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RESUMO CAPITÚLO 1. 6.RESUMO CAPITÚLO 1. 6. C R E S C I M E N T O D A P A R T I C I P A Ç Ã O D E C L I E N T E @ l a r i s . a q u i n o @ l a r i s . a q u i n o Além de reter bons clientes para capturar seu valor ao longo do tempo, uma boa gestão do relacionamento com o cliente pode ajudar as empresas a aumentar sua participação de cliente — a participação que elas obtêm das compras do cliente em suas categorias de produto. Para aumentar a participação de cliente, as empresas podem oferecer mais variedade aos clientes atuais. Podem também criar programas de vendas cruzadas e vendas incrementais, com o intuito de negociar mais produtos e serviços com os clientes existentes. @ l a r i s . a q u i n o Agora podemos ver a importância não apenas de adquirir clientes, mas também de mantê-los e cultivá-los. O valor de uma empresa é proveniente do valor de seus clientes atuais e futuros. A gestão do relacionamento com o cliente assume uma visão de longo prazo. As empresas não querem só criar clientes lucrativos — elas querem “tê-los” para a vida inteira, conquistar uma participação maior de suas compras e capturar seu valor ao longo do tempo @ l a r i s . a q u i n o A grande meta da gestão do relacionamento com o cliente é produzir um alto customer equity. O customer equity consiste no total do valor ao longo do tempo de todos os clientes atuais e potenciais da empresa. Assim, é uma medida do valor futuro da base de clientes da empresa. Sem dúvida, quanto mais fiéis são os clientes lucrativos da empresa, maior é o seu customer equity. @ l a r i s . a q u i n o O customer equity pode ser uma medida melhor do desempenho de uma empresa do que as vendas atuais ou a participação de mercado. Isso porque, enquanto as vendas e a participação de mercado refletem o passado, o customer equity sugere o futuro. As empresas não devem se preocupar apenas com as vendas atuais e a participação de mercado. O valor do cliente ao longo do tempo e o customer equity são o que definem o jogo. @ l a r i s . a q u i n o As empresas devem gerenciar cuidadosamente o customer equity. Elas devem ver os clientes como ativos que precisam ser administrados e maximizados. Entretanto, nem todos os clientes — nem mesmo todos os clientes fiéis — são bons investimentos. Surpreendentemente, alguns clientes fiéis podem não ser lucrativos e alguns clientes não fiéis podem ser lucrativos. Quais clientes a empresa deve adquirir e reter? A empresa pode classificar os clientes tendo em vista sua lucratividade potencial e administrar seu relacionamento com eles de acordo com isso. A Figura abaixo classifica os clientes em quatro grupos de relacionamento, segundo sua lucratividade e sua fidelidade projetada @ l a r i s . a q u i n o @ l a r i s . a q u i n o Cada grupo requer uma estratégia diferente de gestão de relacionamento. Os estranhos apresentam baixa lucratividade potencial e pouca fidelidade projetada. Há pouca correspondência entre as ofertas da empresa e as necessidades desses clientes. A estratégia de gestão de relacionamento para eles é simples: não invista nada neles @ l a r i s . a q u i n o As borboletas são potencialmente lucrativas, mas não são fiéis. Há uma boa correspondência entre as ofertas da empresa e as necessidades desses clientes. Entretanto, como as borboletas na vida real, é possível apreciá-los somente por um momento — logo eles vão embora. Os esforços para transformar borboletas em clientes fiéis raramente dão certos. Em vez disso, a empresa deve beneficiar-se das borboletas enquanto pode @ l a r i s . a q u i n o Deve criar transações satisfatórias e lucrativas com elas, conquistando a maior parcela possível de seus negócios no curto período em que comprarem seus produtos. Depois, deve parar de investir nelas até a próxima vez que se aproximarem. Os verdadeiros amigos são tanto lucrativos como fiéis. Há uma grande correspondência entre as necessidades desses clientes e as ofertas da empresa. @ l a r i s . a q u i n o A empresa quer fazer contínuos investimentos em relacionamento para encantar esses clientes, bem como para retê-los e cultivá-los Ela quer transformar os verdadeiros amigos em verdadeiros adeptos, que retornam regularmente e comentam com outras pessoas sobre suas boas experiências com a empresa. Os mariscos são clientes altamente fiéis, mas não muito lucrativos. Há uma correspondência limitada entre as necessidades desses clientes e as ofertas da empresa. @ l a r i s . a q u i n o Os mariscos talvez sejam os clientes mais problemáticos. A empresa deve ser capaz de aumentar a lucratividade desses clientes vendendo-lhes mais, elevando suas taxas ou reduzindo os serviços a eles oferecidos. Contudo, se não puderem se tornar lucrativos, eles devem ser “dispensados” Salve para consultar depois Este conteúdo te ajudou? @ l a r i s . a q u i n o VEJA TAMBÉM A LISTA:VEJA TAMBÉM A LISTA: