Em uma farmácia magistral, um prescritor solicita a manipulação de uma formulação líquida na forma de xarope contendo um fármaco antitussígeno. A prescrição traz uma ressalva fundamental: o paciente é pediátrico e diagnosticado com diabetes mellitus tipo 1, exigindo que o medicamento seja totalmente isento de açúcar. Ao planejar a formulação, o farmacêutico substitui a sacarose (presente na formulação do xarope simples tradicional) por um edulcorante artificial, como a sucralose ou a sacarina. Contudo, para que a preparação final mantenha a aceitação e os padrões sensoriais e físicos exigidos para essa forma farmacêutica, o profissional precisa utilizar o raciocínio farmacotécnico para ajustar os demais componentes do veículo. Com base nas informações apresentadas, avali asserções a seguir e a relação proposta entre elas I. No desenvolvimento de xaropes dietéticos, a adequação da formulação exige que o farmacêutico adicione um excipiente da classe dos agentes espessantes. PORQUE II. Os adoçantes empregados para substituir a sacarose não conferem alta viscosidade ao meio, tornando necessária a adição de um espessante para