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história da filosofia medieval

Questionário de História da Filosofia Medieval: múltipla escolha com comentários e referências ao livro Entre a fé e a razão, abordando conversão religiosa, patrística e o legado da Antiguidade Clássica.

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Questão 1/10 - História da Filosofia Medieval
Leia o fragmento de texto a seguir.
Durante a Idade Média o letramento era acessível a poucos. Neste panorama, a propagação da fé se dava de formas diferentes para os que sabiam ler, e para a grande massa de camponeses analfabetos.
Fonte: texto elaborado pelo autor da questão.
Considerando o texto acima e os conteúdos do livro-base Entre a fé e a razão: Deus, o mundo e o homem na filosofia medieval, quais eram dos métodos utilizados para a conversão à fé católica no período medieval? Assinale a alternativa correta.
Nota: 10.0
	
	A
	A plebe se convertia por meio do batismo e da presença na Igreja aos domingos, e as elites através do ensinamento da doutrina.
Você acertou!
Comentário: Esta é a alternativa correta pois “[...] o batismo puro e simples da plebe ou a conversão racionalizada das elites mediante o aprendizado elaborado da doutrina católica. De qualquer forma tratava-se de aceitar as verdades reveladas, das quais a Igreja se dizia guardiã e promotora” (livro-base, p. 56).
	
	B
	Só os pobres podiam ser convertidos pois os ricos nunca poderiam entrar no reino dos céus.
	
	C
	O método mais utilizado para a conversão era a reclusão por sete dias seguida da raspagem da cabeça.
	
	D
	A conversão era desnecessária, pois a religião católica era diretamente vinculada ao nascimento, por se considerarem o povo escolhido de Deus.
	
	E
	O único caminho era via o entendimento da prova ontológica da existência de Deus.
Questão 2/10 - História da Filosofia Medieval
Leia o fragmento de texto:
"[...] é uma corrente filosófico-teológico composta pelos Padres da Igreja nos primeiros séculos da era cristã. Os textos originais dessa época foram redigidos em grego e latim. Os Padres da Igreja eram considerados grandes pensadores que por suas investigações contribuíram para o fortalecimento da doutrina cristã, aproximadamente ao longo de seis Séculos".
Após esta avaliação, caso queira ler o texto integralmente, ele está disponível em: Silva, N. C. B. História da Filosofia Medieval. São Cristóvão, SE: CESAD,, 2016, p. 28.
<http://www.cesadufs.com.br/ORBI/public/uploadCatalago/16482115082016Historia_da_Filosofia_Medieval_I_Aula_2.pdf> Acesso em 06 de jul. 2017.
 Considerando o fragmento acima e os conteúdos do livro-base Entre a fé e a razão: Deus, o mundo e o homem na filosofia medieval, qual foi a contribuição do movimento patrístico para a filosofia cristã medieval? Assinale a alternativa correta.
Nota: 10.0
	
	A
	A principal contribuição foi a absorção dos escritos de Maomé para a estruturação do monoteísmo cristão.
	
	B
	A patrística se destacou pela negação total da herança filosófica grega.
	
	C
	A patrística contribuiu propagando a fé em Alexandre, o Grande, que depois foi considerado santo pela Igreja Católica.
	
	D
	A patrística promoveu uma sistematização e fundamentação da doutrina cristã, assimilando aspectos da filosofia grega.
Você acertou!
Resposta: Esta é a resposta correta pois “o movimento patrístico contribuiu para a sistematização e a fundamentação da doutrina cristã e para a defesa da fé católica diante das polêmicas envolvendo o paganismo e as heresias” (livro-base, p. 67).
	
	E
	O movimento patrístico foi responsável pela mudança da capital do Império romano, para a cidade de Bizâncio, que passou a se chamar Constantinopla.
Questão 3/10 - História da Filosofia Medieval
Analise o seguinte excerto de texto.
"Além dos dez séculos, do IV ao XV, que a Idade Média tradicional abrange, é importante falar dos esboços de Europa durante esse período conservando no espírito os patrimônios das civilizações anteriores que a Idade Média investiu numa consciência potencialmente europeia".
Após esta avaliação, caso queira ler o texto integralmente, ele está disponível em: LE GOFF, J. As raízes medievais da Europa. Petrópolis:. Vozes. 2007. p. 19.
Considerando os conteúdos do livro-base Entre a fé e a razão: Deus, o mundo e o homem na filosofia medieval, qual é o legado da Antiguidade Clássica para a visão de mundo ocidental? Assinale a alternativa correta.
Nota: 10.0
	
	A
	A formação de uma visão de mundo que valoriza a busca pelo conhecimento, e diversos valores culturais, como os de beleza e de justiça.
Você acertou!
Resposta: Esta é a resposta certa porque a “Antiguidade Clássica forneceu elementos formadores de uma visão de mundo pela qual o conhecimento se tornou a base para o progresso da sociedade e a religiosidade estabeleceu os princípios culturais, os valores, as crenças e os símbolos que, na atualidade, ainda conservam sua força no mundo ocidental”. (livro-base, p. 25)
	
	B
	A estruturação da sociedade nas cidades-Estado de origem grega, conhecidas como Pólis.
	
	C
	O modelo de governo conhecido como Democracia, oriundo de Atenas.
	
	D
	A explicação do mundo com base na teologia cristã.
	
	E
	A divisão da sociedade em castas.
Questão 4/10 - História da Filosofia Medieval
Leia o seguinte extrato de texto:
"Os próprios romanos sincretizavam um ideal de humanidade herdado das fontes mais variadas. Eles tinham consciência de que os gregos, mas igualmente os celtas, os púnicos, os iberos, os egípcios e os povos semitas, por mais bárbaros que fossem a seus olhos, partilhavam com eles heranças e tradições que era preciso respeitar. Esse sentimento não deve ser considerado contraditório às declarações depreciativas que afirmavam a superioridade romana e eram ressentidas pelos conquistados".
Após esta avaliação, caso queira ler o texto integralmente, ele está disponível em: LE ROUX, P. Império romano. Porto Alegre: L&PM Pocket. 2009. p. 38.
 Considerando o extrato de texto e os conteúdos do livro-base Entre a fé e a razão: Deus, o mundo e o homem na filosofia medieval, quem eram os bárbaros que destruíram o império romano?
Nota: 10.0
	
	A
	Imperadores capazes de atos de extrema violência, como Nero.
	
	B
	Todos aqueles que acreditavam em Cristo como encarnação de Deus na terra e salvador da humanidade.
	
	C
	Todos aqueles que se situavam além dos limites do Império, e que não falavam Latim. Os habitantes da Germânia estão entre os mais conhecidos.
Você acertou!
Resposta: Esta é a resposta certa porque “Eram considerados povos bárbaros para os romanos, todos os habitantes que viviam além dos limites do império e que não falavam o latim, ou seja, que não compartilhavam da mesma cultura. Entre os povos mais conhecidos estavam os habitantes da Germânia, como vândalos, francos, saxões, anglos, godos e visigodos, entre outros”. (livro-base, p. 25)
	
	D
	Todos aqueles povos no quais os homens, diferente dos romanos, cultivavam uma longa barba.
	
	E
	Eram os Persas, liderados por Alexandre, o Grande.
Questão 5/10 - História da Filosofia Medieval
Leia o seguinte fragmento de texto.
"Pois o homem não é nem só corpo, nem só alma, mas um composto de corpo e de alma. É certamente verdade que a alma não é o homem todo, mas sua melhor parte; nem o corpo é o homem todo, mas sua parte inferior: são os dois reunidos que merecem o nome de homem".
Após esta avaliação, caso queira ler o texto integralmente, ele está disponível em: AGOSTINHO, A Cidade de Deus, parte II, 2a. edição. Petrópolis: Vozes, 1990, p. 124.
Considerando o fragmento acima e os conteúdos do livro-base Entre a fé e a razão: Deus, o mundo e o homem na filosofia medieval a respeito da concepção de Agostinho sobre a relação entre o corpo e alma no homem, é correto afirmar que:
Nota: 10.0
	
	A
	o corpo é expressão da corrupção e da perdição, e só pode ser salvo pela morte e a separação da alma.
	
	B
	Agostinho retoma o dualismo platônico e vê a alma como algo superior ao corpo.
Você acertou!
Comentário: Esta é a resposta certa pois “Retomando o dualismo platônico, Agostinho coloca em oposição corpo e alma. Nesse sentido, o corpo, como parte da matéria, obra da criação divina, é bom por natureza. No entanto, a condição de união acidental entre corpo e alma predispõe esta a buscar as coisas superiores, enquanto aquele tem suas próprias demandas, desejos, necessidades e apetites que o lançamem direção ao mundo físico e material. [...] em Agostinho a superação dessa condição só pode vir pela vida espiritual ascética e pela salvação que Deus concede aos eleitos. [...] A alma deve dominar o corpo e submetê-lo a uma vida de rigor, ascese e purificação (Livro-base, p. 79).
	
	C
	Agostinho defende que Jesus, em sua perfeição divina, não podia ter corpo material.
	
	D
	o corpo, assim como a hóstia, para Agostinho, é a presença de Deus encarnado e não pode ser corrompido.
	
	E
	o padre-filósofo propõe que a Igreja deveria aceitar apenas os corpos perfeitos, pois eram expressão de almas puras.
Questão 6/10 - História da Filosofia Medieval
Leia o excerto a seguir.
"A posição geográfica da rebatizada Constantinopla, ligando o Ocidente e o Oriente, as suas defesas naturais (Bósforo, mar de Mármara, Corno de Ouro) e a sua privilegiada articulação com as grandes rotas comerciais terrestres e marítimas (Europa-Ásia e mar Negro-mar Egeu) justificam plenamente a escolha do primeiro imperador cristão, Constantino".
Após esta avaliação, caso queira ler o texto integralmente, ele está disponível em: MONTEIRO, J. G. História concisa do Império Bizantino: das origens à queda de Constantinopla. Coimbra: Imprensa da Universidade de Coimbra, s.d.
<http://hdl.handle.net/10316.2/40786> Acesso em 3 de jul. 2017.
Considerando os conteúdos do (livro-base Entre a fé e a razão: Deus, o mundo e o homem na filosofia medieval, por que o Imperador Constantino decidiu mudar a capital do Império romano para Bizâncio, que ficou conhecida como Constantinopla, atual Istambul? Assinale a alternativa correta
Nota: 10.0
	
	A
	Foi uma estratégia para administrar melhor o Império, se defender dos bárbaros e fixar a nova capital em uma importante rota mercante e portuária.
Você acertou!
Resposta: Esta é a alternativa correta porque “O imperador tinha como objetivo melhorar a administração do Império, e a mudança foi uma escolha estratégica, pois a nova capital era uma importante rota mercante e portuária entre a Europa e a Ásia” (livro-base, p. 33).
	
	B
	Para se aproximar do Paraíso na Terra, que segundo os mapas antigos ficava no extremo Oriente.
	
	C
	Para fugir dos cristãos, que logo se tornariam os responsáveis pela queda do Império romano do Ocidente.
	
	D
	Para se defender de Alexandre, o Grande.
	
	E
	Para se defender da expansão Árabe.
Questão 7/10 - História da Filosofia Medieval
Leia a citação.
"Ainda menos que o anjo, o homem não é capaz de se iluminar por seus próprios meios. Semelhante ao ar que não é senão trevas se a claridade do sol não o penetrar, ele pode receber a luz e transmiti-la, mas não a produz".
Após esta avaliação, caso queira ler o texto integralmente, ele está disponível em: GILSON, E. A filosofia na Idade Média. São Paulo: Martins Fontes, , 2001, p. 259.
A partir da citação e dos conteúdos presentes no livro-base Entre a fé e a razão: Deus, o mundo e o homem na filosofia medieval sobre a condição do homem conforme a doutrina cristã no período medieval, é correto afirmar que:
Nota: 10.0
	
	A
	A condição humana era de ascensão e elevação, estando cada vez mais próxima de Deus.
	
	B
	Os homens estavam todos condenados, restando aos devotos apenas orar para que fosse breve sua passagem pelo purgatório.
	
	C
	Havia duas condições: a dos cristãos que já constituíam o povo eleito através do nascimento e todos os demais estavam já condenados.
	
	D
	A salvação podia ser comprada através de grandes doações em dinheiro ou terras, pois a riqueza terrena era sinônimo de graça divina.
	
	E
	O homem tinha como condição a decadência e o sofrimento (via pecado original), sendo a fé a única alternativa para a salvação da alma.
Você acertou!
COMENTÁRIO: Esta é a resposta certa pois “Podemos afirmar que a condição humana era de decadência, sofrimento e desesperança, restando somente a porta da fé como alternativa de salvação. Tudo o que era humano, terreno, imanente e natural precisava ser negado ou ressignificado” (livro-base, p. 57).
Questão 8/10 - História da Filosofia Medieval
Leia o excerto a seguir.
"De qualquer forma que se vejam o estoicismo e a doutrina religiosa do cristianismo nascente, é impossível silenciar acerca das semelhanças entre eles. E isso é útil não só para entendermos melhor o importante fenômeno da expansão do cristianismo, e não de outras religiões orientais, mas também para percebermos que o cristianismo que conhecemos deve ser analisado também como forma de pensar e viver oriental que se expandiu mediante a adoção de elementos da cultura clássica antiga".
Após esta avaliação, caso queira ler o texto integralmente, ele está disponível em: ASSMAN, S. J. Estoicismo e helenização do cristianismo. Revista de Ciências Humanas, UFSC, São Carlos. v. 11, n. 15, p. 24-38, 1994, p. 25.
<https://periodicos.ufsc.br/index.php/revistacfh/article/view/23812/21368>. Acesso em 3 de jul. 2017.
 Considerando o excerto acima e os conteúdos do livro-base Entre a fé e a razão: Deus, o mundo e o homem na filosofia medieval, qual paralelo poderíamos traçar entre estoicismo e cristianismo?
Nota: 10.0
	
	A
	Ambos acreditam em Deus e na sua encarnação em Jesus Cristo.
	
	B
	O estoicismo, como o cristianismo, defende a chegada do Messias como o momento do Juízo Final.
	
	C
	O estoicismo foi a formulação adotada pelos gregos para a chegada do cristianismo na Grécia.
	
	D
	Ambos defendem o ideal de vida simples, austera e equilibrada por meio do cultivo da virtude e da entrega a um logos ou racionalidade superior.
Você acertou!
Comentário: Esta é a reposta correta porque “De modo geral, o homem estoico representa o protótipo do cristão – um indivíduo de vida simples e austera, de temperamento equilibrado e vontade inquebrantável, alguém que entrega sua vida ao logos (Deus), que governa o Universo. A partir dessa entrega a vida ganha um novo sentido e a felicidade surge com a vontade divina”. (livro-base, p. 51)
	
	E
	Estoico foi o nome dado aos primeiros padres da Igreja na Grécia.
Questão 9/10 - História da Filosofia Medieval
Analise o seguinte fragmento de texto.
"O ser incriado [Deus], sendo imutável, não pode estar sujeito ao mal. A sua autossuficiência no ser comporta a sua autonomia no bem: não pode adquirir perfeição uma vez que possui toda perfeição, e dessa perfeição não pode perder nenhum traço, porque nele a perfeição é idêntica à própria essência".
Após esta avaliação, caso queira ler o texto integralmente, ele está disponível em: SANTOS, B. S.; COSTA, R. História da Filosofia Medieval Vitória: SEAD. 2015. p. 104. <http://www.ricardocosta.com/sites/default/files/livros/pdf/web_historia_da_filosofia_medieval.pdf>. Acesso em 02 de jul. 2017.
Considerando o fragmento e os conteúdos do livro-base Entre a fé e a razão: Deus, o mundo e o homem na filosofia medieval acerca da questão relativa à presença do mal no mundo e a solução cristã para este problema, é correto afirmar que:
Nota: 10.0
	
	A
	Para os cristãos o mundo se divide entre duas forças cósmicas, o bem e o mal, que estão eternamente em luta.
	
	B
	O cristianismo propõe o mal como uma criatura que habita o caos e todo momento ameaça a criação divina.
	
	C
	Para a teologia cristã o mal passou a ser uma condição moral do homem, que se afastou de Deus, uma consequência do pecado.
Você acertou!
Comentário: Esta é a questão correta porque “a reformulação conceitual em torno do mal passou a ser repensada com base no conceito de pecado como expressão do livre-arbítrio do homem. Ou seja, o mal é acima de tudo uma condição moral do homem que se afastou de Deus” (livro-base, p. 52).
	
	D
	A resposta cristã para a questão do mal é de origem maniqueísta.
	
	E
	O cristianismo não se ocupou da questão do mal, pois estava comprometido apenas com a salvação das almas.
Questão 10/10 - História da Filosofia Medieval
Leia o fragmento de texto a seguir. 
"O grande nome da Patrística, e uma das figuras que, sem dúvida, maior influência exerceram por toda a Idade Média, foi Santo Agostinho. Para acompanhar seu pensamento, é preciso lembrar quepara ele as verdades da fé não podem ser demonstráveis pela razão, mas esta pode confirmar aquelas: ‘compreender para crer, crer para compreender”".
Após esta avaliação, caso queira ler o texto integralmente, ele está disponível em: FRANCO JÙNIOR, H. A Idade Média: nascimento do Ocidente. São Paulo: Brasiliense. 2001. p 145.
<http://www.letras.ufrj.br/veralima/historia_arte/Hilario-Franco-Jr-A-Idade-Media-PDF.pdf>. Acesso em 02 de jul. 2017.
 Considerando os conteúdos do livro-base Entre a fé e a razão: Deus, o mundo e o homem na filosofia medieval sobre a relação entre Platão e o cristianismo, Santo Agostinho...
Nota: 10.0
	
	A
	afirma que a salvação que vem pela palavra de Cristo e pela prática de seus ensinamentos supera a iluminação da alma em Platão.
Você acertou!
Resposta: Para ele, a salvação que vem pela palavra de Cristo e pela prática de seus ensinamentos supera a iluminação da alma em Platão. No entanto [...] rompeu com a postura cética de perpétua suspeição diante do mundo, numa clara concordância com Platão sobre a possibilidade e o progresso do conhecimentos das realidades mais profundas: o uno. O belo, o bem, as ideias e as almas (livro-base, p. 76).
	
	B
	explica que Cristo teria conhecido a Deus através do estudo meticuloso das obras de Platão.
	
	C
	acredita que as obras de Platão possuem o mesmo status divino que a vida de Cristo.
	
	D
	propõe a refutação de toda a filosofia platônica após sua adesão à doutrina de Aristóteles.
	
	E
	Defende que Platão alcançou de fato a Deus, e que sua obra filosófica estava acima da Bíblia.

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