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ENDOSCOPIA 
MSc Pillar Gomide do Valle 
TIPOS DE APARELHOS 
Fibroscópio Videoscópio 
Composto por fibras 
ópticas (+fibras melhor 
imagem) 
Composto por fibras 
ópticas 
Mais barato Mais caro 
Ponta maleável: cima 
baixo, direita esquerda 
Ponta com chip 
Tem sugador Grava endoscopia e tira 
foto com cores bem reais. 
Luz depende do 
animal(175w – cavalo 30w 
– cão) 
Imagem mais real e permite 
distribuição da imagem por 
TV (mais um observador) 
Difícil transporte 
TIPOS DE APARELHOS 
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http://www.preciolandia.com/br/fibroscopio-gastroscopio-gastrofibroscop-8v32p6-a.html 
TÉCNICAS PARA EXAME 
 Cães e Gatos: 
 Endoscopia Digestiva Alta 
Jejum prévio: 
Sólido: mínimo 12 horas 
Hídrico: 2-4 horas. 
 Endoscopia Digestiva Baixa - Colonoscopia – 
Preparo dietético inicia 48 horas antes. 
Jejum prévio: 
Sólido: mínimo 24 horas 
Hídrico: 4 horas. 
 Bisacodil (laxante) : 5mg SID 
Enema 
 Anestesia Geral 
TÉCNICAS PARA EXAME 
 Equinos: 
 Endoscopia Digestiva Alta 
 Introduzido pela narina, passa pelo turbinado nasal, fazendo 
breve visualização do trato aéreo superior. Após passar pela 
glote, estimulando-se a deglutição, o endoscópio desliza pelo 
esôfago e penetra no estômago. 
Jejum prévio: 
Sólido: 8-48hs. Desnecessário em potros jovens. 
Contenção física (caximbo). 
Química: Xilazina ou Acepromazina ou Detomidina 
 Endoscopia Digestiva Baixa – Colonoscopia 
 Enemas 
http://www.bibliotecadigital.ufmg.br/dspace/bitstream/handle/1843/MASA-
7AWHTV/disserta__o_ubiratan_pereira_melo.pdf?sequence=1 
ENEMA 
 Fosfato de sódio é o mais utilizado na medicina humana e 
veterinária, devido à facilidade de administração e 
eficiência, porém irrita a mucosa colônica, podendo causar 
desequilíbrio eletrolítico grave. 
 Principais alterações eletrolíticas: hipocalemia, 
hipocalcemia, hipernatremia, hiperfosfatemia, 
hipomagnesemia e acidose metabólica. 
 Repetidos enemas causam hipocalemia pela perda 
excessiva de potássio nas fezes, levando a quadros de 
hipernatremia . 
 Principais sinais clínicos: febre, taquicardia, hiperventilação, 
desidratação, hipotensão, hiporeflexia, tetania, diminuição do 
tônus muscular, coma e morte 
INDICAÇÕES DE USO 
Broncoscopia / Traqueoscopia 
Histeroscopia 
Esofagogastroscopia 
Colonoscopia 
Cistoscopia / uretroscopia 
Rinoscopia 
http://www.youtube.com/watch?v=9dhkECnkS
PE 
http://www.youtube.com/watch?v=JDCQ6GVHAc
w 
ESOFAGOSCOPIA 
 Esôfago: Tubo muscular de transporte, cor cinza 
esbranquiçada á rósea, vasos da submucosa visíveis em 
felinos (nos cães se aparentes é esofagite), pigmentado em 
algumas raças (chow-chow), possui 2 esfíncteres e é 
dividido em 3 espaços (cervical, torácico e abdominal). 
 
 Esôfago torácico: 
Entrada do tórax ao diafragma 
Reduz lúmen na entrada 
Fácil depositar CE. 
http://www.youtube.com/watch?v=B8b3CL64SCM 
http://www.youtube.com/watch?v=_bJyDeU8mdE 
INDICAÇÕES 
 Equinos: 
 125 a 150cm de comprimento 
 Camada da mucosa queratinizada (diferente dos cães). 
 Cinza esbranquiçado a rósea brilhante 
 
Potros Adulto 
Desconforto abdominal Desconforto abdominal 
Diminuição apetite Diminuição apetite 
Diminuição do escore 
corporal 
Diminuição do escore 
corporal 
Diarreia sem febre Apatia/agitação 
Bruxismo e salivação Eructação 
ÚLCERA GÁSTRICA EM EQUINOS 
http://revistas.bvs-vet.org.br/recmvz/article/viewFile/3304/2509 
INDICAÇÕES 
 Cães e Gatos 
 Regurgitação 
 Ptialismo 
 Disfagia e adinofagia 
Regurgitação Vômito 
Processo passivo (sem 
esforço para expulsão) 
Processo ativo (vigorosa 
contração abdominal) 
pH menos ácido pH mais ácido 
Ausência de bile Presença de bile 
Observar o animal!!!! 
ÚLCERA GÁSTRICA EM CÃES 
http://www.tede.ufv.br/tedesimplificado/tde_arquivos/8/TDE-2011-09-27T103017Z-3114/Publico/texto%20completo.pdf 
CASOS CLÍNICOS 
 Labrador, 4 anos, dificuldade inspiratória, disfagia, sialorreia 
intensa, traumatismo cervical por tempo prolongado 
resultante de contenção por coleira. 
 Exames indicados: RX, RX contrastado, endoscopia 
 Obs: Paralisia laríngea: 
Comum em setter e labrador 
Paralisia do N. laringorecorrente 
Fazer lateralização da cartilagem aritenóide. 
 Hemiplegia Laríngea (traqueostomia e remoção de 
cartilagem da laringe) 
 
PARALISIA LARÍNGEA 
https://www.youtube.com/watch?v=J7GgFN42NFw 
CASOS CLÍNICOS 
 Pinscher, fêmea, 5 anos, vômitos após ingestão de líquidos há 2 
meses, comportamento e apetite normal. 
 Exames: Hemograma, perfil renal, urinálise e enzimas hepáticas 
normais 
 Exames indicados: RX (escolha!), Endoscopia, US. 
 Obs: Megaesôfago: 
 Deficiência de inervação leva ao acúmulo de alimento ou líquido, 
 Há regurgitação, 
 Comum em cães e incomum em gatos. 
 Congênita ou adquirida. 
 Possíveis causas (tudo que altere a inervação): Polineuropatias e 
polimiosites, hipotireoidismo, hipoadrenocorticismo, caquexia, 
miastenia gravis, intoxicação por chumbo.. 
 Característica na endoscopia: Presença de alimento dentro do 
esôfago. 
 
MEGAESÔFAGO 
http://www.duediagnostico.com.br/ 
CASOS CLÍNICOS 
 Yorkshire, 4 meses, macho, regurgitação, sem perda de 
apetite, tosse a 15 dias. 
 Exames: RX, endoscopia 
 Obs: Corpo estranho 
 Locais de alojamento: onde o lúmen é reduzido. 
Esfíncter esofágico (entrada do tórax) 
Base do coração 
Esfíncter esofágico inferior 
 Lesão depende do tipo de corpo estranho e tempo de 
contato com a mucosa. 
 Anzol: poucos sinais de desconforto e inflamação 
 Osso: difíceis de serem deslocados  lacera a mucosa 
_ Leva a esofagite 
CORPO ESTRANHO ESÔFAGO 
http://www.youtube.com/watch?v=7meZ3qw1J_o 
CASOS CLÍNICOS 
 Whippet, 3 anos, tratamento com doxiciclina há 19 dias, com 
disfagia e anorexia. 
 Exames: Endoscopia 
 Esofagite: Inflamação da mucosa 
Causas: ingestão de substâncias cáusticas, CE, vômitos 
persistentes, desordens de esvaziamento gástrico, 
doxiciclina, tetraciclina. 
Aparência endoscópica: hiperemia de mucosa, vasos da 
submucosa visíveis (cão), ulcera e hemorragia. 
 
CASOS CLÍNICOS 
 Felino, SRD, fêmea, 7 anos tratada com doxiciclina por 
causa de Mycoplasma, 5 dias após iniciado tratamento 
começou a regurgitar e piorou apresentando estertor 
pulmonar. 
 Exame: RX e endoscopia 
 Esofagite 
 Estenose esofágica 
ESOFAGITE 
ESTENOSE ESOFÁGICA 
 20 minutos exposição em pH 2,5 
 Principais locais: porção cranial, entrada do tórax, 
base do coração 
 Diagnóstico: RX, endoscopia 
 Aparência endoscópica: Anel sem distensão, friável, 
hemorrágica, inflamada (dilatação anterior a 
estenose). 
 Tratamento: Dilatação esofágica por velas ou balão, 
cirúrgica, predinisona, metoclopramida, ranitidina, 
antiácidos e sucralfato. 
ESTENOSE ESOFÁGICA 
http://www.revistas.ufg.br/index.php/vet/article/view/4120/8180 
CASOS CLÍNICOS 
 Cão, sharpei vômitos e regurgitação intermitente há 1 mês, 
emagrecimento progressivo, apetite voraz, dificuldade 
respiratória 
 Exames: Hematológico, bioquímico, RX, US, endoscopia. 
 Hérnia hiatal por deslizamento: 
Estômago vai para o tórax por hérnia no diafragma. 
Na endoscopia é visível pinçamento no estômago 
Ocorre quando ligamento no diafragma está frouxo. 
Quanto > o grau piores os sintomas. 
Diagnóstico: Endoscopia, RX 
Congênita ou adquirida 
Sinais clínicos: Vômito, regurgitação e salivação excessiva 
HÉRNIA HIATAL 
http://www.youtube.com/watch?v=lcWa5vysNKA 
CASOS CLÍNICOS 
 Cadela, SRD, 4 anos, regurgitação e vômito frequente 
 Exames: RX e endoscopia 
 Spirocerca lupi: 
 Aparenta massa muscular no esôfago, lesões esofágicas 
(granulomatosas) e gástricas. 
 Morte súbita (aneurisma na aorta) 
 Aparência protuberante e abertura para deposição de ovos. 
Sinais clínicos: repetidas tentativas de deglutição ou 
regurgitação, ptialismo, aumento de glândulas salivares 
(parótidas e sublingual). 
 Leva a neoplasias raras: carcinoma de células escamosas 
(massa friável e ulcerada) 
 Tratamento: doramectina, cirúrgico. 
SPIROCERCA LUPI 
https://www.youtube.com/watch?v=_Si8Mv35-j0 
GATRODUODENOSCOPIA 
 Indicações: 
 Vômitos, anorexia, hematêmese, diarreia e melena. 
 
ESTÔMAGO 
 Cães e gatos: 
 Cor rósea , rugas gástricas (distendidas pelo ar insuflado) 
http://pt.slideshare.net/medlenvet/sistema-digestrio-dos-caninos 
ESTÔMAGO 
 Equinos: 
 1/3 epitélio estratificado escamoso (aglandular). 
 2/3 epitélio aglandular (cárdica, fúndica e pilórica). 
  do cão: 
Parte glandular: rósea escura, aparência mosaica. 
Parte aglandular: Branca, pregas longitudinais, aparência 
lisa. 
http://vetufv.blogspot.com.br/2013/04/o-estomago-simples.html 
DUODENO 
 Cães, gatos e equinos 
 Cor rósea avermelhada a vermelho amarelada. 
 Aparência aveludada (vilus) 
 Placas de Payer, ductos pancreático e biliar. 
 Cão: Papilas duodenais maiores e menores 
 Gato: Papilas únicas 
 Lúmen com conteúdo fluido amarelado (suco pancreático e 
biliar). 
http://anatoufv2013.blogspot.com.br/2013/04/aparelho-digestorio-intestinos-pancreas.html 
CASOS CLÍNICOS 
 Daschund, fêmea, 11 anos, inteira, vômito há 15 dias, 
tratamento anterior com ranitidina, metoclopramida. 
 Exame clínico: Ausência de dor a palpação, desidratação leve. 
 Corpo estranho (pode ficar muito tempo no estômago sem 
apresentar sintomas): 
 Lesões após remoção: 
• Gastrite aguda ou crônica. 
• Úlcera, perfuração gástrica. 
• Estenose pilórica. 
 Tratamento: 
Retirada cirúrgica ou endoscópica 
Antagonista de receptores H2 
 
 
CORPO ESTRANHO 
https://www.youtube.com/watch?v=U5VpEOSH1Hw 
CASOS CLÍNICOS 
 Cadela, bichon frisé, 2 anos, inteira, vômito, apatia, 
desidratação e inapetência, ureia 130, creatinina 1,6. 
 RX e endoscopia (hemorragia e erosão em antro e corpo 
gástrico e edema) 
 Erosão e úlcera gástrica: 
 Causas: AINES, doença renal, doenças metabólicas, 
tumores gástricos, agentes tóxicos, diminuição do fluxo 
sanguíneo. 
 Úlcera: 
Tratamento: Omeprazol (inibidor de bomba de prótons 
– age a partir do 5 dia. 
Ranitidina, sucralfato 
Procinéticos 
 
GASTRITE AGUDA OU CRÔNICA 
 Causas: Apetite pervertido, alergia alimentar, corpo estranho, 
medicamentos orais (antibióticos, anti-inflamatórios), 
helicobacter, alterações metabólicas, idiopática. 
 Sinais clínicos: Melena, hematêmese 
 Gastrite por refluxo: Refluxo de bile (quebra lipídeos da 
mucosa  acidez  gastrite)  recomenda-se deixar animal 
em jejum menos tempo. 
 Obs: Tricobezoários 
GASTRITE AGUDA OU CRÔNICA 
 Aspectos endoscópicos: 
• Friabilidade (sangramento após biópsia) 
• Irregularidade e aspectos retilíneos das 
rugas gástricas. 
• Edema, erosão e hemorragia. 
 Tratamento: Remoção, procinéticos, antagonistas de H2, 
terapia imunossupressora. 
 A remissão dos sinais clínicos ocorrem antes da cicatrização 
endoscópica. Antiácidos devem ser usados mesmo após 
melhora dos sinais clínicos! 
GASTRITE 
http://animalexotico.com.br/site/blog/2013/08/08/gastrite-em-cao-idoso/#.VF-7zPnF-So 
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OBSTRUÇÃO PILÓRICA 
 Causas: CE, neoplasias,gastrite granulomatosa, hipertrofia 
pilórica. 
 Tratamento: cirúrgico e medicamentoso 
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0103-84782009000100042 
CASOS CLÍNICOS 
 Cadela, Husk, castrada, 11 anos, vômitos intermitentes 
há 30 dias, perda de peso e anorexia, melena. 
 Exames: Anemia nomocítica e normocrômica e 
aumento de FA 
 Suspeita: Pancreatite, neoplasias. 
 Exames: US e endoscopia 
 Tumor gástrico: Leiomiossarcoma (maligno  
leiomioma) 
TUMOR GÁSTRICO 
http://www.fugesp.org.br/nutricao_e_saude_conteudo.asp?id_publicacao=1&edicao_numero=2&menu_ordem=3 
CASOS CLÍNICOS 
 Cadela, akita, 7 anos, castrada, vômito há 30 dias, 
inapetente, prostrada, perdendo peso. 
 Hemograma Anemia normocítica, normocrômica 
 US e endoscopia 
 Carcinoma: tumor maligno, extremamente invasivo 
(não responde bem a quimioterapia) 
Tratamento cirúrgico 
Comum em gatos senis 
 
TUMOR GÁSTRICO 
http://www.gastrointestinalatlas.com/english/gastric_gist_.html 
CASOS CLÍNICOS 
 Boxer, 10 anos, submetido a cirurgia de tumor de pele, desde 
então apresenta vômitos intermitentes, piorou na ultima semana 
(vomita tudo que come) 
 Endoscopia 
 CE intestinal: Lesa mucosa intestinal (hiperêmica) 
 Alterações no duodeno: friável, hemorrágico, erosão e 
irregularidade. 
 Lembrar de sempre coletar material para biópsia 
 Alteração na motilidade intestinal e obstrução podem levar a 
retorno de fezes do intestino para o estômago (vômito com 
fezes) 
CASOS CLÍNICOS 
 Cão, dog alemão, 5 meses, inteiro, dor abdominal, recusa 
alimentos. 
 Corpo estranho linear: Intestino pregueado (peristaltismo 
continua) 
 Tratamento cirúrgico (enterectomia e enteroanastomose) 
 Normalmente o CE linear fixa em 3 pontos: 
Gatos: abaixo da língua 
Piloro 
Válvula íleo-cólica (íleo cecal) 
Pensou CE  Pediu RX! 
ENTEROPATIAS COM PERDA DE PROTEÍNA 
 Síndrome Intestinal (perda de proteína – 
hipoalbuminemia). 
Sinais: Diarreia 
Diagnóstico: Proteína total, albumina, biópsia 
1. Linfangiectasia: Obstrução linfática, inflamação com 
diminuição do lúmen (congênito) 
 Causas: Hipoproteinemia, linfopenia, hipocalcemia, 
fluido quiloso no lúmen, vilus esbranquiçado. 
 Tratamento: Manejo dietético (baixo teor de gordura e 
proteína de alta digestibilidade) e Prednisolona 
ENTEROPATIAS COM PERDA DE PROTEÍNA 
2. Linfoma: 
 Forma difusa (mucosa hemorrágica, hiperêmica ou 
focal (mucosa normal ou ulcerada) 
 Causa comum de hipoproteinemia em gatos 
 Tratamento: Quimioterapia 
3. Doença Inflamatória Intestinal 
 Causa: Hipoproteinemia 
 Desoredens gatrointestinais com infiltrado inflamatório 
na mucosa. 
 Diagnóstico: Biópsia 
 Tratamento (redução da inflamação):metronidazol, 
prednisolona, cobalamina. 
ENTEROPATIAS COM PERDA DE PROTEÍNA 
4. Intussuscepção: 
 Causas: Hipoproteinemia, alteração da motilidade, 
visores. 
 Tratamento: Cirúrgico, antibióticos 
CASOS CLÍNICOS 
 Felino, macho, castrado, 13 anos, SRD, diarreia crônica, 
vômito, baixo escore, inapetente, prostrado e com massa 
presente a palpação abdominal 
 Hemograma: Anemia, hipoproteinemia (IR,IH, 
enteropatias..) 
 Exames: RX, endoscopia, US 
 Linfoma 
 
CORPO ESTRANHO INTESTINAL 
http://www.hospitalharmonia.vet.br/artigos/corpo-estranho-gastrintestinal-linear-em-um-cao.pdf 
CASOS CLÍNICOS 
 Labrador, 7 meses, inteiro, vômito diarreia, dor 
abdominal há 4 meses, perdendo peso, crescendo 
muito pouco. 
 Tratamentos usados: Antiparasitários (parasitoses 
levam a inflamação intestinal), anticocciodiostáticos e 
antibioticos 
 Diagnostico Intussuscepção 
 Tratamento Cirúrgico 
LAPAROTOMIA EXPLORATÓRIA 
 RX contrastado sem sinal de obstrução. 
 Endoscopia inconclusiva 
http://www.revistas.ufg.br/index.php/vet/article/view/328 
COLONOSCOPIA 
 Cólon: Mucosa com textura lisa e rósea. 
 Observações do reto, cólon descendente, ascendente, 
transverso, válvula íleo cecal e ceco cólica. 
 Indicação: 
 Diarreia ID: líquida, em jatos, melena, volume 
aumentado, emagrece. 
 Diarreia IG: tenesmo, dor ao defecar, pouco de cada 
vez, sangue vivo, muco, não emagrece. 
 Preparo: Jejum de 36 horas, vários enemas, medicações 
que estimula esvaziamento. 
COLONOSCOPIA 
https://www.youtube.com/watch?v=nC_bGdLGndw 
CASOS CLÍNICOS 
 Cadela, Fox Terrier, 4 anos, diarreia, melena, hematoquesia 
que foram revertidoscom tratamento, escore corporal bom. 
 US, RX, endoscopia e colonoscopia 
 Duodenite e colite: Causa: Leishmania 
 Tratamento: Persiste forma amastigota. 
CASOS CLÍNICOS 
 Cão, macho, 9 meses, poodle, tenesmo, hematoquesia, 
fezes com muco há 4 meses, vários tratamentos sem 
melhora. 
 Colite neutrofílica: 
 Mucosa vermelha, irregular, erosões e hemorragias. 
 Causas: Ingestão de abrasivos, parasitas, bactérias, 
alergia alimentar, intussuscepção. 
 Diagnostico: Eliminação da causa; Colonoscopia 
 Tratamento: Empírico: dieta hipoalergênica, 
antiparasitários e antibacterianos. 
COLITE 
http://www.mdsaude.com/2009/10/doenca-de-crohn-retocolite-
ulcerativa.html http://pt.wikipedia.org/wiki/Colite_ulcerosa 
CASOS CLÍNICOS 
 Cadela, poodle, muco nas fezes, hematoquesia, tenesmo. 
 Pólipo: Pode transformar em tumor maligno (massa 
bolhosa na região anal) 
 Tratamento cirúrgico 
 Síndrome do Cólon Irritável: 
 Diarreia, mucosa, não inflamatória 
 Tratamento: Adição de fibras, drogas psicotróficas 
(Amitriptilina, tegaserode). 
PÓLIPO 
http://www.drjarbasfaraco.com.br/doencas/polipos-do-colon-e-reto 
ESTUDO DIRIGIDO 
1. Cite 4 enteropatias que levam a hipoalbuminemia. 
2. Labrador com 4 anos, chegou a clínica com 
dificuldade inspiratória, disfagia, sialorreia intensa, 
traumatismo cervical por tempo prolongado 
resultante de contenção por coleira. Qual sua 
suspeita diagnóstica e exame? 
3. Ibzan hound, tratando com doxiciclina há 23 dias, 
com disfagia, anorexia e sialorreia. Qual sua 
suspeita diagnóstica e exame de escolha? 
 
OBRIGADA!