do rei por ocasião da morte do soberano.
e) a prática religiosa de se oferecerem objetos de uso pessoal aos mortos, independentemente da categoria social a que pertencessem.

O texto abaixo, de John Locke (1632-1704), revela algumas características de uma determinada corrente de pensamento. “Se o homem no estado de natureza é tão livre, conforme dissemos, se é senhor absoluto da sua própria pessoa e posses, igual ao maior e a ninguém sujeito, por que abrirá ele mão dessa liberdade, por que abandonará o seu império e sujeitar-se-á ao domínio e controle de qualquer outro poder? Ao que é óbvio responder que, embora no estado de natureza tenha tal direito, a utilização deste é muito incerta e está constantemente exposto à invasão de terceiros porque, sendo todos senhores tanto quanto ele, todo homem igual a ele e, na maior parte, pouco observadores da equidade e da justiça, o proveito da propriedade que possui nesse estado é muito inseguro e muito arriscado. Estas circunstâncias obrigam-no a abandonar uma condição que, embora livre, está cheia de temores e perigos constantes; e não é sem razão que procura de boa vontade juntar-se em sociedade com outros que estão já unidos, ou pretendem unir-se, para a mútua conservação da vida, da liberdade e dos bens a que chamo de propriedade.” (Os Pensadores. São Paulo: Nova Cultural, 1991)
Do ponto de vista político, podemos considerar o texto como uma tentativa de justificar
a) a existência do governo como um poder oriundo da natureza.
b) a origem do governo como uma propriedade do rei.
c) o absolutismo monárquico como uma imposição da natureza humana.
d) a origem do governo como uma proteção à vida, aos bens e aos direitos.
e) o poder dos governantes, colocando a liberdade individual acima da propriedade.

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