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COMBO RESUMOS DIVERSOS - PDF

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CICLO CARDIÁCO 
 
SISTOLE (ATRIAL E VENTRICULAR) = CONTRAÇÃO 
DIASTOLE (ATRIAL E VENTRICULAR) = RELAXAMENTO 
 
 
 
 
@ESTUDA.FISIOTERAPEUTA 
 INTRODUÇÃO 
A principal função do SISTEMA CIRCULATÓRIO é transportar 
nutrientes, sais minerais, gases e metabolitos através da circulação 
do sangue por todo o corpo. A circulação é realizada por meio da 
ação de contração e relaxamento que o coração realiza, no qual 
chamamos esses momentos de sístole e diástole. Já os vasos 
sanguíneos como artérias, veias, capilares e vênulas são as vias por 
onde o sangue circula. 
INFORMAÇÕES IMPORTANTES: 
 
 
 
@ESTUDA.FISIOTERAPEUTA 
COMPONENTES: 
Podemos considerar alguns componentes do sistema 
circulatório, como por exemplo, as seguintes estruturas: 
• Coração 
• Artérias 
• Veias 
• Capilares 
• Arteríolas 
• Vênulas 
• Sangue arterial 
• Sangue venoso 
 
O CORAÇÃO 
O coração é uma bomba muscular contrátil propulsora, de 
músculo estriado cardíaco, com contração involuntária, 
prolongada e rítmica. 
O mesmo contém células auto excitatórias e condutoras, 
realizando, portanto, o marca-passo cardíaco. 
 
@ESTUDA.FISIOTERAPEUTA 
VASOS SANGUINEOS 
São tubos por onde o sangue passa. Os três principais 
tipos de vasos sanguíneos são: 
✓ ARTÉRIAS 
✓ VEIAS 
✓ CAPILARES. 
VEIAS 
Os capilares sanguíneos convergem para as chamadas 
vênulas, as quais convergem para as veias. As veias são os 
vasos que garantem que o sangue retorne ao coração. 
Nesses vasos, o sangue corre em baixa pressão e para 
evitar o refluxo do sangue as veias são dotadas de valvas. 
CAPILARES 
São vasos sanguíneos muito delgados que 
garantem a troca de substâncias entre o 
sangue e os tecidos do corpo. 
ARTÉRIAS 
São vasos que levam o sangue, a partir do coração, para 
os órgãos e tecidos do corpo. Nesses vasos, o sangue 
corre em alta pressão. As artérias ramificam-se em 
arteríolas. 
 
FUNÇÃO DOS ÁTRIOS 
Tem grande função de reservatório (70% do sangue que 
chega aos átrios, vai diretamente para os ventrículos sem 
a necessidade de contração. Logo após, em sua Contração 
Atrial de fato, será ejetado os 30% restantes. 
 
 VENTRÍCULOS 
Os ventrículos são cavidades inferiores, fazendo conexão 
com as artérias. Ademais, são estruturas de contração 
forte, por isso a sua parece muscular é maior em relação à 
parede muscular dos átrios. 
 VÊNULAS 
Uma vênula ou vénula é um pequeno vaso sanguíneo que 
faz o sangue pobre em oxigênio retornar dos capilares para 
as veias 
 
@ESTUDA.FISIOTERAPEUTA 
 
 
SANGUE VENOSO 
O SANGUE QUE CIRCULA NAS ARTÉRIAS PULMONARES É DENOMINADO VENOSOS, POBRE EM OXIGÊNIO E RICO EM DIÓXIDO DE CARBONO. 
✓ O sangue venoso segue a parte venosa da Grande circulação até atingir no coração a aurícula direita, o ventrículo direito, as artérias, arteríolas e 
capilares pulmonares. 
As células do organismo consomem oxigênio no processo de obtenção da energia necessária para seu funcionamento. Quando o sangue rico em oxigênio 
(arterial) passa pela proximidade destas células, o oxigênio atravessa a membrana capilar, por difusão e passa àquelas células. A menor quantidade de 
oxigênio muda as características físicas do sangue, passando o mesmo de vermelho vivo para uma tonalidade vermelho escuro. Nos alvéolos pulmonares o 
oxigênio do ar respirado, novamente por difusão, passa ao sangue, transformando-o em sangue arterial. 
• A principal célula sanguínea envolvida é a hemácia. A principal proteína envolvida é a hemoglobina. 
 
 SANGUE ARTERIAL 
O sangue arterial circula pelas veias pulmonares e pelas artérias 
sistêmicas. O termo sangue arterial não significa sangue que circula 
nas artérias, mas sim sangue rico em oxigênio. 
✓ O sangue arterial segue a parte venosa da pequena circulação 
até atingir, no coração, o átrio esquerdo, o ventrículo 
esquerdo, as artérias, arteríolas e capilares sistêmicos. Nestes 
últimos, o oxigênio do sangue arterial, por difusão, passa 
às células do organismo. Somente os capilares fazem essa troca 
com as células, as artérias e arteríolas são muito espessas para 
tal difusão. 
@ESTUDA.FISIOTERAPEUTA 
https://pt.wikipedia.org/wiki/Sangue_venoso
https://pt.wikipedia.org/wiki/Grande_circula%C3%A7%C3%A3o
https://pt.wikipedia.org/wiki/Cora%C3%A7%C3%A3o
https://pt.wikipedia.org/wiki/C%C3%A9lula
https://pt.wikipedia.org/wiki/Oxig%C3%AAnio
https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Membrana_capilar&action=edit&redlink=1
https://pt.wikipedia.org/wiki/Difus%C3%A3o
https://pt.wikipedia.org/wiki/Sangue_arterial
https://pt.wikipedia.org/wiki/Hem%C3%A1cia
https://pt.wikipedia.org/wiki/Prote%C3%ADna
https://pt.wikipedia.org/wiki/Hemoglobina
https://pt.wikipedia.org/wiki/Pequena_circula%C3%A7%C3%A3o
https://pt.wikipedia.org/wiki/Grande_circula%C3%A7%C3%A3o
https://pt.wikipedia.org/wiki/Grande_circula%C3%A7%C3%A3o
https://pt.wikipedia.org/wiki/Art%C3%A9ria
https://pt.wikipedia.org/wiki/Cora%C3%A7%C3%A3o
https://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%81trio_esquerdo
https://pt.wikipedia.org/wiki/Ventr%C3%ADculo_esquerdo
https://pt.wikipedia.org/wiki/Ventr%C3%ADculo_esquerdo
https://pt.wikipedia.org/wiki/Arter%C3%ADola
https://pt.wikipedia.org/wiki/Capilar_sangu%C3%ADneo
https://pt.wikipedia.org/wiki/Difus%C3%A3o
https://pt.wikipedia.org/wiki/C%C3%A9lula
 
SEQUÊNCIA DOS EVENTOS ELÉTRICOS E MECÂNICOS DURANTE UM ÚNICO BATIMENTO CARDIÁCO 
(EM CINZA) - FASES DE CONTRAÇÃO VENTRICULAR 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
@ESTUDA.FISIOTERAPEUTA 
FASE 2- EJEÇÃO VENTRICULAR RÁPIDA: 
- Consiste no momento que as válvulas semilunares se abrem, ocasionando o aumento da pressão 
ventricular devido ao recebimento de grande fluxo sanguíneo dos átrios, devido ao fato que a pressão 
atrial está sendo maior que a pressão ventricular. Ocorrendo então, um enchimento passivo. 
- E ocorre a abertura das válvulas tricúspide e mitral, ocorrendo, portanto, o início da diástole 
ventricular. 
- Nesse momento ocorre a ejeção de uma grande quantidade do débito sistólico (cerca de 2/3). 
 
FASE 3 - EJEÇÃO VENTRICULAR LENTA: 
Ocorre quando parte do sangue dos átrios já passou aos ventrículos 
e com isso a pressão atrial reduziu um pouco e a pressão ventricular 
aumentou um pouco (30% de fluxo sanguíneo- ejetado durante a 
sístole atrial) . 
 
- Então o sangue passa mais lentamente para os ventrículos, com 
ação das válvulas tricúspide e mitral 
- Este momento ocorre antes dos picos de pressão sistólica aórtica. 
- Seu término ocorre com o final da ejeção ventricular. 
 
FASE 1 - RELAXAMENTO ISOVOLUMÉTRICO VENTRICULAR: 
O início do CICLO CARDÍACO se dá quando os átrios estão em DIÁSTOLE (“se enchendo” – o músculo 
cardíaco está relaxado), os ventrículos acabaram a SÍSTOLE (contração do músculo cardíaco e ejeção do 
sangue) e as válvulas atrioventriculares estão fechadas. 
Como os ventrículos acabaram a sístole agora, a pressão ventricular é muito baixa. Já os átrios estão se 
enchendo de sangue, e então a pressão atrial está aumentando. Essa fase é chamada de RELAXAMENTO 
ISOVOLUMÉTRICO VENTRICULAR. 
- Portanto, ocorre Diástole ventricular, onde se abrem as válvulas tricúspide e mitral e se fecham as 
semilunares. 
• O CORAÇÃO é uma bomba propulsora que bombeia o sangue de 60 a 100 vezes por minuto, o que faz com que traga nutrição sanguínea para todos os nossos tecidos. 
A SEGUNDA E A TERCEIRA FASE correspondem 
ao enchimento ventricular passivo e são 
responsáveis por cerca de 70% do volume 
ventricular. 
https://materiais.jaleko.com.br/video-fisiologia-cardiovascular-ciclo-cardiaco
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 @ESTUDA.FISIOTERAPEUTA 
FASE 6- CONTRAÇÃO ISOVOLUMÉTRICA VENTRICULAR 
- É o momento inicial da contração ventricular, o ventrículo se encontra cheio de sangue, 
e precisa ejetá-lo. mas, para isso precisa vencer a pressão das artérias aorta (ventrículo 
esquerdo) epulmonares (ventrículo direito). então, os ventrículos realizam a contração 
isovolumétrica ventricular. 
 
- O volume ventricular é constante nessa fase pois as válvulas semilunares ainda estão 
fechadas, sendo seu objetivo: vencer a pressão arterial e abrir as válvulas semilunares 
(aórtica e pulmonar). 
FASE 5 – FIM DA DIÁSTOLE VENTRICULAR 
Agora, já passados os 100% do volume sanguíneo para os ventrículos, a pressão 
ventricular é maior que a pressão atrial (já que o átrio ejetou todo seu sangue para os 
ventrículos). 
O sangue, por gradiente de pressão, tende a querer voltar para os átrios, já que vai do 
local de maior pressão para o de menor pressão. Porém, as válvulas atrioventriculares 
se fecham, e o sangue que tentava voltar para os átrios “bate” nas válvulas e gera 
então a primeira bulha cardíaca (B1) – o “TUM”. Essa fase (5ª) é o fim da diástole 
ventricular. 
 
FASE 4 – SISTOLE ATRIAL 
Após a terceira fase, a pressão ventricular e atrial se iguala, não 
havendo, portanto, gradiente de pressão e consequentemente não há 
também enchimento passivo. 
Então, na quarta fase do ciclo cardíaco, os átrios entram em sístole, 
para ejetar os 30% restantes para o ventrículo. 
FASE 7- FASE DE EJEÇÃO, O DÉBITO SISTÓLICO 
- Após a abertura das válvulas semilunares, tem início a ejeção, onde os ventrículos 
ejetam o sangue, para artéria aorta e para as artérias pulmonares. 
 
FASE 8- TÉRMINO DA SÍSTOLE VENTRICULAR 
- Com a ejeção, na fase do término da sístole ventricular, a pressão ventricular 
reduz, enquanto a pressão aórtica aumenta. Devido ao gradiente de pressão 
as válvulas semilunares se fecham, e ocorre então a segunda bulha cardíaca 
(B2) – o “ TÁ”. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Desenvolvimento 
Neuropsicomotor - 1 a 8 
anos: 
FATORES DESENCADEANTES 
1. Baixo peso ao nascer. 
2 Distúrbios cardiovasculares, respiratórios e neurológicos. 
3. Infecções neonatais. 
4. Desnutrição. 
5. Baixas condições socioeconômicas. 
6. Nível educacional precário dos pais. 
7. Prematuridade. 
8. Exploração do Ambiente. 
9. Estímulo Externos. 
 
 
 
POR QUE É TÃO IMPORTANTE AO RN? 
Quando o RN nasce o seu SNC ainda não 
está completamente desenvolvido e em 
consequência disso a criança é 
totalmente dependente de outrem. 
 
 
 
 
 
A partir da estimulação sensorial e 
motora, se manterá em constante 
evolução, consequentemente, auxiliando 
também no seu processo de 
aprendizagem. 
 
 
 INTRODUTÓRIO 
O desenvolvimento neuropsicomotor 
(DNPM) é definido como um processo 
de mudanças no comportamento 
motor de um indivíduo e que está 
interligado com a idade. 
FISIOTERAPEUTA 
É importante conhecermos o desenvolvimento motor 
normal para conseguir diagnosticar anormalidades e 
entrar com a intervenção adequada. 
O QUE DEVEMOS OBSERVAR EM CADA FASE? 
 
 
 
 
 
RECÉM-NASCIDO 
- Vê bem mas só tem um alcance de 15 
a 20 cm. Esta é a distância entre o 
peito e o rosto da mãe. 
 
- Tem o sentido do olfato 
completamente desenvolvido. 
 
- Ouve desde os 5 meses de gestação. 
É possível avaliar a sua reação aos sons 
com testes simples e estimulação 
adequados. A avaliação da sua 
capacidade auditiva é mais correta se 
for feita quando a criança já fala. 
 
- Ainda não tem controlo da cabeça, já 
pode mexer os braços ao acaso e se 
mantém em na postura de flexão ainda 
como estava no útero. 
1 MÊS................................................ 
- Foca objetos a 25 cm de distância. 
 
- Já não tem a persistência do reflexo 
de preensão, isto é, nem sempre fecha 
os dedos quando é estimulado na 
palma da mão. 
 
- Toda a musculatura está mais forte, 
por isso vai notar mais controle no 
posicionamento da cabeça e 
capacidade de movimentação, mas 
ainda não há controle total. 
 
- Distingue entre o claro e o escuro, 
mas não as cores. 
2 MÊS................................................ 
- É capaz de levantar a cabeça sozinho 
durante mais tempo, quando deitado 
de barriga para baixo. 
 
- Ao ser colocado sentado, o bebé já 
consegue manter a cabeça estável por 
algum tempo. 
 
- Conta com o reflexo preensão palmar 
e segura objetos. 
3 MÊS................................................ 
- Em posição prona (barriga para 
baixo), já pode usar os braços para 
suportar o peso do tronco e levantar 
totalmente a cabeça. 
 
- Ao ser estimulado a sentar a cabeça 
já fica alinhada ao corpo. 
 
4 MÊS................................................ 
- Consegue sentar-se se devidamente 
apoiado. 
 
- Tem controle completo sobre a 
cabeça e usa-o para explorar o mundo 
à sua volta, olhando para ambos os 
lados. 
 
- Na posição prona começa a elevar-se 
com apoio das mãos e dos braços e 
vira a cabeça. 
 
- A ação de pegar objetos já é mais 
desenvolvida, sendo possível manter o 
brinquedo em mãos por mais tempo. 
 
5 MÊS................................................ 
- Tem cada vez mais força nos 
membros e já começa levar os pés a 
boca. 
 
- Movimentos são mais coordenados. 
Inicia o controle de tronco. 
 
6 MÊS................................................ 
- Utiliza os membros para se 
movimentar, rolando para trás e para 
frente. 
- Suporta grande parte do seu peso nos 
membros superiores e inferiores. 
- Senta-se sem apoio por um curto 
período de tempo. 
- Consegue alcançar e agarrar o que 
quer ou a posicionar-se no chão para 
brincar. 
- Transfere objetos de uma mão para a 
outra. 
- A visão e a coordenação olho/mão 
encontram-se próximas da do adulto. 
 
7 MÊS................................................ 
- Senta com apoio. 
 
- Engatinha 
 
- Pega de 3 Dedos (Polegar + 2) 
 
- Brinca com os pés e brinquedos. 
 8 MÊS................................................ 
- Tem mais controle sobre os seus 
movimentos explorando melhor o 
ambiente. 
 
- É capaz de se sentar sem apoio e de 
se movimentar com bom equilíbrio. 
 
9 MÊS................................................ 
 
10 MÊS................................................ 
- Senta-se por iniciativa própria. 
 
- Domina alguns movimentos finos, 
como a pinça com os dedos e o 
polegar. 
 
- Consegue gatinhar e andar agarrado 
às coisas. Nem todos os bebes 
gatinham, o que não significa atraso no 
desenvolvimento, e sim, que apenas 
pulou esta etapa. 
 
12 MÊS................................................ 
- Caminha, agarrado, de mão dada ou 
independentemente, porém, esta 
etapa pode variar de uma criança para 
outra. 
 
- Consegue escolher, segurar, pôr ou 
tirar brinquedos de uma caixa. 
 
- Pinça fina bem definida e já consegue 
segurar uma caneta e arrisca alguns 
rabiscos. 
 
11 MÊS................................................ 
 
 
 
 
ANOTAÇÕES: 
 12 a 15 meses 
HABILIDADE MOTORAS GROSSAS 
 
- Anda sem apoio; 
- Marcha rápida; 
- Anda para trás; 
- Anda para os lados; 
- Inclina-se para olhar entre as próprias pernas; 
- Arrasta-se ou vai puxando para subir escadas; 
- Atira a bola em posição sentada. 
 
HABILIDADE MOTORAS FINAS 
 
- Marca o papel com o lápis; 
- Constrói torres usando cubos; 
- Vira um pequeno recipiente para tirar o 
conteúdo. 
 
 
26 a 24 meses 
HABILIDADE MOTORAS GROSSAS 
 
- Agacha-se brincando; 
- Sobe e desce escadas dando uma das mãos com 
ambos os pés no degrau; 
- Dá impulso para andar sobre os brinquedos com 
rodas; 
- Chuta bola; 
- Atira a bola para a frente; 
- Apanha brinquedos do chão sem cair. 
 
HABILIDADE MOTORAS FINAS 
 
- Dobra papel; 
- Empilha seis cubos; 
- Copia traços verticais e horizontais com lápis; 
- Segura o lápis entre o polegar e os dedos. 
 
 
2 anos 
HABILIDADE MOTORAS GROSSAS 
 
- Anda de triciclo; 
- Anda para trás; 
- Anda nas pontas de pés; 
- Corre sobre os dedos do pé; 
- Sobe e desce escadas alternado os pés; 
- Apanha bolas grandes; 
- Pula em um só pé. 
 
 
HABILIDADE MOTORAS FINAS 
 
- Gira maçaneta; 
- Abre e fecha garrafas; 
- Abotoa botões grandes; 
- Usa tesouras infantis com ajuda; 
- Resolve quebra-cabeças de 12 a 15 peças; 
-Dobra papel ou roupas. 
 
 
 
 
 
 
 
 
Idade Pré-escolar (3 a 4 anos) 
HABILIDADE MOTORAS GROSSAS 
 
- Atirar bolas a 3 metros; 
- Anda sobre uma linha por 3 metros; 
- Pula 2-10 vezes em um só pé; 
- Salta a uma distância de até 60 cm; 
- Pula obstáculos de até 30 cm; 
- Atira e pega bolas pequenas; 
- Corre com rapidez e evita obstáculos. 
 
 
HABILIDADE MOTORAS FINAS 
 
- Controla o lápis com mais eficiência; 
- Copia círculos ou cruzes; 
- Combina cores; 
- Corta com tesoura; 
- Desenha figuras humanas reconhecíveis, com 
cabeça e MMSS e MMII; 
- Desenha quadrados; 
- Pode demonstrar preferência por uma das 
mãos. 
 
 
 
Idade Inicial Escolar (5 a 8 anos) 
HABILIDADE MOTORAS GROSSAS 
 
- Pula alternando os pés; 
- Galopa; 
- Brinca de amarelinha; 
- Pula com ritmo e controle (pula cordas); 
- Bate em bola grande; 
- Chuta bola com maior controle; 
- MMII crescem mais do que o tronco, 
permitindo maior velocidade e alavancagem. 
 
HABILIDADE MOTORAS FINAS 
 
- Mão preferencial evidente; 
- Escreve bem, começando a aprender a letra 
cursiva; 
- Capaz de abotoar pequenos botões. 
 
 
 
 
ANOTAÇÕES: 
 
 
 
INFORMAÇÕES IMPORTANTES: 
 
O RN irá mudar a partir desse processo, da condição de total dependência do seu cuidador para a independência, pois esse desenvolvimento ajuda a 
criança a conhecer e a controlar o seu próprio corpo e com isso ele estará mais apto a explorar o mundo em que vive. E para que esse processo ocorra com 
êxito utilizam-se vários recursos, em especial a ESTIMULAÇÃO PRECOCE (EP), que ajuda a desenvolver a criança de acordo com a fase em que ela se encontra. 
A EP pode ser aplicada por meio de atividades e exercícios de estimulação e, é importante, que estas atividades sejam aplicadas de forma agradável, tanto 
para a criança quanto para os pais, pois desta forma estão dando carinho e criando um ambiente propício à estimulação que vai ajudar a desenvolver as 
capacidades do RN como as percepções sensoriais, movimentos normais, comunicação, socialização e a capacidade de raciocínio, e irá auxiliar na prevenção 
de possíveis problemas no desenvolvimento da criança. O afeto da família e da escola e de todos os adultos que participam da vida da criança é de grande 
importância não só para o seu DNPM, mas também será importante para o seu desenvolvimento psicoafetivo. 
 
 
A Fisioterapia atua no desenvolvimento infantil utilizando de técnicas no tratamento de pacientes neonatais, lactentes e pediátricos. A atuação segue 
sobre as crianças que apresentarem alguma alteração nas fases do desenvolvimento citadas anteriormente, estimulando-as de forma a igualar o 
desenvolvimento motor a idade da criança. Para isso usa de terapias lúdica e objetos como bola, bola feijão, bastão, bambolê e até mesmo brinquedos para 
prender a atenção da criança e estimulá-la a fazer a postura ou movimento necessário para o tratamento. 
 
http://www.shopfisio.com.br/c/aparelhos-equipamentos-fisioterapia
http://www.shopfisio.com.br/index?page=search%2Fsearch_result&by=2&keyword=bola+su%ED%E7a
http://www.shopfisio.com.br/index?page=search%2Fsearch_result&by=2&keyword=bola+feij%E3o
http://www.shopfisio.com.br/p/bastao-de-madeira-colorido-jogo-com-05-un-e-suporte.html
http://www.shopfisio.com.br/index?page=search%2Fsearch_result&by=2&keyword=bambole
 
DISPONÍVEIS EM: 
https://www.passeidireto.com/arquivo/49766722/tabela-de-desenvolvimento-neuropsicomotor 
https://m.shopfisio.com.br/blog/desenvolvimento-motor-normal 
https://www.passeidireto.com/arquivo/49766722/tabela-de-desenvolvimento-neuropsicomotor 
 
https://www.passeidireto.com/arquivo/49766722/tabela-de-desenvolvimento-neuropsicomotor
https://m.shopfisio.com.br/blog/desenvolvimento-motor-normal
https://www.passeidireto.com/arquivo/49766722/tabela-de-desenvolvimento-neuropsicomotor
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Método Canguru 
 
O QUE É A POSIÇÃO CANGURU? 
 
Consiste em manter o RN de baixo 
peso em contato pele a pele, na 
posição vertical, junto ao peito dos 
pais ou de outros familiares, de forma 
gradativa. 
 
PS. Inicialmente os pais tocam seu 
 filho, para depois colocá-lo 
na posição canguru. 
 
 
 
QUAIS OS PESOS IDEAIS? 
PARA INICIAR O MÉTODO: 
1.600 g 
 
PESO OBJETIVO COM O MÉTODO: 
2.500 g 
 
 
 
 
 
 
 INTRODUTÓRIO 
O Método Canguru é um modelo de 
assistência ao RN prematuro e sua 
família, internado na Unidade de 
Tratamento Intensivo Neonatal (UTIN), 
voltado para o cuidado humanizado 
que reúne estratégias de intervenção 
biopsicossocial. 
PROCEDIMENTO 
 
O contato é direto da pele 
do bebê com a pele da mãe. 
 
O bebê deve ficar somente 
com fraldas, meias e gorro. 
POR QUE É TÃO IMPORTANTE AO RN? 
 
 
AUMENTO DO 
VÍNCULO 
MÃE-FILHO
ESTÍMULO AO 
ALEITAMENTO 
MATERNO
GANHO DE 
PESO
DIMINUIÇÃO 
DO TEMPO DE 
SEPARAÇÃO
DIMINUIÇÃO 
DA INFECÇÃO 
HOSPITALAR
DIMINUIÇÃO 
DO ESTRESSE 
E DOR
MELHOR 
CONTROLE 
TÉRMICO
MAIOR 
CONFIANÇA 
DOS PAIS
MELHOR 
RELACIONAME
NTO DA 
FAMÍLIA COM A 
EQUIPE
QUALIDADE NO 
DESENV. 
NEUROPSICOM
OTOR
 
• Evita longos períodos sem estimulação 
sensorial; 
• Favorece maior frequência, precocidade e 
duração da amamentação; 
• Proporciona maior competência e amplia a 
confiança dos pais no manuseio do seu filho 
de baixo peso, mesmo após a alta hospitalar; 
• Reduz o número de RN’s em unidades de 
cuidados intermediários devido à maior 
rotatividade de leitos; 
• diminui a permanência hospitalar. 
• Incentivando a presença constante da mãe 
junto ao recém-nascido, e o contato precoce 
com seu filho. 
• Diminuição do choro. 
• Estimulação sensorial positiva. 
• Estudos realizados em hospitais que praticam 
o MC demonstraram que o volume de leite 
diário é maior nas mães que realizam o 
contato pele a pele com seu bebê. 
• É sabido, também, que as mães que fazem o 
contato pele a pele mantêm a amamentação 
de seus bebês por mais tempo. 
 
 
O MÉTODO CANGURU TAMBÉM PERMITE QUE OS PAIS TENHAM UMA MAIOR PARTICIPAÇÃO NOS CUIDADOS NEONATAIS. 
OCORRE EM 3 ETAPAS: 
 
 
Primeira 
 
- Inicia no pré-natal na gestação de alto risco, 
e, após, na internação do recém-nascido 
prematuro na Unidade Neonatal. 
 
- Os pais devem ser acolhidos na Unidade 
Neonatal, receber informações sobre as 
condições de saúde do seu filho, os cuidados 
dispensados, as rotinas, o funcionamento da 
unidade e a equipe que cuidará de seu filho. 
 
- Os pais devem ter livre acesso à Unidade e 
serem encorajados a tocar no bebê. 
 
- A participação do pai é muito importante. 
Ele deve ser estimulado a participar em todas 
as atividades desenvolvidas na unidade. 
 
- Os estímulos ambientais prejudiciais da 
unidade neonatal, como ruídos, iluminação e 
odores devem ser atenuados/diminuídos. 
 
 
Segunda 
 
- Nesta etapa o bebê permanece de maneira 
contínua com sua mãe e a posição canguru deve 
ser realizada o maior tempo possível. 
 
- A mãe participa ativamente dos cuidados do 
prematuro, e deve estar apta para colocar o 
bebê na posição canguru. 
 
 
Terceira 
 
- É a etapa em que o bebê vai para casa e é 
acompanhado, juntamente com sua família, no 
ambulatório e/ou em casa até atingir o peso de 
2.500 g. 
 
 
 
 
ANOTAÇÕES: 
10 MANTAMENTOS DO MÉTODO CANGURU 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
1 - O bebê DEVE ficar na POSIÇÃO, ‘amarrado’ entre os seios da mãe, DIA E NOITE. 
2 - A mãe PODE: comer e passear com o bebê. Durante o banho ou uso do banheiro, o bebê pode ser colocado na cama. Neste 
momento, lembrar de LIGAR O AQUECEDOR DO QUARTO. 
3 - A MAMÃE AQUECE O BEBÊ, com o seu corpo. O contato é direto da pele do bebê com a pele da mãe. O bebê deve ficar 
somente com fraldas, meias e gorro. 
4 - Roupas, mantas e cobertores protegem mas NÃO AQUECEM o bebê, que pode ficar frio (hipotermia), não engordar e ficar 
doente. 
5 - O prematuro às vezes ‘esquece’ de respirar(apnéia). Quando está no canguru, a RESPIRAÇÃO DA MÃE ‘LEMBRA’ AO BEBÊ 
DE RESPIRAR. 
6 - O prematuro ‘golfa’ muito e na POSIÇÃO CANGURU fica mais PROTEGIDO DE SE ENGASGAR com o vômito. Depois que o 
bebê mamar fique com ele na posição, sentada por meia hora. 
7 – Bebê NA CAMA, deve usar um travesseiro ou cobertor dobrado, para que ele fique elevado, ‘QUASE SENTADO’. DEPOIS DE 
MAMAR, o bebê deve ficar DEITADO DE LADO apoiado em um rolinho ou travesseiro para não se virar, isto evita que ele se 
engasgue quando ‘golfar’; 
8 - A mãe DEVE: dormir com o bebê ‘amarrado’ na posição canguru e dormir em posição ‘quase sentada’. 
9 - O bebê NUNCA deve dormir na cama ao lado da mãe e NEM "solto" sobre a mãe. Os riscos de acidente são reais. 
10 - O melhor ALIMENTO para o bebê prematuro é o LEITE DE SUA PRÓPRIA MÃE. Este é um presente de "saúde" que SÓ VOCÊ 
pode dar ao seu bebê. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
INFORMAÇÕES IMPORTANTES: 
 
 
 
• Em todo o mundo, nascem anualmente 20 milhões de bebês prematuros e de baixo peso (menores de 2,5kg). 
• Destes, 1/3 morre antes de completar 1 ano de vida. 
• No Brasil, aproximadamente 10% dos bebês nascem antes do tempo. 
• O Método Mãe-Canguru (MMC) foi criado em 1978 pelo dr. Edgar Rey Sanabria, no Instituto Materno-Infantil (IMI) de Bogotá, na Colômbia. 
• Surgiu da busca de uma solução imediata para a superlotação das unidades neonatais nas quais muitas vezes se encontravam dois ou mais RN’s em 
uma mesma incubadora. 
• Este contato do recém-nascido com os seus pais inicia de forma precoce e crescente, por livre escolha da família, pelo tempo que os pais se 
sentirem confortáveis. 
• O MC também permite que os pais tenham uma maior participação nos cuidados neonatais. 
 
 
 
 
REFERÊNCIAS: 
 
 
Ministério da Saúde. Saúde da Criança: o que é, cuidados, políticas, vacinação, aleitamento. 
Disponível em: https://www.saude.gov.br/saude-de-a-z/criança. 
 
LAMY, Z. C. et al. Atenção humanizada ao recém-nascido de baixo peso – Método Canguru: a proposta brasileira. Ciência 
& Saúde Coletiva, v.10, n.3, p.659-668, 2005. 
 
Luís Alberto Mussa Tavares. Método Canguru. 
Disponível em: https://www.prematuridade.com/index.php/interna-post/metodo-canguru-6012. 
 
Sociedade Brasileira de Pediatria. Entenda o método canguru, atenção humanizada ao recém-nascido de baixo peso. 
Disponível em: http://www.ebc.com.br/infantil/para-pais/2015/07/entenda-o-metodo-canguru-atencao-humanizada-
ao-recem-nascido-de-baixo. 
 
https://www.saude.gov.br/saude-de-a-z/criança
https://www.saude.gov.br/saude-de-a-z/criança
https://www.prematuridade.com/index.php/interna-post/metodo-canguru-6012
https://www.prematuridade.com/index.php/interna-post/metodo-canguru-6012
http://www.ebc.com.br/infantil/para-pais/2015/07/entenda-o-metodo-canguru-atencao-humanizada-ao-recem-nascido-de-baixo
http://www.ebc.com.br/infantil/para-pais/2015/07/entenda-o-metodo-canguru-atencao-humanizada-ao-recem-nascido-de-baixo
http://www.ebc.com.br/infantil/para-pais/2015/07/entenda-o-metodo-canguru-atencao-humanizada-ao-recem-nascido-de-baixo
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Prematuridade
INTRODUTÓRIO 
- O nascimento de um feto <37 
semanas completas de idade 
gestacional; 
- Crianças Termo - (39-40 semanas) 
 
FATORES DESENCADEANTES 
 Espontâneo: representa 70-80% dos partos prematuros, sendo que 40-50% 
destes resultam de Trabalho de Parto Prematuro (TPP) espontâneo e 20-30%, de 
ruptura prematura de membranas. 
EX: Deslocamento de placenta. 
 
Iatrogênico: representa 20-30% do total de TPP, originando-se comumente de 
causa única e bem identificada, com a interrupção da gestação sendo motivada 
por patologias maternas ou fetais. 
EX: Câncer 
 
 
CLASSIFICAÇÃO – Quanto à idade 
gestacional no parto (Adaptado de Raju e 
Cols): 
 
- Prematuro Tardio: O RNP não apresentará 
muita dificuldade de sobreviver. 
(34+0d a 36+6d) 
 
- Prematuro Precoce: O RNP terá um grau 
maior de sobrevivência + + 
(24+0d a 33+6d) 
 
- Prematuro Pré- Viável: O RNP terá muito 
mais dificuldade de sobrevivência. + + + 
(20+0d a 23+6d) 
 
 
QUANTO AO PESO AO NASCER 
Baixo peso: < 2.500g; 
Muito baixo peso: < 1.500g; 
Extremo baixo peso: <1.000g; 
FISIOTERAPEUTA 
Estimular a parte motora e respiratória do 
prematuro, diminuindo as sequelas da 
prematuridade e o atraso que ele pode apresentar 
em relação aos bebês a termo. 
 
 
 
 
 
IDADE CORRIGIDA
FÓMULA: IC= ID. CR – (40 – IG)
IC: Idade Corrigida (Idade real do RN)
ID/CR: Idade Cronológica (Que o RN apresenta atualmente) 
40: Quantidade de Semanas/Média para nascimento da criança A TERMO 
IG: Idade Gestacional (Tempo que o RN nasceu)
ATENÇÃO: 
Sempre transformar meses 
em semanas. (x4)
É usada para avaliação do 
crescimento e 
desenvolvimento da criança 
após o termo/nascimento.
 
IDADE GESTACIONAL 
RN Pré – Termo: Até 36 sem e 6 dias 
RN A Termo: 37 a 41 sem e 6 dias 
RN Pós – Termo: Com 42 sem ou mais 
EXEMPLO – IDADE CORRIGIDA 
IC = Idade Corrigida 
ID.CR = 3 meses (x4 – N de sem no mês) 
IG = 30 semanas 
 
IC = ID.CR – (40 – IG) 
IC = 12 – (40 – 30) 
IC = 12 – 10 
IC = 2 semanas 
 
 
 
 
 
 
 
 
INFORMAÇÕES IMPORTANTES: 
Anualmente em todo o mundo, cerca de 30 milhões de bebês nascem prematuros ou com baixo peso ou adoecem logo nos primeiros dias de vida (OMS, 2018). 
Por ano, aproximadamente 1 milhão de recém-nascidos com baixo peso e infecções sobrevivem ao início de suas vidas, mas com algum tipo de deficiência, incluindo PC e 
problemas cognitivos. Com um cuidado integral, esses bebês podem viver sem maiores complicações (OMS, 2018). 
 
FATORES DE RISCO: 
• Parto prematuro anterior, colo curto (< 25 mm), baixo nível sócio econômico, ansiedade, gestação múltipla, anomalias uterinas; 
• Aborto de segundo trimestre, doenças sexualmente transmissíveis, cirurgia cervical anterior, infecções sistêmicas, doença periodontal, placenta prévia, 
descolamento prematuro de placenta; 
• Uso de drogas, extremos de idade materna (< 20 ou > 35 anos), baixo peso materno, anemias, anomalias fetais, reprodução assistida, restrição de crescimento fetal 
(CIUR) ou patologias maternas. 
 
RESULTADOS NEONATAIS: 
• Interrupção da gestação antes de findado o tempo do pleno amadurecimento fetal, fornece diversas possibilidades de complicação para este feto, como menor 
tolerância à acidose, maior frequência de apresentações anômalas, maior risco de traumas fetais, maior susceptibilidade à hemorragia intracraniana e sepse. 
• Ao nascerem, estes RNs possuem mais dificuldades na sucção, no ganho de peso, no controle temperatura corpórea, podendo evoluir com inadequação da 
capacidade respiratória, enterocolite necrotizante e susceptibilidade à infecção. 
• O reconhecimento de fatores preditores, a correta aplicação de medidas preventivas, a escolha da via de parto adequada, dos medicamentos e medidas que devem 
estar associados ao processo de parto. 
• Visar a prevenção de injúrias em cada fase da assistência, são aspectos fundamentais para oferecer aos profissionais em neonatologia um RN prematuro menos 
agravado pelos efeitos adversos do parto. 
 
INTERVENÇÕES TERAPÊUTICAS: 
• Berço aquecido ou incubadora; 
• Sonda gástrica para alimentar-se; 
• Aparelhos com oxigênio; 
• Medidas rigorosas de higiene; 
• Sentimento de culpa x distanciamento/medo dos pais; 
• Visitas/Toque/Olho-no-olho/Participar dos cuidados; 
• Método Canguru; 
• Banho; 
• Atenção 24hras; 
• O RN na UTIN pode tornar-se instável pela própria doença de base ou em função 
do tratamento que é imposto, como também pela utilização de medicações ou 
aindapela ventilação mecânica. 
• Intervenção Prioritária. 
 
 
 
MULTIPROFISSIONAIS: 
Médicos neonatologistas, 
enfermeiros e técnicos de 
enfermagem, fonoaudiólogos, 
fisioterapeutas, nutricionistas, 
farmacêutica clínica, 
neurologistas, nefrologistas, 
gastroenterologistas, 
pneumologistas, 
cardiologistas, radiologistas, e 
outras especialidades médicas, 
além do apoio psicológico e 
espiritual para a família; 
 
 
 
 
REFERÊNCIAS: 
OLIVEIRA, R. P. C.; ROCHA, M. N. S. Prematuridade. Bahia: EBSERH, 2016. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
POR QUE É IMPORTANTE AO RN? 
 
Nos primeiros meses de vida, a 
presença, intensidade e simetria 
desses reflexos podem ser usadas para 
avaliar a integridade do SNC e para 
detectar Anormalidades Periféricas, 
como alterações Musculoesqueléticas 
congênitas ou Lesões nervosas. 
 
 
 
NÃO ESQUECER: 
São denominados reflexos primitivos, 
aqueles relacionados à sobrevivência, 
com funções de busca de alimentação e 
de proteção. 
 
Já os chamados reflexos posturais, são 
os precursores de movimentos 
voluntários. Alguns desses reflexos, 
como o de sucção, preensão palmar, 
plantar e o da marcha serão substituídos 
por atividades voluntárias; outros, como 
o de Moro simplesmente desaparecerão. 
 
 
 
 INTRODUTÓRIO 
Reflexos são reações involuntárias 
em resposta a um estímulo externo e 
consistem nas primeiras formas de 
movimento humano. Dessa forma, 
servem como fonte primária de 
informações, as quais se armazenam 
no córtex em desenvolvimento. 
PROCEDIMENTO 
 
É preciso conhecer o desenvolvimento 
típico, não para comparar, e sim para 
saber o que é possível. 
 
 
PS: Por outro lado, a persistência da 
maioria desses reflexos no segundo 
semestre de vida, também indica 
anormalidades do desenvolvimento. 
 
 
IMPORTANTE SABER: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
INTERVENÇÃO 
ADEQUADA E 
PRECOCE 
INFLUENCIA 
EM:
ANDAR
BRINCAR
TRABALHAR
• Maioria das crianças não apresentam problemas de 
desenvolvimento. 
Diferenças são muitas: 
Características físicas, temperamento, personalidade; 
• A sequência de Desenvolvimento é previsível: 
- Levanta sozinha antes de andar; 
- Linguagem simples antes de falar frases completas; 
• Crianças com alterações de desenvolvimento, também tem 
um padrão de desenvolvimento previsível: 
EX: Encefalopatia Crônica da Infância. 
 
 
É preciso conhecer o desenvolvimento 
típico, não para comparar, e sim para saber 
o que é possível. 
 
 
• Influências ambientais: 
- Papel dos pais. 
• Influência genética: 
- Absolve os pais de toda a responsabilidade. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Reflexos do Lactante 
 
 
A MATURAÇÃO MOTORA DA CRIANÇA SE DÁ NOS SENTIDOS: 
➢ Céfalo – Caudal 
➢ Proximal – Distal 
 
 
OBSERVE: 
➢ Reflexos com maior frequência; 
➢ Idade em que são ativos; 
➢ Efeitos negativos na persistência dos reflexos. 
 
REFLEXOS INATOS: 
são respostas automáticas e estereotipadas a um determinado estímulo externo. Estão presentes ao nascimento mas devem ser inibidos ao longo dos primeiros 
meses. Sua presença mostra integridade do SNC; entretanto, sua persistência mostra disfunção neurológica. 
Cada reflexo tem um estímulo e uma resposta automática 
 
 
 
ANOTAÇÕES: 
0 a 2 Meses 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Reflexo Primitivo de Apoio 
 
• Posição de teste: Criança suspensa verticalmente pelo 
examinador 
• Estímulo: Apoio plantar dos pés da superfície da mesa. 
• Resposta: Aumento do Tônus extensor dos membros inferiores 
 Provocando extensão de joelho e quadril. 
 
 
 
 
Reflexo de Marcha 
 
• Posição de teste: Criança suspensa pelo examinador, apoiada na 
superfície da mesa. 
• Estímulo: Inclinação anterior do tronco. 
• Resposta: Passos curtos e ritmados sem haver extensão de 
joelho e quadril (falsa corrida) 
 
 
 
 
0 a 2 Meses 
 
Reflexo de Colocação das Pernas 
 
• Posição de teste: Criança suspensa verticalmente pelo 
examinador. 
• Estimulação: Tocar o dorso do pé da criança na borda da 
mesa 
• Resposta: tríplice flexão do membro inferior e colocação 
do pé sobre a superfície, criança realiza o movimento de 
"subir degraus' 
 
 
 
 
Reflexo de Procura 
 
• Posição de teste: Qualquer (exceto em decúbito ventral) 
• Estímulo: Leve toque nas comissuras labiais ou centro dos 
lábios superior ou inferior. 
• Resposta: Língua, lábios e cabeça movem-se em direção ao 
estímulo. 
 
 
 
 
0 a 4 Meses 
 
 
Reflexo de Preensão Plantar 
 
➢ Estímulo: Pressão na base dos dedos dos pés 
➢ Resposta: Flexão dos dedos do pé 
➢ Idade 
28 semanas de gestação aos 9 meses 
 
➢ Permanência/Interferência: 
Capacidade de ficar em pé, com o pé plano em uma superfície; 
Reações de equilíbrio e desvio de peso em posição ortostática. 
 
 
 
 
 
Reflexo da Apreensão Palmar 
 
➢ Estímulo: Pressão na palma da mão, no lado ulnar 
➢ Resposta: Flexão dos dedos causando forte apreensão 
0-4 meses 
 
 
• Permanência/Interferência: 
Capacidade de apreender a soltar objetos voluntariamente 
Suporte de peso sobre a mão aberta para apoiar-se, engatinhar, 
respostas de proteção 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Reflexo de Sucção 
➢ Estímulo: Toque na bochecha 
➢ Resposta: Gira a cabeça para o mesmo lado, com a boca aberta 
 
➢ Permanência/Interferência: 
Desenvolvimento motor oral; 
Desenvolvimento do controle da cabeça na linha mediana; 
Endireitamento óptico, acompanhamento visual e interação social. 
 
 
 
 
Reflexo de Moro 
➢ Estímulo: Queda súbita da cabeça em extensão 
➢ Resposta: MMSS em abdução, dedos estendidos – Cruzam o 
tronco em adução – Choro 
 
➢ Permanência/Interferência: 
Reações de equilíbrio na posição sentada; 
Respostas de proteção em posição sentada; 
Coordenação olho-mão, acompanhamento visual. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
28 Sem – 5 MESES 
 
0 – 5 MESES 
 
http://www.google.com.br/url?sa=i&rct=j&q=&esrc=s&frm=1&source=images&cd=&cad=rja&uact=8&docid=OWebw4avmSm8IM&tbnid=A8vZvpkICWtLFM:&ved=0CAUQjRw&url=http://www.stafilomena.com.br/interna.php?id=9&titulo=Orienta%C3%A7%C3%A3o%20para%20os%20pais&ei=1PUZU8DVBtL6kQflroDQCA&bvm=bv.62578216,d.eW0&psig=AFQjCNFSIcM1z9dvNmq2CrEj5TAt6awqGw&ust=1394296600048200
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Reflexo Tônico Cervical Simétrico 
➢ Estímulo: Suspensão - Posição da cabeça, flexão ou extensão. 
➢ Respostas: 
 Cabeça em flexão: MMSS Flexionados e MMII estendidos 
 Cabeça em extensão: MMSS estendidos e MMII fletidos 
 
➢ Permanência/Interferência: 
 - Capacidade de apoiar-se nos membros superiores em prono; 
- Atingir e manter a posição sobre as mãos e os joelhos; 
- Engatinhar; 
- Equilíbrio em posição sentada quando olha ao redor; 
- Uso das mãos ao olhar para um objeto nas mãos em posição sentada. 
 
➢ Possui uma resposta flexora (RTCS em flexão) e uma extensora (RTCS 
em extensão). Estas respostas são também denominadas de "gato 
bebendo leite" e "gato olhando pra lua" respectivamente. 
 
 
 
Reflexo Tônico Cervical 
Assimétrico 
• Posição de teste: Criança em decúbito dorsal com a cabeça na 
linha média, braços e pernas estendidas 
• Estímulo: Rotação da cabeça (90º) para um dos lados 
• Resposta: 
• MMSS e MMII do lado do couro cabeludo 
- Se fletem 
• MMSS e MMII do lado da face 
- Estendem-se 
 
 
• Permanência/Interferência: 
Alimentação; 
Acompanhamento visual; 
Uso bilateral das mãos; 
Rolar; 
Desenvolvimento do engatinhar; 
Pode induzir deformidade esqueléticas; 
 Escoliose, luxações e subluxações do quadril. 
 
 
 
 
 
 
0 – 6 meses 
 
6 – 8 meses 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Reflexo de Galant 
 
➢ Estímulo: Tocar a pele ao longo da coluna vertebral 
do ombro até o quadril 
➢ Resposta: Flexão lateral do tronco para o ladodo 
estímulo 
 
• Permanência/Interferência: 
Desenvolvimento do equilíbrio na posição sentada; 
Pode ocasionar escoliose. 
 
 
 
 
 
 
 
Reflexo Tônico Labiríntico - RTL 
➢ Estímulo: 
Posição do labirinto na orelha interna – posição da cabeça 
Ocorre quando a criança se encontra numa posição horizontal e na linha media. Os 
receptores estão localizados no ouvido interno e são excitados pela ação da gravidade, 
agindo sobre os canais semicirculares. 
➢ Resposta: 
Decúbito Ventral 
Membros e tronco em extensão 
Grande importância para o diagnóstico precoce da encefalopatia crônica da infância. É 
evocado pelas mudanças da posição da cabeça no espaço. 
Decúbito Dorsal 
Corpo e membros em flexão 
➢ Permanência/Interferência: 
- Capacidade de iniciar o rolar; 
- Capacidade de apoiar-se sobre os cotovelos com quadris estendidos em 
decúbito dorsal; 
- Capacidade de flexionar o tronco e os quadris para ficar na posição 
sentada a partir do decúbito ventral; 
- Em geral causa extensão total do corpo, que interfere com o equilíbrio 
na posição sentada ou ortostática; 
 
 
0 – 6 meses 
 
30 sem – 2 meses 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Reflexo de Landau 
Este reflexo é uma combinação dos reflexos de endireitamento e reflexos 
tônicos. Suspende-se a criança em decúbito ventral e a criança faz uma 
extensão da cabeça, tronco, quadril e membros (1a fase) e, se flexionarmos a 
cabeça da criança, ela fará uma flexão do tronco e das extremidades (2a fase). 
 
• É esboçada aos quatro meses de vida, aos seis meses está presente nas 
duas fases e aos dez meses está mais forte, desaparecendo em torno 
de um ano. O Landau precede a marcha. 
• Landau I: Fazer suspensão ventral do lactente, com o avaliador 
segurando o abdômen. Observar elevação ou extensão da cabeça, 
extensão da coluna, pelve e MMII. 
• Landau II: Lactente na mesma posição anterior, fazer flexão passiva da 
cabeça. Observar abaixamento da pelve com flexão de joelhos. 
 
Posição de teste: Criança em suspensão ventral 
• Estímulo 1: extensão passiva ou ativa da cabeça 
- Resposta: desencadeamento do tônus extensor, havendo extensão de 
tronco, quadril, membros superiores e inferiores. 
 
• Estímulo 2: flexão passiva ou ativa da cabeça 
- Resposta: flexão de tronco, quadril, membros superiores e inferiores 
 
 
 
 
 
 
Reflexo de Babinsk 
➢ Estímulo: Passar um objeto ao longo das regiões lateral e 
anterior do pé. 
➢ Resposta: Extensão e abertura dos dedos. 
 
• Pode desaparecer cedo com apenas um ano de idade. 
• A presença do reflexo de Babinski após a idade de 
dois anos é um sinal de danos nas vias nervosas que 
conectam a espinal medula e o cérebro (o trato 
corticoespinhal). 
 
➢ Permanência/Interferência: Marcha 
 
 
 
 
 
1 – 8 anos 
 
 
 
Reflexo de Sustentação Positiva 
 
➢ Estímulo: Peso colocado sobre o coxim do pé em posição ereta 
➢ Resposta: Enrijecimento dos MMII e do tronco em extensão 
 
 
➢ Permanência/Interferência: 
Posição ortostática e marcha 
Reações de equilíbrio e desvio de peso em posição ortostática 
Pode ocasionar contratura dos tornozelos em flexão plantar 
 
 
 
 
 
Reflexo de Paraquedas 
 
➢ Estímulo: Criança em suspensão ventral, com a mão do 
examinador sustentando a parte inferior do peito e superior do 
abdome e inclinação súbita da cabeça para baixo. 
 
➢ Resposta: Extensão dos MMSS à frente. 
 
 
 
 
 
 
 
35 sem – 2 meses 
 
6 meses com mais evidência aos 9 meses 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Reflexo Fenômeno Olhos de 
Boneca 
 
➢ Consiste em rodar a cabeça do RN lateralmente, estando a 
criança reclinada nos braços do examinador. Deve-se verificar se 
os olhos permanecem na posição primitiva, não acompanhando 
a rotação da cabeça. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Reflexo da Marcha Equina 
 
➢ Estímulo: Sustentação da posição ereta, com as plantas dos pés 
em superfície firme 
➢ Resposta: Flexão/extensão recíproca dos MMII 
 
 
➢ Permanência/Interferência: 
Posição ortostática e marcha 
Reações de equilíbrio e desvio de peso em posição ortostática 
Desenvolvimento de movimento recíprocos coordenados e suaves dos 
membros inferiores 
 
 
 
 
 
 
0 – 10 dias 
 
38 – 2 meses 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
RN – 4 meses 
 
Reflexo de Estremecimento 
 
➢ Estímulo: Ruído alto e repentino. 
➢ Resposta: Similar à resposta de Moro, mas os cotovelos e as mãos 
continuam flexionados. 
 
➢ Permanência/Interferência: 
 
 Equilíbrio na posição sentada 
 Resposta de proteção na posição sentada 
 Coordenação olho-mão, acompanhamento visual 
 Interação social, atenção 
 
 
 
 
Reflexo de Retirada 
 
➢ Estímulo: Estímulos na planta do pé 
➢ Resposta: Retirada do membro 
 
 
 
 
 
 
 
28 sem de gestação – 5 meses 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Síndrome de 
Aspiração do 
INTRODUTÓRIO 
- É um distúrbio Respiratório que 
afeta 5% dos RN no mundo. 
- Ocorre quando o RN inala a matéria 
fecal conhecida como MECÔNIO, 
antes, durante ou imediatamente 
após o nascimento. 
 
FATORES DESENCADEANTES: 
• Diabetes Melitus e Hipertensão na mãe 
• Um parto longo e difícil – com vários 
tipos de sofrimento fetal 
• Deslocamento prematuro da placenta 
• Compressão do cordão umbilical 
 
 
 
FISIOPATOLOGIA – COMO ACONTECE? 
 
Bebês não nascidos recebem a nutrição do 
 LIQUIDO AMNIÓTICO: Rico em proteínas produzido 
no útero que é ingerido e inalado, o Líquido Amniótico 
ingerido é processado e expelido como Mecônio. 
 
MECÔNIO: É um material fecal de uma substância 
escura, de tom esverdeado, viscosa, produzida pelo 
feto. e normalmente é expelida nas primeiras 12 horas 
após o nascimento, geralmente inofensivas para a mãe 
e o bebê (Os problemas surgem, apenas se o Mecônio 
é misturado com o Líquido Amniótico saudável e 
inalado novamente). 
 
 
OBS: 
Quantidade excessiva de mecônio 
nos pulmões pode bloquear as 
passagens aéreas. Diminuir os níveis 
de oxigênio no sangue. Causar 
inflamação e irritações severas. 
 
COLORAÇÃO DO LÍQUIDO 
 
Amarelo – Velho 
Verde – Recente 
FISIOTERAPEUTA 
Visa auxiliar a remoção do mecônio 
das vias aéreas, prevenindo o 
aparecimento de fenômenos 
obstrutivos e, consequentemente 
melhorando a função pulmonar do 
RN. 
 
 
AVALIAÇÃO: 
• Ausculta pulmonar - Ruídos incomuns, Sinais 
de obstrução das vias aéreas, Roncos, Estertores 
pulmonares/Estertores de média e grossas bolhas e 
Expiração prolongada; 
• Radiografia do tórax - Tórax Hiper insuflado; 
• Gasometria Arterial – Hipoxemia, Acidose 
respiratória, Persistência da circulação fetal 
• RN Deprimido; 
• Cianose: Coloração azul/arroxeada da pele 
• Taquipneia: Aceleração do ritmo respiratório. 
 
 
 
 
 
O QUE PODE CAUSAR NO RN? 
• Tonalidade de Pele esverdeada ou azul 
• Respiração rápida e superficial 
• Diminuição da FC 
• Dificuldade de se movimentar - Devida a sua 
respiração está dificultosa. 
• Possivelmente morte, caso não seja 
reconhecida e tratada imediatamente - No 
entanto, a maioria dos RN conseguem 
se recuperar entre 2 a 4 dias de Tto. 
 
INTERVENÇÕES TERAPÊUTICAS: 
• Fisioterapia Respiratória - Redução da FC/FR e 
Melhores níveis de saturação 
• Fisioterapia Motora 
• Melhora do desenvolvimento intra-hospitalar 
• Maior estabilidade hemodinâmica: PA 
• Monitorização contínua – desmame precoce da 
assistência ventilatória. 
 
 
 
 
Esforço 
respiratório
Aspiração do 
líquido 
amniótico com 
mecônio
Obstrução das 
vias aéreas
Interfere na troca 
gasosa
Sofrimento 
respiratório
COMPLICAÇÕES: 
• Ausculta pulmonar - Ruídos incomuns, 
• Obstrução do tipo Válvula Esférica - Permite 
entrada, mas não saída do ar. 
• Barotrauma - Dificuldade para respirar, dor 
no tórax e sensação de peito cheio. 
• Hipertensão Pulmonar + Shunt - Complica o 
quadro 
• Lesão de múltiplosórgãos 
- Asfixia 
- Sistema Nervoso Central 
• 
RADIOGRAFIA: 
- Condensações Pulmonares 
Irregulares; 
- Áreas Hipertransparentes. 
 
 
 
 
 
 
 
INFORMAÇÕES IMPORTANTES: 
• SAM - Importante causa de morbi-mortalidade no período neonatal e caracteriza-se por graus variados de insuficiência respiratória. 
• ASPIRAÇÃO INÓCUA – Eliminado na primeira respiração 
• A ELIMINAÇÃO DO MECÔNIO - pode ser normal antes do nascimento, sobretudo um pouco antes ou um pouco depois da data esperada do parto. Porém, às vezes, 
a eliminação do mecônio ocorre em resposta a uma situação estressante, como uma infecção ou níveis inadequados de oxigênio no sangue. 
- Embora a eliminação do mecônio possa ser normal em um feto a termo ou pós-maduro, a presença de mecônio no parto de um bebê prematuro nunca é normal. 
- A eliminação do mecônio por um bebê prematuro significa quase exclusivamente que o bebê apresentou uma infecção enquanto estava no útero. 
- O mecônio está presente no líquido amniótico em cerca de 10 a 15% dos partos, sendo que cerca de 5% dos recém-nascidos com líquido amniótico meconial 
desenvolverão SAM. 
- 25 à 60% necessitam de ventilação mecânica, dos quais 3 à 12% não respondem à terapêutica instituída e evoluem para óbito. 
• MOTIVOS PARA O BEBÊ ELIMINAR MECÔNIO: Redução do fluxo sanguíneo placentário + Hipóxia aguda ou crônica = Eliminação do mecônio. 
• SINAIS DE ALERTA: Risco de pneumonia. PH da artéria umbilical baixo + Apgar inferior a 5 + Mecônio aspirado da traqueia = DEVEM IR à Terapia intensiva em 
Observação rigorosa quanto SAM. 
 
 
 
 
PROGNÓSTICO: 
A maioria dos RN com síndrome de aspiração de 
mecônio tem um prognóstico excelente. No entanto, 
em algumas ocasiões, se esse distúrbio for grave e, 
principalmente, se der origem à hipertensão 
pulmonar do recém-nascido, ele pode ser fatal. 
 
O recém-nascido com síndrome de aspiração de 
mecônio pode ter um maior risco de ter asma no 
futuro. 
 
TRATAMENTO: 
 
• Realizar a intubação orotraqueal seguida de aspiração da Traqueia. 
• Manter O recém Nascido em uma temperatura adequada, manter a 
glicemia (HGT) Em níveis adequados e restringir líquidos. 
• Deve se fazer oxigenação, ventilação, antibioticoterapia, surfactante 
e tratamento da hipertensão pulmonar quando diagnosticada 
exames radiológicos de rotina. 
• O Tratamento antibiótico de escolha é feito com Ampicilina e 
Gentamicina. 
• O Surfactante deve ser administrado apenas nos casos graves. 
 
 
 
SÍNDROME DO DESCONFORTO RESPIRATÓRIO – SDR 
 
 O QUE É SDR? 
Também conhecida como Doença da Membrana Hialina, ocorre quando há uma quantidade inadequada de surfactante pulmonar, levando a atelectasia 
alveolar difusa, edema e lesão celular, subsequentemente proteínas que inibem a função do surfactante extravasam para dentro dos alvéolos aumentando o 
conteúdo de líquido no local. Esses mecanismos associados à imaturidade pulmonar do recém-nascido, principalmente pré-termo, são incapazes de remover 
esse líquido adequadamente, e a baixa área de superfície para troca gasosa pode gerar importante dificuldade respiratória nos pacientes neonatais. 
 
QUAIS OS FATORES DE RISCOS? 
A prematuridade se destaca como o principal fator de risco para a SDR, porém não devemos nos esquecer de outros fatores de risco como: 
• Diabetes materno, 
• Malformações torácicas que levam a hipoplasia pulmonar como hérnia diafragmática, 
• Distúrbios genéticos da produção e metabolismo de surfactante endógeno, 
• Asfixia perinatal e parto cesáreo sem trabalho de parto, pois hormônios adrenérgicos e esteroides liberados durante o trabalho de parto aumentam a produção e 
liberação de surfactante. 
 
A identificação de fatores de risco pré-natal, a administração de glicocorticoides antenatal e a reposição de surfactante exógeno, vem 
diminuindo drasticamente a mortalidade por Síndrome do Desconforto Respiratório, porém esta patologia ainda continua sendo uma das 
principais complicações respiratórias nos recém-nascidos pré-termo. 
 
A TERAPIA COM CORTICOSTEROIDES ANTENATAL: 
Vale ressaltar que a terapia com corticosteroides antenatal deve sempre ser feita nas mulheres grávidas com idade gestacional entre 24-34 semanas que estejam 
sobre risco de parto prematuro nos próximos sete dias, exceto nas gestantes que apresentarem corioamnionite ou outras indicações de parto imediato. 
A terapia pode ser feita usando duas doses de betametasona com intervalo de 24h entre cada dose ou quatro doses de dexametasona com intervalo de 12h entre 
cada dose. Estudos demonstraram que esta terapia induz a produção de surfactantes endógenos e acelera a maturação dos pulmões e outros tecidos fetais, 
diminuindo assim a SDR, a hemorragia intraventricular e a enterocolite necrotizante. 
DIAGNÓSTICO 
O diagnóstico pode ser feito associando os fatores de risco já mencionados acima ao quadro clínico característico, que se apresenta logo após o nascimento com 
taquipneia. 
• Retrações, 
• Batimento de asa de nariz, 
• Gerência, 
• Cianose. 
 
O padrão radiológico clássico consiste em pulmões com baixo volume e aspecto reticulogranular difuso com broncogramas aéreos. 
 
TRATAMENTO 
O tratamento primordial consiste na oferta de oxigênio suficiente para manter uma saturação desejável, devendo sempre ser evitado ofertas desnecessárias de oxigênio 
devido ao maior risco de lesões pulmonares e retinopatia da prematuridade. Aconselha-se que na fase aguda da doença amostra de sangue arterial para aferição de gases 
deve ser obtida regularmente e após cada ajuste nos parâmetros ventilatórios. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Anatomia 
da Pele 
A PELE PROPICIA: 
▪ Proteção do corpo contra o meio ambiente, abrasões, 
perda de líquido, substâncias nocivas e microrganismos 
invasores 
 
▪ Regulação do calor através das glândulas sudoríparas e 
vasos sanguíneos 
 
▪ Sensibilidade por meio dos nervos superficiais e suas 
terminações sensitivas 
 
 INTRODUTÓRIO 
A pele é o maior órgão do corpo humano, representando 
cerca de 15% do peso de nosso corpo. 
 
É FORMADA POR TRÊS CAMADAS: 
Epiderme, Derme e Hipoderme. 
 
Tendo cada uma delas, uma ou mais funções específicas, 
muitas com papel vital para a manutenção da saúde. 
SUAS PRINCIPAIS FUNÇÕES SÃO: 
 
▪ Controlar a entrada de substâncias nocivas; 
▪ Evitar as radiações; 
▪ Regular a perda de calor e água do organismo; 
▪ Fazer síntese de vitamina D. 
 
 
 
 
ANEXOS DA PELE : 
 
 
 
GLÂNDULAS SEBÁCEAS............................ 
 
Secretam uma matéria oleosa, chamada sebo, 
(para lubrificar e impermeabilizar a pele e 
os pelos dos mamíferos). 
 
- Produzem a oleosidade ou o sebo da pele. 
 
- Mais numerosas e maiores na face, couro 
cabeludo e porção superior do 
tronco, não existem nas palmas das mãos e 
plantas dos pés. 
 
- Estas glândulas eliminam sua secreção no 
folículo pilo-sebáceo. 
 
PELOS........................................................................ 
 
- Funções dos Pelos: 
Protetor (Sol, firo, luz, poeira), 
Sensitiva (pelos finos) e 
Termorreguladora (termorregulação que é a 
manutenção da temperatura corporal estável). 
 
 
São encontrados em quase toda superfície do corpo. 
 
Variam muito em comprimento, espessura e cor nas 
diferentes partes do corpo e nas várias raças humanas. 
 
Um pelo consiste em raiz (a parte implantada na pele) 
e haste (a porção que se projeta da superfície). 
 
UNHAS........................................ ........ 
São estruturas compostas por queratina, formadas a partir 
do ectoderma. 
(Com função protetora, auxiliar na preensão digital e 
importância cosméticas). 
 
Achatadas, elásticas, de textura córnea, aplicadas sobre a 
superfície dorsal das falanges distais. 
 
Cada unha está implantada por uma porção chamada raiz em 
um sulco da pele; a porção exposta é denominada corpo e a 
extremidade distal, borda livre.GLÂNDULAS SUDORÍPARAS........................... 
 
Produzem o suor (função importante para 
regular a temperatura do corpo e 
eliminar substâncias tóxicas). 
 
SÃO DE DOIS TIPOS: 
 
As ÉCRINAS, que são mais numerosas, 
existindo por todo o corpo e produzem o suor 
eliminando-o diretamente na pele. 
 
E as APÓCRINAS, existentes principalmente 
nas axilas, regiões genitais e ao redor dos 
mamilos. 
 
São as responsáveis pelo odor característico 
do suor, quando a sua secreção sofre 
decomposição por bactérias. 
 
https://pt.wikipedia.org/wiki/Sebo_(medicina)
https://pt.wikipedia.org/wiki/Pelo
https://pt.wikipedia.org/wiki/Mam%C3%ADferos
https://pt.wikipedia.org/wiki/Fun%C3%A7%C3%A3o_(biologia)
https://pt.wikipedia.org/wiki/Temperatura
https://pt.wikipedia.org/wiki/Corpo_(anatomia)
https://pt.wikipedia.org/wiki/Subst%C3%A2ncias_t%C3%B3xicas
QUANTO SUAS CAMADAS (1/3) : 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
INTRODUTÓRIO...................................... 
 
A epiderme é a camada mais externa 
da pele, constituída por epitélio de 
revestimento pavimentoso estratificado 
queratinizado, as células são próximas 
entre si e possuem pouca substância 
intercelular sendo avasculares. 
Epiderme 
QUERATINÓCITOS.................................... 
 
As células (queratinócitos) são produzidas 
na camada mais inferior da epiderme 
(camada basal ou germinativa) e em sua 
evolução em direção à superfície sofrem 
processo de queratinização, que dá 
origem à camada córnea (camada de 
células mortas). 
ENCONTRA-SE TAMBÉM NA EPIDERME: 
 
▪ Os melanócitos, que produzem o 
pigmento que dá cor à pele (melanina). 
 
▪ Células de defesa imunológica (células 
de Langerhans). 
A renovação celular constante 
da epiderme faz com que as 
células da camada córnea sejam 
gradativamente eliminadas e 
substituídas por outras. 
A EPIDERME APRESENTA VÁRIAS CAMADAS 
 
A origem da multiplicação celular é a camada 
basal. Todas as outras são constituídas de 
células cada vez mais diferenciadas que, com 
o crescimento basal, vão ficando cada vez 
mais periféricas, acabando por descamar. 
http://www.portaleducacao.com.br/diaadia/cursos/851/curso-de-cuidados-basicos-com-a-pele
ESTRUTURA DA EPIDERME 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
CAMADA CÓRNEA CAMADA LÚCIDA CAMADA ESPINHOSA CAMADA BASAL ou GERMINATIVA 
É a mais superficial da epiderme, 
sendo constituída por várias 
camadas de células achatadas e 
mortas, totalmente ocupadas por 
queratina, o que transforma os 
queratinócitos em placas sem vida 
que descamam continuamente. 
Estas células estão parcialmente 
preenchidas por queratina e sobre 
elas existe uma cobertura 
glicolipídica que, juntamente com 
a queratina, torna a membrana 
plasmática impermeável a fluidos. 
Os corpos lamelares das células 
aumentam em quantidade e são 
liberados para os espaços 
intercelulares, onde formarão uma 
espessa cobertura sobre as células 
da camada acima: a camada lúcida. 
Essa cobertura serve como 
barreira hídrica da epiderme. 
A origem da multiplicação celular é a 
camada basal. 
 
É a mais profunda da epiderme, sendo 
constituída por uma camada única de 
células cilíndricas que repousam sobre 
a membrana basal. É a camada 
responsável pela renovação da 
epiderme. 
Camada de queratina (camada 
morta) atua como uma barreira 
para proteger os tecidos 
subjacentes contra lesões e 
infecções. 
 
Ao retardar a evaporação, os 
óleos presentes nessa camada da 
pele ajudam a manter a umidade 
das camadas mais profundas, 
mantendo a textura da pele suave 
e flexível. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
QUANTO SUAS CAMADAS (2/3) : 
 
 
 
 
 
 
Derme 
INTRODUTÓRIO....................................... 
 
A derme é uma camada espessa de tecido 
conjuntivo localizado logo abaixo da 
epiderme e conectada com a face dos 
músculos subjacentes por uma camada de 
tecido conjuntivo frouxo, a hipoderme. 
Camada intermédia entre a epiderme 
(acima) e hipoderme (abaixo), 
responsável pela elasticidade e 
resistência da pele, nutri a epiderme 
(90% da espessura cutânea). 
 
 Possui inúmeros corpúsculos 
sensoriais e táteis e terminações 
nervosas. 
POSSUI DUAS CAMADAS:...................... 
 
Camada papilar: mais superficial, em 
contato com a epiderme, formada 
fundamentalmente por tecido conjuntivo 
frouxo, fibras elásticas e fibroblastos; 
 
Camada reticular: mais profunda, 
predomínio de fibras colágenas, tecido 
conjuntivo denso 
VASCULARIZAÇÃO................... ......... 
É na derme que se localizam os vasos 
sanguíneos, sendo inclusive, 
responsável pela nutrição sanguínea 
da epiderme, vasos linfáticos e 
também os nervos e os órgãos 
sensoriais a eles associados. 
 
 
 
POSSUI INÚMEROS CORPÚSCULOS SENSORIAIS E TÁTEIS E 
 TERMINAÇÕES NERVOSAS. 
 
QUANTO SUAS CAMADAS (3/3) : 
 
 
Poucas áreas do corpo não possuem esse 
tecido; nestes locais, a pele está fixada 
diretamente no osso. A pele das articulações 
e dos dedos apresenta dobras e é enrugada 
porque está aderida ao osso. 
 
 
Hipoderme 
INTRODUTÓRIO................................. ...... 
 
▪ A derme está situada sobre a tela subcutânea. 
▪ Esta última camada não é considerada como 
pertencente à pele e por isso é chamada de: 
 
▪ Tela subcutânea 
▪ Tecido celular subcutâneo 
▪ Gordura subcutânea 
▪ Hipoderme. 
FUNÇÕES:................................. . ..... 
 
Contém porções de tecido adiposo e exerce 
importantes funções de: 
 
▪ Reservatório energético, 
▪ Isolamento térmico do organismo, 
modelagem da superfície corporal, 
▪ Absorção de choques e 
▪ Preenchimento estrutural para a fixação de 
órgãos. 
▪ Reservas de nutrientes 
▪ Proteção de trauma mecânico 
▪ Termo regulação 
QUANTO A SUA FORMAÇÃO : 
Região mais profunda da pele, constituída 
por Tecido Adiposo e Conjuntivo, colágeno e 
uma rede de células gordurosas. 
 
Entre suas funções principais, encontra-se a 
de isolar o calor do corpo, conservando-o 
para manutenção do equilíbrio corporal, 
além de servir para absorver impactos 
externos, visando à proteção dos órgãos 
internos. É nesta camada que está estocada 
toda a gordura que funciona como uma 
reserva de energia para o corpo. 
 
 
INFORMAÇÕES IMPORTANTES: 
 
PELOS 
 
▪ São encontrados em quase toda superfície do corpo. 
▪ Variam muito em comprimento, espessura e cor nas diferentes partes do corpo e nas várias raças 
humanas. 
▪ Um pelo consiste em raiz (a parte implantada na pele) e haste (a porção que se projeta da superfície). 
 
ANATOMIA DA PELE 
 
▪ A pele é a estrutura que cobre o nosso organismo, tem uma extensão aproximada de 2m2 e constitui 
15% do peso corporal, representando assim, o maior órgão do corpo. 
▪ A pele é praticamente idêntica em todos os grupos étnicos, diferenciando-se 
entre eles pela atividade dos melanócitos. 
▪ Nos indivíduos de pele mais escura os melanócitos produzem mais melanina 
que nos de pele clara, porém seu número é semelhante. 
 
 
Na sua superfície, encontram-se as estruturas filiformes ou pelos que têm 
distintas denominações: 
 
▪ Cabelo (couro cabeludo); 
▪ Pelo sexual (axilas, virilhas); 
▪ Pelo corporal 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
DISPONÍVEIS EM: 
https://siteantigo.portaleducacao.com.br/conteudo/artigos/conteudo/hipoderme/35947 
https://siteantigo.portaleducacao.com.br/conteudo/artigos/educacao/derme-o-que-e-e-qual-sua-funcao/34549 
https://siteantigo.portaleducacao.com.br/conteudo/artigos/conteudo/epiderme/14209 
https://pt.slideshare.net/justacosta/pele-14605915 
 
 
ANOTAÇÕES: 
https://siteantigo.portaleducacao.com.br/conteudo/artigos/conteudo/hipoderme/35947
https://siteantigo.portaleducacao.com.br/conteudo/artigos/educacao/derme-o-que-e-e-qual-sua-funcao/34549
https://siteantigo.portaleducacao.com.br/conteudo/artigos/conteudo/epiderme/14209
https://pt.slideshare.net/justacosta/pele-14605915Carboxiterapia 
 
 INTRODUTÓRIO 
A carboxiterapia é um tratamento que consiste na 
aplicação de gás carbônico indolor (Anidro 
Carbônico ou CO2) através de injeção hipodérmica 
no tecido subcutâneo diretamente nas áreas 
afetadas para eliminar a celulite, estrias, gordura 
localizada e também para eliminar flacidez da pele, 
isso porque o gás carbônico injetado estimula a 
circulação celular e a oxigenação dos tecidos. 
 
OUTROS EFEITOS: 
 
▪ Melhor aporte sanguíneo da região. 
▪ Aumenta a oxigenação local (como consequência, 
aumento do metabolismo na região). 
▪ Atua na quebra dessas células adiposas, promove 
a reorganização do colágeno. 
▪ Auxiliar na renovação celular, trazendo assim, 
uma pele mais enrijecida. 
 
 
 
 CARBOXITERAPIA DÓI? 
A dor da carboxiterapia está relacionada com a entrada do gás 
que provoca um pequeno descolamento da pele, o que gera um 
pequeno desconforto. No entanto, a dor é passageira, e dura até 
30 minutos, melhorando pouco a pouco, assim como o inchaço 
local. Além disso, a tolerância à dor é muito individual e para 
algumas pessoas, o tratamento é perfeitamente tolerável. 
 EFEITOS COLATERAIS e CONTRAINDICAÇÕES: 
Podem surgir alguns efeitos colaterais, como dor e inchaço no local da 
injeção, sensação de ardência na pele e o surgimento de pequenos 
hematomas na região da aplicação. 
 
A carboxiterapia está contraindicada em caso de 
flebite, gangrena, epilepsia, insuficiência cardiorrespiratória, insuficiência 
renal ou hepática, hipertensão arterial severa não controlada, durante a 
gravidez e alterações de comportamentos psiquiátricos. 
LOCAIS DE APLICAÇÃO: 
Essa técnica possui diversas aplicações, quando aplicado no rosto, aumenta a produção de colágeno, já nas nádegas reduz a celulite, mas também combate a gordura 
localizada, destruindo as células de gordura, podendo ser usado na barriga, flancos, braços e coxas. Para que se possa ter todos os benefícios promovidos pela 
carboxiterapia e resultados duradouros, o procedimento deve ser realizado pelo dermatologista, Fisioterapeuta Dermatofuncional ou biomédico com habilitação em 
estética. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
OLHEIRAS: Reduz o inchaço, fortalece os vasos sanguíneos e clareia a pele; 
PERDA DE CABELO: Capaz de favorecer o crescimento de novos fios de cabelo e o aumento do fluxo sanguíneo no couro cabeludo. 
FEG- CELULITE: Elimina a gordura localizada por lesionar os adipócitos, favorecendo a sua queima, além de aumentar a circulação sanguínea e 
drenagem linfática no local. 
 
ESTRIAS: Alonga os tecidos do local e preenche a região com gás, estimulando a produção de colágeno. 
 
GORDURA LOCALIZADA: Lesiona a célula de gordura, promovendo a sua retirada, e melhora a circulação sanguínea no local da injeção. 
 
FLACIDEZ: Favorecer a produção de fibras de colágeno, que sustentam a pele; 
 
 
 
 
 
OUTROS CASOS ULTILIZADOS: 
 
 
 
QUANTAS SESSÕES SÃO NECESSÁRIAS PARA OBTER RESULTADOS? 
O número de sessões depende do objetivo da pessoa, da região e do corpo da pessoa. 
Normalmente as clínicas oferecem pacotes de 10 sessões que devem ser realizadas a cada 15 ou 30 dias, mas o número 
de sessões deve ser indicado após a avaliação corporal. 
MECANISMO DE AÇÃO 
 
▪ Atua na microcirculação vascular do tecido conectivo, promovendo uma vasodilatação e um aumento da drenagem veno-linfática. 
▪ Com a vasodilatação, melhora-se o fluxo de nutrientes, entre eles, as proteinases necessárias para remodelar os componentes da matriz extracelular e 
para acomodar a migração e reparação tecidual. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
No ato de aplicação, 
ocorre uma lesão 
momentânea no local, 
onde é causado um 
processo inflamatório.
Com o objetivo de 
Reparar o Tecido
Células espcializadas para 
a Remodelação Tecidual 
como os Fibroblastros
(que produzem colágeno 
e elastina no organismo) 
migrarem para o local.
Aumento do calibre 
vascular, que melhora a 
oxigenação, permitindo 
maior Nutrição local.
EFEITO BOHR – Mecanismo de Ação 
 
 
EFEITO 
BOHR
•O efeito de Bohr é o mecanismo que explica a dissociação da Hemoglobina com o O2. Acontece da seguinte forma: 
A Hemoglobina (HM) tem 240 vezes mais afinidade com o Gás Carbônico (CO2) do que com O2 que ela está 
carreando. Logo, quando faz-se a aplicação de CO2 ocorre a dissociação da HM com o O2, fazendo com que a 
mesma se aclope com CO2. 
Promovendo assim 
uma verdadeira ação 
lipolítica oxidativa.
•Se a HM carreia o CO2, o O2 fica no local de aplicação então ali acontece uma 
Hiperoxigenação. Ocorrendo também, portante, a Nutrição do tecido e a 
Liberação de Catecolaminas.
• As Catecolaminas desencadeiam uma série de processos e um deles é a 
LIPOLÍSE (degradação de gordura), "fraturando" as moléculas de gordura 
adipositas.
EFEITO ROOT •Mostra a capacidade do Gás permanecer por determinado tempo no organismo.
APARELHO: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
DRENAGEM DO SISTEMA DRENAGEM DO EQUIMO AGULHA CAMADAS DE APLICAÇÃO 
É o percurso do Cilindro até o 
aparelho. 
 
 
Compreende pela extensão desde 
o Conector até a Saída do Gás. 
GRANDE: 30 x 13 
 
O termo BIZEL se refere ao nome 
que se dar a ponta da agulha. 
 
- A posição da agulha depende da 
área a ser tratada. 
EPIDERME: Vasodilatação 
DERME: Vasodilatação/Nutrição/Colágeno 
HIPODERME: Quebra de Gordura adiposa 
A Drenagem é necessária para 
garantir que em todo o sistema 
não tenha nenhum outro gás além 
do Gás Carbônico – CO2. 
 
Garantia do CO2 em todo o 
Equimo. 
 
O Equimo é trocado somente 
quando troca-se de pcte, parte do 
corpo diferente do mesmo pcte, 
não precisa drenar o Equimo. 
 
APLICAÇÃO DO GÁS POR SESSÃO: 
Até 2 litros/corpo todo 
OBS: Quanto maior o Fluxo, melhor 
o resultado. 
QUANTO AO MANUSEIO: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
APLICAÇÃO: 
Sendo injetado por uma agulha fina em diversas dimensões da pele, 
conforme a função a ser exercida, de forma invasiva. 
 
FLUXO: Se refere à 
Velocidade/Tempo de aplicação 
VOLUME: Se refere à 
quantidade a ser injetada 
(Volume Total) 
 
 
 
Varia de 20ml/min a 150ml/min 
 
 
 
Varia de 600ml a 1 litro 
IMPORTANTE SABER: 
 
▪ Em situações de repouso, nosso organismo 
produz cerca de 200 ml/minuto do mesmo, 
aumentando em até dez vezes frente a esforços 
físicos intensos. 
▪ Sendo injetado por uma agulha fina em diversas 
dimensões da pele, conforme a função a ser 
exercida. 
▪ Todo material é descartável. 
 
 
 
❖ A profundidade de aplicação do gás carbônico depende da finalidade do procedimento. 
❖ Aplicações percutâneas buscam normalmente a oxigenação, vasodilatação, e produção de colágeno na pele; 
❖ Áreas mais profundas como afecções no tecido adiposo, e também em comprometimentos musculoesqueléticos e doenças de caráter reumático obrigam o uso do 
gás em maiores profundidades. 
❖ Apesar da dificuldade em mensurar as camadas da pele, a epiderme apresenta espessura média de 0,07 a 0,12 milímetros e a derme uma espessura média de 1 a 2 
milímetros, portanto em muitas aplicações, os planos Epidérmico e Dérmico se sobrepõem, parecendo formar um único plano. 
 
 
PLANOS DE APLICAÇÃO: 
 
❖ O primeiro plano tem como objetivo aumentar a oxigenação (potencialização do Efeito Bohr) e vasodilatação. 
❖ O segundo plano objetiva o aumento da produção de colágeno. 
❖ Terceiro plano tem como objetivo estimular a lipólise (degradação dos triglicerídeos) 4,5. 
 
 
 
 
 
 
 
EX: CARBOXITERAPIA NO FEG 
 
• Celulite é uma inflamação que ocorre nas células da pele causada pelo acúmulo de gordura no tecido adiposo. 
• Essa inflamação resulta em formação de edema (acúmulo de líquidos) e fibrose (um tipo de tecido que se forma ao redor da inflamação, evitando que 
ela se espalhe). 
• Esses três fatores, gordura, fibrose e edema, são os grandes causadores da celulite. Para tratar essa inflamação é necessário um tratamento que 
consiga agir nos 3 níveis.ANOTAÇÕES: 
EX: CARBOXITERAPIA NA GORDURA LOCALIZADA 
 
 
 
ANOTAÇÕES: 
EX: CARBOXITERAPIA NA OLHEIRA E “PAPADA” 
 
 
 
 
 
ANOTAÇÕES: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
RESPEITE SEMPRE OS PRINCÍPIOS DE 
MOVIMENTOS DURANTE A EXECURSÃO: 
◦ Movimentos Ascendentes 
◦ Dentro pra fora 
◦ Baixo pra cima 
 
 
Tem como OBJETIVO retirar células mortas, 
hidratar, promover uma renovação celular e 
repor vitaminas e nutrientes importantes 
perdidos no dia a dia. 
 
PASSO A PASSO: 
1. Apresente-se ao paciente, é importante ter um contato cordial com o mesmo. 
2. Antes de tocar na face do paciente, faça a assepsia de suas mãos. 
3. Avalie a umidade da pele (Observar a porcentagem de Gordura e água). 
4. Higienização Facial (Paciente que estiver com maquiagem deve-se fazer a retirada da 
mesma com demaquilante ou água micelar) 
5. Faz-se a Limpeza de pele usando Sabonete Líquido com movimentos de baixo para cima 
e retirar a mesma com algodão em água destilada/natural/mineral. 
6. Aplica-se o Esfoliante e espalha-se no rosto com movimentos circulares e faz a retirada 
do mesmo com gases ou algodão embebedado com água natural. 
7. Em seguida faz a aplicação do tônico para regular o PH da pele dando suaves batidinhas 
(tamborilamento) com as pontas dos dedos para ativar a circulação sanguínea, deixe 
secar naturalmente. 
8. Para finalizar é importante a utilização de Hidratante e Protetor Solar para para hidratar 
e proteger a pele do paciente contra manchas e queimaduras por possível exposição ao 
sol. 
9. Despeça-se do seu paciente e oriente quantos aos cuidados que o mesmo deve 
continuar a realizar. 
 
 
 
 
 
 
SISTEMA NERVOSO – é a parte do organismo que transmite sinais entre as suas diferentes partes e coordena as suas ações voluntárias e involuntárias. Processa e 
Armazena informações. Funcionalidade fisiológicas. Comportamentais. 
 
SISTEMA NERVOSO CENTRAL: É o elemento do SN que está protegido pelo Esqueleto Axial (Crânio e Coluna vertebral). 
 
• ENCÉFALO: Todos os Elemento que ficam dentro da Calota Craniana. 
 
➢ CÉREBRO: Processa informações. Controla os Hemisférios DIREITO (Controla o lado esquerdo- Criatividade) e ESQUERDO (Controla lado direito – Razão). 
✓ Telencéfalo 
✓ Diencéfalo 
 
➢ CEREBELO: “Pequeno cérebro”. Controle do Equilíbrio. 
 
➢ TRONCO ENCEFÁLICO: Responsável por conectar o Cérebro à Medula Espinhal. Controle das Funções vitais. 
 
 
✓ MESENCÉFALO: Parte superior do Tronco Encefálico 
✓ PONTE: 
✓ BULBO: Porção terminal, responsável pela Respiração, Digestão e Batimentos Cardíacos. 
 
• MEDULA ESPINHAL: É protegida a partir da Primeira Vértebra (Atlas). Transmitir informações a partir 
do SNP ao Encéfalo. 
 
 
 
Divisões Anatômicas do Sistema Nervoso 
 
OBS: Todas as partes do 
encéfalo e da medula estão 
envolvidas por três membranas de 
tecido conjuntivo - as meninges, 
membranas protetoras. 
 
https://pt.wikipedia.org/wiki/Meninges
 
SISTEMA NERVOSO PERIFERÉRICO: 
 
 
• NERVOS: São estruturas de Tecidos Nervosos que irão se ramificar a partir do SNC. 
 
➢ ESPINHAIS: Temos 31 pares de Nervos Espinhais. São aqueles que tem origem na Medula Espinhal. 
Emergem da região Cervical, Torácica, Lombar, Sacral e Coccígea. 
 
 
 
➢ CRANIANOS: Temos 12 pares de Nervos Cranianos. Eles saem a partir do Encéfalo, a maioria deles do Tronco Encefálico e apenas 2 pares de Nervos 
Cranianos tem origem no Cérebro. 
 
 
 
• GÂNGLIOS SN Autônomo corresponde a uma divisão do SNP. O SNA é a parte do SNP que tem dilatações chamadas de GÂNGLIOS. Nestes Gânglios temos as 
junções de Neurônios que são chamadas de Sinapses. 
 
Estes GÂNGLIOS que formam o SNA eles podem ser: 
 
➢ SNAP – Sistema Nervoso Autônomo Parassimpático: 
➢ SNAS – Sistema Nervoso Autônomo Simpático: 
 
 
 
 
 
 
 
OBS: Os Nervos Espinhais 
se ramificarão e se tornarão 
o que chamamos de PLEXOS. 
1- Cervical 
2- Braquial 
3- Lombar 
4- Sacral 
 
OBS: O Sistema Nervoso 
Autônomo é um componente 
motor do SNP. 
 
 
 
 
 Divisões Embriológicas do Encéfalo – Snc 
O EMBRIÃO: corresponde ao estágio inicial do desenvolvimento de um organismo. 
Ou seja, é o ser humano durante as 8 primeiras semanas do desenvolvimento intrauterino. 
 
OBS: 
A primeira parte que fecha do Tubo Neural, no Embrião com 25 dias de vida (em média), é sua parte Central. 
Logo após fecha-se a parte Superior e em seguida a parte Inferior. 
QUANDO ESTÃO AINDA ABERTOS, são chamados de NEUROPOROS ou NEURÓPOROS. 
 
PORO SUPERIOR: É chamado de Neuróporo Rostral, apresentará dilatações arredondadas. 
PORO INFERIOR: É chamado de Neuróporo Caudal, o mesmo cresce em comprimento e em espessura alongada. 
 
É DO NEURÓPORO ROSTRAL que se origina todos os elementos do ENCÉFALO. 
É DO NEURÓPORO CALDAL que se origina a MEDULA ESPINHAL. 
 
 
 
➢ Após o período embrionário, terá a FORMAÇÃO do ARQUENCEFALO 
(três dilatações ou três vesículas) a partir do Neuróporo Rostral, são elas: 
 
1. Dilatação superior: PROSENCÉFALO 
2. Dilatação mediana: MESENCÉFALO (Apenas o Mesencéfalo continua na fase adulta) 
3. Dilatação inferior: ROMBENCÉFALO 
PROSENCÉFALO: Significa Cérebro anterior, ou seja, forma os Elementos anteriores do cérebro. 
MESENCÉFALO: Significa Cérebro médio, logo, forma os Elementos do meio do cérebro. 
ROMBENCÉFALO: Significa Cérebro posterior, ou seja, forma os Elementos posteriores do cérebro. 
 
 
 
 
 
 
O ENCÉFALO adulto consiste em 4 
partes: Tronco encefálico, Cerebelo, 
Diencéfalo e Cérebro. 
O tronco encefálico é continuo com 
a medula espinhal e consiste no 
bulbo, na ponte e no mesencéfalo. 
Arquencefalo: É o Encéfalo 
primitivo. Contendo: 
PROSENCÉFALO, 
MESENCÉFALO, 
ROMBENCÉFALO. 
➢ O Cérebro Primitivo/Arquencefalo com 3 dilatações, dentro deste período do Desenvolvimento Embrionário, 
este, evoluirá e FORMARÁ 
5 DILATAÇÕES: 
 
 
1) Do Prosencéfalo, teremos 2 dilatações: 
• TELENCÉFALO + DIENCÉFALO = CÉREBRO 
 
2) Do Mesencéfalo, teremos 1 dilatação: 
• MESENCÉFALO (Elementos do Tronco Encefálico) 
 
 
3) Do Rombencéfalo, teremos 2 dilatações: 
• METENCÉFALO (Cerebelo e Ponte) 
• MIELENCÉFALO (Bulbo) 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
1- TELENCÉFALO: Divide-se em uma 
porção Direita e Esquerda. 
PS: É o Cérebro, propriamente dito. 
É daí que que se origina o 
HEMISFÉRIO CEREBRAL DIREITO e 
HEMISFÉRIO CEREBRAL ESQUERDO. 
1- DIENCÉFALO: Formará o TÁLAMO e 
HIPOTÁLAMO. 
ETAPAS DO DESENVOLVIMENTO HUMANO PRÉ-NATAL: 1 a 6 SEMANAS 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Os somitos são estruturas epiteliais transitórias que se formam nas primeiras etapas do desenvolvimento embrionário dos vertebrados. A sua formação cuidadosamente 
controlada no espaço e no tempo é fundamental para a correta formação da coluna vertebral, dos músculos esqueléticos do corpo e da organização segmentar do sistema 
nervoso periférico. Somito são corpos cubóides formados pela divisão da mesoderma paraxial que foi formada pela transição epitélio mesênquima realizada pelo epiblasto 
(posterior ectoderme). 
Também denominada de metâmeros ou provértebras é um conjunto de massa mesodêrmica disposta de forma regular ao longo dos dois lados do tubo neural do embrião. 
São blocos de células resultantes da segmentação da massa mesodermica dorsal,embora todos os somitos pareçam iguais,originam-se de diferentes estruturas nas 
diversas partes do organismo. 
PERÍODO SOMÍTICO: 
Formando-se aos pares, sua quantidade é um marcador importante para determinar a idade do embrião. Apresentam-se inicialmente na região occipital e a cada novo par 
de somitos, estes irão originar-se em direção céfalo caudal. As células dos somitos apresentarão diferenciações estruturais que

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