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ATIVIDADE ESTRUTURADA – PRÁTICA ASSISTIDA
Aluna: Monã Costa Tavares
Matrícula:201102200751
RELATÓRIOS:
Paciente 1: Sexo feminino, 64 anos, do lar. Compareceu à Clínica Escola no dia 30/08/12 pela primeira vez, quando foi feita sua avaliação cinético funcional. Sua queixa principal foi dor no ombro direito, a qual apareceu a 8 meses, sem causa específica, se manifestando de forma variada, o que a atrapalha em algumas atividades como varrer a casa, pegar peso e dormir.
A paciente apresenta, ainda, hipertensão controlada e relata já ter feito operação de nódulo benigno na mama. Em seu histórico familiar há caso de diabetes e hipertensão (pai e mãe). 													Na análise articular a paciente apresentou redução do arco de movimentos em flexão e dor durante a abdução. A partir de exames complementares foi constatado tendinopatia no supra-espinal e redução do espaço subacromial direito, caracterizando Síndrome do impacto do ombro. 
O tratamento foi iniciado no dia 04/09/12 cuja conduta foi:
Laser pontual (5 joules) em toda a região do ombro direito; Ultra som contínuo (com frequência de 1MHz e intensidade 0,8W/cm²) durante 9 min. na região do ombro; Exercício de Coodman; Mobilização escapular; Abdução e flexão de ombro com bastão (2 series de 10); Elevação e rotação de ombro (10 vezes anteriormente e 10 vezes posteriormente);
	As observações foram feitas em 09/10 e 11/10/12, onde a conduta foi mantida.
Pesquisa:
Segundo CASTRO, a fisioterapia é a terapêutica principal e mais importante para o tratamento da síndrome do impacto do ombro, já que melhora a dor, a partir de exercícios terapêuticos e terapia manual. Pode ser usado, também, a acupuntura. 
GIORDANO et al, selecionou 21 pacientes (28 ombros) com diagnóstico de Síndrome do impacto subacromial, onde 76,2% são do sexo feminino e 23,8% do masculino com idades variando de 42 a 79 anos. Seu protocolo de atendimento constou de: Diatermia com ondas curtas (20minutos), irradiação com laser de baixa energia(gálio-arsênico) (5 minutos), Tens (20 minutos) e cinesioterapia, com sessões realizadas três vezes por semana, com o objetivos de melhorar o quadro álgico e retorno às atividades diárias, respectivamente. O tratamento apresentou 85,7% de bons e excelentes resultados mostrando-se, portanto, apropriado.
O tratamento observado na clínica escola tem se mostrado adequada e eficaz, coincidindo com os resultados pesquisados na literatura.
Paciente 2: Sexo masculino, 55 anos, aposentado. Compareceu à Clínica Escola no dia 07/08/12 pela primeira vez, quando foi feito sua avaliação cinético funcional. Sua queixa principal foi dor no calcâneo (9 na escala de dor), na região ao lado do tendão do calcâneo, a qual iniciou a 5 meses, subitamente, havendo piora durante atividades físicas. 
	A partir de radiografia, foi diagnosticado com Esporão de calcâneo. 
	O tratamento foi iniciado no dia 09/08/12 cuja conduta foi:
Laser pontual 904nm (4 joules) na região abaixo do maléolo medial da perna direita; Ultra som pulsátil (0,5 W/cm²) durante 6min; Técnica de deslizamento profundo; Tens acupuntural (Frequência:10, Largura de pulso 200, Intensidade alta) durante 20min.
Após a 8° sessão, no dia 11/09/12, a largura de pulso do tens foi modificada para 350, havendo relato de melhora do paciente na sessão seguinte.
Na 10° sessão foi acrescentado exercícios proprioceptivos com 2 min. no disco proprioceptivo, min. na prancha e 5 idas e 5 voltas no balancinho.
Na 12° sessão a dosemetria do ultra som foi modificada (sendo utilizado a 0,8 W/cm², durante 6min.). Além disso, os exercícios no disco proprioceptivo e no balaninho o tempo de exercício aumentou (de 2) para 5min.
No dia 03/10 o paciente foi submetido a uma reavaliação, onde este apresentou algia somente a palpação, retornando, assim, as suas atividades diárias. A dosemetria do ultra som retornou para 0,5 W/cm² durante 6 min. e no balancinho o pacinte foi estimulado a fazer as voltas de olhos fechados.
As observações foram feitas em 09/10 e 11/10/12, onde a conduta foi mantida.
Pesquisa:
ABREU e BRAGA fizeram uma revisão de literatura, onde encontrou eficácia com o uso de ultra-som pulsátil com dosagem variável de 1,5 a 2,0 w/cm2, por ter um efeito analgésico, aumento do fluxo sanguíneo, ação anti- espasmódica. Este deve ser aplicado no local exato da lesão. Já com as ondas de choque, os autores encontraram efeito no aumento da circulação sanguínea, na criação de novos vasos na área tratada e na quebra dos depósitos de cálcio, de modo a promover a reabsorção, porém, poderão surgir dores, hematomas, edemas, irritações cutâneas e aumento da sintomatologia em alguns casos, logo após a 1° sessão. 
Dessa forma, a conduta aplicada no paciente da clínica escola, a pesar de diferir do protocolo pesquisado, se mostrou eficaz, já que após a 13° sessão o paciente recebeu alta após retornar às suas atividades da vida diária sem apresentar dor.
Paciente 3: Sexo feminino, 66 anos, professora. Compareceu à Clínica Escola no dia 02/10/12 pela primeira vez, quando foi feita sua avaliação cinético funcional. Sua queixa principal foi falta de equilíbrio, ocasionada pela necessidade de cirurgia (feita no dia 06/09/12) de colocação de osteossíntese intra-medular, após queda da própria altura que gerou fratura do colo do fêmur. 
	Após análise articular, a paciente apresenta diminuição do arco de movimento para flexão de joelho e flexão e abdução de quadril. Sua perimetria demonstrou, ainda, edema na coxa e no joelho ao lado da operação. A paciente apresentou, também, grau de força para flexores de quadril D- 3 e E- 4; Flexores de joelho D- 3 e E-5; Extensores de joelho D- 4 e E- 5; 
O tratamento foi iniciado no dia 09/10/12 cuja conduta foi:
Exercícios de flexão e extensão coxofemoral contra a resistência do tubing azul; Exercícios de abdução e adução de quadril com o auxílio do tubing azul; Exercícios de flexão e extensão de joelho contra a resistência do tubing azul (onde apresenta maior desconforto); Exercícios de circundação com o auxílio de tubing azul; Treino de marcha com barra paralela com obstáculo (10 idas e 10 voltas); Todos os exercícios foram feitos em duas séries de 10 repetições.
	Na 2° observação (11/10/12) O protocolo de tratamento foi o mesmo já que a paciente não apresentou desconforto pós cinesioterapia, além de verificado o aumento no arco de movimentos e a diminuição do edema na região articular do joelho e quadril.
ARTIGOS PESQUISADOS:
- ABREU, M. F; BRAGA, F. A; Ultra-som pulsátil e ondas de choque extra corpóreo no tratamento da exostose calcanear: uma revisão de literatura; Revista Científica da Faculdade de Educação e Meio Ambiente 2(2):133-143; 2011;
- CASTRO, A. B; Síndrome do impacto do ombro. Diagnóstico e tratamento; Centro Mineiro de Tratamento da Dor; Belo Horizonte – MG; 2009;
- GIORDANO, M; GIORDANO, V; GIORDANO, L. H.B; GIORDANO, J. N; Tratamento conservador da síndrome do impacto subacromial: estudo em 21 pacientes; Acta Fisiátrica 7(1): 13-19; 2000;

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